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Devido à popularização da Internet globalmente, surgiram teorias que buscam identificar os fatores antecedentes ao uso excessivo de tecnologias de comunicação e informação e principalmente suas consequências tanto no âmbito pessoal, profissional e acadêmico (DAVIS; FLETT; BESSER, 2002).

É perceptível a presença de pessoas que utilizam aplicativos de comunicação instantânea na sociedade, principalmente trabalhadores que aproveitam da proximidade destas tecnologias, fazem seu uso de forma pessoal por várias horas ao dia, inclusive durante o expediente de trabalho.

Algumas organizações já disponibilizam aparelhos celulares inteligentes que contam com acesso à Internet para facilitar a comunicação entre o funcionário e a empresa, mas acredita-se que paralelo ao uso profissional, possa haver pré- disposição para o uso pessoal e excessivo de tecnologias.

O objetivo principal deste estudo foi identificar evidências sobre as consequências do uso particular e excessivo de comunicadores instantâneos pelos colaboradores durante o expediente de trabalho, com foco na perda da concentração e no isolamento social.

Este estudo observou a relação entre construtos de sete grupos identificados pelos dados demográficos coletados.

Para os grupos de usuários que utilizam os comunicadores instantâneos acima de 10 vezes para cada hora trabalhada e pessoas que usam comunicadores instantâneos e possuem até 25 anos de idade, não foi possível confirmar a relação entre os construtos, ou seja, não se pode atestar que as variáveis Controle Reduzido de Impulso, Distração Digital, Solidão e Conforto Social, exerçam influência sobre a Concentração Individual e o Isolamento Social respectivamente.

Nota-se que no grupo de usuários que afirmaram utilizar comunicadores instantâneos por mais de 15 minutos a cada hora trabalhada, o Controle Reduzido de Impulso e Distração Digital proporcionaram, dentre todos os outros grupos analisados, o maior poder de explicação sobre a perda de concentração, porém não foi possível

detectar relações de solidão e conforto social com o uso de tecnologias no ambiente de trabalho.

No entanto, apesar do valor obtido de 14,1% no poder de explicação da perda da Concentração Individual ter sido considerado baixo, pressupõe-se que um funcionário que trabalhe regularmente oito horas por dia e utiliza pouco mais de uma hora de comunicadores instantâneos, possivelmente impactará em sua produtividade, visto que devido ao uso pessoal e excessivo destas tecnologias, o mesmo pode procrastinar outras demandas.

Considerando o grupo da amostra completa, identificou-se que o Controle Reduzido de Impulso e a Distração Digital exercem influência na Concentração Individual e da mesma forma a Solidão e o Conforto Social também exercem influência no Isolamento Social.

Desta forma, os resultados comprovam que, a utilização de comunicadores instantâneos influenciará negativamente na concentração, pois os usuários podem preferir relacionar-se com os amigos virtuais em detrimento com os colegas de trabalho. Vale ressaltar que uma relação sadia entre uma equipe permite a troca de experiências entre as demandas de todos os funcionários e possibilita a troca de informações sobre as tarefas de cada indivíduo, estreitando as relações, evitando a percepção de falta de suporte no desenvolvimento das tarefas referentes ao trabalho. Para o grupo que utiliza os comunicadores instantâneos por mais de três horas ao dia, evidencia-se que a Distração Digital e o Conforto Social exercem influência sobre a Concentração Individual e o Isolamento Social, respectivamente, corroborando com os estudos de Davis, Flett, Besser (2002) e de Davis (2001) que relatam a existência de consequências no uso a partir de três horas diárias da internet e seus aplicativos.

Considera-se que com um aumento do uso de comunicadores instantâneos, a pessoa sinta maior conforto e passa isolar-se no anseio do prazer proporcionado pela utilização do aplicativo, o que ocasiona distrações e reduz sua capacidade de concentração, negligenciando outras atribuições.

Ao grupo que utiliza os aplicativos de comunicação instantânea por mais de cinco horas ao dia, apenas a Distração Digital exerce influência sobre a Concentração

Individual e não foi possível detectar relações de solidão e conforto social com o uso de tecnologias.

A distração é uma problemática que deve ser considerada nos ambientes organizacionais, pois pode acarretar problemas em diversas áreas e cargos, por exemplo, um e-mail enviado incorretamente, a perda datas importantes de algum projeto, acidentes no ambiente de trabalho causado pelas distrações advindas do uso de comunicadores instantâneos, perdendo assim a credibilidade por parte dos gestores ou colegas de equipe.

Considerando-se o grupo que utiliza comunicadores instantâneos por mais de três anos, nota-se que tanto o Controle Reduzido de Impulso quanto a Distração Digital influenciam na Concentração Individual e não foram confirmadas relações de solidão e conforto social com o uso de tecnologias.

De acordo com estudos que avaliaram o uso excessivo de tecnologias de informação (DAVIS; FLETT; BESSER, 2002; CAPLAN, 2002; DAVIS, 2001; YOUNG; ROGERS, 1998) a experiência no uso de comunicadores instantâneos pode gerar consequências negativas associados com a impulsividade dos usuários, pois os usuários manifestam a ausência de controle de impulso, o que acarreta distrações no dia-a-dia de uma pessoa.

Observa-se que a influência encontrada entre os grupos, na relação entre as variáveis que explicam a perda de Concentração Individual, apresentam resultados inferiores a 20%. Desta forma, acredita-se que existem outras distrações no ambiente de trabalho, como um telefone que toca repetidamente, conversas paralelas dentro da equipe, ambiente com ruídos excessivos, problemas pessoais e emocionais e até mesmo um trabalho sem desafios, contribuem para a redução da concentração de um trabalhador.

Os resultados obtidos dos grupos de usuários analisados apresentam percentuais de influência no isolamento social abaixo de 7% o que se infere a existência de outras variáveis que expliquem seus motivadores, por exemplo, a depressão, problemas emocionais, a infelicidade, ansiedade e até mesmo a timidez. Sugere-se aos gestores atentar-se a uma possível problemática no uso excessivo de tecnologias de informação e a elaboração de políticas de conscientização e orientação junto a equipe para possíveis perdas de produtividade

em decorrência do uso pessoal e excessivo de comunicadores instantâneos no ambiente de trabalho.

Outra ação seria o desenvolvimento de aplicativos que gerenciem o tempo dispendido no uso de cada aplicativo pelo usuário com a emissão de notificações sonoras ou mensagens de alerta, sugerindo ações como pausas ou até mesmo orientações quando ao uso excessivo de aplicativos e suas possíveis consequências. Para estudos futuros recomenda-se, por exemplo, o uso da escala proposta por Young (1998b) denominada IAT (Internet Addiction Test), e então aplicá-la a grupos mais específicos, a título de exemplo, pessoas que utilizam comunicadores instantâneos excessivamente há mais de três anos ou acima de 15 minutos durante o expediente de trabalho. Também sugere-se adicionar novas variáveis ao estudo, tentando assim obter um maior poder de explicação das hipóteses levantadas.

Uma limitação identificada nesta pesquisa, foi a de que este estudo pode conter erros de medida por meio de imprecisão na mensuração dos valores reais das respostas e não pode se afirmar que a significância e valores dos testes realizados neste estudo sejam constantes dadas as diferenças de cenários de utilização.

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