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Les examens paracliniques :

Le muscle élévateur de l’anus ou levator ani : [7]

V. CLASSIFICATION DES PROLAPSUS

6. Les examens paracliniques :

O Gerenciador de Consultas é um módulo inspirado nas pesquisas de BI propostas por Sell (2006; et. al., 2008) e por Beneventano (et. al., 2007) e por isso herda as funcionalidades desses estudos. Ele é responsável por criar a consulta OLAP e por retornar as informações estratégicas ao tomador de decisão. A partir da especificação da consulta OLAP formalizada pelo Tradutor OLAP, o Gerenciador de Consulta constrói uma consulta conforme a linguagem da fonte de dados para obter o cubo OLAP. Na grande maioria dos casos, o DW é construído sobre banco de dados relacionais (ROLAP) e, conseqüentemente a linguagem de consulta gerada é SQL.

Para aplicar a requisição gerada pelo Tradutor OLAP, é necessário que os conceitos e os relacionamentos da ontologia de domínio sejam mapeados aos objetos ou esquemas das fontes de dados anteriormente. Isto é, deve existir uma correspondência entre cada classe, propriedade e relacionamento da ontologia de domínio com as tabelas de fato, dimensões e atributos do Data Warehouse. Todo esse mapeamento deve ser feito previamente na criação das instâncias da Ontologia BI, conforme comentado na seção 3.2. Para obter esse mapeamento a partir da Ontologia BI, o Gerenciador de Consultas conta com o auxílio do módulo Gerenciador de Ontologias. Assim, todas as estruturas e objetos das fontes de dados são obtidos a partir dos conceitos de domínio especificados na requisição gerada pelo Tradutor OLAP. A seção 4.3.3 apresenta como a Ontologia BI faz a associação da ontologia de domínio ao modelo dimensional do estudo de caso deste trabalho.

Dependendo da abordagem de inferência utilizada, in-batch ou on-the-fly, o Gerenciador de Consultas deve agir de modo diferente para a criação da consulta. As subseções a seguir explicam em detalhes as diferenças para as duas abordagens.

3.7.1 Consultas na abordagem on-the-fly

Em comparação ao processo in-batch, a abordagem on-the-fly é o método mais dispendioso com relação ao desempenho para a obtenção do cubo OLAP. Isto porque ela sempre depende da aplicação de regras de inferência realizadas em tempo de execução e a criação da consulta com base no resultado dessas inferências. Essa técnica é a mesma utilizada por Sell (2006, et. al., 2008) para a elaboração das operações que envolvem filtros semânticos (slices e dices) sobre o conteúdo do DW.

Como exposto no exemplo da seção 3.4.2, quando um termo da pergunta é classificado pelo Analisador Lingüístico como conclusão de regra de inferência, a pergunta reformulada possui os fatos (triplas) da implicação da regra. Para que a inferência seja considerada na análise, a regra de inferência deve ser processada pelo módulo Mecanismo de Inferência e o conjunto de dados resultante deve ser usado pelo Gerenciador de Consultas na criação da consulta OLAP.

Dado a mesma pergunta da seção 3.4.2, que possui o conceito formando, a regra de inferência que deriva esse conceito deve ser aplicada antes da consulta ser escrita pelo Gerenciador de Consultas. Então na abordagem on-the-fly, ao identificar que o termo formando é uma conclusão de regra de inferência, o Gerenciador de Consultas solicita a aplicação da referida regra. Essa solicitação se dá por meio do módulo Gerenciador de Ontologias, que interage diretamente com o Mecanismo de Inferência da arquitetura. O Mecanismo de Inferência executa a regra de inferência sobre o conjunto de instâncias contidas na Base de Conhecimento. Todas as instâncias devem ter sido criadas anteriormente na base de conhecimento pelo Gerenciador de Ontologia (veja a seção 3.8 para mais informações). Durante esse processo de inferência, caso as premissas da regra sejam satisfeitas, as conclusões do conceito formando são retornadas pelo Mecanismo de Inferência. Como o resultado dessa conclusão associa as instâncias da classe Pessoa às instâncias da classe Instituicao, os valores retornados para esses conceitos são usados como filtros na criação da consulta. Com isso, o Gerenciador de Consultas reconhece quais os valores de filtros (no caso, as informações de pessoas e instituições) que satisfazem a regra e que devem ser usados na escrita da consulta. No caso, as respectivas dimensões mapeadas na Ontologia BI desses conceitos seriam usadas pelo Gerenciador de Consultas.

A consulta gerada pelo Gerenciador de Ontologias na abordagem on-the-fly possui sempre o resultado das inferências como critérios de filtros. Um exemplo mais detalhado de consulta na abordagem on-the- fly pode ser vista em Sell (2006; et. al., 2008) e também é exemplificada na seção 4.5.3 deste trabalho.

3.7.2 Consultas na abordagem in-batch

Caso a abordagem in-batch seja a adotada, todas as derivações semânticas ou conclusões das regras devem ser armazenadas no modelo tripla projetado no DW. Neste caso, os resultados das inferências armazenados no modelo tripla são combinados com as informações das dimensões e tabelas de fato diretamente na consulta pelo Gerenciador de Consultas.

O modelo tripla sempre interliga as dimensões do DW com as derivações semânticas das regras de inferência feitas a priori. Por isso, o cubo OLAP pode ser retornado pelo Gerenciador de Consultas sem a necessidade de reescrever a consulta com os filtros oriundos do processo de inferência, diferentemente da abordagem on-the-fly. O modelo tripla é detalhado na seção 3.10 adiante.

Para combinar o modelo tripla e o modelo dimensional em uma única consulta, a pergunta reformulada e posteriormente traduzida pelo Tradutor OLAP deve contemplar a relação tripla presente no fato conseqüente (conclusão) da regra. Neste caso, as relações dos conceitos presentes nesses fatos conseqüentes ou conclusões das regras devem ser mapeadas também na Ontologia BI. Assim, o Gerenciador de Consultas realiza o mesmo procedimento em conjunto com o Gerenciador de Ontologias para obter a estrutura do DW e construir a consulta usando o modelo tripla. Na seção 4.5.3 apresenta-se na prática como essa consulta pode ser criada pelo Gerenciador de Consultas.

Dada a complexidade das tarefas, os sistemas de QA tradicionais podem apresentar erros durante as etapas de interpretação e retorno da resposta. No entanto, considera-se que a etapa desempenhada exclusivamente pelo Gerenciador de Consultas neste trabalho não produz resultados incorretos. Isto porque a obtenção da resposta constitui-se na exploração de repositórios de dados estruturados com base em uma pergunta formal e, no geral, essa exploração é uma atividade comum, bastante disseminada entre especialistas e possui diversos mecanismos e ferramentas já consolidados para sua execução.

Assim, a resposta só produzirá um resultado indesejado ou inválido caso a requisição OLAP, interpretada até a etapa de tradução anterior, estiver incorreta. A seção a seguir detalha o módulo Gerenciador de Ontologias que auxilia o Gerenciador de Consultas na aplicação de consultas.