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CAS NON ISOTHERME

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CHAPITRE V : DISCUSSION ET INTERPRETATION DES RESULTATS

V.2. CAS NON ISOTHERME

André Filipe Real Fernandes Mendes; Cláudia Sofia Orvalho Mendes Amaro dos Santos Isabel Maria Tarico Bico Correia; João Manuel Galhanas Mendes

Tema e Referencial Teórico: A cirurgia laparoscópica tem demonstrado grande eficácia e uma nítida vantagem sobre a cirurgia convencional, é justificada a sua ampla utilização. Entretanto, pode causar uma manifestação bastante frequente e incómoda – a dor no ombro, que incide em 30 a 50% nas colecistectomias laparoscópicas e entre 35 e 63% nas laparoscopias ginecológicos (MACATRÃO-COSTA, 2004). Objetivos: Analisar estudos sobre a incidência de dor no ombro pós- operatória em pacientes submetidas a Cirurgia laparoscopia. Descrição dos Procedimentos: Os

dados provêm de uma revisão da literatura realizada nas bases de dados B-on line e Ebsco. Foram analisados artigos Publicados entre 1993 – 2013 em Português e Inglês. Os Palavras-Chave utilizados foram “Dor no Ombro”, “Cirurgia Laparoscópica”. Foram encontrados 113 artigos e analisados 10 artigos que se referem a estudos de investigação. Resultados: A revisão bibliográfica mostra-nos que a dor pós cirúrgica, é uma dor aguda com incidência visceral e incisional. Quando se trata de uma abordagem cirúrgica por via laparoscópica, acresce outro foco de dor, a dor no ombro, variando entre direito e esquerdo, consoante a técnica cirúrgica. A prática revela-nos que as intervenções para alívio da dor centram-se na dor visceral e na dor provocada pelas incisões cirúrgicas, no entanto, é a dor no ombro que muitas vezes provoca mais incapacidade, por um período mais longo. Constatou-se a eficácia de medidas não farmacológicas. As medidas farmacológicas locais mostram-se pouco eficazes, como é o caso do bloqueio do nervo supra-escapular, sendo consensual que o fator desencadeante da dor no ombro após cirurgia laparoscópica é o efeito do CO2 residual. É reconhecida a eficácia de alternar a posição de proclive e trendlenburg, dado que para além de reduzir a dor no ombro de 63% para 31%, ainda reduz as náuseas e vómitos no pós-operatório. Principais Conclusões da Pesquisa: Segundo as evidências científicas encontrados a origem da dor após uma cirurgia laparoscópica é multifactorial e é muitas vezes referida como o maior problema no pós-operatório pelo doente. Assim sendo, a etiologia e a fisiopatologia da dor no ombro necessitam de maiores estudos para seu completo entendimento e sugestões de ações profiláticas. Como o processo ainda não está claramente conhecido, existe um vasto leque de ações sugeridas pela comunidade de forma a suprimir esta dor, não existindo por isso uma que reúna consenso de forma a ser aplicada na clinica. Como tal, as ações de enfermagem sugeridas não foram comprovadas clinicamente, necessitando igualmente de mais estudos para a sua validação.

Palavras-Chave: Enfermagem, Cirurgia laparoscópica e dor.

Referências Bibliográficas

Gruber, C. et all (2013). Evaluation of airway management associated hands-off time during cardiopulmonary resuscitation: a randomised manikin follow-up study. Journal of Trauma, 21. Coburn, M. et all (2012). Does a 4 diagram manual enable laypersons to operate the Laryngeal Mask Supreme? A pilot study in the manikin. Journal of Trauma, 20.

Kajino, K. et all (2011). Comparison of supraglottic airway versus endotracheal intubation for the pre-hospital treatment of out-of-hospital cardiac arrest. Critical Care, 15.

Schalte, G. et all (2011). Laypersons can successfully place supraglottic airways with 3 minutes of training. A compraison of four different devices in the manikin. Journal of Trauma, 19

A IMPLANTAÇÃO DA SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMILIA: revisão integrativa Daniele Martins de Sousa; Aline Raquel de Sousa Ibiapina

Álvaro Francisco Lopes de Sousa; Artur Acelino Francisco Luz Nunes Queiroz

A implantação da saúde mental se motivou pelo resgaste de valores profissionais e outros pela a capacidade de melhorar os indicadores de saúde e reordenar o modelo assistencial. Objetiva reduzir progressivamente os leitos em hospitais psiquiátricos, expandindo, qualificando e fortalecendo a rede extra- hospitalar através da implantação de serviços como Caps, Srts, Urhg e incluindo as ações da saúde mental na atenção básica. Trata-se de uma revisão integrativa realizada no período de Fevereiro a Maio de 2014, buscou-se artigos por meio de seleção e analise de artigos localizados nas bases de dados do PubMed e Medline, publicados entre os anos de 2007 a 2014. Foram analisados 18 artigos através da leitura interpretativa e a análise temática. Identificou-se que a estratégia saúde da família propõe ações de prevenção, recuperação e reabilitação da saúde das pessoas de forma universal, integral e continua. A mesma favorece um atendimento domiciliar proporcionando uma assistência mais humanizada, o que possibilita a promoção da saúde e a redução das internações. Os clientes em leitos psiquiátricos devem ser garantidos todos os cuidados clínicos e recursos hospitalares de maior complexidade às pessoas com transtornos mentais, quando as condições clínicas exigiram, devem, ainda, realizar o acompanhamento, em regime de internação, de pacientes com transtornos mentais e o desenvolvimento de projetos terapêuticos individuais para os usuários hospitalizados. Desse modo, conclui-se que a estratégia saúde da família pode se tornar uma estratégia adequada para realizar o atendimento qualificado aos indivíduos portadores de transtornos mentais.

Palavras-chave: Implantação. Saúde Mental. Estratégia Saúde da Família.

Referências Bibliográficas

Silveira D, Vieira A. Saúde mental e atenção básica em saúde: análise de uma experiência no nível local. Ciência & Saúde Coletiva. 2009;14(1):139-148.

Tanaka O, Ribeiro E. Ações de saúde mental na atenção básica: caminho para ampliação da integralidade da atenção. Ciência & saúde coletiva. 2009;14(2):477-486.

Romagnoli R. Breve estudo institucionalista acerca do programa de saúde da família. Saúde e Sociedade. 2009;18(3):525-536.

ATENÇÃO A SAÚDE DA POPULAÇÃO DE LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS

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