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O protetor solar é o método mais utilizado na prevenção dos efeitos mais negativos da Radiação Ultravioleta. Em conjunto com outras medidas de proteção, como sejam o uso de chapéus, óculos de sol ou o evitar da exposição solar durante as horas de maior calor, o protetor solar ajuda na prevenção da maior parte dos cancros de pele [35].

Nos momentos em que a exposição solar acontece é necessário utilizar a proteção adequada, o que inclui de forma imprescindível a utilização de protetores solares, os quais podem ser essencialmente filtros físicos ou químicos:

• Filtros físicos, constituídos por compostos de origem mineral, a maior parte das vezes com óxido de zinco e dióxido de titânio. Estes fazem um revestimento da pele, que bloqueará a absorção da radiação, por

dispersão ou reflecção dos raios solares, mostrando-se de maior eficácia a proteger contra a radiação UVA e UVB

• Filtros químicos, os quais são compostos sobretudo de estrutura

aromática e que essencialmente convertem a energia das radiações UVA e UVB que chega sob a forma de radiação em energia térmica.

A quantidade é muito grande no que toca aos protetores solares que existentes no mercado, sendo a sua eficácia aferida através do Fator de Proteção Solar (SPF). Este fator expressa o rácio da quantidade que é necessária em termos de radiação ultravioleta para provocar um eritema em indivíduos que utilizem o filtro solar em relação a

indivíduos que não utilizem proteção de nenhum tipo [36]. Porém, os protetores solares não têm uma eficácia absoluta, isto é, a proteção que oferecem não é 100%, na medida em que nenhum protetor solar existente no mercado possui filtros solares para nos dar proteção contra toda a radiação ultravioleta. Dessa forma sabe-se que os protetores solares que oferecem uma maior proteção são os de SPF 50+. Estes têm a capacidade de proteger em relação a 98% da radiação ultravioleta, sendo este tipo de protetor solar

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recomendável em todas a faixas etárias e a todos fotótipos de pele, independentemente da altura do ano. É ainda recomendada a não exposição ao sol em bebés com idade inferior a 6 meses [36].

A eficácia do protetor solar só é total se a sua aplicação total for a correta. Neste sentido é importante saber que o protetor solar deve ser aplicado na cara, nos braços, nas pernas, no pescoço e no tronco. Não nos devemos esquecer dos pés, das orelhas e dos lábios. Para além disso, é importante ter em linha de conta que o protetor solar deve ser aplicado de novo quer após idas à água, quer após 2 a 3 horas após a última

aplicação. De acordo com a organização internacional de normalização (ISO -

International Organization for Standardization), e a FDA (Food and Drug

Administration), quando se testa o Fator de Proteção Solar, a quantidade de protetor

solar a aplicar deve ser de 2 mg por cada centímetro de pele. A quantidade de protetor solar a aplicar pelo utilizador deve ser de cerca 45mL espalhados em toda a extensão do corpo [37]. Deve ser tido em linha de conta que a quantidade de protetor solar presente na pele vai sendo reduzida à medida que o tempo passa e com a natação, a atividade física ou a sudação do consumidor, e dessa forma o efeito protetor do protetor solar vai sendo diminuído[38,39].

O protetor solar deve conter na sua formulação filtros com o intuito de bloquear as radiações UVA e UVB. É importante também perceber que a designação “resistente à água” na embalagem de um determinado protetor solar, não corresponde a uma retenção total do fator de proteção solar. Dessa forma, essa designação apenas significa que no mínimo de metade do fator de proteção solar ficou intacto ao fim de 20 minutos de estar mergulhado na água [38,39].

5. O Projeto

Durante o meu estágio na FB, o projeto desenvolvido sobre a temática da Proteção Solar teve o intuito de, através de pesquisa bibliográfica e dos produtos habitualmente disponíveis, ganhar experiência para melhor aconselhar em relação aos mesmos. Dessa forma aproveitei esse tempo para me munir de toda a informação necessária para poder, sempre que um utente me aproximasse em busca de

aconselhamento em relação a proteção solar estar apto a fazê-lo da forma mais eficiente. Essa informação prendia-se quer com a maneira correta de utilizar o protetor solar, quer

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com medidas não farmacológicas que pudessem ser utilizadas a fim de prevenir os efeitos mais nocivos da exposição solar.

Foi informado aos utentes que deveriam aplicar uma quantidade de cerca de 45mL do protetor solar em toda a extensão do seu corpo com especial atenção na cara, nos braços, nas pernas, no pescoço e no tronco.

Para além do correto uso do protetor solar foi aconselhado um pacote de medidas não- farmacológicas, na forma da lista que se segue:

• Evitar a exposição solar nas horas de maior calor (entre as 11h e as 17h); • Ter o corpo coberto por roupa fresca e leve;

• Usar sempre proteção solar SPF50 nos meses de maior calor quando se está no exterior;

• Manter a hidratação de forma constante; • Uso de chapéu no espaço exterior;

• Aplicação correta do protetor solar sempre sem esquecer a zona T do rosto e a parte superior do lábio superior e a parte inferior do lábio inferior;

• Evitar períodos de exposição prolongados.

A comunicação destas medidas foi feita sem recurso a um suporte físico, adaptando o discurso de acordo com a faixa etária e com a capacidade de compreensão do utente em questão.

Os resultados do aconselhamento prestado aos diferentes utentes foram avaliados conforme o feedback dos mesmos, o que cumpria o propósito de perceber o que tinha melhores resultados, e onde seria possível melhorar.

6. Resultados

A ação deste projeto teve como resultado uma maior consciencialização para os problemas que uma deficiente proteção solar pode trazer. Essa consciencialização verificou-se nas visitas subsequentes que os utentes faziam à FB. Os utentes mostraram- se mais preocupados em saber proteger-se do sol de forma mais eficaz, revelando também que adotavam as medidas propostas, quer as medidas não-farmacológicas, quer em as medidas relacionadas com o modo de aplicação do protetor solar.

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Devido a constrangimentos temporais não houve a possibilidade de tratar casos mais complexos e específicos, o que poderia ser vantajoso para o resultado deste projeto de uma forma geral.

7. Conclusão

Este projeto permitiu-me alargar horizontes, adquirindo conhecimentos que não possuía anteriormente e, colocando-os em prática em seguida. Uma grande parte desse ganho de experiência foi também devido à interação com os utentes e ao feedback que estes forneciam. Com a ajuda dos restantes colaboradores da FB pude perceber quais os produtos mais requisitados pelos utentes, bem como aqueles que davam melhores resultados. Isto foi possível observando os aconselhamentos levados a cabo pelos colaboradores da FB, aplicando os resultados dessa observação quando era a minha vez de aconselhar.

Durante o meu estágio procurei passar aos utentes toda a informação que

achasse pertinente, alertando para uma problemática que é demasiadas vezes ignorada, e que não recebe a atenção necessária por parte deles, com o intuito de cimentar a

farmácia como o local de saúde mais próximo das pessoas e de alertar para a

necessidade de mitigar problemas de maior que são relativamente fáceis de evitar com algumas simples mudanças em relação a alguns hábitos.

Considerações Finais

Nos dias que correm há a necessidade de ter uma boa capacidade de adaptação às novas realidades que vão surgindo, tornando essencial que a formação contínua de qualquer profissional seja feita de forma rápida e eficiente, tornando-se essa

problemática ainda mais premente no caso dos profissionais de saúde. O farmacêutico como profissional de saúde mais próximo da comunidade deve ter a capacidade de fazer a destrinça entre a informação verdadeira e útil, e aquela que não o é, para que a tomada de decisão esteja assente em bases sólidas. O farmacêutico deve ainda estar capacitado para ver em que situações a inovação poderá trazer benefícios que superem os riscos, procurando sempre colocar os interesses da comunidade à frente dos seus.

O estágio profissionalizante revelou-se como um dos pontos mais importantes e de maior aprendizagem do meu percurso na FFUP. Para além de todo conhecimento teórico necessário ao exercício da atividade profissional de qualquer farmacêutico, é

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essencial a parte humana, ou seja, a relação com a comunidade e com todas as pessoas individuais que a constituem assume uma importância equiparável ao conhecimento científico que a restante formação académica oferece. Nesse sentido, o estágio na FB serviu como a ponte entre estas duas vertentes do conhecimento que contribuem de forma simbiótica para que eu possa ser o melhor farmacêutico possível a todos os momentos.

O farmacêutico deve ser um dos profissionais de saúde mais completos a nível das suas valências, sendo um dos méritos destes seis meses a aquisição dessa perceção em conjunto com os membros da equipa FB. Nesse sentido, uma das questões mais importantes será manter o meu conhecimento atualizado no exercício da minha atividade profissional, para que possa honrar a classe profissional a que irei pertencer, cimentando assim o seu lugar de serviço de qualidade e com grande fiabilidade que os utentes necessitam, prestando-lhes o serviço que eles precisam e correspondendo a todas as suas expectativas.

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Referências Bibliográficas

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8. INFARMED - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I.P.:Saiba Mais Sobre - Psicotrópicos e Estupefacientes. Acessível em: http://www.infarmed.pt/ [Acedido em 1 de outubro de 2019]

9. INFARMED - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I.P., (2018) Normas relativas à dispensa de medicamentos e produtos de saúde, versão 5.0

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11. Decreto-Lei N.º 48-A/2010, de 13 de maio, do Ministério da Saúde. Diário da República n.º 93/2010, 1º Suplemento, Série I de 2010-05-13

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38. Food and Drug Administration: Labeling and effectiveness testing: sunscreen

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39. The International Organization for Standardization: Cosmetics – sun protection

test methods – in vivo determination of the sun protection factor (SPF). Acessível

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Anexos

Anexo I – Gaveta de Armazenamento de Formas Farmacêuticas Sólidas

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Anexo III – Armário de Reservas Pagas e Não Pagas

Anexo IV – Cartão Identificativo de Reservas

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Anexo V – Folheto e Questionário sobre a Qualidade do Sono

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Anexo VII - Gráfico do Número de Horas Dormidas de Forma Ininterrupta

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Anexo IX – Gráfico Relativo à Existência de Outro Problema de Saúde

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Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas

Relatório de Estágio Profissionalizante

Unidade Hospitalar de Vila Real, Centro Hospitalar de Trás-os-

Montes e Alto Douro

Março de 2019 e Abril de 2019

Fábio José da Cunha Rodrigues

Orientador: Dr.ª Almerinda Alves

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Declaração de Integridade

Declaro que o presente relatório é de minha autoria e não foi utilizado previamente noutro curso ou unidade curricular, desta ou de outra instituição. As referências a outros autores (afirmações, ideias, pensamentos) respeitam escrupulosamente as regras da atribuição, e encontram-se devidamente indicadas no texto e nas referências bibliográficas, de acordo com as normas de referenciação. Tenho consciência de que a prática de plágio e auto-plágio constitui um ilícito académico.

Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, 21 de fevereiro de 2020

4 Índice de Tabelas ... 6 Lista de Acrónimos e Abreviaturas ... 7 Introdução ... 8 Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro ... 9 1. Serviços Farmacêuticos Hospitalares ... 9 2. Código Hospitalar Nacional do Medicamento ... 11 3. Ciclo do Medicamento e do Produto Farmacêutico ... 11 3.1. Gestão Hospitalar de Armazém e de Farmácia ... 11 3.2. Aquisição dos Produtos Farmacêuticos ... 12 3.3. Receção e Confirmação de Produtos ... 13 3.4. Armazenamento e Conferência dos Prazos de Validade ... 14 4. Produção e Controlo dos Medicamentos ... 15 4.1. Preparação de Formas Farmacêuticas Estéreis ... 15 4.1.1. Preparação de Citotóxicos ... 15 4.1.2. Nutrição Parentérica ... 18 4.2. Preparação de Formas Farmacêuticas Não Estéreis ... 18 4.2.1. Doses Unitárias Sólidas – Reembalagem e Rotulagem ... 18 4.2.2. Preparação de Doses Individuas e Específicas ... 19 4.2.3. Medicamentos Manipulados... 19 4.3. Distribuição do Medicamento ... 20 4.3.1. Distribuição Individual em Dose Unitária ... 20 4.3.2. Sistema de Reposição de Stocks Nivelados e Distribuição Clássica ... 21 4.3.3. Distribuição a Doentes em Regime de Ambulatório ... 22 4.3.4. Distribuição de Medicamentos Sujeitos a Legislação Restritiva ... 23 5. Centro de Informação do Medicamento ... 24 6. Farmacovigilância ... 25 7. Ensaios Clínicos ... 25 8. Erros na Medicação ... 26 9. Emergência Hospitalar ... 26 10. Atividades Complementares ... 27 Conclusão ... 27 Referências Bibliográficas ... 28

5 ANEXO II – Organização da Unidade Hospitalar de Vila Real ... 32 ANEXO III – Armazéns dos Serviços Farmacêuticos ... 33 ANEXO IV – Unidade Central de Preparação de Citotóxicos ... 36 ANEXO V – Autorização de Medicamentos ... 38 ANEXO VI – Medicamentos Manipulados ... 47 ANEXO VII – Distribuição Individual em Dose Unitária ... 48 ANEXO VIII – Ensaios Clínicos ... 49

6 Figura 2 - Área de Influência no distrito de Viseu, destacada em azul ... 30 Figura 3 - Área de Influência no distrito de Bragança ... 30 Figura 4 - Mapa da Unidade Hospitalar de Vila Real ... 32 Figura 5 – Zona de Recepção e Conferência de Encomendas... 33 Figura 6 - Armazém Geral ... 33 Figura 7 - Armazém de soros ... 34 Figura 8 - Armazém de produtos inflamáveis ... 34 Figura 9 - Kardex ... 35 Figura 10 - Armazém Unidose ... 35 Figura 11 - Farmácia de Ambulatório ... 36 Figura 12 - Câmara de Fluxo Laminar ... 36 Figura 13 - Exemplo de Ficha de Prescrição ... 37 Figura 14 – Rótulo identificativo para a Preparação de Citostáticos ... 37 Figura 15 - Formulário de Pedido de Autorização Excecional de Medicamentos de Uso Humano ... 38 Figura 16 - Formulário de Justificação de Medicamento Extra-formulário ... 39 Figura 17 - Exemplo de um Pedido de Introdução de Medicamento à Adenda

Hospitalar do FHNM (1) ... 40 Figura 18 - Exemplo de um Pedido de Introdução de Medicamento à Adenda

Hospitalar do FHNM (2) ... 41 Figura 19 - Exemplo de um Parecer da CFT para um pedido de AUE (1) ... 42 Figura 20 - Exemplo de um Parecer da CFT para um pedido de AUE (2) ... 43 Figura 21 - Exemplo de um Pedido de Autorização de Medicamento ... 44 Figura 22 - Descrição do Procedimento relativo ao Pedido de Autorização de

Medicamento ... 45 Figura 23 - Exemplo de Justificação de Medicamento Extra-formulário ... 46 Figura 24 - Exemplo de documentação de um Medicamento Manipulado encomendado ... 47 Figura 25 – Máquina de reembalagem de doses unitárias sólidas... 48 Figura 26 – Pyxis ... 48 Figura 27 – Ficha de Identificação do Ensaio Clínico ... 49 Figura 28 - Ficha de Ensaio Clínico ... 50 Figura 29 - Mapa de Ensaios Clínicos ... 50

Índice de Tabelas

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AEX Autorização de Utilização Excecional

AIM Autorização de Introdução no Mercado

AIP Autorização de Importação Paralela

ARS Administração Regional de Saúde

AT Assistente Técnico

AUE Autorização de Utilização Especial

CA Conselho de Administração

CAUL Certificado de Autorização de Utilização de Lotes

CEC Comissão de Ética Competente

CEIC Comissão de Ética para a Investigação Clínica

CFLSB Câmara de Fluxo Laminar de Segurança Biológica

CFT Comissão de Farmácia e Terapêutica

CHNM Código Hospitalar Nacional do Medicamento

CHTMAD Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro

CIM Centro de Informação do Medicamento

CNFT Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica

DCI Denominação Comum Internacional

DIDU Sistema de Distribuição em Distribuição Individual em Dose Unitária

DT Diretor Técnico

EMA European Medicines Agency

FEFO First Expired First Out

FHNM Formulário Hospitalar Nacional de Medicamentos

FIFO First In First Out

GHAF Gestão Hospitalar de Armazém e Farmácia

HEPA High Efficiancy Particle Air

INCM Imprensa Nacional – Casa da Moeda

INFARMED Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde

ISO International Standard Organization

LASA Look Alike Sound Alike

OP Assistentes Operacionais

PPCIRA Programa Nacional de Prevenção e Controlo de Infeções e de Resistência a Antimicrobianos

RAM Reações Adversas a Medicamentos

SF Serviços Farmacêuticos

SFH Serviços Farmacêuticos Hospitalares

SNS Serviço Nacional de Saúde

TSDT Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica

UCIC Unidade de Cuidados Intensivos Coronários

UCIP Unidade de Cuidados Intensivos Polivalentes

8 funcionamento de qualquer hospital, sendo eles que garantem a medicação adequada ao utente. Para além disso é também devido à ação dos Serviços Farmacêuticos que a informação relevante respeitante ao medicamento é transmitida, a fim de que seja assegurada em todas as instâncias a segurança e a qualidade

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