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Décès - Maximum pour l'ensemble des ayants droit

GEORGIE MONTENEGRO REPUBLIQUE DE MOLDOVA FEDERATION DE RUSSIE

18. Décès - Maximum pour l'ensemble des ayants droit

Caracterizar as práticas pedagógicas no PIP nos faz compreender em que medida o projeto pode favorecer as inovações na escola, uma vez que as inovações nas práticas educativas se relacionam diretamente com as adesões às estratégias pedagógicas que se configurem como inovadora no ambiente escolar, a forma como alteram a dinâmica escolar e, especialmente, a dinâmica da sala de aula. Para isso, procuramos conhecer quais as contribuições do PIP para o trabalho pedagógico, posto que é um dos elementos que caracterizam a prática inovadora no PIP. Conforme gráfico abaixo, 62,5% dos interlocutores consideram que o PIP contribuiu para articulação do Trabalho Pedagógico, 29,2% opinam em parte e 8,3% considera que não contribuiu.

62.5% 29.2%

8.3%

Sim Em parte Não

Gráfico 42 Contribuição do PIP para a articulação do trabalho pedagógico Fonte: Pesquisa realizada em 2016.

Há reconhecimento que o trabalho coletivo e articulado na escola significa inovar no cotidiano escolar. Aproximação de professores de diferentes áreas para trabalhar em prol de temas comuns, compartilhando tarefas, opiniões, forma de trabalhar conjuntamente, rompendo com o trabalho individual, possibilita a reconstrução de suas práticas e da cultura profissional docente. A colaboração no espaço educativo entre os professores é um aspecto necessário para a construção de uma nova organização do trabalho pedagógico, tornando-se um aspecto inovador para a prática profissional docente.

Sobre o trabalho colaborativo, Munõz e Hernandez (2008), amparados nos ideais de De la Torre (2000), diz que “las innovaciones deben estar centradas en la escuela como comunidad educativa de manera que se orienten a la mejora colaborativa de la práctica docente, ya que no se trata de una mejora individual, sino compartida” (MUNÕZ; HERNANDEZ, 2008, p. 57). Desse modo, as inovações são favorecidas à medida que, apresenta um forte componente colaborativo, manifestando uma alta vinculação e cooperação dos agentes educativos.

Outro aspecto importante que caracteriza as práticas inovadoras diz respeito à integração curricular das atividades do projeto ao currículo. Os professores, na grande maioria, (70,8%) afirmam haver integração das atividades do projeto ao currículo da escola, conforme o gráfico mostra.

70.8% 25.0%

4.2%

Sim Em parte Não

Gráfico 53 O projeto PIP foi integrado ao currículo da escola? Fonte: Pesquisa realizada em 2016.

A respeito da forma articulada de se trabalhar o currículo, as Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio (DCNEM, 2012), já preconizam e orientam a adoção de práticas que transcendam o caráter do trabalho isolado para priorizar práticas mais contextualizadas e articuladas. Essas orientações, vislumbradas especialmente para o Ensino Médio, referenciadas no PIP, consideram uma possibilidade real e, portanto, um elemento concreto para se trabalhar o currículo e toda a organização do processo de ensino e aprendizagem de forma integrada.

No entanto, cabe ressaltar que a escola deveria incorporar as orientações emanadas das diretrizes nacionais sem que fosse necessário ter um programa para

que essa orientação se tornasse efetiva. A não apropriação da escola na incorporação do que preconizam as DCNEM (2012) causa estranheza, uma vez que é a instituição que instrumentaliza a politica nacional e que deveria assumir isso incorporando ao seu Projeto Político Pedagógico (PPP) e na sua prática docente.

A mudança no Ensino Médio para o currículo inovador só acontecerá se a escola assumir as orientações fazendo a transposição do que está documentado a espeito da sua prática, o que passa por uma atitude do gestor e do corpo docente, devendo conhecer as categorias que não podem prescindir para inovar na escola, quais sejam: integração curricular, organização curricular por área de conhecimento, articulação de trabalho pedagógico, entre outras. Por outro lado, não existe um acompanhamento sistemático por parte da SEEC e das DIREC, ao que a própria legislação diz, o que termina reforçando uma naturalização na permanência de manter as coisas do jeito que elas já se acomodaram.

O dado referendado sobre a integração curricular no PIP se confirma de forma mais acentuada quando 91,7% dos interlocutores afirmam que as atividades propostas no projeto se articulam com as áreas do conhecimento e com os componentes curriculares, invertendo a lógica do trabalho estanque e fragmentado por disciplina, além da possibilidade de se colocar em jogo as problemáticas do cotidiano escolar.

TABELA 14

As atividades propostas no projeto e no plano de ação se articularam com as áreas de conhecimento e com os componentes curriculares

Quantidade de professores (%) Sim 22 91,7% Não 2 8,3% Total 24 100,0% Tabela 14

Fonte: Pesquisa realizada em 2016.

Nos depoimentos para justificar como as atividades propostas no projeto e no plano de ação se articularam, não conseguimos visualizar “como” foi realizado, o que está posto nas DCNEM e no PIP. A maioria das respostas foi muito genérica e vaga, o que representa uma tendência ou um distanciamento entre o que os

professores afirmam o que conhecem e o que realmente acontece na escola. Vejamos alguns fragmentos de falas: “porque houve articulação entre elas” (C2P02); “a interdisciplinaridade é a forma ideal de executar projetos, então todas as áreas foram articuladas” (C2P04); “os planos de ação se articulam nas áreas de conhecimento” (C2P10); “todas as atividades foram articuladas nas áreas de conhecimento” (C2P19).

Com base nessas opiniões, não conseguimos perceber como de fato a articulação por área de conhecimento se efetivou na escola, a exemplo do depoimento que afirma, de forma clara, como aconteceu: “dentro dos planejamentos houve a condição da realização das articulações necessárias para o trabalho em conjunto” (C2P13).

Sobre as atividades vivenciadas na escola, as que aparecem como mais inovadoras, segundo os interlocutores, foram as que fizeram uso das novas tecnologias (50,%), releitura de filmes, leituras e outros (16,7%) e implantação da rádio escola (12,5%). 50.0% 16.7% 12.5% 8.3% 4.2% 4.2% 4.2% 0.0% 10.0% 20.0% 30.0% 40.0% 50.0% 60.0% Uso de novas tecnologias Releitura de filmes, leituras, entre outros

Rádio escola Integração dos professores Trabalho coletivo Inclusão no processo de ensino Feiras culturais e científicas

Gráfico 14 - Das atividades do PIP vivenciadas na sua escola, qual a que você considera mais inovadora:

Fonte: Pesquisa realizada em 2016.

No PIP, inovar na prática docente é fazer uso de estratégias de ensino que possam ser aplicadas no contexto da atividade docente, se traduza em uma novidade na realidade local de cada escola, para produzir melhoria nas

aprendizagens e no desenvolvimento dos estudantes. Essa postura face à inovação exige compromisso dos envolvidos, planejamento e sistematização.

As atividades que foram vivenciadas tornaram a dinâmica das aulas diferenciadas diante de outras já costumeiramente realizadas na escola. Essas atividades propiciaram aos estudantes novas formas de aprender, integrando as mídias nas atividades do ambiente escolar; releitura de obras literárias que compartilharam conhecimentos da Filosofia, da Sociologia e da Arte; integração das linguagens que a rádio escolar permite realizar e as diversas formas de expressão que pode despertar em professores e alunos.

Entender o currículo integrado ao uso das tecnologias digitais é compreender que os recursos tecnológicos podem tornar as aulas mais atrativas, auxiliar no aprendizado dos estudantes, na compreensão dos conteúdos para as aprendizagens significativas. Para Pretto, “aparatos tecnológicos contemporâneos, construídos e desenvolvidos historicamente, constitui-se elementos que contribuem com a construção de outras práticas sociais” (PRETTO, 2001, p. 101).

A SEEC distribuiu em 2013/2014 vários recursos tecnológicos e os entregou aos professores do Ensino Médio, (computadores, tablets) e equipou laboratórios de informática de diversas escolas, além de oferecer cursos de capacitação na área digital por meio do Programa e-proinfo. Esses recursos tecnológicos disponíveis favoreceram ferramentas didático-pedagógicas para ser utilizadas em sala de aula e contempladas na prática pedagógica do professor.

Destaca-se que 62,5% dos interlocutores afirmam que participar do projeto PIP contribuiu com mudanças na sua prática pedagógica; 29,2% acreditam que contribuiu em parte e 8,3% opina que não contribuiu, conforme apresenta o gráfico a seguir:

62.5% 29.2%

8.3%

Sim Em parte Não

Gráfico 65 - Participar do Projeto PIP na escola contribuiu com mudanças na sua prática?

Fonte: Pesquisa realizada em 2016.

Quando se externaliza a contribuição do PIP para a realização de produções e mudanças na prática pedagógica, infere-se sobre a principal característica que define o PIP como inovação na escola: a mudança na prática pedagógica do professor. Nesse sentido, Carbonell (2002), defende: a melhoria da escola depende da compreensão do problema que implica mudança na prática e do desenvolvimento das estratégias correspondentes para produzir reformas vantajosas.

Porém, não se pode pensar em mudanças sem que se ponha em destaque a importância dos docentes nas inovações pedagógicas. Nesse sentido, Messina e Blanco (2000), consideram o grau de participação dos professores como forte elemento para viabilidade e êxito nas inovações nas escolas.

La viabilidad, la continuidad y el éxito de la innovación está fuertemente condicionados por el grado de participación en la definición y elaboración de la propuesta de aquellos que han de llevar a cabo la innovación, especialmente los docentes (MESSINA; BLANCO, 2000, p. 34).

Nesse sentido, colaborando com o dado referendado por 62,% que afirmam que houve contribuição do PIP para mudanças em sua prática, 35,7% dos interlocutores da pesquisa consideram que as mudanças e/ou melhorias pedagógicas que o PIP introduziu na escola se deram devido à integração e participação da equipe escolar, enquanto que 28,6% informam que a principal modificação foi a introdução do Uso das Tecnologias digitais na escola.

O gráfico abaixo demonstra esses percentuais sobre as mudanças e/ou modificações oportunizadas por meio do PIP à escola.

35.7% 28.6% 17.9% 7.1% 3.6% 3.6% 3.6% 0.0% 5.0% 10.0% 15.0% 20.0% 25.0% 30.0% 35.0% 40.0% Integração e participação da equipe escolar

Uso das novas tecnologias Não respondeu/Não sei opinar A aquisição de novos recursos

Rádio escola A aproximação das aulas com a prática de vida

Melhoria do trabalho coletivo

Gráfico 16 - Que mudanças e/ou melhorias pedagógicas o PIP introduziu na escola? Fonte: Pesquisa realizada em 2016.

A Integração e Participação da Equipe Escolar é uma modificação importante na implementação de mudanças nas escolas, conforme registro evidenciado pelo sujeito (C2P18). Para ele, “dá gosto de ver os alunos envolvidos

nos projetos que passamos a construir melhor e com todos. {...} mais participação dos alunos nas aulas, mais integração da escola x comunidade escolar, maior participação dos pais, mais alunos inscritos no Enem”.

A Integração da Equipe Escolar é um forte sinalizador para que a inovação aconteça na escola. Quando a comunidade escolar não percebe a liderança dos processos de gestão, forte movimento articulador e o comprometimento dos envolvidos na escola, dificilmente as mudanças acontecerão de forma plena no espaço escolar. Nesses casos, se a inovação subsistir certamente será de modo pontual.

Esses dados se associam às principais modificações pedagógicas que os professores afirmam ter ocorrido na escola após a implementação do projeto PIP. 37,9% afirmam que a abertura para o uso de novas tecnologias entre os docentes foi a principal mudança oportunizada pelo PIP após sua implementação, e para 17,2%, o planejamento mais qualificado foi a principal mudança, conforme gráfico:

17.20% 10.30% 10.30% 6.90% 6.90% 6.90% 3.40% 0.00% 5.00% 10.00% 15.00% 20.00% 25.00% 30.00% 35.00%

Abertura para o uso de novas tecnologias entre os docentes Planejamento com mais qualidade Não houve modificações

Não foi possível observar Professores passaram a desenvolver ações pedagógicas mais integradas Integração entre a equipe escolar Despertar dos alunos para o uso

de novas tecnologias

Interdisciplinaridade

Gráfico 17 - Quais as principais modificações pedagógicas que você percebe que ocorreram na escola após a implementação do projeto PIP? Fonte: Pesquisa realizada em 2016.

No entanto, só se inova com conhecimento. De acordo com Zhao apud Garcia (2013), há três dimensões para que se implemente uma inovação educativa: o docente que inova, a própria inovação e o contexto em que acontece a inovação. Para que o docente seja um professor inovador, especialmente utilizando-se de recursos tecnológicos, é necessário conhecimento das tecnologias e suas condições, compatibilidade técnica pedagógica e conhecimento da cultura social e organizativa da escola. Como afirma Munõz e Hernandez (2008), “El desarrollo de innovaciones educativas se ha planteado por tanto como un proceso sistemático e intencionado que requiere del conocimiento y utilización de diversas estrategias para llevarse a cabo”. (MUNÕZ; HERNANDEZ, 2008, p. 6)

Os professores, para exercer a atividade docente, precisam conhecer de forma aprofundada os conteúdos que lecionam para poder ensiná-los, ou seja, ter domínio do amplo leque de saberes (disciplinares, curriculares etc), e das maneiras de promover a mediação (didática pedagógica), destes no contexto da atividade profissional. Na formação inicial, mesmo reconhecendo a dificuldade de se conseguir uma relação mais estreita entre as teorias e as práticas, se torna desafiador dominar os princípios relativos à aprendizagem dos estudantes, a organização do tempo da aprendizagem e da gestão da sala de aula; apropriação de técnicas didáticas; de planejamento do ensino; de avaliação da aprendizagem entre outros conhecimentos profissionais correlatos à atividade do ensino.

No que se refere às estratégias didáticas para inovar na sala de aula é necessário programar atividades que impliquem novas formas para confrontar os alunos com saberes de maneira que estes cheguem a desenvolver uma relação de afetividade, face ao que foi proposto para eles aprenderem.

A esse respeito, Charlot (2001) questiona: aprender é fazer o quê, é uma atividade de que natureza, é sempre o mesmo tipo de atividade? O que é um saber a propósito de qualquer atividade de aprendizagem? Para ele só há saber em uma certa relação com o saber, só há aprender em uma certa relação com o aprender.

Numa perspectiva didática, convém destacar que qualquer processo de mudança na ação docente pressupõe redefinir as condições de transmissão do saber mais exatamente deste ou daquele saber, ou sobre as condições de aprendizagens destes ou daquela prática social de referência (CHARLOT, 2001).

Ainda sobre a ótica de Charlot (2001), ele destaca que:

Classicamente, a didática indaga-se sobre o conteúdo de saberes a transmitir (sobre a “transposição didática” do saber teórico em saber escolar), sobre as situações de transmissão (sobre o “contrato pedagógico”), sobre os melhores meios a serem utilizados para que esta transmissão se opere. (CHARLOT, 2001, p. 17).

Na prática docente em sala de aula, operar mudanças que incidam na relação acima destacada representa um grande desafio, uma vez que as questões abordadas por Charlot (2001) constitui um conjunto de ações que, além de definir a atividade profissional do professor, coloca em foco a efetividade da sua atuação profissional, de modo que, para ser efetiva, precisa ser concretizada no entendimento do que para os estudantes significa aprender.

Desse modo, faz-se necessário conhecer estratégias didáticas adequadas às áreas ou aos eixos temáticos para se ensinar determinados conhecimentos, de acordo com a natureza do conteúdo. Por isso, buscamos saber quais conhecimentos novos o PIP oportunizou à prática pedagógica do professor.

De acordo com o gráfico abaixo, 44,4% afirmam que aprenderam sobre novas práticas pedagógicas, 22,2% destacaram sobre o uso das novas tecnologias e 12,5% priorizaram sobre a importância do planejamento no processo de ensinar.

44.4% 22.2% 12.5% 8.3% 4.2% 4.2% 3.7% 0.0% 5.0% 10.0% 15.0% 20.0% 25.0% 30.0% 35.0% 40.0% 45.0% 50.0% Novas práticas pedagógicas Uso de novas tecnologias A importância do Planejamento no processo de ensinar Acreditar no pontencial do alunado Conhecimento sobre jornal e rádio

Não sei opinar Material que estimula o interesse a leitura Gráfico 18 - Quais conhecimentos novos o PIP oportunizou à sua prática pedagógica?

Desenvolver conhecimento sobre as novas práticas pedagógicas e uso das tecnologias, são reconhecidamente fatores considerados requisitos para a produção de uma prática inovadora. No entanto, Carbonell (2002) emite fortes críticas à modernização das escolas que nada tem a ver com inovação. Para ele, o fato de inserir TICs na escola, cultivar hortas, realizar oficinas, saídas ao entorno, não passam de soluções epidérmicas, sem profundidade, em que se mudam os nomes, mas tudo permanece igual. Para ele, essas atividades, por si só, não produzem uma mudança significativa se não houver mudanças realmente expressivas no pensamento, nos hábitos e nas atitudes profissionais dos professores.

A esse respeito Ramalho et al. (2004), faz uma análise à luz do movimento da profissionalização do trabalho docente. Afirma que ter atitude profissional tem a ver com o perfil do docente como sujeito ativo, agente de transformação. Essa transformação, por sua vez, o leva a mudar as representações, crenças e valores dos docentes. Implica a desconstrução do pensamento acrítico e empírico marcado por uma forte tradição pedagógica. Essa desconstrução leva a uma revisão crítica dos diferentes obstáculos epistemológicos, concepção de sociedade, escola, estudante e da própria atividade do docente conscientemente decidido a se desenvolver profissionalmente. Portanto, comprometido em inovar para transformar.

O dado sobre aprender a importância do planejamento no processo de ensinar para os professores de disciplina é um fato de grande relevância, uma vez que a formação inicial destes professores muitas vezes não favorece o entendimento fundamentado sobre o planejamento do processo de ensino e da aprendizagem. Geralmente, os professores de áreas específicas têm muita dificuldade e abertura para incorporar no seu planejamento do processo do ensino, atividades pedagógicas discutidas coletivamente, uma vez que o projeto de escolarização e aprendizagem do estudante é de responsabilidade da escola como um todo.

No PIP aprender significativamente é um indicador para a inovação pedagógica. Entende-se que a aprendizagem significativa dos estudantes pode minimizar os problemas de aprendizagem, a partir da orientação ao redesenho das práticas e do uso de metodologias inovadoras. Nesse estudo, 62,5% dos interlocutores consideram que as atividades do PIP contribuíram para tornar as aprendizagens dos estudantes significativas e 33,3% consideram que contribuíram em parte, conforme gráfico.

62.5% 33.3%

4.2%

Sim Em parte Não

Gráfico 19 - Você considera que as atividades do PIP contribuíram para tornar as aprendizagens dos estudantes significativas?

Fonte: Pesquisa realizada em 2016.

A aprendizagem significativa, para Ausubel (1968), é aquela que se desenvolve numa estrutura cognitiva e, aos poucos, vai armazenando informações que, ao se agrupar no plano mental do sujeito e ao serem manejadas e utilizadas adequadamente no futuro, por meio da organização e integração dos conteúdos aprendidos, significativamente nas etapas anteriormente, facilita novas aprendizagens.

Para esse autor, a aprendizagem significativa no processo de ensino é aquela que faz sentido para o estudante aprendiz, de modo que novas informações serão aprendidas significativamente se, ao chegarem ao plano cognitivo, interagirem e fundirem-se aos conceitos relevantes já existentes na estrutura mental do estudante, ancorando subsequentemente novas aprendizagens.

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