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Command Processor Argument Types

Dans le document 7 B Programming (Page 66-71)

8. The Command Processor Program Interface

8.3 Command Processor Argument Types

Os resultados expostos dizem respeito à participação dos bibliotecários egressos que participaram de iniciação científica. Inicialmente perguntou-se qual era a quantidade de projetos de pesquisa do qual tinham participado. 56% participaram de 1 projeto, e com 22% ambas as respostas apontaram para 2 e 3 projetos. Pode- se perceber que a maioria participou de 1 projeto de pesquisa, como mostra o Gráfico 4. 33% 0% 0% 67% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 2 Salários mínimos 3 Salários mínimos 4 Salários mínimos Mais de 5 Salários mínimos

Gráfico 4 – Participação em projetos de pesquisa

Fonte: Autoria própria, 2019.

Outro questionamento, foi por quanto tempo os graduados atuaram como bolsista de iniciação científica. Dessa forma obteve-se o seguinte resultado: 45% dos discentes atuaram 1 ano, 44% 3 anos ou mais, 11% semestre, contudo a opção 2 anos não teve nenhuma resposta. Constatando assim, que o tempo de atuação é de um ano, contudo uma parte considerável participou durante 3 anos ou mais, como pode ser visualizado no Gráfico 5.

Gráfico 5 – Tempo de atuação como bolsista de iniciação científica

Fonte: Autoria própria, 2019.

Perguntou-se ainda, qual era o tipo de bolsa do projeto. Tem-se assim, que 46% dos egressos de pesquisa responderam que tinham bolsa PIBIC UFRN, 27% deles eram voluntários, 27% Bolsistas CNPq. Teve ainda a opção Outro tipo de bolsa, buscando saber se o egresso tinha outro tipo de bolsa, no entanto, essa opção não obteve resultado, como é possível visualizar no Gráfico 6.

56% 22% 22% 1 Projeto 2 Projetos 3 Projetos 11% 45% 44% Semestre 1 ano 2 anos 3 anos ou mais

Gráfico 6 – Tipo de Bolsa do projeto

Fonte: Autoria própria, 2019.

Percebe-se que a maioria dos egressos de iniciação científica, tiveram uma bolsa remunerada PIBIC UFRN, sendo de certa maneira uma contribuição financeira para sua formação, mas não se pode deixar de falar que independentemente do tipo de bolsa, seja voluntária ou remunerada trará algum tipo de contribuição para o aluno.

Em relação à temática trabalhada no projeto, foi uma pergunta aberta que obteve como resultado que a maioria dos projetos abordava os estudos métricos, a seguir as respostas: Estudos Métricos da Informação em Ciência, Tecnologia e Inovação; Estudos métricos; Análise Webométrica dos Sítios das Universidades Federais da Região Nordeste do Brasil e Desenvolvimento da incubadora do Portal de Periódicos Eletrônicos da UFRN; Acessibilidade e Redes de inovação e empreendedorismo; Fontes de informação e Acessibilidade; WEB 2.0; Redes de Conhecimento em Empreendedorismo e Inovação; Pesquisa Científica e Movimentos de redemocratização da América Latina.

Questionou-se sobre quais foram os benefícios da participação do projeto de pesquisa enquanto aluno, foi uma pergunta aberta que foi realizada a leitura das respostas e elencando termos chave, resultando assim: 22% responderam aspectos relacionados à pesquisa científica, 15% melhoria nos estudos, sendo que outros benefícios foram citados todos com 7%: Atuação na área; Autonomia intelectual do aluno; Conhecimento; Conhecimento de temas em sala de aula; Conteúdo das disciplinas; Desempenho acadêmico; Experiência acadêmica; Oportunidade de trabalho e Stress. Um fato curioso é que foi ser considerado como benefício o Stress. Como pode ser visto no Gráfico 7.

27%

46% 27%

0%

Voluntária

Bolsa PIBIC UFRN Bolsa CNPq Outro tipo de bolsa

Gráfico 7 – Benefícios da participação do projeto de pesquisa enquanto aluno

Fonte: Autoria própria, 2019.

Nota-se assim, que a maior parte dos egressos teve como benefícios, enquanto aluno, aspectos voltados para pesquisa científica e melhoria nos estudos. Isso pode ser comprovado na resposta do Egresso 6: “Desenvolvimento das habilidades em pesquisa científica; ampliação da perspectiva referente às possibilidades de atuação na área de Biblioteconomia; sem mais, desenvolvimento pessoal e profissional”. Já na resposta do Egresso 2, cita: “Experiência acadêmica, construção e desenvolvimento de uma pesquisa (como construir fundamentação teórica, metodologia, instrumentos de coletas, etc)”.

No que se refere aos benefícios da participação do projeto de pesquisa enquanto aluno, tendo os aspectos voltados aos estudos o Egresso 8, expõe: “Me ajudou a ter disciplina nos estudos; aumentou o meu desempenho acadêmico; melhorou o meu desempenho e amadurecimento do pensamento crítico; socialização e networking”. Ainda teve a resposta Egresso 9, expôs:

A pesquisa possibilitou ampliar o conhecimento acerca de alguns temas que eram abordados em sala de aula, colaborou com a atitude de questionamento diante da realidade, sendo possível por meio dela identificar o porquê de tais ações. Enfim, permitiu a construção da autonomia intelectual do aluno.

Compreende-se que um dos principais benefícios da participação em projetos de pesquisa enquanto aluno é aprender a realizar pesquisa, ou seja, tudo que gira em torno da construção, elaboração de uma pesquisa. Além disso, percebe-se

7% 7% 7% 7% 7% 7% 7% 15% 7% 22% 7% 0% 5% 10% 15% 20% 25% Atuação na área Autonomia intelectual do aluno Conhecimento Conhecimento de temas em sala de aula

Conteúdo das disciplinas Desempenho acadêmico Experiência acadêmica Melhoria nos estudos Oportunidade de trabalho Pesquisa científica Stress

também que a participação em pesquisa ajuda em relação à melhoria nos estudos. Com isso, pode-se compartilhar do pensamento de Pinho (2017, p. 667) quando afirma:

A principal contribuição da IC está na sensibilização do aluno para a pesquisa, favorecendo o desenvolvimento da capacidade de argumentação, abstração, levantamento de problemas, e raciocínio crítico; propiciando, ao aluno e futuro profissional, uma postura crítica diante do conhecimento transmitido na universidade.

Nota-se assim, de acordo com a literatura, que existem benefícios da participação em projetos de pesquisa enquanto aluno. “A iniciação científica (IC) é tida como importante oportunidade para estudantes desenvolverem suas habilidades acadêmicas e interpessoais, bem como encontrarem direcionamento e apoio profissional”. (PINTO; FERNANDES, 2016, p. 302).

Além disso, perguntou-se quais foram os benefícios de ter participado como bolsista de iniciação científica para atuação e vida profissional, sendo que essa pergunta foi aberta. Com isso, os benefícios que obtiveram maior porcentagem com 10% foram: Currículo; Desenvolvimento profissional e pesquisa. Ainda teve aqueles com apenas 6% são eles: Aprendizado de conceitos; Associação da atuação com a pesquisa; Capacidade de gerar conhecimento; Desenvolvimento pessoal; Escolha para a vida acadêmica; Informação; Preparação para o mestrado; Senso crítico; Senso metodológico. Além disso, para 10% dos que responderam não teve nenhum beneficio e 6% não responderam, como pode observar no Gráfico 8.

Gráfico 8 – Benefícios de ter participado como bolsista de iniciação científica para atuação e vida profissional

Fonte: Autoria própria, 2019.

Compreende-se a importância dos benefícios de ter participado como bolsista de iniciação científica para atuação e vida profissional, dessa forma pode-se mencionar o Egresso 3: “Ter me preparado para o futuro mestrado e escolha para a vida acadêmica”. Entende-se assim, que o fato de ter passado pela experiência de ser bolsista de iniciação científica fez com que decidisse qual carreira seguir dentro do campo de formação e atuação. Já o Egresso 9, descreveu da seguinte forma:

A bolsa de iniciação científica contribuiu com o aprendizado efetivo de conceitos, além disso, possibilitou desenvolver a capacidade de gerar conhecimentos a partir de uma prática efetiva com a realidade. Enquanto profissional, sempre busco associar minha atuação com a pesquisa, pois acredito que elas são indissociáveis e, de certa forma, contribuem entre si para o escopo de atuação.

Percebe-se que a participação em bolsas de pesquisa contribuiu para associar teoria e prática. Além disso, a pesquisa e atuação profissional estão de certa maneira indissociáveis, trazendo assim, benefícios para o exercício da profissão. Compreende-se com isso, que um dos objetivos é contemplado do PIBIC quando cita: “contribuir para a formação científica de recursos humanos que se

6% 6% 6% 10% 6% 10% 6% 6% 6% 10% 10% 6% 6% 6% 0% 2% 4% 6% 8% 10% 12% Aprendizado de conceitos Associação da atuação com a pesquisa Capacidade de gerar conhecimento Currículo Desenvolvimento pessoal Desenvolvimento profissional Escolha para a vida acadêmica Informação Não respondeu

Nenhum Pesquisa Preparação para o mestrado Senso crítico Senso metodológico

dedicarão a qualquer atividade profissional” (CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO, 2006)

A produção científica torna-se um importante aspecto para a formação e construção de um discente e futuro profissional, fazendo com que ele gere um resultado concreto de uma pesquisa. Dessa forma no que se refere produção científica, perguntou-se qual o tipo de produção científica foi originária do projeto de pesquisa, que resultou da seguinte forma: 31% ambas as opções: “Artigo em revista” e “Artigo em anais de eventos”, 15% foi obtido tanto Resumo e Pôster, sendo que a opção Resumo expandido não obteve resposta. Ainda teve a opção “Outro” com 8%, que ao marcar essa opção os pesquisados poderiam descrever qual publicação. Sendo que o Egresso 7 respondeu: “Não cheguei a produzir nada, visto que o tempo de participação na bolsa”. Nota-se que o (a) graduado (a) teve pouco período de experiência da iniciação científica, fazendo que não produzisse. Como é visto no Gráfico 9.

Gráfico 9 – Tipo de produção científica originária do projeto de pesquisa

Fonte: Autoria própria, 2019.

Constata-se que os tipos de produções científicas mais elaboradas são artigos de revistas e de anais de eventos, mas que não se pode deixar de citar outras produções elaboradas pelos egressos de IC, como o resumo e pôster. Sobre isso, Lopes e Sousa Júnior (2018, p. 144) mencionam que a iniciação científica proporciona para o discente a oportunidade de “publicar artigos em periódicos e revistas, apresentar pôsteres e trabalhos em semanas de divulgação científica, além

31% 31% 15% 0% 15% 8% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% Artigo em revista Artigo em anais de eventos Resumo Resumo expandido Pôster Outro

de adquirir a importante experiência de ter seu desempenho avaliado por outros profissionais da área”.

Outro aspecto dessa seção diz respeito aos eventos científicos. Dessa forma, foi perguntado se eles tinham participado de eventos científicos na época da graduação a partir de uma categorização desde local até internacional. Como respostas viu-se que, 46% dos pesquisados marcaram a opção Local, 27% ambas as opções Regional e Nacional, sendo que a categoria Internacional não teve nenhuma porcentagem. Esses resultados podem ser observados no Gráfico 10.

Gráfico 10 – Participação em eventos científicos

Fonte: Autoria própria, 2019.

Nota-se assim, que os pesquisados participaram de eventos científicos locais durante a graduação em sua maioria, contudo, ainda tiveram aqueles que participaram de eventos nacionais e regionais. Com isso, entende-se o quanto os eventos científicos contribuem de certa forma na formação de um futuro profissional, ainda não se pode deixar de mencionar os eventos locais que são promovidos pela UFRN, mais especificamente pelo Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), como o Seminário de Pesquisa do Centro de Ciências Sociais Aplicadas, e o Departamento de Ciência da Informação com o Colóquio de Pesquisa em Ciência da Informação. Ainda tem o Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica (CICT) promovido pela Propesq e a Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura (CIENTEC) realizada pela UFRN. Em seguida, será exposto sobre a temática da educação continuada dos egressos.

46% 27% 27% 0% 0% 10% 20% 30% 40% 50% Local Regional Nacional Internacional Local Regional Nacional Internacional

5.3 Educação continuada dos egressos de pesquisa do Curso de

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