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Test (Teacher’s resource Book 2 pages 13-15) Vocabulary

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Unit 2 Test (Teacher’s resource Book 2 pages 13-15) Vocabulary

Seguindo a ordem na qual os itens estão dispostos no menu da figura A. 7, os critérios de avaliação são próximo item a ser discutido. Este é o item mais complexo, ou melhor, aquele que possui um maior número de opções que podem ser manipuladas e/ou customizadas. O progama sempre irá criar um critério com os seguintes parâmetros definidos: i) objetivo será maximizar, ii) sua classe será quantitativo, iii) o eixo ao qual ele está ligado é o da atratividade e, iv) a técnica de cálculo a ser utilizada determinar as preferências será a do auto-vetor. Entretanto existirão casos onde esta definição não está satisfatória sendo necessário alterar o estado das coisas.

As primeiras informações que o usuário poderá alterar são o nome e a abreviação que permitem identificar este critério individualmente. Para estas informações estão valendo todas as observações feitas para informações semelhantes no caso das unidades e portfólios.

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Figura A. 12 - Formulário para cadastro de um critério de avaliação.

O objetivo relativo ao critério refere-se ao fato de que ele deve ser maximizado ou minimizado. Isto irá afetar algumas; características dos questionários no caso caso de avaliação convencional ou nos cálculos da avaliação automática.

Algumas das propriedades intrínsecas dos critérios estão relacionados com a sua classe de avaliação. Quando a classe é considerada quantitativa ela pode ser descrita por valor numérico que possui um significado objetivo (físico ou financeiro por exemplo) podendo ser avaliado apenas forma convencional. Uma classe do tipo qualitativo não possui uma contrapartida numérica objetiva, esta classe é avaliada de forma convencional onde o usuário compara subjetivamente as alternativas. Se o usuário deseja comparar um critério qualitativo de forma automática, porque os desempenhos qualitativos podem ser representados numéricamente, ou se deseja comparar um critério quantitativo também de forma convencional, existe a classe de critérios duais.

A forma de avaliação permite duas alternativas uma é a automática onde os critérios quantitativos ou duais são comparados diretamente pela divisão dos desempenhos individuais de cada alternativa. Outra é a denominada convencional, onde as alternativas são comparadas subjetivamente, como no caso dos critérios duais (se assim for desejado) ou dos qualitativos. Deve ser observado que a seleção deste campo se torna sem efeito quando o critério não for dual, entretanto para toda forma de avaliação, seja ela determinada por defalut ou pelo usuário existem opções específicas que são informadas através do botão opções.

O botão opções só pode ser acionado se o usuário deslocar o foco para o botão e digitar a tecla ENTER. Imediatamente surgirá uma janela de diálogo cujo conteúdo dependerá da forma de avaliação. No caso da avaliação automática a janela que aparecerá está reproduzida na figura A. 13. IjlXU --- npxnTT A v a l i a ç ã o : AUTOMHTICfi í u d ue ivaiuuxu ..' ■■■: r c T T i i » C o m Si*redondainento

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Figura A 13 - Opções para avaliação automática.

Para este modo de avaliação o usuário pode interferir nos limites dos resultados das comparações, sem limitação os resultados poderão extrapolar o intervalo [1/9, 9] e, caso estejam limitados, o programa irá igualar quaisquer valores fora deste intervalo ao respectivo extremo. O arredondadamento afetará diretamente os valores maiores ou iguais a um e, indiretamente, os valores menores que um. Com a opção de arredondamento desativada nenhum tratamento extra é dado aos valores das comparações entretanto quando o arredondamento está ativado todos os julgamentos com valor maiores que um são arredondados para o inteiro mais próximo. Os valores menores do que um são determinados de forma similar porém através de um artifício: i) inverte-se o valor, ii) arredonda-se este resultado e, iii) inverte-se o resultado do arredondamento. Para a avaliação automática são apenas duas as opções mas, para a avaliação convencional, o número de informações que podem(devem) ser definidas é maior. Um exemplo de diálogo para entrada de opções de avaliação convencional está na figura A. 14.

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Figura A. 14 - Opções para a avaliação convencional.

No caso deste tipo de avaliação todas as informações que podem ser alteradas pelo usuário dizem respeito a pergunta que será feita no momento da comparação das alternativas55. A questão propriamente dita é informada no campo questão, onde o usuário pode utilizar as seqüências <A1>, <A2> e <CRITER10> para representar a posição onde deverá ser inserido o nome da alternativa de referência, a alternativa com a qual se compara a referência e o nome do critério, respectivamente. O número de vezes que esta pergunta deverá ser respondida é informada no campo com o nome perguntas e a opção padrão é o valor de n(n-1)/2 sugerido originalmente para o AHP, as demais opções implicam na geração das comparações restantes assumindo consistência perfeita. Adicionalmente o usuário pode determinar as respostas que equivalem a cada uma das intensidades da preferência do modelo original, uma destas respostas deverá ser escolhida no momento da avaliação.

Retomando o foco ao critério propriamente dito, a próxima informação que deve ser determinada é a qual eixo do modelo este critério está relacionado, o padrão é considerá-lo como pertencendo ao eixo da atratividade. Por fim determina-se qual o modelo de cálculo que deve ser utilizado na determinação do vetor de preferências, o padrão é calcular o auto-vetor visto que é o mais recomendado. Definidos todos o componentes necessários para construir a hierarquia chega então a sua vez de ser o ponto central das atenções na tarefa de cadastrar dados e modelar o problema.

55 Este exemplo em particular, trata do critério diversidade do mercado e a questão digitada foi: Comparando