Les fraudes et la lutte antifraude sous le prisme de la législation
Chapitre 1 : les tentatives d’influence des électeurs interdites par la législation
3. Les campagnes électorales
3.1. Description des campagnes électorales aux charges illustres
Nesta secção são tecidas algumas comparações, a ambos os métodos estudados, apenas nos três primeiros ciclos. Na Figura 4.8 são apresentados os resultados do rendimento em ésteres obtidos nos dois métodos, e na Figura 4.9 as respectivas velocidades iniciais de reacção.
0% 20% 40% 60% 80% 100% 0 5 10 15 20 25 30 ηé s te re s
Tempo de reacção [horas]
Figura 4.8 Comparação do rendimento máximo de ésteres no método do uso de solvente e no métod
ciclos T= 40ºC, 200 rpm, razão molar metanol:OAU=4:1, razão volumétrica t
Devido à baixa solubilidade dos triglicerídeos no álcool e na glicerina, o
dissolvido inibe a metanólise enzimática a razões molares metanol:óleo superiores a 1, daí a razão de se operar com adição de metanol por estágios ou uso de solvente. Através da adição de t-butanol ao meio reaccional, a conversão do óleo em ést
notavelmente em relação ao método sem solvente sendo registado no Ciclo 1 um incremento de aproximadamente 20% e no Ciclo 2 de 14%, face aos mesmos ciclos, no método de adição de metanol por estágios. Porém, o mesmo não se verifica no Ciclo 3 onde o incremento é apenas de 1,3%, portanto, ao fim do terceiro ciclo, em ambos os métodos estudados, o rendimento em ésteres conseguido é muito semelhante. O constatado no presente estudo também é relatado por outros autores, como por exemplo Royon et al. (2007).
Os compostos hidrofílicos (metanol e glicerina) são imiscíveis no meio reaccional (hidrofóbico). A glicerina adsorvida na superfície da enzima reduz a sua própria actividade. Contudo, o metanol é facilmente solúvel no t
nos compostos hidrofílicos, o que se reflecte no menor rendimento em ésteres dos ensaios com adição de metanol por estágios. Como o t
moderadamente hidrofílico, solubiliza o OAU, o metanol e a glicerina.
Comparação do rendimento máximo de ésteres no método do uso de solvente e no método de adição de metanol por estágios ao longo dos ciclos T= 40ºC, 200 rpm, razão molar metanol:OAU=4:1, razão volumétrica t-butanol 0,75 v/v, razão mássica de catalisador=10%. Devido à baixa solubilidade dos triglicerídeos no álcool e na glicerina, o
dissolvido inibe a metanólise enzimática a razões molares metanol:óleo superiores a 1, daí a razão de se operar com adição de metanol por estágios ou uso de solvente. Através
butanol ao meio reaccional, a conversão do óleo em ést
notavelmente em relação ao método sem solvente sendo registado no Ciclo 1 um incremento de aproximadamente 20% e no Ciclo 2 de 14%, face aos mesmos ciclos, no método de adição de metanol por estágios. Porém, o mesmo não se verifica no Ciclo 3 onde o incremento é apenas de 1,3%, portanto, ao fim do terceiro ciclo, em ambos os métodos estudados, o rendimento em ésteres conseguido é muito semelhante. O constatado no presente estudo também é relatado por outros autores, como por exemplo
Os compostos hidrofílicos (metanol e glicerina) são imiscíveis no meio reaccional (hidrofóbico). A glicerina adsorvida na superfície da enzima reduz a sua própria actividade. Contudo, o metanol é facilmente solúvel no t-butanol, mas o OAU é imi nos compostos hidrofílicos, o que se reflecte no menor rendimento em ésteres dos ensaios com adição de metanol por estágios. Como o t-butanol é um solvente moderadamente hidrofílico, solubiliza o OAU, o metanol e a glicerina.
Comparação do rendimento máximo de ésteres no método do uso de o de adição de metanol por estágios ao longo dos ciclos T= 40ºC, 200 rpm, razão molar metanol:OAU=4:1, razão
butanol 0,75 v/v, razão mássica de catalisador=10%. Devido à baixa solubilidade dos triglicerídeos no álcool e na glicerina, o metanol não dissolvido inibe a metanólise enzimática a razões molares metanol:óleo superiores a 1, daí a razão de se operar com adição de metanol por estágios ou uso de solvente. Através butanol ao meio reaccional, a conversão do óleo em ésteres aumentou notavelmente em relação ao método sem solvente sendo registado no Ciclo 1 um incremento de aproximadamente 20% e no Ciclo 2 de 14%, face aos mesmos ciclos, no método de adição de metanol por estágios. Porém, o mesmo não se verifica no Ciclo 3 onde o incremento é apenas de 1,3%, portanto, ao fim do terceiro ciclo, em ambos os métodos estudados, o rendimento em ésteres conseguido é muito semelhante. O constatado no presente estudo também é relatado por outros autores, como por exemplo,
Os compostos hidrofílicos (metanol e glicerina) são imiscíveis no meio reaccional (hidrofóbico). A glicerina adsorvida na superfície da enzima reduz a sua própria butanol, mas o OAU é imiscível nos compostos hidrofílicos, o que se reflecte no menor rendimento em ésteres dos butanol é um solvente
Ainda de acordo com a figura anterior, é possível afirmar que a perda de actividade da enzima é mais acentuada nos ensaios com uso de solvente. Quando os ensaios são realizados com adição de metanol por estágios também se observa a perda de actividade da enzima, mas de uma form
alcançado ser inferior. Quando é usado solvente, a perda de actividade média entre ciclos ronda os 13%, sendo apenas de 4% no caso de adição de metanol por estágios.
Figura 4.9 Comparação da velocidade inicial da reacção no método de uso de solvente e no método de adição de metanol por estágios ao longo dos ciclos de utilização consecutiva da enzima.
Da análise da Figura 4.9
reacção dizem respeito aos ensaios realizados com adição de solvente, sendo praticamente o dobro das velocidades dos ensaios onde o metanol foi adicionado por estágios. Nos ensaios em que foi usado s
ciclos é de 0,02 g ésteres/g mistura reaccional/h. Por sua vez, no método de adição de metanol por estágios, o decréscimo de velocidade inicial do Ciclo 2 para o Ciclo 3 é de 0,04 g ésteres/g mistura reaccion
velocidade inicial da reacção tem o mesmo valor. O verificado pode dever
que, nos ensaios com adição de solvente, por um lado a presença do solvente causa o efeito da diluição, mas por outro, f
OAU, facilitando o acesso à enzima (vide
a enzima da toxicidade do metanol, evitando a sua desnaturação.
Na tabela que se segue está patente as concentrações inicias dos reagentes da reacção: figura anterior, é possível afirmar que a perda de actividade da enzima é mais acentuada nos ensaios com uso de solvente. Quando os ensaios são realizados com adição de metanol por estágios também se observa a perda de actividade da enzima, mas de uma forma mais gradual, apesar de o rendimento em ésteres alcançado ser inferior. Quando é usado solvente, a perda de actividade média entre ciclos ronda os 13%, sendo apenas de 4% no caso de adição de metanol por estágios.
Comparação da velocidade inicial da reacção no método de uso de solvente e no método de adição de metanol por estágios ao longo dos ciclos de utilização consecutiva da enzima.
9 é possível afirmar que as maiores velocidades iniciais da reacção dizem respeito aos ensaios realizados com adição de solvente, sendo praticamente o dobro das velocidades dos ensaios onde o metanol foi adicionado por estágios. Nos ensaios em que foi usado solvente, a diminuição da velocidade média entre ciclos é de 0,02 g ésteres/g mistura reaccional/h. Por sua vez, no método de adição de metanol por estágios, o decréscimo de velocidade inicial do Ciclo 2 para o Ciclo 3 é de 0,04 g ésteres/g mistura reaccional/h. Neste método, nos primeiros dois ciclos a velocidade inicial da reacção tem o mesmo valor. O verificado pode dever
que, nos ensaios com adição de solvente, por um lado a presença do solvente causa o efeito da diluição, mas por outro, funciona como tensioactivo, emulsionando o álcool e o OAU, facilitando o acesso à enzima (vide Figura 2.9). Para além disso, o solvente protege a enzima da toxicidade do metanol, evitando a sua desnaturação.
está patente as concentrações inicias dos reagentes da reacção: figura anterior, é possível afirmar que a perda de actividade da enzima é mais acentuada nos ensaios com uso de solvente. Quando os ensaios são realizados com adição de metanol por estágios também se observa a perda de actividade a mais gradual, apesar de o rendimento em ésteres alcançado ser inferior. Quando é usado solvente, a perda de actividade média entre ciclos ronda os 13%, sendo apenas de 4% no caso de adição de metanol por estágios.
Comparação da velocidade inicial da reacção no método de uso de solvente e no método de adição de metanol por estágios ao longo dos
possível afirmar que as maiores velocidades iniciais da reacção dizem respeito aos ensaios realizados com adição de solvente, sendo praticamente o dobro das velocidades dos ensaios onde o metanol foi adicionado por olvente, a diminuição da velocidade média entre ciclos é de 0,02 g ésteres/g mistura reaccional/h. Por sua vez, no método de adição de metanol por estágios, o decréscimo de velocidade inicial do Ciclo 2 para o Ciclo 3 é de al/h. Neste método, nos primeiros dois ciclos a velocidade inicial da reacção tem o mesmo valor. O verificado pode dever-se ao facto de que, nos ensaios com adição de solvente, por um lado a presença do solvente causa o unciona como tensioactivo, emulsionando o álcool e o ). Para além disso, o solvente protege
Tabela 4.9 Concentrações iniciais dos reagentes da reacção.
Método Uso de solvente Metanol por estágios
Cinicial MeOH
[g MeOH/g mistura reaccional] 0,08 0,03
Cinicial OAU
[g OAU/g mistura reaccional] 0,56 0,97
Pela tabela anterior é possível observar que a maior concentração inicial de metanol diz respeito ao método de uso de solvente, sendo a maior concentração inicial de OAU pertencente ao método de adição de metanol por estágios. Os resultados apresentados na Tabela 4.9 vêm confirmar ilações já referidas, nomeadamente respeitantes ao método de adição de metanol por estágios. Uma vez que a concentração de OAU é superior à concentração do metanol, sendo estes dois reagentes imiscíveis pode-se formar uma interface que impede o total contacto dos dois reagentes da mistura reaccional, evidenciando-se nos rendimentos em ésteres inferiores.
Pela Figura 4.3 e Figura 4.7, verifica-se que no método de adição de solvente o estado de equilíbrio é atingido mais rapidamente, comparativamente ao método de adição de metanol por estágios, havendo uma diferença de sensivelmente 5 h.
É de referir ainda que, o volume de biodiesel proveniente de ambos os métodos registou uma variação significativa antes e após a etapa de secagem na estufa, o que significa que foi removida alguma quantidade de metanol e/ou solvente não extraídas com o evaporador rotativo; possivelmente seria necessário mais tempo para a completa extracção. No Anexo C apresentam-se em maior detalhe as condições operatórias, bem como os respectivos resultados.
Na secção seguinte são apresentados os resultados obtidos na caracterização do biodiesel, o permitirá uma melhor avaliação da sua qualidade.