• Aucun résultat trouvé

Peripheral Adapter

Dans le document (=: NMOS CMOS (Page 38-42)

2.1- A Instalação como Linguagem da arte

“Ora, a linguagem é um meio de comunicação, é o móvel que permite às almas fechadas transpor as fronteiras de seu isolamento para entrar em contato umas com as outras, compreender-se, comunicar-se pelos mesmos símbolos e agir em harmonia.” Roger Bastide (1971: 184). Para Bastide a Arte se consiste em um sistema de sinais, portanto uma linguagem.

O termo Instalação é incorporado ao vocabulário das artes visuais na década de 60 para designar os espaços construídos dentro das galerias ou museus.

Historicamente podemos citar como primeira forma desta linguagem o Merzbau, do dadaísta Kurt Schwitters, que chegou a este projeto deslocando seus trabalhos de colagens e quadros-objetos.

O objetivo da Instalação é construir um ambiente ou uma encenação, onde possa existir a relação entre vários objetos e o espectador. Para que haja a fruição

da obra é preciso entrar na cena, percorrer seu ambiente, participar efetivamente na sua construção.

Existe uma relação da obra com o espaço colocando o espectador dentro do trabalho artístico, é um lugar onde o espaço também é tratado como elemento fundamental dentro da obra. Pode ser um espaço construído ou apropriado, fazendo repensar o espaço real.

A Instalação enquanto poética permite uma variedade muito grande de suportes e possibilidades, podendo incorporar outras linguagens dentro de si mesma.

A sedimentação desta linguagem é um fator a ser assinalado na produção contemporânea brasileira, pois é uma das mais importantes tendências atuais.

As combinações com várias linguagens como vídeos, filmes, esculturas, performances, computação gráfica e o universo virtual, fazem com que o público se surpreenda e participe da obra de forma mais ativa, pois ele é o objeto último da própria obra, sem a presença do qual a mesma não existiria em sua plenitude.

As Instalações são formas diferenciadas do tradicional para se fazer uma exposição, como foi citado elas se fazem valer da utilização do espaço para se completarem, podem fazer parte destas composições os mais diversos objetos, e também outras formas de comunicação. Usualmente são obras que tratam de assuntos atuais, como sociedade, política, etc.

A instalação mexe com os sentidos do público, e o faz experimentar sensações que podem ou não causar satisfação.

É, portanto uma poética que instala em dado momento a obra no espaço determinado, o objetivo da obra não é somente ocupar o espaço, mas habitá-lo criticamente, fazendo nos perceber esta relação tempo-espaço. Normalmente a Instalação é uma obra efêmera, e como toda a arte produzida na contemporaneidade tem a atribuição de nos fazer habitar o mundo e tecer relações entre a vida, a arte e a realidade.

A Instalação por se referir a uma dada objetividade, sobretudo na forma de discutir ideologias, assume características que lhe são singulares no âmbito da produção artística, uma vez que influencia e também sofre influências de outras correntes estilísticas. Ela normalmente se refere a um contexto particular, mas não se pode negar a profunda influência que sofre da realidade

Normalmente discute e relata o universo cultural e ideológico de determinada sociedade a qual gerou esta produção.

Esta nova forma narrativa começa a aparecer com bastante frequência no universo artístico e estabelece um marco que rompe com a inanidade do espectador.

A Instalação estabelece um amplo diálogo com o espectador, situação em que normalmente ocorre o questionamento de questões cotidianas, que por um lado leva a participação do fruidor no texto proposto e por outro, através de uma série de elementos suplementares utiliza o espectador de tal forma, que ele passa a se tornar cúmplice da narrativa, podendo ser levado a finalizar a construção do sistema referencial.

O Brasil conta em seu processo de desenvolvimento artístico com uma sucessão de produtores que utilizam esta linguagem, o que faculta diálogos bastante ricos e diversos no seu contexto cultural.

Este discurso, entretanto caracteriza-se por formas de questionamento de situações do cotidiano da realidade brasileira. Esta mudança de perspectiva na forma de expressão aconteceu em decorrência das transformações materiais por que passaram as linguagens artísticas, a partir do Movimento Pop Art.

È importante ressaltar como foi citado que outra característica importante da Instalação é a efemeridade, é uma linguagem que busca outra dimensão do real, através da participação direta do espectador.

Assim as manifestações de critica do cotidiano se tornaram mais relevantes no Brasil e no âmbito da arte em geral, na proporção em que houve uma conscientização do papel social do artista, em relação ao seu espaço geográfico e como produtor de cultura.

Esta conscientização se deu em razão do processo de desenvolvimento das linguagens artísticas, sobretudo a partir do Movimento Modernista, que gradativamente pretendia resgatar o universo cultural brasileiro.

É, porém por todas estas características que a Instalação mostra se como uma linguagem plenamente amadurecida, influenciando várias outras vertentes da sociedade.

Concretamente a razão para investigar a produção desta linguagem se dá em primeiro lugar, pelo trabalho de conscientização e crítica social que ela provoca na comunidade e também pela forma particular de registrar a questão estética e social no universo cultural, possibilitando experiências valiosas para vivenciar a plena ligação existente entre arte e vida. E para encerrar, a promoção da crítica especializada que dá

validade a esta linguagem, possibilitando subsídios para que possa ser articulada e estabelecida como um elemento útil na socialização das comunidades.

Assim os artistas passam a questionar as ideologias dominantes por considerarem através da estética, que existe uma contra-partida com a realidade sócio - política. Em sua concepção a Instalação ao perseguir questões sociais, que estão calcadas no inconsciente coletivo, não se dissocia da realidade, firma-se como exercício estético e denso de conteúdo. È clara a postura estética-ideológica como elemento motivador da sua criação.

Quando a Caixa de sabão Brillo representou para Danto, o fim do Modernismo, as obras de arte passaram a incorporar para si, toda sorte de elementos na sua produção, e a riqueza desta linguagem esta exatamente nesta diversidade de elementos que pode apresentar na sua visualidade.

É importante ressaltar, entretanto que a Instalação não representa a ideologia do belo dominante na arte até o século XVI, ela mostra a violência, a crueldade, o exercício alienante do poder, e outras formas de destruição dos valores da sociedade capitalista. Seu discurso tem raízes nas lutas de classe, na destruição do meio ambiente.

Assim ela estabelece uma relação cada vez mais profunda com a realidade histórico-política brasileira, propondo questionamentos e diálogos que desempenham um trabalho de relevância dentro do contexto social e artístico.

Diversas transformações ocorreram neste final de século ao padrão do desenvolvimento tecnológico, este fator gerou uma grande transformação na configuração do pensamento do homem deste período, propiciando problemáticas que antes não existiam.

Com isto os artistas propuseram novos questionamentos e formas de lidar com esta realidade, que se tornou fragmentada e híbrida, o nosso cotidiano foi invadido pelas tecnologias da informação, vivemos hoje saturados de informação e simulação da realidade.

O artista diante desta sociedade consumista e cheia de simulacros passa a utilizar como tema para suas produções este homem apático e individualizado.

O objetivo, portanto de algumas obras de arte, além da questão estética é debater sobre o poder político e econômico, revelar questões que por vezes estão intrínsecas ao sistema capitalista, buscam capacitar as comunidades para perceberem o

mundo em que habitam, para tanto algumas obras solicitam a participação direta do espectador na obra de arte com intervenções e até finalizações dos trabalhos propostos.

È neste contexto de buscas desalienantes, novas proposições artísticas, hibridismo das linguagens que vamos situar a seguir a significação da arte como elemento de composição da crítica social, e qual a relevância destes trabalhos dentro dos grupos sociais, assinalando a produção social do artista Siron Franco.

Portanto analisar a produção artística nesta perspectiva implica considerar não apenas a característica desta produção, mas igualmente a sua relevância no conjunto social, percebendo o desenvolvimento crítico das questões nelas implícitas.

Neste sentido a arte deve ser compreendida como elemento renovador das estruturas sociais.

2.2 – Arte e Sociedade: Uma dialética possível

O argumento deste subtítulo é refletir sobre o papel social do trabalho do artista Siron Franco e sua importância no processo de construção crítica e desenvolvimento cultural da sociedade em que esta inserido.

Analisando a produção artística brasileira historicamente podemos notar que passou por profundas transformações, como pôde ser percebido em seu percurso.

A Arte pode ser entendida como uma ação do sujeito/artista sobre a realidade, numa relação que cria uma troca com outros sujeitos, permitindo a constituição de conhecimentos sobre si mesmo e sobre seu meio, e a construção de uma consciência crítica.

Nota-se que nas produções artísticas a partir do século XX, os artistas deixaram de fazer uma produção com objetivos mais alusivos e passaram, entretanto a querer interferir diretamente na composição da crítica social através das suas produções, objetivando desta forma transformar e interferir nas relações de poder e econômicas que irrompem em suas comunidades8.

8- C.F: Roger Bastide . “ Há muito tempo, portanto, já se percebera que a arte não é um simples jogo

individual sem consequência, mas que, pelo contrário, agindo sobre a vida coletiva, pode transformar o destino das sociedades.” Bastide ( 1917 : 3)

Sob esta dimensão da arte no desenvolvimento humano, devemos partir do principio que no decurso de existência do homem vários são os aspectos envolvidos, biológicos, sociais, educacionais, culturais, e que a integração do homem passa por uma série de processos de mediação, e a arte pode ser citada como uma importante forma de mediação do homem com o ambiente, auxiliando na construção do equilíbrio do sujeito e as suas relações com a vida.

Ao considerarmos este aspecto da linguagem artística, vemos este sistema como uma relação dialética, envolvendo as interações sociais, culturais e artísticas com o mundo em que o sujeito se constitui e se desenvolve, sendo visto como alguém com idoneidade para transformar.

Portanto a arte desempenha uma atribuição fundamental no desenvolvimento crítico da pessoa, dando ensejo à sua visão de mundo, possibilitando uma reflexão acerca dos processos de produção das sociedades, passando a ter como objetivo, não somente a estética, mas também fundamentalmente sedimentar uma produção de manifesto público, que possa devassar a alienação, o aprisionamento que se encontram as sociedades capitalistas no mundo atual.

A Arte neste contexto exerce uma função de suma importância não como a única via de construção crítica, mas como elemento mediador no desenvolvimento, pautada na valorização das possibilidades da expressão humana, na busca entre a razão e a emoção e a importância do processo criativo para o equilíbrio das relações humanas.

Podemos salientar o fazer artístico crítico analisando o que foi produzido no passado e o que se produz no presente. Quais foram as significações que motivaram os artistas no decorrer da história, conferindo este pensar com a análise da obra, fazendo isto podemos citar vários artistas que assim como Siron Franco, com temáticas e técnicas dessemelhantes, em diversas representações relativas às questões sócio - culturais, utilizando diferentes linguagens, que se fizeram valer da arte para apontar elementos de composição crítica social.

Mesmo quando se pintam paisagens, naturezas-mortas, ou retratos encomendados, há uma história em que se está inserido. Isso se aplica a qualquer produção artística, seja ela artesanal, tecnológica, ambiental, etc., mas o fator social se torna ainda mais relevante quando o artista, propositadamente utiliza meios para intervir de forma dinâmica no contexto social.

Eventos de tal proposição como os de Pablo Picasso, Goya, Cândido Portinari, Siron Franco e outros nos levam a verificar fundamentalmente dois aspectos

da produção destes artistas em determinado período histórico, primeiro a questão estética e posteriormente a crença na capacidade da arte para interferir diretamente nas questões sociais, seus trabalhos conseguem superar a limitação do momento histórico e ampliam um novo caminho paralelo de liberdade e consciência política determinantes em suas produções.

A consciência e a interferência sobre o processo social são fundamentais na elaboração de uma arte que pretende ser transformadora.

A interpretação das questões urbanas na produção artística reflete uma conexão entre a cultura local e a cultura nacional, evidenciadas no processo formativo das proposições críticas de Siron Franco.

A concepção dominante da sociedade capitalista apresentada sob diferentes aspectos impossibilita a participação plena do individuo dentro do seu contexto cultural, efetivando relações de poder que geram situações de alienação9.

È, portanto no sentido de contribuir na formação crítica do indivíduo que Siron Franco, e também nos permitindo fazer uma analogia com o trabalho de Goya e Picasso, apresentam uma clara alusão social em suas produções, o tema assumido por eles é nitidamente crítico e contestador.

Portanto na arte, como nas demais formas de mediação social, a aquisição da realidade envolve dois aspectos: o sujeito produtor e a realidade, elementos que ao longo da história foram percebidos de maneira diferentes gerando diversas formas de representação, que foram refletidas na vida criando uma rede de reações externas, inerentes ao seu contexto de produção.

A realidade trabalhada nas obras destes artistas é uma objetividade na qual eles, enquanto membros de uma coletividade, não somente percebem, mas igualmente sofrem suas consequências. Assim ao relatar na arte suas inquietações, angústias, sofrimentos, o artista evidencia as mágoas da humanidade que ele como um observador social transforma em obra estética.

9 - C.F: Erich Fromm . “Entendemos por alienação um modo de experiência em que a pessoa se sente

como um estranho. Poder - se- ia dizer que a pessoa alienou-se de si mesma. Não se sente como centro de seu mundo, como criadora de seus próprios atos, tendo sido os seus atos e as consequências destes transformados em seus senhores, aos quais quiçá ate adora. A pessoa alienada não tem contato consigo mesmo e também não o tem com nenhuma outra pessoa. Percebe a si e os demais como são percebidas as coisas: com os sentidos e com o senso comum, mas, ao mesmo tempo, sem relacionar-se produtivamente consigo mesma e com o mundo exterior”. Fromm (apud Read, 1967: 10 ).

Neste sentido a arte é o registro de uma época, pois lança esteticamente determinado período histórico, e suas problemáticas.

A produção de Siron Franco a ser aqui relatada decorre da visão massacrada que ele tem do homem contemporâneo, que enfrenta no seu ambiente situações paradoxais. Por isto a arte produzida neste sentido faz uma grande referência ao social, fator evidenciado nas suas produções.

Fizemos uso da História da Arte, como meio de compreensão do processo artístico e da formação da identidade cultural enquanto representação e cultura na estrutura da sociedade é uma história de construção social.

Por outro lado é também o confronto do universo particular de cada artista com a realidade do mundo eminentemente capitalista.

Desta forma a arte passa a ser trabalhada, em decorrência da realidade vivenciada, com o propósito de criticar o contra-senso em que o homem contemporâneo encontra-se submetido. Para tanto a linguagem artística utiliza-se de todas as possibilidades disponíveis na estética.

As novas categorias da arte possibilitam ao leitor interferir na obra, conforme seus devaneios, como veremos a seguir.

2.3 – As ações /Instalações: Percurso de 1978 à 2008.

Siron Franco transita com muita facilidade da pintura para a Instalação, fator que segundo ele se deve ao fato de ter muito prazer em manipular os materiais mais diversos possíveis, sempre quis ser um artífice, a materialidade é muito marcante em sua obra, pois é tocando e manipulando que ele decide as possibilidades que o material lhe oferece.

Começou a utilizar a linguagem mais participativa por sentir que através da visualidade e da movimentação mais direta com o público conseguiria obter o resultado que na grande maioria das vezes a pintura não alcançaria.

Vivendo em um país repleto de problemáticas mais diversas possíveis e todas as formas de injustiças sociais, sentiu necessidade de fazer chegar ao publico e a mídia a denúncia social através destas produções.

Sente que desta forma faz a sua parte como cidadão, utiliza estas possibilidades artísticas para se envolver nas questões urbanas do seu meio, pois se assim não o fizesse se sentiria mal como participante da sociedade.

Quando criança sempre participava com a família da Procissão do Fogaréu na Cidade de Goiás, e isto o impressionava muito, pois durante o momento da solenidade a cidade permanecia no escuro e apenas as luzes das tochas que seguiam a procissão permaneciam acesas, este foi para ele o primeiro contato que teve com uma linguagem popular de manifestação pública, mas declara que sempre gostou muito da arte pública e dos monumentos.

“As Instalações é alguma reação que eu tive a algum ato que eu achei desumano demais, que me tocou... então acontece isso, mas eu como criador eu não penso na reação de ninguém, eu sou tomado pela criação, não é uma coisa premeditada...”. Siron Franco depoimento concedido em entrevista em 19/01/09.

Quando tocado em sua sensibilidade implementa uma busca trabalhando intensamente para expressar através da linguagem artística demonstrar seu posicionamento e também os ensejos da sua comunidade, o enfrentamento de questões a que estão expostas a população goiana, empreendendo sempre a materialidade alternativa para sua produção.

Siron Franco vai vivenciando as circunstâncias do ambiente em que vive e transpõe para a estética seu relato, oriundos da observação destas situações diversas.

Neste sentido sua obra se compõe de fatores que evidenciam a plena ligação que constituem a arte e os acontecimentos sociais. O artista possui uma visão social sensível, e produz obras com conteúdo densos, que permanecem arraigados a sua origem cultural, ele diz em entrevista concedida, que na sua opinião o local onde sua obra terá mais visibilidade é Brasília, pois lá é centro de decisões da vida brasileira, por este motivo está sempre propondo questões no espaço desta cidade.

Entretanto sente-se ligado fisicamente à Goiânia, é para lá que sempre volta para produzir. Percebe nesta atitude que assim estará contribuindo para que outros pólos de cultura se estabeleçam que não seja unicamente composto por Rio de Janeiro e São Paulo, evidenciando outra face do Brasil.

Podemos falar, portanto de uma produção regional que se universalizou, é constituída de um caráter específico na sua identidade, mas contribui no diálogo de temas que são inerentes a toda uma população.

Ele consegue na sua obra transcender as particularidades de uma produção regional, pois seu trabalho comunica o particular, regional e universal.

Compreendemos uma produção com caráter social, pois sua temática tem um conteúdo que esta plenamente ligada ao mundo real e reflete fragmentos desta realidade. Prioriza um discurso onde é evidente a realidade alienante da sociedade, e as mais diversas formas de descrever a subserviência do homem em detrimento ao capital e poder.

Entretanto como o próprio artista assinala em depoimento concedido em entrevista em (19/01/2009), ele não é um Show-Man ou Show-Bussiness, percebe os problemas e sente necessidade pessoal de agir, de dialogar com a sociedade estas questões hediondas da nossa civilização. E ao tentar traduzir esta realidade, constrói seu universo estético através da Instalação, apropriando-se da liberdade criadora que foi estabelecida nos movimentos da arte contemporânea.

Assim estabelecemos os pressupostos que apoiam sua produção, fundamentamos esta argumentação na materialidade exposta na suas criações, e a configuração social e regionalista que as caracterizam.

No decorrer da sua formação produtiva, sobretudo nas regiões mais interioranas do Brasil, ocasionou elementos sincréticos em função das várias formas de dependência cultural a que fomos impostos, fator que gerou um desenvolvimento desigual, assinalando as diferenças no interior da sociedade brasileira, mesmo entre as várias regiões que formam os Estados Nacionais.

O povo brasileiro das regiões menos desenvolvidas carrega consigo ao longo de sua história, uma dominação econômica e cultural, que geram padrões

Dans le document (=: NMOS CMOS (Page 38-42)

Documents relatifs