des argiles
1.3 Caract´ eristiques des argiles du Tri` eves
A ciência já chegou a admitir que o universo é o produto de uma grande inteligência, que está anteposta ao seu funcionamento. Então deve haver um princípio, uma ordem, uma lei que tudo regula. A ciência admite também que nada se cria e nada se destrói. Isto quer dizer que tudo o que existe, apesar de que vai sempre mudando de forma, fica indestrutível na substância. Disto se segue que a personalidade humana, cuja existência é um fato positivo, não pode ser destruída, devendo sobreviver à morte. A ciência admite a lei da evolução. Ora, evolução, como já explicamos em outros livros, quer dizer subida, o que implica a idéia de alturas ou níveis diferentes ao longo desse processo de ascensão. Então a nossa concepção de planos de vida diferentes e sobrepostos não é arbitrária, mas é a conseqüência direta do conceito de evolução. Esta significa um caminho a percorrer, dirigido para finalidades estabelecidas. E de fato vemos que tudo é imperfeito, mas vai procurando melhorar-se, subindo para a perfeição.
Vemos assim aparecer claras as linhas fundamentais do fenômeno de nossa vida, regido por estes quatro princípios: ordem, indestrutibilidade, evolução, finalismo. Mais pormenorizadamente chega-se às seguintes conclusões: 1) Existência de Deus e da Sua Lei, que tudo dirige. 2) Sobrevivência à morte. 3) O fato de que o caminho da evolução não pode ser percorrido, senão atravessando níveis de vida diferentes, nos leva ao conceito de uma existência muito mais vasta, em que se juntam, como tantos anéis de uma cadeia, as vidas sucessivas, sem as quais não pode haver evolução. 4) A nossa condição presente é o produto da nossa conduta no passado, como a nossa condição no futuro será o resultado de nossa conduta no presente, tudo sempre em função da última finalidade da evolução. Eis que por esse caminho chegamos até às raízes, que justificam e onde se fundamentam as normas da ética. Agora as linhas gerais do fenômeno podem ser vistas claramente.
Mas neste livro queremo-nos aproximar cada vez mais da realidade prática da vida. Por isso, dos princípios que a regem, temos que descer até ao exame do caso particular, olhando-o de perto, porque é o que mais interessa ao indivíduo. Por outras palavras, para saber qual deve ser na vida a nossa conduta com as suas conseqüências, estabelecendo, assim, as nossas responsabilidades, é necessário conhecer a estrutura de nossa personalidade e qual é a linha de nosso destino dois problemas que não se podem resolver senão em função um do outro Veremos, assim, como os princípios gerais que regem a vida poderão ser aplicados ao caso particular de cada indivíduo, conforme o seu tipo de personalidade e de destino.
para as quais ele existe, que explicam e justificam a sua vida. Assim ele se movimenta ao acaso, não orientado pelo conhecimento e dirigido por uma norma certa de conduta, o que somente pode ser atingido vendo claro na própria personalidade e respectivo destino. O indivíduo movimenta-se, assim, obedecendo apenas aos impulsos descontrolados dos instintos, momento por momento, sem consciência de um traçado de vida seu, que se desenvolve em função de um objetivo a atingir; sem a autonomia de direção de quem é sabedor do sentido da sua viagem evolutiva, mas é só mecanicamente arrastado pelas forças da Lei. Tal é a triste posição do involuído, mergulhado nas trevas da sua ignorância.
Aqui está a grande diferença entre o evoluído e o involuído. Este concebe a sua vida isolada no curto trecho que pode perceber com os sentidos, fechados entre o nascimento e a morte, como se este parêntese percorrido no plano físico fosse toda a vida. Além destes dois pontos, para ele tudo é mistério. O evoluído, pelo contrário, tem consciência de uma vida muito mais vasta, que vai para além destes dois limites, uma vida imensa que abrange o seu caminho evolutivo na eternidade. Ele conhece os elementos do duplo problema: personalidade e destino, isto é, sabe quem ele é e qual é o objetivo particular que ele deve atingir na sua atual vida física, em função dos objetivos maiores de toda a sua evolução. Então para os dois biótipos, involuído e evoluído, a vida é concebida e se torna uma coisa completamente diferente. Para o primeiro ela contém posições materiais que ele concebe como uma realidade estável, verdadeira, feita para durar. Para o segundo se trata somente de cenas postiças em contínuo deslocamento, apenas expressão exterior tangível de outra realidade profunda, que é um movimento de forças um amadurecimento de efeito, o desenvolvimento lógico de um destino.
Enfrentemos, então, o problema, procurando em primeiro lugar chegar ao conhecimento da personalidade humana na sua estrutura, observando-a na sua posição estática. Encararemos depois o mesmo problema no seu aspecto dinâmico, observando a personalidade humana na técnica da sua construção. De fato, a consciência que constitui o nosso eu, não representa uma posição estável, mas uma entidade em contínua transformação, devida ao seu deslocamento ao longo do caminho da evolução. Isto corresponde ao conceito agora mencionado, de planos de vida diferentes, a cada um dos quais corresponde uma correlativa forma de consciência e grau de entendimento, conquistado por evolução conforme as experiências realizadas nas vidas sucessivas. A teoria da Reencarnação foi por nós demonstrada no livro: Problemas Atuais.
Há, porém, outro fato. O que chamamos a nossa consciência, dentro dos limites da qual percebemos, pensamos e nos sentimos vivos, não representa todo o nosso eu, mas só uma parte dele. Existe, perto desta, outra parte, cujo conteúdo e limites não conhecemos, e escapam ao nosso controle, mas que é imensa e fica mergulhada no mistério, como se fosse um estrato profundo e escondido, do qual se eleva, como se saísse do mar, e se patenteia a parte consciente do nosso eu. Esta parte desconhecida é o que chamamos: o inconsciente.
Então o nosso consciente é uma entidade que emerge do inconsciente, isto é, de um mar desconhecido, que está para além de nossa consciência; e esta entidade com a evolução se vai deslocando de um plano de vida ou nível biológico para outro. Mas observemos mais de perto o fenômeno, nos seus pormenores. Procuremos antes de tudo entender qual é o conteúdo desse inconsciente, situado para além dos limites do nosso consciente.
Podemos conceber o consciente como suspenso entre duas zonas de inconsciente: uma, evolutivamente inferior, que chamamos de subconsciente; e outra, evolutivamente superior, que chamamos de superconsciente. Evolutivamente inferior significa que, ao longo do caminho da subida evolutiva, o subconsciente representa o que foi já percorrido, isto é, vivido e assimilado, por outras palavras, o passado. Evolutivamente superior significa que, ao longo do mesmo caminho, o superconsciente representa o que ainda deve ser percorrido, isto é, vivido e assimilado, por outras palavras, o futuro.
Então o nosso eu pode existir em três zonas ou níveis diferentes: 1) subconsciente; 2) consciente; 3) superconsciente. Estas três zonas são como três camadas sobrepostas que correspondem a três fases sucessivas de evolução ou níveis de existência do eu, isto é: 1) eu inferior; 2) eu médio; 3) eu superior. Não
podíamos deixar de encarar o estudo do problema de nosso eu, observando-o como transformismo progressivo em função do fenômeno da evolução, porque este é fundamental para tudo o que existe No biótipo humano comum o eu funciona conscientemente no nível médio, enquanto que as atividades do eu inferior, como as do superior, ficam escondidas, ocultando-se na zona misteriosa do inconsciente. Podemos assim ver o fenômeno no seu aspecto luz-sombra, o que nos indica quais são os limites do terreno dominado pela nossa consciência, elevando-se como uma ilha que sai do mar do inconsciente. Podemos ver também o fenômeno do eu em três momentos sucessivos ou suas posições diferentes ao longo da sua ascensão evolutiva.
Observemos agora o conteúdo, isto é, as qualidades dessas três formas de existência de nosso eu, para ver depois como seja possível por evolução deslocar-se de uma para outra. Na sua estrutura a personalidade humana poderia ser comparada ao espectro solar. A parte inferior invisível, a do infravermelho, corresponde ao subconsciente, que está fora da percepção da consciência, como o infravermelho está fora da percepção do olho. Esta é a zona dos instintos, fruto das lições aprendidas no passado, como dos automatismos adquiridos pela longa repetição e que por isso não precisam do controle da consciência para realizar o funcionamento, que se tornou mecânico, do organismo físico. A parte superior, igualmente invisível, a do ultravioleta, corresponde ao superconsciente, e este também está fora da percepção da consciência, como o ultravioleta está fora da percepção do olho. Esta é a zona das qualidades superiores ainda a conquistar no futuro, a zona das antecipações evolutivas onde excepcionalmente se realizam as superiores funções psíquicas e espirituais da intuição do gênio, às quais está confiada a descoberta de verdades cada vez mais vastas e profundas, mais próximas do absoluto.
Ora, a consciência normal está situada entre esses dois extremos, que existem fora dela, um debaixo e outro acima, mas para ela invisíveis, para além dos limites do seu conhecimento. E como acontece com o espectro visível, que está situado entre o infravermelho debaixo e o ultravioleta em cima. Em ambos os casos só quando o ritmo vibratório, seja da luz como da consciência, fica dentro do limite de um dado comprimento de onda, é que aparece o que chamamos de luz ou de consciência.
Então quando falamos de personalidade ela pode ser entendida seja em sentido restrito, só na sua parte visível, isto é, só como consciência, seja em sentido mais vasto, na sua totalidade, que contém também a sua parte invisível, subterrânea, que se estende também no inconsciente. Parte de nós é desconhecida em nosso tempo, mas representa um lado essencial de nosso eu, parte que a moderna psicanálise está procurando penetrar, parte importante, porque é dela que saem, subindo de baixo ou descendo do alto para o terreno da consciência, tantos impulsos que sem tais pesquisas ficariam escondidos no mistério, sem que seja possível conhecer a sua origem e significado. Às vezes a consciência do eu transborda para além dos seus limites costumeiros, restritos, e desperta em zonas de inconsciente, que então se transformam em conscientes. Isto é possível porque o eu existe em todos os três níveis, mas em forma diferente, isto é, acordado, atual e ativo no consciente, adormecido, latente ou automático no inconsciente. Os três níveis não representam três compartimentos estanques, mas o ser pode oscilar de um para o outro conforme o seu estado vibratório e amadurecimento evolutivo. Isto pelo fato de que o eu, apesar de que em forma diferente, consciente ou inconsciente, existe nessas três posições, não importa se ele não tem conhecimento de todas. Nem tudo o que constitui a nossa personalidade está contido na parte consciente, como nem todas as formas de luz estão contidas no espectro visível. O conhecimento de nós mesmos não escapa para fora da nossa consciência normal.
Assim, subconsciente, consciente e superconsciente não são senão três formas de existência do mesmo eu, observado em três de suas dimensões diferentes, sucessivamente conquistadas por evolução Cada uma é maior do que a precedente e se atinge levantando-se sobre ela, como se passa da dimensão linear à superfície. ao volume, uma perpendicular e na sua direção movimentando a dimensão precedente. Assim a dimensão do consciente domina a do subconsciente, a do superconsciente a do consciente. Assim a razão domina o instinto, a intuição domina a razão.
observando-as, conhecer o que pertence ao subconsciente, consciente ou superconsciente? No biótipo comum do homem médio o consciente abrange a parte livre e responsável da semeadura das causas a parte acordada e ativa da conquista de novos estados de consciência onde para esta finalidade se realiza o trabalho de experimentação da vida; enquanto o subconsciente representa o trabalho já realizado, cujos resultados fi- caram definitivamente adquiridos e fixados nos instintos, o super consciente representa o trabalho ainda a realizar, para fixar na personalidade os seus resultados na forma de novas qualidades adquiridas. Vemos assim como se efetua a obra de ascensão evolutiva.
O fato é que subconsciente, consciente e superconsciente representam não somente três níveis de existência do eu, mas também três fases sucessivas do seu desenvolvimento. A primeira constitui a fase atrasada de tipo ainda animal, a segunda a fase atual de tipo humano, a terceira a fase adiantada de tipo super-humano. Temos assim três níveis nos quais pode existir a personalidade humana, que vai evoluindo de um para o outro: 1) o eu inferior ou animal, 2) o eu médio ou humano, 3) o eu superior ou super-humano. Por quem, pouco se interessam os psicólogos, porque ele é excepcional, mas existe e é importante porque representa o futuro da raça humana.
Poderemos melhor entender o fenômeno, observando-o nas suas características elétricas. Em A Grande Síntese já vimos as origens elétricas da vida. Então o subconsciente ou eu inferior representa a baixa voltagem da força vital, a forma inicial de consciência, a mais involuída, a mais densa, próxima da matéria, aquela que se poderia chamar de espírito inferior. Isto poderia corresponder à onda longa e baixa freqüência do infravermelho. O consciente ou eu médio representa a média voltagem da força vital, forma mais adi- antada e completa da consciência, mais desmaterializada, cerebral. psíquica, que se poderia chamar de espírito médio. Isto poderia corresponder à onda média e média freqüência, do espectro visível. O superconsciente ou eu superior representa a alta voltagem da força vital, forma ainda mais adiantada e completa de consciência. mais do que cerebral e psíquica, mas espiritual, que se poderia chamar de espírito superior. Isto poderia corresponder à onda curta e alta freqüência do ultravioleta.
Assim, no fenômeno da evolução da consciência verifica-se o mesmo processo de aumento de freqüência vibratória e diminuição de comprimento de onda, qual o encontramos no desenvolvimento do espectro solar, na passagem do infravermelho ao ultravioleta. Do primeiro até ao segundo o número das vibrações sobe de 400 a 750 trilhões de vibrações por segundo, enquanto que paralelamente o comprimento de onda diminui de 0,776 mícron no vermelho a 0,4 mícron para o violeta. Assim, resumindo, o subconsciente ou eu inferior representa um estado vibratório de baixo potencial ou voltagem, de onda longa e baixa freqüência; o consciente ou eu médio representa um estado vibratório de médio potencial ou voltagem, de onda média e média freqüência; o superconsciente ou eu superior representa um estado vibratório de alto potencial ou voltagem, de onda curta e alta freqüência. Por outras palavras a quantidade se transforma em qualidade, a massa de uma força vital grosseira se muda numa forma de existência mais sutil e poderosa, o que corresponde à transformação que o processo evolutivo opera nas qualidades do AS para lhes substituir as do S.
Eis nas grandes linhas qual é o conteúdo do fenômeno da personalidade humana, o qual nos mostra como o eu pode existir em vários níveis, manifestando-se em três formas diferentes. O produto do subconsciente ou eu inferior e o princípio funcional que o caracteriza, é o instinto. O produto do consciente ou eu médio e o princípio funcional que o caracteriza, é o raciocínio. O produto do superconsciente ou eu superior e o princípio funcional que o caracteriza, é a intuição. Observaremos agora mais pormenorizadamente estas características.
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Conforme o seu desenvolvimento, o indivíduo pode viver funcionando num ou noutro desses três níveis biológicos. As qualidades que ele possui nos mostram a qual desses três graus de evolução ele pertence. O biótipo que existe só no plano do subconsciente ou eu inferior é elementar, instintivo, emotivo. Ele só possui a sua sensibilidade e com esta vai vibrando ao acaso, porque ainda não se construiu o intelecto para pensar, controlar-se, dirigindo-se com conhecimento. Este é o nível do primitivo, ainda não desenvolvido Ele
funciona por reações inconscientes, segue cegamente os impulsos dos sentidos, ainda não sabe raciocinar nem entende o mundo das idéias, só pode ser impressionado e sugestionado.
Como resolve ele o problema da sua conduta? A sua ética se baseia nos instintos animais aos quais ele obedece cega e mecanicamente, não entendendo o porquê do que ele faz, não se orientando por autonomia de juízo, mas imitando, isto é, repetindo o que fazem os outros, porque para ele o que faz a maioria representa a verdade. Para ele, que não possui recursos mentais individuais, as soluções oferecidas pelo subconsciente coletivo representam o único guia para encontrar uma norma de conduta.
Eis então como funciona tal biótipo: ele só possui a sua sensibilidade, é movimentado pelo que impressiona os seus sentidos, não pensa com a sua cabeça, mas repete por sugestão, não se autodirige por ter entendido e resolvido os seus problemas, mas funciona por imitação, aceitando a solução dos outros e praticando a sua conduta. Os indivíduos desse nível movimentam-se com o método do rebanho de ovelhas, no qual o que uma faz as outras fazem, sem que cada uma saiba por que o faz. Tal biótipo não conhece nem deseja conhecer. Ele não tem problemas morais e intelectuais, mas só os da sua vida física. A ignorância é o seu estado normal, de modo que ele aceita como coisa justa e natural as trevas do mistério, fato que explica como essa psicologia seja tão difundida nas religiões. Os problemas dos quais ele toma conhecimento são mínimos, apenas os da vida animal, os da fome e o do amor, do esforço necessário para satisfazer tais instintos e necessidades. Ele os resolve da maneira mais simples, cegamente aceitando e repetindo a solução dos outros, funcionando assim em série com eles. No momento ele não vê senão estes que são os problemas mais elementares e urgentes para a continuação da vida, à espera que esta, amanhã, apresente outros mais difíceis a resolver, os do nível médio e do superior. Neste nível inferior estamos ainda na escola primária, na qual se aprende sem entender, repetindo por sugestão, imitando um modelo, até que pela longa repetição mecanicamente se adquirem hábitos, que assim se fixam no subconsciente como novas qualidades. Neste nível o ser é impressionável, receptivo, apelando para a memória que registra e não para a inteligência autônoma que compreende e julga, a qual é qualidade que ainda não foi desenvolvida.
Observemos agora quais são as características e o comportamento do biótipo no nível evolutivo do consciente ou eu médio. Aparece aqui uma forma mental mais complexa, controlada, racional. Acima da sua sensibilidade, tal ser construiu seu intelecto, de modo que agora ele sabe não somente vibrar, mas também pensar, não somente imitar, mas também se orientar, com a sua inteligência controlando os instintos e as emoções. Este é o nível do homem culto, moderno, dos países mais civilizados. Ele possui não somente a sensibilidade, mas igualmente uma mente para orientá-la, dirigindo os impulsos cegos do subconsciente e não se abandonando a eles. Ele percebe não somente o que revela a mecânica dos sentidos. mas também as idéias, entende um processo lógico e o valor dos conceitos e, por meio de provas e demonstração, pode ser levado a uma compreensão e convicção.
A base fundamental da sua conduta são sempre os instintos animais, e a estes as leis religiosas e civis sobrepuseram as normas de uma ética prática ainda primitiva e empírica, que estabelece uma disciplina e uma ordem, pelo menos exterior e formal Aqui também continua vigorando o método da imitação pelo qual o ser age sem saber o porquê, porém ela não é cega repetição do fruto do subconsciente coletivo, mas é obediência a regras ditadas por mentes superiores, que com elas quiseram ensinar ao homem ignorante os princípios de um sábio comportamento. Então esse biótipo possui outros recursos mais adiantados: para a norma de conduta certa, ele tem um guia representado pelas soluções oferecidas pelas éticas teoricamente aceitas, que representam uma sabedoria descida dos planos superiores.
Eis então que tal biótipo funciona não somente pela sua sensibilidade, mas também pelo pensamento da