Chapitre I : Du transistor au biocapteur à base de nanonets de silicium
I.5. Les biocapteurs à ADN
I.5.6. L’utilisation des nanonets comme transducteur pour la détection par effet de champ de l’ADN 40
A partir do algoritmo de otimização baseado em confiabilidade aplicado às vigas de concreto armado, foi possível a obtenção dos gráficos expressos nas figuras presentes no Apêndice B, os quais demostram as áreas de aço contínuas necessárias para fornecer o momento resistente contido nas abscissas, relativo ao estado limite último por flexão simples. As diferentes curvas presentes em um mesmo gráfico
2,1 2,2 2,3 2,4 2,5 2,6 2,7 2,8 2,9 3 3,1 3,2 3,3 3,4 3,5 3,6 3,7 3,8 3,9 4 4,1 4,2 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 4,5 5,0
Resistência característica do concreto à compressão (kN/cm²)
Índices de confiabilidade mínimos e máximos para diferentes resistências características do concreto à compressão
FOSM FORM SORM MCS MCIS
denotam as diferentes proporções entre ações variáveis e totais, utilizadas conforme a situação de projeto.
A partir da escolha do momento característico e da proporção de ações variáveis, os valores de aço expressos no eixo das ordenadas são capazes de fornecer um índice de confiabilidade igual a 3, para os dados estatísticos selecionados neste trabalho.
No entanto, o valor de confiabilidade alvo adotado não indica necessariamente o dimensionamento ótimo dadas as condições de projeto. É necessária uma avaliação dos riscos envolvidos na estrutura avaliada, além de uma análise dos custos relativos às medidas de segurança, conforme propõe a metodologia exposta por JCSS (2001).
A utilização de áreas de aço com valores diferentes dos obtidos por meio dos gráficos não definem, portanto, um dimensionamento inseguro, nem tampouco antieconômico. Cada dimensionamento pode estar suscetível a probabilidades de falha diferentes, cuja avaliação deve ser desenvolvida a partir de critérios pré- estabelecidos.
Os valores normativos frequentemente fornecem diferentes valores de confiabilidade para uma mesma área aço e momento característico, conforme pôde ser observado durante o desenvolvimento deste trabalho, fato atribuído as diferentes proporções de ações variáveis.
É importante ressaltar que a utilização de áreas de aço otimizadas conforme as figuras do Apêndice B não visa substituir a necessidade de verificação das áreas de aço conforme prescrições normativas, mas auxiliar na identificação das áreas de aço aproximadas necessárias para atingir um mesmo nível de confiabilidade em diversas configurações de projeto.
A partir das imagens contidas no Apêndice B, observa-se a grande variabilidade de áreas de aço para um mesmo momento característico, o que justifica e reforça a necessidade de dar-se maior atenção quando tratado a respeito das ações variáveis no tipo de problema estudado.
10 CONCLUSÃO
A análise da confiabilidade de vigas de concreto armado submetidas à flexão simples, conforme desenvolvida nesse trabalho, possibilitou a compreensão do comportamento dos diversos dimensionamentos possíveis em resposta à variação de suas propriedades.
Os resultados demonstraram a necessidade de se dar atenção à variável de ações variáveis com maior ênfase, uma vez que essa possui uma influência considerável na probabilidade de falha, e seu aumento acarreta no consequente decréscimo no índice de confiabilidade. A norma NBR 6118:2014 não faz distinção, em suas considerações, da proporção de cargas variáveis em relação às totais para o dimensionamento de vigas, o que poderia implicar em dimensionamentos com níveis de segurança não conformes e talvez, inadequados.
Em contrapartida, variáveis tais quais a resistência característica do concreto à compressão, largura da base e altura útil da viga apresentaram pouca influência na probabilidade de falha comparado às demais variáveis, fato que poderia justificar futuras pesquisas na identificação da necessidade de sua consideração como variáveis aleatórias, podendo possivelmente serem consideradas determinísticas. Tal pesquisa poderia incluir a verificação da adoção de áreas de aço discretas para a determinação da confiabilidade e, portanto, da variação da posição da armadura longitudinal na seção transversal, que neste trabalho foi considerada equivalente à
0,9h.
A consideração de novas variáveis para a resolução do problema também poderia ser critério de comparação, uma vez que a escolha das variáveis aleatórias utilizadas no problema difere conforme o formato utilizado para a equação de estado limite, e nem todas refletem a realidade brasileira. Na consideração de diferentes variáveis, é cabível também o estudo de sua possível correlação.
Observou-se que o aumento da área de aço tende a contribuir positivamente no ganho de confiabilidade, em oposição ao aumento da altura da viga, que acarretou no decréscimo da confiabilidade. A variável largura não apresentou variação significativa na probabilidade de falha, embora o aumento da largura tenha também acarretado na diminuição da confiabilidade dos modelos de viga em estudo.
No que concerne os métodos avaliados, o método FOSM, embora apresente- se como uma solução simples e de apresentação bastante didática, não se mostrou
adequado para a proposta deste trabalho. Apresentou resultados próximos aos demais métodos apenas em faixas de proporção de cargas variáveis entre 40% e 50% em relação às totais. Os demais métodos apresentaram resultados próximos em termos de índices de confiabilidade obtidos, caracterizando-se como uma solução viável ao problema proposto.
De modo geral, os índices de confiabilidade obtidos para a variação de proporção de cargas variáveis no dimensionamento das vigas de acordo com a NBR 6118:2014 apresentaram grandes variações, e ressaltam a importância de se buscar um dimensionamento calibrado com base em confiabilidade estrutural, para que se obtenham valores mais uniformes.
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APÊNDICE A - Índices de confiabilidade obtidos a partir de diferentes configurações
Figura 31 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 25 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 10%
Fonte: Autoria própria (2019)
Figura 32 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 30 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 10%
Figura 33 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 35 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 10%
Fonte: Autoria própria (2019)
Figura 34 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 25 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 20%
Figura 35 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 30 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 20%
Fonte: Autoria própria (2019)
Figura 36 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 35 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 20%
Figura 37 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 25 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 30%
Fonte: Autoria própria (2019)
Figura 38 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 30 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 30%
Figura 39 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 35 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 30%
Fonte: Autoria própria (2019)
Figura 40 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 25 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 40%
Figura 41 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 30 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 40%
Fonte: Autoria própria (2019)
Figura 42 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 35 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 40%
Figura 43 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 25 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 50%
Fonte: Autoria própria (2019)
Figura 44 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 30 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 50%
Figura 45 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 35 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 50%
Fonte: Autoria própria (2019)
Figura 46 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 25 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 60%
Figura 47 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 30 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 60%
Fonte: Autoria própria (2019)
Figura 48 – Índices de confiabilidade para diferentes taxas de aço e alturas, com fck = 35 MPa e
proporção de ações variáveis em relação às totais de 60%
Figura 49 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 30,0 cm)
Figura 50 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 40,0 cm)
Figura 51 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 50,0 cm)
Figura 52 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 60,0 cm)
Figura 53 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 70,0 cm)
Figura 54 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 80,0 cm)
Figura 55 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 90,0 cm)
Figura 56 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 100,0 cm)
Figura 57 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 30,0 cm)
Figura 58 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 40,0 cm)
Figura 59 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 50,0 cm)
Figura 60 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 60,0 cm)
Figura 61 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 70,0 cm)
Figura 62 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 80,0 cm)
Figura 63 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 90,0 cm)
Figura 64 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 14,0 cm, h = 100,0 cm)
Figura 65 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 30,0 cm)
Figura 66 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 40,0 cm)
Figura 67 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 50,0 cm)
Figura 68 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 60,0 cm)
Figura 69 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 70,0 cm)
Figura 70 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 80,0 cm)
Figura 71 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 90,0 cm)
Figura 72 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 25,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 100,0 cm)
Figura 73 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 30,0 cm)
Figura 74 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 40,0 cm)
Figura 75 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 50,0 cm)
Figura 76 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 60,0 cm)
Figura 77 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 70,0 cm)
Figura 78 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 80,0 cm)
Figura 79 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 90,0 cm)
Figura 80 – Área de aço de acordo com o momento característico e diferentes razões de ações acidentais em relação às totais para índice de
confiabilidade = 3,0 (fck = 30,0 MPa, bw = 19,0 cm, h = 100,0 cm)
Tabela 21 – Grupos de distribuição
Grupo 1 Grupo 2
Nome Símbolo Nome Símbolo
Uniforme UN Lognormal LN