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Requirements for User Empowerment in Internet of Things

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Para a análise estatística foram utilizados os softwares Excel versão 2013, Kaleida Graph versão 4.0 e Statistical Packpage for Social Sciences (SPSS) versão 20.0. A normalidade da distribuição dos dados eletromiográficos foi verificada pelo teste Shapiro Wilk. Como os dados tiveram distribuição normal, utilizou-se o teste t student para uma análise do burst agonista inicial e final. Vale lembrar que, para cada sujeito, foram coletados três alcances. Um dos alcances iniciais e um dos alcances finais foram selecionados para análise. A área abaixo da curva do burst agonista foi mensurada, obtendo-se os valores para a área inicial e final de cada indivíduo.

3. RESULTADOS

Participaram deste estudo 7 indivíduos com DP, todos do gênero masculino, com média de idade de 65,29 anos (±12,59) e tempo de doença de 7,57 anos (±2,44). Em relação à escala Hoen & Yahr, 5 sujeitos (71,43%) encontravam-se no estágio dois e 2 sujeitos (28,57%) no estágio dois e meio (Tabela 1).

Hoen & Yahr. SUJEITO IDADE

(anos)

TEMPO DE DOENÇA

(anos) HOEN & YAHR

1 50 11 2 2 62 8 2 3 63 9 2 4 56 5 2 5 84 7 2,5 6 61 9 2 7 81 4 2,5

De acordo com o teste t student, considerando a média da área abaixo da curva do burst agonista inicial (bi) e final (bf) do BB, não houve diferença significativa, com valores iguais a bi=0,07 e bf=0,08 e desvio padrão de 0,23 sem alteração após a sessão (p=0,235619) (FIGURAS 3).

Figura 4. Média da área do burst agonista inicial e final, com desvio padrão.

0,00 0,02 0,04 0,06 0,08 0,10 0,12 0,14

Área burst inicial Área burst final

Área do burst agonista

4. DISCUSSÃO

O objetivo da pesquisa foi analisar a repercussão de uma sessão de fisioterapia baseada na iniciação rítmica sobre o impulso agonista do BB, durante o movimento de alcance dos participantes.

No que se refere ao comportamento muscular dos indivíduos com DP avaliados no estudo, o burst agonista do BB demonstrou um comportamento semelhante ao já descrito por Hallet, Shahani e Young (1977), Hallet e Khoshbin (1980) e Berardelli et al. (1986). Foi possível observar a ativação do burst agonista, assim como do antagonista e também os vários ciclos eletromiográficos durante o movimento.

Estatisticamente, as médias das áreas do burst agonista inicial e final dos sujeitos não foram significantes, ao mesmo tempo em que o desvio padrão permaneceu inalterado após a sessão.

Esse resultado demonstra que apenas uma sessão não foi suficiente para promover mudanças no padrão de ativação muscular, o que permite inferir que não houve aprendizagem motora. Vale lembrar que o processo de aprendizagem motora envolve a prática e repetição de ações relativamente semelhantes, que levam a mudanças permanentes na capacidade do indivíduo de se movimentar (SCHIMIDT e WRISBERG, 2001). Assim, o desfecho encontrado indica que o número de repetições concluídas no presente estudo, não foi satisfatório a ponto de gerar um aprendizado motor.

De todo modo, existe uma lacuna na literatura no que diz respeito à correlação dos assuntos FNP e aprendizado motor, pois, em geral, o método é muito explorado em estudos que avaliam déficits motores como a marcha, coordenação motora, postura e força muscular, como é o caso do estudo de Santos et al., (2012). Isso dificulta o debate, mas incita a realização de trabalhos que sigam essa linha e ao mesmo tempo deixa uma excelente sugestão para pesquisas futuras que incluam uma intervenção baseada no método, desenvolvida de maneira prolongada e com uma amostra expandida.

5. CONCLUSÃO

Diante do desfecho apresentado, conclui-se que uma sessão de fisioterapia baseada na técnica de iniciação rítmica, do método de FNP, não

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Este trabalho, como um todo, procurou investigar o comportamento motor de indivíduos com DP, levando em consideração as técnicas e alternativas de tratamento utilizadas e estudadas atualmente, além de variáveis como o tempo de reação simples e o padrão de ativação muscular.

Foi possível observar, a princípio pela revisão sistemática, a escassez de pesquisas que envolvam a Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva no tratamento do Parkinson, o que é extremamente desfavorável, já que é essencial que fisioterapeutas e pesquisadores tenham a condição de se nortearem cientificamente em relação ao tratamento de seus pacientes.

Quanto aos resultados dos experimentos realizados (artigos 2 e 3), apesar de não terem sido estatisticamente significantes, foram interessantes pois levantaram questões pouco desenvolvidas. A influência de apenas uma sessão de iniciação rítmica no tempo de reação simples de Parkinsonianos é animadora, pois mostra como o treino é benéfico neste sentido. Este dado deve servir de incentivo para pesquisas futuras, e até mesmo mais prolongadas, a fim de que a literatura tenha condições de respaldar terapeutas que decidam pela utilização do método e queiram explorá-lo mais a fundo.

Mesmo sobre o desfecho do artigo 3, deve-se levar em consideração a rapidez da terapia. Este fato, somado à amostra reduzida e à falta de artigos que correlacionem os temas, tornam-se as principais limitações deste trabalho, sobretudo, estimulam a realização de estudos futuros.

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