Models of Parallel Processing
4.3. GLOBAL VERSUS DISTRIBUTED MEMORY
Esta área tem como objetivo dinamizar a comunidade escolar através de atividades extracurriculares ligadas à disciplina de Educação Física.
A participação na escola por parte do nosso NE, foi, sem dúvida, algo que nos favoreceu muito. Logo no nosso primeiro contacto com o Professor Orientador, interpretamos bem a mensagem que nos foi transmitida. Este informou-nos que o ano de estágio era um ano que exigia muito trabalho mas, ao mesmo tempo, um ano com experiências únicas que o iriam tornar muito especial. Para isso era, fundamental que estivéssemos interessados e disponíveis a envolver-nos em todas as atividades que a escola tinha para oferecer e, também, em tomar iniciativas que dinamizassem a comunidade escolar. Felizmente, foi isso que aconteceu!
Algumas destas atividades realizadas já estavam previamente planeadas. No entanto, nem todas se puderam realizar. Assim, de acordo com o PFI, podemos reparar que a ação interna de futsal, as “Primeiras Jornadas da Xico” e o triatlo não se concretizaram. Isto deveu-se sobretudo a problemas organizacionais, falta de recursos materiais e espaciais e falta de tempo. Apesar disto, não cruzamos os braços e tentamos encontrar alternativas. Confesso que não foi uma tarefa fácil, pois quando nos surgia uma ideia, rapidamente um entrave à sua realização aparecia também. Contudo, com muita persistência e determinação, conseguimos desenvolver projetos aliciantes, para mais tarde recordar e repetir.
Passo então a descrever as atividades em que estive envolvido, salientando os aspetos que mais me marcaram.
Jornal da Escola:
O jornal da escola, embora seja já uma atividade implementada pela escola há muitos anos, foi com muito gosto que dei o meu contributo com a publicação de um pequeno artigo. Este foi realizado por mim e pelo meu colega e amigo Bruno Dias, durante o 1º período. O tema do nosso artigo foi o “sedentarismo” e vai de encontro a uns dos maiores problemas que se vive na
37 atualidade: a obesidade. Deste modo, tentamos consciencializar a comunidade escolar dos benefícios da prática regular de atividade física e da importância de ter uma alimentação saudável. Na ESFH, a maior parte dos jovens pratica desporto regularmente e estão bem informados quanto a este problema. É de facto uma escola incorporada numa cidade com uma cultura desportiva muito forte e isso é bem percetível quando analisamos a quantidade de alunos que pratica desporto federado. Contudo, passar esta mensagem nunca é demais e certamente que ainda há muitos jovens que se encontram indiferentes a este problema. “Neste ócio do “não fazer nada”, um presságio típico da população portuguesa é a sua passividade, assente no comodismo do sofá, em “frente” a uma televisão ou jogar computador durante horas a fio. Um indicador desta afirmação é o facto de haver uma elevada percentagem de sedentarismo, num tecido social, cada vez mais, industrializado e tecnológico” (Artigo publicado no Jornal da Escola).
No 2º período, foi publicado outro artigo no jornal referente ao Torneio de Badminton que realizei na minha turma. A abordagem que, tanto eu como os meus colegas, fizemos do badminton foi bastante positiva e teve, na parte final da Unidade Didática um momento que os alunos adoraram – o Torneio intra-turma. Este foi idealizado de maneira a haver uma maior competitividade entre os alunos. Para isso criou-se, dentro do mesmo torneio, o torneio dos vencedores e dos vencidos. Assim, os alunos que perdessem logo na 1ª eliminatória, entravam noutra competição ficando assim com hipóteses de ganhar uma nova prova. Toda esta iniciativa e organização foi publicada no jornal da escola, com o objetivo de promover o trabalho que os professores estagiários estavam a desenvolver nas suas aulas. Deste modo, esta estratégia poderá ser usada, futuramente, por um professor. Ficou também sublinhado neste artigo, o impacto que este Torneio teve nos nossos alunos.
No 3º período, mais um artigo foi publicado no jornal da escola. Desta vez foram publicados dois artigos. Um referente ao acompanhamento que o NE fez junto da equipa de voleibol do desporto escolar e da equipa de basquetebol que participou na prova do Compal Air e outro artigo relativo à aula que
38 lecionamos no Lar São Francisco. Mais uma vez, o objetivo principal foi promover as iniciativas do nosso NE, pois acompanhamos as nossas equipas em todos os jogos. Relativamente ao Lar São Francisco, considero importante a divulgação desta iniciativa pois, no fundo lecionamos uma aula em nome da nossa escola. Penso que acabamos por promover e deixar bem representada a ESFH.
Para além da publicação destes artigos, o jornal da escola foi um meio que me permitiu conhecer melhor o trabalho desenvolvido nas outras disciplinas. Há de facto alunos que estão envolvidos em atividades de grande valor e que se não fosse o jornal da escola, provavelmente passariam despercebidos. Fiquei também a conhecer melhor alguns alunos da minha turma, pois estes também escreveram variadíssimos artigos. Fiquei agradavelmente surpreendido com a contribuição deles pois só prova que realmente tratam-se de pessoas interessadas, empenhadas e com um enorme potencial.
Corta Mato
O corta mato é uma atividade que a escola realiza todos os anos, onde o Subdepartamento de Educação Física é quem fica responsável pela sua organização. O nosso NE também participou neste evento e contribuímos, essencialmente, ao nível da conceção e organização da prova. Eu auxiliei os professores na entrega dos dorsais, no controlo da prova de maneira a que todos os participantes cumprissem o regulamento, na montagem e desmontagem do material e na entrega de prémios.
Esta é uma atividade da qual já me encontrava familiarizado pois quando era aluno também participava neste tipo de eventos. No entanto, agora consegui ter outra visão e perspetiva do que realmente é o corta mato escolar. Tive a oportunidade de, durante este evento, conversar com vários professores e pude perceber que existe uma controvérsia muito grande em relação aos benefícios deste tipo de provas. Trata-se realmente de uma competição que
39 exige um esforço elevadíssimo por parte dos alunos, esforço esse que grande parte deles não estão preparados para suportar pois as aulas de Educação Física, por si só, não os conseguem preparar devidamente. Outro dos problemas mais frequentes no corta mato é a ausência de uma ativação geral de maneira a que os alunos preparem o seu organismo para a prova. Normalmente o que acontece é que esta ativação geral fica à responsabilidade de cada um e, como sabemos muito bem, a maioria não se prepara como deve ser. Este é um problema que poderá ser resolvido facilmente colocando um professor de Educação Física responsável por esta tarefa. Outro problema do corta mato está relacionado com um dos valores que este pretende incutir nos alunos. Passo a explicar: um objetivo desta atividade é desenvolver nos jovens o gosto pela prática desportiva. Sem dúvida que é uma iniciativa interessante onde os alunos estão perante um clima festivo, de alegria e que, ao mesmo tempo, realizam atividade física. No entanto, se observarmos grande parte dos jovens durante e após a prova, podemos constatar que estes se sentem fatigadíssimos e ,por vezes, mal dispostos. Acredito piamente que a ideia de desenvolver o gosto pela corrida nos jovens através do corta mato é uma má estratégia pois estes sempre que pensarem em correr vão-se recordar de todos estes sentimentos.
Apesar destas criticas, considero necessárias este tipo de eventos. Penso apenas que o corta mato escolar poderá ser alvo de algumas modificações ou então ser mesmo substituído por outro tipo de prova. Relativamente à minha presença neste evento, foi uma experiência bastante rica pois fiquei a perceber todo o dinamismo e trabalho que é necessário para que um evento como este seja bem sucedido.
Acão de Formação Natação
Esta formação foi organizada, no 1º período, pelos dois NE da ESFH (FADEUP e ISMAI). Foi uma iniciativa muito bem organizada por nós e que teve um impacto muito positivo junto dos professores de Educação Física que
40 estiveram presentes. Foi de facto uma formação muito rica pois foi transmitido todo um conjunto de conhecimentos imprescindível para a lecionação da modalidade. Foi apresentada uma parte teórica onde abordamos as várias progressões de ensino dos vários estilos assim como os seus erros mais frequentes e formas de correção. Posteriormente, foi realizada uma parte prática onde um nadador do Vitória Sport Clube, demonstrou dentro de água alguns aspetos abordados na parte teórica.
Esta foi uma experiência da qual aprendi bastante, quer no que diz respeito a todo o processo de organização (elaboração de panfletos, do cartaz, da organização da matéria apresentada, de encontrar um lugar e horário disponível para a apresentação) quer sobre a modalidade em si.
Valorizo muito este tipo de formações pois é essencial que os professores atualizem, constantemente, o seu conhecimento. Estes nunca se devem acomodar pois o ensino cada vez mais fica mais exigente e é fundamental que os professores acompanhem esta evolução de maneira a conseguirem dar uma resposta a altura.
A forte adesão dos professores de Educação Física da ESFH comprova que realmente a escola é dotada de um corpo docente fantástico, competente e com excelentes profissionais.
Torneio de Futsal
Foi realizado, também no 1º período, um torneio de futsal entre todas as turmas da ESFH. A organização ficou da responsabilidade dos dois NE.
Esta foi uma iniciativa que exigiu muito trabalho e dedicação para que o torneio fosse bem sucedido. Como sabemos, o futsal é das modalidades que mais atraem os jovens e, só por aí, era necessário organizar algo a altura das expectativas dos alunos. Confesso que apesar de nunca ter organizado um torneio deste género, deu-me um gozo particular em fazê-lo pois esta é a modalidade que eu mais aprecio e me identifico.
41 Este, por ser um evento bastante complexo, foi preparado com a devida antecedência para minimizar a probabilidade da ocorrência de qualquer tipo de imprevistos. Tivemos então que criar um cartaz cativante de maneira a promover a atividade. Posteriormente, elaboramos as fichas de inscrição para que as várias turmas se inscrevessem, para que assim pudéssemos saber quantas equipas estariam presentes de forma a organizarmos o calendário dos jogos. Para isso, contamos com a ajuda dos professores de Educação Física que ficaram responsáveis por inscreverem as suas turmas. Consideramos esta a melhor estratégia pois caso contrário iria haver bastante confusão, pois sabemos que os alunos esquecem-se sempre de algo e criam sempre problemas onde não têm de criar. A construção dos calendários, confesso que foi a tarefa mais difícil de executar e contamos com o auxilio do Professor Cooperante. Isto porque, os alunos teriam de participar no torneio sem faltarem às aulas. Então, foi necessário saber os horários de todas as turmas e assim tentar elaborar o calendário. Não foi uma tarefa fácil como já disse mas fizemo- lo com êxito. É importante destacar que este torneio foi dividido por género, havendo assim dois torneios (masculino e feminino) em apenas dois pavilhões. O Torneio foi organizado para apenas 3 dias.
Durante o a realização do Torneio, nós professores estagiários, ficamos responsáveis pela arbitragem dos jogos e por arranjarmos alguém que preenchesse os boletins de jogo (para isso contamos com a ajuda de alguns alunos). A arbitragem dos jogos foi algo que realizei de forma tranquila, pois conheço muito bem a modalidade. No entanto, sabemos que esta, por vezes, é uma função muito ingrata. De qualquer maneira, felizmente, não houve nenhuma situação desagradável digna de registo.
No final do torneio, reservamos uma surpresa para a equipa campeã. A equipa vencedora teve que defrontar a equipa dos professores estagiários. Este foi um momento bastante engraçado e divertido que causou fortes emoções na plateia.
42 Este foi um evento que adorei participar pois houve uma adesão e envolvimento por parte dos alunos notável. Este constituiu-se também como um meio que nos permitiu conhecer e interagir mais com alguns alunos.
Apesar de todos estes aspetos positivos referidos acima, aproveito para efetuar uma crítica construtiva relacionada com a organização deste torneio. A meu ver esta organização do torneio de futsal em 3 dias não faz muito sentido. Isto porque são bastantes equipas e apenas tínhamos um pavilhão disponível. O que acabou por acontecer, foi que a primeira fase de eliminatórias foi realizada com jogos de apenas 10 minutos e realizados em apenas um terço do campo. Outro ponto negativo foi que quem perdesse logo no primeiro jogo ficava, automaticamente, fora da competição. No início do ano, com o objetivo de contrariar estes aspetos, propus que se organizasse uma competição ao longo de todo o ano, havendo uma fase de grupos e, posteriormente, as eliminatórias. Os jogos seriam realizados numa hora em que o pavilhão estivesse livre. Desta forma, haveria muito mais competitividade, desafio, expectativa e motivação. Tive esta ideia pois quando andei no secundário, realizou-se um torneio com uma organização muito semelhante e correu muito bem. De qualquer forma esta ideia foi ouvida e ponderada, no entanto optou-se pela outra de maneira a não sobrecarregar o ano letivo com esta atividade. Agora com estas duas formas de organização, confesso que prefiro esta última apresentada pois é aquela que acaba por ser mais justa e motivante para os alunos.
Desporto Escolar
O nosso NE acompanhou, durante o 2º e 3º período, a equipa de voleibol feminina da ESFH, orientada pelo nosso Professor Cooperante. Esta participou em vários jogos a nível regional e sagrou-se campeã, vencendo todos os jogos que disputou. Tratam-se realmente de alunas com muita qualidade.
43 Este nosso acompanhamento foi uma iniciativa excelente pois ficamos a perceber de uma forma mais esclarecedora toda a dinâmica deste tipo de competições. Ainda bem que este ano não colocaram fim ao desporto escolar pois de facto este promove valores educativos muito importantes na formação dos alunos. O espírito competitivo, espírito de grupo, companheirismo, filiação e auto estima são o exemplo de valores desenvolvidos pelos alunos que são essenciais para as suas formações pessoais. Nem todos os jovens têm a possibilidade de pertencer a um clube ou a uma organização desportiva de maneira a terem um contacto com o desporto de uma forma mais séria. Neste sentido defendo que o desporto escolar deve privilegiar a integração de alunos não federados nas suas equipas. Este constitui-se também como um bom meio que permite detetar alunos com potencial de maneira a serem reencaminhados para os clubes. Defendo também que, apesar da competição ser um fulcral do desporto escolar, o professor responsável deverá deixar este aspeto para segundo plano, fazendo uma gestão justa e equilibrada de todos os elementos da equipa.
Destaco também que, durante o 2º período, assisti a alguns treinos e a um jogo da equipa de futsal da ESFH. No entanto, não obtive um contacto tão próximo como com a equipa de voleibol.
Direção de Turma
Desde cedo que o nosso Professor Cooperante, através de várias conversas nos começou a informar sobre a função de um Diretor de Turma. De facto, esta é uma função que exige uma grande responsabilidade pois este é quem tem o papel de informar os Encarregados de Educação sobre todo o processo de ensino-aprendizagem dos seus educandos. Cabe ao Diretor de Turma, conhecer os seus alunos a fundo, de maneira a perceber quais as necessidades e problemas dos mesmos de modo a informar os restantes professores. Por outro lado, também lhe compete saber qual o rendimento que cada aluno obtém em todas as disciplinas para informar os respetivos
44 Encarregados de Educação. Participei em várias reuniões de Conselho de Turma e de Encarregados de Educação e pude perceber que é crucial o Diretor de Turma ter uma ideia bem objetiva e precisa da turma. Muitas vezes, um aluno não obtém o rendimento esperado na sala de aula ou altera o seu comportamento. Nestas situações, o Diretor de Turma tem de ter sensibilidade para tentar perceber, junto do aluno, a origem do problema.
No 2º período, tivemos a oportunidade de contactar com a Diretora de Turma do 11ºCT2. Esta explicou-nos, através de um programa de computador adotado pela escola, como gere todas as faltas dos alunos. Esta é responsável pela aceitação ou não da justificação das mesmas.
Visita de Estudo ao Gerês
O nosso NE, a pedido da professora Tânia de Religião e Moral, participou em mais uma atividade. Acompanhamos as suas turmas ao Gerês onde realizaram várias atividades, durante dois dias. Os alunos foram monitorizados por um grupo de jovens, bastante competentes, pertencentes à empresa da Psicomagna. O objetivo desta visita foi experimentar vários desportos e atividades de natureza, como por exemplo o slide, paintball e trilho pedestre. A nossa função foi de ajudarmos a professora a controlar os alunos em algumas situações.
No fim do jantar, foi preparada uma sessão de karaoke para os alunos. Este foi um momento que gostei muito, pois houve bastante convívio, diálogo, diversão e animação. A experiência mais engraçada e cansativa que tive foi logo após ao karaoke, onde tive que vigiar “as pestes” na hora de dormir. Estes ficaram em quartos de quatro pessoas e os rapazes ficaram separados das raparigas, onde eles ficaram no piso de cima e elas no de baixo. Como nestas ocasiões já sabemos que os alunos vão tentar fazer das suas, eu e os meus colegas, ficamos de vigilância a fim de evitar qualquer confusão no corredor e alguma troca de quarto por parte dos alunos. Tivemos de intervir algumas vezes, mas, felizmente, rapidamente se acalmaram e nos deixaram dormir.
45 Esta foi mais uma atividade que me enriqueceu bastante, pois aproveitei para perceber o dinamismo e a forma como algumas atividades eram organizadas. Foi, também, uma experiência que me permitiu descontrair um pouco e conviver com vários alunos.
Open Day
Esta atividade foi organizada por todo o Subdepartamento de Educação Física e desenrolou-se no 2º período. O Open Day consistiu numa prova de peddy paper que se iniciou na ESFH e terminou na Penha. Eu acompanhei a minha turma ao longo de todo o percurso, juntamente com a Diretora de Turma. Ao longo desta longa caminhada, tive a oportunidade de vivenciar experiências engraçadas e conhecer ainda melhor os meus alunos através de conversas informais. Quando o desgaste físico já se fazia sentir, até porque estava muito calor, tive que incentivar e motivar alguns alunos a finalizar a prova. Foi o caso do José (aluno obeso), por exemplo, que sentiu muitas dificuldades e teve necessidade de parar de vez em quando. Desta forma, acompanhei-o mais de perto, onde tentei com que ele se abstraísse um pouco e não se deixasse levar pelo cansaço.
Posteriormente, descemos de teleférico até ao parque da cidade para almoçarmos. Eu fiquei encarregue de ir buscar os almoços para os alunos e de garantir que estes não deixavam lixo espalhado no final da refeição. De seguida, os alunos eram livres de realizar as atividades que entendessem, desde voleibol, basquetebol e rugby, por exemplo. Esta tarde proporcionou-nos momentos muito agradáveis, de convívio, boa disposição e amizade. Foi um dia espetacular que certamente não irei esquecer.
Sarau da Xico
Esta atividade é tradição da ESFH e digamos que é o momento alto do ano. É um evento realizado no Centro Cultural Vila Flor pois é o local ideal para
46 suportar quase a totalidade da comunidade escolar. O principal objetivo é potenciar as qualidades e capacidades que os alunos têm através de uma atuação perante centenas de pessoas. Não é um desafio fácil pois a pressão é enorme! Com várias semanas de antecedência, pudemos verificar que na escola já vários alunos se reuniam para ensaiarem e prepararem-se para o evento. O mesmo aconteceu com o nosso NE, pois o Subdepartamento de Educação Física decidiu que iríamos atuar no Sarau. Então, com bastante antecedência, reuníamo-nos no Pavilhão do Inatel, todas as terças e sextas, ao final da tarde, para ensaiarmos a nossa coreografia. Esta consistia em encenar a noite do Pinheiro (festa tradicional de Guimarães) e, posteriormente, ao ritmo da música, simular vários desportos.
Chegado o dia do Sarau, ficamos maravilhados e surpreendidos pela positiva com a prestação dos alunos. Foram realizados variadíssimos temas