• Aucun résultat trouvé

L’espace euclidien R n

2.3 Suites dans R n

2.4.1 Ouverts et ferm´ es

Almeida, M.L. & Palma, A. (2011). Efeito da idade relativa no futebol

feminino: Análise da copa do mundo Sub-17, da fifa. Revista eletrónica da Escola

de Educação Física e Desportos – UFRJ. vol.VII, nº1, p.21-33.

Araújo, J. & Henriques, M. (1999). O treinador na empresa. Ed: Teamwork. Balsom, P.D. (2000): Fútbol de precision - entrenamiento de resistência

específica para el Fútbol. Trad.: Lellis. Ed: Polar Electro Oy, nº1.

Barnsley, R. & Thompson, A. (1988). Birthdate and success in minor hockey: The key to the NHL. Canadian Journal of Behavioral Science. Vol. XX, p.167-176.

Baterman, T. (1998). Administração: Construindo vantagem competitiva. Trad.: Rimoli. São Paulo: Atlas.

Bompa, T. (1999). Periodization: Theory and methodology of trainin. Ed:nº 4. Champaign: Human Kinetics.

Bonfanti, M. & Pereni, A. (1996). The complete book of soccer restar plays. Reedswain.

Casarin, R. V. & Esteves, L. (2010). Para ganhar no futebol precisa-se de

treinar, mas o que treinar? Revista Digital, Buenos Aires, ano 14, nº 142. Acedido

em < http://www.efdeportes.com/>

Casarin, R. V., Reverdito, R. S., Greboggy., D. L., Afonso, C. A. & Scaglia, A. J. (2011). Modelo de jogo e processo de ensino no futebol: princípios globais

e específicos. Vol. XVII, nº 3, p. 133-152.

Castelo, J. (1994): Modelo técnico-táctico do jogo. Ed.: FMH-UTL, Lisboa. Castelo, J. (1996). Futebol. A organização do jogo. Lisboa: Ed.: FMH.

60

Castelo, J. (1998). Metodologia do treino desportivo.Ed.: FMH nº2, Lisboa. Castelo, J. (2002). O exercício de treino desportivo: a unidade lógica de

programação e estruturação do treino desportivo. Ed.: FMH, Lisboa.

Castelo, J. (2004). Futebol. Organização Dinâmica do jogo. Lisboa: FMH Castelo, J., & Matos, L. F. (2013). FUTEBOL - Conceptualização e

Organização prática de 1100 Exercícios específicos de Treino. Ed.: nº3, Lisboa.

Visão e contextos.

Costa, J. (2004). A manutenção da posse da bola: um meio, não um fim. In III Jornadas Técnicas de Futebol + Futsal. Vila Real: UTAD.

Costa, J., Garganta, J., Fonseca, A. & Botelho, M. (2002). Inteligência e conhecimento específico em jovens Futebolistas de diferentes níveis competitivos. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto. Vol. II, nº4, p. 7-20.

Filho, J. L. (2002). Manual do futebol. São Paulo: Phorte Editora.

Fonseca, P., Marins, J. & Silva, A. (2007). Validação de equações antropométricas que estimam a densidade corporal em atletas profissionais de futebol. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. Vol. XIII, nº3.

Garganta, J. & Oliveira, J. (1996). Estratégia e táctica nos jogos

desportivos colectivos. In Estratégia e táctica nos jogos desportivos colectivos.

J. Oliveira & F. Tavares (Eds.). CEJD. FCDEF-UP. Porto, p.7-23.

Garganta, J. (1997). Modelação tática do jogo de Futebol. Estudo da

organização da fase ofensiva em equipas de alto rendimento. Dissertação de

Doutoramento. Porto: FCDEF-UP.

Garganta, J., & Gréhaigne (1999). Abordagem sistémica do jogo de futebol: moda ou necessidade? Movimento (ESEF/UFRGS). Vol. V, nº10, p.40- 50

Garganta, J. (2004). Atrás do palco, nas Oficinas In Júlio Garganta, José Oliveira e Maurício Murada (Eds.), Futebol: de muitas cores e sabores. Reflexões em torno do desporto mais popular do mundo (p.228-234). FCDEF-UP. Porto.

Lamarão, M. (2005). O jogo e a formação do jogador: proposta de modelo

evolutivo de construção do ataque. Dissertação de Monografia. FCDEF-UP.

Martens, R. (1990). The Importance of Coaching Credibility. Coaching Volleyball, vol. XIV, p. 26-27.

MATVEIEV, L. P. (1991). Fundamentos do treino desportivo. Ed.: nº2. Lisboa: Livros Horizonte.

61

Matveiev, L. P. (1997) Treino Desportivo: metodologia e planeamento. Ed.: nº1, Guarulhos: Phorte.

Mesquita, I. (1997). Pedagogia do treino: a formação em jogos desportivos

coletivos. Lisboa.

Mesquita, I. (2004). Refundar a cooperação escola-clube no desporto de

crianças e jovens. In: Gaya, Marques & Tani, (2004). Desporto para crianças e jovens: razões e finalidades. Porto Alegre: Editora da UFRGS, p.143-169.

Oliveira, G. J. (2003). Organização do jogo de uma equipa de Futebol.

Aspectos metodológicos na abordagem da sua organização estrutural e funcional. Documento de apoio das II Jornadas técnicas de futebol da U.T.A.D.

Oliveira, G. J; (2004). O conhecimento especifico em futebol. Contributos para a definição da uma matriz dinâmica do processo de ensino-aprendizagem /treino do jogo. Tese de Mestrado (não publicada), FADEUP.

Oliveira, G. J. (2006) Entrevista. O desenvolvimento do jogar segundo a

periodização tática. FADEUP.

Pires, G. & Sarmento, J.P. (2001). Conceito de gestão de desporto: Novos desafios, diferentes soluções. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto. vol.I, nº 1, p 88-103.

Pivetti, B. (2012). Periodização tática: o futebol arte alicerçado em

critérios. São Paulo: Phorte.

Potrac, P., Brewer, C., Jones, R.L., Armour, K., & Hoff, J. (2000). Towards a holistic understanding of the coaching process. Quest, vol. LII, nº2, p. 186-199. Queiroz, C. (1986). Estrutura e organização dos exercícios de treino em

Futebol. Lisboa: FPF.

Quina, J. (2001). Futebol: Referências para a organização do jogo. Ed.: Instituto Politécnico de Bragança.

Rosado, A. (1997). Observação e Reação à Prestação Motora. Cruz Quebrada, Lisboa. Ed.: FMH.

Ross, W., Marfell-Jones, M. (1991) Kinanthropometry. In: MacDougall, J., Wenger, H., Green, H. Physiological testing of the high-performance athlete. Human Kinetic Books, p. 22-29.

Rovio, E., Arvinen-Barrow, M., Weigand, D. A., Eskola, J., & Lintunen, T. (2010). Team building in sport: A narrative review of the program effectiveness,

62

current 57 methods, and theoretical underpinnings. Athletic Insight: The Online Journal of Sport Psychology. Vol. 2, nº2, p.147-164.

Santos, P. (2006). O Planeamento e a Periodização do Treino em Futebol.

Um estudo realizado em clubes da Superliga. Dissertação de Mestrado

apresentada à FMH-UTL. Lisboa.

Santos, R. (2013). Relatório de intervenção profissional: O exercício – um

meio para um fim. Relatório de estágio, Vila Real: UTAD.

Silva, L. (1998). Rendimento Superior no Futebol. “ Sem lesões”, quais as

razões? Tese de Mestrado não publicada apresentada à FCDEF-UP. Porto.

Silva, P.R.S., et al., (1999). Índices de aptidão funcional em jogadores de futebol da seleção nacional da Jamaica. Revista Brasileira Medicina Esporte. Vol. V, nº3, Maio/Junho.

Silva, M. (2008). O Desenvolvimento do Jogar Segundo a Periodização

Tática. MCSports, Lisboa.

Smith, R.E., Smoll, R.E., & Cumming, S.P., (2007). Effects of a motivational climate intervention for coaches on young athletes’ sport performance anxiety. Journal of Sport & Exercise Psychology, vol. XXIX, nº1, p. 39-59.

Sousa, P. (2005). Organização do jogo de Futebol. Proposta de mapeamento de situações tácticas a partir da revisão da literatura e do entendimento de peritos. Dissertação de Mestrado. Porto: FCDEF-UP.

Tani, G. (2001). Aprendizagem motora e exporte de rendimento: um caso de divórcio sem casamento. In V. J. Barbanti; J. O. Bento & A. T. Marques (Eds),

Esporte e actividade física: interacção entre rendimento e saúde (p. 145-162).

São Paulo: Manole.

Teodorescu, L. (1984). Problemas de teoria e metodologia dos jogos

desportivos. Lisboa: Livros Horizonte.

Ventura, N. (2013). Observar para Ganhar - O Scouting como ferramente

do treinador. Prime Books.

Vilas-Boas, J.P. (1989): Controlo do treino em natação - Considerações

63

Documents relatifs