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Nesta fase, é necessário investigar a e diferenciá-los.Anteriormente, na

diferença básica entre ambos e denominou-se dois tipos de perdas • perdas voluntárias, inerentes ao processo;

• perdas involuntárias, que ocorrem devido a ineficiência do processo.

Além desta denominação, a respeito da definição dos tipos de perdas, sificou-se estas em:

• perdas facilmente detectáveis: perceptíveis a olho nu;

perdas dificilmente detectáveis: detectadas apenas através de manchas de umidade, ruídos, etc.

• balanço de massa; •

entificação dos pontos onde ocorrem perdas ou desperdícios; • classificação dos tipos de perdas;

antificação das perdas ou dos desperdícios identificados; • identificação das causas;

• proposição das ações corretivas.

a •

• condições operacionais inadequadas;

• vazamentos em tubulações, torneiras e acessórios;

falta de manutenção nos dispositivos de armazenagem, transporte e distribuição de

ausências d

ias.

estão: •

• entos que utilizam alto volume de água;

re

para perdas voluntárias, como po

4.3

io, na de con • água;

• uso de equipamentos com elevado consumo;

• realizações de operações simultâneas por um mesmo operador;

• e instrumentos para monitoração das variáveis do processo;

• prevalência da cultura de que a água é um bem infinito, nos diferentes níveis hierárquicos das indústr

Dentre as ações corretivas para minimizar perdas e desperdício • mudança nos procedimentos operacionais;

treinamento de operadores; mudança de equipam

• substituição de dispositivos e equipamentos em más condições;

• alteração do método de produção, de preferência para forma contínua e automatizada;

• aproveitamento de perdas ou de desperdícios, no próprio processo, através uma avaliação para implementação do reuso, por exemplo;

• adoção de medidas de otimização do processo

r exemplo, para controle de purgas em sistemas de resfriamento e de operações de lavagem.

.2 – Fase 2 – Reavaliação do diagnóstico hídrico

Após a implementação das medidas para “correção” de perdas e desperdíc é necessária uma nova avaliação do diagnóstico hídrico.

Deve-se realizar uma avaliação dos impactos causados, ao modelo elaborado etapa de diagnóstico hídrico, devido ao desdobramento das ações para redução perdas e desperdício, no que diz respeito aos valores de vazão e de centração dos fluxos hídricos.

4.3

da

A metodologia utilizada para proposição do método de avaliação do potencial de reutilização de d ertação, pertence à

eurística, isto é, foi desenvolvida de forma lógica, baseando-se no conhecimento acumulado de estratégias já comprovadas.

de efluentes, com base

em s) e quantitativas

(va

o desta metodologia são:

• água de alimentação do processo (fluxo de qualitativos, coletados na etapa de • de acordo com parâmetros qualitativos;

me par eflu

• de reutilização de

âmetros do efluente são compatíveis aos parâmetros de en

.3 – Fase 3 – Proposição do método de avaliação do potencial

reutilização de efluentes

efluentes deste trabalho de iss linha h

Este modelo fornece as alternativas para reutilização suas características qualitativas (parâmetros físico- químico zão).

Os passos que antecedem à aplicaçã classificação das categorias de

entrada), com base nos parâmetros diagnóstico hídrico;

classificação dos efluentes do processo

• obtenção dos dados a respeito dos parâmetros restritivos (físico- químicos) dos fluxos hídricos de cada processo envolvido.

De posse destes dados, é possível obter uma orientação para a escolha da lhor alternativa para reaproveitamento de efluentes, baseando-se nos âmetros restritivos de cada processo envolvido.

O algoritmo elaborado para determinação do potencial de reutilização de entes, adotou o seguinte nível de prioridade:

Reuso direto: considerada a primeira e melhor opção

efluentes, principalmente devido a possuir custo zero no que diz respeito a tratamento. Pode ser adotada, quando a concentração dos parâmetros do efluente para reuso, são menores ou iguais aos parâmetros de entrada de um processo, e portanto não se faz necessária nenhuma adequação qualitativa. Reuso direto com diluição: esta opção, que não deixa de ser uma aplicação de reuso direto, também apresenta custo zero relativo a tratamento. Pode ser aplicada, quando os par

trada de um determinado processo, porém a vazão deste efluente não for suficiente para suprir a vazão de entrada requerida. Neste caso, pode-se optar pela mistura deste efluente com outro, de melhor qualidade ou adicionar água fresca, de modo que este atenda a vazão necessária. Para testar esta possibilidade, é preciso realizar um balanço de massa simples, que permite

obter a simulação de diferentes porcentagens de mistura, bem como a concentração de entrada obtida para cada uma destas possibilidades. A eq. 1 utilizada para o balanço de massa é a seguinte:

eq.1

onde :

mRD =vazão de entrada para reuso comdiluição (m3/h)

cRD = concentração de entrada para reuso com diluição (mg/l)

mE1 = vazão do efluente 1 (m3/h) cE1 = concentração do efluente 1 (mg/l) mE2 = vazão do efluente 2 (m3/h) cE2 = concentração do efluente 2 (mg/l) mEn = vazão de efluente n (m3/h) cEn = concentração do efluente n (mg/l)

• Reciclo: a opção tratada como reciclo, neste trabalho de dissertação, refere-se à reutilização do efluente para a mesma função original. Deve-se optar por esta opção, no caso do efluente gerado no próprio processo possuir parâmetros qualitativos muito próximos a água de alimentação. Neste caso, nem todos os parâmetros precisam ser adequados para sua reutilização, porém é imprescindível a utilização de alguma forma de “tratamento” para a adequação deste efluente.A concentração limite de entrada do parâmetro mais restritivo do sistema é que determinará o número máximo de reciclos.

• Reuso pós-tratamento: esta é a forma de reutilização de efluentes adotada em última instância, caso não exista a possibilidade da implementação das alternativas anteriores, isto é, quando os parâmetros do efluente possuem concentrações relativamente maiores que os requisitos de entrada de água do processo, deve-se optar pela opção de reuso pós- tratamento. Para tanto,deve- se listar quais as opções de tratamento existentes e escolher dentre estas a mais viável.

É importante ressaltar que este trabalho não aborda a questão custo, na decisão de implementação, devido ao fato, do estudo de caso ser realizado apenas em um setor da empresa e não na planta industrial como um todo, portanto, sem os s necessários para a execução de um estudo com enfoque econômico e segundo porque têm a metodologia para

mRD. cRD= mE1.cE1+ mE2.cE2+ mEn.cEn

subsídio

implementação do reuso a partir dos aspectos qualitativos e quantitativos de uso da água, deixando a critério da indústria a escolha da melhor opção a partir de aspectos econômicos.

O algoritmo desenvolvido para a determinação do potencial de reuso de água está apresentado na forma de fluxograma das Figuras 12 e 13.

Conservação de água Descrever o processo de interesse Identificar as variáveis de interesse 1 – Levantar Fluxogramas do processo 2 - Desenhos dos equipamentos 3 – Levantar procedimentos operacionais 4 – Levantar dados históricos das variáveis de interesse 1 - Definir as variáveis a serem medidas 2 - Localizar os pontos de medição Realização das medições das variáveis de interesse 1- Definir os métodos de medição 2 - Instalar instrumentos 3 - Estabelecer numero de amostras 4 - Coletar dados Analise consistência dos dados Definição do sistema Diagnóstico Hídrico A A Avaliação das perdas e desperdicios Reavaliar Diagnóstico Hídrico 1 - Segregar e classificar os fluxos(entrada/saída) 3 - Analisar o balanço 4 – Identificar os pontos de perdas e desperdícios 2 – Realizar balanço de massa 5 – Classificar os tipos de perdas 6 – Quantificar as perdas e / ou desperdícios 7 – Identificar as causas 8 – Propor ações corretivas (ex: Mudança no processo)

Avaliar impactos no modelo elaborado na etapa de diagnóstico hídrico, pois com o desdobramento de ações para redução de perdas e desperdícios os valores de vazões e concentrações podem ser alterados.

Estudo de conservação da água

NOTA:Esta etapa tem como objetivo gerar um mapeamento (modelo) hídrico de todo processo, sendo que todas as informações que caracterizam e restringem o processo devem estar estabelecidas.

5 - Definir os parâmetros restritivos para processo, produção e qualidade do produto Comparar parâmetros de saidas com parâmetros de entrada de cada processo B Seleção da opção de reuso

Concentração do efluente de um processo <= concentração de entrada

de outro processo Reuso direto

Existe excedente de Água? Considerar fluxo excedente para diluição sim não Vazão > ou =? sim sim

Reuso direto com diluição

E

não

xiste algum fluxo excedente de água que possa ser utilizado para diluição

(Vazão / concentração)? (realizar balanço de massa)

Fazer diluição sim

Existe outro efluente cuja mistura atenda os parâmetros de entrada do

Avaliar potencial de recirculação processo para aplicação de reuso

não sim É possível implementar reciclo? Implementar tratamento necessário sim (Vazão / concentração)? (realizar balanço de massa)

Aplicar reuso pós tratamento

não não

B

Estudo de conservação da água

Sistema otimizado

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