Haut PDF Variabilidade genética em Coffea canephora com base em marcadores RAPD.

Variabilidade genética em Coffea canephora com base em marcadores RAPD.

Variabilidade genética em Coffea canephora com base em marcadores RAPD.

Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), ES, 2 Embrapa/Incaper, 3 Bolsista CBP&D- Café/Incaper. Resumo: Este estudo teve como objetivo avaliar a variabilidade genética, por meio de marcadores do tipo RAPD, de 49 clones de Coffea canephora do programa de melhoramento do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). Foram utilizados 31 primers que geraram padrões de polimorfismo. O agrupamento dos genótipos, com base no algoritmo UPGMA e no método de otimização de Tocher, mostrou elevada divergência entre os genótipos. Verificou-se que os clones componentes de cada variedade clonal recomendada pelo Incaper encontram-se distribuídos em vários grupos geneticamente dissimilares, apesar de possuírem características fenotipícas em comum. A diversidade genética relativamente ampla observada neste estudo demonstra a importância da realização de hibridações entre estes germoplasmas.
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Diferentes coeficientes de similaridade para análise de agrupamento de genótipos de Coffea canephora com base em marcadores moleculares.

Diferentes coeficientes de similaridade para análise de agrupamento de genótipos de Coffea canephora com base em marcadores moleculares.

O objetivo do presente trabalho foi comparar diferentes coeficientes de similaridade na análise de agrupamento de genótipos de Coffea canephora com base em marcadores RAPD. Material e Métodos Neste estudo utilizaram-se folhas de 80 genótipos da espécie Coffea canephora Pierre ex Froenher, mantidos no Banco Ativo de Germoplasma (BAG) do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural – Incaper, situado na Fazenda Experimental de Marilândia, município de Marilândia-ES. O trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Biologia Molecular do Incaper, localizado no Centro Regional de Desenvolvimento Rural Centro Serrano, município de Venda Nova do Imigrante-ES.
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Uso de marcadores RAPD no estudo de variabilidade em clones de Coffea canephora Var. conillon.

Uso de marcadores RAPD no estudo de variabilidade em clones de Coffea canephora Var. conillon.

vastatrix. Observou-se, ainda, variabilidade de reações entre repetições de alguns clones quando inoculados com as respectivas raças fisiológicas de H. vastatrix. O uso de marcadores RAPD tem sido proposto como técnica eficiente em cafeeiros, no estudo de diversidade genética, como demostram os trabalhos de OROZCO- CASTILLO et al. (1994, 1996) e LASHERMES et al. (1996a), assim como na construção de mapa genético para

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Análise da variabilidade genética do banco ativo de germoplasma de Coffea canephora do Incaper com base em características fenotíficos.

Análise da variabilidade genética do banco ativo de germoplasma de Coffea canephora do Incaper com base em características fenotíficos.

(UFV), a Embrapa Rondônia e o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) (SOUZA et al., 2013). O melhorista deve conhecer adequadamente o germoplasma disponível, o desempenho individual dos diferentes acessos, a capacidade de combinação e a variabilidade genética existente (STRECK et al., 2017) por meio da distância estatística estimada por técnicas multivariadas. A estimativa da distância é uma forma de prever a variabilidade genética. Exemplos da eficiência da utilização de técnicas multivariadas foram obtidas nas culturas como algodão (MENEZES et al., 2008), aveia (VIEIRA; CARVALHO; OLIVEIRA, 2005), feijão (CEOLIN et al., 2007), milho (COIMBRA et al., 2010), trigo (BERTAN et al., 2009) e arroz (AREIAS et al., 2006; BENITEZ et al., 2011; VANNIARAJAN; VINOD; PEREIRA, 2012). Portanto, em virtude da importância do conhecimento da variabilidade genética do banco ativo de germoplasma (BAG) de Coffea canephora do Incaper, este trabalho objetiva analisar a variabilidade genética de 50 acessos pertencentes ao BAG por meio dos métodos de agrupamento otimizado de Tocher Modificado e hierárquico UPGMA com base nas matrizes de distância estatística estimadas pela Distância Euclidiana Média Padronizada de características quantitativas referentes à arquitetura da planta e potencial de produção.
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Avaliação da divergência genética em mamoeiro com base na integração de marcadores RAPD e AFLP.

Avaliação da divergência genética em mamoeiro com base na integração de marcadores RAPD e AFLP.

O objetivo do trabalho foi avaliar a divergência genética entre 22 genótipos de mamoeiros, provenientes do Estado do Espírito Santo e do Banco Ativo de Germoplasma (BAG) da UENF, utilizando a integração de marcadores RAPD+AFLP. MATERIAL E MÉTODOS

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Divergência genética entre clones de Coffea canephora utilizando marcadores moleculares.

Divergência genética entre clones de Coffea canephora utilizando marcadores moleculares.

Por meio do método de Otimização de Tocher foi possível a formação de oito grupos (Tabela 1). O grupo I foi o maior grupo, reunindo 18 clones, ou seja, 54,54% do total, sendo 10 clones constituintes da variedade 'Vitória' e seis clones componentes da variedade 'Robustão Capixaba'. O grupo II foi composto por seis clones, incluindo o clone 10, que faz parte da variedade 'Vitória' e outros clones da variedade 'Robustão Capixaba'. Os grupos III, IV e V foram formados por dois clones em cada um. Estes grupos foram contemplando com clones pertencentes à coleção de germoplasma, porém não fazem parte das variedades citadas. Os clones 14, 1 e 3 permaneceram isolados em grupos distintos (grupos VI, VII e VIII, respectivamente). Os clones 1 e 3, com divergência suficiente para não serem agrupados juntos ou com outros clones fazem parte da variedade 'Vitória', e o clone 14 integra a variedade 'Robustão Capixaba'.
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Índice de seleção e análise de fatores na predição de ganhos genéticos em Coffea canephora var. Conilon.

Índice de seleção e análise de fatores na predição de ganhos genéticos em Coffea canephora var. Conilon.

canephora no Espírito Santo se deu através da multiplicação sexuada de plantas matrizes, selecionadas pelos próprios agricultores ao longo dos anos. Essa seleção foi praticada em populações derivadas da variedade conhecida como ‘conilon’, proveniente de regiões equatoriais quentes e úmidas do continente africano. Este fato proporcionou o estabelecimento de populações com ampla variabilidade genética. Dessa forma, as lavouras de café conilon apresentam plantas muito distintas quanto à arquitetura da parte aérea, formato e tamanho dos grãos, época e uniformidade de maturação dos frutos, susceptibilidade a pragas e doenças, tolerância à seca, vigor vegetativo, capacidade produtiva, entre outras características.
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Taxa de emissão foliar de genótipos de Coffea canephora em resposta à adubação nitrogenada.

Taxa de emissão foliar de genótipos de Coffea canephora em resposta à adubação nitrogenada.

RESUMO: Objetivou-se, com o presente estudo, avaliar os efeitos da adubação nitrogenada na taxa de emissão foliar de genótipos de Coffea canephora Pierre ex Froehner. O experimento foi desenvolvido em delineamento inteiramente ao acaso, com quatro repetições, em esquema fatorial 6x2, sendo os fatores estudados: seis genótipos de café conilon e duas condições de disponibilização de adubação nitrogenada no solo (ausência de adubação nitrogenada e adição de nitrogênio ao nível de 0,625 g kg -1 ). A adubação com nitrogênio foi realizada com aplicação de ureia p.a., parcelada em quatro aplicações em cobertura, iniciando-se aos 15 dias após o plantio das mudas e espaçadas com intervalo de 30 dias. As plantas foram conduzidas por 150 dias, com avaliação mensal do número de folhas, obtido por contagem direta. Com base nestas avaliações, calculou-se a taxa de emissão foliar (TEF; folhas dia -1 ) a partir da variação temporal do número de folhas. Foi possível observar variabilidade de respostas para a TEF entre os diferentes genótipos de cafeeiro conilon. A adubação nitrogenada promoveu maior TEF em todos os genótipos quando comparado ao cultivo sem essa adubação. Na condição de ausência de adubação nitrogenada, o genótipo 77 foi o que apresentou a melhor resposta em TEF, enquanto o genótipo 67 se mostrou altamente sensível à deficiência de N, sessando a emissão de folhas à partir dos 75 dias de cultivo.
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Origem, dispersão geográfica, taxonomia e diversidade genética de Coffea canephora.

Origem, dispersão geográfica, taxonomia e diversidade genética de Coffea canephora.

de poucas plantas, ou seja, apresenta base genética estreita. Por essa razão, pesquisadores estão investigando a herança genética das plantas silvestres para identificar genótipos com características de interesse que possam contribuir para o aumento da variabilidade genética dos materiais cultivados. O estabelecimento e a manutenção de Bancos Ativos de Germoplasma (BAG) da espécie em questão e de outras espécies do gênero Coffea são de grande importância, pois entre as formas selvagens, algumas apresentam indivíduos com características vantajosas do ponto de vista de resistência a pragas e doenças, tolerância à seca e a outros estresses abióticos, composição bioquímica do grão, qualidade de bebida, bem como diferentes características agronômicas de interesse relacionadas ao sistema radicular, tamanho e formato das folhas e dos frutos, arquitetura da planta, entre outras. A reserva gênica em coleções da espécie poderá contribuir positivamente para o desenvolvimento de novos genótipos com características específicas obtidas pelo melhoramento intra e interespecífico, por apresentarem alelos importantes que podem ser transferidos através da hibridação controlada. Nesse contexto, têm-se, por exemplo, alguns cruzamentos interespecíficos entre Coffea arabica x Coffea canephora, pelos quais foram transferidas fontes de resistências para pragas, doenças e nematóides (OROZCO-CASTILLO; CHALMERES; POWELL, 1994) como os germoplasmas Icatú, Híbrido de Timor, Catimor, Arabusta e Apoatã (MONACO; CARVALHO; FAZUOLI, 1974; FAZUOLI, 1991). Outras fontes de resistência importantes para fins de melhoramento são resistência a doenças da folha (Coffea
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Diversidade e agressividade de Meloidogyne spp. do cafeeiro : resistência múltipla em Coffea canephora e manejo em áreas infestadas.

Diversidade e agressividade de Meloidogyne spp. do cafeeiro : resistência múltipla em Coffea canephora e manejo em áreas infestadas.

A variabilidade intraespecífica de sete isolados de M. paranaensis, provenientes de diferentes regiões geográficas do Brasil e uma da Guatemala, com perfis de esterase típicos da espécie (P1, P2 e P2a) foram estudadas recentemente, com dois marcadores moleculares, RAPD e AFLP. Quarenta e três primers foram avaliados e 635 fragmentos selecionados para a análise dos resultados. A análise filogenética dos dados mostrou uma baixa variabilidade intraespecífica entre os isolados de M. paranaensis, que se agruparam de acordo com o perfil enzimático P1 e P2 em dois grupos com similaridade de 99% e 100% respectivamente, exceto o isolado de perfil enzimático P2a da Guatemala que se agrupou separadamente de todos os outros isolados de M. paranaensis. O conhecimento da diversidade genética de M. paranaensis foi correlacionado com a agressividade dessas populações, em cafeeiros resistentes a essa espécie. No caso de M. paranaensis do cafeeiro, que se reproduz também por partenogênese mitótica, nenhuma virulência relacionada a diferentes populações foi observada em cafés resistentes. As populações Est P2a (Guatemala) e Est P2 (Herculândia, SP, Brasil) foram as mais agressivas em relação às duas cultivares suscetíveis (Catuaí IAC 81 e Mundo Novo 379-19) de C. arabica. Foi confirmada a resistência de cinco genótipos às sete populações de M. paranaensis. As cultivares de café resistentes, INCAPER Clone 14 , Catuaí Vermelho x Amphillo MR2161 (E1 16-5 III), Apoatã IAC 2258, Híbrido do Timor UFV 408-01 (E1 6-6 II) e IPR 100, exibiram segregação para resistência na proporção de 0%, 2,4%, 12%, 26% e 29%, respectivamente. Isso demonstra que a variabilidade quanto à resistencia ocorrente no campo, é devida sobretudo à segregação do material genético e não à variabilidade intraespecífica de M. paranaensis (Santos et al., 2017).
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Variabilidade genética de progênies híbridas de Coffea Canephora.

Variabilidade genética de progênies híbridas de Coffea Canephora.

1 Embrapa Café/Incaper. 2 Incaper. maria.ferrao@embrapa.br, mferrao@incaper.es.gov.br Coffea canephora e as demais espécies diploides conhecidas do gênero Coffea apresentam autoincompatibilidade do tipo gametofítica. Ocupa a segunda posição em produção entre as espécies do gênero no mundo, com aproximadamente 38%. O Espírito Santo se destaca como o maior produtor brasileiro dessa cultura, conhecida no Estado como café Conilon. A propagação do café Conilon pode ser feita via sexuada, por meio de sementes, e de forma assexuada, notadamente por meio da estaquia, devendo sempre considerar as questões relacionadas à incompatibilidade entre os materiais genéticos a serem cultivados numa mesma área física e suas consequências com a utilização de genótipos similares (FERRÃO et al., 2017).
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Uso de porta-enxertos para aumentar a tolerância a seca em Coffea canephora Pierre.

Uso de porta-enxertos para aumentar a tolerância a seca em Coffea canephora Pierre.

δ 13 C verificados na enxertia 109/120 em relação 109/109 e 109, sugerem que há uma contribuição do porta-enxerto 120 em aumentar a EUA das folhas do clone 109, através do maior fechamento estomático das folhas do clone 109. A partir destes resultados, pode-se inferir que algum sinal produzido nas raízes do clone 120 estaria promovendo redução na condutância estomática. Possivelmente, um teor mais elevado de ABA nas raízes do clone 120, que ao ser translocado para a parte aérea, promova estas alterações (Holbrook et al., 2002). Já no caso da enxertia 120/109, os maiores valores de δ 13 C em
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Aplicação do sistema integrado de diagnose e recomendação (DRIS) em cafeeiros Conilon (Coffea canephora) e Arábica (Coffea arabica).

Aplicação do sistema integrado de diagnose e recomendação (DRIS) em cafeeiros Conilon (Coffea canephora) e Arábica (Coffea arabica).

O DRIS em café conilon. A aplicação do DRIS em café conilon teve inícioo em 1986 na região norte do estado do Espírito Santo. Dentro da distribuição espacial do café Conilon, nos municípios considerados representativos para a cultura, procedeu-se à estratificação de ambientes levando-se em consideração o relevo e o tipo de solo, obtendo-se assim dois grandes ambientes. O primeiro, denominado de AMBIENTE I (Barreiras), caracteriza-se por apresentar solos originados de sedimentos do terciário. Nesta região predomina o Latossolo Amarelo coeso, com relevo variando de plano a suave ondulado. O segundo, denominado AMBIENTE II (Cristalino), onde predomina o Latossolo Vermelho Amarelo, é formado principalmente por rochas gnáissicas, com relevo variando de ondulado a forte ondulado e montanhoso (Bragança & Alvarez, 1990).
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Viabilidade de sementes de Coffea canephora, cultivar EMCAPER 8151 ROBUSTA TROPICAL, armazenadas em diferentes umidades.

Viabilidade de sementes de Coffea canephora, cultivar EMCAPER 8151 ROBUSTA TROPICAL, armazenadas em diferentes umidades.

862 '( 5$,26 ; 3$5$ '(7(&d­2 '( '$126 &$86$'26 325 Lasioderma serricorne EM SEMENTES DE SOJA. SOUZA, C. M.; RIBEIRO, P. A. M.; ROZA, O. S. P.; CARVALHO, M. L. M. (UFLA, Lavras, Minas Gerais, Brasil). E-mail: carolinemaximos@gmail.com. RESUMO: A Lasioderma serricorne é uma praga geralmente associada a cultura do tabaco e atualmente vem sendo observada em sementes e grãos de soja. Devido á importância da soja e a evolução dos problemas sanitários no armazenamento de sementes desta espécie, objetivou-se no presente trabalho avaliar metodologias para detecção de L. serricorne em sementes GHVRMDSHODDQiOLVHYLVXDOHUDGLRJUi¿FDFRPHVHPXWLOL]DomRGHFRQWUDVWH2PpWRGRWUDGLFLRQDOGHGHWHUPLQDomRGRJUDX GHLQIHVWDomR DQiOLVHYLVXDO IRLUHDOL]DGRGHDFRUGRFRPDV5HJUDVSDUD$QiOLVHGH6HPHQWHV$VUDGLRJUD¿DVIRUDPREWLGDV QRHTXLSDPHQWR)D[LWURQ;5D\HSDUDDVDQiOLVHVFRPFRQWUDVWHIRLXWLOL]DGRRFORURIyUPLR6HPHQWHVGHVRMDGDFXOWLYDU BRS MG 850 foram armazenadas á 28 °C por cinco meses em recipientes de vidro, próprios para a criação de casais do inseto. Foram utilizados seis repetições de 100 sementes para cada método. Constatou-se o ataque da praga após três meses de armazenamento, com danos causados pela presença de galerias, pupas, larvas e adultos nos três métodos utilizados. O uso GHFRQWUDVWHQDDQiOLVHUDGLRJUi¿FDSRVVLELOLWRXPHOKRUYLVXDOL]DomRGRVGDQRV1RHQWDQWRQmRKRXYHYDULDomRGHUHVXOWDGRV pelos três métodos avaliados.
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Quantificação da massa seca de mudas de café Conilon (Coffea canephora) em diferentes acondicionamentos de estacas.

Quantificação da massa seca de mudas de café Conilon (Coffea canephora) em diferentes acondicionamentos de estacas.

Os substratos influenciaram nos índices avaliados para a produção de mudas de café, sendo que os genótipos acondicionados no substrato em sacolas (SS) apresentaram-se superiores em relação à reserva entre sacolas (RES) e em caixas de areia (CA), pressupondo que estacas de reserva não têm parâmetros fisiológicos para produção de mudas. Para as variáveis MS de caule, raiz e estacas, destacam-se os clones 02, 03 e 16 entre os genótipos avaliados. Os genótipos 02 e 153 em acondicionamento SS apresentaram as maiores médias para a variável MS de folhas.
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Caracterização fotoquímica de clones de Coffea canephora Pierre ex Froehner cultivados em condições de pleno sol.

Caracterização fotoquímica de clones de Coffea canephora Pierre ex Froehner cultivados em condições de pleno sol.

Figura 6. A: Normalizações entre FI e FP onde VIP = (Ft – FI) / (FM – FI) no intervalo de 30 a 300 ms e; B: fluorescência variável relativa entre os pontos I-P ou ΔVIP = [VIP (controle) – VIP (tratamento) ] CONCLUSÕES Os clones apresentam diferentes comportamentos fotoquímicos evidenciados por meio da análise do transinte OJIP, sendo que alguns materiais demonstram maior tolerância ao excesso de radiação luminosa ao qual estão expostos ao longo do dia. Por isso, é importante o conhecimento do material que se pretende cultivar a fim possibilitar o aumento da produtividade por meio da potencialização das taxas fotossintéticas de cada material, as quais podem ser mantidas a partir da utilização de clones que sejam mais tolerantes à ocorrência de fotoinibição. Dentre os clones aqui abordados o 83 destaca-se, por apresentar melhor comportamento fotoquímico nas mesmas condições em que os demais clones foram cultivados.
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Avaliação do crescimento inicial de mudas de café Conilon (Coffea canephora) em diferentes acondicionamentos de estacas.

Avaliação do crescimento inicial de mudas de café Conilon (Coffea canephora) em diferentes acondicionamentos de estacas.

Estes resultados corroboram com os encontrados por Covre et al. (2013) para a variedade ‘Vitória Incaper 8142’, onde verificaram que os genótipos desta cultivar apresentaram crescimento e desenvolvimento distinto na etapa de formação de mudas, indicando que o manejo, principalmente no início da formação das plantas deverá ser diferente para cada genótipo.

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Indução de embriogênse somática em clones do café conilon (Coffea canephora Pierre ex Froenher).

Indução de embriogênse somática em clones do café conilon (Coffea canephora Pierre ex Froenher).

Resumo O café Conilon (Coffea canephora Pierre ex Froenher) possui grande importância econômica e social, sendo a espécie mais plantada no Estado do Espírito Santo. A técnica de embriogênese somática pode auxiliar programas de melhoramento do cafeeiro, garantindo a conservação, multiplicação e caracterização de genótipos e a produção de plantas em grande escala e tempo reduzido. O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial de indução de embriogênese somática nos clones 3 V, 5 V, 6 V e 11 V de café Conilon. Explantes foliares foram inoculados em meio MS contendo ¼ da concentração de macronutrientes, ½ da concentração de micronutrientes e 5 µM/L de BAP. Em todos os clones a formação de embriões somáticos ocorreu nas bordas dos explantes foliares. O Clone 11 V foi o genótipo mais responsivo com média superior do número de embriões globulares (23). Novos ajustes devem ser realizados no protocolo de indução de embriogênese somática para os Clones 3 V, 5 V e 6 V.
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Strategies to reconstruct 3D <em>Coffea arabica</em> L. plant structure

Strategies to reconstruct 3D <em>Coffea arabica</em> L. plant structure

plagiotropic axes develop from the 2nd to the 5th orders. The highest axes orders appear in three to four years after pruning (Rakocevic and Androcioli-Filho 2010 ). Coffea canefora has been the first vegetative species to be modeled based on stochas- tic processes for representing growth distribution and branching. And in early stages, linear regression linking the number of metamers emitted on 1st and 2nd order axes is defined (de Reffye 1981 ). Despite numerous studies and models previously developed on C. canefora (Cilas et al. 2006 ) no model presently exists for C. arabica. Such model would allow predicting 3D tree architecture, berry distribution within tree structure and yield over time. For modeling the foliage distribution, berry distribution and yield, an accurate model of structural elements dynamics is thus necessary for this species. A first module called ‘VirtualCafe3D’ (Matsunaga and Rakocevic 2011 ) was previously devel- oped to reconstruct coffee mock-ups from local geometrical and topological measure- ments. This development mainly allowed us to overcome some limitations in VPlants (Pradal et al. 2009 ), which referred to branch and leaf dimorphism observed in Coffea sp. In ‘VirtualCafe3D’, geometrical adjustments of branch cardinal orientation and spatial distribution of the two leaves in a pair at a node were achieved by insertion of very short “virtual” internodes.
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Coffea canephora breeding

Coffea canephora breeding

Due to allogamy, there is great genetic variability in C. canephora species, mainly for vegetative and reproductive characteristics, which is very important in breeding programs. In a diallel, held in Cameroon, Africa, by Boularmont et al. [19--] cited by Charrier and Berthaud (1988), involving eight genetic material of robusta coffee for five morphological and growth characteristics, three of production, susceptibility to pests and diseases and caffeine content, significant differences were verified at the level of 1% probability for General Combination Capability (GCC), for all traits studied, and not significant for Specific Combination Capability (SCC), for most characteristics. The results show the predominance of the additive effects in relation to the non-additives, evidencing that, through simple methods of breeding and selection, such as recurrent selection, there is the possibility of being successful in the breeding for production, height of the plant, crown diameter, length of branches, number of nodes, bean type and size, caffeine content and susceptibility to diseases. There were also high positive and significant correlations, with coefficients of 0.63 to 0.90 between parents and their progenies for different characteristics studied, once again showing the possibility of exploring genetic variability in order to improve the plants of interest in the species characteristics.
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