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A América Latina Logística S.A. – ALL (BM&FBovespa: ALLL3; OTCQX: ALLAY),a maior empresa independente de serviços de logística da América Latina, anunciou a prévia de volume e EBITDA para o quarto trimestre e ano de 2011 (4T11 e 2011). Tais resultados não foram auditados e estão sujeitos à revisão dos auditores. Com a criação da Brado Logística (em 1º de abril) e da Ritmo Logística (em 1º de julho) e para uma melhor base de comparação, a não ser que de outro modo indicado, os resultados da ALL Brasil,Brado e Ritmo no 4T10 e em 2010 são apresentados de maneira pro forma, como se a Brado e a Ritmo já tivessem sido criadas no 2T10 e 3T10, respectivamente. CONSOLIDADOS

O Ebitda consolidado da ALL aumentou 14,1% no 4T11 comparado ao Ebitda divulgado no 4T10, de R$240,2 milhões para R$274,1 milhões. Em 2011, o Ebitda consolidado da ALL aumentou de R$1.338,4 milhões para R$1.494,1 milhões, ou 11,6%.

Tabela 3 – Bbitda Consolidado do ano de 2010 e 2011 em Milhões de Reais (R$ Milhão ALL Consolidado 4t11 4t10 Var.% ALL Consolidado 2011 2010 var % EBITDA 274,1 240,2 14,1% 1.494,1 1.338,4 11,6% Fonte: ALL

*A tabela acima é a única em que o EBITDA do 4T10 e de 2010 é apresentado conforme previamente divulgado, em vez do resultado pro forma.

A tabela abaixo apresenta o volume e o EBITDA da ALL por unidade de negócio. A fim de criar uma melhor base de comparação após a criação da Brado Logística (em 1º de abril) e da Ritmo Logística (em 1º de julho), os resultados da ALL Brasil, Brado e Ritmo no 4T10 e em 2010 são pro forma, como se a Brado e a Ritmo já tivessem sido criadas no 2T10 e 3T10, respectivamente.

tabela 4 – Volume e o Ebitda por Unidade de Negócio

(R$ Milhão ALL Brasil 4t11 4t10 var % ALL Argent. 4t11 4t10 var % ALL Oper. Ferroviarias 4t11 4t10 var % ALL Brado 4t11 4t10 var % ALL Ritmo 4t11 4t10 var % Total 4t11 4t10 var% Volume (TKU mm EBITDA 11.155 10.362 7,7% 253,8 229,2 10,8% 872 814 7,2% 4,5 3,7 20,8% 12.027 11.175 7,6% 258,3 232,9 10,9% 9,0 7,0 28,9% 6,7 6,5 3,3% 12.027 11.175 7,6% 274,1 246,4 11,2% (R$ Milhão) ALL Brasil 2011 2010 var.% ALL Argent 2011 2010 ALL Oper 2011 2010 ALL Brado 2011 2010 ALL Ritmo 2011 2010 Total 2011 2010 Volume (TKU mm) EBITDA 42.969 39.716 8,2% 1.425,7 1.300,8 9,6% 3.511 3.424 2,6% 24,1 21,0 14,8% 46.480 43.140 7,7% 1.449,8 1.321,8 9,7% 29,9 20,8 44,0% 14,4 14,9 -3,1% 46.480 43.140 7,7% 1.494,1 1.357,5 10,1% Fonte: ALL

Quando comparado ao EBITDA pro forma, o EBITDA consolidado aumentou 11,2% no 4T11, de R$246,4 milhões no 4T10 para R$274,1 milhões. O aumento reflete o (i) crescimento de 7,6% no volume ferroviário consolidado, de 11.175 milhões de TKU no 4T10 para 12.027 milhões de TKU no 4T11 e (ii) o aumento de 28,9% no EBITDA da Brado. Em 2011, o EBTIDA consolidado da ALL aumentou de R$1.357,5 milhões para R$1.494,1 milhões, ou 10,1%. OPAÇÕES FERROVIÁRIAS

O volume da ALL Brasil aumentou 7,7% no 4T11, de 10.362 milhões de TKU no 4T10 para 11.155 milhões de TKU, principalmente em razão (i) da melhora na produtividade do material rodante, que aumenta a capacidade total de transporte da malha ferroviária, (ii) de ganhos de participação de mercado no segmento de açúcar, (iii) do mercado de exportação favorável para soja e farelo de soja, e (iv) de um aumento marginal de volume no segmento industrial, refletindo a fraca atividade econômica no setor.

A exportação de commodities agrícolas cresceu apenas 1% no 4T11 nos portos operados, quando comparada ao 4T10, impulsionada pelo aumento de 17,5%

na exportação de grãos, parcialmente compensada pela redução de 18,1% na exportação de açúcar. Em 2011, o volume no Brasil aumentou 8,2%, para 42.969 milhões de TKU, abaixo do guidance (Performanse) de 10% para crescimento de volume no longo prazo.

O ano foi marcado por melhorias significativas na produtividade doso material rodante, uma vez que foi adicionada frota marginalmente. Conseguiu-se aumentar o volume acima do guidance de longo prazo em commodities agrícolas, no entanto, o volume no segmento industrial cresceu apenas marginalmente, pois não houve ganho relevante na participação de mercado em um mercado estável, quando comparado a 2010.

Na unidade industrial, o volume cresceu impulsionado por novos projetos ou por expansões de projetos existentes. Assim, a taxa de crescimento depende da maturação dos projetos em pipeline, (técnica semelhante a uma linha de produção de fábrica, cada instrução de um microprocessador passa por diversas fases até sua execução). A dinâmica é diferente daquela no segmento agrícola, onde a taxa de crescimento de volume tende a ser mais estável, refletindo as adições de capacidade.

O projeto assinado com o Eldorado em 2011 para o transporte de papel e celulose, por exemplo, irá representar sozinho um crescimento de 7% no segmento industrial, porém só estará operacional ao final de 2012. O EBITDA aumentou 10,8% no Brasil, de R$229,2 milhões no 4T10 para R$253,8 milhões no 4T11, impulsionado por maiores volumes e o aumento do yield (rendimento) médio abaixo da inflação, com a estabilidade do preço do diesel. Em 2011, o EBITDA cresceu 9,6%, de R$1.300,8 milhões em 2010 para R$1.425,7 milhões.

Na Argentina, os volumes cresceram 7,2% no 4T11 quando comparado ao mesmo período de 2010, de 814 milhões de TKU para 872 milhões de TKU, e o EBITDA cresceu 20,8%, de R$3,7 milhões no 4T10 para R$4,5 milhões no 4T11. Em 2011, o EBITDA cresceu 14,8%, de R$21,0 milhões em 2010 para R$24,1 milhões, e os volumes aumentaram 2,6%, de 3.424 milhões de TKU para 3.511 milhões de TKU.

Em 2011, o Investimento em bens de capital (CAPEX) orgânico de crescimento da ALL foi de R$656,3 milhões, comparado a R$653.5 milhões em 2010, mantendo a tendência de queda como porcentagem da receita. Adicionalmente, o CAPEX do projeto Rondonópolis em 2011 foi de R$216 milhões,

alcançando R$546 milhões no acumulado e deixando um investimento restante de R$154 milhões para 2012.

Espera-se que 2012 seja outro ano de crescimento de volume através de ganhos de produtividade, pois será feita uma adição marginal de material rodante. Deve-se concluir a construção da nova ferrovia até Rondonópolis no final do ano, criando condições para que a ALL atinja um fluxo de caixa positivo em 2013.

Em termos de mercado, pode-se enfrentar um cenário um pouco mais difícil na unidade de commodities agrícolas quando comparado a 2011, uma vez que a safra foi afetada pela seca no Brasil e a produção de grãos deve cair 5% em nossa região. No segmento industrial, a produção deve se recuperar após um fraco desempenho em 2011.

Em preparação para 2012, o plano de investimentos esta avançando conforme esperado. Os investimentos em via permanente, infraestrutura de terminais e tecnologia, deixam a Companhia preparada para o início do período de safra. Os projetos de produtividade estão implementados com o objetivo de alcançar uma importante melhoria na produtividade dos ativos em 2012, uma vez que não se pretende aumentar substancialmente a frota nos próximos anos.

O EBITDA da Brado aumentou 28,9% no 4T11, alcançando R$9,0 milhões comparado a um EBITDA pro forma de R$7,0 milhões no 4T10. O crescimento de EBITDA foi impulsionado pelo maior volume intermodal e por melhores yields e margens. Em 2011, o EBITDA acumulado da Brado (desde o 2T11) cresceu 44,0%, de R$20,8 milhões para R$29,9 milhões.

Adicionalmente, o plano de investimento da Brado está de acordo com o cronograma, tendo a companhia recebido toda a frota adicional de 145 vagões

spinning e 2 locomotivas.

No 4T11, o EBITDA da Ritmo aumentou marginalmente 3,3%, para R$6,7 milhões, quando comparado ao EBITDA pro forma de R$6,5 milhões no 4T10. O crescimento de EBITDA reflete um aumento de volume na unidade de serviços dedicados. Em 2011, o EBITDA acumulado da Ritmo (desde o 3T11) caiu 3,1%, de R$14,9 milhões para R$14,4 milhões.

A Ritmo está totalmente preparada para crescer no segmento intermodal, já negociando contratos para capturar um volume relevante na safra de 2012.

3.6 INVESTIMENTOS DA ALL PARA OS PRÓXIMOS ANOS NO RIO GRANDE DO