• Aucun résultat trouvé

EDITING FUNCTIONS

Dans le document QVT-108 Operator Manual (Page 50-53)

__________________________________________________

Depois de todas essas páginas, de todas essas linhas escritas e transcritas, chegamos às últimas palavras referentes a este trabalho. Conforme nosso escopo geral, procuramos, aqui, analisar o discurso político do qual foi lançado mão por um personagem de apelo popular – inserido no programa eleitoral de Hermano Morais (PMDB), postulante à prefeitura do Natal no pleito de 2012 –, cujas referências culturais reportam-se ao nordeste brasileiro, num cenário de disputa política- eleitoral.

Destarte, à luz da Análise de Discurso, o estudo desenvolvido nestes escritos nos permite engendrar algumas considerações a respeito dos movimentos e das condições do discurso político que constituem os sentidos pretendidos pelo candidato peemedebista, seu partido e correligionários, através da enunciação proferida pelo boneco Nildo, visando a adesão do maior número possível de eleitores – tentamos, pois, entender como significam.

A partir das análises dos enunciados, entendemos que atribuiu-se ao personagem boneco Nildo a incumbência de apresentar o discurso do candidato

40 Tomamos o sentido de intertextualidade a definição de Charaudeau e Maingueneau (2012, p. 288):

“conjunto de relações explícitas ou implícitas que um texto ou um grupo de textos determinado mantém com outros textos”.

41 A música “O portão” foi lançada em 1974, no álbum “Roberto Carlos”, nome de um dos

Hermano Morais de uma outra forma, peculiar, que difere-se daquela que se percebe em todo o programa eleitoral, veiculado na televisão, com a qual o eleitor está habituado. Todo o programa do candidato assemelhou-se aos dos seus concorrentes, no formato e nas estratégias discursivas. O que o diferenciou dos demais foi o emprego de uma estratégia que consideramos, conforme descrevemos nas considerações iniciais, “vanguardista”, nunca apreciada, ao menos por nós, nos programas eleitorais em pleitos locais, nos âmbitos municipal e estadual. O boneco Nildo, por ser um mamulengo, tem em sua essência o aspecto lúdico, que cativa e provoca o divertimento. Tais características, associadas ao aspecto cultural (de tradição nordestina), o aproximaram do eleitor natalense, criando, de tal maneira, o quadro ideal que o permitia manifestar o discurso oficial do candidato do PMDB. Portanto, sua condição o possibilitava de tal manifestação do discurso dentro de certa ludicidade, trabalhando com o riso e jogando com os sentidos.

Não nos interessou tipologizar o discurso manifestado pelo personagem como um “discurso lúdico” (ORLANDI, 2011), uma vez que não o consideramos como tal42. Esse tipo de discurso é entendido, normalmente, como despretensioso, cujo enunciador não visa persuasão alguma, a não ser o divertimento, a curiosidade, a distração, por exemplo. Tem junto a si a forte polissemia, a “polissemia aberta” (Idem). Nessa concepção, distancia-se do estudado por nós, por este situar-se numa disputa política-eleitoral, logo, sua principal intenção é persuadir e catalisar, assim, a atenção do eleitor a fim de interferir na sua escolha, na escolha daquele que deseja que o represente.

Outro aspecto que esta pesquisa evidencia relaciona-se com o procedimento linguístico que predomina nos enunciados. Além da essência lúdica e da referência cultural, indissocia-se do personagem Nildo a sua maneira de falar. Parafraseando Charaudeau (2011, p. 168), a todo locutor é atribuído um jeito de falar, próprio, que, todavia, depende dos papeis e comportamentos sociais. Portanto, o boneco mune- se de um papel social e uma maneira de falar – é um militante político, “dotado de certo saber” (histórico, político e social), cujo linguajar associa-se à um determinado rincão. Observando todas as inserções, verificou-se que o procedimento expressivo do “falar regional”, atravessa todos os enunciados. O emprego de algumas

42 Entendemos que os discursos enunciados pelo boneco Nildo possam se aproximar menos do

“discurso lúdico” do que do “discurso humorístico”. Pois, este último, apesar de também trabalhar com o divertimento, lida com “possibilidades ideológicas” e retomam temas interessantes para uma sociedade – a exemplo, a questão das identidades estereotipadas.

expressões e palavras, como, por exemplo, “tu visse?” (“você viu?”), “apois” (“pois é”, “então”), “ói” (“olha”), e “homi” (“homem”), denotam suas origens e “estabelece uma relação de proximidade com aqueles que participam da mesma origem” (CHARAUDEAU, 2011, p. 173). Isso porém, não significa que todos os eleitores utilizam dessas expressões e palavras, tal proximidade está no fato do reconhecimento, da aceitação, por parte deles.

Constatamos, ainda, que o personagem, além de não abrir mão dos trejeitos linguísticos característicos, não descarta uma argumentação simples (“não pesada”) para facilitar a compreensão do eleitor. Essa argumentação simplificada é observável, por exemplo, em um dos enunciados (na fala do Nildo) da inserção no programa eleitoral do dia 24 de setembro: “Homi, tava por aí andando pela cidade. Dando uns rolé. Ói, o que eu caí em buraco e tropecei em lixo. Menino, a coisa tá feia, viu?”. Assim, o eleitor pode interpretar que o personagem chegou à conclusão de que a cidade não está em boa situação, porque deparou-se com problemas estruturais ao percorrer as ruas – o eleitor pode chegar à mesma conclusão, haja vista que tal situação é corriqueira, principalmente em médios e grandes centros urbanos, como Natal.

Outro ponto que nos chamou a atenção, ao longo das análises, foi que não conseguimos apreciar uma relação estreita, necessariamente, entre os temas dos programas eleitorais e os temas das inserções. Enquanto o programa trata, por exemplo, de apresentar Hermano Morais como gestor competente e promissor, a inserção do personagem se preocupa em derriçar o principal concorrente, Carlos Eduardo (PDT) e sua vice, Vilma de Faria (PSB). Assim, observa-se que não há uma tematização que orienta o programa como um todo. Há, porém, uma “falsa independência” da inserção em relação ao programa. Falsa, pois, cria-se uma sensação de que a inserção, com toda sua peculiaridade diferenciadora, não constitui a monotonia do programa eleitoral – no entanto, ela é partícipe dele, não foge ao seu contexto. Claro, alguns assuntos abordados nos programas eleitorais são comuns às inserções, como o da “mudança”.

Não devemos olvidar, nestas últimas considerações, dos movimentos interdiscursivos nos enunciados observados. Percebe-se fortes retomadas ao já- ditos, àquilo que se fala antes, em outros lugares, trabalhando a memória discursiva do sujeito. As várias polêmicas nas quais envolveram-se o pedetista e sua vice foram retomadas nos dizeres do boneco Nildo, ressignificadas e interferindo na

forma como o sujeito-eleitor significa no contexto dado, constituindo outros sentidos. Para esse fim, foram evidenciados, por exemplo, os escândalos com grande repercussão na mídia local, como o Foliaduto, a Operação Hígia e o desperdício de remédios. Recordamos um outro recurso, uma forma de interdiscursividade, a paródia. Esta é empregada em algumas inserções e vale-se de músicas célebres, para jogar com a comparação tanto entre Hermano Morais e Carlos Eduardo, quanto entre o resultado do primeiro turno e a vontade de mudança do povo natalense, cuja materialização visava-se repercutir nas urnas, no segundo turno.

Por fim, observamos que preocupou-se, com a inserção do personagem Nildo, menos em criar um ethos profícuo para Hermano do que atacar os adversários. Qualquer tentativa mais incisiva de criar-se uma imagem positiva para o candidato do PMDB delimitou-se ao restante do programa eleitoral. No mais, na inserção, prevaleceu os ataques ad hominem (CHARAUDEAU, 2011, p. 93), questionando a probidade do seu adversário, sua capacidade administrativa, com base nas experiências anteriores, suas contradições e alianças.

Vimos, portanto, que várias são as estratégias discursivas das quais lançam mão os políticos quando em situação de disputa eleitoral. Que pretendem, a todo custo, atender aos seus próprios anseios e aos daqueles que os apoiam (partidos e aliados), para isso, evocam o cidadão-eleitor, o convidam e o convencem a juntar-se à eles, aos seus projetos e às suas ações. Aos cidadãos, cabem dispensar atenção para observar, de forma cautelosa e crítica, as verdadeiras intenções explícitas e tentarem descortinar as implícitas daqueles que pretendem representá-los, orientá- los frente às exigências do cotidiano, como por exemplo, no contexto de uma crise econômica, num colapso da saúde, no debate sobre as melhores formas de educação, na escolha da melhor estratégia para o fomento e geração de empregos e oportunidades para todos os cidadãos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

__________________________________________________

BANDEIRA, Luiza. Pior governo do país acaba com dívida de R$ 200 mi. Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/86345-pior-governo-do-pais- acaba-com-divida-de-r-200-mi.shtml>. Acessado em 05 de agosto de 2014.

BRASIL. Ato Institucional nº 2, de 27 de outubro de 1965, Mantem a Constituição Federal de 1946, as Constituições Estaduais e respectivas Emendas, com as

alterações introduzidas pelo Poder Constituinte originário da Revolução de

31.03.1964, e dá outras providências. Disponível em

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/AIT/ait-02-65.htm>. Acessado em 30 de setembro de 2014.

BRASIL. Lei n° 2.550, de 25 de julho de 1955, Altera dispositivos do Código Eleitoral

e dá outras providências. Disponível em <

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1950-1969/L2550.htm>. Acessado em 30 de setembro de 2014.

BRASIL. Lei n° 4.115, de 22 de agosto de 1962, Introduz alterações na Lei nº 4.109, de 27 de julho de 1962, e dá outras providências. Disponível em < http://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-4115-22-agosto-1962-353830- publicacaooriginal-1-pl.html>. Acessado em 30 de setembro de 2014.

BRASIL. Lei nº 6.339, de 01 de julho de 1976, Dá nova redação ao artigo 250 da Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965, alterado pelo artigo 50, da Lei número 4.961, de 4 de maio de 1966, e ao artigo 118 da Lei nº 5.682, de 21 de julho de 1971. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1970-1979/L6339.htm>. Acessado em 15 de outubro de 2014.

BRASIL. Lei nº 6.767, de 20 de dezembro de 1979, Modifica dispositivos da Lei nº 5.682, de 21 de julho de 1971 (Lei Orgânica dos Partidos Políticos), nos termos do artigo 152 da Constituição, alterado pela Emenda Constitucional nº 11, de 1978; dispõe sobre preceitos do Decreto-lei nº 1.541, de 14 de abril de 1977, e dá outras providências. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1970- 1979/L6767.htm>. Acessado em 15 de outubro de 2014.

BRASIL, Lei nº 7.332, de 01 de julho de 1985, Estabelece normas para a realização de eleições em 1985, dispõe sobre o alistamento eleitoral e o voto do analfabeto e

dá outras providências. Disponível em

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1980-1988/L7332.htm>. Acessado em 15 de outubro de 2014.

BRASIL, Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, Estabelece normas para as eleições. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9504.htm>. Acessado em 31 de outubro de 2014.

CERVI, Emerson Urizzi. O “tempo da política” e a distribuição dos recursos partidários: uma análise do HGPE. Em Debate, v.7, n.8, p. 12-17, 2010.

CHARAUDEAU, Patrick. Discurso político. Tradução: Fabiana Komesu e Dilson Ferreira da Cruz. 2ª ed. São Paulo: Contexto, 2011.

CHARAUDEAU, Patrick; MAINGUENEAU, Dominique. Dicionário de análise do discurso. Coordenação de tradução: Fabiana Komesu. 3ª ed. São Paulo: Contexto, 2012.

COURTINE, Jean-Jacques. Análise do discurso político: o discurso comunista endereçado aos cristãos. São Carlos: EdUFSCar, 2009.

CRUZ, Adriano Charles. A charge no governo Lula: crítica e resistência ao neoliberalismo. Natal, RN: EDUFRN, 2014.

EVANGELISTA, João Emanuel. As eleições para prefeito numa capital do Nordeste brasileiro: a eleição para a Prefeitura de natal (RN), em 2012, se desviou do padrão político-eleitoral?. In: MENEZES, Daniel Gonçalves de; XAVIER, Dennys Lucas; RIBEIRO, Gustavo César de Macêdo; PASSOS, Rubens de Souza (orgs.). Eleições 2012: a geografia do voto em Natal. João Pessoa: Ideia, 2014. p. 13-23.

FERREIRA, Suzana Andrade. Comunicação estratégica na política: um estudo da campanha eleitoral na internet dos candidatos ao governo da Bahia em 2010. Dissertação (Mestrado - Programa de Comunicação e Cultura Contemporânea, Faculdade de Comunicação) - Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2012.

FIORIN, José Luiz. Linguagem e ideologia. 8ª. ed. São Paulo, SP: Editora Ática, 2006.

FORNAZIERI, Aldo. Impacto de programas eleitorais em rádio e TV na definição de votos deve ser questionado. Rede Brasil Atual, 26 de ago. de 2014. Disponível em <http://www.redebrasilatual.com.br/eleicoes-2014/impacto-de-programas- eleitorais-em-radio-e-tv-na-definicao-de-votos-deve-ser-questionado-7351.html>. Acessado em 25 de outubro de 2014.

GARCIA, Nélson Jahr. Propaganda: ideologia e manipulação. Disponível em<http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/manipulacao.html>. Acessado em 20 denovembro de 2013.

HUIZINGA, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. Tradução: João Paulo Monteiro. 6 ed. São Paulo: Perspectiva, 2012.

IWANIKOW, Margarette Salles; OLIVEIRA, Camila; MACEDO, Roberto Gondo. Influência do HGPE nas pesquisas de intenções de voto do eleitorado brasileiro nas eleições presidenciais pós redemocratização. In: PANKE, Luciana; MACEDO, Roberto Gondo (orgs.). HGPE: desafios e perspectivas nos 50 anos do Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral no Brasil. Capivari, SP: Editora Nova Consciência, 2013.

KUNTZ, Ronald A. Marketing político: manual de campanha eleitoral. 11. ed. São Paulo: Global, 2006.

LOURENÇO, Luiz Claudio. HGPE e intenção de voto: observações sobre as eleições de 1998 ao governo de São Paulo e a presidência da república. Disponível em<http://thiagorc.com.br/doxa/wp-content/uploads/2014/03/paper-Congresso1.pdf>. Acessado em 25 de outubro de 2014.

MARCONI, Marina de Andrade. LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. 1ª. ed. São Paulo: Atlas, 1982.

MENEZES, Daniel Gonçalves de. Eleições em Natal: a peleja de Carlos Eduardo e o fortalecimento do PMDB e do PT na capital. In: ______. Eleições 2012: a geografia do voto em Natal. João Pessoa: Ideia, 2014. p. 33-43.

MENEZES, Daniel Gonçalves de. Eleições 2012 - Natal: conheça as coligações

majoritárias e perfil dos prefeitáveis. Disponível em:

<http://www.cartapotiguar.com.br/2012/07/06/eleicoes-2012-natal-conheca-as-

coligacoes-majoritarias-e-perfil-dos-prefeitaveis/>. Acessado em 06 de agosto de 2014.

MENEZES, Daniel Gonçalves de. XAVIER, Dennys Lucas. RIBEIRO, Gustavo César de Macêdo. PASSOS, Rubens de Souza (orgs.). Eleições 2012: a geografia do voto em Natal. João Pessoa: Ideia, 2014.

MIGUEL, Luis Felipe. Mito e discurso político: uma análise a partir da campanha de 1984. Campinas, SP: Imprensa Oficial, 2000.

MOTA, Malena Araújo; SOUZA, Rose Mara Vidal de. Cenário político democrático: os partidos nanicos e horário gratuito no Brasil. ANAIS DO XI POLITICOM – CONGRESSO BRASILEIRO DE MARKETING POLÍTICO, 2012 p. 157-165.

OLIVEIRA, Christine Bahia de. Horário Gratuito Político Eleitoral – HGPE: o eleitor e a cidadania política. Tese (Doutorado – Programa de Pós-graduação em Comunicação Social) – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2008.

OLIVEIRA, Luiz Ademir de; MARTINS, Thamires Franco. Um estudo das estratégias retóricas acionadas por Dilma e Serra no primeiro e segundo turno do HGPE. ANAIS DO XI POLITICOM – CONGRESSO BRASILEIRO DE MARKETING POLÍTICO, 2012, p. 12-32

ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 6ª ed. Campinas, SP: Pontes Editora, 2011.

______. Análise de discurso: princípios e procedimentos. 10 ed. Campinas, SP: Pontes Editora, 2012.

PAULA, Caroline de. HGPE nas eleições municipais majoritárias de 2012: o caso do Rio de Janeiro. In: PANKE, Luciana; CERVI, Emerson (orgs). Eleições nas capitais brasileiras em 2012: estudos sobre o HGPE em disputas municipais. [e-book] Curitiba: Independente, 2013. Disponível em < http://www.blogempublico.com/wp- content/uploads/2013/04/Ebook_Final_hgpe2012.pdf>. Acessado em 21 de outubro de 2014.

RAMOS, Cesar Augusto. Aristóteles e o sentido político da comunidade ante o liberalismo. Kriterion [online]. 2014, vol.55, n.129, p. 61-77.

SANTAELLA, Lucia. Comunicação e Pesquisa: projetos para mestrado e doutorado. 2ª ed. São José do Rio Preto, São Paulo: Bluecom Comunicação, 2010.

SILVEIRA, Stefanie. Número de brasileiros que usa a internet pelo celular cresce 106% em dois anos, diz pesquisa. Folha de São Paulo, 26 de jun. de 2014. Disponível em < http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/06/1476690-numero-de- brasileiros-que-usa-a-internet-pelo-celular-mais-que-dobra-em-dois-anos-diz-

pesquisa.shtml>. Acessado em 20 de outubro de 2014.

TEIXEIRA, Marlene. O estudo dos pronomes em Benveniste e o projeto de uma ciência geral do homem. Desenredo [online]. 2012, vol. 8, n. 1, p. 71-83.

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL. Resolução nº 23.370, Dispõe sobre a propaganda eleitoral e as condutas ilícitas em campanha eleitoral nas eleições de 2012. Disponível em <http://www.justicaeleitoral.jus.br/arquivos/tse-resolucao-tse-no- 23-370-eleicoes-2012>. Acessado em 20 de outubro de 2014.

TV HERMANO 15. Hermano Prefeito - Programa Eleitoral 27/08/2012. Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=tyPTAHBIthY>. Acessado em 30 de outubro de 2012.

TV HERMANO 15. Hermano Prefeito - Programa Eleitoral 19/09/2012. Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=zV3nKEzL2PE>. Acessado em 30 de outubro de 2012.

TV HERMANO 15. Hermano Prefeito - Programa Eleitoral 21/09/2012. Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=CzaLFt7b5TU>. Acessado em 30 de outubro de 2012.

TV HERMANO 15. Hermano Prefeito - Programa Eleitoral 24/09/2012. Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=yYRAXg8yhdc>. Acessado em 30 de outubro de 2012.

TV HERMANO 15. Hermano Prefeito - Programa Eleitoral 03/10/2012. Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=JCrP7dXh2Fga>. Acessado em 30 de outubro de 2012.

TV HERMANO 15. Hermano Prefeito - Programa Eleitoral 13/10/2012. Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=TRxag1PTdAc>. Acessado em 30 de outubro de 2012.

Dans le document QVT-108 Operator Manual (Page 50-53)

Documents relatifs