Data: 18/09/2017
Atividade desenvolvida: Identificação dos elementos da narrativa
Cada aluno recebeu um material (Vide Anexo D, Material B), no qual há três textos da terceira versão de memórias de alunas participantes da pesquisa piloto, da turma de 2016. A fim de que eles não identificassem quem eram as alunas que haviam escrito aqueles textos, adaptei apenas os nomes dos personagens, criando pseudônimos. Orientei que fizessem a primeira leitura de forma individual e silenciosa. Em seguida, fiz a segunda leitura com eles, em voz alta. Ao final da leitura, iniciamos uma discussão sobre o texto. Perguntei o que eles haviam achado do texto e se haviam gostado. Houve manifestação da turma, muitos falando ao mesmo tempo, e a resposta da maioria foi de que sim, haviam gostado, achado interessante. Perguntei o que havia chamado a atenção deles na história. E, a partir desses questionamentos, fomos discutindo sobre a organização do texto e os temas que eles perceberam que foram abordados nas versões, como o amor na adolescência, as dificuldades financeiras vivenciadas, a forma como as pessoas nos veem e como nós nos vemos, de que modo isso é importante
para o convívio em sociedade, por que as pessoas julgam as outras, por que colocam apelidos, como a pessoa que é vítima disso se sente, entre outros. Foi uma discussão bastante produtiva, com a participação dos alunos de forma bastante empenhada.
Observamos como cada nova versão ia ficando mais detalhada e como as alunas, por meio da voz da narradora, se viam, que identidade mostravam de si.
Data: 19/09/2017
Atividade desenvolvida: Comentários sobre os elementos do texto
No encontro desse dia, passamos mais ou menos uma hora juntos. Havia mais alunos do que no dia anterior. Suponho que tenha sido pelo fato de uns avisarem aos outros que, mesmo estando em período de greve, eu continuaria dando aulas.
Planejamos, com base nas versões da pesquisa piloto lidas na aula anterior, levar os alunos a identificarem que, para se contar uma história, é necessário que se construa cada um dos elementos básicos e também levá-los a perceber como a reescrita pode ajudá-los a aperfeiçoar a escrita e melhorar a história deles. Para isso, solicitei que eles lessem a terceira versão da aluna
Um acontecimento interessante que se deu nessa aula foi o fato de dois alunos, após a leitura, ficarem rindo entre si. Quando observei isso, perguntei o que havia acontecido e se eles gostariam de compartilhar com a turma alguma opinião sobre o texto. Eles disseram que estavam rindo dos “erros”, como disseram, da aluna no texto. Citaram como exemplo a palavra “carioquer” (Karaoquê), escrita no texto lido. Essa colocação deles fez com que o restante da turma risse também.
Eu perguntei a eles se sabiam o que era norma culta e coloquial da língua portuguesa. Eles me disseram que sim, que já haviam estudado isso com o professor de língua portuguesa. Falamos um pouco sobre variação linguística e eu observei que, de fato, eles sabiam do que se tratava. Aproveitei, então, para explicar a eles que o fato de uma pessoa não ter total domínio das regras de escrita e do uso da norma culta, não impedia que ela pudesse registrar de forma escrita sua história de vida. Citei o exemplo da autora Carolina Maria de Jesus, explicando que ela era uma mulher negra, favelada, que só havia estudado até a 2ª série do Primário, equivalente ao 3º ano do atual Ensino Fundamental, e que, mesmo com a formação educação ínfima que teve, ela escreveu livros, entre os quais está Quarto de despejo – Diário de uma
favelada, no qual ela mostrava a realidade da vida na favela e que, ao longo do livro, escrito
em forma de diários, organizado por datas, ela narrava inspirada em sua história de vida, ao longo da qual ela abordava vários temas como racismo, violência, desemprego entre outros. E
finalizei dizendo que o fato de ela ter estudado poucos anos não a limitou, não a impediu de escrever e publicar seu livro. Reforcei que assim seria com eles, que mesmo sem ter total domínio da norma culta e das regras de escrita, isso não os impediria de contar suas histórias de vida. Disse, ainda, que leríamos alguns fragmentos da obra de Carolina na próxima aula. Percebi que depois disso, aqueles alunos que estavam brincando com o fato de a aluna ter escrito a palavra com grafia diferente da regra, ficaram pensativos. Os demais alunos se mostraram muito interessados nos textos de Carolina.
Depois disso, retornamos à segunda parte do que fora planejado para essa aula – identificar os elementos que compõem a narrativa. Para estimulá-los a isso, coloquei no quadro branco algumas perguntas e solicitei que, com base nelas, eles observassem e anotassem, no próprio texto, as respostas que encontrassem, para que, em seguida, pudéssemos comentá-las. As perguntas eram: O que aconteceu? Com quem aconteceu? Onde
aconteceu? Quando aconteceu? Quem está contando os fatos?
Após, mais ou menos, 25 minutos, os alunos começaram a indicar que haviam concluído a atividade proposta. Assim, passamos aos comentários das questões. Observamos que eles haviam tido certa dificuldade de identificar o que havia sido pedido. Assim, fomos auxiliando, perguntando e voltando à leitura do texto para que eles mesmos pudessem perceber o que estávamos procurando. Observei que eles se envolveram bastante na aula, fazendo colocações conforme eu ia fazendo as perguntas.
Data: 21 e 22/09/2017
Atividade desenvolvida: Leitura de fragmentos do livro “Quarto de despejo – Diário de uma favelada” (Vide Anexo C)
Ao entrar na sala para a aula no primeiro dia de leitura dos textos de Carolina Maria de Jesus, dia 21, fui surpreendida por um grupo de alunos perguntando: “Professora, a gente vai ler o texto daquela moça da favela, né?”. Eu disse que sim e notei que eles gostaram de saber. Dirigiram-se logo aos seus lugares, parecendo, de certa forma, ansiosos pela leitura. Entreguei a eles um material impresso contendo os fragmentos do livro a serem lidos naquela aula.
Iniciei chamando a atenção deles para observarem que a frente do material era uma cópia de uma das primeiras capas do livro de onde os fragmentos que leríamos naquele dia foram tirados. Disse a eles que ia lembrar, de forma bem breve, quem era Carolina Maria de Jesus, a autora do livro. Relembrei quem ela era, já que havíamos falado dela na aula anterior. Levei o livro e fiz com que passasse de mão em mão, para que eles pudessem ver e se
interessar em lê-lo. Disse a eles que nós leríamos e que, no final, eles me diriam sua opinião sobre a leitura. Disse que eu gostaria que eles pensassem em por que ela escreveu; o que ela registrou nesses excertos; O que perceberam sobre essa mulher que, até então, não conheciam, mas de quem leram algo escrito. Percebi que eles estavam muito atentos ao que eu dizia. Atribuí essa atitude ao fato de eles terem se identificado com o que eu havia falado sobre a autora. Pensei que o ambiente em que ela vivia, os temas que citei que ela tratava e as experiências que tinha, de alguma forma, haviam despertado neles um interesse. Fiz a leitura em voz alta e, em seguida, perguntei se eles haviam gostado, o que eles haviam achado do texto. A maioria havia gostado e a maioria das justificativas revelavam que era pelo fato de terem se identificado com a vida simples da personagem.
Discutimos sobre temas como: fome, desigualdade, falta de oportunidades, desemprego, a função de catador de lixo, os riscos que um morador de rua corre, a enorme quantidade de pessoas que passam fome no país entre outros que também perpassavam pelos textos, sempre ouvindo a opinião deles e levando-os a relacionarem as ponderações que faziam com a sua realidade e com a sociedade de um modo geral.
Citei alguns momentos do texto em que ela narrava que encontrava restos de alimentos no lixo e os descrevia, contava que preparava sopa ou guardava para outro dia. Perguntei se ela dizia claramente que estava com fome. Eles disseram que não. Expliquei que ela não dizia claramente que passava com fome, mas sim mostrava. Com isso, expliquei a eles que, em muitos momentos, quando vamos contar uma história, não precisamos dizer diretamente certas coisas. Para tornar a narrativa mais interessante e prender a atenção do leitor, podemos mostrar e levá-los a interpretar o que está acontecendo, sem precisar, necessariamente, dizer. Sugeri que usassem essa estratégia nos textos deles, pois dessa forma poderiam levar o leitor a imaginar o que estava sendo contado. Com isso, busquei introduzir o que mais adiante exploraria com eles sobre formas simples de melhorar a narrativa.
Chamei a atenção deles para o fato de a autora ter registrado suas memórias no livro, na década de 50, mais precisamente, no ano de 1958. Disse a eles que estávamos em 2017 e perguntei se havia mudado muita coisa em relação aos problemas de que ela tratava, como a fome, por exemplo. Eles disseram que não. Eu perguntei por que não mudava e o que faltava. Um aluno disse que faltava tudo. Perguntei o que era esse “tudo”. Ele disse que faltava atitude da parte das autoridades. Eu perguntei de quem, especificamente, era a atitude que faltava.
Lembrei a eles que lá no passado, ano de 58, ela falava do Serviço Social, dos políticos, do governo. Perguntei por que ela falava deles. Uma aluna disse que ela os apontava eles como culpados dos problemas da sociedade atualmente. Perguntei a eles quem eram os
culpados dos problemas da sociedade hoje. Uma aluna disse que eram os mesmos e que hoje estava pior, porque a população era maior e as autoridades não faziam o que deveriam para mudar. Nesse momento, alguns citaram problemas que viviam nos seus bairros, como filas para conseguir consulta nos postos de saúde, falta de segurança, problemas de saneamento básico, etc. Mostrei a eles que muitos desses problemas já aconteciam na época em que Carolina de Jesus escreveu suas memórias. Reforcei a ideia de que essa era uma das causas de ser importante registrar memórias, porque depois podemos compará-las, por exemplo, com outro momento, o momento atual. Disse que, com o passar do tempo, podemos repensar sobre elas. Exemplifiquei dizendo que eu achava que eles hoje viam e pensavam de uma forma diferente em relação às memórias que eles trouxeram para seus textos, diferente do momento em que os fatos aconteceram.
De um modo geral, os levei a perceber a perspectiva do “eu”, da identidade construída ao longo do texto, da pessoa que fala de si, a mulher, negra, pobre, favelada, seus sentimentos e pensamentos ao longo do texto, que mistura linguagem simples e rebuscada para retratar a realidade cruel e triste na favela, concretizando o que os críticos chamam de literatura-realidade.
Citei que havia alguns dos textos dos alunos em que eles começavam dizendo que não tinham coisas interessantes para contar. Expliquei que poderiam ser coisas que não fossem tão agradáveis, mas que faziam parte da vida deles, das suas experiências e que, por isso, mereciam ser registradas, como o fez Carolina.
Data: 25/09/2017
Atividade desenvolvida: Não houve aula, porque choveu muito e os alunos não conseguiram chegar à escola.
Data: 26/09/2017
Atividade desenvolvida: Agendamento da gravação dos áudios
Não era meu dia de aula. Estive na escola somente para fazer o agendamento da gravação dos áudios. Marcamos uma pessoa por dia.
Data: 27/09/2017
Atividade desenvolvida: Leitura e discussão dos textos “A escola antiga” e “Aniversário”, de Rachel de Queiroz
Para essa aula, preparei e entreguei aos alunos um material (Vide Anexo C), contendo dois textos de Rachel de Queiroz. Os textos são intitulados “A escola antiga” e “Aniversário”. Expliquei a eles que aqueles textos haviam sido retirados de um livro chamado
Memórias de menina. Mostrei a eles o livro que havia levado. Deixei que manuseassem.
Perguntei se eles conheciam a autora. Alguns disseram que sim, que já tinham ouvido falar e outros que não. Então, li com eles um pequeno texto de apresentação, que havia colocado no início do material, e que retirei da contracapa do livro.
Em seguida, lemos o primeiro texto: “A escola antiga”. Após a leitura, discutimos sobre como era a escola da qual a narradora falava na história. Eles observaram que era uma escola mais rígida e descreveram o que os levou, no texto, a pensar daquela forma. Perguntei se eles conheciam alguém que tivesse estudado numa escola daquele jeito, naquela época. Vários relataram experiências que seus pais ou avós contavam em família. Perguntei se eles achavam que daquela forma a educação era melhor. Houve debate, pois alguns achavam que sim e outros que não. Falamos, então, sobre as formas de castigo usadas naquela época, se funcionavam ou não; como era o aprendizado; o respeito aos pais e professores; entre outras coisas.
Depois, buscando fazê-los relacionarem o que lemos com o mundo ao seu redor, fui fazendo perguntas para instigá-los e assim se instaurou uma discussão sobre o que achavam da escola de hoje em comparação com a escola do passado, descrita no texto. Nessa discussão, passamos por várias questões pertinentes e que os levaram a se identificar, como a importância que é dada à escola por eles, pelas autoridades; as condições precárias da escola; como gostariam que a escola fosse; a postura dos alunos e dos professores na sala de aula, entre outras questões relevantes.
Como os textos eram curtos, conseguimos ler também o segundo, “Aniversário”. Após a leitura, perguntei a eles se haviam gostado do texto. A maioria disse que sim. Alguns disseram que aquele texto os fez recordar de quando eram crianças, de como era importante o dia do aniversário, que parecia demorar a chegar de um ano a outro. A partir desse momento, muitos relataram como eram seus aniversários. Ouvimos histórias tristes, em que não havia condições financeiras para comemorar e outras nem tanto, em que, mesmo de forma simples, se comemorava com “um bolinho para não passar em branco”, como alguns disseram, que é uma expressão dita por alguns e bastante utilizada, em Belém, para descrever uma festinha simples. Falamos também sobre os presentes e a importância que tem a comemoração quando se é criança em comparação com a fase em que estavam vivendo naquele momento.
Após a discussão sobre o que eles haviam percebido do texto e de que modo aquilo se relacionava com eles, analisamos, nos dois textos, a construção dos elementos da narrativa e observamos de que modo eles se articulavam para concretizar um texto de memória.
Data: a 29/09 a 06/10/2017
Atividade desenvolvida: Gravação dos áudios
Durante esse período, realizamos a gravação dos áudios, utilizando o mesmo modo de operação da pesquisa anterior. Iniciamos a preparação para essa fase da pesquisa lendo os textos dos alunos previamente, mapeando-os, de forma a enumerar os fatos narrados e verificar passagens que não estivessem suficientemente claras para o leitor ou que julgássemos que pudesse ser mais aprofundada e detalhada.
A concretização da gravação dos áudios, propriamente dita, foi feita conforme agendamento prévio, em que cada aluno escolheu o dia em que queria realizar tal atividade, sendo feito o atendimento de um aluno por vez, na biblioteca da escola, onde eu já o estava aguardando.
Todas as sessões foram iniciadas da mesma forma, esclarecendo a cada aluno ou aluna que o objetivo daquela atividade era registrar, oralmente, as histórias que eles haviam escrito na primeira versão de suas memórias; explicando a eles que a história contada no texto era bastante interessante e que, por essa razão, gostaria de saber mais sobre ela, bem como esclarecer algumas dúvidas ou lacunas que haviam ficado ao longo da leitura. Também expliquei que, após a gravação, eu ouviria aquele áudio e anotaria os fatos novos que eles tivessem narrado para esclarecer ou aprofundar o que já haviam narrado por escrito. E informei que, baseado na audição que faria, eu entregaria a eles, posteriormente, orientações escritas que visavam ajudar na produção da segunda versão do texto.
Após os esclarecimentos necessários, a gravação era iniciada. Usando um aparelho de celular, no qual havia instalado um aplicativo de gravação de áudios, e que eu deixava em cima da mesa, propositalmente, para que dele o aluno esquecesse e ficasse menos tenso, eu iniciava dizendo o nome do aluno ou aluna e, em seguida, começava afirmando que ele havia contado, em seu texto, uma determinada história e perguntava se ele ou ela poderia contar melhor aquilo. Normalmente, os alunos iniciavam um pouco nervosos e sem jeito, mas depois que começavam a contar aquela história que havia sido vivida por eles próprios, pareciam se sentir mais à vontade e se apropriar da palavra de forma incisiva, já que dominavam, mais do que ninguém, o fato a ser narrado. Além do que, procurei sempre construir uma relação de confiança que os permitisse se sentir à vontade para contar fatos que, talvez, em outro
contexto, no ambiente da escola mesmo, eles hesitassem em expor. Passado o nervosismo inicial, a narrativa oral fluía com clareza e eles traziam à tona fatos marcantes, que muitas vezes, tendia a uma conversa ou confissão. As narrativas se desenvolveram a tal ponto de, ao final, termos áudios com a duração média de 50 minutos.
Data: 11/09/2017
Atividade desenvolvida: Organização das partes do enredo e da curva de tensão e leitura e discussão do texto “A velha”, de Rubens Braga
Nessa aula, expliquei a eles que o enredo pode ser melhor organizado, se seguir a organização que leva em consideração os momentos da história. Disse que havia textos que não seguiam fielmente aquela ordem, mas que essa técnica poderia facilitar a produção de uma narrativa. Relembrei a eles quais eram essas partes e entreguei um novo material (Vide Anexo D, Material C), no qual consta uma curva de tensão, baseada nos momentos da narrativa, ilustrando que há um ou mais momentos em uma narrativa que são considerados culminantes, que despertam maior interesse do leitor em acompanhar os fatos para descobrir seu desfecho, que estudamos como o clímax. Para ilustrar de forma precisa o que estudamos, lemos o texto “A velha”, de Rubem Braga, sobre o qual discutimos e em seguida procuramos encontrar nele os momentos que compõem a curva de tensão.
A leitura e a discussão do texto de Rubem Braga foi bastante interessante. Falamos sobre o que leva as pessoas a terem determinados comportamentos diante de situações que elas vivenciam que, às vezes, parecem oportunidades, como o que aconteceu no texto. Falamos sobre civilidade, respeito, oportunismo, esperteza entre outros comportamentos.
Data: 16/10/2017
Atividade desenvolvida: Devolução de textos com correções, após áudio
Data: 17 a 27/10/2017
Atividade desenvolvida: Semana de realização das provas da 3ª Avaliação
Data: 26/10/2017
Atividade desenvolvida: Sugestões para melhorar a narrativa e leitura e discussão sobre o texto “Os doidos”, de Rachel de Queiroz e Maria Luiza de Queiroz
Nessa aula, entreguei a eles material (Vide Anexo D, Material D) com sugestões para melhorar a narrativa, tornando-a mais interessante, visto que era esse nosso objetivo. Para
produzir o material desta aula, utilizamos sugestões simples, mas que julgamos que poderiam ser eficientes para esse fim, baseadas em livro de Sabarich e Dintel (2014). Adaptamos as sugestões ilustrando cada sugestão com o fragmento de um dos textos lidos nas aulas até aquele dia.
Assim, fui explicando cada uma das sugestões e, em seguida, íamos lendo o exemplo e observando como, na prática, se dava aquela sugestão. Após isso, lemos e discutimos o texto “Os doidos”, de Rachel de Queiroz.
Data: 20/11/17
Atividade desenvolvida: Devolução da V2 e esclarecimentos sobre bilhetes orientadores
Nesse encontro, o único objetivo foi devolver a V2 corrigida, conforme as correções indicativa e resolutiva, feita no próprio texto do aluno, em que marcamos o que julgamos que estava linguisticamente com problemas, ora indicando o problema, ora já mostrando a solução para ele. Além disso, cada aluno recebeu sua redação de volta anexada a um bilhete orientador, que tinha como principal objetivo apresentar uma sugestão de organização dos