Chapitre 5 : Analyse du circuit de distribution des engrais subventionnés
5.2. Modes de coordination dans la distribution des engrais subventionnés
5.2.3. Relation contractuelle entre distributeurs et utilisateurs finaux d’engrais
A sincronização de estro foi realizada utilizando-se solução injetável, constituída de valerato de estradiol (5 miligramas - mg) e progestágeno (norgestomet, 3 mg) de aplicação intramuscular, simultaneamente ao implante de silicone contendo 3 mg de norgestomet1, o qual foi inserido no tecido subcutâneo, na porção média da face externa da orelha com auxílio de aplicador próprio. Permaneceu por 9 dias, sendo retirado através de pequena incisão realizada com
lâmina de bisturi. Administrou-se no mesmo dia da extração do implante, por via intramuscular, 500 unidades internacionais (UI) de gonadotrofina
sérica da égua prenhe (pregnant mare’s serum gonadotropin – PMSG)2.
A inseminação artificial foi realizada 48 horas após a retirada do implante, sem a observação do estro, utilizando-se sêmen de três touros dos respectivos genótipos de cada grupo experimental. Como o protocolo de sincronização contemplava o acasalamento independente da manifestação estral, optou-se pela inseminação artificial de todos os grupos, apesar do subprojeto 1 contemplar a monta natural no G1, G2 e G3. A inseminação artificial foi realizada com sêmen dos mesmos reprodutores nos G1 e G2.
3.4 Manejo Nutricional
Os grupos G2, G3, G4 e G5 permaneceram em pastos de Panicum maximum, variedade Tanzânia, com carga de 5 unidades animal (UA) por hectare (ha)/ano, sob sistema intensivo de pastejo rotacionado, em treze piquetes, para cada grupo. Entre dezembro de 1999 e maio de 2000, correspondente a época de maior pluviosidade, cada piquete foi ocupado por três dias, com descanso subseqüente de
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36 dias. De 06 de junho a 04 de setembro de 2000, as fêmeas ficaram cinco dias em cada piquete, com intervalo de 60 dias. Neste período, cada animal foi suplementado diariamente com 25 quilogramas (kg) de silagem de capim Tanzânia, um kg de milho desintegrado com palha e sabugo (de 01/07 a 02/08/2000) e 200 g de farelo de soja (de 03/08 a 04/09/2000). A pastagem foi adubada com 200 kg de nitrogênio/ha/ano, divididas em 4 parcelas, de outubro de 1999 a março de 2000, após o pastejo.
Concomitante, o G1 permaneceu sob manejo de pastejo extensivo, em Brachiaria decumbens, com carga animal de 1 UA/ha/ano, sem adubação de pastagem e os animais não foram suplementados no período seco.
De 05 de setembro até a parição, todos os grupos permaneceram em pastagem de Coast Cross, recebendo mistura múltipla, preparada na própria unidade, composta de milho, farelo de soja, uréia, sulfato de amônio, sal mineralizado e comum, nas proporções de 30, 15, 9, 1, 35 e 10 %, respectivamente.
Foi fornecido sal mineralizado (exceto no período que receberam mistura múltipla) e água à vontade durante todo o experimento.
3.5 Manejo Sanitário
Os animais foram vacinados contra febre aftosa3 nos meses de
novembro e maio, clostridiose bovina4 nos meses de novembro e agosto
e pasteurelose bovina e paratifo dos bezerros5 no mês de agosto. O
controle de endo-parasitos foi realizado no início da estação de monta, com cloridrato de levamizol6.
3.6 Ultra-sonografia Transretal
Os exames ultra-sonográficos foram realizados com aparelho de ultra-som da marca Pie-Medical, modelo Scanner 200 Vet, em Modo-B, com transdutor de 5,0 MHz, por via retal, com os animais em posição quadrupedal, utilizando-se troncos de contenção. Realizou-se o diagnóstico da prenhez, sexagem fetal e mensuração, em centímetros (cm), do comprimento embrionário e fetal, diâmetros da cabeça, da órbita ocular, das cavidades alantoideana e amniótica e perímetros da cabeça, da órbita ocular e dos placentomas. Os exames foram realizados nos 31º, 45º, 59º, 94º, 122º, 150º, 192º, 220º e 255º
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dias de prenhez. As estruturas avaliadas de acordo com o período gestacional foram:
• 31 dias: embrião e alantóide; • 45 dias: feto, alantóide e âmnion;
• 59 dias: feto, cabeça, placentoma e sexo; • 94 e 122 dias: cabeça e placentomas; • 220 e 255 dias: órbita ocular.
O sexo fetal foi determinado pela localização do tubérculo genital, sendo evidenciado no macho, próximo a inserção do cordão umbilical e na fêmea, na região perineal, próximo a inserção da cauda, segundo método descrito por BEAL et al. (1992) e CURRAN (1992).
3.7 Avaliações Corporais
As fêmeas gestantes foram pesadas, com auxílio de balança eletrônica marca TOLEDO, modelo MGR-2000, e avaliadas subjetivamente quanto a condição corporal, com notas variando de 1 (emaciado) a 9 (obeso), segundo SPITZER (1986), no início da sincronização do estro e aos 31, 59, 94, 122, 150, 192, 220 e 255 dias de prenhez e ao parto. Também mensurou-se a altura torácica,
imediatamente atrás da cernelha, em posição quadrupedal, com zoômetro, tipo Bengala de LYDTIN, aos 31, 59, 94, 122, 220 e 255 dias de gestação.
Ao nascimento, os bezerros foram pesados com a mesma balança eletrônica utilizada para as fêmeas gestantes. Em posição quadrupedal, avaliou-se a altura caudal (anca) e comprimento corporal com zoômetro e o perímetro torácico com auxílio de fita métrica. Os diâmetros da cabeça e órbita ocular foram determinados com auxílio de paquímetro.
Todas as mensurações de peso foram expressas em kg e as avaliações métricas em cm.
3.8 Colheita de Sangue
As colheitas de sangue foram realizadas por punção da veia cava cranial, com as fêmeas em posição quadrupedal, utilizando-se agulha dupla descartável para colheita de sangue à vácuo 22G 1’ 7 e tubo de 9
ml 8, contendo heparina sódica e identificado com o número do animal.
O sangue foi processado em centrífuga da marca Fanem, modelo 204 R, a 692,8g por 15 minutos, à temperatura ambiente. O plasma obtido foi
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transferido para micro-tubos de polipropileno em duas alíquotas, devidamente identificados e mantidos a -20 ºC, para posterior realização das análises hormonais (dosagem de T3 e T4). As colheitas foram realizadas no início da sincronização do estro e aos 31, 59, 94, 122, 150, 192, 220 e 255 dias de prenhez.