• Aucun résultat trouvé

Competitive Analysis of the Windfall Game

Dans le document 123 Fun withAlgorithms (Page 194-197)

A Semana de Vida Saudável, promovida pela FG, decorreu entre os dias 28 de Janeiro e 5 de Fevereiro e envolveu várias atividades com o objetivo de impulsionar estilos de vida favoráveis.

Ao longo de toda a semana, foi disponibilizado, durante o atendimento ao público, um folheto intitulado “Dicas para uma Vida Saudável”, ANEXOIII. Neste, estão abrangidos conselhos em várias áreas de atuação, como a prática de exercício físico regular, a alimentação equilibrada e a cessação tabágica. Para a elaboração destas propostas de estilo de vida, foram consultadas informações e guias de várias fontes, como a Sociedade Portuguesa de Cardiologia, a Associação Portuguesa dos Nutricionistas e a DGS.

A semana começou com uma degustação de alimentos da marca Fold®, que contou com a presença de uma representante da mesma. Esta prova incentivou o consumo destes produtos como fonte de altos teores de vitaminas, minerais, aminoácidos, ácidos gordos essenciais e antioxidantes e como uma opção saudável para a preservação da saúde e a prevenção de doenças.

Ao longo destes dias, foi acessível a já habitual avaliação da tensão arterial e dos níveis plasmáticos de colesterol, triglicerídeos e glicose. Para complementar, foi promovido, no dia 5 de Fevereiro, com o apoio da nutricionista da FG, um rastreio nutricional, ANEXO III. Neste, foram medidos o IMC, o perímetro abdominal, a percentagem de massa gorda e a percentagem de massa muscular. Os resultados do rastreio foram conjugados com as determinações bioquímicas e fisiológicas e permitiram averiguar a existência ou não de fatores de risco cardiovascular e fomentar comportamentos que diminuam esse risco e estimulem a qualidade e a longevidade da vida.

37 Os resultados do rastreio estão representados no ANEXO III. Foram detetados casos de existência de vários fatores de risco cardiovascular que exigiram a recomendação de uma consulta médica. O parâmetro com maior número de situações com valores superiores aos níveis desejáveis foi o referente ao perímetro abdominal e, em situações em que se encontrava associado a um excesso de peso, foi recomendada uma mudança na dieta diária e um possível acompanhamento, por parte da nutricionista, para o tratamento deste problema. Foram, também, encontrados valores elevados para os níveis plasmáticos de colesterol e para a pressão arterial, sendo, nestes casos, aconselhadas a prática regular de exercício físico e uma alimentação equilibrada, com diminuição do consumo de sal e de alimentos com alto teor em gorduras saturadas. Este rastreio permitiu, ainda, a identificação de dois possíveis casos de hiperglicemia intermédia, uma situação considerada de pré-diabetes. A estes pacientes foi aconselhada a procura de um profissional médico, para que sejam corretamente diagnosticados, acompanhados e lhes sejam transmitidas as medidas de controlo do risco para desenvolvimento de diabetes. Ao longo do rastreio, os utentes foram questionados sobre os seus hábitos tabágicos e foram transmitidas informações, aos fumadores, sobre os métodos de cessação tabágica e sobre as vantagens de deixar de fumar.

38

CONCLUSÕES FINAIS

No final do estágio curricular, posso concluir que a profissão de um farmacêutico comunitário envolve uma vasta área de atuação, sendo de enorme importância os conhecimentos adquiridos ao longo do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas. O contacto com o utente é a vertente de maior impacto a nível profissional, sendo da obrigação do farmacêutico promover o acesso a tratamentos de qualidade e colaborar ativamente em campanhas de promoção de saúde pública, sem nunca se esquecer de prestigiar a dignidade da sua profissão.

Atualmente, o aconselhamento farmacêutico é uma peça fundamental no circuito da prestação de cuidados de saúde. O papel do farmacêutico passa não só pela gestão da terapia medicamentosa apropriada, como também por um contributo direto na promoção de estilos de vida mais saudáveis e promotores de melhor qualidade de vida. Com o aumento do âmbito das responsabilidades exigidas aos farmacêuticos, vêm também novos desafios para a educação dos estudantes de farmácia e dos jovens farmacêuticos, sendo indespensável implementar esta filosofia sobre a importância do aconselhamento farmacêutico na sociedade.

39

BIBLIOGRAFIA

[1] Decreto-Lei nº307/2007, de 31 de Agosto. Regime jurídico das farmácias de oficina. Diário da República; 1ª Série; nº168.

[2] Portaria nº1429/2007, de 2 de Novembro. Define os serviços farmacêuticos que podem ser prestados pelas farmácias. Diário da República; 1ª Série; nº211.

[3] Santos, H.J. (2009). Boas Práticas Farmacêuticas para a Farmácia Comunitária (BPF). Conselho Nacional da Qualidade; 3ª edição Ordem dos Farmacêuticos; Lisboa. [4] Decreto-Lei nº176/2006, de 30 de Agosto. Estatuto do Medicamento. Diário da República; 1ª Série; nº167.

[5] Decreto-Lei nº148/2008, de 29 de Julho. Estabelece o regime jurídico aplicável aos Medicamentos e Produtos veterinários. Diário da República; 1ª Série; nº185.

[6] Decreto-Lei nº136/2003, de 28 de Junho. Estabelece o regime jurídico aplicável aos Suplementos Alimentares. Diário da República; 1ª Série A; nº147.

[7] Decreto-Lei nº74/2010, de 21 de Junho. Estabelece o regime jurídico aplicável aos géneros alimentícios destinados a uma alimentação especial. Diário da República; 1ª Série; nº118.

[8] Decreto-Lei nº 296/98, de 25 de Setembro. Regras que disciplinam o mercado de produtos cosméticos e de higiene corporal. 1ª Série A, nº222.

[9] Decreto-Lei nº145/2009, de 17 de Junho. Estabelece as regras a que devem obedecer a investigação, o fabrico, a comercialização, a entrada em serviço, a vigilância e a publicidade dos Dispositivos Médicos e respetivos acessórios. Diário da República; 1ª Série; nº115.

[10] Portaria nº924-A/2010, de 17 de Setembro. Define os grupos e subgrupos farmacoterapêuticos que integram os diferentes escalões de comparticipação do Estado no preço dos medicamentos. Diário da República; 1ª Série; nº182.

[11] Decreto-Lei n.º 48-A/2010, de 13 de Maio. Aprova o regime geral de comparticipações do Estado no preço dos medicamentos. Diário da República; 1ª Série; nº93.

[12] Decreto-Lei n.º 15/93, de 22 de Janeiro. Regime jurídico do tráfico e consumo de estupefacientes e psicotrópicos. Diário da República; 1ª Série A; nº81.

40 [13] Decreto-Lei nº95/2004, de 22 de Abril. Regulamenta a prescrição e manipulação de medicamentos; Diário da República; 1ª Série A; nº95

[14] Portaria nº594/2004, de 2 de Junho. Aprova as boas práticas a observar na preparação de medicamentos manipulados em farmácia de oficina e hospitalar. Diário da República; 1ª Série B; nº129.

[15] Portaria nº769/2004, de 1 de Julho. Estabelece que o cálculo do preço de venda ao público dos medicamentos manipulados por parte das farmácias é efectuado com base no valor dos honorários da preparação, no valor das matérias-primas e no valor dos materiais de embalagem. Diário da República; 1ª Série B; nº153.

[16] Portaria nº1429/2007, de 2 de Novembro. Define os serviços farmacêuticos que podem ser prestados pelas farmácias. Diário da República; 1ª Série; nº211.

[17] Federação Internacional Farmacêutica e Federação Internacional de Estudantes de Farmácia (2005). Counselling, Concordance and Communication – Innovative Education for Pharmacists. Disponível em:

http://www.fip.org/files/fip/PI/Counselling,%20Concordance,%20and%20Communicatio n%20-%20Innovative%20Education%20for%20Pharmacists.pdf [acedido em 17 de Fevereiro de 2015]

[18] Grupo das Boas Práticas de Farmácia (2006). Linhas de Orientação – Indicação Farmacêutica. Ordem dos Farmacêuticos, Lisboa.

[19] Martí-Gil C, Barreda-Hernández D, Marcos-Pérez G, Barreira-Hernández D (2013). Counseling: una herramienta para la mejora de la comunicación con el paciente. Farmacia Hospitalaria; 37(3):236-239

[20] Wiedenmayer K , Summers RS, Mackie SA, Gous A, Everard M (2006).

Developing Pharmacy Practice - A Focus on Patient Care. Edição 2006. Organização Mundial de Saúde. Holanda

[21] Ordem dos Farmacêuticos: Uso Responsável do Medicamento. Acessível em:

http://usoresponsaveldomedicamento.com . [acedido em 15 de Março de 2015]

[22] IMS Institute for Healthcare Informatics (2012). Advancing the responsible use of medicines – Applying levers for change. Disponível em http://www.imshealth.com

41 [23] Organização Mundial de Saúde (2002). Policy Perspectives on Medicines - Promoting rational use of medicines: core components. Organização Mundial de Saúde, Genebra.

[24] Organização Mundial de Saúde (2000). Guidelines for the Regulatory Assessment of Medicinal Products for use in Self-Medication. Organização Mundial de Saúde, Genebra.

[25] Rägo L (2000). Quality Assurance and Safety: Medicines. In: Organização Mundial de Saúde (2000). Recognizing and Developing the Vital Role of Responsible Selfmedication in Latin America, 29-31 de Março de 2000, Genebra. WHO Drug Information, vol. 14(1): 1-2.

[26] Despacho n.º 2245/2003, de 16 de Janeiro. Grupo de consenso sobre automedicação. Diário da República, 2.ª Série, n.º 29.

[27] Bennadi D (2014). Selfmedication: A current challenge. Journal of Basic and Clinical Pharmacy; 5: 19-23

[28] Despacho nº17690/2007, de 23 de Julho. Revoga o anexo ao despacho n.º 2245/2003, de 16 de Janeiro - lista das situações de automedicação. Diário da República, 2.ª Série, n.º 154.

[29] Médicos de Portugal: O bom uso do medicamento, a automedicação responsável e o aconselhamento farmacêutico. Acessível em: http://medicosdeportugal.sapo.pt/

[acedido em 15 de Outubro de 2014]

[30] Osswald W et al (2010). Pontuário Terapêutico. Edição 9. INFARMED, Lisboa. [31] URIAGE: GYN-8 Higiene Intíma- Gela Calmante. Acessível em:

http://www.uriage.com/PT/pt/produtos/gyn-8 [acedido em 21 de Março de 2015]

[32] Organização Mundial de Saúde: Emergency contraception. Acessível em:

http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs244/en/ [acedido em 21 de Março de 2015]

[33] Divisão de Saúde Materna, Infantil e dos Adolescentes (2001). Saúde Reprodutiva: Planeamento Familiar. Direção-Geral da Saúde, Lisboa

[34] Michael CA, Dominey-Howes D, Labbate M (2014). The antimicrobial resistance crisis: causes, consequences, and management. Frontiers in Public Health; vol 2, 145:1-8

42 [35] Bartlett JG, Gilbert DN, Spellberg B (2013). Seven Ways to Preserve the Miracle of Antibiotics. Clinical Infectious Diseases; 56(10):1445–50

[36] Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC): Antimicrobial

Resistance Surveillance in Europe – Surveillance Report 2013. Acessível em

http://ecdc.europa.eu/ [acedido em 25 de Março de 2015]

[37] Levy SB, Marshall B (2004). Antibacterial resistance worldwide: causes, challenges and responses. Nature Medicine; 10(12): 122-129

[38] Martínez JL, Baquero F (2014). Emergence and spread of antibiotic resistance: setting a parameter space. Upsala Journal of Medical Sciences; 119: 68–77

[39] Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC): Geographical distribution of antimicrobial consumption. Acessível em: http://ecdc.europa.eu/ [acedido em 25 de Março de 2015]

[40] Metz M, Shlaes DM (2014). Eight More Ways To Deal with Antibiotic Resistance.

Antimicrobial Agents and Chemotherapy; vol 58 (8):4253-4256

[41] Carlet J, Rambaud C, Pulcini C (2014). Save Antibiotics: a call for action of the World Alliance Against Antibiotic Resistance (WAAAR). BMC Infectious Diseases; 14:436

[42] Direção-Geral da Saúde (2004): Programa Nacional de Intervenção Integrada sobre Determinantes da Saúde Relacionados com os Estilos de Vida. Acessível em:

http://www.dgs.pt/documentos-e-publicacoes/estilos-de-vida-saudaveis.aspx [acedido em 12 de Março de 2015]

[43] Organização Mundial de Saúde (2003): Diet, Nutrition and the Prevention of Chronic Diseases. Disponível em: http://whqlibdoc.who.int/trs/who_trs_916.pdf

[acedido em 12 de Março de 2015]

[44] Organização Mundial de Saúde: The World Health Report 2002 - Reducing Risks, Promoting Healthy Life. Disponível em: http://www.who.int/whr/2002/en/ [acedido em 12 de Março de 2015]

[45] Sociedade Portuguesa de Cardiologia: Hábitos Saudáveis. Acessível em:

http://www.spc.pt/hgs/pdfs/habitos_publico.pdf [acedido em 10 de Janeiro de 2015] [46] Associação Portuguesa dos Nutricionistas: Saiba mais sobre Nutrição & Alimentação. Acessível em: http://www.apn.org.pt/ [acedido em 15 de Janeiro de 2015]

43 [47] Kozłowska A, Szostak-Węgierek D (2014). Flavonoids – Food Sources and Health Benefits. National Institute of Public Health - National Institute of Hygiene- Poland; 65(2):79-85

[48] Sadowska-Bartosz I, Bartosz G (2014). Effect of Antioxidants Supplementation on Aging and Longevity. BioMed Research International; vol 2014:1-17.

[49] Direção-Geral de Saúde: A nova Roda dos Alimentos… um guia para a escolha

alimentar diária! Acessível em: http://www.dgs.pt/ [acedido em 15 de Janeiro de 2015] [50] Direção-Geral de Saúde (2011): Norma da DGS - Diagnóstico e Classificação da Diabetes Mellitus. Acessível em: www.dgs.pt/ [acedido em 15 de Março de 2015] [51] Direção-Geral de Saúde (2011): Norma da DGS - Abordagem terapêutica das dislipidemias. Acessível em: www.dgs.pt/ [acedido em 15 de Março de 2015]

[52] Mancia G et al (2013). 2013 ESH/ESC Guidelines for the management of arterial hypertension. Journal of Hypertension 2013, 31:1281 – 1357

[53] Direção-Geral de Saúde (2005): Programa Nacional de Combate à Obesidade.

Acessível em: www.dgs.pt/ [acedido em 15 de Março de 2015]

[54] Sociedade Portuguesa de Cardiologia: Boletim SPC Setembro 2005. Disponível em: http://www.spc.pt/DL/boletim/b115_set05.pdf [acedido em 15 de Março de 2015] [55] Organização Mundial de Saúde (2003): Policy Recommendations for Smoking Cessation and Treatment of Tobacco Dependende. Acessível em:

http://www.who.int/tobacco/resources/publications/tobacco_dependence/en/ [acedido em 15 de Março de 2015]

[56] Direção-Geral de Saúde (2013): Mais Vida Sem Tabaco. Acessível em:

44

45

ANEXO I

Tabela I.A. – Lista de situações passíveis de automedicação. Adaptada do Despacho nº17690/2007, de 23 de Julho [28]

Sistema Situações passíveis de automedicação (termos técnicos)

Digestivo Diarreia

Hemorróidas (diagnóstico confirmado) Pirose, enfartamento, flatulência Obstipação

Vómitos, enjoo do movimento Higiene oral e da orofaringe Endoparasitoses intestinais

Estomatites (excluindo graves) e gengivites Odontalgias

Profilaxia da cárie dentária

Candidíase oral recorrente com diagnóstico médico prévio Modificação dos termos de higiene oral por desinfeção oral Estomatite aftosa

Respiratório Sintomatologia associada a estados gripais e constipações

Odinofagia, faringite (excluindo amigdalite) Rinorreia e congestão nasal

Tosse e rouquidão

Tratamento sintomático da rinite alérgica perene ou sazonal com diagnóstico médico prévio

Adjuvante mucolítico do tratamento antibacteriano das infeções respiratórias em presença de hipersecreção brônquica

Prevenção e tratamento da rinite alérgica perene ou sazonal com diagnóstico médico prévio (corticóide em inalador nasal)

Cutâneo Queimaduras de 1º grau, incluido solares

Verrugas

46

Desinfeção e higiene da pele e mucosas Micoses interdigitais

Ectoparasitoses Picadas de insectos Pitiríase capitis (caspa) Herpes labial

Feridas superficiais Dermatite das fraldas Seborreia

Alopécia

Calos e calosidades Frieiras

Tratamento da pitiríase versicolor Candidíase balânica

Anestesia tópica em mucosas e pele nomeadamente mucosa oral e rectal Tratamento sintomático localizado de eczema e dermatite com diagnóstico médico prévio

Nervoso/psique Cefaleias ligeiras a moderadas

Tratamento da dependência da nicotina para alívio dos sintomas de privação desta substância em pessoas que desejem deixar de fumar

Enxaqueca com diagnóstico médico prévio Ansiedade ligeira temporária

Dificuldade temporária em adormecer

Muscular/ósseo Dores musculares ligeiras a moderadas

Contusões

Dores pós-traumáticas

Dores reumáticas ligeiras moderadas (osteartrose/osteoartrite) Dores articulares ligeiras a moderadas

Tratamento tópico de sinovites, artrites (não infecciosa), bursites, tendinites Inflamação moderada de origem músculo esquelética nomeadamente pós-

47

traumática ou de origem reumática

Geral Febre (menos de três dias)

Estados de astenia de causa identificada Prevenção de avitaminoses

Ocular Hipossecreção conjuntival, irritação ocular de duração inferior a três dias

Tratamento preventivo da conjuntivite alérgica perene ou sazonal com diagnóstico médico prévio

Tratamento sintomático da conjuntivite alérgica perene ou sazonal com diagnóstico médico prévio.

Ginecológico Dismenorreia primária

Contraceção de emergência

Métodos cotracetivos de barreira e químicos Higiene vaginal

Modificação dos termos de higiene vaginal por desinfecção vaginal

Candidíase vaginal recorrente com diagnóstico médico prévio. Situação clínica caracterizada por corrimento vaginal esbranquiçado, acompanhado de prurido vaginal e habitualmente com exarcebação pré-menstrual

Terapêutica tópica nas alterações tróficas do tracto génitourinário inferior acompanhadas de queixas vaginais como disparêunia, secura e prurido

Vascular Síndrome varicoso – terapêutica tópica adjuvante

Tratamento sintomático por via oral da insuficiência venosa crónica (com descrição de sintomatologia)

48

ANEXO II

49 Figura II.B.- Folheto “Antibióticos – Perigo do uso inadequado” (Verso)

50

ANEXO III

Figura III.A.- Brochura “Dicas para uma Vida Saudável” (capa e contracapa)

51 Figura III.B.- Brochura “Dicas para uma Vida Saudável” (páginas interiores)

52 Figura III.C.- Cartão para determinação de parâmetros bioquímicos e

53 Figura III.D.- Cartão de Rastreio Nutricional

54 Tabela III. A.- Resultados conjugados das determinações bioquímicas e fisiológicas com o Rastreio Nutricional.

Idade Sexo IMC (kg/m2) Perimetro Abdominal (cm) Pressão Arterial (mmHg) Colesterol (mg/dl) Glicemia jejum (mg/dl) Paciente 1 27 M 27 105 134/73 185 105 Paciente 2 57 M 33 120 148/82 200 120 Paciente 3 23 F 21 65 106/65 150 96 Paciente 4 26 M 23 80 131/69 165 89 Paciente 5 65 F 20 65 152/91 180 102 Paciente 6 53 F 28 85 115/67 170 92 Paciente 7 57 F 32 102 147/79 220 115

Dans le document 123 Fun withAlgorithms (Page 194-197)