Chapitre I : Le dessin animé et la prise de vues réelles à l’ère de la cinématographie-
1. L’appropriation des lightning sketches par le cinématographe, de la
De acordo com o responsável (“P”) pelo Programa Educativo da Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes,
A Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes foi inaugurada em 2008, desde a inauguração foi criado o Setor de Gestão Educacional, sendo que no organograma inicial não contemplava um setor voltado para educação, mas quando chegamos observamos a necessidade de criar um espaço, de criar um setor que cuidasse da educação, na verdade esta é uma casa de inclusão social. Uma casa que tem como perspectiva e objetivo receber as mais variadas pessoas e classes sociais aqui. [...] Por isso que desde o início nós criamos esse setor, que vem dando certo e vem atendendo as necessidades da população e da casa também. Responsável (“P”).
No site da Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes17, encontramos
disponível o Passo a Passo (Anexo) para a Aula de Campo. Nessa página, além do Termo de Compromisso, constam as “Opções de Trajetos Pedagógicos para Aulas de Campo”, que são: exposições e oficinas artístico-pedagógicas, laboratório de astronomia, laboratório de robótica e caminho do conhecimento.
Dando continuidade à entrevista, perguntamos então como é formada a equipe do Programa Educativo, que nesse espaço é identificada como Setor de Gestão Educacional.
Nós temos vários funcionários com formações diferenciadas: pedagogos, professores... Dentro do Setor de Gestão, temos principalmente gente ligada à Educação. Além disso, temos os monitores, um convênio que temos com a Universidade Federal, onde recrutamos alguns monitores de várias áreas: Exatas, Humanas, enfim todas as áreas do conhecimento acadêmico nós temos aqui como monitores. Eles são em torno de 50 monitores, nosso grupo de gestão e gestores educacionais são em torno de 8 ou 10 pessoas – nesses vários campos de conhecimento: História, Geografia, Letras, Pedagogia.
Temos um setor exclusivo para coordenar dentro do nosso setor os subsetores, que coordenam a monitoria. Dentro do Setor de Gestão Educacional, dentro desse setor, existe uma subdivisão que cuida exclusivamente da monitoria, como a escala de monitores para finais de semana, durante a semana, que tipo de monitor vai ficar nos vários locais que nós temos, como algumas experiências de física, que nomeamos “Caminhos do Conhecimento”. Na parte externa, na Torre, temos exposição, temos laboratório de astronomia, de robótica, então sempre tem alguém de Gestão Educacional dando informação ao público que nós visita. Os monitores prestam atendimento ao público. (Responsável “P”).
A resposta em relação à seleção dos monitores foi a seguinte:
Entrevistas, nós entrevistamos vemos o currículo e há uma seleção anualmente desses que irão colaborar conosco [...]. E eles ficam conosco pegando uma certa experiência do curso deles. E é bom para eles e pra gente. (Responsável “P”).
Quanto ao objetivo do Programa, o entrevistado responde:
É tentar inserir na sociedade pessoense, notadamente nas escolas, a ideia de conhecer a arte, conhecer cultura de agregação das escolas, do entorno, da periferia, inclusive nós temos um programa que é “Estação vai à Comunidade”, que, assim, toda sexta feira, nós nos deslocamos daqui, uma equipe nossa, para ir às escolas, ONGs. Levamos o nosso Planetário, levamos algumas peças teatrais, algumas oficinas. Nesse momento que saímos para a comunidade, estamos tentado mostrar um pouco a importância da Estação Cabo Branco e, ao mesmo tempo, é uma espécie de convite que venham visitar à Estação, pois lá vocês vão encontrar muito mais do que estamos trazendo para cá. As escolas então ficam agraciadas, é um dia diferente nas escolas, diferente nas comunidades que nós vamos, então é esse objetivo de proporcionar cultura, ciência, arte diferente do dia a dia da escola, nós sempre procuramos ser algo diferente, nessa perspectiva de agregar, de trazer para Estação Cabo Branco essa ideia de conhecimento, de inclusão através da ciência, da cultura e da arte. (Responsável “P”).
Em relação ao responsável pela programação do projeto Programa Educativo, afirma:
Esse projeto são várias ações, é um planejamento pensado dia a dia, planejado o ano inteiro, todo o projeto existe as modificações, os acertos, mas planejamos anualmente. Temos vários setores, o setor
de logística, setor de eventos, alguns setores dentro do organograma que planeja as ações junto conosco. (Responsável “P”).
No que diz respeito às concepções que fundamentam os Projetos Educativos da Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes, o responsável (“P”) afirmou ser a
inclusão social.
De acordo com a análise das entrevistas realizadas com os responsáveis pelos Programas Educativos dos espaços expositivos Casa do Artista Popular e Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes, não encontramos menção a “abordagens pós-modernas” para o ensino nos projetos desenvolvidos. Observamos também nesses espaços a ausência ou parcela mínima de mediadores (monitores) ou profissionais com formação ou cursando Artes.
Diante disso, citamos o exemplo de uma das abordagens “pós-modernas” e de ações que acontecem em outros espaços, com intuito de colaborarmos com uma futura possibilidade de ações educativas para os espaços expositivos de João Pessoa. Pensamos que tanto para os espaços formais quanto para os não formais existem várias abordagens que podem ser hibridizadas, adaptadas de acordo com os sujeitos. A seguir, apresentamos a Abordagem Triangular, por ter sido exemplificada tanto na escola, pela educadora (“S”), como no relato de uma equipe que desenvolve atividades educativas em espaços expositivos em São Paulo. Esclarecemos também que as cinco educadoras de artes do município de Cabedelo entrevistadas foram identificadas com as iniciais da área de conhecimento: “A”, “R”, “T”, “E” e “S”.