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Dans le document Climate Change and Land (Page 135-146)

Para a representação exata da unidade de descrição e das partes que a constituem, foi realizada a descrição arquivística através da Norma ISAD (G) com as devidas alterações terminológicas208. O fundo, que se caracteriza por ser um conjunto orgânico

202 WampServer. [Consult. 2015-06-05 19:10:08] Disponível na Internet: <URL:

http://www.wampserver.com/en/>

203

VirtualBox. [Consult. 2015-06-05 19:10:08] Disponível na Internet: <URL: https://www.virtualbox.org/>

204 International Standard For Describing Institutions with Archival Holdings (ISDIAH) – 1st edition,

March 2008

205 International Standard Archival Authority Record (Corporate bodies, Persons, Families)

(ISAAR(CPF)) – 2nd edition, 2003

206 General International Standard Archival Description (ISAD) – 2nd edition, 1999 207 International Standard For Describing Functions (ISDF) – 1st edition, May 2007 208

SILVA, Armando Malheiro da (2004). Arquivos familiares e pessoais: bases científicas para

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de documentos de arquivo de uma única proveniência e por ser a unidade arquivística mais ampla209, deve ser substituído pela palavra sistema. Dentro deste, estão as secções, que se caracterizam por corresponderem a unidades arquivísticas constituídas pela subdivisão orgânico-funcional de um fundo, determinadas pela sua organização original, podendo admitir a existência de subdivisões as subsecções.210 Dentro das secções e subsecções encaixam-se os documentos simples e os documentos compostos, bem como as séries e subséries. Documentos simples que se caracterizam por ser unidades arquivísticas básicas que podem coexistir com vários documentos num mesmo suporte. Documentos compostos correspondem a conjuntos de documentos simples.211

Através da prévia elaboração do Quadro Orgânico-Funcional e da construção de organogramas e tabelas que nos possibilitaram a representação das diferentes gerações que correspondem às secções, conseguiu-se representar, na totalidade, a estrutura orgânica do Sistema de Informação. Para a sua identificação foi atribuída uma notação numérica a cada secção e subsecção.

Após o download é necessário proceder a um registo como novo utilizador para que assim possamos começar realmente a utilizar o software. O mesmo permite que várias pessoas possam aceder e trabalhar no mesmo projeto, contudo, o administrador pode limitar o acesso e a forma como cada um atua, através da permissão dada aos usuários pelo administrador.

Primeiramente foi criado um fundo através da opção Adicionar/Descrição Arquivística ao qual foi atribuído o nome de Sistema de Informação Pessoal e Familiar Serpa Pinto, tendo por base a norma de descrição arquivística ISAD (G).

Tendo sido feita a criação do Sistema de Informação procedeu-se à alteração da taxonomia, ou seja, foram realizadas alterações terminológicas para a adaptação ao Sistema de Informação. Selecionamos a opção Gerir/Taxonomias/Níveis de Descrição/Adicionar Novo e aqui adicionamos os termos pretendidos, relativos a níveis superiores e inferiores de descrição.

Temos o Sistema de Informação Familiar que segue a estrutura orgânica dada pela própria família e pela relação existente entre os seus membros. Esta estrutura orgânica

Património. [Em linha]. I Série, vol. 3, p. 72. [Consult. 2015-01-09 19:10:08] Disponível na Internet <URL:http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/4083.pdf>.

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NÓVOA, Rita Sampaio da; ROSA, Maria de Lurdes (2014) Arquivos de família: memorias habitadas.

Guia para a salvaguarda e estudo de um património em risco. Lisboa: IEM-Instituto de Estudos

Medievais.p.22

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Idem, Ibidem, p.22

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possui, como níveis superiores, as Secções que são delimitadas pelas gerações e pelas pessoas nascidas nas mesmas. As subsecções correspondem aos indivíduos pertencente à geração e a primeira Subsecção corresponde ao casal, as Subsecções seguintes correspondem a cada um dos elementos do casal e, a seguir a estes, podem existir Subsecções relativas a Irmãos, Cunhados ou outros elementos da família pertencentes a essa mesma geração. As series, subséries, documentos compostos, documentos simples encaixam-se imediatamente abaixo de cada Secção ou Subsecção que lhe deu origem.

A introdução de dados é realizada em oito parâmetros, sendo que dentro de cada uma deles existem uma série de campos para preenchimento.

O primeiro parâmetro corresponde à Zona de Identificação e verifica-se a inserção de elementos como o Código de Referência, o Título, a Data, o Nível de Descrição e a Dimensão e Suporte.

Os níveis de descrição utilizados são: fundo (Sistema de Informação), secção (Geração), subsecção (Casal, Marido, Esposa, Irmãos), série (quando no índice são agrupados vários documentos respeitantes a um mesmo assunto optou-se por uma única descrição, dando-se esta designação), documento (é um nível pendurado nas secções ou subsecções).

O segundo parâmetro corresponde à Área de contextualização e verifica-se a inserção de elementos como o Nome do Produtor, História do Arquivo e Fonte Imediata de Aquisição e Transferência.

O terceiro parâmetro corresponde à Zona do Conteúdo e Estrutura e verifica-se a inserção de elementos como o Âmbito e Conteúdo e Sistema de organização.

O quarto parâmetro corresponde à Zona das Condições de Acesso e Utilização e verifica-se a inserção de elementos como Condições de Acesso, Idioma do Material, Escrita do Material e Instrumentos de Descrição.

O quinto parâmetro corresponde à Zona da Documentação Associada e contempla a Existência e localização de originais, Existência e localização de cópias, Unidades de Descrição Relacionadas e Nota de publicação. Este parâmetro não foi preenchido pela inexistência de informação deste tipo.

O sexto parâmetro à Zona de Notas, como o próprio nome indica, e contempla a colocação de possíveis notas. Este parâmetro não foi preenchido pela inexistência de informação considerada relevante para o utilizador que justificasse o seu preenchimento.

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O sétimo parâmetro corresponde à Zona de controlo da Descrição e verifica-se a inserção de elementos como Identificador da Instituição e o Estatuto que pode ser preliminar, completo ou mínimo, Datas das descrições, Fontes, Notas do arquivista.

O oitavo parâmetro corresponde à Zona de administração Situação da Publicação que pode ser Preliminar ou Publicado e Língua original. A partir do momento em que o documento for publicado, o termo ‘Preliminar’ é eliminado e esta alteração deve ser feita a partir da Zona de Administração.

Sempre que no registo ainda esteja em falta o preenchimento de qualquer campo, surge a informação em falta num retângulo vermelho, sendo que desaparecessem, quando o registo estiver completo.

O registo de pontos de acesso com os quais podemos ligar uma descrição arquivística e realizar, posteriormente, uma pesquisa simples no índice de datas, matérias, lugares ou nomes relacionados com as unidades de descrição.

O ICA-AtoM permite vincular objetos digitais a cada ficha de registro, por isso podemos acrescentar a digitalização de cada documento.

A imagem seguinte prova o exercício que foi ensaiado e que seria fácil de disponibilizar on-line. Fica como exemplo dos passos cumpridos e fáceis de vir a desenvolver.

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6 - Considerações Finais

O projeto de estágio desenvolvido no Museu de História Natural da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto teve como objetivo a reconstituição biográfica da família Serpa Pinto e, principalmente, da figura de Rui Corrêa de Serpa Pinto, figura apreciada, antes de mais, pela própria família, que lhe quis dar uma identidade ao encimar com o seu nome o armário que armazena o espólio do mesmo, e da sua família oferecido à Universidade do Porto.

A biografia que reconstituímos, mostra a riqueza do seu perfil. Além de professor tanto do ensino secundário como do ensino universitário e todos os cargos que ocupou ao longo da sua vida, encontrou tempo e entusiasmo para encontrar e procurar respostas a tudo o que a sua imensa curiosidade requeria. Por isso, colaborou com numerosos cientistas e investigadores tanto nacionais como internacionais, de áreas científicas tão diversas como a Arqueologia, a Geologia e Meteorologia.Esta colaboração foi feita ao longo da sua curta vida, sempre de forma consistente e com o maior rigor científico como podemos verificar atendendo à sua correspondência.

É através de Mendes Correia, antropólogo e Diretor do Museu e Laboratório Antropológico da Universidade do Porto, que Rui Correa de Serpa Pinto inicia a sua participação nos circuitos científicos portugueses e europeus, colaborando, intimamente com o primeiro.

Como arqueólogo e geólogo participa em permutas de exemplares de peças arqueológicas e geológicas quer com arqueólogos e geólogos portugueses, quer com europeus. Como exemplo, veja-se o pedido feito por Eugénio Jalhay a Rui Correa de Serpa Pinto de exemplares Asturienses de Ancora para poder comparar com os de La Guardia. As saídas de campo mostram a ligação entre a observação e a reflexão, partilhando as dificuldades de interpretação com os mais diversos interlocutores.

Tendo em consideração o interesse científico do acervo, foi concebido um plano faseado. Face ao volume documental do Arquivo do Engenheiro Rui de Serpa Pinto concebeu-se o projeto em duas escalas de atuação: uma intervenção global sobre o arquivo e a realização de um programa específico para o acervo epistolar.

A correspondência é a área mais desconhecida de todo o arquivo já que na longa bibliografia de uma tão curta vida levada a cabo por Rui Corrêa de Serpa Pinto terão sido publicadas grande parte das fotografias e desenhos que integram o Arquivo. O acervo epistolar integra um conjunto de cerca de 1300, organizados arquivisticamente.

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Todos os documentos foram inventariados e marcados, não tendo sido possível digitaliza-los.

Com o decorrer do tratamento documental deste acervo foi possível elaborar uma discrição genérica do seu espólio. Assim podemos fazer uma divisão por: idiomas, países emissores/recetores, instituições emissoras/recetoras, personalidades e sítios arqueológicos. Este é um balanço final, que poderá suscitar o interesse de quem venha a explorar as 1300 cartas. A maior parte das cartas encontra-se em língua portuguesa existindo ainda documentos em castelhano, catalão, galego, inglês, italiano, alemão e francês.

O vasto leque de relações científicas de Rui de Serpa Pinto é evidenciado pela diversidade de países representados no Arquivo do Engenheiro Rui de Serpa: Espanha, França, Inglaterra, Itália, Suíça, Alemanha, Turquia, Argélia, Bélgica, Tunísia, Roménia, Rússia e Brasil.

Ao nível das instituições emissoras e recetoras podemos evidenciar quatro conjuntos de instituições: portuguesas, espanholas, francesas e inglesas. No caso de Portugal, é evidente o trabalho de intensa pesquisa efetuado por Rui de Serpa Pinto estando presentes séries de correspondência com os principais museus nacionais, nomeadamente o Museu Nacional de Arqueologia a par de museus regionais como o Museu Arqueológico Martins Sarmento, Museu Regional de Bragança212 e o Museu de Lamego. Encontra-se presente neste acervo muitas das importantes instituições portuguesas com atividade arqueológica e geológica como universidades, sociedades científicas e associações facto que evidencia a forte presença de Rui Correa de Serpa Pinto na comunidade científica portuguesa. São de destacar a Associação dos Arqueólogos Portugueses, Instituto Geográfico e Cadastral, Sociedade Portuguesa

212 Em 1935 passa a designar-se por “Museu Regional do Abade de Baçal". In Câmara Municipal de

Bragança. [consult. 2015-07-01 22:43:05] Disponível na Internet: <URL: http://www.cm- braganca.pt/frontoffice/pages/543?poi_id=154>

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d'Antropologia e Etnologia e a Sociedade Portuguesa de Estudos Musicológicos, Scientificos e Artísticos.

Já a correspondência com instituições de outras nacionalidades comprova a notoriedade de Rui Corrêa de Serpa Pinto ao nível internacional, pelas cartas trocadas com membros do corpo docente de Universidades como a Universidade de Cambridge ou museus, como é o caso do British Museum, Victoria & Albert Museum, Geological Survey and Museum, National Museum of Wales Cardiff, Ashmolean Museum ou Museo Prehistorico de Santander. Muitas das cartas relatam assuntos relacionados com o intercâmbio de publicações algumas vezes derivadas da dificuldade de obter as mesmas em Portugal, pedido de informações sobre algumas peças.

Podemos encontrar ainda correspondência trocada com revistas da especialidade como é o caso da revista Antiquity Journal, editoras ou institutos como o Instituto Español de Prehistoria ou o Institut International d'Anthropologie de Paris.

As maiorias dos sítios arqueológicos mencionados na correspondência situam-se em território português tratando-se maioritariamente do Paleolítico de Elvas, Estação Asturiense de Âncora e as escavações de Muge. Existem ainda importantes referências a sítios em Espanha como La Guardia e Santa Tecla.

Mas naturalmente, que a correspondência de foro pessoal, entre Rui Corrêa de Serpa Pinto e a sua esposa Maria Alice Serpa Pinto, deixa os traços de um casal, como outro qualquer, e permite esta visão sistémica que o paradigma adotado defende – a leitura do todo, das múltiplas relações humanas.

O tratamento, realizado sempre de acordo com o Modelo Sistémico, compreendeu a identificação, seleção, descrição e disponibilização da documentação tratada. A documentação foi descrita segundo as Normas Internacionais de Gestão Arquivística, nomeadamente ISAD (G), ISAAR (CPF) e ISDIAH.

Para a gestão e posterior divulgação da Documentação, foi utilizado o ICA-AtoM, um software de gestão Arquivística open-source, construído de acordo com as Normas Internacionais de Gestão Arquivística e que permite a alocação de imagens.

Os objetivos inicialmente propostos foram maioritariamente atingidos, já que ao longo do projeto foi-se obtendo mais conhecimento relativamente à figura de Rui Corrêa de Serpa Pinto e aos membros da família, facultando acréscimos à genealogia, e consequentemente, à informação que foi utilizada para a reconstituição biográfica da família e dos indivíduos.

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Apesar dos cuidados tidos para preservar a documentação, muito existe ainda a fazer, daí terem sido deixadas algumas ideias passiveis de serem postas em prática assim que as verbas para a sua realização sejam disponibilizadas.

Como principal dificuldade sentida durante este projeto de estágio foi a escassez bibliográfica sobre a figura de Rui Serpa Pinto bem como acerca dos membros da sua família, com especial incidência para a sua mãe, da qual apenas sabemos o nome, apesar dos esforços levados a cabo para sabermos um pouco mais sobre esta figura. Para a realização do estudo orgânico funcional do Arquivo Serpa Pinto e realização do Quadro Orgânico Funcional foi necessário desenvolver todo um trabalho de investigação histórica e genealógica paralelamente ao tratamento arquivístico.

A planificação do tempo de estágio previa a elaboração de um catálogo, mas desconhecia-se, no princípio, a vastidão da documentação produzida durante um tão curto período de vida. No intuito de cumprir prazos sem prejudicar os objetivos propostos, houve que limitar algumas tarefas, nomeadamente a não digitalização dos documentos, assim como na elaboração do catálogo. Pois não houve a possibilidade de introduzir todos os documentos no mesmo. Contudo, a título de exemplo, e para que futuramente o mesmo possa vir a ser completado, houve a preocupação em colocar nas FRD no campo Código de Referência e no campo Área Orgânico-Funcional a indicação da localização que os documentos teriam no catálogo.

A elaboração do projeto foi concebido de forma a que seja disponibilizado on- line, a integrar o site da Universidade do Porto, daí, todo o material ter sido preparado nesse sentido, procurando provar que merece ser feito, dada a importância de Rui Corrêa de Serpa Pinto na investigação arqueológica nacional, e não só, pois também a nível geológico e mesmo biobibliográfico a sua ação foi realmente relevante. Fica claro que o conhecimento da sua personalidade é um contributo para a história da ciência, tendo em consideração o seu perfil multifacetado e de cooperação, numa atitude de partilha científica.

Espera-se que este trabalho seja útil para a instituição, adotando uma conceção sistémica, adotando o ICA-AtoM como uma ferramenta arquivística, visto que, neste momento a sua adoção não é posta ainda como uma possibilidade, devido à restruturação do sistema informático.

No entanto, atingiram-se os dois objetivos principais: dar a conhecer a existência do Arquivo do Engenheiro Rui Serpa Pinto, o que engloba a apresentação da sua figura

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como a da sua família e do acervo bem como a definição de uma estratégia de acesso e divulgação da informação e da preservação da mesma.

De forma a proceder-se à divulgação e publicitação do projeto em questão bem como à figura nele representada seria necessário proceder-se à publicitação do Arquivo Serpa Pinto através, por exemplo, da elaboração de uma pequena notícia sobre o mesmo que seria publicada no site da Universidade do Porto o que iria originar, possivelmente, o interesse de outros órgãos e entidades no projeto – esperamos que o presente trabalho possa contribuir para estudos futuros sobre esta figura e outras que povoaram a vida científica da Universidade do Porto.

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Fontes e Referências Bibliográficas

Fontes Manuscritas

- Documentos pertencentes ao Sistema Serpa Pinto

 Carta de Tomas Simões Viana para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.01-SSSC03.02.02(d)-

pt04/02/452.

 Carta de Alfred Bastin para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.01-SSSC03.02.02(d)-

fr01/03/456.

 Carta do Conde de la Vega del Sella para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.01-SSSC03.02.02(d)-

esp03/16/559.

 Cartas da Confraria de Nossa Senhora da Piedade de Santo Ildefonso para Rui Serpa Pinto. Códigos de Referência: PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02- SSSC03.02.02- SSSC03.02.02(f)-pt04/05/01; PT/FCUPMHN/ARSP-SC03- SSC03.02-SSSC03.02.02- SSSC03.02.02(f)-pt04/05/03.

 Cartas da Confraria do Santíssimo Sacramento e Senhor Jesus para Rui Serpa Pinto. Códigos de Referência: PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.02- SSSC03.02.02(g)-pt04/05/01; PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02- SSSC03.02.02-SSSC03.02.02(g)-04/05/03; PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02- SSSC03.02.02-SSSC03.02.02(g)-pt04/05/04; PT/FCUPMHN/ARSP-SC03- SSC03.02-SSSC03.02.02-SSSC03.02.02(g)-pt04/05/05; PT/FCUPMHN/ARSP- SC03-SSC03.02-SSSC03.02.02-SSSC03.02.02 (g) -pt04/05/06.

 Carta da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.02- SSSC03.02.02(i)-pt04/05/01

 Carta do Instituto Histórico do Minho para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PT/FCUPMHN/ ARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.02- SSSC03.02.02(k) - pt04/05/01

 Carta de Pedro Vitorino para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.02-SSSC03.02.02(q)-pt04/03/02.

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 Bilhete-postal de Pedro Vitorino para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.02-SSSC03.02.02(q)-pt04/03/05; PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.02-SSSC03.02.02(q)-pt04/03/06.

 Cartão de visitas de Pedro Vitorino para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.02-SSSC03.02.02(q)-pt04/03/10; PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.02-SSSC03.02.02(q) - pt04/03/11.

 Cartas de Alberto Meira para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.01-SSSC03.02.03(a)-

pt02/15/106; PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.03-

SSSC03.02.03(b.1)-pt02/15/01.

 Carta de Raul de Miranda para Rui Serpa Pinto. Código de Referência : PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.01-SSSC03.02.03(a)-

pt02/16/130 ;

 Bilhete postal de Raul de Miranda para Rui Serpa Pinto. Código de Referência : PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.01-SSSC03.02.03(a)-

pt02/16/131.

 Carta de Alberto Meira para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.03-SSSC03.02.03(a.1)-

pt02/15/11.

 Cartas de Raul Miranda para Rui Serpa Pinto. Códigos de Referência: PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.03-SSSSC03.02.03(c.1)– pt02/16/15; PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.03- SSSSC03.02.03(c.1)–pt02/16/16; PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02- SSSC03.02.03-SSSSC03.02.03(c.1)–pt02/16/17; PT/FCUPMHN/ARSP-SC03- SSC03.02-SSSC03.02.03-SSSSC03.02.03(c.1)–pt02/16/18; PT/FCUPMHN/ARSP- SC03-SSC03.02-SSSC03.02.03-SSSSC03.02.03(c.1)–pt02/16/19; PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.03-SSSSC03.02.03(c.1)– pt02/16/20; PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.03- SSSSC03.02.03(c.1)–pt02/16/21.

 Cartas de Antoine Lacroix para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.03-SSSSC03.02.03(c.1)–

90

SSSSC03.02.03(c.1)–fr01/09/23; PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02- SSSC03.02.03-SSSSC03.02.03(c.1)–fr01/09/27; PT/FCUPMHN/ARSP-SC03- SSC03.02-SSSC03.02.03-SSSSC03.02.03(c.1)–fr01/09/28; PT/FCUPMHN/ARSP- SC03-SSC03.02-SSSC03.02.03-SSSSC03.02.03(c.1)–fr01/09/23.

 Carta da Sociedade Portuguesa de Estudos Musicólogos, Científicos e Artísticos para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PT/FCUPMHN/ARSP-SC03- SSC03.02-SSSC03.02.03-SSSC03.02.03(c.5)-pt04/05/01

 Carta de admissão da Sociedade Francesa de Mineralogia para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.03- SSSC03.02.03(c.7)-fr01/17/01

 Carta da Société Belge D'Etudes et D'Expansion para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.03- SSSC03.02.03(c.8)-fr01/17/03.

 Carta de A. A. Mendes Correia para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.01- SSSC03.02.02(d)-

pt01/15/184; PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02-SSSC03.02.01-

SSSC03.02.02(d)-pt01/15/186; PTFCUPMHNARSP-SC03-SSC03.02- SSSC03.02.01-SSSC03.02.02(d)-pt01/15/187.

Carta da Associação dos Engenheiros Civis do Norte de Portugal para Rui Serpa Pinto. Código de Referência: PT/FCUPMHN/ARSP-SC03-SSC03.02- SSSC03.02.03-SSSSC03.02.03(d.1)-pt04/05/04

Dans le document Climate Change and Land (Page 135-146)