d’assemblage sur substrat
4.2 Conception de la topologie de surface des puces
Portanto, voltamos o nosso olhar para a etapa seguinte: entre a entrada do manuscrito no acervo do Instituto e o seu processamento técnico por Overmeer.
Já que não existem documentos que possam ajudar a construir a trajetória desse período, sua análise também foi uma tarefa difícil. Não sabemos quando o livro passou a estar disponível para consulta, quando se tornou destaque na coleção ou quando e como passou a integrar o setor de Obras Raras, citado por Bustamante, em seu artigo.
A Seção de Livros inclui um pequeno Departamento de Obras Raras que só podem ser consultadas na Biblioteca. Entre elas podemos citar: Pisonis. G. – De Medicina Bralisieni, 1648; Redi – Experimenta circa generationem insectorum, 1671; De Laport et Gory – Histoire Naturalle et iconographic des insectes coleopteres, 1837; um Formulário Medico (manuscrito) de 1703, encontrado na Igreja de São Franciso de Curitiba. (BUSTAMANTE, 1958, p.14)
Sabemos que na época inicial da biblioteca, as publicações mais consultadas eram os periódicos internacionais da área de saúde e que esse tipo de publicação possuía a primazia entre todas as atividades desenvolvidas pela biblioteca. Segundo Sousa (2006), Oswaldo Cruz se encarregava pessoalmente da análise de alguns periódicos e solicitava a distribuição dos artigos de seu interesse entre o seu corpo técnico, com o qual se reunia todas as quartas-feiras para discussão de seus conteúdos. Essa rotina ficou conhecida como “as mesas de quarta– feira”.
O Formulário Médico possui características opostas às das publicações periódicas da época, que buscavam o estado da arte da medicina internacional e traziam informações sobre as últimas pesquisas em curso. O manuscrito remete ao passado, a um tipo de medicina
muitas vezes baseada na crendice, com a utilização de produtos considerados inadequados, sendo, portanto, representativo de uma medicina rudimentar, sem fundamentos científicos, se comparada às grandes descobertas do início do Século XX, como, por exemplo, o uso corrente do microscópio. Daí concluímos que não foi nesse período que o manuscrito passou a ter visibilidade na Fiocruz.
Emilia Bustamente, substituta de Overmeer, de fato foi a primeira pessoa a falar do Formulário Médico, em uma publicação de 1958. Contudo, no artigo ela se refere ao manuscrito já com a classificação de especial, consolidado e inserido no setor de Obras Raras da biblioteca. Portanto, já era um livro com uma posição privilegiada e estava alocado em um local diferenciado em relação aos demais livros da coleção, recebendo cuidados especiais.
Como não existem documentos que comprovem, não foi possível analisar a sua inserção no setor de Obras Raras, mas certamente houve um processo de reconhecimento do seu valor.
Por indicação da servidora, museóloga e tecnologista em saúde pública, Márcia Fernandes Portela, entrevistamos a Sra. Anunciata Sawada42 a respeito da relação dos trabalhadores da biblioteca com o manuscrito na década de setenta. Através da entrevista, identificamos informações importantes com relação ao manuscrito e sua visibilidade na coleção. De acordo com ela, no início da década de setenta, Vinicius Fonseca, então Presidente do Instituto, determinou a criação de um museu e, para isso, contratou três museólogos, entre eles, Luiz Fernando Fernandes Ribeiro, que viria a se destacar pelo enorme conhecimento e interação com as obras raras da biblioteca da Fiocruz.
Neste período, o museu estava ligado à biblioteca, dirigida por Emilia Bustamante. Funcionava no primeiro andar do Castelo e, entre outros objetos, expunha livros da Biblioteca de Obras Raras. De acordo com nossa entrevistada, o funcionário Luiz Fernando, além de trabalhar diretamente com as obras raras e conhecê-las muito bem, era responsável pelo museu. Relatou, também, que os trabalhadores da biblioteca constantemente transitavam pelo
42 “Graduada em Educação Artística pela UFRJ em 1979 e em Museologia pela UFRJ em 1983, possui
especialização em Ciência das Artes pela Universidade Municipal de Artes de Kyoto, Japão (1990) e Mestrado em Ensino de Biociências e Saúde pelo Instituto Oswaldo Cruz, Fiocruz (2014). Atualmente, é Tecnologista em Saúde Pública no Laboratório de Inovações em Terapias, Ensino e Bioprodutos (LITEB), IOC-Fundação Oswaldo Cruz. Tem experiência na área de Museologia e Educação Artística, com ênfase em Ciência das Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: ciência e arte, criatividade, educação não formal, museologia, preservação de memória, preservação e conservação de acervos, ficção científica e gênero”. Texto retirado da Plataforma Lattes.
museu, o que fazia com que os livros saíssem da biblioteca para serem expostos, sem nenhum critério, previamente, determinado.
Ainda de acordo com Anunciata, o Formulário Médico foi um dos livros expostos no museu por iniciativa de Luiz Fernando, que era a pessoa que determinava quais livros deveriam ou não ser expostos. Ele o fazia de acordo com experiências baseadas em seu conhecimento, talvez por ser o profissional mais próximo e conhecedor dos livros raros e especiais.
Ela ainda sugeriu que procurássemos a reserva técnica do museu para identificar as imagens que registraram as exposições. Entramos em contato com o servidor Pedro Paulo Soares, chefe do serviço de Museologia e responsável pela reserva técnica, que informou existir uma quantidade expressiva de slides, incluindo registros do interior do museu, dos objetos e dos livros expostos nessa década. Disponibilizou o material para consulta, que não pode ser realizada, por não estar organizado nem processado tecnicamente ou separado por categorias. Além disso, não estão disponíveis equipamentos, tais como o conta fio, leitor de slides ou projetor. Desta forma não foi possível realizar a pesquisa em tempo hábil.
Assim sendo, não foi possível mapear a construção museográfica e o contexto referentes à utilização do Formulário Médico. Na entrevista, Anunciata informou que a exposição, da qual o Formulário fez parte, era dividida em temas e o manuscrito foi exposto na seção “Introdução da Medicina no Brasil”. Não sabemos quais páginas foram expostas ou se havia a passagem das folhas em diferentes períodos.
Voltamos a analisar o manuscrito, buscando identificar as páginas que foram expostas, a partir da fotodegradação - processo pelo qual a luz, natural ou artificial, causa uma degradação no papel. A radiação, emitida de forma constante nas folhas do papel, faz com que as tintas de escrita fiquem esmaecidas, ou seja, ficam mais claras em relação às não expostas, livres da ação da radiação.
Identificamos as seguintes páginas com um esmaecimento acentuado: página 14, iniciada pela receita de “Tinta de escrever”; página 29, com uma receita para “Febre”; página 28, com uma receita para “Gripe”; página 30, para “Fígado”; e página 31, com uma receita para “Frialdadez”. Na página 14, a propósito, a leitura se dá com muita dificuldade e, comparando-a com outras páginas, fica clara a ação da luz, pois a diferença de tonalidade de uma página para outra é significativa. Assim sendo, podemos supor que estas páginas citadas possam ter sido expostas, porque não haveria outra explicação para o esmaecimento dos
pigmentos de forma tão irregular. Além disso, os danos por radiação são comuns a livros e documentos expostos.
Já na década de 1980, o museu foi institucionalizado e desvinculado da biblioteca, passando a ser subordinado ao Centro de Apoio Tecnológico - CAT. Contudo, o manuscrito permaneceu no museu, em exposição permanente e, segundo a entrevistada - que lembra bem do Formulário Médico e do tempo que ficou exposto -, não houve nenhuma solicitação por parte da biblioteca para que o manuscrito voltasse a integrar o acervo.
Revelou, ainda, que ela e Luiz Fernando - trabalhadores agora alocados formalmente no museu e não mais na biblioteca -, por meio de uma reunião, decidiram que o Formulário Médico deveria voltar para a biblioteca. Com isso o livro foi retirado da exposição permanente e o devolvido à biblioteca de obras raras.
Segundo Anunciata, o acervo não era valorizado, principalmente por não haver divulgação e, também, como deixa claro em suas palavras, porque “ninguém dava a mínima para esse acervo”. A exposição de obras raras no museu era uma das poucas atividades promovidas para divulgar as obras consideradas especiais, e essa escolha sempre foi uma prerrogativa dos funcionários.
Quando perguntamos a respeito do Formulário Médico, informou que era pouco divulgado e conhecido e que em várias ocasiões eles próprios tratavam de apresentá-lo sempre que recebiam alguma visita.
Ao que parece os funcionários da biblioteca foram os primeiros a divulgar o manuscrito, iniciando, desta forma, o processo de dar a visibilidade e a importância que o livro viria a alcançar, mais tarde, na coleção.
Analisando estas informações, percebe-se que, até a década de 1970, o manuscrito não era muito conhecido e que, a partir deste período, sua divulgação começa a aumentar gradativamente, principalmente com a sua inserção no catálogo corrente da Biblioteca de Ciências Biomédicas. Percebemos que o movimento de divulgação do manuscrito se deu, inicialmente, pelos esforços dos funcionários da biblioteca e, aos poucos, foi ganhando visibilidade e se firmando enquanto uma importante fonte de informação histórica a respeito da medicina dos jesuítas.
Uma das primeiras citações externas do manuscrito, como já informado, foi o artigo: “Fundação Oswaldo Cruz tem Biblioteca com Obras Raras de Margrave, Post e Barleu”, há
um subtítulo chamado: “Receitas dos jesuítas”, no qual o autor fala sobre as características do livro, além de citar duas de suas receitas, uma para impotência e a famosa receita da “Triaga Brasílica”.
Parece-nos, também, que o manuscrito acompanhou o movimento de crescimento e reconhecimento da Biblioteca de Obras Raras. De acordo com Bortoletto e Sant’ Anna, em seu artigo: “A história e o acervo das obras raras da Biblioteca de Manguinhos”, o crescimento e a expansão da biblioteca se deram de forma gradual ao longo dos anos.
Com a morte de Overmeer, em 1946, a direção da biblioteca é assumida por Emilia Machado de Bustamente, até 1965, voltando à direção da biblioteca entre 1971 e 1976. Tendo contribuído significativamente para o seu crescimento, Emília Bustamante foi a responsável pela publicação de trabalhos importantes para a divulgação da biblioteca e, em sua gestão, foi criado o primeiro catálogo de periódicos da biblioteca, em 1959. Além disso, foi a primeira a falar sobre o manuscrito, com a publicação de um artigo.
Ainda conforme Bortoletto e Sant’ Anna, o crescimento da biblioteca sempre esteve ligado ao sucesso das atividades desenvolvidas pelo Instituto. Assim foi em 1907, com o recebimento da medalha de ouro na Exposição Internacional do “XIV Congresso de Higiene e Demografia de Berlim”43. A partir desse prêmio, a biblioteca aumentou consideravelmente o número de títulos, saltando de 3.000 títulos, em 1909, para 160.000, em 1957. O número de consultas acompanhou o movimento de crescimento da biblioteca: em 1944, foram 1.000 consultas mensais, saltando para 19.000, em 1957 e para 35.000, em 2000. Em 1965, a biblioteca atingiu o número de 279.000 volumes, saltando para 373.000 no ano 2000.
Os números expressivos se relacionam muito mais aos periódicos da área de saúde, pois, nos períodos informados, a questão das obras raras ainda era incipiente. Foi somente a partir da década de oitenta que a as coleções ditas especiais se tornaram uma questão recorrente.
Um marco nessa direção foi a criação do convênio entre a biblioteca e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), que possibilitou a realização de um grande projeto de identificação e tratamento das obras raras do acervo da Biblioteca de Manguinhos.
O projeto viabilizou a contratação de duas bibliotecárias, um auxiliar de biblioteca, uma 44restauradora e um consultor da área de conservação de acervos documentais. Foram tratados tecnicamente, até o término do projeto, em 1992, 1.226 títulos de obras consideradas raras ou especiais, em um universo de oito mil volumes de livros potencialmente raros. (RODRIGUES, 2007, p. 182)
Como resultado do projeto, em 1992, foi publicado o primeiro “Catálogo de Obras Raras e Especiais da Biblioteca de Manguinhos”. Em consulta ao catálogo, percebemos que o Formulário Médico não fez parte da publicação. Desta forma, consultamos a servidora Georgina Gentil Rodrigues, chefe da biblioteca entre 2002 e 2006, para nos esclarecer o porquê o manuscrito não fazer parte do primeiro catálogo. Segundo ela, entre os critérios de seleção estabelecidos pelos organizadores para a inclusão de obras no catálogo, estava o de incluir apenas obras impressas. Vale ressaltar que a decisão em não incluir o manuscrito no catálogo de 1992 foi consensual não esteve ligada a nenhum critério de raridade bibliográfica.
Segundo Bortoletto e Sant’ Anna, em 1995, com a transferência de parte do acervo para o novo edifício, a biblioteca do Castelo passa a ser destinada apenas para a guarda de obras raras e especiais, e dá-se início, então, a um processo para a elaboração de ações integradas de disseminação da informação científica.
Por um lado, a biblioteca preocupou-se em ter os olhos voltados para o futuro, adequando-se às novas políticas e tecnologias de informação e, por outro lado, não deixou de considerar seu passado... Os resultados envolvem a contínua ampliação do acervo, a disponibilização da informação de forma rápida e eficiente, através de publicações impressas, banco de dados, sites da internet, bibliotecas virtuais. (BORTOLETTO; SANT’ ANNA, 2002, p.192).
Em 1999 foi dado início ao Projeto Ciência, Natureza, Saúde: um olhar construído a partir das Obras Raras da Biblioteca de Manguinhos, para a divulgação e a disseminação da coleção, considerado por Bortoletto e Sant’ Anna como sendo um:
Conjunto documental, de reconhecido valor histórico e científico, que permaneceu por muito tempo desconhecido e inacessível na própria instituição, permitirá um efeito multiplicador sobre a qualidade e o volume das pesquisas produzidas no campo das ciências biomédicas, da saúde pública e da história das ciências no Brasil. (BORTOLETTO; SANT’ ANNA, 2002, p.189)
Já nos anos 2000, por iniciativa do Centro de Informação Científica e Tecnológica - ao qual a biblioteca é subordinada -, foram realizadas duas exposições em comemoração aos 100 anos da Fundação Oswaldo Cruz. As exposições foram chamadas, respectivamente, de “Terra e Gente do Brasil” e “A Ciência e a Saúde Pública”. Contaram com a utilização do acervo da Biblioteca de Obras Raras, que incluiu livros, revistas, gravuras, fotos e manuscritos. Nelas,
44 A restauradora contratada na ocasião do Projeto não realizou intervenções de restauro em livros. Aplicou atividades de conservação, tais como: higienização e acondicionamento. Na ocasião o Formulário Médico já estava em adiantado estado de degradação.
foram expostos apenas os materiais considerados raros e especiais, com destaque para o “Formulário Médico”, que se tornou extensamente conhecido e apreciado após sua apresentação na exposição “A Ciência e a Saúde Pública”. A partir da leitura da apresentação da exposição pudemos verificar que o Formulário Médico, agora tratado no âmbito de um projeto museográfico bem delineado, foi relacionado às descobertas científicas e ao avanço das ciências médicas:
A proposta dessa segunda exposição “A Ciência e a Saúde Pública” é apresentar alguns marcos importantes da história das ciências biomédicas e da saúde pública no mundo e no Brasil. Dentro desse campo vastíssimo que trata dos conhecimentos e das descobertas científicas no mundo moderno, selecionamos autores, conceitos e teorias que geraram debates e controvérsias fundamentais para o advento da ciência e que até hoje tem impacto na nossa vida cotidiana. (CATÁLOGO, 2000. p.1) Em 2004, a Biblioteca de Manguinhos, incluindo a seção de Obras Raras, passa a integrar a Rede de Bibliotecas da Fiocruz, o que ampliou o acesso aos acervos por meio de novas tecnologias e da participação da Rede na socialização da informação, conforme descrito no primeiro artigo do regulamento:
Art. 1º - A Rede de Bibliotecas da Fiocruz, vinculada ao Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde - ICICT, é um organismo cujo objetivo é reunir, articular e integrar as bibliotecas da Fiocruz, visando potencializar e agilizar o intercâmbio e o uso de informações e expandir o seu acesso e disponibilidade, para atender às necessidades e demandas de informação da comunidade científica e tecnológica em saúde, assim como a sociedade em geral. (REGIMENTO, 2004. p.1)
Todas essas iniciativas tiveram papel importante na consolidação da Biblioteca de Manguinhos como uma biblioteca de referência e percebemos que as iniciativas voltadas para o desenvolvimento e expansão das bibliotecas, especificamente da Rede de Bibliotecas da Fiocruz, foram fundamentais para a divulgação e disseminação da informação dos seus acervos para além das fronteiras da instituição e, mais do que isso, para a divulgação dos acervos para o público em geral.
Estamos convencidos de que as medidas mencionadas foram fundamentais para que pudéssemos ter acesso ao Formulário Médico, esquecido por muitos anos em uma arca e, posteriormente, no armazém da Biblioteca de Obras Raras. De fato, percebemos que o grande número de citações ao manuscrito, interna e externamente, ocorreram a partir do final da década de oitenta e, principalmente, após a publicação do catálogo de obras raras de 2005, no qual o Formulário Médico está descrito.
O Catálogo de Obras Raras foi, sem dúvida, um importante meio de divulgação para o Formulário Médico, apresentando o manuscrito a um grande público:
Mesmo na era da automação e da pesquisa bibliográfica computadorizada, sua importância e utilidade são indiscutíveis. Preparado por uma equipe profissional altamente capacitada, este Catálogo divulga, no Brasil e no Exterior, uma parcela importante da herança cultural preservada na Biblioteca de Manguinhos. (CATÁLOGO, 1992. p.1).
No processo de buscar a trajetória de visibilidade do nosso objeto de estudo, e após uma extensa busca, encontramos apenas dois artigos citando o manuscrito, com uma diferença de 40 décadas entre eles. A primeira referência encontrada no artigo de Emilia Bustamente - chefe da biblioteca em 1945 - e a segunda referência, no artigo do Jornal do Brasil, já mencionado, datado de 1981. Não podemos afirmar que foram as primeiras referências públicas dadas ao manuscrito, mas certamente foram as mais antigas que encontramos, referindo-se a ele como uma obra rara e especial.
A partir delas o número de referências que identificamos, em sua grande maioria, ocorreram a partir dos anos de 2000. São elas:
TRABALHOS ACADÊMICOS
SOUSA, Alexandre Medeiros Correia de. Estudo de uma experiência de fluxo
informacional científico no Instituto Oswaldo Cruz: A mesa das quartas-feiras.
Dissertação (Mestrado em PPGCI) - Universidade Federal Fluminense, 2006. p.110
GUIMARÃES, Ana Márcia Rodrigues Corrêa. Bibliotecas e Divulgação científica: quatro casos da Rede Fiocruz. (Monografia) - Especialização em Divulgação da Ciência, da Tecnologia e da Saúde. Fundação Oswaldo Cruz, 2013. p.81
PERUZZO, Tarcila. A Seção de Obras Raras da Bbiblioteca de Ciências Biomédicas da
Fiocruz e a Memória Institucional da Saúde Pública no Brasil. 96 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) - Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Rio de Janeiro, 2013.
ARTIGOS CIENTÍFICOS
BORTOLETTO, Maria Élide; SANT’ANA, Marilene Antunes. A história e o acervo das Obras Raras da Biblioteca de Manguinhos 2002. Revista História, Ciência, Saúde. Rio de Janeiro.Rio de Janeiro, v.9 (1), 187-203, jan.-abr, 2002.
RODRIGUES, Jeorgina Gentil; ALCANTARA, Heloísa Helena Freixas de. Socialização do acesso à Coleção de Obras Raras da Fiocruz. Anais da Biblioteca Nacional. VII ENAR -
Encontro Nacional de Acervos Raros. Rio de Janeiro.Anais da Biblioteca Nacional, v. 123, p. 105-110, 2007.
RODRIGUES, Georgina Gentil. O espelho do tempo: uma viajem pelas estantes do acervo de obras raras da biblioteca de Manguinhos. Revista perspectiva em ciência da informação. Rio de Janeiro, v.12. n.3. Set/Dez. 2007.
GESTEIRA, Heloisa Meireles; TEIXEIRA. Alessandra dos Santos. As fazendas jesuíticas em Campos dos Goitacazes: práticas médicas e circulação de ideias no império português
(séculos XVI ao XVIII). Clio - Série Revista de Pesquisa Histórica. Pernambuco, n. 27-2, 2009
REPORTAGENS ON-LINE
Combate pela Preservação. Matéria publicada no site do Bom Dia Brasil, da Rede Globo. Publicado em 19 de outubro de 2001. Matéria sem autoria. Disponível em: < g1.globo.com/bomdiabrasil/0MUL829126-16020,00-
COMBATE+PELA+PRESERVACAO.html> acesso em: 10 no. 2015.
MELO, Káthia. G1 revela “tesouros” escondidos do Rio nos 450 anos da cidade. Publicada em 25 de março de 2015. Disponível em < http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/rio-450- anos/noticia/2015/03/g1-revela-tesouros-escondidos-do-rio-nos-450-anos-da-cidade.html >. Acesso em: 10 nov. 2015.
MATÉRIA EM REVISTA
A cura pela natureza: Formulário Médico de 1703 descreve doenças e inclui receitas indígenas. Revista de História da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, n.118, jul., 2015. (Seção Almanaque. p. 86).
PROGRAMAÇÃO EM EVENTOS
Informativo na Programação da Semana Fluminense do Patrimônio 2011. De 15 a 19 de agosto. Para a chamada de uma exposição no salão de leitura da Biblioteca de Obras Raras.
CATÁLOGOS
Catálogo da Exposição: A ciência e a Saúde Pública. Fundação Oswaldo Cruz, 2000
Catálogo de Obras Raras e Especiais da Biblioteca de Manguinhos. Fundação Oswaldo Cruz.