Les besoins en lien avec les aspects physiques de l’enfant
9.6 Annexe F : Grilles d’analyse des recherches
9.6.4 Children’s experiences of hospitalization
Após a de omposição dasfunções do produto e a lari ação dosobjetivos de utili-
zação, a próxima etapa onsiste em onsiderar um onjunto de soluções para os vários
módulos da bi i leta, de forma a dar resposta às funçõesde utilizaçãodenidas anteri-
ormente.
ATabela 4.13ilustra asdiversassoluções onsideradas.
Tabela4.13: Tabelade lassi açãode on eitos.
Transmissão
⇒
Sistemadeengrenagenseveiodetransmissão.⇒
Sistemade arretose orrente.⇒
Sistemadepoliase orreia.Tração
⇒
Traseira.⇒
Dianteira.⇒
Integral. Direção⇒
Frontal.⇒
Traseira. Transporte de objetos⇒
Suportedebagagemtraseiro.⇒
Suporteembutidonoquadro.⇒
Cestofrontal. Travões⇒
V-brake.⇒
Dis ome âni o.⇒
Calçoshidráuli os. Amorte imento⇒
Espigãodoselim /amorte imento.⇒
Quadro /suspensão.⇒
Forqueta /suspensão.⇒
Assento /amorte imento. Velo idades⇒
Cubo.⇒
Carretos.⇒
Caixadevelo idades. Iluminação⇒
LED . Geometria do quadro⇒
Modular.⇒
Formatoem"dois"triângulos.⇒
Tuboprin ipalrebaixado.Geometria do guiador
⇒
Rígido.⇒
Adaptável.⇒
Curvado.Gerar energia
⇒
Dínamointernoàtransmissão.⇒
Dínamoa opladoàroda(fri ção).⇒
Dínamointegradono ubo.Utilização indoor
⇒
Estabilidade•
Suportedeestabilidade.⇒
Regularesforçofísi o•
Fri ção.•
Magnéti o.•
Calços.Dispositivos eletróni os
⇒
Interfa e/Comuni ação•
CaboUSB.⇒
Suporte•
Regulável.4.6.4 Patentes
No de orrer da fase de geração de on eitos e soluções paraos diversos sistemas da
bi i leta, foramanalisadasum onjunto depatentes omoobjetivodediversi arotipo
de abordagens possíveis. Do onjunto de inovações analisadas, foram sele ionados os
on eitos onsiderados maisrelevantesno âmbito dopresenteprojeto.
A patente presenteada na Figura 4.15 ilustra um suporte de treino em que pode
ser xada uma bi i leta onven ional, permitindo a utilização indoor da mesma. De
uma forma resumida, o dispositivo é omposto por uma estrutura rígida e por uma
estrutura que se adapta aos movimento os ilatórios do utilizador pela ação de molas
e amorte edores, simulando ondições reais de utilização da bi i leta. A utilização do
suporteobrigaàremoçãodarodadianteira dabi i leta,sendone essárioposteriormente
a suaxação àestrutura [52 ℄.
Figura 4.15: Suporte de treino físi o adaptável a um bi i leta onven ional (Bi y le
Trainer) [52 ℄.
A Figura 4.16(a)e (b) ilustra um dispositivo de regulação de esforço físi oque tem
omo objetivo riar resistên ia ao movimento livre da roda através de fri ção. A sua
utilizaçãoobrigao ondutoraexer erumesforçoadi ional, exer itandoosmús ulosdos
membrosinferiores. Osistemaéxadonumabi i letaatravésdeumaunidadedeaperto
(a)Dispositivo (b)Fixaçãonabi i leta
Figura 4.16: Dispositivo de regulação do esforço físi o (Bi y le Mounted Exer ise and
TrainingDevi e) [53 ℄.
A patente presente na Figura 4.17 ilustra um dispositivo de resistên ia magnéti a
quepodeserutilizado numabi i leta onven ional. A suautilizaçãopermiteao usuário
utilizar a bi i leta numa vertente indoor, assim omo regular o esforço físi o exer ido
[54 ℄.
4.6.5 Seleção
Apóster sido onsideradoum onjunto de soluçõespossíveisparaos vários sistemas
dabi i leta,éne essárioefetuarasuatriagem. Destemodo,ospróximostópi osilustram
a seleçãoefetuada dassoluçõestendo omobase ritériosde de isão.
Direção
Os sistemas de direção onsiderados no novo on eito de bi i leta são: o sistema
de direção traseira e o sistema de direção dianteira. Na Tabela 4.14 apresentam-se as
vantagense desvantagens dosdoissistemas.
Tabela 4.14: Vantagens edesvantagens dossistemasde direção.
Vantagens Desvantagens
Direção dianteira
Maior per eção visual e on-
troloda trajetória. Capa idadedemanobramédia.
Sistema om maior estabili-
dadedinâmi a.
Direçãotraseira Capa idadedemanobraelevada.
Maiorinstabilidadedinâmi a.
Complexidade.
Atuaçãopou ointuitivasobre
atrajetória.
Tabela4.15: Matriz de de isãoparaa seleçãodosistema dedireção.
Matrizde de isão -Sistema dedireção
Critério deseleção Peso(%)
Direção Frontal Direção Traseira
Pontuação Cotação Pontuação Cotação
Fa ilidadedeatuação 30 4 1,2 2 0,6
Estabilidadedinâmi a onferida 35 4 1,4 2 0,7
Complexidademe âni a 35 4 1,4 2 0,7
Totalponderado 4 2
Continua on eito? Sim Não
Legenda:
4-Fortementepositiva;3 -Mediamentepositiva; 2- Medi-
amente negativa;1-Fortementenegativa.
Osistemadedireção frontal onstituiamelhorsoluçãoaadotar,sendoosistema om
Tração
Atração da bi i letapode serrealizada emtrês maneirasdistintas, Tabela4.16.
Tabela 4.16: Vantagens edesvantagens dossistemas detração.
Tração Vantagens Desvantagens
Dianteira
Menor aderên ia em situações de
a eleração.
Maiorsobre argadospneusdianteiros.
Traseira
Boa apa idade de transmissão de
potên iaemquaisquer ondiçõesde
pisoein linaçãotopográ a.
Desgasteequilibradodospneus.
Simpli idademe âni a.
Integral
Elevada apa idade de transmissão
de potên ia emqualquerin linação
depiso.
Ne essidadedeumme anismodife-
ren ialdetransmissãodepotên ia.
A rés imodepeso.
Aavaliaçãodossistemasde tração en ontra-seefetuada naTabela 4.17.
Tabela4.17: Matriz deseleção paraosistemade tração.
Matrizdede isão-Sistemadetração
Critériodeseleção Peso(%)
Dianteira Traseira Integral
Pontuação Cotação Pontuação Cotação Pontuação Cotação
Capa idadedetransmissãodepotên ia 35 2 0,7 3 1,05 4 1,4
Complexidademe âni a 35 2 0,7 4 1,4 1 0,35
A rés imodepeso 30 4 1,2 4 1,2 2 0,6
Totalponderado 2,6 3,65 2,35
Continua on eito? Não Sim Não
Legenda:
4-Fortementepositiva;3-Mediamentepositiva;2-Medi-
amentenegativa;1-Fortementenegativa.
O sistema de tração mais adequado é o sistema de tração traseiro, onstituindo a
Transmissãode Potên ia
Atualmente, existemvários sistemas me âni os de transmissão de potên ia nas bi i-
letas. Os mais omuns são o sistema de orrente e arretos, o sistema de orreia e o
sistema de veiode transmissão. Não havendo propriamente umsistema me âni oideal,
na Tabela4.18 sãoidenti adasasvantagense desvantagens destessistemas.
Tabela4.18: Vantagensedesvantagensdossistemasme âni osdetransmissão depotên-
ia.
Vantagens Desvantagens
Sistema ompa to.
Tolerân ias de montagem
apertadas.
Maior proteção do vestuário
do ondutor, dado que o sis-
temaévedado.
Custos de produção tipi a-
mente superiores fa e aos sis-
temasde orreiaou orrente.
Sistema de veio de trans-
missão
E iên iadetransmissão. A rés imodepeso.
Maiorsegurançadoutilizador.
Sistemapou opráti ono aso
de ser ne essário a substitui-
çãodopneutraseiro.
Manutençãomínima.
Requer a utilização de um
ubo de transmissão ou de
uma aixadevelo idades.
Mais ompa to queosistema
de orrente.
Requerautilizaçãodeumes-
ti adorda orreia.
Lubri açãonula.
Sistemapou opráti ono aso
de ser ne essário a substitui-
çãodopneutraseiro.
Sistema de orreia de
transmissão
Nãone essitadegrandestole-
rân iasdemontagemrelativa-
mente aosistemadeengrena-
gens óni as.
Impli a a utilização de ubo
detransmissãoou aixadeve-
lo idades.
Baixoruídofa eaosistemade
orrente.
Sistemaversátil. Ruído.
Baixo usto.
Manutenção onsiderável, as-
so iada à lubri ação da or-
rente.
Sistema de transmissão
por arretos e orrente
Pesoreduzido.
Ne essidade de utilização de
um árterde orrente.
Aexposiçãoapoeiras,sujida-
des e humidade pode induzir
auma degradaçãopre o eda
orrente, assim omo a perda
Osistemade transmissão desempenha umpapel fundamental na bi i leta. A trans-
missão para além de serresponsável pela propulsãoda bi i leta, deve ser segura e e i-
ente. Poroutrolado, representa osistemamaisasso iadoaquestõesdemanutenção nas
bi i letas, representandoumdosaspetos fundamentais nopresenteprojeto.
ATabela 4.19ilustra aseleção efetuadaparao sistemade transmissão.
Tabela 4.19: Matriz de seleçãoparao sistemame âni ode transmissão de potên ia.
Matrizdede isão-Sistemadetransmissãodepotên ia
Critériodeseleção Peso (%)
Veio Correia Corrente
Pontuação Cotação Pontuação Cotação Pontuação Cotação
E iên ia 15 4 0,6 3 0,45 2 0,3 Conforto 15 4 0,6 4 0,6 3 0,45 Segurança 20 4 0,8 3 0,6 2 0,4 Manutenção 20 4 0,8 3 0,6 2 0,4 A rés imodepeso 15 2 0,3 3 0,45 4 0,6 Custosdeprodução 15 1 0,15 3 0,45 4 0,6 Totalponderado 3,25 3,15 2,75
Continua on eito? Sim Sim Não
Legenda:
4-Fortementepositiva;3-Mediamentepositiva;2-Mediamente
negativa;1-Fortementenegativa.
Os sistemas de transmissão onsiderados mais adequadospara a bi i letasão o sis-
tema de veiode transmissão e o sistemade orreia, uma vez que obtiveram uma maior
Velo idades
Atualmente, existemdiversasmaneirasdeefetuaramultipli ação/redução debinário
nasbi i letas. Os exemplosdesistemaspodemseros ubosdetransmissão,as assetes,
ou até mesmo a utilização de umapequena aixa de velo idades. No entanto, o uso de
determinada solução é dependente dosistema detransmissão de potên ia.
Anteriormente, ossistemas me âni os de veio de transmissão e de orreia foram se-
le ionados omo osmaisadequados. Destemodo,ousode qualquer umdestessistemas
impede autilização deumsistemade arretos.
Neste ontexto, onsideram-se duas soluções possíveis para a aixa de transmissão:
um ubode variação ontínua montadona rodatraseira eumapequena aixade velo i-
dadesin orporadanazonada pedaleiradabi i leta, sendoposteriormentesele ionadoo
ubo detransmissão omo omelhorsistemaa adotar(Tabela4.20).
Tabela4.20: Matriz de seleçãoparaa aixadetransmissão.
Matrizde de isão -Sistema demultipli ação/ redução debinário.
Critério deseleção Peso (%)
Cubo Caixa develo idades
Pontuação Cotação Pontuação Cotação
Nºdevelo idades 30 4 1,2 2 0,6
Custosdeprodução/aquisição 30 3 0,9 1 0,3
Robustez 20 2 0,4 4 0,8
Sistema ompa to 20 4 0,8 3 0,6
Totalponderado 3,3 2,3
Continua on eito? Sim Não
Legenda:
4 - Fortemente positiva; 3 - Mediamente posi-
tiva; 2 - Mediamente negativa; 1 - Fortemente
Sistema de Travagem
Existemdiferentessoluçõesparaosistemadetravagem. AFigura4.18 ontemplaos
prin ipaissistemas atualmenteutilizados nasbi i letas.
(a)V-brake (b)Dis ome âni o ( )Hidráuli o de alços
Figura4.18: Sistemasde travagem.
Natabela seguinte sãoidenti adasasvantagense desvantagens para ada sistema.
Tabela4.21: Vantagens e desvantagens dossistemasde travagem.
Vantagens Desvantagens
Manutenção simplese de us-
tos reduzidos.
Exposição asujidadesehumi-
dade onduz a uma diminui-
ção da apa idade de trava-
gem.
V-brake
Custo de aquisição relativa-
mente baixo.
Fun ionamento dependente
do estadodo aro.
Boa potên ia de travagem.
Maior potên ia de travagem
em relação ao sistema V-
brake.
Custos de aquisição e de ma-
nutenção superiores relativa-
menteao sistemaV-brake.
Dis ome âni o
Boa modulação da força de
travagem.
Fun ionamento sobre qual-
quer ondição de sujidade ou
humidade.
Elevada potên ia de trava-
gem;
Sobreaque imento em asode
travagem prolongada, indu-
zindo a um desgaste pre o e
dos omponentes.
Hidráuli o de al-
ços
Boa modulação da força de
travagem.
Elevado usto de aquisição.
Fun ionamento sobre qual-
quer ondição de sujidade ou
Seguidamente éfeitaumaseleçãodosistemamaisadequado,sendoamelhorsolução
a adotaro sistemade dis ome âni o (Tabela 4.22).
Tabela4.22: Matriz deseleção - Sistemade travagem.
Matrizdede isão-Sistemadetravagem
Critériodeseleção Peso (%)
V-brake Dis ome âni o Hidráuli o
Pontuação Cotação Pontuação Cotação Pontuação Cotação
Potên iadetrava- gem 25 2 0,5 3 0,75 3 0,75 Modulação da força detravagem 25 2 0,5 4 1 4 1 E iên ia de trava-
gemfa ea ondições
limatéri asadversas
25 2 0,5 4 1 4 1
Preçodeaquisição 25 4 1 2 0,5 1 0,25
Totalponderado 2,5 3,25 3
Continua on eito? Não Sim Não
Legenda:
4 -Fortementepositiva;3-Mediamentepositiva;2-Medi-
Transporte de Objetos
A apa idade da bi i leta para transportar objetos onstitui um dos requisitos do
projeto, sendouma ara terísti a omumnasbi i letas desportivas eurbanas, omo foi
eviden iado na atividade de ben hmarking. A Figura4.19 ilustra três soluções onside-
radas.
(a)Suportedebagagemtraseiro (b)Cestofrontal ( )Quadroadaptado
Figura4.19: Con eitosde transportede objetos.
ATabela 4.23ilustraa triagem dassoluçõesefetuadas, tendo omo ritérios desele-
ção a apa idade de arga, fá il utilização, a versatilidade das soluçõese a estabilidade
onferida.
Tabela4.23: Matriz deseleção para otransportede objetos.
Matrizdede isão-Transportedeobjetos
Critériodeseleção Peso(%)
Suportedebagagemtraseiro Cestofrontal Quadroadaptado
Pontuação Cotação Pontuação Cotação Pontuação Cotação
Fá ilutilização 15 2 0,3 4 0,6 4 0,6 Per eçãovisual 15 1 0,15 4 0,6 4 0,6 Versatilidade 20 3 0,6 1 0,2 1 0,2 Capa idadede arga 25 3 0,75 2 0,5 1 0,25 Estabilidade 25 3 0,75 2 0,5 3 0,75 Totalponderado 2,55 2,4 2,4
Continua on eito? Sim Não Não
Legenda:
4-Fortemente positiva; 3-Mediamente positiva; 2 -Mediamente negativa; 1-
Fortementenegativa.
De a ordo om a Tabela 4.19, a melhor solução identi ada para o transporte de
objetos éo suportede bagagemtraseiro. No entanto,o usodestasolução não invalida a
Amorte imento
Oamorte imento de impa tos e vibrações pode ser feito de diversas formas(Figura
4.20).
(a)Tubodoselimamorte ido (b) Assento om amorte i-
mento
( )Quadro omsistemadeamor-
te imento
(d) Forqueta om amorte i-
mento
Figura4.20: Sistemasde amorte imento.
ATabela 4.24ilustra aavaliação dasvárias soluçõesrealizadas.
Tabela 4.24: Matriz de seleçãoparao sistemade amorte imento.
Matrizdede isão-Sistemadeamorte imentodevibrações
Critériode Peso Selim /amorte imento Tubodoselimamorte ido Forqueta /suspensão Quadro /suspensão
seleção (%) Pontuação Cotação Pontuação Cotação Pontuação Cotação Pontuação Cotação
Capa idadedeabsorçãodevibrações 25 1 0,25 2 0,5 3 0,75 4 1
Capa idadedeabsorçãodeimpa tos 25 1 0,25 2 0,5 3 0,75 4 1
Complexidade 30 4 1,2 2 0,6 4 1,2 2 0,6
Preçodeaquisição 20 4 0,8 2 0,4 4 0,8 2 0,4
Totalponderado 2,5 2 3,5 3
Continua on eito? Não Não Sim Não
Legenda: 4-Fortementepositiva;3-Mediamentepositiva;2-Mediamentenegativa;1-Fortementenegativa.
O sistemade amorte imento mais adequado é o sistema de forqueta om amorte i-
mento,representandomaior otaçãoparaos ritériosdenidos. Autilizaçãodestesistema
Utilização Indoor - Suporte de Estabilidade
Osuportedeestabilidade dizrespeito aumsistemadabi i letaquetem omo obje-
tivoprin ipalousonumavertenteindoor. Umavezquenãosepretende queautilização
indoor esteja ondi ionada a um lo al, ou obrigue a utilização de omponentes inde-
pendentes da bi i leta, foiesboçado um onjunto de soluções omvista a onferir uma
utilização indoor (Figura4.21(a)e (b)).
O on eitopresenteadona Figura4.21(a)ilustra umsuportedebagagem móvel,que
pode assumir duas ongurações possíveis, onsoante a utilização pretendida. Quando
estesuporteseen ontranasuaposiçãosuperior,asuautilizaçãodestina-seaotransporte
de objetos,tal omoossuportes onven ionais. Já na suaposição inferior, esteserve de
suporte aumautilização indoor dabi i leta ouatémesmo desuporte derepouso.
Na Figura 4.21(b) apresenta-se um on eito de suporte de estabilidade que onsiste
em dois braços independentes quepodem assumir duas posiçõeslimite. A utilizaçãode
um braço, na posição maisavançada, poderá servir de suporte de repouso da bi i leta.
Por outro lado, a utilização dos dois braços poderáservir de suporte de estabilidade a
umautilização estáti ada bi i leta.
(a)Suportedebagagemmóvel
(b)Suportedebraçosmóveis
Figura4.21: Utilização indoor - suportede estabilidade.
Alternativamente, foi onsiderado um on eito distinto dos anteriores que onsiste
da presença de duasmolas,de forma afa ilitar autilização dasdiferentes ongurações
possíveis (Figura 4.22).
Figura4.22: Suporte de estabilidadedobrável.
Esta estrutura deve onferir estabilidade aos movimentos do utilizador e não deve
onferir um a rés imode peso substan ialà bi i leta. Deve ser fá il de usar, robusto e
versátil, podendo ser utilizado em diversas ir unstân ias. Com estes ritérios denidos
na Tabela4.25, ilustra-se atriagem dassoluçõesefetuadas.
Tabela4.25: Matriz deseleção paraosuporte deestabilidade.
Matrizdede isão-SuportedeEstabilidade
Critériodeseleção Peso(%)
Suportedebagagemmóvel Suportedebraçosmóveis Suportedobrável
Pontuação Cotação Pontuação Cotação Pontuação Cotação
Robustez 20 3 0,6 2 0,4 2 0,4 Estabilidade 30 3 0,9 3 0,9 3 0,9 Versatilidade 20 4 0,8 2 0,4 3 0,6 Peso 15 2 0,3 4 0,6 3 0,45 Complexidade 15 3 0,45 4 0,6 2 0,3 Totalponderado 3,05 2,9 2,65
Continua on eito? Sim Não Não
Legenda:
4-Fortemente positiva; 3 -Mediamente positiva; 2-Mediamente negativa; 1-
Fortementenegativa.
Fa eaosresultadosobtidos naTabela4.25,asoluçãoadesenvolveréadosuportede
bagagemmóvel,doravantedesignadoporsuportemultifunções. Estasoluçãosatisfazdois
requisitos do projeto: a possibilidade de utilização de um modo indoor e a apa idade
Sistema de Regulação de Esforço Físi o
O sistema de regulação de esforço físi o, presente nas bi i letas indoor, tem omo
nalidade riar um impedimento ao movimento imposto pela rotação dos pedais. Este
me anismo obriga o ondutor/utilizador a exer er uma força maior do que aquela que
realmente ne essita,simulando situaçõesreaisde utilizaçãodabi i leta. Neste ontexto
foram idealizadosdois dispositivos.
O on eitoda Figura 4.23 onsiste no dispositivo de fri ção, adaptado a um travão
de dis o onven ional. Num dos lados do dis o atua as maxilas dos travões e na outra
extremidade atua um dispositivo se undário (regulação de esforço físi o), impedindo a
rotação normalda rodada bi i leta.
Figura4.23: Sistema de regulaçãode esforço físi oadaptadoa umdis o me âni o( on-
eito 1).
onta to exer ido no pneu da roda traseira, sendo que a anação do dispositivo é feita
atravésdo avanço e re uonoquadro.
Figura 4.24: Sistema independente de regulação de esforço físi o a oplado no quadro
( on eito 2).
Umavez quea utilizaçãode umdispositivo de regulaçãodo esforço físi oserve para
outilizadorgeriroesforçopretendido, estesistemanãodeverárepresentaruma rés imo
de pesosubstan ial àbi i leta. Por outro lado, deveráser ompa to, e ientee de fá il
utilização. Com base nestes ritériosé realizada umaseleção do sistemamaisadequado
(Tabela 4.26).
Tabela4.26: Matriz de seleçãoparao sistemaderegulação deesforço físi o.
Matriz de de isão - Sistema de regulação do esforço físi o
Critério de seleção Peso (%)
Con eito 1 Con eito 2
Pontuação Cotação Pontuação Cotação
Fá il utilização 25 3 0,75 3 0,75
Complexidade 25 3 0,75 2 0,5
E iên ia 25 3 0,75 2 0,5
Sistema ompa to 25 3 0,75 2 0,5
Total ponderado 3 2,25
Continua on eito? Sim Não
Legenda:
4 - Fortemente positiva; 3 - Mediamente posi-
tiva; 2 - Mediamente negativa; 1 - Fortemente
negativa.
Osistemamaisadequadopararegularoesforço físi odoutilizadoréosistemaadap-
Geração de Energia
A apa idade da bi i leta gerar energia é essen ial no âmbito do presente projeto,
umavezque irápermitiralimentar ossistemasde iluminação e arregarasbaterias dos
dispositivoseletróni os.
Atualmente existem diversosme anismos para gerar energia nasbi i letas. Os mais
omuns sãoo dínamome âni o, odínamo integrado no ubodaroda ouatésistemasde
induçãoeletromagnéti a,sendotodosossistemasdependentesdomovimentodeumadas
rodas, tipi amente a roda dianteira. Uma vez que sepretende que a geração de energia
estejatambémpresentenumautilizaçãoindoor dabi i leta,esboçaram-sedois on eitos
distintos presentesna Figura4.25.
O primeiro on eito, Figura 4.25 (a), representa um pequeno gerador interno a um
sistemadetransmissãodepotên iadeveiome âni o. Nestas ir unstân ias,oveioserve
de"rotor",sendooestatorxonumdosapoiosdosistema. Nosegundo on eito, Figura
4.25(b), ageraçãodeenergia éfeita atravésdeumdínamo onven ionalxonosuporte
multifunções, estando permanentementeem onta to om aroda traseira.
(a) Gerador interno a um sistema me â-
ni odeveiodetransmissão( on eito1)
(b)Dínamo xo ao suporte multifun-
ções( on eito2)
Figura4.25: Sistemasde geração deenergia.
Na Tabela 4.27 são onfrontadas as duas soluções através de ritérios de seleção,
Tabela 4.27: Matriz de seleçãoparao sistemade geraçãode energia.
Matrizde de isão-Sistemasdegeraçãodeenergia
Critériodeseleção Peso (%)
Con eito1 Con eito 2
Pontuação Cotação Pontuação Cotação