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Example: Clinical study — collimator star pattern

A: Clinical study

2.2.9. Collimator General commentsGeneral comments

2.2.9.8. Example: Clinical study — collimator star pattern

diagnóstico Trauma Vascular; e Validação clínica do diagnóstico de enfermagem Trauma Vascular.

5.1 CONSTRUÇÃO DOS COMPONENTES E DEFINIÇÕES DO DIAGNÓSTICO TRAUMA VASCULAR

Para a construção dos componentes do diagnóstico foi realizada uma análise do conceito Trauma Vascular, a partir de uma revisão integrativa. Esta resultou em 56 artigos. A seguir, está apresentada na Tabela 1 a caracterização dos estudos conforme local de desenvolvimento, ano de publicação, idioma, cenário de pesquisa e método.

Tabela 1 - Caracterização dos estudos que compuseram a amostra da revisão integrativa de acordo com o continente onde foi desenvolvida a pesquisa, ano de publicação, idioma, cenário e o método. Natal, 2018 Variável n % Continente Europa 23 41,07 América 19 33,93 Ásia 12 21,43 Oceania 2 3,57 Ano de publicação 1987 1991 ‖---‖ 1995 1996 ‖---‖ 2000 2001 ‖---‖ 2005 2006 ‖---‖ 2010 2011 ‖---‖ 2015 2016 1 4 2 6 13 28 1 1,8 7,1 3,6 10,7 23,2 50,0 1,8 2017 1 1,8 Idioma Inglês Português 55 1 98,2 1,8 Cenário Laboratório Ambulatório Hospital 32 14 10 57,2 25,0 17,8 Método Experimental Ensaio Clínico Coorte Estudo de Caso Caso-controle Transversal Descritivo 31 8 7 5 2 2 1 55,3 14,3 12,5 8,9 3,6 3,6 1,8 Fonte: Dados da pesquisa (2018)

A partir dos dados identificados, percebeu-se a predominância de publicações na Europa (41,07%), seguida pela América (33,93%). Sendo a maioria dos estudos publicados entre 2011 e 2015 (50%), quase todos no idioma inglês (98,2%). Quanto ao método utilizado, predominaram os experimentos (55,3%), sendo o laboratório (57,2%) o principal cenário para desenvolvimento. Tal fato reflete um alto nível de qualidade entre os estudos analisados.

Com a realização da análise de conceito, foi possível identificar os componentes do diagnóstico e construir as definições conceituais e operacionais de cada um. Ao final da análise foram identificados quatro atributos, 13 antecedentes e 13 consequentes.

O Quadro 5 apresenta os componentes do diagnóstico de enfermagem Trauma Vascular identificados a partir da análise de conceito. Nele, estão expostos: rótulo, atributos, definição do diagnóstico, antecedentes (fatores relacionados) e consequentes (características definidoras) e suas respectivas definições conceituais e operacionais.

Quadro 5 - Proposta do diagnóstico Trauma Vascular com seus componentes e definições a partir da análise conceitual. Natal, 2018

Trauma Vascular Atributos: Dano Lesão vascular Disfunção Necrose tissular Definição

Dano ou lesão vascular, caracterizado tissular por disfunção endotelial capaz de atingir estruturas adjacentes e até ocasionar necrose.

ANTECEDENTES Infusão de agente quimioterápico

Definição conceitual

Infusão de quimioterápicos. São agentes administrados aos pacientes oncológicos como parte de sua terapia que agem no ciclo celular.

Definição operacional

Investigar sobre o uso de algum agente antineoplásico de infusão: quimioteápico. Se o paciente fizer uso, o fator estará presente.

Referências

CHOW, A.Y.; et al. Anthracyclines cause endothelial injury in pediatric cancer patients: a pilot study. Journal of clinical oncology, v. 24, n. 6, p. 925-928, 2006.

Hipóxia

Definição conceitual

É a diminuição de oxigênio no sangue.

Definição operacional

O investigador deverá examinar o paciente, após pelo menos 5 minutos de repouso, com auxílio de um oxímetro, e avaliar o nível de oxigenação sanguínea a partir do valor de SpO2. Se o valor estiver inferior a 90%, o fator estará presente.

Referências

SMELTZER, S.C.; BARE, B.G. Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem medico cirúrgica. 12 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

POTTER, P.A.; PERRY, A.G. Fundamentos de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.

Infusão de agente de interrupção vascular Definição conceitual

Infusão de agentes de interrupção vascular. São agentes administrados aos pacientes oncológicos como parte de sua terapia que interferem em estruturas vasculares.

Definição operacional

Investigar sobre o uso de algum agente antineoplásico de interrupção vascular. Se o paciente fizer uso, o fator estará presente.

Referências

IBRAHIM, M.A.; et al. Vascular disrupting agent for neovascular age related macular degeneration: a pilot study of the safety and efficacy of intravenous combretastatin a-4 phosphate. BMC Pharmacology and Toxicology, v. 14, n. 1, p. 7, 2013.

Infusão de agente antiangiogênico Definição conceitual

Infusão de antiangiogênicos. São agentes administrados aos pacientes oncológicos como parte de sua terapia que agem impedindo a formação de novos vasos.

Definição operacional

Investigar sobre o uso de algum agente antineoplásico antiangiogênico. Se o paciente fizer uso, o fator estará presente.

Referências

BORJAN, B.; et al. The Aplidin analogs PM01215 and PM02781 inhibit angiogenesis in vitro and in vivo. BMC cancer, v. 15, n. 1, p. 738, 2015.

Presença de um dispositivo de acesso venoso e tempo de permanência Definição conceitual

É um cateter venoso implantado em veia central ou periférica de um paciente por um tempo pré- determinado de permanência.

Definição operacional

O investigador deverá identificar, por meio da inspeção, a presença do cateter venoso, e em registros de prontuário avaliar o tempo de permanência do cateter. Um cateter periférico deve permanecer pelo tempo máximo de 3 dias e o cateter central deve permanecer pelo tempo máximo necessário ou até que se tenha sinais de infecção. Se o tempo for superior, o fator estará presente.

Referências

CARDIM, N.; et al. Playing games with a thrombus: a dangerous match. Paradoxical embolism from a huge central venous cathether thrombus: a case report. Cardiovascular ultrasound, v. 8, n. 1, p. 6, 2010.

MYERS, S. I.; et al. Vascular trauma as a result of therapeutic procedures for the treatment of malignancy. Journal of vascular surgery, v. 14, n. 3, p. 314-319, 1991.

CAPUCHO, R.C.; et al. Fatores de risco para trauma vascular durante a quimioterapia antineoplásica: contribuições do emprego do risco relativo. Acta Paulista de Enfermagem, v. 25, n. 3, 2012.

infusion therapy. Philadelphia: Davis, 2014. Exposição à radioterapia

Definição conceitual

É a exposição ao tratamento local ou locorregional para o câncer que utiliza equipamentos e técnicas para irradiar áreas demarcadas do organismo humano.

Definição operacional

O investigador deverá interrogar o paciente e confirmar em prontuário se o mesmo realizou ou está em tratamento de radioterapia. Se a resposta for sim, o fator estará presente.

Referências

BRASIL. Instituto Nacional de Câncer. ABC do câncer: Abordagens básicas para o controle do câncer. Rio de Janeiro: Inca, 2011.

Procedimento cirúrgico recente Definição conceitual

É a realização de um procedimento cirúrgico dentro dos últimos 30 dias.

Definição operacional

O investigador deverá interrogar o paciente sobre a realização de algum procedimento cirúrgico dentro dos últimos 30 dias. Se a resposta for sim, o fator estará presente.

Referências

BRANDES, A.A.; et al. Incidence and risk of thromboembolism during treatment of high-grade gliomas: a prospective study. European Journal of Cancer, v. 33, n. 10, p. 1592-1596, 1997. Técnica inadequada de punção venosa e manipulação do local da punção

Definição conceitual

É uma ação ou um conjunto de ações inadequados para inserção de um dispositivo dentro do vaso sanguíneo, que requer cuidados e controle durante todo o período de permanência do dispositivo.

O investigador deverá identificar se a veia puncionada é adequada (locais que não são indicados: o dorso da mão, o pulso, dedos, fossa antecubital ou outras áreas de flexão; calibre do dispositivo: a recomendação é de dispositivos de menor calibre), observar o uso de técnica asséptica durante a punção e em qualquer manipulação do dispositivo e local da punção. Além disso, é fundamental o cuidado com a manutenção do curativo limpo e com troca diária, se for usado curativo com gaze, podendo permanecer até 7 dias o curativo de filme transparente, desde que a cobertura esteja adequada e não tenha nenhum sinal de infecção. Se a punção estiver inadequada, e for identificado o uso de técnicas não assépticas ou de curativo não adequado, o fator estará presente.

Referências

HADAWAY, L. C. Preventing and managing peripheral extravasation. Nursing, v. 34, n. 5, p. 66, 2004.

PHILLIPS, L, D.; GORSKI, L. Manual of IV therapeutics: evidence-based practice for infusion therapy. FA Davis, 2014.

TORRES, M.M,; ANDRADE, D.; SANTOS, C.B. Punção venosa periférica: avaliação de desempenho dos profissionais de enfermagem. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v. 13, n. 3, p. 299-304, 2005.

Tipo do cateter venoso: material, calibre Definição conceitual

É o tipo do material do cateter (compatibilidade com o indivíduo, soluções de infusão e flexibilidade) e a dimensão do dispositivo inadequada para a punção.

Definição operacional

O investigador deverá identificar qual o tipo de material do dispositivo (não deve ser de material inflexível), a presença de incompatibilidade do indivíduo com o material ou do material com a solução de infusão. Se o cateter for de material inflexível, estiver incompatível com o sujeito ou com a solução, o fator estará presente. Bem como identificar se o calibre do dispositivo é adequado para a veia puncionada; o indicado são cateteres de menor calibre, 22G ou 24G. Se o calibre estiver superior ao indicado, o fator estará presente.

Referências

CAPUCHO, R.C.; et al. Fatores de risco para trauma vascular durante a quimioterapia antineoplásica: contribuições do emprego do risco relativo. Acta Paulista de Enfermagem, v. 25, n. 3, 2012.

HADAWAY, L.C. Preventing and managing peripheral extravasation. Nursing, v. 34, n. 5, p. 66, 2004.

PHILLIPS, L.D.; GORSKI, L. Manual of IV therapeutics: evidence-based practice for infusion therapy. Philadelphia: Davis, 2014.

Câncer

Definição conceitual

É a definição para o conjunto de mais de 100 doenças caracterizadas pelo crescimento desordenado de células, podendo invadir tecidos e órgãos vizinhos.

Definição operacional

O investigador deverá questionar o paciente e confirmar no prontuário sobre o diagnóstico de algum câncer. Se a resposta for sim, o fator estará presente.

Referências

BRASIL. Instituto Nacional de Câncer. ABC do câncer: Abordagens básicas para o controle do câncer. Rio de Janeiro: Inca, 2011.

Uso de bomba infusora Definição conceitual

É a utilização de um equipamento para controlar o fluxo de infusão (volume/tempo).

Definição operacional

O investigador deverá identificar se existe alguma solução infundida por bomba. Embora se considere a importância do controle do fluxo da infusão com o uso deste dispositivo, especialmente em quimioterapia antineoplásica, destaca-se que o mesmo gera pressão positiva, podendo interferir na ocorrência de traumas vasculares. Se houver a infusão por bomba de infusão, o fator estará presente.

Referências

CAPUCHO, R.C.; et al. Fatores de risco para trauma vascular durante a quimioterapia antineoplásica: contribuições do emprego do risco relativo. Acta Paulista de Enfermagem, v. 25, n. 3, 2012.

Tempo prolongado de infusão Definição conceitual

É o tempo prolongado de administração de quimioterapia, pois a superfície de contato com a veia ficará exposta por mais tempo.

Definição operacional

O investigador deverá identificar em prontuário o tempo de infusão de cada droga. As drogas vesicantes não devem exceder 30 min. para a infusão completa; para as demais drogas, deve ser buscada a indicação do fabricante. Se o tempo de infusão for superior ao recomendado, o fator estará presente.

Referências

CAPUCHO, R.C.; et al. Fatores de risco para trauma vascular durante a quimioterapia antineoplásica: contribuições do emprego do risco relativo. Acta Paulista de Enfermagem, v. 25, n. 3, 2012.

CONSEQUENTES Disfunção endotelial

Definição conceitual

É a perda da integridade anatômica e funcional do vaso.

Definição operacional

A disfunção torna o vaso incapaz de manter a sua capacidade normal, fato que causa dor, edema e fadiga ao esforço. O investigador deverá examinar e interrogar o paciente quanto à presença desses sinais. Se algum desses sinais estiver presente, a característica estará presente.

Referências

LOPES, A. C. Tratado de clínica médica. São Paulo: Roca, 2006.

ALENCAR, T.A.M.; MATIAS, K. F.S.; AGUIAR, B.C. Disfunções vasculares em membros inferiores de ciclistas. Jornal Vascular Brasileiro, v. 12, n. 2, 2013.

Diminuição do fluxo sanguíneo vascular Definição conceitual

É a redução do fluxo sanguíneo em vasos sanguíneos periféricos, como reflexo de doença vascular.

Definição operacional

O investigador deverá posicionar o paciente deitado para examinar as pulsações venosas jugulares. A ocorrência de turgência de jugular em posição deitada que desaparece ao levantar indica fluxo sanguíneo normal. Se não ocorrer turgência jugular, a característica estará presente.

Referências

SMELTZER, S.C.; BARE, B.G. Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem medico cirúrgica. 12 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

PORTO, C. C. Exame clínico: bases para a prática médica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

Formação de trombo Definição conceitual

Caracteriza-se pela formação de trombos dentro de veias profundas, que resulta em obstrução parcial ou oclusão total do vaso.

Definição operacional

O investigador deverá aplicar com o paciente a Escore de Wells, que estratifica o risco de trombose venosa em: baixo, moderado e alto, de acordo com a pontuação obtida. Se o paciente obtiver um escore igual ou maior que 2, isso indica um risco moderado ou alto, e a característica estará presente.

Referências

SBACV. Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular. Projeto Diretrizes SBACV. Trombose venosa profunda diagnóstico e tratamento. Planejamento e Elaboração - Gestões 2012/2015. Brasília: SBAVC, 2015.

Trombocitopenia Definição conceitual

É a diminuição do número de plaquetas em consequência do tratamento quimioterápico e da doença de base.

Definição operacional

O investigador deverá examinar o paciente quanto à presença de petéquias, equimoses e sangramento em mucosas ou secreções, e ainda verificar o exame de contagem de plaquetas (se inferior a 150.000/mm³). Se algum dos sinais estiver presente, o fator estará presente.

BONASSA, E.M.A.; GATO, M.I.R. Terapêutica oncológica para enfermeiros e farmacêuticos. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2012.

FISCHBACH, F.T. DUNNING, M.B. Manual de enfermagem: exames laboratoriais e diagnósticos. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de fisiologia médica. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

Sinais de infecção no local sítio de inserção do cateter Definição conceitual

É a presença de sinais e sintomas que indicam a presença de infecção relacionada ao cateter venoso periférico ou central. Devido à resposta inflamatória desencadeada pela infecção, podem ser observados sinais de eritema, edema, presença de exudato próximo ao cateter e febre, que pode ser em decorrência do cateter ou por outra causa.

Definição operacional

O investigador deverá examinar o local de inserção do cateter e identificar possíveis sinais de eritema, edema, presença de exudato próximo ao cateter, e ainda questionar o paciente sobre a ocorrência de febre (temperatura corporal acima de 37,8º C). Se a febre for um sinal isolado, é necessário avaliar o paciente quanto à relação com outro possível evento. Se o paciente tiver evidência de qualquer um dos sinais, com ou sem febre, a característica estará presente, entretanto a febre isolada não evidencia a característica.

Referências

BONASSA, E.M.A.; GATO, M.I.R. Terapêutica oncológica para enfermeiros e farmacêuticos. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2012.

HARROLD, K.; GOULD, D.; DREY, N. The efficacy of saline washout technique in the management of exfoliant and vesicant chemotherapy extravasation: a historical case series report. European journal of cancer care, v. 22, n. 2, p. 169-178, 2013.

HADAWAY, L. C. Preventing and managing peripheral extravasation. Nursing, v. 34, n. 5, p. 66, 2004.

PORTO, C. C. Exame clínico: bases para a prática médica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

Atraso no tratamento infusional Definição conceitual

Definição operacional

O investigador deverá checar no prontuário do paciente qual o esquema de tratamento e qual a rotina de infusão. Se o planejamento estiver adiado, a característica estará presente.

Referências

PASSOS, P.; CRESPO, S. Enfermagem oncológica antineoplásica. 1 ed. São Paulo: Lemar, 2011.

Necrose tissular Definição conceitual

É a degeneração de um tecido por morte de suas células, que apresenta aspecto amarelado ou enegrecido.

Definição operacional

O investigador deverá examinar a pele do paciente e identificar qualquer área com presença de baixa temperatura, umidade e tecido desvitalizado. Se esses fatores estiveram presentes, a característica estará presente.

Referências

HESS, C.T. Tratamento de feridas e úlceras. 4. ed, Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2002.

PORTO, C.C. Exame clínico: bases para a prática médica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

YOUNG, J.; et al. Risk factors associated with pressure ulcer development at a major western Australian teaching hospital from 1998 to 2000: secondary data analysis. Journal of Wound Ostomy & Continence Nursing, v. 29, n. 5, p. 234-241, 2002.

Alteração da pressão sanguínea Definição conceitual

É quando a força exercida pelo sangue sobre as paredes dos vasos está alterada acima ou abaixo (somente se sintomática) dos limites considerados normais.

Definição operacional

(sintomático ou assintomático) de: PA sistólica 139 mmHg, PA diastólica 89 mmHg; ou inferior e sintomático: PA sistólica 120 mmHg, PA diastólica 80 mmHg, a característica estará presente.

Referências

MALACHIAS, M.V.B.; et al. 7ª Diretriz brasileira de hipertensão arterial. Arq Bras Cardiol, v. 107, n. 3, p. 1-103, 2016.

PORTO, C.C. Exame clínico: bases para a prática médica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

Diminuição da vasculatura viável e da formação de novos vasos Definição conceitual

É a redução da vasculatura tecidual funcionante e da reconstrução da vasculatura tecidual.

Definição operacional

O investigador deverá examinar o paciente quanto à rede venosa (trajeto, calibre, estado da parede, estado da pele adjacente, direção do fluxo sanguíneo, sensibilidade). Se ocorrer alteração em um desses itens, a característica estará presente.

Referências

GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

PORTO, C.C. Exame clínico: bases para a prática médica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

Diminuição da elasticidade vascular/ Induração Definição conceitual

É a diminuição da capacidade de distensão do vaso.

Definição operacional

O vaso tem sua capacidade de distensão diminuída, observando-se induração. O investigador deverá examinar a rede vascular do paciente por meio da palpação, em busca de qualquer vaso endurecido. Se algum vaso endurecido estiver presente, a característica estará presente.

Referências

GUYTON, A.C.; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

PASSOS, P.; CRESPO, S. Enfermagem oncológica antineoplásica. 1. ed. São Paulo: Lemar, 2011.

PORTO, C.C. Exame clínico: bases para a prática médica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

SMELTZER, S.C.; BARE, B.G. Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem medico cirúrgica. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

Função do membro prejudicada Definição conceitual

É quando a função do membro em que ocorreu a punção venosa fica prejudicada.

Definição operacional

O investigador deverá realizar com o paciente o exame completo de membros superiores (considerando que a punção é neste local). Ombros: Abdução (110º a 120º), rotação externa (90º), rotação interna (180º); Cotovelos: extensão (0º ou 180º), flexão (45º ou 150 a 160º), pronação (90º), supinação (90º), pronossupinação (90-180º para cada movimento); punhos: flexão palmar (90º), extensão dorsal ou dorsiflexão (70º), desvio radial ou medial ou adução (20º), desvio cubital ou lateral ou adução (30º). Se o exame estiver com algum desvio de normalidade e não existir outro motivo (doença preexistente) para a alteração, a característica estará presente.

Referências

ANDERSSON, A.P.; DAHLSTRØM, K.K. Clinical results after doxorubicin extravasation treated with excision guided by fluorescence microscopy. European Journal of Cancer, v. 29, n. 12, p. 1712-1714, 1993.

HADAWAY, L.C. Preventing and managing peripheral extravasation. Nursing, v. 34, n. 5, p. 66, 2004.

PORTO, C.C. Exame clínico: bases para a prática médica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

Dor

Definição conceitual

É uma experiência sensorial e emocional desagradável associada ao dano tecidual real ou potencial, ou descrita em termos de tais danos.

Definição operacional

O investigador deverá interrogar o paciente sobre a sensação de dor e pedir que indique o local e descreva o tipo da dor. Se a resposta for positiva e a dor ocorrer no local ou trajeto venoso da punção, a característica está presente.

Referências

PORTO, C. C. Exame clínico: bases para a prática médica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

MERSKEY, H. Description of chronic pain syndromes and definitions of pain terms. In: MERSKEY, H.; BOGDUK, N. Classification of chronic pain. 2 ed. Seattle: IASP Press, 1994. Extravasamento

Definição conceitual

É o escape de solução quimioterápica para fora do leito vascular, independente da localização do dispositivo no momento da punção, com propagação para tecidos circundantes capaz de causar danos teciduais como necrose, e até ocasionar sequelas limitantes.

Definição operacional

O investigador deverá examinar o paciente questionando sobre a ocorrência de dor, observar a presença de eritema, diminuição ou interrupção do fluxo de infusão, diminuição ou interrupção do retorno venoso, edema no local da infusão. Se ocorrer eritema, associado ou não a um ou mais desses sinais, o fator estará presente.

Referências

ANDERSSON, A. P.; DAHLSTROM, K. K. Clinical results after doxorubicin extravasation treated with excision guided by fluorescence microscopy. European Journal of Cancer, v. 29, n. 12, p. 1712-1714, 1993.

HARROLD, K.; GOULD, Dinah; DREY, N. The efficacy of saline washout technique in the management of exfoliant and vesicant chemotherapy extravasation: a historical case series report. European journal of cancer care, v. 22, n. 2, p. 169-178, 2013.

SHIMADA, C.S. Efeitos adversos no tratamento quimioterápico: uma visão para enfermeiros e farmacêuticos. São Paulo: Planmark, 2009.

DHHS. Department of Health and Human Services. National Institutes of Health. National Cancer Institute. Common Terminology Criteria for Adverse Events, 2009.

2011.

PORTO, C.C. Exame clínico: bases para a prática médica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

Fonte: Dados da pesquisa (2018).

5.2 CONSENSO DOS ESPECIALISTAS ACERCA DOS COMPONENTES E