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La dépatrimonialisation du pouvoir politique

Paragraphe1 : La stabilisation par révision des institutions existantes

Paragraphe 2 : La stabilisation par création d’institutions politiques nouvelles

A- La dépatrimonialisation du pouvoir politique

ˆ Análise da ProduçãoEnergéti a

Daotimizaçãofeito omo software HOMER, obteve-sequeparaoedifí iodereferên ia

éne essárioinstalar2,16kWdepotên iaPV,oque orrespondeàumaáreade15

m

2

(12

painéis)de painel. Apósaimplementaçãodasmedidasde e iên ia onseguiu-sereduzir

a potên ia instalada para1,26kW(umaredução de42%) ea áreane essáriapara9

m

2

(7 painéis, umareduçãode 40%). Natabela6.1é apresentada a omparaçãodo sistema

demi roprodução ne essáriaentreahabitaçãourbanadereferen iaeahabitaçãourbana

apósapli açãode medidasdee iên ia. Os resultados dami roprodução paraoedifí io

urbanode referên ia en ontra-sena se ção A.2doanexo.

Tabela6.1: Sínteseda mi roproduçao

Edifí ios Referên ia NívelII Pot. PV(kW) 2,16 1,26 Pot. onversor (kW) 1,6 1,6 Áreade painel (

m

2

) 15 9 Nº depainel 12 7 Nº debateria 4 3

Comaapli açãodasmedidasde e iên ia, aáreaeapotên iadopainel fotovoltai o

reduz-se signi ativamente, uma vez que a habitação ne essita de menos energia para

suprir a ne essidade energéti a. Pode-se on luir queo sistema de painel fotovoltai o a

utilizar varia muito omo aumento do onsumo de energia.

A gura 6.9 mostra a produção média mensal da eletri idade resultante do sistema

onstantedurante todooano. Aproduçãomédiaanualdeeletri idade édeaproximada-

mente3972kWh,tendoumex essodeofertade er ade30%. Apartirdomêsde julho

regista-se umaqueda naprodução de energia elétri a. Umadasexpli açõesprováveis,é

a existên ia de mais dias nublados (queda de índi e de lareza), logo menos in idên ia

solar.

Como pode-severi arnagura6.10 , o horário da produção da energia fotovoltai o

mantêm prati amente onstante durante todo o ano. Este situa-se entre às7

h :

00 e ás 18

h :

00.

Figura6.10: Produção PV[HOMER℄

A gura 6.11 apresenta o perl de produção fotovoltai o e in idên ia solar diária.

Como sepodeveri ar,estesen ontram-seintimamenterela ionados. Tanto aprodução

omo a in idên ia solar apresentam um valor mínimo no iní io de manhã e no nal da

tarde eummáximo entre às11horas eàs13 horas.

Figura6.11: Horaprodução diáriado PV [HOMER℄

O ban o de baterias dimensionado tem uma autonomia de 85,7

horas

( er a de 3,6 dias). De a ordo om as ondições lo ais, este será su iente, uma vez que no país,

di ilmente terá três dias muito nublado. A arga do ban o de baterias en ontra-se

quase sempreentre80%e 100%enun a des arregaabaixodos40%,maximizandoassim

o seutempode vida(gura 6.12).

Figura 6.12: Estado de argadasbaterias[HOMER℄

Asdes argasmaisprofundas provavelmente o orremduranteosdias maisnublados,

em que a produção durante o dia é baixa e para suprir as ne essidades energéti as é

ne essário re orrer mais vez ao ban o de baterias durante o dia, o que provo a uma

des arga maisprofundadurante anoite. Oban o éutilizado maioritariamenteànoite e

numpequenoperíodode manhã(gura6.13). A argamáximadabateriaregista-sepor

volta do meiodia.

Figura6.13: Estadode argadasbaterias duranteumdia[HOMER℄

Daanáliseveri a-se quea ombinaçãodo sistemaPV+ban o debaterias, garante

o forne imento ininterrupta de energia ao edifí iodurante todoo ano.

ˆ Análise de Custo

O sistema de mi roprodução de eletri idade num edifí io urbano om nível II de

intervenção tem um valor atual líquido (VAL) de 9738

e

. O sistema é 3462

e

mais barato que o da habitação de referên ia (VAL= 13200

e

), o que orresponde a uma redução de usto de aproximadamente 26%. Na gura 6.14 en ontra-se detalhado o

Figura6.14: VAL por tiposdeequipamento [HOMER℄

Dagura6.15podeveri ar-sequeos omponentes ommaiorpesono ustototaldo

sistema fotovoltai o isolado são -a bateria e o painel fotovoltai o-, respetivamente,

37% e 33%. Pelo que, é de extrema importân ia a aposta em medidas de e iên ia

energéti as, uma vez que este reduz signi ativamente a área e/ou número de painel e

bateriaa utilizar, onsequentemente o ustototal do sistema.

Figura 6.15: Custoinvestimento total por equipamento [HOMER℄

Doestudo da viabilidade e onómi a paraa implementaçãodo sistema solar térmi o

paraaproduçãodeAQSnoedifí iourbano,obteve-se queoinvestimento nestesistemaé

bastanteviável,tendoumtempoderetornode1,4anos(3,97

m

2

Figura6.16: Retornode Investimento produção AQS[RETS reen℄

Oretorno deinvestimento obtidoparaosistemasolartérmi o érelativamente urto,

devendosobretudoàgrandepoten ialidadedore ursosolareaelevadautilizaçãodeágua

quente sanitária. Com o sistema reduz-se aproximadamente 1,6 toneladas equivalentes

6.2 Edifí io Rural

6.2.1 Orientação Ótima

Paraa determinaçãoda orientação ótima dahabitação rural,analisou-se tambémo im-

pa todaorientaçãodoedifí iosobreo onsumodeenergia na limatização (gura6.17).

Daanálise hegou-se aumaorientaçãoótima de20

N (gura6.18).

Figura6.17: Impa toorientaçãosobre onsumode energiapor limatização [DesignBuil-

der℄

No entanto, da análise da gura6.17 , veri a-se queno edifí io rural a diferençado

onsumo energéti o entre a melhor(195 kwh/ano) e a pior (223kwh/ano) orientação é

11%inferioraregistada nahabitação urbana. Esteresultadodeve-sesobretudo amenor

per entagem de áreaenvidraçada existente na envolvente doedifí io rural.

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