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Perceptual Color Specification by Categories

Dans le document Attentional Selection in Object Recognition (Page 39-42)

O conservadorismo condicional está relacionado ao reconhecimento oportuno das perdas econômicas ou más notícias no resultado contábil (BASU, 1997). O modelo tradicional do conservadorismo condicional relaciona o lucro divulgado com o retorno das ações. O modelo é apresentado a seguir:

Em que:

LL = Lucro Líquido da firma i no período t, escalonado pelo valor de mercado em t-1;

DR = Variável dummy (binária), sendo 1 para retorno negativo e zero caso contrário,

da firma i no período t;

Ret = Retorno anual da firma i no período t, escalonado pelo valor de mercado da

O modelo de conservadorismo condicional utilizado nessa dissertação terá a inclusão das seguintes variáveis:

∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ Em que:

LL = Lucro líquido da firma i no período t, escalonado pelo preço no período t-1; DR = Variável dummy (binária) considerando 1 para retornos negativos da firma i no

período t;

Ret = Retorno anual da firma i no período t, escalonado pelo valor de mercado da

empresa no período t-1;

Nasc = Variável dummy (binária) considerando 1, se a firma i apresenta característica

do estágio de Nascimento no período t, caso contrário zero;

Cresc = Variável dummy (binária) considerando 1, se a firma i apresenta característica

do estágio de Crescimento no período t, caso contrário zero;

Mat = Variável dummy (binária) considerando 1, se a firma i apresenta característica

do estágio de Maturidade no período t, caso contrário zero;

Turb = Variável dummy (binária) considerando 1, se a firma i apresenta característica

do estágio de Turbulência no período t, caso contrário zero;

Decl = Variável dummy (binária) considerando 1, se a firma i apresenta característica

GC = Variável dummy (binária) considerando 1, se a empresa i está no nível

diferenciado de Governança Corporativa na BM&Bovespa (Nível 2 ou Novo Mercado) no período t, caso contrário zero;

A = Logaritmo natural do tempo da abertura do capital na CVM da firma i no tempo t.

Tam = Tamanho da firma i no ano t;

Opor = Oportunidade de crescimento da firma i no ano t; End = Endividamento da firma i no ano t.

Os coeficientes de interesses são aqueles com a dummies de resultado negativo (DR) interagida com os ECV, assim:

, , , , , , , , , , , , , , .

3.4 Variáveis de Controle

 

As variáveis de controle são adequadas para atingirem dois propósitos específicos: I) eliminar algum erro sistemático fora do controle do pesquisador, o que pode provocar uma tendência nos resultados; e II) explicar as diferenças nas respostas, devido as características únicas dos respondentes (HAIR et al., 2005, p. 284)

Neste trabalho foram utilizadas variáveis de controle para isolar os efeitos que poderiam afetar as variáveis independentes. Estudos anteriores como de Lopes (2009), Almeida (2010) e Sarlo Neto (2009) utilizam variáveis de controle nos modelos de Relevância, Conservadorismo e Tempestividade. Aqui, as variáveis de controle utilizadas foram: tamanho, oportunidade de crescimento e endividamento.

Elas são elaboradas de maneira similar a utilizada por Almeida (2010) e são calculadas da seguinte maneira:

1.Tamanho (Tam): logaritmo natural do ativo total da empresa:

Em que , é o tamanho da empresa i no período t.

O tamanho como variável de controle é frequentemente utilizada em estudos que tratam dos ciclos de vida das empresas, como os realizados por Owen e Yawson (2010), que estudou o impacto do ciclo de vida na aquisição de empresas. DeAngelo; DeAngelo e Stulz (2006) verificaram a relação entre os estágios de ciclo de vida e o pagamento de dividendos. Coulton e Ruddock (2011) constaram a frequência e a quantidade de dividendos pagos nas empresas australianas e o ciclo de vida da empresa, como forma de explicar as políticas de pagamento de dividendos adotadas. Yan (2006) observaram que o tamanho da empresa cresce, conforme ela evolui em seus Estágios de Ciclos de Vida. A utilização do tamanho como variável de controle está associada a definição dos Estágios de Ciclo de Vida (ANTHONY; RAMESH, 1992).

2. Oportunidade de Crescimento (Opor): é o crescimento percentual das receitas

operacionais líquidas das firmas:

, , ,

,

Em que Opori,t é a variação da receita operacional líquida dividida pela receita

operacional líquida em t-1.

A oportunidade de crescimento está relacionada com a evolução das empresas nos seus Estágios de Ciclo de Vida, uma empresa que tem alteração no percentual de crescimento de venda terá alteração na sua participação no mercado (ANTHONY; RAMESH, 1992).

Segundo Smith JR e Watts (1992), os números contábeis são menos úteis como medida de desempenho para as empresas com oportunidade de crescimento. Assim, para tentar diminuir os efeitos das variações da oportunidade de crescimento, a variável, aqui, é utilizada como variável de controle.

3. Endividamento Total (End): É o grau de endividamento da firma. É medido pela

divisão das dívidas de curto e longo prazos pelo ativo total:

,

í ,

,

Em que, Endi,t é a soma das dívidas de curto e longo prazo (passivo circulante e

passivo não circulante) dividido pelo ativo total da firma i no período t.

Segundo Procianoy e Schnorrenberger (2004), essa forma de cálculo da variável de controle endividamento pode ser considerada como a mais adequada para medir o grau de endividamento, uma vez que leva em consideração tanto fontes de curto quanto de longo prazo.

No Brasil, grandes empresas tendem a apresentar maiores níveis de endividamento total em longo prazo, porém, empresas mais rentáveis apresentam menores níveis de endividamento total e de longo prazo (SILVA; VALLE, 2008). Assim, foi utilizada essa variável de controle para mitigar os efeitos destas características nas empresas da amostra.

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