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Modèle de preuve pour montrer la sécurité d’un système de chiffrement partagé séman-

Partie III Applications 157

Chapitre 10 Chiffrement du même message sous plusieurs clés 203

2.4 Modèle de preuve pour montrer la sécurité d’un système de chiffrement partagé séman-

A construção da identidade profissional do professor, conforme Ponte e Oliveira (2002), é um processo que se processa em dois campos: o conhecimento e competência profissional e a afirmação da identidade profissional. Apesar de Crecci (2016) se referir ao

desenvolvimento profissional, sua colocação me pareceu pertinente ao pensar a construção da identidade profissional, uma vez que

[...] ao viver em diferentes coletivos, ao longo do tempo, acredito que, em diferentes espaços e momentos, professores e formadores são marcados por experiências que modificam seus modos de ser/estar no contexto profissional e elaboram seus próprios conhecimento. (CRECCI, 2016, p. 246).

No decorrer da pesquisa, compreendi que a identidade profissional se inicia muito antes da formação inicial, pois se baseia na vivência escolar e familiar do indivíduo, nas crenças e concepções do sujeito e do conhecimento especializado necessário ao professor de Matemática. A fim de compreender o desenvolvimento da identidade profissional de Carlos, Maria, Catiane e Cristiane, me pareceu importante definir os eixos de análise que norteariam a construção da narrativa de análise; Por acreditar que “o conhecimento profissional de um professor de Matemática é o conhecimento específico da profissão usado nas diversas situações de prática profissional” (PONTE; OLIVEIRA, 2002, p. 11), defini 4 eixos de análise, conforme definido na Figura 21:

Figura 21- Eixos de análise

O primeiro eixo de análise - desejos e circunstâncias que levaram a optar e se identificar pela profissão docente e a valorizá-la - permitiu compreender o desejo de ser professor de Matemática, a formar como percebe essa profissão e as influências para a sua escolha.

O segundo eixo - a identidade do estudante a professor de matemática formado a EaD e sua postura reflexiva e investigativa sobre a docência e o estágio curricular – foi discutido o perfil do aluno EaD e a atitude de pesquisa no estágio curricular, além da reflexão antes da experiência antes da docência e na construção do plano de aula, as atitudes que interferem no processo de ensino aprendizagem e a capacidade do licenciando/estagiário de lidar com imprevisto.

O terceiro eixo - crenças sobre si mesmo como professor de matemática e sobre o ensino-aprendizagem da matemática - envolve a crença sobre si mesmo como professor de matemática, as crenças relacionadas ao processo de ensino aprendizagem da matemática, as crenças do papel do aluno e do professor. Além da visão a respeito do que é uma boa aula e a autorreflexão sobre as suas aulas.

O quarto eixo - necessidades e evidências de construção de um conhecimento especializado do professor de matemática – permitiu compreender como os licenciandos estagiários estão construindo o seu conhecimento especializado, além de revelar que conhecimentos já possui e como os emprega durante o estágio.

Como cada licenciando/estagiários tem uma trajetória pessoal, profissional e acadêmica que resultaram na análise narrativa deste sujeito, fica mais difícil estabelecer pontos em comum entre as trajetórias de aprendizagem e constituição profissional. Para isso foi realizada uma análise transversal, pelas análises narrativas, que se encontra no encontro cinco, no qual foram observados os pontos de convergência e divergência evidenciados sobre a constituição da identidade profissional e o conhecimento especializado. Através dessa análise ficou mais claro quais as tensões e contribuições no estágio curricular na constituição da identidade profissional do licenciando de matemática formado na modalidade EaD. Assim no encontro seis apontamos as tensões e contribuições com o objetivo de responder como está acontecendo a formação inicial a distância desses futuros professores de Matemática.

CAPÍTULO 4

4º ENCONTRO – USUÁRIOS ONLINE: UM ENCONTRO COM OS ALUNOS DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA A DISTÂNCIA DA UEPG

Esse encontro com os licenciandos/estagiários tem o objetivo de compreender como eles estão se tornando educadores e, para isso, utilizamos de narrativas de suas experiências no curso a distância e principalmente na disciplina de estágio curricular supervisionado.

As narrativas foram compostas com três vozes, a do futuro professor, a minha  enquanto pesquisadora, e a do referencial teórico que norteou os rumos desta pesquisa. Assim, os encontros aqui expostos não tratam somente de narrar a experiência de cada futuro professor, pois “a pesquisa narrativa é um processo dinâmico de viver e contar histórias, e reviver e recontar histórias, não somente aquelas que os participantes contam, mas aquelas também dos pesquisadores”. (CLANDININ; CONNELY, 2011, p. 18).

Uma vez que a experiência da educação a distância foi vivida junto com os licenciandos/estagiários, em alguns momentos eu me colocava na narrativa. E em outros, senti necessidade de fazer uma discussão com o referencial teórico para compreender melhor o que foi narrado99 F

101. me permitindo compreender a experiência individual de cada sujeito, por este

motivo a adoção do estudo de casos múltiplos auxiliou na construção das narrativas e posterior análise das mesmas. Estas narrativas foram construídas com base do dossiê criado para cada sujeito a partir do questionário, da entrevista, das atividades postadas na disciplina de estágio, das interações no AVA, de narrativas escritas pelos sujeitos, dos planos de aula e oficina, diários de estágio e relatórios.

As narrativas são compostas de episódios das experiências vividas pelos licenciandos/estagiários. O primeiro episódio relata suas histórias de vida, sua relação com a matemática antes do curso, a escolha do curso e da educação a distância, as concepções e crenças do futuro professor em relação à matemática, ao papel do professor e do aluno. O segundo episódio traz as experiências vividas na disciplina de estágio curricular supervisionado, desde o planejamento até a execução da aula planejada.

101 Nesta pesquisa, temos dois momentos em que se apresentam o referencial teórico adotado: um é o 2 ͦ encontro e outro é nas narrativas dos reuniões com cada participante da pesquisa. Optei por esses dois momentos em virtude de que somente o capítulo do referencial teórico isolado não me ajudaria a compreender a trajetória dos sujeitos. Portanto, há uma discussão teórica acontecendo junto aos fatos narrados.

Desse modo, apresento as narrativas de Carlos, Maria, Catiane e Cristiane. A ordem das narrativas está relacionada à ordem das entrevistas realizadas. O início desse encontro foi retratado através da nuvem de palavras aqui colocada, a fim de que você, leitor, tenha um breve panorama do que será discutido.

Figura 22 − Nuvem de palavras do 4º encontro

4.1 UM ENCONTRO NO SKYPE: DE ALUNO A PROFESSOR A EXPERIÊNCIA DE