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B. Les méthodes d’étude de la dégradation des plastiques

Chapitre 1 Les déchets marins

VI. B. Les méthodes d’étude de la dégradation des plastiques

Todas as concepções identificadas neste tema se reportam às definições, tanto retrospectiva como prospectiva, de determinados conteúdos e são realtivas às questões: A) ―O que gostava de ter aprendido?‖ e B) ―O que gostaria de aprender ainda?‖.

A)“O que gostava de ter aprendido?”

As verbalizações centram-se na importância das actividades artísticas, conteúdos académicos e apoio social e as conceptualizações expressam a ideia geral de que no homem tudo é aprendido e útil para aplicar tanto a favor da realização pessoal como na partilha como os outros

1. Actividades artisticas

As verbalizações referem as aprendizagens artísticas como factor de enriquecimento pessoal e de partilha com os outros.

2. Conteúdos académicos e profissionais

As verbalizações fazem referência à importância da aquisição de diversos conhecimentos académicos como factor de actualização no desenvolvimento do sujeito.

3. Competências de inter-ajuda/Apoio ao outro

sujeitos prestar ajuda e apoio social aos outros, tanto num sentido altruísta, como forma dos sujeitos se sentirem mais úteis.

4.Holísticas

As verbalizações referem as aprendizagens como uma totalidade indissociavel, impossibilitando, neste caso, a escolha de outras que os sujeitos gostassem de ter aprendido.

B) “O que gostaria de aprender ainda?”

As verbalizações centram-se no desejo da realização de aprendizagens de carácter artístico, competências de comunicação e de apoio social. As verbalizações expressam ainda o desejo de continuação do aprender e da manutenção das aprendizagens antes adquiridas, assim como o desejo de aprendizagens que permitam aos sujeitos o mudar como pessoa através da integração de novas características de personalidade.

1.Actividades artisticas

As verbalizações referem as aprendizagens artísticas como factor de enriquecimento pessoal e de partilha com os outros.

2.Comunicação

As verbalizações fazem referência à aquisição de conhecimentos académicos, principalmente de diferentes idiomas, que permitam uma maior comunicação com os outros.

3.Instrumental

As verbalizações fazem referência à importância da aquisição de conhecimentos de carácter técnico para, neste caso, poder conduzir um automóvel.

4.Personalidade/Espiritualidade

As verbalizações referem a religião e os valores espirituais como a aprendizagem mais importante para os sujeitos, tanto no aspecto da relação como os outros, como na sua transformação enquanto pessoa.

5. Continuar a aprender

actualizado e saudável.

6.Viver com o que aprendeu

As verbalizações referem a aceitação das aprendizagens adquiridas ao longo da vida como mais importante do que a aquisição de novos conhecimentos.

3.2.5. Análise Quantitativa

O critério de registo, no nosso estudo, consistiu na anotação de conceptualizações pertencentes a determinada categoria nas respostas de cada sujeito. Alguns autores recomendam que as categorias criadas obedeçam ao princípio da exclusão mútua (Bardin, 1997). Este critério foi cumprido a um nível formal e dentro de cada tema na definição das categorias e da respectiva classificação da informação (Grácio, 2002, p. 175).

Vala (1989) advoga que, a análise de conteúdo de um documento, texto, entrevista ou qualquer outro material ―pressupõe o recurso a uma quantificação simples‖ pois ―a análise de frequência permite inventariar as palavras ou símbolos chave, os temas maiores, os temas ignorados, os principais centros de interesse‖ (Vala, 1989,p.108). Os vários procedimentos da análise de conteúdo não implicam necessariamente quantificação. Esta desenvolveu-se ao longo do tempo devido ao facto da análise estatística ser aplicada nas metodologias sociais, assim como a existência de possibilidades de utilização dos computadores. A análise de conteúdo, seguindo a vertente quantitativa, pode enveredar por três direcções divergentes: análise de ocorrências, análise avaliativa e análise estrutural (Vala, 1989; Carmo, 1998). Após a definição das categorias, segue-se a definição de três tipos de unidades: de registo, de contexto e de enumeração.

Unidade de registo: é o segmento mínimo do conteúdo que se considera necessário para se proceder à análise, colocando-o numa dada categoria. Para escolher esta unidade, há que considerar os objectivos pré-estabelecidos e também o quadro teórico que orienta a investigação. Normalmente identificam-se dois tipos de unidades de registo: as formais – que incluem a palavra, a frase, um personagem ou um qualquer item – e as

semânticas – a mais comum é o tema ou a unidade de informação, mas existe uma certa discordância relativamente aos seus limites, isto é, onde começa e acaba um dado tema, o que coloca em causa a fidelidade de um estudo;

Unidade de contexto: traduz-se no segmento mais longo do conteúdo estudado pelo investigador quando ele caracteriza uma unidade de registo. A dimensão da unidade de contexto está dependente do tipo da unidade de registo escolhida (por exemplo: se a unidade de registo for uma palavra, a de contexto pode ser uma frase). Quanto mais longas forem as unidades de contexto e as de registo, maiores serão as dificuldades que se opõem à validade interna da análise.

Unidade de enumeração é a unidade em função da qual se procede à quantificação. As unidades de enumeração referem-se ao tempo e ao espaço, por isso a sua escolha deverá ser ponderada cautelosamente, pois diferentes tipos de unidades podem conduzir a diferentes resultados. Os critérios que orientam a escolha também devem ser indicados, sendo esta considerada por Vala (1989,p.111) como a ―tarefa que, mais dificuldades operacionais, suscita‖, do ponto de vista do trabalho do investigador.

Carmo (1998,p.258) salienta que ―a interpretação dos resultados feita à luz dos objectivos da investigação e do suporte teórico é fundamental‖. A análise de conteúdo deverá possibilitar a descrição e a compreensão do fenómeno que constitui o objecto de estudo. Para além disto, o investigador deve ser capaz de chegar à explicação do fenómeno ou até mesmo inferir determinadas previsões.

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