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Chapitre 3 Conception et optimisation des caractéristiques des amplificateurs de puissance

2. Les différentes classes de fonctionnement d’un amplificateur de puissance et les différentes

2.2. Les différentes architectures d’émetteurs de puissance [73]

2.2.4. Technique de Doherty

Na avaliação do modelo foram descritas as considerações dos engenheiros civis, das empresas B e M, sobre o modelo proposto. Esses profissionais participavam das atividades de planejamento e controle das empresas e foram escolhidos pela experiência dentro desse processo, como também pela participação na pesquisa em questão, frequência ocorrida desde o seu estágio inicial.

4.4.1.1 Empresa B

A avaliação da empresa B foi realizada com uma entrevista ao engenheiro de obra da empresa. Este engenheiro já havia participado da etapa inicial do projeto piloto do modelo, do processo de desenvolvimento e finalização. Além disso, a sua obra estava implantando um processo de mensuração da produtividade com vista a melhoria do processo de planejamento e controle de obras futuras.

A pedido do próprio engenheiro da obra a equipe da obra (técnicos e estagiários de engenharia) participaram da entrevista contribuindo com suas opiniões. A obra estava muito engajada no processo de mensuração da produtividade. Desse modo, em todas as visitas da equipe de pesquisa, a sala técnica parava suas atividades e participava das reuniões com todos os funcionários.

De acordo com a obra, no processo de medição interessa basicamente, para empresa, o quantitativo executado e a equipe executante. A empresa, por sua vez, já havia tentado implantar um sistema de medição que pudesse conter uma mensuração da produtividade, no entanto, há mais de um software envolvido no processo de medição dos serviços e a falta de comunicação entre os programas impossibilitou o desenvolvimento da proposta. A equipe da obra tem citou essa falta de comunicação como fator adverso principal à implantação do modelo, ou seja, a falta de comunicação entre os diferentes programas computacionais utilizados dentro do processo de medição da empresa dificulta principalmente a retroalimentação. No entanto, foi consenso, que com esse fator solucionado a obtenção dos índices de produtividade e retroalimentação dos serviços iria agregar muito às empresas.

Com relação ao processo desenvolvido no modelo, seu passo a passo, a equipe de obra preferiu não apresentar críticas, pois apenas a sua implantação real em uma obra possibilitaria apontar críticas ou propor melhorias ao processo. O modelo foi considerado de simples entendimento, mas no entender da obra precisaria de uma pessoa para gerenciá-lo.

Como sugestão, a obra mencionou a importância da mensuração dos quantitativos de materiais utilizados; não apenas a produtividade deveria ser retroalimentada dentro da composição de custo, mas também os insumos de materiais lá contidos.

4.4.1.2 Empresa M

A avaliação da empresa M foi realizada a partir de uma entrevista com o engenheiro de planejamento e controle da empresa. Esse engenheiro já havia participado da etapa inicial do pré-projeto do modelo, no entanto, não havia participado do processo de desenvolvimento. A apresentação foi iniciada com a explicação da planilha para aplicação do modelo, com a respectiva apresentação dos resultados finais de sua empresa obtidos a partir da pesquisa. A intenção de apresentar o modelo com os dados reais da empresa foi para o melhor entendimento do processo.

Na opinião do engenheiro de planejamento da empresa M, a coluna 7 da planilha de mensuração dos índices de produtividade, que trata das faltas, poderia ser retirada do modelo, pois as faltas implicam na baixa quantidade de serviço executada. Para a empresa, interessa saber apenas o quantitativo executado, os funcionários envolvidos e o período em que o serviço foi executado. A empresa paga o funcionário pelo quantitativo executado dentro do ciclo de medição, logo, se o funcionário falta já estaria embutida a sua falta na diminuição da produção. Essa avaliação do engenheiro demostra pouco conhecimento a respeito da mensuração da produtividade, pois a desconsideração das faltas pode gerar índices irreais.

Na avaliação dos períodos de execução foi relatado que a empresa não controla os dias de tarefas curtas, apenas o quantitativo, ou seja, em atividades com período de execução inferior a um ciclo de medição a duração da atividade não é medida. Assim, se uma tarefa tivesse a sua duração menor que o período de medição, o controle desses dias pela empresa seria inviável, isso porque a empresa controla apenas o período entre as medições para o pagamento dos funcionários, sendo esse com base no quantitativo executado.

Com essa dificuldade encontrada foram sugeridas mudanças dentro do processo de medição da empresa, para permitir essa apropriação dos dados das tarefas com períodos curtos de duração. Na visão do engenheiro seria difícil essa modificação, além do impacto da implantação de algo novo, os engenheiros de obra da empresa já reclamam pela quantidade de informações que precisam fornecer na planilha de medição.

A empresa possui uma planilha padrão para as obras informarem as medições dos serviços, no entanto, essa planilha pode ser alterada por cada obra, ou seja, o seu padrão não é fixado e exigido plenamente pela empresa. Existem informações que as obras acabam não repassando para a equipe de planejamento e controle da empresa. As informações base, que não podem deixar de ser preenchidas, são os quantitativos e o percentual de andamento do serviço. Com relação aos índices de produtividade, que a empresa utiliza para o seu planejamento e controle, foi relatado que eles são obtidos por consultas a outras empresas e por mutirões realizados pelas empresas em suas obras. Os mutirões são realizados nas obras da própria empresa em determinados períodos para avaliação da produtividade dos operários e se os valores pagos a eles estão dentro da média das outras empresas locais. As consultas às outras empresas são feitas a engenheiros amigos ou conhecidos, para a consulta do quanto os operários estão produzindo nos serviços e os valores pagos a eles.