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Packing Spanning Trees and Arborescences

Dans le document Algorithms and Combinatorics Volume 21 (Page 151-161)

6 Spanning Trees and Arborescences

6.4 Packing Spanning Trees and Arborescences

Relatório de Inspeção: 2 Dia: 18 de Setembro de 2012 Hora: 10:07

Observação: 3 dias para “A PARTIDA”.

Apesar que ainda faltarem três dias para a minha “descolagem”, muitos já tinham partido em direção ao “outro patamar do conhecimento”, como foi o caso de um dos colegas de estágio. Este acontecimento fez com que ficasse ainda mais nervoso e ansioso em relação ao meu “primeiro momento”. Começar bem foi tudo o que desejei para o início desta “viagem”.

O primeiro momento de um dos colegas não foi “atribulado” mas ocorram pequenas falhas que apenas foram reconhecidas após a sua “descolagem”. A maioria dessas falhas estiveram relacionadas com a falta de conteúdo, mas o mais importante, para mim, é que foram reconhecidas. Desta forma, houve possibilidade de corrigir de forma a que essas falhas não fossem cometidas por mim nem pelos restantes colegas de estágio. Todavia, estive sempre consciente que errar é parte integrante de todo o processo de formação e agora de transformação.

“…as aulas conforme forem ocorrendo este “erro” será cada vez menos tolerável, à que aprender com as experiências dos colegas por mais superficial que estas sejam. A recolha de informação e organização são dois aspetos essenciais para que este estágio corra bem.”

(Diário de Bordo, 18 de Setembro de 2012)

O meu “PRIMEIRO OBSTÁCULO”, a “PERTINÊNCIA DOS MEUS

PENSAMENTOS” e as minhas “REFLEXÕES” foram definitivamente a “porta de embarque” para toda esta transformação.

Sublinho importância deste último conceito (reflexão) porque na nossa vida pessoal e profissional a reflexão constitui um elemento importante do processo de aprendizagem. A reflexão surge como um modo possível dos professores interrogarem as suas práticas de ensino. A reflexão fornece oportunidades para voltar atrás e rever acontecimentos e práticas. Isto certamente permitiu melhorar as minhas práticas de ensino.

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De um modo mais específico, os professores são conduzidos, através da reflexão na sua própria prática e, especialmente, através da reflexão sobre ela a obter uma visão crítica do contexto estrutural ou ideológico em que estão a trabalhar. Na verdade, a reflexão pode ter como principal objetivo fornecer ao professor informação correta e autêntica sobre a sua acão, as razões para a sua acão e as consequências dessa acão; mas essa reflexão também pode apenas servir para justificar a acão, procurando defender-se das críticas e justificar-se.

Porém, existe um substantivo que também marca fortemente toda esta fase inicial da minha transformação e faço questão de menciona-lo, o “ERRO”.

Segundo Aquino, J (1997), são os filósofos por vezes distanciados por nós no tempo e da preocupação pedagógica, que têm muito a nos dizer, já que frequentemente refletiam sobre o papel do “erro” para o conhecimento, para a aprendizagem ou ainda acerca de outros aspetos da conduta humana.

Demóstenes, filósofo grego da Antiguidade, via no erro não um caminho para o fracasso mas antes uma razão para a esperança. O filósofo Bacon, que cita Demóstenes, nos diz que a verdade emerge mais facilmente do erro do que da confusão. Então, o termo erro é um dado, algo objetivamente detetável, por vezes até indiscutível. Mas o erro pode ser interpretado de várias formas. O importante é que a constatação de um erro não nos indica, de imediato, que não houve aprendizagem, tão pouco nos sugere inequivocamente fracasso, seja da aprendizagem, seja do ensino.

Depreende-se que o erro foi parte integrante desta experiência, foi uma via física consciente de aprender. No entanto, foi na forma como lidei com o erro que o seu valor ganhou significado. Pois muitas vezes o erro não esteve no próprio ato de errar mas sim de rentabilizar (ex. gestão de tempo, feedbacks, escolhas de exercícios, entre outros). Pois houve sempre aprendizagem! Porém, nesta “viagem” nunca existiram segundas “rotas”, todo o processo que aprendizagem foi traçado por um trajeto único, para a frente…

“…por não ter feito melhor não quer dizer que tenha feito mal.”

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5.1.3. Os Tripulantes: A Comunidade Escolar

“…todo o meu trabalho daqui por adiante não seria apenas a favor da minha

formação, mas sim, a favor de toda uma comunidade.”

(Relatório de Estágio, p.29, 2º parágrafo)

Esta foi uma realidade que conferiu mais responsabilidade ao estágio, porém, profissionalidade e responsabilidade são duas palavras que convergem no mesmo sentido.

Todas as pessoas que contribuíram e influenciaram a minha experiência, de uma maneira ou de outra, estão representadas nesta viagem, porém, as pessoas que contribuíram de forma efetiva para a minha transição “Estudante → Professor”, porquanto foram comigo, os meus orientadores e os meus alunos. Apesar dos meus colegas de estágio não estarem “literalmente” presentes neste “avião”, pois cada um “viajava” no seu, o facto de estarmos constantemente em comunicação “via rádio” fez com que estes também fossem parte integrante deste “voo”, ou seja, também contribuíram e influenciaram efetivamente a minha experiência e, por sua vez, eu influenciei a deles.

O “piloto” desta aeronave foi o Professor Cooperante, ele era o responsável por guiar este avião até ao “outro patamar de conhecimento”. Já eu, como “copiloto”, prestes a me tornar “piloto” assumiria o “comando” deste “voo” durante todo o seu “trajeto”, mas sempre sobre a supervisão do “Comandante”. Por sua vez, o “plano de voo” seria definido pela “torre de controlo”, pela orientadora da faculdade, que orientaria todo o trajeto até ao destino (outro patamar de conhecimento). De modo consequente, toda a aeronave seria influenciada pelos “instrumentos de voo” que forneceriam a informação necessária para que este voo fosse feito em segurança (secretaria, direção geral, direção pedagógica, entre outros.), tema desenvolvido já no Relatório de Estágio.

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Segue em anexo um quadro resumo sobre a informação da viagem (Quadro 1.).

Quadro 1. Mapa Internacional de Voo.

Código IATA: UP Código ICAO: FADEUP

Torre de Controlo: Professora Orientadora da Faculdade

Aeronave - Avião

Tipo: APEL Código de Voo: Uma Escola de Gente Feliz

Nº de Voo: VP 217 - Viver com Desporto é Viver com Saúde

Plano de Voo

Partida: Funchal, Madeira Destino: Conhecimento, Outro Patamar

Embarque: 07:50, 21 / 09 / 12 Partida: 08:00, 21 / 09 / 12

Duração Prevista de Voo: 9 Meses Escalas Previstas: 2

Exploradores

Piloto: Professor Cooperante Copiloto: Prof. Vítor Pereira

Lugares / Lista de Passageiros

1A: Bart. de Gusmão 1B: Leonardo da Vinci 1C: Ada Leda Rogato

2A: Santos Dumont 2B: Charles Lindbergh 2C: George Cayley

3A: Otto Lilienthal 3B: Orville Wright 3C: Clément Ader

4A: Amelia Earhart 4B: Amy Johnson 4C: Percy Pilcher

5A: Wilbur Wright 5B: Henry Farman 5C: Gago Coutinho

6A: Evelyn Johnson 6B: Samuel Langley

Observação: A “História da Aviação” está repleta de algumas personagens (Quadro1. Mapa Internacional de Voo. Lugares / Lista de Passageiros) que possibilitaram a travessia de oceanos e a descoberta de novos limites da existência humana. Ao logo da apresentação dos “passageiros” serão referidos alguns marcos das suas bravuras.

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Apesar de esta “viagem” ser um marco fundamental para a minha formação, foi para os alunos e com os alunos que este “voo” aconteceu. Por isso, o conhecimento deles (quer individualmente, quer em grupo) foi um passo fundamental que me permitiu aperfeiçoar a minha capacidade de ensinar ao longo do Estágio Profissional.

Desta forma, apresento de seguida cada um dos passageiros que compôs esta viagem, bem como o contributo de cada um para esta reta final da minha formação.

Quem ocupou o lugar “1A” desta “aeronave” foi o Bartolomeu de Gusmão (1685-1724), o inventor português. Este “passageiro”, cognominado o padre voador, nasceu na capitania de São Vicente (colónia portuguesa do Brasil) e ficou conhecido por ter inventado o primeiro aeróstato operacional (passarola). (Quadro 2.).

Quadro 2. Cartão de Embarque - Bartolomeu de Gusmão:

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