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The divide-and-conquer approach

Dans le document Introduction to Algorithms, Second Edition (Page 29-32)

2.3 Designing algorithms

2.3.1 The divide-and-conquer approach

Segundo Bento (2003, p.7) “todo o projeto de planeamento deve encontrar o seu ponto de partida na conceção e conteúdos dos programas ou normas programáticas de ensino…”. Desta forma, no planeamento das minhas aulas, comecei por consultar os programas nacionais de EF. Após esta consulta, recorri ao projeto curricular da escola e defini quais as modalidades a lecionar. Com isto, elaborei o meu plano anual com as respetivas modalidades consoante cada período. Quem decide, em último lugar, sobre como aplicar o que está explicito nos programas é o professor, é ele que exerce o papel de dirigente no processo de ensino. Segundo o mesmo autor o planeamento significa “uma reflexão pormenorizada acerca da direção e do controlo do processo de ensino numa determinada disciplina, sendo pois evidente a relação estreita com a metodologia ou didática específica desta, bem como

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com os respetivos programas” (Bento, 2003, p.8). A planificação permite que o professor se sinta seguro, sendo possível antecipar qualquer contrariedade, estando disponível para cada aula na sua plenitude. Podemos também associar a definição de planificação à formação permanente do professor, na procura de melhores resultados através dos confrontos diários com os problemas da prática. Para isso, existe o plano de aula que visa a preparação do ensino. Este deve conter tomadas de decisão sobre os aspetos preponderantes da atuação didática e metodológica do professor, ou seja, objetivos, conteúdo de ensino, atividades de grupo, entre outros (Bento, 2003). Os planos são elaborados com base numa decisão porém, a forma como essa decisão será concretizada pode variar no contexto imediato da aula, consoante o inesperado, sendo necessário uma rápida reação situativa. Pode-se então concluir que a planificação “orienta-se para a aprendizagem segura e eficaz, para a apropriação, por todos os alunos, de conhecimentos e capacidades, o que requer um processo ativo de apropriação da matéria de ensino, segundo as coordenadas dos programas” (Bento, 2003, p. 22).

Para o planeamento das minhas aulas baseei-me no Modelo de Estrutura de Conhecimento (MEC) de Vickers (1990) para cada modalidade. Este Modelo está dividido em três fases:

 Fase de análise

 Fase de tomada de decisões

 Fase de aplicações

A fase de análise é constituída por três módulos: Módulo 1 - Análise da modalidade

Módulo 2 – Análise do envolvimento Módulo 3 – Análise dos alunos

A fase de tomada de decisão é constituída por quatro módulos: Módulo 4 - Extensão e sequência dos conteúdos

Módulo 5 – Definição dos objetivos Módulo 6 – Configuração da avaliação Módulo 7 - Progressões de ensino

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Por último temos a fase das aplicações que corresponde ao Módulo 8 - Plano anual, unidade didática, planos de aula, etc. (Vickers, 1990).

O módulo 1 (análise da modalidade) está organizado em quatro categorias:  Cultura desportiva

 Fisiologia do treino/Condição física  Habilidades motoras

 Conceitos psicossociais

A primeira categoria diz respeito à história e origem da modalidade, bem como às principais regras de segurança e regulamento técnico. A segunda categoria contém informação sobre as capacidades coordenativas e condicionais a serem trabalhadas. A terceira categoria engloba todas as habilidades motoras da modalidade que se pretende lecionar. A quarta e última categoria está relacionada com questões de qualidade psicológica. O módulo 2 (análise do envolvimento) pretende analisar os recursos materiais, espaciais, temporais e humanos disponíveis para o ensino da modalidade em questão, bem como as principais normas para o bom funcionamento da aula. O módulo 3 (análise dos alunos) diz respeito à caraterização da turma na respetiva modalidade.

Passando à fase de tomada de decisão, temos o módulo 4 (extensão e sequência dos conteúdos) no qual é descrito os conteúdos a lecionar. O módulo 5 (definição dos objetivos) estabelece aquilo que pretendemos que o aluno alcance no final da respetiva unidade didática. O módulo 6 (configuração da avaliação) define quais os momentos de avaliação (inicial, formativa e sumativa). Para terminar a fase de tomada de decisão resta falar no módulo 7 (progressões de ensino) que diz respeito às tarefas de exercitação, exercícios e atividades propostas pelo professor.

Por último, a fase das aplicações que corresponde ao módulo 8 (plano anual, unidade didática, planos de aula, etc.) e que descreve os vários tipos de planeamento utilizados.

Em relação à elaboração destes documentos para cada modalidade lecionada, penso que, apesar de ser necessário prescindir de algum tempo na sua realização, foi bastante pertinente e produtivo para a preparação das aulas.

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Assim, antes de iniciar as aulas com a minha turma, o núcleo de estágio reuniu algumas vezes com o professor cooperante para poder preparar o início do ano letivo. Estas reuniões serviram para fornecer toda a documentação necessária para a preparação do plano anual e das unidades didáticas das disciplinas a lecionar. Para além disso, foram tratados vários assuntos relacionados com as normas de estágio, calendarização das atividades, análise dos programas nacionais, entre outros assuntos relevantes. Foi também nesta fase que fui confrontado com as condicionantes em relação ao material, uma vez que este era escasso e bastante deteriorado.

Após analisar o projeto curricular da escola para o ensino secundário, tive de selecionar as modalidades a abordar e os conteúdos a lecionar. Nos desportos coletivos eram modalidades obrigatórias, o Voleibol e o Futebol. Nos desportos individuais eram o Atletismo e a Ginástica. Em relação às modalidades facultativas tive de optar entre o Badminton ou a Orientação, no caso dos desportos individuais e nos desportos coletivos teria também de optar entre o Basquetebol e o Andebol. As minhas escolhas recaíram pelo Badminton e pelo Basquetebol. A primeira pelo simples facto de saber que a ESE organiza uma semana de orientação para os alunos e a segunda escolha não teve nenhum motivo especial, simplesmente decidi consoante a minha opinião pessoal sobre ambas. Apesar de gostar das duas modalidades, optei por Basquetebol por me sentir mais à vontade nesta modalidade e posteriormente por verificar que a minha turma era constituída por alunos que praticavam a mesma.

Esta fase de conceção e planeamento permite a eficácia da realização da prática profissional.

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