EFFICACITÉ ET INNOCUITÉ DES TECHNIQUES D ’ ABLATION DE L ’ ENDOMÈTRE DANS LE TRAITEMENT DES SAIGNEMENTS UTÉRINS ANORMAUX
5.3 Comparaison entre les traitements chirurgicaux
5.3.1 Comparaison entre les techniques d’ablation de l’endomètre
No primeiro dia de aplicação, a professora se adiantou do horário programado para poder preparar a sala e verificar realmente todos os materiais disponíveis, além de providenciar as cópias de todos os exercícios que exigiam a escrita por parte dos alunos. Assim, foi constatado que, dos 25 computadores, somente 13 estavam funcionando adequadamente, o que de certa forma não prejudicou as atividades para este dia, pois dos 18 alunos previstos, somente 12 compareceram. Ao analisar o acesso aos computadores, a professora fez o
download do material –
<https://drive.google.com/file/d/0Byj9u0Les9noUDltVVNEZWFQRmc/view>- para que assim o carregamento fosse adiantado e não atrasasse os alunos que possuem uma maior dificuldade ao lidar com tecnologia. Dos 12 alunos presentes, 2 chegaram com muito atraso – de 30 a 40 minutos, perdendo o início das atividades, porém foi conversado com os estudantes para que em casa acessassem o site do material e assim houvesse uma recuperação de conteúdos.
Nesta primeira aula, para haver melhor adequação dos alunos ao tema, as explicações foram expositivas com várias orientações por parte da professora. As explicações foram realizadas através da projeção do material pelo datashow, onde os alunos acompanharam em seus próprios computadores conforme a discussão ia se encaminhando.
A aula foi iniciada com a apresentação do material, apontando a justificativa e seus objetivos, para mostrar aos alunos o que seria aprendido a partir daquele momento. Após esta introdução, foram exemplificados os grafemas e fonemas, suas diferenças e o que seria uma pronúncia satisfatória, para que não haja equívocos na interpretação do ouvinte.
Ao acessar um fragmento do filme “A Pantera Cor-de-Rosa”, sobre a dificuldade da pronúncia adequada para uma futura discussão, este causou risos e atingiu seu objetivo para com os alunos. Os alunos entenderam que a pronúncia
satisfatória do Inglês não é difícil somente para os falantes da Língua Portuguesa e que a mesma deve ser praticada pelo aprendiz.
Os alunos tiveram acesso aos símbolos fonéticos e também da forma como estes símbolos estão dispostos em um dicionário e, para um melhor contato, foi entregue uma tabela com os símbolos fonéticos para as consoantes na Língua Inglesa. Ao observar a tabela de símbolos fonéticos, os alunos questionaram se era necessário que todo o conteúdo ali presente deveria ser decorado. Então a professora explicou que não há a necessidade de se decorar aquela tabela, uma vez que até mesmo os professores sentem dificuldade em lidar com este material.
Além disso, foi explicado também aos alunos que a tabela é para ser utilizada como ferramenta de pesquisa durante o curso, e que conforme a mesma for utilizada, o conhecimento sobre alguns símbolos ali presentes será adquirido. Esta tabela de símbolos fonéticos também está presente no material proposto. Houve uma breve explicação desses símbolos para os alunos, que tentaram reproduzir os sons dos símbolos conforme os analisavam.
Estes símbolos foram praticados através de exercícios em que os alunos deveriam buscar em dicionários os símbolos referentes às letras ou grupos de letras em destaque em cada palavra. Para a realização desses exercícios, foi pedido que os alunos acessassem o site <http://dictionary.cambridge.org/pt/>. Através dele, os alunos deviam digitar a palavra que se encontrava na folha de exercícios e encontrar os símbolos que se referiam às letras que estavam em itálico nas palavras desejadas.
Houve 08 alunos que conseguiram realizar o exercício com facilidade, uma vez que lhes foi explicado que um dos exercícios se referia aos símbolos fonéticos do começo da palavra e a outra ao final. Dos 12 alunos, 5 não alcançaram o objetivo da atividade, pois os mesmos não conseguiram identificar os símbolos fonéticos quando estes eram identificados de forma conjunta , como nas palavras chalk /tʃɑːk/ onde era pedido o som de CH que se refere à /tʃ/ e judge /dʒʌdʒ/ onde deveria ser buscado a simbologia para dge /dʒ/. Através desse exercício, foi possível discutir a diferença de escrita e som de uma letra ou o conjunto delas, pois foi onde todos os alunos perceberam que uma letra pode ter seu som representado por um ou dois símbolos fonéticos.
Na sequência da aula, foram discutidos os sons do alfabeto, quando foi percebido um erro na elaboração do material por parte da professora, pois a
paginação do material partiu para os exercícios sobre o alfabeto sem a explicação dos sons do alfabeto. Desta forma, os alunos estariam inaptos a realizar os exercícios sobre o alfabeto sem o conhecimento dos sons do mesmo.
Por falta de conhecimento da localização da página explicativa do alfabeto, a professora acessou o site <youtube.com> para assim todos os alunos poderem escutar a música referente aos sons das letras do alfabeto. Então, os alunos puderam se sentir confiantes para os exercícios sobre os sons das letras do alfabeto, em que primeiramente deveriam dividir as letras conforme o símbolo fonético.
Houve outra atividade para a prática da habilidade oral com o uso da soletração de abreviações para o colega. E, para finalizar o tema, propôs-se um exercício de listening(audição) para ouvir soletrações de nomes estrangeiros e assim selecionar o nome correto. Com o uso dos sons das letras do alfabeto, é possível discutir com os alunos a existência de um som para a letra quando ela se encontra sozinha, como no alfabeto, e outro som quando incluída em uma palavra. Caso que ocorre, por exemplo, com a letra A, a qual no alfabeto é representada por /eɪ/ enquanto ao ser incluída na palavra apple é descrita com os símbolos /ˈæ/ que se parece com o som do “é” em português, porém com um som mais aberto. Para a realização desse último exercício, foi pedido para que cada aluno colocasse seu fone de ouvido, respeitando sua própria individualidade, ouvindo o áudio quantas vezes fossem necessárias.
A explicação sobre os sons das consoantes foi iniciada, todos os alunos repetiram o som que a professora fez ao exemplificar as consoantes voiced(vozeadas) e voiceless(desvozeadas). Um dos alunos comentou que algumas consoantes fazem o mesmo som do português, mas que nunca havia verificado que o som era percebido desta forma fonológica - som do B como em but - pois sempre pensava neste som dentro de sua função fonética - som do B como no alfabeto /bi:/.
Aproveitando a ligação com a explicação anterior, foram introduzidos os sons do TH em Inglês – voiced(vozeado) // e voiceless(desvozeado) /θ/ - com a demonstração do som pela professora, mostrando a posição da língua e a vibração que deve ser percebida com a mão na garganta. Todos os alunos repetiram o som e acompanharam os movimentos da professora e reproduziram as palavras e frases presentes no vídeo, no qual há a explicação destes sons realizada por uma nativa
americana. Após esta atividade, a aula foi finalizada, pois já havia passado do horário combinado para o término da aula e assim este último tema – o som do TH – ficou para ser revisado na próxima aula.
Apesar de haver a explicação da diferença entre os sons do TH no Inglês, é importante salientar que mesmo o aluno não conseguindo emitir algum destes sons, ou mesmo os dois, ele não deixará de ser compreendido pelo seu ouvinte. Nesta situação, poderá haver uma confusão inicial, entretanto essa interferência não irá interferir na mensagem entre locutor e ouvinte.