• Aucun résultat trouvé

Chance constrained optimisation

Dans le document THÈSE THÈSE (Page 152-159)

Robust Optimisation in Aircraft Design

5.6 Chance constrained optimisation

Para a coleta de dados da pesquisa adotou-se três tipos de procedimentos metodológicos, cada um com distintos instrumentos de coleta conforme a Figura 2.

Figura 2- Organograma representativo do desenho da pesquisa.

Procedimento I

Visando conhecer o contexto educacional no qual a turma do Pré-II estava inserida, iniciamos a pesquisa através da observação participante das aulas da professora, tendo em vista que “as práticas apenas podem ser acessadas por meio da observação, uma vez que as entrevistas e as narrativas somente tornam acessíveis os relatos das práticas e não as próprias práticas.” (FLICK, 2009, p. 203). A observação participante se dá através da imersão do pesquisador na vida real da comunidade, do grupo ou de uma situação determinada. Nesse caso, o observador pode assumir, até certo ponto, o papel de um membro do grupo (PRODANOV; FREITAS, 2013). As observações tiveram como foco os procedimentos metodológicos utilizados pela professora durante as aulas, referentes aos conteúdos de ciências, e a receptividade dos alunos em relação à essas aulas. Os dados foram relatados num

Procedimentos Metodológicos II Análise Documental

Fonte: Organizado pela pesquisadora.

Paradigma da Pesquisa: Teoria Crítica Abordagem: Qualitativa

Procedimentos Metodológicos III Intervenção Pedagógica Procedimentos Metodológicos I Observação participante Diário de Bordo, Gravador Proposta Curricular Municipal de Petrolina Proposta Curricular do Programa Alfa e Beto

Material Didático Entrevista com alunos e pais Grava- ções em áudio e vídeo Atividades com as crianças

diário de bordo e gravados num aparelho de MP3 com gravador de voz33. Inicialmente, como ainda não havia o cronograma que determinava o que seria trabalhado durante as aulas observava-se desde a entrada até a saída das crianças da aula. Depois, passou-se a observar apenas as aulas em que seria contemplado algum conteúdo referente à ciências. Ao todo foram realizados 21 dias de observações das aulas da professora, totalizando uma carga horária de aproximadamente 60 horas de observação.

Procedimento II

Análise documental da proposta curricular e dos materiais didáticos utilizados pela turma do Pré-II em sala de aula, visando perceber o tipo de enfoque dado à Educação Científica nesses materiais. É importante ressaltar que a Secretaria Municipal de Educação de Petrolina possui duas propostas curriculares, a Proposta Curricular Municipal Para Educação Infantil (PETROLINA, 2010), elaborada pela equipe de ensino da Secretaria e a Proposta Curricular do Instituto Alfa e Beto – IAB (OLIVEIRA, 2011), elaborada pelo Instituto Alfa e Beto, tendo como seu mentor João Batista de Oliveira e seus colaboradores. Assim, tivemos que analisar essas duas propostas.

Foram analisados também, os materiais didáticos do IAB utilizados pela professora na turma do Pré-II: Meu Livro de Atividades, o livro Chão de Estrelas e alguns textos da seção “Textos Complementares Para o Livro de Atividades” referentes ao Pré II encontrados no Manual de Orientações Para o Professor.

Procedimento III

Intervenção pedagógica como investigação das possibilidades e limites ao diálogo entre a Pedagogia Freireana e Educação Científica na Educação Infantil. Segundo Damiani (2012), intervenções são interferências que podem provocar mudanças, inovações, propositadamente realizadas por professores/pesquisadores em suas práticas pedagógicas. Essas interferências são projetadas e implementadas com base em um determinado referencial teórico e “objetivam promover avanços, melhorias, nessas práticas, além de pôr à prova tal referencial, contribuindo para o avanço do conhecimento sobre os processos de ensino/aprendizagem neles envolvidos.” (p. 3). A intervenção teve como base o Método Paulo

33 As gravações foram feitas somente a partir do 11º dia de observações das aulas por conta da dificuldade em

Freire, além de alguns dos pressupostos que permeiam a pedagogia freireana, conforme detalhado no referencial teórico. Apesar da intervenção assemelhar-se com a “pesquisa-ação”, por também objetivar a mudança de uma realidade, entendemos que elas se diferenciam em relação aos aspectos das mudanças almejadas, pois, enquanto a “pesquisa-ação” concentra-se mais nas mudanças sociais, a intervenção pedagógica focaliza mais os aspectos pedagógicos do ensino e aprendizagem.

Visando realizar a investigação temática ou conhecer o contexto no qual a turma do Pré-II estava inserida e encontrar o tema gerador para a realização da intervenção foram realizadas entrevistas com questões estruturadas a priori com 20 alunos e 09 pais. As entrevistas com os alunos objetivaram conhecê-los melhor e ocorreram no próprio CMEI sendo gravadas em áudio (Apêndice 2). As questões eram relacionadas com seus sentimentos sobre o CMEI, o que mais gostavam de estudar, o método da professora, o que sabiam sobre ciências e cientistas, seu futuro profissional, o que gostavam de fazer nas horas de folga, seus sentimentos sobre os animais e os hábitos alimentares e higiênicos.

A entrevista com os pais (Apêndice 3) foi adaptada do Questionário Básico utilizado pelo IBGE no Censo Demográfico de 2010 (IBGE, 2010) e teve como objetivo conhecer o contexto social, econômico e intelectual em que as crianças estavam inseridas, trazendo questões relacionadas a toda a família. Além dessas questões perguntou-se aos pais sobre os tipos de instrumentos tecnológicos que as crianças tinham acesso nas suas residências e sobre os sentimentos e atitudes delas em relação aos animais, os hábitos alimentares, higiênicos e de lazer, para efeito de comparação com as respostas dadas pelas crianças durante a entrevista com elas. As entrevistas foram realizadas nas suas residências para uma melhor compreensão da situação de vida delas. Planejou-se entrevistar os pais dos vinte alunos, contudo, só conseguimos contatar nove desses pais, por questões de incompatibilidade de horários entre a pesquisadora e eles, também pela recusa de alguns em se expor temendo perder a Bolsa Família34. Dessa forma, optou-se por entrevistar três pais por bairro nos quais os alunos residiam, sendo que sete mães foram entrevistadas sem a presença dos pais, por conta deles estarem trabalhando naquele horário e dois pais foram entrevistados juntos com as respectivas esposas. As respostas das entrevistas foram registradas por escrito porque alguns demonstraram acanhamento diante do gravador.

34

Mesmo com a pesquisadora e a professora explicando os objetivos da pesquisa numa reunião com os pais, anterior à pesquisa, alguns deles demonstraram resistência em preencher o TCLE o qual exigia nº de documentos pessoais e endereço e que se disponibilizassem a serem entrevistados. A professora comentou que alguns pais estavam com medo de que a pesquisadora fosse uma funcionária do Governo Federal que estava investigando quem realmente precisava da Bolsa Família.

Após uma breve análise das entrevistas dos alunos e dos pais e das observações realizadas em sala, a pesquisadora apresentou os resultados (Apêndices 4 e 5) encontrados e discutiu com as crianças em sala de aula sobre quais daqueles temas abordados nas entrevistas e nas observações em sala de aula eles gostariam de discutir para compreender melhor. As crianças manifestaram oralmente o desejo de conhecer melhor os animais surgindo assim o tema gerador a ser considerado com elas. Depois da escolha do tema gerador – “Animais” - pelas crianças, a pesquisadora criou uma sequência didática de conteúdos ou subtemas que foram trabalhados com as crianças em sala de aula, utilizando a problematização, a dialogização e os círculos de cultura ou rodas de conversa como desencadeadores e facilitadores de todo o processo de ensino, aprendizagem e transformação da realidade.

A intervenção ocorreu em vinte encontros, sendo realizados de uma a duas vezes por semana, durante o horário da aula, na própria sala em que as crianças estudavam, com exceção de visita ao Parque Zôo-Botânico da Caatinga, localizado no 72º Batalhão de Infantaria Motorizado, em Petrolina, e ao Núcleo Municipal de Estudos das Ciências (NUMEC), localizado na Escola Municipal Nossa Senhora Rainha dos Anjos, em Petrolina, e uma atividade no pátio do CMEI. A duração de cada encontro variou entre 50 a 100 minutos, de acordo com as necessidades apresentadas para o dq esenvolvimento de cada tópico previsto para o dia.

Os dados verbais das atividades realizadas durante a intervenção, tais como as problematizações, as rodas de conversas e narrativas das crianças foram todos gravados em áudio e algumas em vídeo. Os elementos visuais produzidos pelos alunos, como desenhos, respostas à atividades propostas, foram inseridos como dados da pesquisa.

O Quadro 1 descreve, resumidamente, como ocorreu todo o processo da intervenção didática, através do tema gerador “Animais” e dos subtemas desenvolvidos com as crianças, a metodologia e os materiais utilizados35.

35 Vale ressaltar que a professora não foi incluída na intervenção, apesar de, em alguns momentos ela estar

presente durante as atividades com as crianças, por conta de dois fatores. Primeiro, porque, o objetivo principal da intervenção era testar uma sequência didática com as crianças no intuito de investigar as possibilidades e limitações da adoção da pedagogia freireana como fundamento pedagógico para o desenvolvimento da educação científica na Educação Infantil, sem o intuito de discutir a formação de professores, pois o tempo não permitiria isso. Evidentemente que, se confirmando essas possibilidades abre-se um caminho para que isso possa ser discutido posteriormente com gestores e professores da Educação Infantil. Segundo, porque a inclusão da professora nas discussões e atividades com as crianças poderia interferir nas respostas dessas últimas e, consequentemente, nos resultados da pesquisa.

Quadro 1 – Descrição da Intervenção Didática realizada com vinte crianças do Pré-II no Centro Municipal de Educação Infantil Maria Tereza Brennand Coelho, Petrolina,

Pernambuco (outubro a dezembro de 2014).

Encontro Data Atividades realizadas com as crianças

01 07.10.2014 Roda de conversa visando discutir as observações e entrevistas realizadas com as crianças e suas famílias e escolher o tema gerador da intervenção. O tema percebido nas entrevistas e sugerido pelas crianças foi “Animais”. 02 09.10.2014 Roda de conversa para discutir sobre o programa de trabalho a ser

realizado - “Combinado”36. Foram programadas aulas com vídeos, discussões, desenhos, pinturas, leitura, atividades escritas, contação de histórias, aulas de campo (Zoobotânico, Núcleo de Ciências), jogos, brincadeiras, etc.

Início dos trabalhos com o tema gerador “Animais”, buscando conhecer os conceitos das crianças sobre animais e características dos seres vivos. Problematização e discussão:

O que caracteriza um animal? (Como é um animal?)

Que animais são encontrados na nossa região, tanto na cidade como na roça? (os alunos falavam os nomes e a pesquisadora ia escrevendo na lousa).

Onde e como eles vivem? Do que eles precisam para viver?

E as plantas também possuem características dos animais como alimentar- se, respirar, crescer, andar?

Animais e plantas são seres vivos?37

Após a problematização e discussão pediu-se que cada aluno desenhasse numa folha de papel ofício os animais da região que eles conheciam. Como ainda não sabiam escrever a pesquisadora ia perguntando sobre que animal eles estavam desenhando e colocando os nomes ao lado do desenho. 03 16.10.2014 Roda de conversa visando ampliar o conhecimento sobre os animais,

incluindo animais de outras regiões da Terra. Problematização e discussão:

Que animais são encontrados em outras regiões que são diferentes dos nossos? Onde e como eles vivem?

Após a discussão pediu-se para que as crianças observassem figuras de animais de diversas regiões em livros e identificassem alguns pelos nomes comuns. Depois pediu-se que cada aluno desenhasse numa folha de papel ofício animais de outras regiões que eles conheciam somente através de vídeos, livros, internet. Também, por ainda não saberem escrever a pesquisadora ia perguntando sobre que animal eles estavam desenhando e colocando os nomes do lado. (Apêndice 6).

Como na aula passada muitos alunos afirmaram que as plantas não seriam seres vivos, resolvemos fazer um trabalho prático e de observação e investigação para que eles percebessem que as plantas também são seres vivos.

A pesquisadora levou o material para a sala e cada grupo de 4 crianças foi

36 Expressão comumente utilizada pela professora do Pré II para realizar algum acordo com as crianças.

37 Geralmente os livros didáticos iniciam do micro para o macro, discutindo primeiro as características dos seres

vivos e só depois discutem os reinos dos seres vivos, separadamente. Como o tema gerador foi “Animais”, temendo haver um estranhamento por parte das crianças, partimos do macro para o micro, por isso a discussão sobre as características dos seres vivos foi abordada nos dois últimos questionamentos, visando ampliar o conceito de animal enquanto ser vivo, inclusive comparando-o com a planta para sondar os conceitos que eles tinham sobre seres vivos.

orientado a plantar duas sementes de feijão38 dentro de um copo descartável com terra. Todos os dias deveriam regar, observar e desenhar o que fosse observado. Posteriormente, seriam levantados alguns questionamentos a respeito. (Apêndice 7).

Encontro Data Atividades realizadas com as crianças

04 22.10.2014 Continuação da discussão da aula passada com aprofundamento do tema, objetivando a classificação de alguns animais mais conhecidos.

- Os alunos foram colocados em dupla e foi-lhes entregue um livro com figuras de animais para cada dupla tentar identificar o tipo de animal. (cobras, jacarés, sapos, ursos, ovelhas, cavalos, piranhas, beija-flor, galinhas, dragão39, porcos, dentre outros).

Apresentação de vídeos sobre alguns dos animais desenhados pelos alunos nas aulas anteriores e de outros sugeridos pela pesquisadora, (fauna brasileira, alguns vertebrados e insetos).

05 23.10.2014 Realização de atividade escrita visando analisar os conceitos das crianças acerca da identificação e classificação de alguns animais (mamífero, réptil, ave, peixes) através de desenhos. (Apêndice 8)

06 29.10.2014 Como os alunos estavam muito agitados, batendo uns nos outros rediscutimos o “combinado” feito no início da intervenção.

Roda de conversa visando discutir sobre alguns animais que podem oferecer perigo se não soubermos lidar com eles.40

Problematização e discussão:

- Existem animais que podem oferecer perigo às pessoas? Por quê? Como podemos lidar com esses animais para evitar o ataque deles?

Depois pediu-se para que as crianças desenhassem animais que eles consideravam perigosos para os humanos e descrevessem oralmente os tipos de perigos que esses podem apresentar.(Apêndice 9).

07 30.10.2014 Apresentação de vídeo sobre animais peçonhentos (aranhas, cobras e alguns insetos) e sobre “Nadja Cobrinha”41.

Roda de conversa sobre alguns tipos e os perigos dos animais peçonhentos e dos cuidados que devemos ter para evitar acidentes com esses animais. 08 05.11.2014 Aula de Campo – Visita ao NUMEC (animais peçonhentos mortos) e ao

Zoobotânico (animais vivos da região) no intuito de visualizar melhor e ampliar os connheciementos sobre o tema.

09 06.11.2014 Roda de conversa sobre a aula de campo.

Pediu-se para que os alunos desenhassem alguns animais vistos durante a visita ao NUMEC e ao Zoobotânico e relatassem oralmente sobre o que lembravam das explicações das monitoras desses espaços que os acompanhou nas visitas. (Apêndice 10).

10 12.11.2014 Roda de conversa visando despertar e orientar as crianças sobre os cuidados básicos que se deve ter com os animais.

Vídeo “Diego em: os saguis-leãozinhos”

38 Como tínhamos pouco tempo para realizar a intervenção, pois já estávamos no mês de outubro e as aulas

encerrariam no início de dezembro, optamos por utilizar o feijão por ser uma planta que se desenvolve muito rápido em relação a outras da região. Posteriormente utilizamos o milho, que também se desenvolve rápido.

39 Utilizamos um livro com figuras de dragões, porque nas discussões anteriores algumas crianças citaram o

dragão como um animal real.

40

Durante as discussões algumas crianças comentaram que passavam’’ finais de semana e férias na roça e lá, de vez em quando viam cobras. Por isso achamos importante realizar essa discussão com elas.

41 Vídeos do Youtube (https://www.youtube.com/watch?v=FLjL4SX790U), elaborado pela professora Drª

Rejane Maria Lira-da-Silva, Profª Drª Denise Casais e colaboradores. Os vídeos utilizam animações e uma linguagem simples para identificar as cobras mais peçonhentas, os cuidados que devemos ter com elas e os primeiros socorros quando alguém é picado por alguma delas.

Questionamentos:

- Animal só precisa de comida?

- Que cuidados são necessários para eles viverem?

Contação de estórias dos livros para eles (Vida de Cachorro e Gatinhos Peludos) e alguns questionamentos a respeito.

Problematização e discussão:

Por que alguns pais não deixam as crianças criarem animais de estimação? O que algumas crianças podem fazer para que seus pais permitam que criem algum animalzinho de estimação?

Realização de atividade sobre os cuidados que devemos ter com os animais. (Apêndice 11)

Encontro Data Atividades realizadas com as crianças

11 13.11.2014 Problematização e discussão sobre as observações feitas com as sementes de feijão: (Os feijões não se desenvolveram).

- O que aconteceu com a semente do feijão?

- Como vocês cuidaram da plantinha durante todos esses dias? Por que será que elas não cresceram?

Como o primeiro experimento não deu certo foram realizados novos experimentos com sementes de feijão e de milho. Agora com os copos descartáveis furados na parte inferior e utilizando-se terra em uns e algodão umedecido em outros. Cada grupo ficou responsável de cuidar do seu experimento na sala, observarem e registrarem através de desenhos o que estava acontecendo com as sementes a cada dia. (Vide fotos e atividade nos Apêndices 12 e 13). A pesquisadora realizou o mesmo experimento, no mesmo dia na residência dela.

12 19.11.2014 Avaliação da aprendizagem através da realização de jogos sobre animais (Zooteca - Teia Dourada sobre aranhas e Jogo da Memória sobre escorpiões – LIRA-DA-SILVA et al., 2009).

13 20.11.2014 Avaliação da aprendizagem através da brincadeira da Trilha (adaptado de ARCE et al., 2011) e de problematizações orais.

14 25.11.2014 Análise dos experimentos com as sementes.

A pesquisadora levou para a sala, também, os experimentos realizados em sua residência para mostrar aos alunos. Foram realizadas observações e desenhos de como ficaram as sementes após alguns dias, tanto as dos alunos como as da pesquisadora. Dessa vez os feijões e os milhos se desenvolveram bem.

Problematização e discussão: - O que aconteceu com as sementes?

- Como vocês cuidaram da plantinha durante todos esses dias? Por que será que dessa vez elas cresceram?

- Por que será que na primeira vez o experimento não deu certo?

- Vocês afirmaram que os animais eram seres vivos porque comiam, cresciam, se movimentavam e morriam. Depois que vocês observaram o que aconteceu com as sementes dos feijão e do milho, o que vocês acham, será que as plantas são seres vivos ou não?

- Por que vocês respondem assim?

- As plantas são importantes para os humanos? Como devemos cuidar delas?

15 26.11.2014 Introdução de novo tema gerador (tema dobradiça)42 derivado do tema anterior “O Bicho Homem” com o objetivo de discutir, também, as

questões sociais que os envolviam.

42 “Se a programação educativa é dialógica, isto significa o direito que também têm os educadores-educandos de

– Roda de conversa e apresentação de slides comparando os animais com o ser humano, aproximando os temas.

Problematização e discussão:

- Homem é animal? Por quê? Em que as pessoas são parecidas com os animais? Em que diferem dos animais?

Foram mostradas figuras através de slides no PowerPoint de animais interagindo com seres humanos para eles irem observando e fazendo inferências.

Encontro Data Atividades realizadas com as crianças

16 02.12.2014 Roda de conversa sobre as necessidades básicas dos seres humanos. Foi mostrado às crianças um livro sobre as casas dos animais e uma casa de vespas da pesquisadora com o objetivo de que elas pudessem compreender que os animais possuem “casas” e, os seres humanos, enquanto “bicho- homem” também precisam de uma casa para viver.

Realização de atividade “Cada bichinho tem o seu lar! Pra saber qual é basta ligar!”. (Apêndice 14).

Em seguida cantamos a música “A Casa” de Vinícius de Moraes e discutimos alguns aspectos dessa casa idealizada pelo compositor. Se era possível habitarmos nesse tipo de casa.

Questionamentos:

- Da mesma forma que os animais e as plantas possuem necessidades e precisam de cuidados para viver, o ser humano também possui?

– Essas necessidades são iguais às dos outros animais?

- Que diferenças existem entre os animais e os humanos em relação às necessidades básicas e os cuidados com esses?

- Todos vocês aqui estão com essas necessidades supridas?

17 09.12.2014 Roda de conversa visando discutir os direitos dos humanos e dos animais. Apresentação de figuras em slides e discussões sobre as necessidades básicas dos seres humanos e dos animais, sobre seus direitos em ter essas necessidades supridas.

- Comparação dos cuidados que se deve ter com os animais e com os seres humanos (alimentação, higiene, vacinação), através da apresentação de slides e discussão.

18 10.12.2014 Roda de conversa sobre o tipo de alimentação que eles gostavam,

Dans le document THÈSE THÈSE (Page 152-159)