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Les fonctions SQL

Dans le document BASES DE DONNÉES ET MODÈLES DE CALCUL (Page 77-82)

Le langage SQL DML

5.2 CONSULTATION ET EXTRACTION DE DONNÉES DANS UNE TABLE

5.2.8 Les fonctions SQL

Relativamente à amplitude de memória sequências-substantivos, registamos uma melhoria nos alunos 1 (SVO), 2 (SV/SV) e 5 (SVO). Os restantes alunos mantiveram os resultados.

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

Numa ótica geral podemos observar que, tendo em consideração os insucessos de três ou mais alunos, o grupo no qual estes manifestaram maior grau de dificuldade foi no grupo I – processamento fonológico, mais especificamente, no tipo de tarefas de repe- tição relacionadas com as pseudopalavras e classe gramatical, assim como na ampli- tude de memória de dígitos. Os restantes grupos, nomeadamente o grupo II – compre- ensão de palavras e imagens e o grupo III – compreensão de frases, os alunos destacam- se pelo sucesso.

De uma forma mais específica, no Grupo I, no que concerne a discriminação de pares mínimos em pseudopalavras, os alunos encontraram mais obstáculos, a nível de vo- zeamento. Relativamente à discriminação de pares mínimos em palavras, verifica- mos que estes obtiveram dificuldade em discriminar palavras a nível final, assim como no vozeamento. Por fim, denotamos uma melhoria geral na prova de discrimi- nação de pares mínimos com imagens.

Apesar da existência de algumas dificuldades em certos parâmetros mencionados an- teriormente, podemos proferir que na generalidade a maioria conseguiu evoluir nos indicadores exigidos para cada prova. No que diz respeito à tipologia de decisão lexi- cal, confirmamos que em ambas as provas os alunos assumiram problemas nas pseu- dopalavras. Neste sentido, estes tiveram tendência para confundir as pseudopalavras com palavras. Logo, apresentaram dificuldades na avaliação de combinações de mor- femas conhecidos.

Relativamente à repetição e extensão silábica deste grupo I, apuramos dificuldades no melhoramento das 3 sílabas, ou seja, os alunos continuaram a ter dificuldade na re- petição de palavras fonologicamente extensas. Contrariamente, na repetição de pseu- dopalavras estes exibiram menor desempenho nas tarefas relacionadas com uma e duas sílabas.

Gráfico 19 - Prova amplitude de memória sequências subs- tantivo_pré-teste

Gráfico 20 - Prova amplitude de memória sequências subs- tantivo_pós-teste

Na prova sobre repetição e classe gramatical (onde os resultados não foram satisfató- rios), denotamos dificuldades essencialmente a nível de palavras funcionais e adjeti- vos, seguindo-se, com o mesmo grau de dificuldade os substantivos e verbos. No que concerne à repetição e morfologia- averiguamos que a maioria dos alunos demonstrou dificuldades na repetição de palavras derivadas, controlo de regulares e nas irregulares. Na Repetição de Frases estes apresentaram melhorias em todos os parâmetros e ape- nas denotamos erros pontuais nos diferentes tipos de frases.

Na amplitude de memória de dígitos mencionamos o insucesso de quatro alunos. Con- tudo, queremos realçar que o facto de estes alunos terem alcançado a amplitude 4 é um aspeto positivo tendo em conta a faixa etária, apenas estão destacados a vermelho porque mantiveram os mesmos resultados. Por outro lado, dois alunos evoluíram nesta prova, o que pode indicar uma evolução na memória a curto prazo. No Julga- mento de Rimas verificamos que os alunos encontraram mais obstáculos em determi- nar rimas de controlo de ortografia igual e diferente.

No Grupo II, na prova emparelhamento palavra falada-imagem verificamos uma evo- lução em todos os parâmetros, à exceção do aluno 3 que apresentou dificuldades no parâmetro semânticos próximos visuais.

Na prova nomeação de imagens e frequência constatamos dificuldade em metade dos alunos para evoluir no indicador de palavras de baixa frequência. Verifica-se, no en- tanto, uma evolução na designação de palavras com alta frequência.

Relativamente ao Grupo III, na prova denominada como emparelhamento frase-ima- gem, a maioria dos alunos progrediu nos diferentes tipos de frase. Apenas se verifica o oposto no verbo de relação recíproca.

Na Compreensão oral de relações locativas, verificamos maior dificuldade no parâme- tro invertido, exibida apenas por dois alunos.

Por fim, na Amplitude de Memória e Sequência-Substantivos realçamos a evolução de quatro alunos, no que diz respeito às estruturas SVO e SV/SV.

CONCLUSÃO

De encontro com o objetivo geral anteriormente proposto, em que medida um programa de estimulação da consciência fonológica contribui para o desenvolvimento da linguagem em crianças pré- leitoras, podemos concluir que um programa de estimulação de consciência fonológica promove o desenvolvimento da linguagem quer a nível do processamento fonológico, quer a nível da compreensão palavras-imagens e da compreensão de frases. De uma forma discriminativa, no que concerne ao processamento fonológico, os alunos de- monstram maior destreza para discriminar pares mínimos em pseudopalavras, pala- vras e imagens.

Para além disto, adquiriram mais capacidade na decisão lexical e evoluíram na repe- tição em termos da morfologia, frases e julgamento de rimas. Por outro lado, fica a ressalva, relativamente à repetição de pseudopalavras e de classe gramatical. No que concerne à compreensão de palavras e imagens e de frases, podemos perceber uma evolução notável na tipologia de tarefas de emparelhamento, nomeação, compreen- são e de amplitude sequências-substantivo.

As salvaguardas mencionadas indicam que teria sido pertinente o registo de erros de produção na repetição das palavras na medida em que podiam fornecer mais informa- ções para o programa de intervenção, como a realização de atividades fonoarticulató- rias. Contudo, tal não foi possível devido à limitação de tempo não só da realização do estudo, como também em relação ao prazo de implementação do programa de inter- venção. Por isso, consideramos que um estudo mais alargado poderia fornecer mais informações e assumir outros resultados neste âmbito.

Neste sentido consideramos que seja pertinente em futuros estudos a implementação de um programa que articule a consciência fonológica e a dimensão fonético-articula- tória. Pois “para produzir um padrão fonológico de forma correta, o sujeito terá de representar a palavra em certos códigos num momento adequado e executar a resposta motora correspondente. Assim, a produção fonológica não só supõe articular fone- mas, mas implica também discriminá-los e compreendê-los auditivamente” (Bosch, 1984, citado por Lima, 2011 p. 241).

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(IN) COMPETÊNCIAS DE

LINGUAGEM ORAL E PERCEÇÃO

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