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Internamente a opção foi feita pela administração superior, lá atrás ainda nas gestões do professor Antonino quando eu cheguei e depois o professor... (Gladistone) Eu não me lembro o nome dele. Hoje ele é o secretário de saúde do município. Depois o professor é [...] o Arquimedes durante oito anos. O Nestor antes do Arquimedes. Então isso na verdade foi um plano de médio e longo prazo, que surge na transição do professor Antonino e do professor Gladistone e que se consolida fundamentalmente na administração do professor Nestor e do professor Arquimedes. O Nestor por quatro anos e o Arquimedes por oito anos, como reitores, são doze anos aí de investimento na qualificação. Mas, obviamente isso não seria possível sem uma Diretriz Nacional – LDB (o MEC passou a sinalizar nessa direção) e do apoio particularmente que a CAPES passou a oferecer para formação desses docentes. Então, durante esse período todo, a

gente passou por vários planos de apoio governamentais para formação de quadros nas Universidades, via CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior na forma de programas que PQI primeiro, depois PICD, depois PICDT e agora o Pró-Doutoral. São todos programas de incentivo a formação de quadros qualificados nas universidades, eu peguei a fase do PICD que é Plano de Incentivo a Capacitação Docente, se não me falha a memória. Depois foi transformado em PICDT, abriu também para a qualificação dos técnicos administrativos.

Com Bolsa. Entra a questão financeira, você vai sair. Mas, você vai sair com o seu salário? Você vai ter que se auto-bancar ou se auto-sustentar? Não. O governo federal investe. Investiu e mim e no Kleber. Fomos. Saímos na situação de afastamento parcial. Então tivemos na época o que o governo chamava de bolsa deslocamento, que é a metade do valor da bolsa de doutorado, mas que dava tranquilamente para manter os gastos de deslocamento, temos família em Campinas, então foi tranquilo. O professor José Fernando que saiu no mesmo momento que nós dois, saiu com a prerrogativa do afastamento integral. Ele teve quatro anos com bolsa no valor integral da CAPES para fazer o doutorado. A minha opção e a do Kleber foi a de não esperar a volta do José Fernando, porque obviamente não daria para liberar todo mundo.

Na UFU na verdade, acho que as federais e em particular a UFU trabalham com o chamado Plano de Qualificação da Unidade – PQU. Então a cada ano esse plano deve prever a saída de seus docentes para qualificação: mestrado, doutorado e pós-doutorado. Isso vale até hoje. Isso acaba definindo o Plano de Qualificação Geral da Instituição. Nós entramos no plano, só que dentro desse plano eu tenho que estabelecer prioridades e as prioridades estabelecidas eram: Todo mundo já é mestre? Todo mundo. Então, agora nós vamos começar a formar doutores. Quem é que tem prioridade? Quem está há mais tempo na Instituição, o professor José Fernando, a professora Vera na época tinham mais tempo que nós dois. Então nós teríamos que esperar o professor José Fernando sair e voltar e a professora Vera sair e voltar, se assim eles quisessem. A partir daí poderíamos sair integralmente. Nós optamos por abreviar essa formação, saímos por dois anos com parcial, poderíamos ter saído por quatro, mas dois para mim foi suficiente. Fiz todas as disciplinas, qualificação, e daí voltei e desenvolvi o trabalho aqui. Ao longo de quatro anos, de 1991 a 1995, acabei o doutorado. O Kleber foi a mesma coisa, acabou defendendo um pouquinho antes de mim. O professor José Fernando ficou esses quatro anos, de 1991 a 95, afastado integralmente, de tal sorte de que nós formamos três doutores ao mesmo tempo.

Eu acho que o apoio externo foi fundamental, mas se não houvesse esse entendimento interno de incentivo a essa formação como a política da universidade certamente nós teríamos alguma dificuldade. A universidade podia perfeitamente dizer: “Não. Isso vai interferir no trabalho aqui. Cada um na sua área sai em seu tempo”. E não: eles incentivaram inclusive essas saídas parciais, ofereceram apoio, eu tive apoio integral da universidade nesse sentido. A segunda parte da questão?

E a diferença entre mestre e doutor é fundamental. Fundamental, por quê? Porque eu já cheguei mestre, então você chega com uma visão de pesquisa, você já começa a orientar desde cedo. Logo que cheguei já consegui bolsa de iniciação científica que a universidade oferecia.

Mas para você se consolidar em termos de pesquisa, você tem que ser doutor... Não adianta. Eu tenho colega na Universidade chamado Alexandre Mafra Neto acabou o mestrado comigo e fez o doutorado nos Estados Unidos, hoje ele é PhD. E o Alexandre dizia que o mestrado é a carta de alforria do Biólogo que quer fazer pesquisa. Porque

você tem a possibilidade, mas aquilo é uma carta de alforria que não vai te garantir direitos iguais.

Quem saiu com sua cartinha de alforria dizia: “Eu sou negro alforriado”. Ah é negro alforriado?! Então fica aí do lado. Então fica esperando para ver se vai ter chance para você. Com a pesquisa é quase a mesma coisa. Eu concordo com o Alexandre. Por quê? Abrem-se algumas possibilidades, mas muito limitadas ainda. Exemplo prático, você como mestre não pode pedir auxílio pesquisa. O auxílio individual para pesquisa só pode ser pedido por um doutor. Você como mestre não pode orientar outro mestre, você só orienta um mestre se você for doutor. Então essas diferenças na carreira docente são cruciais. São fundamentais.

Acabamos de ter agora o resultado do edital universal da FAPEMIG, foram dezenas de docentes pesquisadores da UFU agraciados com o auxílio pesquisa. Todos doutores! Você não tem outra chance de conseguir dinheiro, no meu caso são R$42.000 para desenvolvimento de um projeto de pesquisa. Que na verdade já vem sendo desenvolvido ao longo do tempo, é uma das minhas principais linhas de trabalho hoje, e um aporte financeiro de R$42.000 em uma Linha de Pesquisa. Como mestre eu não conseguiria, como doutor sim. A orientação, etapa fundamental, quem orienta na Pós-Graduação? Os doutores. Essa é uma condição para você se credenciar no programa de pós-graduação da UFU. Logo que me doutorei, no ano que me doutorei, fui credenciado no programa de Imunologia e Parasitologia Aplicada da instituição, que já era um programa mais antigo. Por circunstâncias que eu não vou me alongar aqui, fui convidado a assumir a orientação de uma aluna que estava perdendo a orientadora naquele instante. Que por motivos de saúde se aposentou.

Então eu já cheguei doutor e ganhei uma orientação no mestrado. Um ano e meio depois essa aluna já defendia e era a primeira orientação de mestrado que eu tinha defendido na instituição. Como mestre você nunca vai ter essa possibilidade. Então, os horizontes se abrem demais em termos da carreira, em termos das condições de trabalho, em termos da construção das linhas de pesquisa, em termos da consolidação de grupos e linhas e em termos das próprias orientações. Em última instância o que você quer? Estar na graduação oferecendo conhecimento, formando profissionais, mas o ensino no magistério superior não se resume ao ensino na graduação. Ele envolve também o ensino de pós-graduação e para esse ensino de pós-graduação você tem que ser doutor, senão você não entra no grupo. Essa é a verdade.

A pós-graduação - e eu vou repetir aqui uma palavra do pró-reitor de pesquisa e pós- graduação da UFU atual, o professor Ausimar, não existe grande Universidade sem pesquisa forte. E a pesquisa hoje no Brasil está atrelada essencialmente a pós- graduação. Mais de 80% dos trabalhos produzidos no país são oriundos de Universidades. E principalmente dos programas de pós-graduação. Porque as empresas não vão investir em pesquisas básicas.

A Ana Coelho que você entrevistou. A Ana foi coordenadora durante muitos anos do curso de Ciências Biológicas, dividiu sala comigo durante quase dez anos. Na verdade eu tive o privilégio de dividir sala com a Ana durante quase dez anos, aprendi demais com ela tanto em termos de ensino, de docência quanto em termos administrativos. Eu me doutorei antes que a Ana, na verdade a Ana Carvalho foi nossa aluna de doutorado. Uma honra para a gente. Certo?! Porque ela é uma pessoa da velha guarda dentro daquela história que eu coloquei. Não havia essa preocupação com o mestrado. Ela inclusive concluiu o mestrado dela bem cedo, mas não foi para o doutorado por circunstâncias e pelo fato de estar em uma outra situação e um outro momento da carreira. Mas depois de aposentada voltou e fez doutorado conosco. Para nós foi uma

honra muito grande. Agora a Ana tinha uma preocupação enorme, quando nós começamos a nos envolver mais efetivamente com projeto de pós-graduação e com a criação de um programa de pós-graduação, era nos reflexos que isso poderia ter na graduação, na qualidade e no envolvimento dos docentes com a graduação. E nós firmamos um pacto aqui dentro desse instituto de não admitir a queda na qualidade da graduação em função da pós-graduação.

Hoje, como eu disse, nós temos um programa de Pós-Graduação em Ecologia de nível 5, nível de excelência segundo os critérios da CAPES. Mas, nós temos uma graduação que alcançou o conceito máximo em todas as avaliações a que foi submetida até hoje pelo MEC. Então, eu acho que é o contrário. Eu acho que uma pós-graduação forte só pode contribuir para uma melhoria e para um engrandecimento... Engrandecimento da graduação. Tanto no envolvimento de alunos, quanto na própria geração de novos conhecimentos que são levados direto dos laboratórios para a própria sala de aula. Você pode ensinar com o que você está fazendo, não com o que você está lendo. Os modelos deixam de ser modelos exteriores, passam a ser modelos internos e muitas vezes locais. Eu acho que os alunos só crescem com isso. É um movimento de retroalimentação.

3.3.5. A concepção de carreira ontem e hoje

Sobre a concepção de carreira ontem e hoje? Quando eu cheguei aqui, a professora titular na área de Zoologia não tinha nem mestrado, professora Ida Gomes. Também respeito demais pelo passado... A mudança de classe era por tempo de serviço. Era contagem de tempo de serviço. Pela história, mas é difícil. Isso hoje é impossível. Até porque o quadro de carreira está muito melhor delineado. Então, eu acho que a mudança fundamental vem nesse sentido. Uma mudança de concepção, uma mudança de entendimento sim interno, mas também uma mudança da própria carreira docente. E jogando um peso forte nessa questão da formação, e por que um peso forte? Se a gente coloca, se você é mestre e defende sua tese com sucesso e se transforma em um doutor, automaticamente você salta na carreira, que é o que nós chamamos de progressão vertical. E isso tem um impacto inclusive financeiro na sua remuneração pesada, mais de 30%. Quando você vai de professor adjunto para professor associado também tem um salto grande em termos salariais porque não, mas também em termos de possibilidades profissionais.

O que eu vejo é isso, antes se ascendia por tempo de serviço. Então, qual é a preocupação que você tem em melhorar sua própria formação? Porque quando a gente faz mestrado, faz doutorado, faz pós-doutorado, você está trabalhando na melhoria da sua própria formação profissional, o que vai se refletir na formação de quem está transitando em torno de você. Agora, antes, você não tinha a mínima preocupação, você entra e fica na medida em que você vai ficando mais tempo, fazendo, melhorando ou não, você vai crescendo na carreira, ganhando mais.

Eu não sou totalmente contra a visão de avaliação por mérito não. Eu acho que a gente às vezes pudesse até pensar nisso, com um pouco mais de calma. O que de certa forma se reflete na carreira hoje nas formas das progressões horizontais. Porque hoje você vai de associado 1 para 2, para 3; de adjunto 1 para 2, para 3, para 4 a cada dois anos por mérito. Você tem um relatório a fazer que é submetido à unidade. Que é submetido a uma comissão institucional, que vai dizer se você tem condição a partir de parâmetros previamente estabelecidos, numéricos, quantitativos que dizem se você tem condição ou não de ascender na carreira, 5% no salário a cada subida.

suas condições de trabalho também. Eu já cansei de levar aluno meu para o campo com o meu carro. Se eu não tenho dinheiro eu não faço. Eu não vou tirar das minhas filhas para colocar na universidade. Agora se tem. Porque não?! Quantos fazem isso? A gente tem exemplo aqui de pessoas que pegaram o dinheiro e remodelaram toda uma estrutura de laboratório. Eu acho que isso é uma mudança grande. Uma vez melhor definida a carreira, e uma vez definida a possibilidade de ascensão nessa carreira isso depende do seu trabalho e do seu mérito, antes de qualquer coisa, seja fazendo um mestrado, fazendo um doutorado para ascender verticalmente ou produzindo de acordo com os parâmetros mínimos que são estabelecidos, mínimos hein?!

Para que você possa ter essa ascensão na carreira. Isso é melhoria de qualidade, e melhoria de qualidade se reflete na condição de trabalho como um todo. Eu não tenho dúvida disso. No passado infelizmente não era assim, talvez por isso a coisa ficou muito incipiente durante muito tempo. Sem contar que a universidade era muito mais elitista. Hoje você tem uma democratização muito maior. Nós temos que reconhecer. Eu não sou filiado a partido algum. Fui crítico ao governo Lula logo nos anos iniciais, mas hoje nós temos que reconhecer que... Eu não vou fazer propaganda política aqui não. [risos] Hoje temos a abertura da universidade para camadas que na verdade nunca pensariam em entrar. Eu sou... Eu trabalho na contramão, porque eu fui o primeiro graduado da minha família inteira. Hoje tem minhas irmãs inclusive com pós-graduação, tenho primos, mas eu fui o primeiro, era um sonho. Será que um dia eu vou ter um filho formado? Era aquela ideia. Agora eu tive que nadar contra a maré. Seja pela minha ascendência étnica, seja pela minha condição financeira. Havia como quebrar? Havia, mas com muita dificuldade. Muito mais dificuldade. Hoje não, hoje a universidade está aberta, um momento incrível dentro das universidades federais. De cursos, projetos como o REUNI, que vieram para revolucionar essa questão da formação universitária, que formação profissional em última instância, é qualificação. Eu acho que é isso.

3.3.6. O ingresso na UFU

Desde o primeiro momento que eu cheguei na Universidade eu sou um professor sindicalizado, primeira coisa. Durante muito tempo participei da colegiada ampliada da ADUFU. Só saí porque realmente começou a ficar difícil viver concatenado com as atividades daqui, com as reuniões, mas até hoje eu tenho um trânsito muito bom com o pessoal do sindicato.

Então, eu me vejo antes de mais nada um trabalhador, sindicalizado que sou. Sou de uma família de sindicalistas, meu pai foi sindicalista, meu tio foi sindicalista. O meu tio foi presidente do sindicato de São Caetano do Sul na mesma época que o Lula foi presidente do sindicato dos metalúrgicos de São Bernardo. Então, eu tenho uma história. O meu pai foi preso em 64, preso não, foi detido para averiguações. [risos] Esse é o termo mais correto. Minha mãe sempre me dizia que foi a pior noite que ela já havia passado na vida, porque ela não sabia se meu pai iria voltar em uma época que muita gente desaparecia. Então, antes de mais nada, eu acho que nós somos trabalhadores. Eu sou um assalariado, e como tal tenho posições políticas, já me envolvi em várias greves aqui na instituição, já puxei greves, já fiquei aqui junto com dois colegas sendo o único docente desse departamento em greve durante muito tempo. Então, essa percepção e essa participação de nós docentes da carreira superior como trabalhadores eu acho importante também. Primeiro para mostrar que a gente não está acima do bem ou do mal, porque existe uma falsa... uma crendice muito disseminada no setor de que “não, professor universitário... nossa, é professor universitário”. Nós somos trabalhadores que talvez tenhamos tido a sorte de ter uma formação melhor, eu estudei até o máximo que

se podia estudar. Um doutor se estuda até o máximo que se pode estudar. Ah... e o pós- doutorado? O pós-doutorado é um estágio, ele não confere títulos, ele não confere formação. Uma coisa diferente tá?!

Então eu sou privilegiado, se pegar eu não tenho em números, mas é só ver na pirâmide quem consegue sair do fundamental... Então, era isso que eu tinha na cabeça. Mas, ainda assim me considero um trabalhador, como qualquer outro trabalhador e com as mesmas responsabilidades sociais inclusive, que qualquer trabalhador tem. Eu acho que a gente tem que ter essa noção e por isso que eu começo falando de estar sindicalizado. Eu acho que esse é o primeiro passo.

3.3.7. A jornada semanal de trabalho

Hoje eu estou em uma situação um pouco mais complicada em minha rotina de trabalho. Por quê? Porque eu como docente vinha tendo uma rotina de ensino, pesquisa, extensão e administração. Desde o primeiro momento que eu cheguei, eu participei dos conselhos aqui, conselho da unidade, fui chefe de departamento, participei do conselho do antigo centro de Ciências Biomédicas, depois aqui participei do colegiado de Graduação, depois que criamos o programa de pós-graduação participei... aliás, na Imunoparasito fui docente do programa e participei do conselho, depois que criamos a Ecologia participei do nosso conselho. Fui coordenador do programa e hoje assumi, na verdade, desde 5/12/2008 estou, como costumo brincar, diretor de pós-graduação na universidade. Então, eu sempre tive um envolvimento grande com a administração, agora a nossa rotina é basicamente ensino, pesquisa e extensão.

As atividades de ensino são prioritárias, continuam sendo até hoje. Os únicos dois dias que eu não estou na reitoria hoje, são quarta de manhã e quinta de manhã que são meus dois dias de aula. Na quarta-feira com Ecologia Animal na graduação e quinta-feira com a disciplina optativa na pós-graduação, eu estou dando Ecologia Humana nesse semestre. Todos os outros horários hoje que eu normalmente distribuiria com atividades de ensino e orientação e extensão aqui no Instituto eu estou na diretoria.

Então, foge um pouco minha rotina atual da rotina que normalmente eu venho tendo e teria em condições normais. Isso seria uma jornada de trabalho de quarenta horas semanais, são 40 DE. É outra coisa. Hoje já não tem mais 20 horas, só em situações especiais. Hoje 40 horas é um regime que não é indicado. E o regime de 40 horas DE é a norma na universidade.

O que quê é um regime de 40 horas DE? Quarenta horas semanais de atividade para a instituição, na instituição. E dedicação exclusiva que implica dizer que eu não posso ter nenhum outro trabalho fora do que eu tenho aqui, a não ser os vínculos que são autorizados pela unidade: participação em projetos, participação em bancas. Participação em outras atividades de extensão que eu posso desenvolver fora dentro desse horário, desde que autorizado pela unidade. A gente tem o Museu de Biodiversidade do Cerrado. Eu coordenei um setor desse Museu durante um tempo que foi o laboratório de Educação Ambiental, hoje sob a coordenação da professora Lúcia de Fátima Estevinho Guido. A recepção de escolas, as palestras em escolas, o próprio trabalho no Museu está dentro da jornada?! Ensino, as atividades de aula e atendimento de alunos, que é outra coisa a gente tem que prever dentro do nosso horário, o atendimento de alunos. Eu faço meus atendimentos na sexta-feira, inclusive tem aluno esperando aí fora. Já estamos marcados há algum tempo.