• Aucun résultat trouvé

Absorption des ondes

Dans le document The DART-Europe E-theses Portal (Page 41-46)

2.2 Ondes cyclotroniques ´ electroniques dans un plasma

2.2.2 Absorption des ondes

Muitos pesquisadores no campo da educação e da psicologia educacional têm desenvolvido vários modelos para descrever os diferentes modos como os estudantes aprendem. De acordo com Eftekhcar e Strong (1998), estes modelos são principalmente baseados em estilos de aprendizagem, estratégias de aprendizagem e habilidades de aprendizagem. Os estilos de aprendizagem são mais generalizados e inconscientemente adquiridos pelo aprendiz, enquanto habilidades e estratégias de aprendizagem são deliberadamente adquiridas e adotadas, respectivamente. Os estilos de aprendizagem são vistos em termos das condições nas quais ocorre a aprendizagem, o conteúdo é aprendido e o modo dominante pelo qual o aluno aprende. Enquanto as estratégias de aprendizagem são vistas como a variedade de técnicas que ajudam o aprendiz a analisar e compreender melhor a tarefa de aprendizagem.

Segundo Durling (1996), quando um indivíduo adulto é submetido a um processo de aprendizagem, ele demonstra preferências em relação a forma como as informações são apresentadas e como lhes são ensinadas, que surgem das características conhecidas como estilos cognitivos, as quais estão associadas com a personalidade28, que é caracterizada como a manifestação externa dos comportamentos relativamente estáveis e duradouros.

Para Messick (1976 apud Durling, 1996), o estilo cognitivo29 é estável, independentemente do tempo e contexto, e ainda, independente dos níveis de habilidade, destreza e inteligência dos indivíduos. Goldsmith e Blackman (1978 apud Durling, 1996)

28

Segundo Guilford (1950 apud Durling, 1996) a personalidade pode ser caracterizada por um padrão único de traços. Onde um traço pode ser qualquer modo duradouro no qual as pessoas diferem-se umas das outras, podendo ser categorizado amplamente como aptidões, interesses, atitudes e qualidades temperamentais.

29

O estilo cognitivo traduz a forma como a cognição é utilizada. O termo Cognição é uma expressão genérica que cobre os vários modos de obter conhecimento – perceber, relembrar, imaginar, conceber, julgar, raciocinar (Durling, 1996). Hayes e Allison (1994 apud Schmitt, 1998) propõem que os estilos cognitivos estão relacionados mais com a forma do que com o conteúdo das atividades.

consideram que esta estabilidade sugere a relação do estilo cognitivo com as características da personalidade das pessoas. Para Messick, os estilos cognitivos estão relacionados às formas características pelas quais um indivíduo capta as informações do mundo e as formas preferenciais de organizar essas informações.

De acordo com Schmeck (1985 apud Durling, 1996), o estilo de aprendizagem pode ser considerado como sendo a tradução das características de personalidade e do estilo cognitivo no comportamento do indivíduo no estudo. Através do estilo de aprendizagem um aprendiz pode preferir adotar uma estratégia particular de aprendizagem independentemente das demandas específicas da tarefa de aprendizagem. Keefe (1987), por sua vez, considera o estilo de aprendizagem como as características cognitivas e afetivas que servem de indicadores relativamente estáveis de como os estudantes percebem e interagem com os ambientes de aprendizagem.

Segundo Cooper e Miller (1991 apud Schmitt, 1998), o estilo de aprendizagem pode ser entendido como a forma preferencial usada por uma pessoa para processar as informações, formar suas idéias e tomar decisões. Por sua vez, Hayes e Allison (1994 apud Schmitt, 1998) consideram este como sendo o caminho consistente que um aprendiz utiliza para dar resposta a algo empregando os estímulos do contexto da aprendizagem.

Haley e Stumpf (1989) apresentam a proposta de ligação entre decisões estratégicas e processo cognitivo através da personalidade. Diferentes tipos de personalidade desenvolvem estilos dominantes de decisão: eles apresentam discretas preferências por modelos de obtenção da informação, geração de alternativas e sua avaliação. O cérebro funciona como um sistema de rodovias: a experiência adiciona novas vias, alarga as vias mais utilizadas e abandona aquelas pouco usadas. Estes aspectos podem ser mapeados através das trilhas ou cognições que a pessoa usa.

Segundo Haley e Stumpf (1989) a partir de observações de pesquisadores sobre o uso da teoria de Jung30, foi possível sugerir que, os tipos psicológicos demonstram distintas preferências para a coleta de dados, geração e avaliação das respostas. Salientando que, a tipificação da personalidade indica modos através dos quais os indivíduos relacionam a realidade externa aos seus dispositivos internos, demonstrando os processos que permeiam as decisões estratégicas. Consideram que os tipos de personalidade podem dar oportunidade para as trilhas cognitivas habituais usadas no processo de decisão. Estas trilhas cognitivas podem resultar em tendências sistemáticas de entrada, de saída e de operação na tomada de decisão. Este processo é representado na Figura 4.

30

S/N (sentido/intuição) e T/F (pensar/sentir) são escalas relacionadas aos processos mentais de atenção e de decisão, respectivamente.

2. recomendações conservadoras ST RESPOSTA estímulo NT SF NF RESPOSTA RESPOSTA RESPOSTA 3. pequena reanálise 1. dados analíticos 2. recomendações de longo prazo 1. dados típicos

3. reforços para as recomendações 3. aprovação social

1. dados afetivos

1. dados para julgamento

2.recomendações orientadas para as pessoas

3. testes de

pressentimento 1.tendências de entrada 2. tendências de saída 3. tendências operacionais 2.recomendações

inovadoras

Figura 4: Trilhas Cognitivas dos Tipos Psicológicos. Fonte: Haley e Stumpf (1989)

Durling (1996) salienta, ainda, a ampla correspondência entre estilo de aprendizagem e a forma de entrega das informações ou a relação entre um sistema computacional e o estilo de recepção destas informações pela pessoa que está aprendendo. Para Cooper e Miller (1991 apud Schmitt, 1998), as atitudes e interesses que influenciam a observação do aprendiz numa situação de aprendizagem levam a buscar um ambiente de aprendizagem compatível com o perfil pessoal.

Segundo Kuri (1993 apud Casas, 1994), a informação sobre os estilos de aprendizagem é importante tanto para os alunos quanto para os professores. Para o aluno, auxilia na compreensão dos pontos fortes e fracos de seu próprio estilo de aprendizagem, e para o professor, facilita o planejamento das experiências de aprendizagem e a interação professor/aluno. Salienta, ainda, que dependendo da característica do aluno, por exemplo, o aluno do tipo auditivo, a aula expositiva é realmente a aula mais adequada. Outros alunos, no entanto, trabalham melhor com a informação escrita, porque eles podem determinar o ritmo próprio de aprendizagem. Outros aprendem melhor através de atividades orientadas pelo professor, como trabalhos em grupo e na resolução de problemas. E sugere que uma forma de atender a estas diferenças é variar as estratégias de ensino-aprendizagem, mantendo, no entanto, coerência com os objetivos propostos. O aluno além de deter

informações, ler, escutar, precisa refletir, discutir e aplicar os conhecimentos para alcançar uma autêntica assimilação dos conteúdos.

Com relação ao uso de estratégias pedagógicas, Williams (1986 apud Durling, 1996) sugere que para os indivíduos terem o máximo de oportunidades para aprender, os métodos pedagógicos deveriam equilibrar pensamento verbal com estratégias visuais. Segundo Amheim (1970 apud Durling, 1996), os processos de pensamento confiam, fortemente, em sistemas de símbolos não lingüísticos: a visão é considerada como o sistema sensorial que suporta nossos processos cognitivos.

Pask (1969 e Pask e Scott, 1972 apud Durling, 1996) referem-se a uma abordagem de aprendizagem que delineia seristas e holistas. Uma abordagem de aprendizagem tipicamente serista, relembra e recapitula um novo corpo de informações pela ligação de uma sucessão de estruturas cognitivas identificadas. Alternativamente, holistas preferem aprender, recordar e lembrar as informações como um todo. Os seristas são propensos a lembrar de detalhes, mas não compreendem imediatamente o todo. Enquanto que os holistas tentam ganhar uma visão geral e, a partir desta, entender os detalhes. Os seristas tendem a preservar a ordenação de conceitos e estruturas programadas, já os holistas exibem desrespeito pela ordenação inerente.

Dans le document The DART-Europe E-theses Portal (Page 41-46)