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ARNOLD BRÉMOND

2 1900.

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DU MÊME AUTEUR :

E N Q U Ê T E .

UNE EXPLICATION DU MONDE OUVRIER.

Numéro spécial de la Revue du Christianisme Social, Octobre 1957.

Tirage à part épuisé.

C O M M E N T A I R E S ET M É D I T A T I O N S B I B L I Q U E S .

PARABOLES DE LA TABLE SAINTE.

La Concorde, Lausanne. Epuisé.

EDIFIER L'EGLISE.

Delachaux et Niestlé.

VIVANTE ESPERANCE.

Fédération Française des Associations Chrétiennes d'Etudiants.

PARABOLES MODERNES.

IMAGES DE LA VERITE.

Société Centrale d'Evangélisation. Epuisé.

PARABOLES DE L'ESPERANCE.

Même éditeur.

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PAYSAGES I N T É R I E U R S .

ARDECHE, PAYS DE LUMIERE.

Illustré par l'auteur, 1947.

Imprimeries Réunies, Valence.

Transcription en Braille : Paris et Nice.

Epuisé.

NOELS AU PAYS DE LUMIERE.

Illustré par l'auteur, 1957.

Cahier de « Réveil » n° 1. Epuisé.

Traduction allemande : LAND IM LICHT.

Verlag Friedrich Reinhardt AG. Bâle.

LA PROPHETESSE DES MARNES GRISES.

Illustré par l'auteur, 1957.

Aubanel (Avignon). Epuisé.

L'OMBRE DES CHATAIGNIERS.

Illustré par l'auteur, 1960.

Imprimeries Réunies, Valence.

Prix Edith de Vuilloud de l'Académie Rhodanienne

des Lettres. Epuisé.

VIVARAIS, TERRE ARDENTE.

Refonte des quatre volumes précédents, compor- tant de nouveaux textes et de nouvelles illustra- tions de l'auteur.

Editeur-Imprimeur Volle, Privas (Ardèche).

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ARNOLD BRÉMOND

V I V A R A I S TERRE ARDENTE

Préface de J.-P. CHABROL

IMPRIMERIE VOLLE PRIVAS

1966

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P R É F A C E

C'est un livre plein d'odeurs saines, il y circule des sen- teurs d'enfance, de très anciens, de très nobles parfums de nature éternelle, comment dire ? cela sent la clairière.

Au milieu des bons gros châtaigniers, solides nourriciers, toujours là pour relayer au besoin nos fadeurs emboîtées ou emplastiquées, monte aux narines le cocktail précieux, aux délicats mélanges, des odeurs d'herbes mouillées, de fougères, de « pellous » rouillés, de cèpes et d'antique pau- vreté terrienne — si l'on ajoute un soupçon d'humble limo- nade panachée de bière locale, on obtient l'exact bouquet de la fête votive — Il faut des siècles, de vraie civilisa- tion — c'est-à-dire d'interminable tête-à-tête avec le ciel, les pieds dans sa terre — pour être digne d'un bouquet qui ne s'obtient pas au comptoir des drug-stores, même contre beaucoup de sous, c'est le divin parfum qui ne se laisse pas mettre en flacon, même de cristal. La senteur des clairières n'est jamais aussi pure — elle est étourdis- sante alors — qu'après l'un de nos terribles orages, quand le soleil darde d'un coup, clair et fort comme si c'était la première fois. La propreté, c'est le luxe des pauvres, et nos montagnes sont si pauvres que le ciel n'en finit jamais de les rincer, de les sécher, il les traite comme la paysanne éco- nome, ses draps rugueux et rares. Les vilenies font tache sur la rocaille ardemment lessivée.

Il peut sembler bizarre de parler du nez, ici, tout à trac.

En lisant ces histoires, on comprendra leur pouvoir d'évo-

cation, et cette alchimie sentimentale, toujours inexplica-

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ble, Dieu merci ! qui demeure la raison d'être de la littéra- ture. Et ce n'est pas un petit hommage, de ma part, que de décrire, après une lecture, l'une des senteurs qui s'en dé- gage, de ces parfums d'âme qui vous redonnent le goût d'être digne de notre ciel penché sur le torrent, agenouillé comme une lavandière.

J.-P. CHABROL.

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A R D È C H E

Pays de lumière

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A V A N T - P R O P O S

Ardèche, Pays de lumière paru en 1949 est un enfant de la guerre. Du Pouzin, où nous mangions parcimoneuse- ment des betteraves à sucre bouillies, de la vesce et des cailloux, nous montions au ravitaillement à Pranles, cha- que semaine, à bicyclette : vingt-six kilomètres dont seize de montée. Randonnées épuisantes, dont nous rentrions fourbus, découragés avec, dans nos sacs, tout juste de quoi aiguiser l'appétit de huit corps affamés autour de la table familiale en un seul repas. Ça n'était pas drôle. Mais, ce qui était tout à fait réconfortant, c'était de parcourir en tous sens la belle commune de Pranles à travers prés et bois, de ferme en ferme où l'accueil, en général, était chaleu- reux. Tous ces paysages, tous ces visages, toutes ces scènes montagnardes se sont gravés dans notre mémoire, ont atteint notre cœur. Pour tromper la fatigue des longues marches, le crayon ou le fusain à la main, nous nous appli- quions à fixer les traits pittoresques de la « petite vieille commune » perdue dans ses châtaigniers.

Nous devons beaucoup à Pranles qui relevait notre cou-

rage et, ma foi, nous lui sommes restés fidèles, puisque nous

y avons établi nos quartiers d'été, ce qui est une marque de

particulière gratitude.

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P r a n l e s e n Vivarais

Marie Durand, Pierre Durand, deux figures héroïques de l'épopée huguenote en pays vivarois. Fille et fils d'Etien- ne Durand, lequel était paysan plus attaché à sa foi qu'à ses terres, ils ont été parmi les derniers martyrs de la cause réformée au pays de France. Notre propos n'est pas de conter leur histoire ; on la trouvera excellemment expo- sée en deux livres connus 1 Nous dirons seulement les faits essentiels de ces vies lumineuses au creuset de l'épreuve.

Marie Durand naquit au hameau du Bouschet de Pranles, à deux heures de marche du chef-lieu de l'Ardèche, la pitto- resque cité de Privas. Pieuse, elle assistait régulièrement aux « assemblées du Désert », qui se tenaient généralement la nuit à proximité de sa demeure. C'est dans l'une de ces assemblées, au ravin du Navalet, qu'avec beaucoup d'autres fidèles, Marie Durand fut appréhendée par les dragons du roi. Mariée depuis quelques jours seulement, en cette an- née 1730, elle avait quinze ans. On la conduisit à Aigues- Mortes, à la tour de Constance, où elle partagea durant trente-huit années l'atroce existence des prisonnières pour la foi. Un peu de paille, une maigre pitance, un cachot, une terrasse crénelée et l'ennui, la nostalgie et la tentation sans cesse renouvelée de gagner le large au prix d'un reniement.

Ses compagnes languissent : Isabeau Menet, de Beauchas-

1. Marie Durand, par Daniel BENOIT ; Pierre Durand, par André FABRE. Editions de la Cause. Voir également les ouvrages de S. MOURS.

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t e l , d e v i e n t f o l l e . M a r i e D u r a n d s e f a i s a n t t o u t e à t o u t e s , r e l è v e l e s c o u r a g e s , s o i g n e l e s m a l a d e s e t g r a v e a v e c u n c l o u s u r le s o l d e p i e r r e : « R E S I S T E R ». L e t e m p s n ' a p a s e f f a c é s u r l e s d a l l e s d u c a c h o t l a n o b l e d e v i s e . L i b é r é e e n 1768, e l l e r e g a g n e s o n h a m e a u o ù elle v i t e n c o r e d i x a n - n é e s , a l a n g u i e , b r i s é e p a r l a s o u f f r a n c e e t les p r i v a t i o n s .

P i e r r e D u r a n d , s o n f r è r e , d e q u i n z e a n s p l u s j e u n e , n a - q u i t é g a l e m e n t a u B o u s c h e t d e P r a n l e s , le 12 s e p t e m b r e 1 7 0 0 . T o u t d ' a b o r d l e c t e u r a u p r ê c h e d e s « a s s e m b l é e s », il p a s s a e n S u i s s e o ù il se p r é p a r a a u m i n i s t è r e p a s t o r a l à L a u s a n n e e t à Z u r i c h . A i n s i o u t i l l é e t c a c h a n t d a n s s o n c œ u r u n e s o l i d e v o c a t i o n a u m a r t y r e , il f r a n c h i t l a f r o n t i è r e e t m e n a j u s q u ' e n 1 7 3 2 u n e e x t r a o r d i n a i r e e x i s t e n c e d e « p r é - d i c a n t d u D é s e r t », p a r m o n t s e t p a r v a u x , e n C é v e n n e s e t e n V i v a r a i s . V i c t i m e d ' u n g u e t - a p e n s , il f u t c a p t u r é e t p e n d u e n l a c i t a d e l l e d e M o n t p e l l i e r , le 22 a v r i l 1732, s o i t d e u x a n s a p r è s l ' i n c a r c é r a t i o n d e s a s œ u r à A i g u e s - M o r t e s . Il f a u t l i r e c e s d e u x l i v r e s s i t o n i q u e s p o u r l ' e s p r i t .

P r a n l e s e n V i v a r a i s ! C ' e s t ce p e t i t h a m e a u o ù c h a n t e n t l e s c i g a l e s p a r les é t é s t r è s c h a u d s . C i n q o u s i x m a i s o n s b l o t t i e s d a n s l e s v i e u x c h â t a i g n i e r s et q u i r e g a r d e n t d e l e u r s f e n ê t r e s à m e n e a u x c o m m e a v e c d e s y e u x d e v i e i l l e s , q u i r e g a r d e n t s a n s v o i r l e s l o i n t a i n s h o r i z o n s d e c o l l i n e s , d e v a l l é e s e t d e m o n t a g n e s , p a r c e q u e le r e g a r d e s t t o u r n é e n d e d a n s v e r s d ' a u t r e s c o l l i n e s , v a l l é e s e t m o n t a g n e s , v e r s l e s h o r i z o n s d u r o y a u m e i n t é r i e u r s , v e r s l a d o u c e u r d u p a s s é e t l a l u m i è r e t r i o m p h a n t e d e s l e n d e m a i n s d e l a foi.

P r a n l e s ! ! q u i c o n n a î t le B o u s c h e t d e P r a n l e s ? L a S o c i é t é d ' H i s t o i r e d u P r o t e s t a n t i s m e F r a n ç a i s p o s s è d e d e p u i s q u e l - q u e s a n n é e s l a m a i s o n n a t a l e d e s D u r a n d . C h a q u e a n n é e , le l u n d i d e P e n t e c ô t e , les f i d è l e s d e t o u t e s les p a r o i s s e s p r o - t e s t a n t e s d e s e n v i r o n s s ' y r é u n i s s e n t e n u n e a s s e m b l é e c o m - m é m o r a t i v e o ù l a « c h a i r e d u D é s e r t » e s t o c c u p é e p a r u n p r é d i c a t e u r , o ù le v i n e t le p a i n d e l a c o m m u n i o n s o n t of-

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f e r t s d a n s d e v i e u x é t a i n s d u t e m p s . L a m a i s o n v a u t l a p e i n e d ' ê t r e v i s i t é e ; elle e s t d ' u n s t y l e c a m p a g n a r d s i m p l e e t c h a r m a n t d a n s u n s i t e m e r v e i l l e u x . S u r l a f a ç a d e , u n e p l a q u e d e m a r b r e r a p p e l l e l e s d a t e s d e s d e u x h é r o s d e l a foi. L ' a n t i q u e c u i s i n e s e r t d e « m u s é e » d a n s l e q u e l o n t é t é r e c u e i l l i s q u e l q u e s s o u v e n i r s d u t e m p s o ù l a f o i c h a n t a i t les p s a u m e s d e v i c t o i r e e t d e c o n s o l a t i o n . O n a c c è d e a u B o u s c h e t d e P r a n l e s , s o i t p a r P r i v a s , s o i t p a r l e s O l l i è r e s - s u r - E y r i e u x .

L a p a t r i e d e M a r i e D u r a n d ! E l l e e s t c o l o r é e , â p r e e t t e n - d r e t o u t à la f o i s ; m é d i t a t i v e , r e p l i é e s u r e l l e - m ê m e , e l l e c h a n t e a u x b e l l e s h e u r e s d e l ' é t é l a c h a n s o n d u s o l e i l , l a c h a n s o n d u c œ u r é p r i s d e D i e u . N o u s v o u l o n s d i r e i c i l a b e a u t é d u V i v a r a i s , l ' â m e f e r v e n t e e t s i m p l e d e c e t t e A r d è - c h e q u i , e n d e s a n n é e s m é m o r a b l e s d e r é v e i l d e la foi, n o u s i n s p i r a i t c e t t e p r i è r e c h a n t é e :

« T o n A r d è c h e , ô P è r e , f a i s l a r e f l e u r i r ».

M a i s l ' A r d è c h e e s t g r a n d e ; a u x m o n t a g n e s s u c c è d e n t les m o n t a g n e s , a u x v a l l é e s d ' a u t r e s v a l l é e s . Il f a u d r a i t b i e n d e s l i v r e s p o u r é c r i r e e t c h a n t e r le b e a u p a y s . C ' e s t p o u r q u o i n o u s n o u s a r r ê t e r o n s à P r a n l e s , m o d e s t e c o m m u n e d e c i n q c e n t c i n q u a n t e h a b i t a n t s , s a n s h ô t e l s , s a n s a u b e r g e s , s a n s r é c l a m e . L à , d a n s u n e t r a n q u i l l e i n t i m i t é , n o u s r e g a r d e r o n s , n o u s é c o u t e r o n s , n o u s a p p r e n d r o n s , n o u s a i m e r o n s l ' â m e d ' u n v i e u x p a y s . Ce p a y s n ' e s t p a s f a i t p o u r ê t r e m o n t r é . Il n e se p r ê t e p a s a u x e x p l i c a t i o n s . Il e s t , s i m p l e m e n t , e t s e s u f f i t à l u i - m ê m e . Il f a u t le d é c o u v r i r e t o n n e le d é c o u v r e q u e d a n s u n é l a n d u c œ u r . Ce p a y s , c ' e s t - à - d i r e , le V i v a - r a i s , l ' A r d è c h e , l a g r a n d e f a m i l l e , u n i e , h o m o g è n e d e s v i l - l a g e s , d e s h a m e a u x e t d e s f e r m e s q u i m e u b l e n t s o n t e r r a i n o n d u l é , m o u v e m e n t é c o m m e les v a g u e s p é t r i f i é e s d ' u n v i e i l o c é a n . S o u s le g r a n d c i e l é t o i l é , l a n u i t , b r i l l e n t t o u s c e s f e u x s u r les c r ê t e s d e s c o l l i n e s ; o n d i r a i t le r e f l e t s c i n t i l -

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l a n t d e s é t o i l e s d a n s les s o m b r e s é l é m e n t s d ' u n e t e r r e t o u r - m e n t é e o u e n c o r e l ' h u m b l e r é p o n s e d e la f o i d e s f i d è l e s à la c o n s t a n t e i n s p i r a t i o n d ' e n - h a u t . F a m i l l e u n i e , d i s i o n s - n o u s ! O u i , t o u s c e s v i l l a g e s s o n t p a r e i l s , t o u t e s c e s f e r m e s v é t u s t e s se r e s s e m b l e n t , t o u t e s c e s v i e i l l e s g e n s , t o u t e s c e s b ê t e s , t o u s c e s v i s a g e s e t le v i e u x p a r l e r d ' O c , p a t o i s s o n o r e e t v i f , o n t u n a i r d e p r o c h e p a r e n t é . C ' e s t d o n c u n e f a m i l l e q u e n o u s a v o n s à c o n n a î t r e , u n e t e r r e , u n p e t i t p a y s . P a r - f o i s , d a n s l ' â t r e d ' u n e d e c e s v i e i l l e s d e m e u r e s , il e s t u n e f e m m e r i d é e e t s e r e i n e , l ' a ï e u l e c o u r b é e s o u s le p o i d s d e s a n s q u i i n c a r n e a u m i l i e u d e s s i e n s l ' â m e d e l a m a i s o n . L e s t r a i t s d e c h a c u n e n elle se r e t r o u v e n t , les r e g a r d s , l e s g e s - t e s , le l a n g a g e d e la foi. A i n s i n o u s n o u s a r r ê t e r o n s a u x v i l l a g e s d e P r a n l e s : C h a m a r o u a n , le S e r r é , le B o u s c h e t , P l e i n e s e l v e . P e t i t e v i e i l l e c o m m u n e , c o u r b é e p a r les a n s , n o u e u s e c o m m e s e s c h â t a i g n i e r s , s e r e i n e e t c o u r a g e u s e a u - t a n t q u e s e s v i e i l l a r d s . E n n o u s p e n c h a n t s u r elle, n o u s n o u s s e r o n s p e n c h é s s u r le m i r o i r d e l ' a n t i q u e V i v a r a i s .

E n v é r i t é , d a n s c e p a y s , l e s g é n é r a t i o n s s o n t si é t r o i t e - m e n t u n i e s e n t r e elles, la c h a î n e d e f i l i a t i o n t e l l e m e n t h o - m o g è n e d a n s t o u s s e s c h a î n o n s q u e , l o r s q u e l ' o n r e n c o n t r e u n h o m m e , u n e f e m m e , à l e u r b e s o g n e , o n n ' e s t j a m a i s b i e n s û r q u ' i l s s o i e n t c o n t e m p o r a i n s . S o n t - i l s d e s f r è r e s d ' h u - m a n i t é d u X X s i è c l e o u b i e n p e u t - ê t r e c e t t e t e r r e e n d i a b l é e n ' a - t - e l l e p a s le m y s t é r i e u x p o u v o i r d e n o u s f a i r e r e m o n t e r le c o u r s d u t e m p s ? E t a l o r s , c o m b i e n d e s i è c l e s ?

L ' h o m m e a r d é c h o i s e s t u n h o m m e s a n s s i è c l e o u p l u t ô t , il e s t l ' h o m m e d u s i è c l e d e s s i è c l e s .

A u s e u i l d e la s e c o n d e g u e r r e m o n d i a l e , o n f ê t a d a n s la p e t i t e b o u r g a d e d e V i l l e n e u v e - d e - B e r g , e n B a s s e - A r d è c h e ,

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O l i v i e r d e S e r r e s l ' i n v e n t e u r d u m û r i e r e t d e la p o m m e d e t e r r e 1 d a n s les p r o v i n c e s m é r i d i o n a l e s f r a n ç a i s e s , le p è r e d e l ' a g r i c u l t u r e r a t i o n n e l l e , h u g u e n o t d e g r a n d e l i g n é e . C e f u r e n t d e b i e n b e l l e s f ê t e s o ù a f f l u è r e n t d e s f o u l e s i m m e n - ses. L a v e r v e c a n i c u l a i r e d e s c i g a l e s é t a i t à s o n c o m b l e ce j o u r - l à : c ' é t a i t l a g r a n d e o r c h e s t r a t i o n d e s j o u r s s o l e n n e l s s o u s le v e l u m b l e u d ' u n c i e l i m p l a c a b l e . O n m ' a v a i t d i t : P u i s q u e v o u s a l l e z à V i l l e n e u v e - d e - B e r g , n e m a n q u e z p a s d e v o i r la m a i s o n n a t a l e d ' A n t o i n e C o u r t — A n t o i n e C o u r t f u t le d e r n i e r d e s p r é d i c a n t s d u D é s e r t , r é o r g a n i s a t e u r d e l ' E g l i - se R é f o r m é e d e F r a n c e si m a l m e n é e et f i n a l e m e n t d é c a p i - t é e p a r les p e r s é c u t e u r s d e l a f o i é v a n g é l i q u e — m a i s il é t a i t b i e n d i f f i c i l e d e c i r c u l e r d a n s l a p e t i t e c i t é , si d e n s e é t a i t l a f o u l e d e s v i s i t e u r s . J ' a v i s e u n g a r ç o n - s e r v e u r s u r l a t e r r a s s e d ' u n c a f é :

— P o u v e z - v o u s m ' i n d i q u e r l a m a i s o n n a t a l e d ' A n t o i n e C o u r t , s'il v o u s p l a î t ?

— A n t o i n e C o u r t ! A n t o i n e C o u r t ! V o u s c h e r c h e z A n - t o i n e C o u r t ! T e n e z , il é t a i t là, il y a c i n q m i n u t e s . P r e n e z l a r u e d r o i t e e t m a r c h e z v i t e , M o n s i e u r , v o u s le r a t t r a p e r e z s û r e m e n t !

V o u s le r a t t r a p e r e z s û r e m e n t ? L ' h i s t o i r e e s t t e l l e m e n t e n r a c c o u r c i d a n s ce p a y s d ' A r d è c h e , q u ' o n a t o u t le t e m p s

1. Olivier de Serres raconte lui-même un voyage qu'il fit en West- phalie d'où il rapporta un tubercule noir « quelque peu semblable à la truffe », qu'il cultiva et répandit en Ardèche. Il s'agissait de la pomme de terre que deux siècles plus tard Parmentier introduira à la cour. Dans toute l'Ardèche, on appelle encore les pommes de terre

« tartiffles » (déformation évidente de Kartoffel). Le plat national du Vivarais est la « crique », sorte de galette grasse apprêtée à la poêle avec des pommes de terre râpées crues auxquelles on ajoute un œuf et de l'ail. Or, nos livres de cuisine indiquent la recette sous la ru- brique : pommes de terre à la Westphalienne. Olivier de Serres a donc rapporté d'Allemagne non seulement la chose, mais encore le nom et la recette culinaire qui se sont perpétués en Vivarais j u s q u ' à ce jour.

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l ' i m p r e s s i o n , q u a n d o n p e n s e à u n p e r s o n n a g e d u p a s s é , q u ' e n t o u r n a n t à d r o i t e là, d a n s c e p e t i t c h a r e y r o n 1 d e v i l - l a g e , et e n p r e s s a n t u n p e u le p a s o n v a p o u v o i r le r a t t r a p e r . A i n s i , t e n e z , M a r i e D u r a n d , j e l ' a i v u e l ' a u t r e j o u r e n v r a i d a n s s a m a i s o n . P a s d a n s s a m a i s o n n a t a l e d u B o u s - c h e t ! N o n ! E l l e é t a i t r e n t r é e , j e c r o i s d e p u i s d e u x o u t r o i s a n s d e s a l o n g u e e t d u r e c a p t i v i t é . O n m ' a v a i t d i t : « V o y e z c e t t e m a i s o n h a u t e à S a i n t - J e a n q u ' o n d i r a i t u n e p e t i t e f o r - t e r e s s e , c ' e s t l à q u e M a r i e D u r a n d e s t m o r t e p r é m a t u r é - m e n t ». B i e n s û r , j ' y s u i s m o n t é . P a s f a c i l e d ' a c c è s c e t t e m a i s o n ! V o u s t o u r n e z e t t o u r n e z e n c o r e , d e c o u r e n r u e l l e e t d e r u e l l e e n c o u r . . V o u s e s c a l a d e z le v i e i l e s c a l i e r d e p i e r - r e s u s é e s , v o u s p o u s s e z l a p o r t e e t v o u s v o i l à d a n s u n e i m - m e n s e c u i s i n e t o u t e n o i r e d e f u m é e , j e v e u x d i r e q u e la f u m é e d e c i n q s i è c l e s a u m o i n s s ' e s t a c c u m u l é e s u r les m u r s e t d a n s l e s r e n f o n c e m e n t s , a u p l a f o n d à l a f r a n ç a i s e , e t s u r t o u s les b o i s a p p a r e n t s . L a c h e m i n é e e s t m o n u m e n t a l e . S o u s s o n m a n t e a u t r o u v e r a i e n t p l a c e a s s i s e , a u m o i n s d i x « d r a - g o n s d u R o y ». O n v o u s m o n t r e r a les m e u r t r i è r e s a u - d e s s u s d e l a p o r t e , le v e s t i b u l e e n c h i c a n e e t p r è s d u f e u les d o u b l e s c r o c h e t s o ù les a n c i e n s m a î t r e s - s e i g n e u r s s u s p e n d a i e n t l e u r f u s i l . J e m e r e t o u r n e e t q u i v o i s - j e ? M a r i e D u r a n d e n p e r s o n n e . P e t i t e , b o s s u e , c o u r b é e , o u i c ' e s t c e l a , c o u r b é e e t r a t a t i n é e a v e c s a v i e i l l e , s a v e r t e , s o n a m p l e e t l o u r d e j u p e , s o n c o r s a g e u s é , s o n c h â l e et s o n b o n n e t b l a n c à d e n t e l l e s . J ' e n é p r o u v e u n c h o c . C o m m e o n v o i t q u ' e l l e a s o u f f e r t t r e n t e - h u i t a n n é e s e n p r i s o n ! Q u e l l e s r i d e s ! M a i s q u e l l e n o b l e s s e a u s s i d a n s le r e g a r d ! E l l e e s t là, se t a i l l a n t d a n s l a m i c h e u n e p i è c e d e p a i n o ù elle é t a l e d u b e u r r e d e s a m a i n t r e m b l a n t e , a y a n t p r i s la m o t t e e t le c o u t e a u a v e c le p a i n , d a n s le p é t r i n . M a r i e D u r a n d ! J ' e n t e n d s s a v o i x e t j e

1. Etroite ruelle pavée où peuvent cependant passer les charettes.

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v a i s l u i p o s e r d e s q u e s t i o n s s u r le t e m p s d e s a c a p t i v i t é q u a n d u n e v o i s i n e e n t r e et l ' a p p e l l e e n l a n o m m a n t : M a - d a m e B r i o u d e ; J ' é t a i s d é ç u . M a i s a u f a i t , s a i t - o n j a m a i s ? O n l u i a p e u t - ê t r e c h a n g é s o n n o m t o u t s i m p l e m e n t p o u r l ' a i d e r à o u b l i e r s a d u r e é p r e u v e .

A l o r s , j e m e s u i s m i s à c h e r c h e r P i e r r e D u r a n d , s o n j e u n e f r è r e . J e l ' a i c h e r c h é d a n s l e s v i l l a g e s , a u x c h a m p s , a u t e m p l e le d i m a n c h e — m a i s il y a v a i t si p e u d ' h o m m e s — à la f o n t a i n e , à l a c h a s s e . . . e t j e v o u s a s s u r e q u e j e l ' a i s o u - v e n t r e n c o n t r é .

U n j o u r , j e l ' a i r e c o n n u et c ' é t a i t u n g a r s d e d i x - h u i t a n s . Il s o i g n a i t l e s b ê t e s d e s o n p è r e E t i e n n e .

U n a u t r e j o u r , j e l ' a i v u . C ' é t a i t u n h o m m e m û r e t r é - f l é c h i . A s s e z m a u v a i s e m i n e , t e i n t c i r e u x . J e l ' a i q u e s t i o n - n é m a i s il é t a i t p e u l o q u a c e , m é f i a n t , j e c r o i s . C ' e s t q u ' i l a v a i t à c a m o u f l e r s a v i e d e p r é d i c a n t ! F l a i r a i t - i l e n m o i le m o u c h a r d ?

U n e a u t r e f o i s , j e l ' a i v u s ' e n f u i r . Il c o u r a i t s o u s l e s c h â - t a i g n i e r s , p a r m i l e s g e n ê t s . Il p a r a i s s a i t l a s d e s a v i e t o u - j o u r s e r r a n t e . J e n ' e n m e t t r a i s c e p e n d a n t p a s m a m a i n a u f e u q u e ce f û t lui. U n d o u t e s u b s i s t e e n c o r e .

A l o r s , si v o u s v o u l e z b i e n , v e n e z a v e c m o i , n o u s le c h e r - c h e r o n s e n s e m b l e . J e v o u s m è n e r a i d ' a b o r d s u r les c h e m i n s d e s o n p a y s . J e v o u s m o n t r e r a i t o u t , c a r il f a u t v o i r s a m a i - s o n , s o n v i l l a g e , s e s c h â t a i g n i e r s , s e s t e r r e s . Il f a u t t o u t v o i r , t o u t s e n t i r a u x q u a t r e s a i s o n s . E t c u e i l l i r c e s f l e u r s q u ' i l a a i m é e s et v i v r e s o u s s o n ciel. V e n e z ! L a i s s e z - v o u s c o n d u i r e a u p a y s d e ce r i c h e p a s s é . P e u t - ê t r e le d i s t i n g u e - r e z - v o u s a v a n t m o i s u r la p l a c e d u m a r c h é d e P r i v a s o u le r e c o n n a î t r e z - v o u s e n p r e m i e r d a n s t o u s c e u x q u e j e v o u s p r é s e n t e r a i d a n s la s u i t e , a u n a t u r e l . E t si n o n , t a n t p i s ! V o u s n ' a u r e z p a s p e r d u v o t r e j o u r n é e d a n s c e b e a u p a y s d e m o n c œ u r .

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V e n e z , n o u s p a r t o n s ! P a r l a p l u m e e t le c r a y o n p u i s s e m a i n t e n a n t s ' o p é r e r le m i r a c l e d e n o t r e c o m m u n e b a l l a d e a u p a y s d e s m i r a g e s e t d e l a foi.

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Présentation de Pranles

Ainsi, nous allons visiter notre « petite vieille commune » de Pranles. Voulez-vous que nous montions à pied par les raccourcis ? Nous verrons tant de jolies choses tout le long du chemin ! Nous quittons Privas dans l'après-midi, en direction du Nord, par la route des Ollières. Nous passons un pont sur un profond ravin, traversons le faubourg du Petit-Tournon à califourchon sur sa colline et qu'on dirait être un village du maquis Corse : maisons blanches et grises, bleues et roses, pelotonnées sur le bord de l'abîme et qui semblent regarder par-dessus la ballustrade de leurs terrasses voûtées — de leurs couradous, comme on dit en Ardèche — ce qu'on peut bien faire encore dans ces vieux moulinages de soie qu'une eau sonore actionne au fond du vallon ! Un second pont, un second ravin tout aussi abrupt, et nous voilà en bas de la pente qu'il nous faut escalader. Laissons la route à sa lente méditation.

Ces routes d'Ardèche sont de belles filles, amoureuses des

lignes et des courbes arrondies, lentes dans leurs gestes

et curieuses autant que les habitants de ce pays. Il leur

faut beaucoup de temps pour escalader les pentes : chaque

ruisseau les intéresse, qu'elles passeront sur un pont de

granit au fond de la combe ; chaque pli de terrain les

attire, et cette bosse à contourner n'est que le prétexte à

visiter un nouveau repli, à traverser un nouveau bois de

pins, à gravir un nouveau belvédère. Pensez donc, que

de choses à voir, à entendre, et pourquoi se priverait-on

de passer tout là-bas vers ces trois maisons solitaires où il

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se dit sûrement des choses importantes à la fontaine ? Quant à nous, nous allons prendre le vieux chemin, non celui des autos, non celui des diligences mais le chemin pavé des caravanes muletières du Moyen-Age. Il grimpe dur. Courage ! Nous en avons pour deux petites heures.

Il escalade d'abord les vignes en terrasses. Un cyprès ici, un autre là montrent la direction à suivre de leur flèche sombre. Voici Bellevue, le hameau accroché sur ses mu- rettes en plein vignoble. Montons encore. Voici les pre- miers châtaigniers qui enfouissent leurs pieds nus dans les hautes fougères et la bruyère rose. De marche en marche, car le chemin devient sentier et le sentier escalier, voire échelle — les échelons sont de solide grès usé par les semelles et les clous de dix siècles d'histoire — de mar- che en marche, nous nous élevons jusqu'à la zone des pins résineux. Ce sont de beaux arbres aux longues aiguilles sinueuses d'un vert très tendre : le pin maritime. L'écorce est d'un mauve-gris, écailleuse, oscellée. Ce conifère est la parure élégante de nos vallées d'Ardèche où il proli- fère à l' « adrey » 1

Plus haut, nous trouverons le pin sylvestre, au tronc rouge, au feuillage bleuté : petites aiguilles jumelées, cou- leur feuille d'olivier.

Montons encore. Toujours le pin maritime, toujours la roche granuleuse et ferme. Sentez-vous l'odeur de résine ? Entendez-vous la brise légère dans les pins ? Je ferme les yeux et me voici transporté auprès de la mer bleue : les vagues sonores viennent mourir à mes pieds ; le soleil brûle ; ni les cigales, ni les parfums capiteux ne manquent à la fête.

J'ouvre les yeux, et non ! Ce n'est pas la Méditerranée à mes pieds, mais, à gauche la grise, l'aride et profonde

1. Versant sud des montagnes.

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v a l l é e d ' O u v è z e ; t o u j o u r s d a n s l e s g r i s , le t r è s s t é r i l e m a s s i f c a l c a i r e d u G r a s q u i m a s q u e le R h ô n e , e t q u ' u n m i e n a m i s e p l a i s a i t à n o m m e r l ' A r a b i e P é t r é e d e l a F r a n c e : l a n d e i n c u l t e d e « f r i g o u l e t t e » 1 e t d ' a j o n c s . A u c e n t r e , e t b i e n d a n s le c r e u x d ' u n v a s t e c i r q u e d e m o n - t a g n e s o ù s ' h a r m o n i s e n t l e s b r u n s e t l e s o c r e s d a n s le b l e u v a p o r e u x d e s l é g è r e s f u m é e s d u s o i r , P r i v a s , s e s c l o c h e r s , s o n b e f f r o i , s o n c a l v a i r e a u x t r o i s c r o i x s u r u n r o c d e b a s a l t e . A u d e l à , p l u s a u f o n d , l e s f o r m e s v o l c a - n i q u e s l i n é a i r e s d u C o i r o n , g r i s d ' a c i e r . A d r o i t e , e t p l u s p r o c h e , l a p i n è d e à l ' a s s a u t d e s c r ê t e s v e r s M é z i l l a c e t l e P u y . E t , p a r - d e s s u s t o u t c e l a , le g r a n d ciel r h o d a n i e n , d u r et p r o f o n d , i n t e n s é m e n t b l e u .

Q u e l q u e s v e s t i g e s d ' u n e g e n t i l h o m m i è r e e n r u i n e , a v e c s e s q u a t r e t o u r s d é m o l i e s , d é f e n s e a v a n c é e d u v i e u x P r i v a s . U n e f e r m e , p u i s d e u x s u r l a p e n t e . Q u e l q u e s p r é s . N o u s m o n t o n s e n c o r e e t r e j o i g n o n s b i e n t ô t l a g r a n d ' r o u t e . D i e u s a i t c o m b i e n d e k i l o m è t r e s elle a f a i t p o u r a r r i v e r l à ? N o u s s o m m e s à l a « G a r e n n e ». D e s p i n s e n c o r e ! U n s o u s - b o i s d e b r u y è r e s . S u r c e t t e a l l é e d e p a r c q u i m o n t e d o u c e m e n t d a n s le b o i s — c ' e s t l a r o u t e n a t i o n a l e q u e n o u s s u i v o n s m a i n t e n a n t — n o u s a l l o n s c h e m i n e r s a n s e f f o r t s . « J e m ' i n q u i è t e p o u r le M o u l i n à V e n t », d i s a i t i c i - m ê m e u n e p e t i t e fille l a s s e d u c h e m i n m o n t u e u x , i m p a - t i e n t e d ' a r r i v e r s u r le col. C a r n o u s a p p r o c h o n s d ' u n col, c e l u i - l à m ê m e d ' o ù l a r o u t e p a r e s s e u s e d e s c e n d r a a u v e r -

sant de l' « ubac » 2 dans le val de Boyon, en direction des Ollières, la vallée des pêchers roses et des blancs cerisiers. En effet, on croit toujours arriver au col, et c'est encore un tournant et puis un autre. Non ! Cette fois-ci nous y sommes : le « Moulin à vent » ! Vraiment,

1. Frigoulette en Vivarais, farigoule en Provence, c'est le t h y m des garrigues.

2. Versant nord.

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il n ' y a p a s d e q u o i s ' i n q u i é t e r . S o l i d e m e n t c a m p é s u r s o n col, le v i e u x m o u l i n d e p i e r r e , d o u b l é d ' u n c o r p s d e b â t i - m e n t m a s s i f , a t o u t l ' a i r d e q u e l q u ' u n q u i a b e a u c o u p d e c h o s e s à r a c o n t e r et t o u t a u t a n t à c o m m a n d e r . S a n s d o u t e a - t - i l p e r d u s e s a i l e s à f o r c e d ' é c o u t e r le v e n t , le g r a n d v e n t d e s a b î m e s d u c i e l ! Q u a n t à l a v i e i l l e c a s e r n e o n v o u d r a i t s a v o i r s o n h i s t o i r e : r e l a i s d e d i l i g e n c e ? C a n t o n - n e m e n t p o u r l e s d r a g o n s d u r o i ? S a n s d o u t e a - t - e l l e j o u é s o n r ô l e d a n s l a r é p r e s s i o n d e s r e l i g i o n n a i r e s a u x X V I I e t X V I I I s i è c l e s . Q u o i q u ' i l e n s o i t , c ' e s t i c i la p o r t e d e P r a n l e s .

U n e f o i s d e p l u s , l a i s s o n s la r o u t e à s a l o n g u e h i s t o i r e e t s u i v o n s s o n e m b r a n c h e m e n t d e P r a n l e s , p l u s s i n u e u x , p l u s c u r i e u x , p l u s p r u d e n t a u s s i , b r e f p l u s a r d é c h o i s . E n s o m m e , P r a n l e s e s t là t o u t p r è s , à p o r t é e d e v u e , à p o r - t é e d e v o i x et, c e p e n d a n t , le r u b a n se d é r o u l e , se n o u e e t se d é n o u e , s a u t e d e s r u i s s e a u x e t v i s i t e d e s r a v i n s t o u t e l a l o n g u e u r d e t r o i s k i l o m è t r e s . M a i s , n o u s a v o n s le t e m p s . N e n o u s p r i v o n s p a s d e s g r â c e s d ' u n e si j o l i e p r o m e n a d e . L a p e t i t e r o u t e d e s c e n d m a i n t e n a n t e n p e n t e d o u c e . N o u s c u e i l l e r o n s q u e l q u e s b r i n s d e b r u y è r e , la v r a i e b r u y è r e , l ' é r i c a d e s m o n t a g n e s . D ' a i l l e u r s , n o u s f o u l o n s d é j à le s o l d e P r a n l e s ; n o u s s o m m e s d a n s l a d e m e u r e d e la p e t i t e v i e i l l e c o m m u n e . V o i c i V e r n a s , e m b r a n c h e m e n t d ' u n e a u t r e p e t i t e r o u t e q u i s ' e n v a , p a r le col d e s C r o i x d e C r é s e i l l e s v e r s l e s v i l l a g e s d e l a P e r v e n c h e et d e S a i n t - J u l i e n - d u - G u â .

A r r ê t o n s - n o u s u n i n s t a n t s u r le t a l u s ; r e s p i r o n s à p l e i n s p o u m o n s les f r a i s p a r f u m s d e l a f o r ê t , l ' o d e u r d e s p i n s , la f r a î c h e u r d e s m o u s s e s . L e soleil, à p a s f e u t r é s , d a n s e a v e c les o m b r e s s u r la r o u t e s a b l e u s e q u ' i l m é t a m o r p h o s e e n u n d o u x m a r o q u i n n o i r e t o r .

N o u s s o m m e s à P r a n l e s , d e m e u r o n s - y , c a r c e p a y s e s t u n e d e m e u r e , u n e d e m e u r e d e s a n c i e n s . U n e d e m e u r e , e n

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g é n é r a l , a p l u s i e u r s é t a g e s . O r , n o u s a r r i v o n s i c i d e p l e i n p i e d à l ' é t a g e c o m m u n é m e n t h a b i t é . L à , d ' u n b o r d à l ' a u - t r e , c ' e s t - à - d i r e d e s c r ê t e s q u i d o m i n e n t P r i v a s e t l ' O u v è z e , a u x c r ê t e s q u i s u r p l o m b e n t l e s O l l i è r e s e t l ' E y r i e u x , s u r u n e m ê m e t e r r a s s e e n b a l c o n , f a c e a u x t r è s l o i n t a i n e s A l p e s , s ' é g r è n e t o u t u n c h a p e l e t d e h a m e a u x , d e C h a m a - r o u a n à P l e i n e s e l v e e t F r a n c h a s s y .

N o u s a u r i o n s p u d e s c e n d r e d a n s c e t t e c a v e f r a î c h e e t m o u s s u e q u ' e s t le v a l B o y o n , l à à n o s p i e d s , c a v e h u m i d e d e l a d e m e u r e , c r y p t e q u e t r a v e r s a i e n t d e s i è c l e e n s i è c l e , d a n s u n l o i n t a i n p a s s é , le m e r c e n a i r e r o m a i n , l a c a r a v a n e m é d i é v a l e d e s m a r c h a n d s , l e s s o l d a t s d e F r a n ç o i s I e t d ' H e n r y I V e t les d r a g o n s d u R o y S o l e i l . O n p e u t s u i v r e e n c o r e , d a n s le b a s - f o n d , t o u t le l o n g d u c l a i r r u i s s e a u , ce v i e u x c h e m i n p a v é q u i f u t t é m o i n d e t a n t d e c h e v a u c h é e s , a u j o u r d ' h u i d é l a i s s é a u p r o f i t d e l a g r a n d ' r o u t e q u i , m a j e s t u e u s e m e n t , d é r o u l e s o n r u b a n d ' a s p h a l t e d a n s la c h â t a i g n e r a i e s u r l ' a u t r e v e r s a n t d e l a v a l l é e .

M a i s r e v e n o n s à n o t r e c h a p e l e t d e v i l l a g e s , à l ' é t a g e h a b i t é . N o u s p a s s e r o n s d e l ' u n à l ' a u t r e e n p r o m e n e u r s c u r i e u x d e t o u t . V o u s c o n n a i s s e z c e s m a i s o n s d ' a u t r e f o i s o ù , p o u r p a s s e r d ' u n e a i l e à l ' a u t r e d u b â t i m e n t , p a r f o i s m ê m e d ' u n e c h a m b r e à u n e a u t r e c h a m b r e , il f a u t t r a v e r - s e r d e s c o u l o i r s o b s c u r s e t c o n t o u r n é s . Ici, p o u r p a s s e r d ' u n h a m e a u à l ' a u t r e , q u e d e s u r p r i s e s h e u r e u s e s ! V o y e z c e t t e v o û t e f r a î c h e q u e f o n t l e s c h â t a i g n i e r s ; p l u s l o i n , ce c h e m i n t o u t d r o i t , t e l u n c o r r i d o r s o u s les p i n s o ù l ' a u t o m n e a d é r o u l é s o n t a p i s n o n d e h a u t e l a i n e , m a i s d e h a u t e s a i g u i l l e s ; p l u s l o i n e n c o r e , ce r a v i n i n s o u p ç o n n é , à c o n - t o u r n e r p o u r a r r i v e r a u d e r n i e r h a m e a u .

A u - d e s s u s d e V e r n a s , C h a m a r o u a n , le p r e m i e r d e s v i l l a g e s , si l ' o n p e u t a p p e l e r v i l l a g e ce c o n g l o m é r a t d e v i e i l l e s m a i s o n s e n r u i n e s , a c c o u d é à l a b a l u s t r a d e d e s o n b a l c o n c o m m e u n p e t i t v i e u x t o m b é e n e n f a n c e . S u r s o n a i r e t o r r é f i é e , a b r u t i d e s o l e i l e n p l e i n m i d i , il n ' a p l u s d e

(27)

v i e q u ' e n u n e s e u l e d e s e s q u a t o r z e m a i s o n s , o ù v i t a c t u e l - l e m e n t , s o l i t a i r e , l a c o n c i e r g e d u t e m p l e p r o t e s t a n t . R e s - c a p é e d ' u n e f u i t e g é n é r a l e , d ' u n e x o d e d e s t r u c t e u r , l a v i e i l l e s e r a p p e l l e le t e m p s h e u r e u x d e s o n e n f a n c e , o ù l e s q u a t o r z e c h e m i n é e s d u v i l l a g e m ê l a i e n t d a n s le ciel l e u r s f u m é e s b l e u e s a u x h e u r e s d u s o i r . Si a r i d e e s t le l i e u , si â p r e le sol, si p e t i t e la p r o p r i é t é d e c h a c u n , q u e l a v i e y é t a i t d e v e n u e i m p o s s i b l e : t o u t le m o n d e e s t p a r t i . S e u l e s , l e s d e m e u r e s s o n t r e s t é e s e t s e m b l e n t r ê v e r d e p u i s d e s s i è c l e s . Il e n e s t d e m ê m e d e s d e u x o u t r o i s h a m e a u x s u i v a n t s . A u c u n n ' e s t c o m p l è t e m e n t a b a n d o n n é . I l y a t o u j o u r s q u e l q u e s b o n n e s g e n s f i d è l e s , p i e u s e s v e s t a l e s d e s t e m p s r é v o l u s .

R e p r e n o n s , d e V e r n a s , l a r o u t e d u c h e f - l i e u . N o u s l a i s - s o n s à g a u c h e le m a n o i r d u C l a p , a n c i e n n e d e m e u r e d u p a s t e u r D e l o n , a c t u e l l e m e n t h a b i t é e p a r s e s d e s c e n d a n t s q u i c u l t i v e n t le d o m a i n e . Ce f u t l a g e n t i l h o m m i è r e d ' u n p e t i t s e i g n e u r t e r r i e n a u s i è c l e d ' H e n r y I V . P a t i n é e p a r l e s a n s , d o r é e p a r l e s l o n g s é t é s s a n s p l u i e , elle e s t si b e l l e à v o i r e n a v r i l , q u a n d e l l e s ' é v e i l l e d e s a t o r p e u r e t f a i t u n b r i n d e t o i l e t t e p o u r e n t r e r c o r p s e t b i e n s d a n s l a r o n d e f l e u r i e d u g r a n d p r i n t e m p s .

L a r o u t e s ' é l è v e e n c o r e q u e l q u e p e u ; n o u s v o i c i a u n i v e a u d e l ' a n c i e n n e E c o l e d e s S o e u r s : u n e m a i s o n n e t t e d é s a f f e c t é e s o u s l e s c h â t a i g n i e r s . D e là, n o u s v o y o n s P r a n l e s , le c h e f - l i e u , c ' e s t - à - d i r e , à l ' e x t r é m i t é d ' u n e d o u c e p r a i r i e e n c u v e t t e h a r m o n i e u s e , m e r v e i l l e u s e a u p r i n t e m p s , l a v i e i l l e é g l i s e p r o v e n ç a l e , s i v i e i l l e , si n o b l e e t v é n é r a b l e , q u e l e s c i n q o u s i x m a i s o n s q u i l ' e n t o u r e n t s e s o n t p é t r i - fiées à s e s p i e d s , p r o s t e r n é e s d a n s u n r e l i g i e u x s i l e n c e et q u ' u n g r a n d a r b r e a p o u s s é l à p o u r p r o t é g e r l ' i d y l l e , a u x s i è c l e s d e s s i è c l e s , d e s e s v o l u m i n e u s e s e t l a r g e s f r o n d a i - s o n s .

C e s c i n q m a i s o n s , l ' é g l i s e , le m a r r o n n i e r , c ' e s t P r a n l e s . A p p r o c h o n s - n o u s ! Q u e l q u e s c o u r b e s d e l a r o u t e , e n c o r e ,

(28)

Cliché Granger-Veyron

(29)

s o u s les c h â t a i g n i e r s q u i c i r c o n v i e n n e n t le p r é ; d e u x t o m b e s g a l l o - r o m a i n e s c r e u s é e s à m ê m e la p i e r r e d a n s c e s g r o s b l o c s d e g r è s e n b o r d u r e d u c h e m i n ; l ' é c o l e p r i m a i r e , s e u l e t t e d a n s s o n p e t i t j a r d i n o ù j o u e n t t r a n q u i l - l e m e n t , s o u s l ' œ i l b i e n v e i l l a n t d e l ' u n i q u e i n s t i t u t r i c e , u n e p o i g n é e d ' e n f a n t s d e t o u s â g e s ; p l u s l o i n , l ' é p i c e r i e - c a f é , t e r m i n u s d u c a r d e P r i v a s , m a i s o n p r o v e n ç a l e a u c r é p i r o s e , q u i c o n t e m p l e d e p u i s c e n t a n s l ' é g l i s e , e n s o m n o l a n t d a n s l a v e r d u r e .

C o n t i n u o n s ! Si le c h e f - l i e u d e P r a n l e s e s t le l i e u d e r e n d e z - v o u s d e l a v i e i l l e d e m e u r e , le h a l l d ' e n t r é e o u e n c o r e l ' o r a t o i r e d e p i é t é , le h a m e a u s u i v a n t , t r o i s c e n t s m è t r e s p l u s l o i n q u a n d o n a c o n t o u r n é le c i m e t i è r e , e s t la c h a m b r e c o m m u n e , la c u i s i n e o ù l ' o n v i t : O n e s t s e p t « f e u x » d a n s c e v i l l a g e ; o n s ' e n t e n d b i e n , o n se s e r r e les t o i t s , o n se s e r r e les c o u d e s . C ' e s t u n v i e u x « s e r r é » d e m a i s o n s q u i s ' a p p u i e n t f r a t e r n e l l e m e n t les u n e s c o n t r e les a u t r e s e t se s o u t i e n n e n t c o m m e d e v i e u x é p o u x p o u r n e p a s t r o p b o i t e r d a n s la vie, e t p o u r m i e u x s e c h u c h o t e r d e s c h o s e s à l ' o r e i l l e , p a r c e q u ' o n e s t d e v e n u u n p e u s o u r d a u x b r u i t s d u m o n d e . Ce h a m e a u , c ' e s t le S e r r é . Q u a n d v o u s l ' a b o r - d e z p a r le c h e m i n , d a n s l ' a p r è s - m i d i , il v o u s r e g a r d e e n c l i g n a n t d e l ' œ i l , à c a u s e d u s o l e i l c o u c h a n t t r o p l u m i n e u x . V e n e z a u S e r r é , il v o u s r e c e v r a b i e n , v o u s n ' e n r e p a r t i r e z p a s d é ç u s . V o u s y d é c o u v r i r e z le c œ u r d e l a p e t i t e v i e i l l e c o m m u n e d e P r a n l e s .

P l u s l o i n , c e t t e c o m b e à d é p a s s e r , ce r a v i n , c e s c h â t a i - g n i e r s , c e s p i n s ! V o i c i l a C r o i x d u B o u s c h e t , d ' o ù l a r o u t e v a d e s c e n d r e a u v e r s a n t d e l ' E y r i e u x . L e p a r f u m r é s i n e u x d e s p i n s m a r i t i m e s n o u s é n i v r e , l e s c i g a l e s n o u s é t o u r d i s - s e n t . S u i v o n s le c h e m i n s a b l o n e u x : n o u s a r r i v o n s e n c i n q m i n u t e s à la « c h a m b r e d u s o u v e n i r », c e t u n i q u e et d é l i c i e u x p e t i t v i l l a g e d e P i e r r e et d e M a r i e D u r a n d : le B o u s c h e t d e P r a n l e s . N o u s t r a v e r s o n s l a c h â t a i g n e r a i e d ' E t i e n n e D u r a n d , o ù se t i e n t c h a q u e a n n é e l ' A s s e m b l é e

(30)

c o m m é m o r a t i v e . V i e u x c h â t a i g n i e r s t o r d u s , t o r s a d é s , é v e n - t r é s , q u i s e r v e n t d e r é d u i t s e t d e g r a n g e s o ù l ' o n s e r r e p l a n - c h e s e t o u t i l s , o ù p i c o r e n t l e s p o u l e s , s t r i é s , r i d é s , m a i s t o u j o u r s v e r t s e t f o r t s et j e u n e s c o m m e l a f o i , r a c o n t e z - n o u s l ' é p o p é e , l e s s o u f f r a n c e s , l a t é n a c i t é e t l a j o i e d e s a m a n t s f i d è l e s d e l a P a r o l e d e D i e u !

L a p r e m i è r e m a i s o n e s t p r é c i s é m e n t c e l l e d e M a r i e D u r a n d a v e c s o n f o u r à p a i n , s a c o u r i n t é r i e u r e r u s t i q u e , s e s c a v e s p r o f o n d e s , s a c u i s i n e p r i m i t i v e d o n t l a c h e m i n é e m o n u m e n t a l e p o r t e , g r a v é e s u r la p i e r r e , l a d e v i s e d e s D u r a n d : L o u é s o y D i e u , s a « c a c h e t t e d e p r é d i c a n t s » — d e r r i è r e la p l a q u e d u f o y e r , u n t r o u d a n s l a m u r a i l l e d o n n e a c c è s à u n e v a c u i t é o b s c u r e e t s o u r d e q u i c o m m u n i q u e a v e c la c a v e , p a r o ù p o u v a i t s ' é c h a p p e r , e n c a s d e d é t r e s s e , le m i n i s t r e p o u r c h a s s é — s o n m o d e s t e m u s é e , s o n a i r e e n s o l e i l l é e à l ' a b r i d u v e n t . L a v i e i l l e m a i s o n e t s e s s œ u r s d u v i l l a g e r e g a r d e n t a u l o i n d a n s l a d i r e c t i o n d e ce v a l l o n d u N a v a l e t o ù , d a n s u n e n o c t u r n e f u s i l l a d e , l e s « d r a g o n s d u R o y » d i s p e r s è r e n t l ' a s s e m b l é e , e m m e n è r e n t d e s f i d è l e s p a r m i l e s q u e l s l a j o u v e n c e l l e q u i d e v a i t c o n n a î t r e t r e n t e - h u i t a n n é e s d u r a n t l a d o u l o u r e u s e c a p t i v i t é d ' A i g u e s - M o r t e s .

P l u s l o i n e n c o r e , p a r d e l à ce g r a n d e t p r o f o n d r a v i n b o i s é , q u e l e s t ce h a m e a u b l o t t i d a n s la v e r d u r e ? C ' e s t P l e i n e s e l v e , e n d o r m i d a n s s o n l o i n t a i n p a s s é , p a u v r e v i l l a g e a b a n d o n n é , r u i n é , e m b r o u s s a i l l é ; il f a u d r a i t u n L a n d r y o u u n G i o n o p o u r le d é c r i r e d a n s s o n a b a n d o n . Q u i r e c o n s - t r u i r a s e s r u i n e s ? Q u i d é c h i f f r e r a s e s v é t u s t e s p i e r r e s , s e s i n s c r i p t i o n s h e r m é t i q u e s o ù se l i s e n t c e p e n d a n t a u c h a m - b r a n l e d e s p o r t a i l s e f f o n d r é s le n o m d e q u e l q u e s v a i l l a n t s h o m m e s q u i p é r i r e n t d a n s les c h a î n e s s u r les g a l è r e s d u r o y ? P l e i n e s e l v e , p l e i n e f o r ê t , c h a m b r e a b a n d o n n é e d a n s l a v i e i l l e d e m e u r e , d é b a r r a s d e s s o u v e n i r s o u b l i é s !

T o u t l à - b a s , e n f i n , s u r l a d e r n i è r e c r o u p e a u d e l à d u d e r n i e r r a v i n , et f i è r e m e n t p e r c h é s u r l a r o c h e t e l u n a i g l e

(31)

a u x a g u e t s , le d e r n i e r v i l l a g e d r e s s é d a n s le ciel, c a b r é c o n t r e l e s v e n t s : F r a n c h a s s y , l a c i t a d e l l e d u p a y s . C o m m e C h a m a r o u a n p l o n g e s o n r e g a r d d a n s l e s b a s - f o n d s d e P r i v a s , d u h a u t d e s o n b a l c o n d e P r a n l e s , F r a n c h a s s y n a r g u e S t - S a u v e u r e t les O l l i è r e s d a n s l e u r p r o f o n d e e t c h a u d e v a l l é e d e l ' E y r i e u x .

E t v o i l à p o u r l ' é t a g e p r i n c i p a l ! M a i s , il y a u n é t a g e a u - d e s s u s , u n é t a g e m a n s a r d é , u n t o i t s u r la m a i s o n p o u r a b r i t e r t a n t d e r i c h e s s e , u n e t o u r d e g a r d e , u n d o n j o n f o r t i f i é p o u r v e i l l e r s u r l a d e m e u r e . N o u s a l l o n s y m o n t e r ! P o u r p a s s e r d ' u n é t a g e à l ' a u t r e , n o u s a v o n s l ' e s c a l i e r d e s c h a m p s , l ' é c h e l l e d e s « é c h a m p s » a v e c l e u r s « m u r e t t e s », c a r t o u t e l ' A r d è c h e e s t u n g i g a n t e s q u e b â t i d e m u r s s u p e r - p o s é s p a r l e s q u e l s les p e n t e s les p l u s a b r u p t e s , les m o i n s c u l t i v a b l e s , s o n t d e v e n u e s v i a b l e s , a r a b l e s e t f e r t i l e s . Ici, l e s t e r r a s s e s s u p e r p o s é e s s o n t f a i t e s à l a m e s u r e d e s c h â - t a i g n i e r s q u ' e l l e s s u p p o r t e n t . N o u s p r e n d r o n s a u S e r r é , ce c h e m i n c r e u x d e s b ê t e s q u i m è n e d ' a b o r d à la c l a i r e f o n t a i n e , p a t a u g e u n i n s t a n t d a n s la b o u e , l o n g e l e s

« é c h a m p s » à l ' o m b r e d e s c h â t a i g n i e r s , p é n è t r e le m y s - t è r e p a r f u m é d ' u n b o i s d e p i n s , t r a v e r s e u n r u i s s e a u et s ' é l è v e d e m a r c h e e n m a r c h e s u r l a p e n t e v e r s l a c r ê t e é c h e v e l é e , b a l a y é e p a r l e s v e n t s . P o u r p a s s e r d ' u n é t a g e à l ' a u t r e , d a n s l e s v i e u x m a n o i r s , l ' e s c a l i e r d e p i e r r e a u x m a r c h e s a p l a t i e s , u s é e s p a r l e s s i è c l e s , s ' é l è v e d o u c e - m e n t e n s p i r a l e s d a n s l ' é p a i s s e u r d e s m u r s . Ici, les m a r - c h e s s o n t d e g r è s : g r o s b l o c s s u p e r p o s é s a u x a n g l e s a r r o n - d i s p a r la n e i g e e t le v e n t . L e c h e m i n , t o u t e n m o n t a n t , c o n t o u r n e la m o n t a g n e , q u a n d , s u b i t e m e n t , l ' a s p e c t d u p a y s c h a n g e ; d e b r u n et g r i s , il d e v i e n t n o i r e t v e r t : n o i r e la p i e r r e d e b a s a l t e , v e r t s les c h â t a i g n i e r s a r r o s é s p a r l e s s o u r c e s . N o u s a v o n s q u i t t é l a z o n e s è c h e d u « g r è s d e V e s s e a u x » p o u r e n t r e r d a n s la c o u c h e v o l c a n i q u e d e p i e r r e d u r e . A d r o i t e et à g a u c h e d u c h e m i n , a u s s i l o i n q u ' o n p e u t v o i r , u n e f a l a i s e d e p r i s m e s b a s a l t i q u e s c i r c o n v i e n t la

(32)

m o n t a g n e c o m m e u n e s o m b r e c o u r o n n e l a t ê t e c h a u v e d ' u n v i e u x r o i . C e t t e a u t r e c o u r o n n e d e v e r d u d e a u p i e d d e l a f a l a i s e , b e l l e é c h a r p e n e u v e d e v i g o u r e u x c h â t a i g n i e r s , v i e n t d e ce q u e l ' e a u j a i l l i t p a r t o u t d e l a r o c h e n o i r e , i r r i g a n t les p r é s et l e s j a r d i n s .

M o n t o n s e n c o r e . N o u s d é p a s s o n s l a f a l a i s e e t v o i c i le f a î t e d e l a d e m e u r e : e n p l e i n s v e n t s , e n p l e i n ciel, l e s g r a n d s c h a m p s i n c l i n é s , s i l l o n n é s d e l a b o u r , a i n s i q u e les p a n s d ' u n g r a n d t o i t f a m i l i a l g a r n i s d e t u i l e s r o m a i n e s et s u r m o n t é s d e f a î t i è r e s q u i s o n t ici l e s c r ê t e s b a s a l t i q u e s d e l a « V a y a s ».

L e « C o r d o n B l a n c », l a « V a y a s », n o u s y s o m m e s ! C ' e s t ici l a t o u r d e g a r d e , l a h a u t e t e r r a s s e d e l a m a i s o n . O n n e p e u t m o n t e r p l u s h a u t . T o u t a u p l u s p o u r r a i t - o n e s c a l a d e r c e p i t o n d e r o c h e n o i r e a u - d e s s u s d u v i l l a g e , v r a i p a r a t o n n e r r e d e l a m o n t a g n e . C a r v i l l a g e il y a, e n c e l i e u d e t e m p ê t e s . C ' e s t d ' a b o r d le C o r d o n B l a n c : u n e f e r m e , u n e g r a n g e t t e et l a m a i s o n d ' é c o l e . Q u e l q u e d e u x c e n t s m è t r e s p l u s l o i n , b i e n à l ' a b r i d u p i t o n r o c h e u x , les d e u x h a m e a u x d e l a V a y a s . L e s m a i s o n s s o n t b a s s e s , t a p i e s d a n s l ' h e r b e c o m m e u n c h a t q u i a t t e n d r a i t p a t i e m m e n t s u r le p e r r o n , d a n s le v e n t d u s o i r , q u e s ' o u v r e l a p o r t e d e l a c h a u d e c u i s i n e . Ici, l e s c o u r a g e u x v i l l a g e s s o n t à la g a r d e d u ciel, à l a g a r d e d e s é t o i l e s , à l a g a r d e d e D i e u !

V o i c i le f a î t e : q u e l s p e c t a c l e ! N o u s d o m i n o n s d e s c r ê t e s e t e n c o r e d e s c r ê t e s , d e s g o r g e s p r o f o n d e s e t d e s v a l l é e s , t o u t u n m o u t o n n e m e n t d e v a g u e s t e r r e s t r e s m o u r a n t e s à l ' i n f i n i . O n a c o m p a r é le M a s s i f C e n t r a l à u n v a s t e c e r v e a u d é c o r t i q u é , d o n t l e s c i r c o n v u l s i o n s f i g u r e r a i e n t l ' e n c h e v ê - t r e m e n t d e s v a l l é e s p r o f o n d e s . C ' e s t t o u t à f a i t c e l a : les s o m b r e s f i s s u r e s s e p e r d e n t à n o s p i e d s , t a n d i s q u e l e s c r ê t e s h a b i t é e s , c u l t i v é e s , c h e n u e s , e x p o s e n t a u g r a n d ciel l u m i n e u x l a f r o n d a i s o n c l a i r e d e l e u r s c h â t a i g n i e r s et, p a r e n d r o i t , l a s o m b r e e t m é r i d i o n a l e c h e v e l u r e d e l e u r s p i n s . C e r v e a u e n d o r m i , p é t r i f i é p a r les s i è c l e s ; t ê t e p e n c h é e ,

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ivre de lumière, chauve déjà par la faute des vents, cour- bée sous le travail et la fatigue et le lourd poids du souve- nir, mais fière et lumineuse encore et sereine de la sérénité des anciens. Ici, à nos pieds, la longue vallée d'Auzène, affluent de l'Eyrieux ; là-bas, dans ce trou, invisible au regard, St-Pierreville, le chef-lieu du canton ; au delà de cette crête, la plus longue faille d'Albon et de Marcols dont la rivière descend des crêtes de Mézilhac et se jette également dans l'Eyrieux. Au delà encore, Gluiras et ses crêtes de pins : l'éminence, dite Serre de Lapalle, célèbre par de sanglantes échauffourées entre « religionnaires » et soldats du Roy, où périrent tant de Huguenots. A l'ouest, dans le flamboiement du soleil couchant, « serres » et crêtes se succèdent, et l'on voit apparaître à l'horizon loin- tain, tel un lion couché, roi des Cévennes, le Mézenc vol- canique, ainsi que son comparse dressé comme un chien de chasse aux aguets, le Gerbier de Joncs, lequel marque, sur la carte de France, l'emplacement des minimes sources de la puissante Loire. Soleil couchant, lumière, enivrement du grand espace : voilà Pranles !

Je regarde encore ce pin solitaire en contrejour sombre

dans le dernier flamboiement d'une journée accomplie : tel

un roi-chevalier, des deux bras étendus, il protège et bénit

ses vallées.

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La r o n d e des saisons et des fleurs

HIVER

Un camion nous dépose au Moulin à Vent. Nous voilà

dans la montagne vivaroise, les pieds dans la neige. Le

paysage est sombre, le ciel gris, brunes les prairies, dure

la terre sous le gel, blancs les fossés et le revers des bois

que n'a pu atteindre le pâle soleil des derniers jours. Mais

voici la liberté, l'air pur et frais, la bonne odeur âcre des

montagnes : mousse humide et pins résineux. Cette petite

route de Vernas est vraiment charmante, qui traverse la

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pinède et la forêt de châtaigniers. Tout d'abord les pins sylvestres en bataillon serré font valoir sous la neige la verdure des aiguillettes et les écailles roses de leurs troncs.

Et maintenant, ce sont les châtaigniers déshabillés par l'hiver, qui montrent sans fausse honte au passant la sombre torsade de leurs troncs barbouillés de lichen, pan- sus comme ces vieux chaudrons de cuivre verdegrisés et noircis par la flamme. On les dirait blessés par je ne sais quelle guerre de religion : amputés, bossus, tordus, mais toujours fiers, ils élèvent vers le ciel leurs bras noirs et leurs doigts recourbés comme des mains en prière. Echine ployée, épaules arrondies, ils semblent méditer dans le grand vent d'hiver la chanson balancée d'un psaume oublié. Car le vent souffle dur, le vent froid du nord, qui nous apporte les sonorités de la forêt : le « han » lointain des bûcherons et, plus près, la dégringolade comique d'un écureil acrobate.

Terre que nous foulons, terre austère de granit ou de grès, de basalte ou de schiste, granuleuse et dure, fraîche et mouillée tout l'hiver, poudreuse en été, belle terre, forte et légère, qu'un seul rayon de soleil transforme en pépites d'or, vieille terre de Dieu qui s'offre au voyageur comme le chaste sable des allées d'un parc royal !

Hiver, c'est encore le village mouillé dans la brume,

où tu patauges dans les ruelles boueuses, où ton pied nage

dans cet amas brun et souple d'écorces de châtaignes jetées

aux poules ! Et, comme tu as froid et que tu es attendu —

on est toujours attendu dans ces hameaux d'Ardèche —

tu pousses la porte d'une grande cuisine où la chaleur des

cœurs et la chaleur du feu t'enveloppent aussitôt et t'invi-

tent à t'asseoir sous le manteau de la cheminée.

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PRINTEMPS

Premier printemps au bord du Rhône : le ciel est bleu ;

les amandiers sur la rocaille, de leur pinceau blanc, cares-

sent l'azur. Quelle est cette amertume qui passe, cet âcre

miel de narcisse qu'emporte le vent ? C'est le parfum des

buis en fleur qu'arrache en passant la folle galopade du

mistral. La montagne est encore serrée dans sa robe

d'hiver. Il est trop tôt. Nous attendrons les Pâques fleuries.

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Pâques fleuries dans l'Eyrieux : cette vallée est une des sept merveilles de France dans les premiers jours d'avril.

Sur quarante kilomètres, en divisions serrées, les pêchers roses offrent au ciel bleu le tendre berceau de leurs bran- ches en fleurs. La route, telle une digue qui traverse les eaux, partage en deux ce lac attendrissant qui semble visité par les rayons de l'aurore. Nous prenons à la Voulte le courageux tortillard qui n'hésite pas à franchir la distance séparant le Rhône des sources de l'Eyrieux, soit près de quatre-vingts kilomètres, suivant en surplomb le lit ro- rocheux de la rivière, passant mille ruisseaux, fidèle aux méandres du torrent, crachant sa fumée 1 dans les défilés sauvages, suant, soufflant à la montée, mais toujours bien décidé à gravir les crêtes. Tortillard de l'Eyrieux, grave et montagnard comme les habitants du pays, jamais pressé quoiqu'obstiné, il arrive à ses fins : patience, il vous fera voir les belles sapinières du Plateau, les frais pâturages de Haute-Loire, les lointains horizons tourmentés du Massif Central. Et, parvenus à Saint-Agrève, au point culminant, pourquoi ne pas nous laisser descendre avec lui sur la douce pente qui, de là, vers le Nord, aura tôt fait de nous mener aux confins de Saint-Etienne. Le tortillard bonasse se char- gera de la ballade. Mais ne plaisantons pas un si fier per- sonnage. Saint-Laurent-du-Pape, Dunières, Saint-Fortunat, Les Ollières, telles seront les étapes de notre voyage au paradis des pêchers en fleurs.

Prenez un saladier de faïence verte d'un beau vernis som- bre. Versez-y le contenu de quelques louches de crème rose : une mousse aux framboises fera l'affaire. A deux mains, vous balancez doucement le récipient, en avant, en arrière,

1. Pendant la guerre, époque où ce chapitre fut vécu, l'antique matériel à vapeur avait refait son apparition et supplanté l'autorail.

Références

Documents relatifs

Quant à Pappus, il ne cite Geminus qu'à propos des travaux d'Archimède en Mécanique ; il ne semble lui avoir rien emprunté pour la Géométrie, et notamment en ce qui concerne les

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Vous continuez dans l'intérieur et aurez l'occasion de visiter la nécropole de Pantalica avant de continuer votre route en redescendant vers Syracuse où vous passerez la nuit.. Nuit

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