• Aucun résultat trouvé

LE CONTEXTE DES BERBERES EN FRANCE

Dans le document La place de l'identité berbère en France (Page 51-64)

2. REVUE DE LA QUESTION

2.3. LE CONTEXTE DES BERBERES EN FRANCE

“As pessoas precisam dar-se conta de que o serviço aos clientes não mais significa somente rapidez com que você responde ao telefone. Significa a qualidade do produto, a entrega dentro do prazo, a capacidade de responder às reclamações, o serviço pós-vendas, o suporte técnico – tudo enfim.” Terry Gautsh

Boa parte das empresas do Brasil e de todo o mundo, optaram e estão optando cada vez mais por terceirizar parte ou até completamente os seus serviços de TI. Nesse contexto, o desenvolvimento de software também participou dessa mudança com prestação de serviços

in-house ou com as chamadas fábricas de software.

Todavia, como as empresas passaram a se concentrar nos produtos de software e serviços desejados, a cobrança em relação à qualidade aumentou. Para atender essa demanda a indústria de software promoveu diversos padrões e modelos de melhorias relacionados ao processo de desenvolvimento, com destaque ao CMM®/CMMI®, que possui mais de 3.000 (três mil) organizações formalmente avaliadas nesses modelos em todo o mundo (CARNEGIE MELLON UNIVERSITY, 2006a, 2006b).

Contudo, foi identificado na literatura uma indefinição dos efeitos da melhoria do processo de software na satisfação dos clientes, e como a satisfação estaria relacionada a um conceito maior, de qualidade do serviço, o presente trabalho veio propor uma análise da qualidade dos serviços providos no processo de desenvolvimento de software, com empresas formalmente avaliadas nos modelos CMM®/CMMI®.

Diante dessa indefinição na literatura, o presente trabalho se propôs a identificar a qualidade dos serviços providos (Expectativas e Percepções), na visão dos clientes ou

possíveis clientes dos provedores formalmente avaliados nos modelos CMM®/CMMI®. Para alcançar esse objetivo foram traçados 03 (três) objetivos específicos:

i. Desenvolver um instrumento de avaliação da qualidade de serviço, adaptado do modelo SERVQUAL, que estivesse relacionado às atividades propostas nos modelos CMM®/CMMI®;

ii. Conduzir processo de validação desse instrumento, para verificar sua aderência à proposta do trabalho;

iii. Comparar e identificar as diferenças entre a qualidade esperada e a percebida pelos clientes;

Para atender o objetivo específico i, foi realizada a construção de um instrumento a partir de premissas e etapas de refinamento e definição de questões (seções 5.1.1 e 5.1.2). Tais premissas tinham por objetivo guiar o desenvolvimento do instrumento definindo aderência entre os modelos de qualidade de serviço utilizados como base (SERVQUAL e IS- SERVQUAL) e o modelo CMMI®. Já as etapas de construção serviram para modelar as questões e realizar refinamentos ate que se chegasse a um conjunto razoável de itens que conseguisse avaliar as atividades previstas no CMMI®. A principal dificuldade no atendimento desse objetivo foi evitar um alto grau de subjetividade na definição das questões, o que culminou em um mapeamento no nível das práticas dos níveis 02 (dois) e 03 (três) do CMMI®, com as questões dos modelos SERVQUAL e IS-SERVQUAL. Este nível de relacionamento resultou em uma grande quantidade de itens e mapeamentos, que necessitaram de várias etapas de refinamento para se atingir o conjunto razoável de itens.

O segundo objetivo (ii) foi alcançado através da aplicação de dois processos: um de validação semântica e outro de validação estatística. Na validação semântica, 05 (cinco) voluntários com conhecimentos do modelo CMMI®, analisaram o instrumento com relação à sua clareza e adequação, produzindo algumas sugestões de melhorias, que foram atendidas

praticamente em sua totalidade. A validação estatística consistiu na disponibilização do instrumento revisado “pós-validação semântica”, para coleta de dados em um sítio na Internet, para que os respondentes previamente selecionados pelo seu perfil, pudessem fazer o preenchimento e análise fatorial dos dados coletados. Foram criados dois questionários distintos para preenchimento, o primeiro, foi respondido apenas por quem ainda não era cliente de provedores CMM®/CMMI®, e o segundo, que só foi respondido por quem era ou já foi cliente de tais provedores.

Os dados obtidos (78 de possíveis clientes e 42 de clientes) indicaram que não houve diferença significativa entre as respostas dos itens de expectativa dos questionários de clientes e possíveis clientes. Esse cenário permitiu que, para os itens de expectativa, a amostra de dados para validação contasse com 120 (cento e vinte) respostas, o que demonstrou que as dimensões/fatores previstos na concepção do instrumento (Confiabilidade, Capacidade de resposta, Segurança e Empatia), não se confirmaram sendo obtida uma solução unifatorial. A solução multifatorial também não pôde ser totalmente desacreditada, pois a mesma análise de consistência interna realizada para as quatro dimensões previstas, só apresentou um valor abaixo de 0,80 (mínimo necessário), na dimensão de Capacidade de resposta (0,76) e, mesmo assim com um valor relativamente próximo. Um dos problemas enfrentados nessa etapa foi o quantitativo de respondentes obtidos para os itens de percepção, que não foi compatível com a utilização da análise fatorial, inviabilizando assim que o instrumento fosse totalmente validado. No entanto na análise dos itens de percepção pelo Alfa de Cronbach, que verifica a confiabilidade da correlação, para a estrutura unifatorial e os quatro fatores originais, foram obtidos altos valores de alfa (>0,88), que sugerem resultados semelhantes aos da análise das questões de expectativa.

O terceiro e último objetivo (iii) foi alcançado utilizando a mesma amostra de dados disponível para a validação estatística. Os resultados apresentados confirmaram as duas

hipóteses alternativas previstas no trabalho: que o valor médio das expectativas de clientes e possíveis clientes seria maior que o ponto central da escala (µ > 04) e que a percepção dos clientes seria significativamente inferior às suas expectativas (Percepção – Expectativa < 0). Os limitantes desta etapa foram novamente a quantidade de respostas com as questões de percepção (42), que ainda não são as ideais, e o fato de que 40,48% (17) destas avaliações foram para um mesmo provedor e centro avaliado CMM®/CMMI®, o quê pode ter influenciado em alguns dos resultados apresentados, como nas análises por ramo de atuação e nível de avaliação do modelo.

Dentre os resultados e achados deste trabalho, pode-se destacar:

• clientes e possíveis clientes possuem expectativa semelhante sobre a prestação de serviço com provedores CMM®/CMMI®;

• o cargo e o ramo de atuação não influem na expectativa de clientes e possíveis clientes;

• clientes e possíveis clientes possuem altas expectativas em relação à prestação de serviço com provedores CMM®/CMMI®;

• o cargo e o tempo de prestação do serviço não influem na percepção dos clientes sobre os serviços prestados por provedores CMM®/CMMI®;

• na visão dos clientes, as atividades dos CMMI® cuja percepção da qualidade de serviço é pior, foram: gerenciamento e controle do projeto, a solução técnica empregada e a forma em que os produtos entregues são integrados; e,

• no geral, os provedores CMM®/CMMI® não atingem as expectativas dos clientes em relação aos serviços prestados.

Este trabalho tem, portanto, as seguintes contribuições:

• o instrumento desenvolvido para avaliação da qualidade de serviço de provedores CMM®/CMMI®;

• a análise das expectativas de clientes de serviços de provedores CMM®/CMMI®; • a análise da qualidade percebida de serviço de provedores CMM®/CMMI® para

um amostra de clientes desses provedores (clientes do Distrito Federal);

• identificação de áreas de processo do modelo CMMI® que teve menores índices de qualidade percebida pelo cliente indicando que devem ser melhor analisadas pelos provedores, afim de atender as expectativas de seus clientes.

• a análise das expectativas de clientes e possíveis clientes, uma vez que a maioria dos trabalhos existentes na literatura procura avaliar somente a satisfação destes com determinado produto ou serviço, sem antes avaliar o quê realmente queriam; No que diz respeito às possibilidades de futuros trabalhos a serem realizados a partir destes achados, se pode afirmar que as seguintes questões listadas abaixo permanecem em aberto:

• a necessidade de ampliação da amostra para o questionário de clientes, estendendo a pesquisa a outras unidades federativas do Brasil;

• uma análise comparativa, para verificar se o fato de um provedor ser formalmente avaliado no CMM®/CMMI®, aumenta as expectativas de seus clientes/possíveis clientes;

• um estudo que acompanhe o processo de avaliação formal de um provedor no CMMI®, verificando se a implementação do modelo aumentou as expectativas e percepções de seus clientes;

• a identificação dos pontos fortes dos processo de provedores que obtiveram a melhor avaliação em relação à qualidade dos serviço;

• mais estudos de caráter intervencionista, em que a priorização da execução de melhorias nos processos seja feita com base na análise das expectativas e percepções dos clientes; e,

• estender o instrumento para que avalie também outros modelos de melhoria correlatos do CMMI®, como por exemplo o MPS.BR.

REFERÊNCIAS

AGUIAR, Victor R. Laurenciano. A Proposta de um Método de Determinação de

Expectativas de Novos Clientes – O Método PRIEX. Florianopolis, 2001. 127 f.

Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) - Universidade Federal de Santa Catarina, 2001.

AHREN, Dennis M.; CLOUSE, Aaron; TURNER Richard. CMMI® Distilled: A Practical

Introduction to Integrated Process Improvement. 2 ed. Boston: Addison Wesley, 2003,

336 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO/IEC 9126-1:

Engenharia de Software – Qualidade do Produto. Rio de Janeiro: ABNT, 2003, 21 p.

ASSOCIAÇÃO PARA PROMOÇÃO DA EXCELÊNCIA DO SOFTWARE BRASILEIRO.

MPS.BR - Melhoria de Processo do Software Brasileiro – Guia Geral (Versão 1.1).

SOFTEX, 2006, 56 p.

BEVAN, Nigel. Quality in use: Meeting user needs for quality. The Journal of Systems and Software, vol. 48, n. 1, p. 89-96, 1999.

BELL CANADA. Trillium - Model for Telecom Product Development & Support

Process Capability. Release 3, Québec: 1994. 118 p. Disponível em: <

BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia. Qualificação CMM e CMMI no Brasil. Brasília, 2006. Disponível em: < http://www.mct.gov.br/upd_blob/9238.pdf>. Acesso em: 15 fev. 2007.

BYRNES, P.; PHILLIPS, MIKE. Software Capability Evaluation Version 3.0: Method

Description (CMU/SEI-96-TR- 002). Pittsburgh: Software Engineering Institute - Carnegie

Mellon University, 1996, 192p. Disponível em: <http://www.sei.cmu.edu/publications/documents/96.reports/96.tr.002.html>. Acesso em: 03

mai. 2007.

CARNEGIE MELLON UNIVERSITY. Software Engineering Institute. Integrated Product

Development CMM (IPD-CMM). Pittsburgh, 1997. Disponível em:

<http://www.sei.cmu.edu/cmm/ipd-cmm.html>. Acesso em: 03 mai. 2007.

______. Software Engineering Institute. Capability Maturity Model® Integration

(CMMISM),Version 1.1. CMMISM for Systems Engineering, Software Engineering, Integrated Product and Process Development, and Supplier Sourcing (CMMI- SE/SW/IPPD/SS, V1.1), Staged Representation. Pittsburgh, 2002a. 711 p. Disponível em:

<http://www.sei.cmu.edu/CMMI/models/models.html>. Acesso em: 13 nov. 2005.

______. Software Engineering Institute. Capability Maturity Model® Integration

(CMMISM),Version 1.1. CMMISM for Systems Engineering, Software Engineering, Integrated Product and Process Development and Supplier Sourcing (CMMI- SE/SW/IPPD/SS, V1.1), Continuous Representation. Pittsburgh, 2002b. 711 p. Disponível

______. Software Engineering Institute. Process Maturity Profile. Software CMM® 2005

End-Year Update. Pittsburgh, 2006a. Disponível em: <http://www.sei.cmu.edu/appraisal-

program/profile/profile.html>. Acesso em: 16 jul. 2006.

______. Software Engineering Institute. Process Maturity Profile. CMMI® v1.1,

SCAMPISM v1.1 Class A Appraisal Results, 2005 End-Year Update. Pittsburgh, 2006b.

Disponível em: <http://www.sei.cmu.edu/appraisal-program/profile/profile.html>. Acesso em: 16 jul. 2006.

______. Software Engineering Institute. Details of Changes to CMMI in Version 1.2. Pittsburgh, 2006c. Disponível em: <http://www.sei.cmu.edu/cmmi/adoption/cmmiv12- changes.html>. Acesso em: 01 fev. 2007.

______. Software Engineering Institute. Standard CMMI® Appraisal Method for Process

Improvement (SCAMPISM) A, Version 1.2: Method Definition Document. Pittsburgh,

2006d. 246 p. Disponível em: < http://www.sei.cmu.edu/publications/documents/06.reports/06hb002.html >. Acesso em: 03

mai. 2007

______. Software Engineering Institute. Published CMMI® Appraisal Results. Pittsburgh, 2007a. Disponível em: <http://sas.sei.cmu.edu/pars/pars.aspx>. Acesso em: 15 fev. 2007.

______. Software Engineering Institute. ISO/IEC 15504 FAQ. Pittsburgh, 2007b. Disponível em: <http://www.sei.cmu.edu/cmmi/faq/15504-faq.html>. Acesso em: 31 mar. 2007.

CEZAR, Genilson. Brasil busca entrar na rota do offshore. ComputerWorld, São Paulo, ago. 2005. Disponível em:

<http://computerworld.uol.com.br/mercado/2005/08/05/idgnoticia.2006-03- 29.9106693522/IDGNoticia_view>. Acesso em: 29 jul. 2006.

CMMI, Capability Maturity Model® Integration. Desenvolvido por Carnegie Mellon University, Software Engineering Institute. Apresenta resultados de desempenho coletados a partir de avaliações do modelo CMMI até 15 de Dezembro de 2005. Disponível em: < http://www.sei.cmu.edu/cmmi/results.html > . Acesso em: 04 abr. 2006.

COELHO, Claudia Duarte dos Anjos. Nível Avaliação da qualidade percebida em

serviços: Aplicação em um colégio privado de ensino fundamental e médio. Florianopolis,

2004. 179 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) - Universidade Federal de Santa Catarina, 2004.

COMPITA LTDA. Software Technology Diagnostic Practitioner's Guideline, Version 2.5,

1993.

COOPER, J.; FISHER, M. Software Acquisition Capability Maturity Model (SA-CMM),

Version 1.03. Pittsburgh: Software Engineering Institute - Carnegie Mellon University, 2002,

134p. Disponível em: < http://www.sei.cmu.edu/publications/documents/02.reports/02tr010.html>. Acesso em: 03

CHRISSIS, Mary B.; KONRAD, Mike; SHRUM, Sandy. CMMI®: Guidelines for Process

Integration and Product Improvement. Boston: Addison Wesley, 2003, 688 p.

CRONIN, J. Joseph, Jr.; TAYLOR, Steven A. Measuring service quality: a reexamination

and extension. Journal of Marketing, vol. 56, n. 3, p. 55-68, 1992.

CURTIS, B.; HEFLEY, William E; MILLER, Sally A. People Capability Maturity Model

(P-CMM®), Version 2.0. Pittsburgh: Software Engineering Institute - Carnegie Mellon

University, 2001, 735p. Disponível em: < http://www.sei.cmu.edu/publications/documents/01.reports/01mm001.html>. Acesso em: 03

mai. 2007.

DUBLIN CITY UNIVERSITY. Center for Software Engineering. Bootstrap. Dublin, ?. Disponível em: <http://www.cse.dcu.ie/essiscope/sm5/approach/boot-2.html>. Acesso em: 25 mar. 2007.

DUNAWAY, D.; MASTERS, S. CMM-Based Appraisal for Internal Process

Improvement (CBA IPI): Method Description (CMU/SEI-96-TR-007). Pittsburgh:

Software Engineering Institute - Carnegie Mellon University, 1996, 57p. Disponível em: <http://www.sei.cmu.edu/publications/documents/96.reports/96.tr.007.html>. Acesso em: 03 mai. 2007.

ELECTRONIC INDUSTRIES ALLIANCE. Systems Engineering Capability Model

(EIA/IS-731). Washington: Government Eletronics & Information Technology Association,

EMAM, Khaled El; BIRK, Andreas. Validating the ISO/IEC 15504 measures of software

development process capability. The Journal of Systems and Software, vol. 51, n. 2, p. 119-

149, 2000.

FRANCESCHINI, Renzo. Qualidade dos serviços públicos: como dimensionar?. Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul, 2001. Disponível em: http://www.agergs.rs.gov.br/bibliot/revista/mr3/mr3_renzo.htm. Acessado em: 27 de maio de 2006.

GRÖNROOS, Christian. Marketing: Gerenciamento e Serviços: A competição por

serviços na hora da verdade. 13 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1993, 337 p.

HERBSLEB, James et al. Software Quality and Capability Maturity Model. Communications of the ACM, vol. 40, n. 6, p. 30-40, 1997.

INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO 9001:2000: The

International Standard System for Assuring Product and Service Quality. 2001.

______. ISO/IEC 12207: Information Technology - Amendment to ISO/IEC 12207. Montreal: ISO/IEC JTC1 SC7, 2002.

______. ISO/IEC 15504-1: Information Technology – Process Assessment - Part

______. Software and systems engineering comitee JTC 1/SC 7. 2007. Disponível em: <http://www.iso.org>. Acesso em: 2 mai. 2007

INTEGRATED SYSTEM DIAGNOSTIC BRASIL. Maturidade do Mercado Nacional. São Paulo, fev. 2007. Disponível em: <http://www.isdbrasil.com.br/NossosCli/maturicli.htm>. Acesso em: 15 fev. 2007.

KANG, Helen; BRADLEY, Graham. Measuring the performance of IT services: An

assessment of SERVQUAL. International Journal of Accounting Information Systems, vol.

3, n. 3, p. 151-164, 2002.

KETTINGER, William J.; LEE, Choong C. Pragmatic Perspectives on the Measurement

of Information Systems Service Quality. MIS Quarterly, vol. 21, n. 2, p. 223-240, 1997.

KUILBOER, J.P.; ASHRAFI, N.. Software process and product improvement: an

empirical assessment. Information and Software Technology, vol. 42, n. 1, p. 27-34, 2000.

KULPA, Margaret K.; JOHNSON, Kent A. Interpreting the CMMI: A Process

Improvement Approach. Boca Raton: Auerbach Publications, 2003, 414 p.

LEE, Jae-Nam et al. IT Outsourcing Evolution – Past, Present, and Future. Communications of The ACM, vol. 46, n. 5, p. 84-89, 2003.

LIN, Feng-Jyh et al. Quality Evaluation of Web Services. In: INTERNATIONAL CONFERENCE ON E-COMMERCE TECHNOLOGY FOR DYNAMIC E-BUSINESS, 34., 2004, Beijing. Anais … Beijing: 2004. p. 226-233.

MENEZES, Paulo Rossi. Validade e Confiabilidade das Escalas de Avaliação em

Psiquiatria. Revista de Psiquiatria Clínica, vol. 5, n. 5, 1998. Disponível em:

http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/r255/conc255b.htm. Acessado em: 16 de junho de 2007.

MORESI, Eduardo A. D. (Org.). Metodologia da Pesquisa. Brasília: Universidade Católica de Brasília, 2004, 125 p.

MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de Marketing: Uma orientação aplicada. 3 ed. Porto Alegre: Bookman, 2001, 720 p.

MYERSCOUGH, Mark A. Concerns about SERVQUAL’s underlying dimensions. Issues in Information Systems, vol III, p. 462-470, 2002.

PAIVA, Carlos César Soares de. Nível de qualidade dos serviços bancários no ambiente

digital. Florianopolis, 2001. 115 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) -

Universidade Federal de Santa Catarina, 2001.

PARASURAMAN, A.; ZEITHAML, Valarie A.; BERRY, Leonard L. A Conceptual Model

of Service Quality and Its Implications for Future Research. Journal of Marketing, vol.

______. SERVQUAL: A Multiple-Item Scale for Measuring Consumer Perceptions of

Service Quality. Journal of Retailing, vol. 64, n. 1, p. 12-40, 1988.

PARASURAMAN, A.; BERRY, Leonard L; ZEITHAML, Valarie A. Understanding

Customer Expectations of Service. Sloan Management Review, vol. 32, n. 3, p. 39-48,

1991a.

______. Refinement and reassessment of the SERVQUAL scale. Journal of Retailing, vol. 67, n.4, p.420-431, 1991b.

______. More on improving service quality measurement.. Journal of Retailing, vol. 69, n.1, p.140-148, 1993.

PARASURAMAN, A.; ZEITHAML, Valarie A.; BERRY, Leonard L. Reassessment of

expectations as a comparison standard in measuring service quality: Implications for further research. Journal of Marketing, vol. 58, n.1, p. 111-124, 1994.

PARK, Joo-Yeon; KIN, Joon S. The impact of IS sourcing type on service quality and

maintenance efforts. Information & Management, vol. 42, n. 2, p. 261-274, 2005.

PASQUALI, Luiz. Psicometria: Teoria e aplicações: a teoria clássica dos testes

psicológicos. Brasília: Ed. da Universidade de Brasília, 1997, 289 p.

PAULK, Mark C. et al. Capability Maturity ModelSM for Software. Versão 1.1. Pittsburgh: Software Engineering Institute - Carnegie Mellon University, 1993a, 65 p.

PAULK, Mark C. et al. Key Practices of the Capability Maturity ModelSM. Versão 1.1. Pittsburgh: Software Engineering Institute - Carnegie Mellon University, 1993b, 479 p.

PITT, Leyland F.; WATSON, Richard T.; KAVAN, C. Bruce. Measuring Information

Systems Service Quality: Concerns for a Complete Canvas. MIS Quarterly, vol. 21, n. 2,

p. 209-221, 1997.

PRESSMAN, Roger S. Engenharia de Software. São Paulo: Makron Books, 1995, 1056 p.

______. Engenharia de Software. 5. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2002, 843 p.

QUINTELA, Heitor Luiz Murat de Meirelhes; OSORIO, Rosana Fernandes. CMM e

Qualidade de Produtos de Software na Dataprev. Universidade Federal Fluminense,

Relatórios de Pesquisa em Engenharia de Produção, Rio de Janeiro, vol. 1, n. 14, p. 1-6, 2002. Disponível em: http://www.producao.uff.br/rpep/RelPesq/relpesq014.htm. Acessado em: 03 de agosto de 2006.

______; TOLEDO, Roberto Farias de; MOKDISSE, Sérgio. Maturidade em CMM, SIX

SIGMA e sua relação com a qualidade percebida pelo cliente. Universidade Federal

Fluminense, Relatórios de Pesquisa em Engenharia de Produção, Rio de Janeiro, vol. 5, n. 19, p. 1-6, 2005. Disponível em: http://www.producao.uff.br/rpep/RelPesq_V5_2005_19.pdf. Acessado em: 03 de agosto de 2006.

______ et al. Avaliação dos Serviços de Testes de Software em Instituições financeiras

com Adoção das Práticas de Teste do Modelo CMMI. Universidade Federal Fluminense,

Relatórios de Pesquisa em Engenharia de Produção, Rio de Janeiro, vol. 6, n. 11, p. 1-26, 2006. Disponível em: http://www.producao.uff.br/rpep/RelPesq_V6_2006_11.doc. Acessado em: 03 de agosto de 2006.

RADOS, Gregório Jean Varvakis. Material de Apoio do curso de Planejamento dos

Serviços Bibliotecários. Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da

Educação, Departamento de ciências da Informação, Laboratório de Gestão Tecnologia e Informação. Aula 4, 2005. Disponível em: http://www.lgti.ufsc.br/planejamento/. Acessado em: 27 de maio de 2006.

REIS, Izabel Cristina da Silva. A escala SERVQUAL modificada: Avaliação da qualidade

percebida do serviço de lazer oferecido por um complexo poliesportivo num parque florestal. Florianopolis, 2001. 141 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) -

Universidade Federal de Santa Catarina, 2001.

SALOMI, Gilberto Gabriel Eid; MIGUEL, Paulo Augusto Cauchick; ABACKERLI, Alvaro José. Servqual x Servperf: comparação entre instrumentos para Avaliação da Qualidade

de Serviços Internos. GESTÃO & PRODUÇÃO, v.12, n.2, p.279-293, 2005.

Six Sigma In: WIKIPÉDIA a enciclopédia livre, 2007.

SMIDTS, Carol; HUANG, Xin; WIDMAIER, James C. Producing reliable software: an

SLACK, Nigel et al. Administração da Produção. 1 ed. São Paulo: Atlas, 1996, 726 p.

Terceirização In: BABYLON Dicionário Eletrônico. Versão 5.01, 2004.

UPCHURCH, Richard. Software Process Research Sites. Computer and Information Science Department, University of Massachusetts Dartmouth, 1998. Disponível em: http://www2.umassd.edu/SWPI/1docs/SPResearch.html. Acessado em: 04 de março de 2007.

VAN DYKE, Thomas P.; KAPPELMAN, Leon A.; PRYBUTOK, Victor R. Measuring

Information Systems Service Quality: Concerns on the Use of the SERVQUAL Questionnaire. MIS Quarterly, vol. 21, n. 2, p. 195-208, 1997.

WITTE, Robert S.; WITTE, John S. Estatística. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005, 486 p

XENOS, M.; CHRISTODOULAKIS, D. Measuring perceived software quality. Information and Software Technology, vol. 39, n. 6, p. 417-424, 1997.

GLOSSÁRIO

REQM - Gerência de Requisitos

PP - Planejamento de Projeto PMC - Planejamento e Monitoração

SAM - Gerenciamento de Acordos com Fornecedores MA - Medição e Análise

Dans le document La place de l'identité berbère en France (Page 51-64)