Em anos recentes os sítios web das bibliotecas estão mudando a sua estrutura e conteúdo, com a introdução das redes sociais presentes na Web 2.0 e a utilização cada vez maior por adolescentes que fazem parte da Geração Y.
Uma rede social é definida como um conjunto de dois elementos: atores (pessoas, instituições ou grupos) e suas conexões (WASSERMAN; FAUST, 1994; DEGENNE; FORSÉ, 1999 apud RECUERO, 2005).
Consoante Aguiar e Modesto (2010), é importante esclarecermos que o Facebook, o Orkut, o MySpace e o Ning não são redes sociais, são ferramentas, são suportes para as interações que
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Ferramenta Wiki Pbwiki agora é chamada PBWorks: Disponível em: <http://www.pbworks.com>. Acesso em: 05 nov. 2013.
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Ferramenta Wiki Wetpaint: Disponível em: <http://www.wetpaint.com>. Acesso em: 05 nov. 2013.
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Ferramenta Wiki Wikidot: Disponível em: <http://www.wikidot.com>. Acesso em: 05 nov. 2013.
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Ferramenta Wiki Wikispaces: Disponível em: <http://www.wikispaces.com>. Acesso em: 05 nov. 2013.
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Wiki de Medicina AskDrWiki: Disponível em: <http://askdrwiki.com/>. Acesso em: 05 nov. 2013.
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Wiki de Medicina Ganfyd: Disponível em: <http://www.ganfyd.org>. Acesso em: 05 nov. 2013.
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constituem as redes sociais. Os sites de redes sociais da Internet proporcionam conexões para as pessoas, mas, em última análise, são as pessoas que constroem as redes. Esses sites, portanto, expressam as redes e, com isso, as influenciam (RECUERO, 2009a).
De acordo com Boyd e Ellison (2007), as redes sociais online são serviços baseados na web que permitem ao indivíduo: 1) construir um perfil público ou semipúblico destinado a um sistema; 2) articulado com uma lista de outros usuários com os quais ele compartilha uma conexão; 3) tendo em vista uma conexão com aqueles que fazem parte do sistema.
As plataformas de redes sociais podem ser classificadas segundo vários critérios. Farkas (2007) indica que as redes sociais podem se diferenciar pela idade dos seus integrantes, e para Arroyo Vázquez (2008) conforme as motivações do usuário e os propósitos da rede social em questão, considerando três grupos:
redes sociais de caráter geral - orientadas a temas pessoais ou de lazer, onde se destacam MySpace, Facebook, Orkut, Hi5;
redes sociais profissionais - orientadas a atividade profissional e empresarial, representados por LinkedIn55 ou Xing56; e
redes sociais especializadas - como nVivo57
sobre concertos musicais ou eBuga58 para automóveis e concessionárias todas as duas na Espanha.
A divisão entre redes sociais com propósito geral e profissionais também é seguida por Fumero e Garcia-Hervás (2008).
Os sítios web de redes sociais cresceram em número de usuários e em quantidade de opções disponíveis nos últimos anos. Assim, é possível observar que sua adoção e o tema escolhido oferecem aos usuários um vasto conjunto para escolha. Apesar disso, os bibliotecários iniciaram há pouco a discussão sobre o seu uso e como essa tecnologia pode ser explorada pelas bibliotecas. Para Mack et al. (2007), a literatura corrente baseada em aspectos ligados à Biblioteconomia, no início, apresentava como era projetada a rede social Facebook de uma forma geral e como os bibliotecários deveriam se precaver quanto aos riscos do seu uso.
Em 1997, Garton, Haythornthwaite, e Wellman59, apud Charnigo e Barnett-Ellis (2007), estavam entre os primeiros autores a descrever um método sobre análise de redes sociais online. Muitos estudos indicam a necessidade de uma política de privacidade mais aprofundada no sentido de manter protegidos os dados do perfil do usuário nas redes sociais. Uma condição para assegurar
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Rede social profissional Linkedin: Disponível em: <http://www.linkedin.com>. Acesso em: 07 ago. 2013.
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Rede social profissional Xing: Disponível em: <http://www.xing.com/>. Acesso em: 07 ago. 2013.
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Rede social musical nVivo: Disponível em: <http://www.nvivo.es/>. Acesso em: 07 ago. 2013.
58
Rede social automóvel eBuga: Disponível em: <http://www.ebuga.es/>. Acesso em: 07 ago. 2013.
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GARTON, Laura; HAYTHORNTHWAITE, Caroline; WELLMAN, Barry. Studying Online Social Networks.
esta privacidade é restringir o acesso às informações do perfil da biblioteca somente aos usuários/amigos aceitos pelo perfil da biblioteca, entretanto é perceptível que isto em termos de contato com o usuário pode ser prejudicial, já que ao criar barreiras de acesso, podem limitar o número de usuários que querem fazer contato com a biblioteca.
De acordo com Charnigo e Barnett-Ellis (2007), os bibliotecários estão cada vez mais explorando o uso do que se referem como companhias e serviços de Internet 2.0, como o Facebook, para interagir com eles e alcançar os usuários da biblioteca de forma inovadora. Em estudo junto a 126 bibliotecários dos EUA, Charnigo e Barnett-Ellis (2007), trabalharam com três linhas de investigação sobre a rede social Facebook, a saber: o conhecimento sobre o Facebook, o impacto real deste sítio web nos serviços da biblioteca e as perspectivas dos bibliotecários em direção às redes sociais online. Assim, os resultados da pesquisa mostraram que 48% das bibliotecas haviam adicionado um perfil da biblioteca ao Facebook, 34% criaram um perfil individual e somente 3% havia instituído um perfil da biblioteca. Em termos de impacto no serviço observou-se um aumento no uso da rede de computadores em função do acesso ao Facebook, o que ocasionou o bloqueio da rede pela instituição e também aumento no uso do scanner, para digitalizar fotos que seriam posteriormente enviadas ao Facebook.
Trabalhando nessa linha, Connell (2009) realizou estudo com 366 estudantes do primeiro ano da Universidade de Valparaiso, nos EUA, cujo resultado indicou que o perfil da biblioteca e do bibliotecário no Facebook seria bem-vindo por muitos estudantes e, portanto, deveria ser fortemente considerado. Esse autor conclui que as bibliotecas precisam aprender tão logo seja possível, sobre os melhores métodos para interagir com os usuários da biblioteca utilizando-se destas redes sociais.
Hendrix et al. (2009), destacam, entretanto, que existem ainda obstáculos para o seu uso nas bibliotecas, e a maioria delas não tem certeza do sucesso atual ou futuro de sua presença nas redes sociais como um todo.
Segundo Xia (2009, p. 469), por meio de estratégias de marketing, uma biblioteca pode aumentar a sua visibilidade e imagem, e, assim, atrair mais usuários para utilizar seu acervo e os seus serviços. Para Xia (2009, p. 470), o Facebook é uma das melhores tecnologias a integrarem os esforços na área de marketing para bibliotecas. Algumas características do Facebook, como “Grupos” e “Eventos”, são consideradas importantes para o marketing nas bibliotecas. Um exemplo de BU, que já possui o perfil de usuário no Facebook60, é o da Biblioteca Central da UnB, que pode ser observado melhor no trabalho de Machado et al. (2011), conforme pode ser visualizado na figura 12:
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O perfil oficial da Biblioteca Central da UnB no Facebook atualmente é o link URL <https://www.facebook.com/unb.bce?fref=ts>. Acesso em: 24 set. 2013.
Figura 12 –Facebook da biblioteca central da Universidade de Brasília-DF
Fonte: Facebook BCE-UnB (2013).
Ainda segundo Xia (2009), o estilo de gerenciamento dos grupos no Facebook é chave para o sucesso das discussões do grupo. Ele completa, indicando que os responsáveis pelo grupo no Facebook devem manter coeso o grupo de pessoas que compartilham os mesmos interesses, e que estão dispostos a se comunicar uns com os outros. Xia (2009) também indica que os responsáveis pelo grupo no Facebook devem tentar ser proativos e entusiasmados com a atualização dos tópicos e notícias para manter as discussões ativas.
Em resumo, Xia (2009) destaca que os grupos no Facebook podem ser usados como uma plataforma útil para o suporte ao ensino e à pesquisa dos membros da faculdade que, assim, devem mostrar entusiasmo para conectar isso aos serviços da biblioteca.
De acordo com Margaix-Arnal (2008), existem alguns modelos de presença no Facebook que merecem ser destacados para que a biblioteca se insira nesta rede. Basicamente, são três: os perfis de usuários, os grupos de usuários e as páginas. A seguir Margaix-Arnal (2008) descreve algumas características deles.
Perfis de usuários - é o modelo de presença mais flexível e possui como vantagem a disponibilidade de inúmeras aplicações com as mais diversas funcionalidades. A presença do diretor da biblioteca ou pessoal de referência pode ser escolhida neste caso.
Grupos de usuários - muitas bibliotecas têm optado por criar grupos. Neste caso gratuito, os usuários podem se inserir nos grupos por iniciativa própria ou pelo convite de um membro do grupo. O inconveniente é que ele possui aplicações básicas: mural de mensagens, álbum de fotografias e fórum de discussão.
Páginas - é o modelo de presença indicado para empresas. Seu aspecto é similar ao de um perfil, porém tem uma série de vantagens ou inconvenientes. Como vantagens pode-se
destacar a personalização, acesso ao conteúdo para usuários fora da rede, estatísticas de acesso, vários usuários podem ser administradores desta página e são gratuitas. Como inconveniente a dificuldade de se promover, a pouca quantidade de aplicações, não se recebe avisos da atividade dos usuários na página.
Ainda destacando o estilo do gerenciamento e o modelo de presença das redes sociais na web, García-Giménez (2010) observa que os perfis individuais são utilizados por pessoas, enquanto os grupos são usados para juntar um coletivo em torno de um assunto e as páginas são usadas por empresas ou instituições. O quadro 7 proposto por García-Giménez (2010) expressa os três modelos de presença com as suas vantagens e desvantagens.
Quadro 7 – Vantagens e desvantagens dos modelos de presença no Facebook
Perfis Individuais Páginas Grupos (continua)
Elementos
Fotografia e Descrição do perfil; Lista de contatos;
Importação de RSS, blogs, flickr, digg, picasa, delicious, yelp, google reader, stumple upon, lastfm, pandora, hulu e youtube. Resumo da última atividade; Comentários sobre o estado; Sincronização com Twitter; Notas; Vídeos; Links; Galerias de fotos; Causas; Mural; Eventos; Chat Aplicações personalizadas
Logotipo; informação básica; mini noticias; mural; fórum de debate; fãs; eventos
elementos publicados; vídeos; notas (é possível importar RSS); promover uma página mediante anúncios; enviar atualizações de fãs; páginas preferidas; painel de estatísticas; críticas; comentário de estado; possibilidade de conectar com o Twitter.
Logotipo; informação básica e de contato; membros
fórum de debate; Mural; fotos; elementos publicados; vídeos; eventos;
possibilidade de criar salas de chat mediante aplicações.
Vantagens
Intimidade: é regulada pelo
acesso a conteúdos;
Proximidade: se chega a um
usuário como um amigo
mais, nas mesmas condições que este apresenta o seu perfil;
Atenção personalizada:
permite aproximar-se de usuários potenciais de uma maneira direta e pessoal;
Identidade: capacidade mais
direta para gerar marca e perfil diferenciado, além de consciência de grupo.
Moderação: a moderação é feita
de maneira manual, eliminando mensagens ou contatos;
Vinculação: o grupo está
vinculado diretamente com o administrador
Não há possibilidade de fazer referência a blogs nem ao Twitter Não dispõem de estatísticas a vista de outros usuários.
Pode-se regular a privacidade do grupo através de um sistema de permissão.
Possibilidade de ceder a outros usuários a gestão total ou parcial do grupo.
Possibilidade de notificar por correio eletrônico de maneira múltipla e simultânea.
Fidelização: possibilidade de gerar identidade coletiva.
Desvantagens
Número limitado de amigos a 5.000 membros.
Moderação: a moderação deve ser feita manualmente, eliminando mensagens ou contatos.
Não se permite delegar a gestão para outros usuários da rede.
Pode-se regular a privacidade do grupo através de um sistema de permissão;
Possibilidade de ceder a outros usuários a gestão total ou parcial do grupo.
Possibilidade de notificar por correio eletrônico de maneira múltipla e simultânea.
Fidelização: possibilidade de gerar identidade coletiva.
Moderação: a moderação é feita de
maneira manual, eliminando mensagens ou contatos;
Vinculação: o grupo está vinculado
diretamente com o administrador Não há possibilidade de fazer referência a blogs nem ao Twitter Não dispõem de estatísticas a vista de outros usuários.
Fonte: Original de García-Giménez (2010) e adaptado pelo autor.
Perotti e Hair (2011) destacam que as redes sociais, recentemente, têm sido identificadas como a mais popular forma de se comunicar, contudo há poucos trabalhos sobre o comportamento
de indivíduos com características diferentes, considerando a complexidade de múltiplos dispositivos e contextos para o seu uso.
Aguiar (2012) destaca os desafios e benefícios da aplicação das redes sociais nas bibliotecas universitárias, conforme o quadro 8.
Quadro 8 – Desafios e benefícios da aplicação das redes sociais nas bibliotecas universitárias
Desafios Benefícios
Recursos Humanos Biblioteca
a) dificuldade para encontrar pessoas na equipe com perfil e qualificação para implantar as redes sociais;
b) falta de atualização profissional;
c) relutância dos gestores em usar as redes sociais e compartilhar informações;
d) falta de adaptação curricular dos cursos de Biblioteconomia para incluir este conteúdo.
a) amplia o acesso virtual e móvel à BU; b) atrai novos ou potenciais usuários;
c) possibilita melhorar os serviços de marketing; d) estabelece novos canais de comunicação com
os usuários;
e) acelera a disseminação da informação pela biblioteca;
f) possibilita a melhora da imagem da biblioteca.
Conteúdo Serviços e Produtos
a) desatualização dos conteúdos já postados;
b) publicar informações interessantes para o usuário (Quais informações publicar?)
c) qual linguagem utilizar: formal ou informal? (um guia de netiqueta pode orientar);
d) depende do tipo de usuário para o qual está dirigido;
e) deve suportar o processo de ensino e pesquisa dos membros da faculdade.
a) amplia a quantidade de serviços;
b) criação de conteúdos novos antes impossíveis de serem feitos sem as redes sociais para divulgá-los;
c) elaboração de tutoriais multimídiáticos;
d) dá possibilidade de atender as demandas dos usuários.
Usuários Divulgação
a) consultar os usuários;
b) dificuldades em elaborar uma estratégia de atração dos usuários para as redes sociais;
c) manter a atenção do usuário.
a) a informação pode atingir mais usuários em um curto espaço de tempo;
b) possibilita a divulgação de serviços e produtos. Fonte: Adaptado, pelo autor, de Aguiar (2012).
Segundo Aguiar e Modesto (2010), existem outras opções para substituir o Facebook. Uma delas é a rede social Ning61, plataforma que permite a criação de redes sociais individualizadas, ou seja, cada usuário pode criar a própria rede social ou se vincular a qualquer outra de seu interesse. Embora existam outros sítios web que também são capazes de criar redes sociais personalizadas, a rede social Ning, no início, permitia a criação de redes sociais sem limitação ou tempo determinados: isto ensejou grande procura por esta plataforma ensejando a criação de várias redes sociais por grupos de usuários, pesquisadores etc. Isto mudou, porém agora a rede social Ning permite o uso experimental por apenas 30 dias de forma gratuita; outras opções podem ser
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observadas para substituir a rede Ning, de acordo com Vieira (2011b). São elas: a SocialGo62, WackWall63, Grouply64, Mixxt65 e a Spruz66.
Assim, para facilitar o trabalho de análise deste tipo de ambiente, Perotti e Hair (2011) selecionaram sete atividades mais utilizadas pelos usuários de redes sociais, assim descritas: 1) manter contatos com membros da rede social (indicador maior quantidade possível de pessoas); 2) organizar (classificar ou gerenciar tipos de relacionamentos – família, amigos, empresa); 3) compartilhar (senso de compartilhar com amigos as informações – indicador: seletividade ou controle de privacidade); 4) encontrar pessoas (similar interesse em áreas voltadas para a carreira, namoro, ambição, trabalho, ou interesse geral); 5) autoimagem (habilidade de “customizar” e expressar a sua imagem para os outros); 6) entretenimento (forma de expressar sentimentos de escapismo, proteção da imagem e retorno dos colegas); e 7) ficar conhecido (habilidade que envolve o processo de aceitação pelos membros da rede).
Baseado nisso, Perotti e Hair (2011) construíram um mapa mental, para representar estas sete características descritas, conforme a figura 13.
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Rede social Socialgo: Disponível em: <http://www.socialgo.com/>. Acesso em: 10 jul. 2013.
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Rede social Wackwall: Disponível em: <http://wackwall.com/>. Acesso em: 10 jul. 2013.
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A rede social Grouply encerrou suas operações em 2012, logo após ter sido comprada pela empresa Oodle. Disponível em: <http://www.crunchbase.com/company/grouply>. Acesso em: 10 nov. 2013.
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Rede social Mixxt: Disponível em: <http://www.mixxt.at/>. Acesso em: 10 jul. 2013.
Figura 13– Mapa mental das sete atividades dos usuários de redes sociais
Fonte: Adaptado, pelo autor, de Perroti e Hair (2011).
As bibliotecas que utilizam blogs, wikis e redes sociais podem também se beneficiar do potencial de outra ferramenta para divulgar e deixar seus usuários mais atualizados. A ferramenta da Web 2.0 que será apresentada a seguir é o RSS, também conhecido como Rich Site Summary, na versão 0.91 a 0.93, ou Really Simple Syndication, na versão 2.0. Ela possibilita ao usuário assinar canais de informação (feeds) de acordo com a sua preferência.