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COMMISSIONING ORGANIZATION

Dans le document Commissioning of Research Reactors | IAEA (Page 24-35)

GRUPO INFLAMAÇÃO

Aos dois dias, infiltrado inflamatório crônico discreto a moderado e reabsorção superficial foram observados na lateral do côndilo e nas trabéculas ósseas. (Figuras 10 e 11). Aos, três dias, foram observados reabsorção óssea e infiltrado inflamatório que variou de discreto (na superfície

lateral dos componentes articulares) a moderado (na região da cartilagem articular e trabéculas ósseas do côndilo) (Figuras 12 e 13). Aos sete dias, discreta inflamação crônica foi observada na lateral e nas trabéculas ósseas do côndilo, o qual também apresentou fibrocartilagem espessa em alguns espécimes (Figura 14). Para este mesmo grupo, áreas de reabsorção, superficiais ou não, foram observadas na lateral do côndilo para todos os espécimes (Figura 15). Para todos os tempos experimentais, a vascularização apresentou-se discreta.

Para todos os tempos experimentais foi observado colágeno maduro. Aos dois dias, o colágeno era mais evidente nas trabéculas ósseas e nos componentes do côndilo variando de discreto a moderado no côndilo e de discreto a intenso no disco articular (Figura 16). Aos três e sete dias, o colágeno era mais evidente na região de cartilagem articular. Entretanto, aos três dias, a expressão de colágeno variou de discreta a intensa para ambos côndilo e disco articular (Figura 17). Aos sete dias, o colágeno variou de discreto a moderado no côndilo e de discreto a intenso no disco articular (Figura 18).

A membrana sinovial apresentou, aos dois dias, espessura regular sem a presença de vilosidades ou tecido de granulação, Já aos três dias apresentou espessura variável com presença ou não de vilosidades e/ou tecido de granulação. Aos sete dias, a membrana sinovial mostrou espessura regular sem vilosidades e sem tecido de granulação.

Figura 10 - Fotomicrografia do grupo experimental G1 aos dois dias: Observa-se presença de infiltrado inflamatório crônico na lateral do côndilo estendendo-se ao tecido muscular adjacente ( ), HE (DE CASTRO, 2014).

Figura 11 - Fotomicrografia do grupo experimental G1 aos dois dias: Observa-se presença de discreta reabsorção óssea na lateral do côndilo ( ), HE (DE CASTRO, 2014).

Figura 12 - Fotomicrografia do grupo experimental G1 aos três dias: Observa-se presença de infiltrado inflamatório crônico na lateral do côndilo ( ), HE (DE CASTRO, 2014).

Figura 13 - Fotomicrografia do grupo experimental G1 aos três dias: Presença de discreta reabsorção óssea na lateral do côndilo ( ), HE (DE CASTRO, 2014).

Figura 14 - Fotomicrografia do grupo experimental G1 aos sete dias: Observa-se espessamento da zona de fibrocartilagem do côndilo ( ), HE (DE CASTRO,2014).

Figura 15 - Fotomicrografia do grupo experimental G1 aos sete dias: Observação de osteoclasto ( ) e área de reabsorção óssea na lateral do côndilo, HE (DE CASTRO, 2014).

Figura 16 – Fotomicrografia do grupo G1 aos dois dias: Moderada expressão de colágeno no côndilo e intensa no disco articular, Picrosírius (DE CASTRO, 2014)

Figura 17 – Fotomicrografia do grupo G1 aos três dias: Intensa expressão de colágeno para ambos côndilo e disco articular, Picrosírius (DE CASTRO, 2014).

Figura 18 – Fotomicrografia do grupo G1 aos sete dias: Moderada expressão de colágeno no côndilo, Picrosírius (DE CASTRO, 2014).

INFLAMAÇÃO + FOTOTERAPIA LASER

De modo geral, aos dois dias, os componentes articulares mostraram Inflamação crônica discreta na lateral côndilo (Figura 19). Aos três dias, Infiltrado inflamatório crônico discreto foi observado na maioria dos espécimes no interior do côndilo e próximo à região da cartilagem articular (Figura 20). Aos sete dias, vasos sanguíneos foram observados no côndilo e discreta inflamação crônica na lateral deste (Figura 21). O côndilo apresentou vascularização discreta aos dois e três dias e intensa aos sete dias.

Aos dois e três dias, próximo à região de cartilagem articular, as trabéculas ósseas e componentes do côndilo mostraram área de reabsorção em alguns espécimes. Em dois espécimes houve presença de reabsorção superficial na lateral do côndilo. Já aos sete dias, reabsorção lateral do côndilo foi observada em três espécimes. Para todos os tempos experimentais, todos os espécimes mostraram marcação para Picrosírius, sendo que a concentração de colágeno maduro foi mais evidente na camada proliferativa do côndilo, membrana sinovial, disco e fossa articulares. Aos dois e três dias, a expressão de colágeno variou de discreta a intensa para ambos côndilo e disco articular (Figuras 22 e 23). Aos sete dias, foi observada intensa expressão de colágeno no côndilo e no disco articular (Figura 24). A membrana sinovial, aos dois dias, mostrou-se fibrosada com espessamentos focais e presença de vilosidades com tecido de granulação em dois espécimes (Figura 25). Aos três dias, a membrana apresentou-se hiperplásica ou não, ora com fibrose ora com vilosidades, com tecido de

granulação e presença de vasos sanguíneos. No sétimo dia, a membrana sinovial mostrou espessura variável e exibindo vilosidades em alguns espécimes (Figura 26).

Figura 19 - Fotomicrografia do grupo experimental G2 aos dois dias: Observa-se presença de discreta inflamação crônica na lateral do côndilo ( ), HE (DE CASTRO, 2014).

Figura 20- Fotomicrografia do grupo experimental G2 aos três dias: Observa-se presença de discreto infiltrado inflamatório crônico no interior do côndilo, HE (DE CASTRO, 2014).

Figura 21 - Fotomicrografia do grupo experimental G2 aos sete dias: Observa-se presença de discreto infiltrado inflamatório crônico na lateral do côndilo ( ), HE (DE CASTRO, 2014).

Figura 22 – Fotomicrografia do grupo G2 aos dois dias: Moderada expressão de colágeno no côndilo e intensa no disco articular, Picrosírius (DE CASTRO, 2014).

Figura 23 – Fotomicrografia do grupo G2 aos três dias: Intensa expressão de colágeno para ambos côndilo e disco articular, Picrosírius (DE CASTRO, 2014).

Figura 24 - Fotomicrografia do grupo G2 aos sete dias: Moderada expressão de colágeno no côndilo e intensa no disco articular, Picrosírius (DE CASTRO, 2014).

Figura 25 - Fotomicrografia do grupo experimental G2 aos dois dias: Presença de vilosidades na membrana sinovial ( ), HE (DE CASTRO,2014).

Figura 26 - Fotomicrografia do grupo experimental G2 aos sete dias: Presença de discreto tecido de granulação na membrana sinovial, HE (DE CASTRO, 2014).

INFLAMAÇÃO + FOTOTERAPIA LED

Aos dois dias, os componentes internos do côndilo mostraram aspectos de normalidade, sendo observada ausência de inflamação em alguns espécimes (Figura 27) e, nos demais, a inflamação se apresentava discreta. Aos três dias, próximo à região lateral do côndilo, foi observada ausência de inflamação em alguns espécimes, sendo que nos demais espécimes a inflamação crônica variava de discreta a moderada (Figura 28). Já aos sete dias, foi observada ausência de inflamação em alguns espécimes, além de inflamação crônica moderada no côndilo nos demais (Figura 29). Em todos os tempos experimentais, discreta vascularização no côndilo foi observada na maioria dos espécimes, além de áreas de reabsorção muitas vezes superficial na lateral do côndilo em dois espécimes (Figura 29).

Para todos os tempos experimentais, todos os espécimes mostraram marcação para Picrosírius, sendo que a concentração de colágeno maduro variou entre os espécimes de acordo com as regiões anatômicas dos componentes articulares. Aos dois dias, a expressão de colágeno variou de discreta a intensa no côndilo e de ausente a discreta no disco articular (Figura 30). Aos três dias, variou de discreta a intensa para ambos o côndilo e o disco articular (Figura 31). Aos setes dias, variou de moderada a intensa no côndilo e de discreta a moderada no disco articular (Figura 33).

A membrana sinovial, aos dois dias, mostrou-se fibrosada e com espessura regular além de ausência de vilosidades. Aos três dias, também se mostrava fibrosada, porém com espessura variável e, em alguns espécimes,

com presença de vilosidades contendo tecido de granulação (Figura 33). Já, aos sete dias, a membrana sinovial apresentou-se fibrosada e com espessura regular.

Figura 27 - Fotomicrografia do grupo experimental G3 aos dois dias: O côndilo apresenta aspectos de normalidade e ausência de inflamação HE (DE CASTRO,2014).

Figura 28 - Fotomicrografia do grupo experimental G3 aos três dias: Presença de discreto infiltrado inflamatório na lateral do côndilo ( ) e espessamento da zona de fibrocartilagem espessa ( ), HE (DE CASTRO, 2014).

Figura 29 - Fotomicrografia do grupo experimental G3 aos sete dias: Presença de discreto infiltrado inflamatório e de reabsorção óssea na lateral do côndilo, HE (DE CASTRO, 2014).

Figura 30 - Fotomicrografia do grupo G3 aos dois dias: Intensa expressão de colágeno no côndilo e discreta no disco articular, Picrosírius (DE CASTRO, 2014).

Figura 31 - Fotomicrografia do grupo G3 aos três dias: Discreta expressão de colágeno no côndilo, Picrosírius (DE CASTRO, 2014).

Figura 32 - Fotomicrografia do grupo G3 aos sete dias: Moderada expressão de colágeno no côndilo e discreta no disco articular, Picrosírius (DE CASTRO, 2014).

Figura 33 - Fotomicrografia do grupo experimental G3 aos três dias: Presença de tecido de granulação ( ) e vilosidades ( ) na membrana sinovial, HE (DE CASTRO, 2014).

Dans le document Commissioning of Research Reactors | IAEA (Page 24-35)

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