A avaliação é sempre um momento importantíssimo para os alunos, em especial para a turma que eu lecionava, pois eram alunos na sua maioria empenhados e que lutam sempre pela melhor nota possível. Como tal sabia da responsabilidade que tinha de que não poderia cometer qualquer tipo de erros nestes momentos. Segundo o Departamento de Expressões da ESV, no qual está inserido o grupo de Educação Física, a avaliação dos alunos é feita segundo quatro áreas: Atividades Físicas (55%), Aptidão Física (10%), Conhecimentos (10%) e Atitudes e Valores (25%). Foram estas as regras que foram por mim seguidas e os parâmetros que serviram de avaliação para os alunos. Dediquei muito do meu trabalho a este parâmetro da avaliação, o qual esteve sempre presente ao longo de todo o período de estágio, tendo refletido bastante sobre as minhas atuações, expetativas, resultados e ações dos alunos ao longo das mesmas. Assim posso afirmar que encarei os diversos momentos de avaliação sumativa que ocorreram ao longo deste ano letivo como uma forma de avaliar os processos e verificar se os objetivos que estabeleci haviam sido alcançados. Desde o primeiro momento em que assumi a responsabilidade desta turma que o parâmetro das Atitudes e Valores
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começou a contabilizar para as suas classificações finais. No entanto o primeiro momento mais formal aconteceu quando chegou a semana de aplicação da bateria de testes do Fitnessgram, momento esse que se realizou por 3 ocasiões ao longo do ano letivo. Durante o primeiro contacto que tive com este instrumento avaliativo foi um momento de aprendizagem para mim, pois nunca havia trabalhado com este método de avaliação das aptidões físicas. Neste momento procurei ler os documentos que nos foram fornecidos pelo Professor Cooperante sobre estes testes, para que nada falhasse neste momento. Nos momentos seguintes da aplicação desta bateria de testes, estive bastante à vontade a lecionar este tipo de aula, isto porque a ajuda que existia entre o núcleo de estágio para que este processo fosse o mais célere e fiável possível, facilitava o processo. Quanto ao parâmetro relativo ao Conhecimento, este encontrava-se dividido em dois momentos de avaliação: o teste teórico, que permitia perceber até que ponto a turma conseguia assimilar os conteúdos que haviam sido lecionados, era realizado pelos alunos através da Plataforma Moodle e um trabalho de pesquisa. Assim, o teste teórico (um em cada período) era elaborado por mim e colocado na Plataforma Moodle onde posteriormente os alunos tinham oportunidade de responder a um certo número de perguntas com um certo limite de tempo. Na figura abaixo é possível visualizar uma ilustração de um teste:
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Após o realizarem este teste, o sistema corrigia automaticamente as respostas dos alunos e disponibiliza no final o resultado final. Na figura III demonstro como era feita a escala de atribuição dos resultados.
Figura 3: Exemplo da escala de avaliação do teste teórico
Para contagem da média com este teste existia um trabalho teórico cujo tema seria relacionar o Desporto com o ano da Energia Sustentável, isto porque este tema foi um lema definido pela ESV para este ano letivo. Os alunos ficaram cientes que este trabalho seria desenvolvido em 3 momentos ao longo dos 3 períodos.
Assim, no 1º período os alunos fizeram a definição dos grupos de trabalho, a escolha do seu tema, a pesquisa bibliográfica e a definição da estrutura do trabalho.
No 2º Período os alunos entregaram uma primeira versão do trabalho e posteriormente a entrega da sua versão final.
No 3º Período aconteceu a apresentação à turma do mesmo.
Posso afirmar que esta definição de etapas para a realização do trabalho foi-nos sugerida pelo PC e que após a concordância do núcleo de estágio com o modelo ficou assim definida. No meu entender este método de realização do trabalho permite que os alunos possam executar o mesmo com uma maior qualidade e maior organização do que se apenas pedíssemos numa fase final do ano letivo para que fizessem o trabalho e a apresentação. A obrigatoriedade a que os alunos estiveram submetidos de realizar tarefas ao longo do ano letivo aumentou-lhes os níveis de responsabilidade, o que levou a que no final ter tido
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o prazer em ler alguns trabalhos de grande qualidade, tendo eu próprio ficado surpreendido com o valor dos mesmos.
Gostaria também de salientar a sensibilidade que tive sempre para acordar com os alunos as datas de entrega dos documentos que estes tinham de realizar em cada período. Nunca foi por mim imposto um dia ou uma hora para a entrega dos mesmos. Estas datas existiram, claro, mas sempre em comum acordo entre mim e os alunos. Adotei esta estratégia para que pudesse estar sempre sensível à restante carga de trabalho que os alunos tinham nas outras disciplinas. Assim de forma sempre culta e ordeira sempre conseguimos encontrar as melhores soluções para que todos saíssemos beneficiados. Mais uma vez o Moodle teve um papel importante na forma como este processo de avaliação decorreu, sendo a entrega dos trabalhos efetuada através desta plataforma, através de um link criado por mim na página da turma:
Figura 4: Exemplo dos links para o envio do trabalho teórico
Tal como enunciei anteriormente, sempre que os alunos precisaram de esclarecer algum tipo de dúvidas, poderiam utilizar o fórum de dúvidas, disponível na plataforma Moodle para que pudessem entrar em contacto imediato comigo, onde eu podia facilmente ter um acompanhamento próximo com os alunos, disponibilizando-me para atender a qualquer situação que estes necessitassem esclarecer. Nesta mesma plataforma apresentava também o Fórum de Notícias, onde informava os alunos das tarefas a realizar, prazos a cumprir, entre outros, tendo os alunos acesso na sua página a um calendário onde estavam expostas as datas dos testes e trabalhos a realizar, como se pode ver na figura abaixo:
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Figura 5: Exemplo do Fórum de Notícias e Dúvidas
Entendo que este modelo de realização de trabalhos com uma apresentação à turma no final é um modelo muito proveitoso para os alunos, isto porque tal como a minha vida académica me demostrou a apresentação de trabalhos é um momento avaliativo muito comum para quem prossegue os estudos na Faculdade e, se no meu caso tudo foi uma surpresa e uma montanha de dificuldades associadas ao nervosismo que o momento impõe, estes alunos podem agora em pleno ensino secundário ultrapassar esse tipo de barreiras.
No final de cada unidade didática, realizaram-se as avaliações finais, com o intuito de verificar o sucesso de cada uma destas, bem como se os métodos e estratégia pedagógicas que adotei foram as mais adequados, permitindo assim fazer um balanço de todo o processo de ensino- aprendizagem inerente à respetiva modalidade. Para além disso este momento era importante para verificar o nível em que os alunos estariam. Para que isto fosse devidamente registado criei grelhas de avaliação no formato excel (Anexo XII), que eram preenchidas no momento em que observava a prestação dos alunos.
A avaliação dos alunos na modalidade de Badminton foi feita em situação de jogo 1x1, no qual todos os alunos foram avaliados ao mesmo tempo. Para evitar situações de nervosismo que normalmente acontecesse neste momento, decidi que avaliaria toda a turma em simultâneo, sem que estes soubessem se seria o aluno A ou B que estaria em determinado momento a ser avaliado. Julgo que este método foi mais acertado pois eliminou qualquer motivo de ansiedade ou inquietação na turma.
A avaliação na modalidade de Voleibol, foi feita em situação de jogo 2x2 e 3x3 sendo que, tal como havia acontecido no 1º Período e com sucesso,
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todos os alunos foram avaliados ao mesmo tempo. Para que isto fosse possível organizei a turma em diversas equipas heterogéneas que jogavam entre si, enquanto eu fazia o preenchimento da grelha de avaliação. Este foi um modelo muito assertivo, no qual me senti bastante confiante e que permitia aos alunos não sentir demasiada pressão justificável pelo momento.
Quanto à avaliação na modalidade de Futebol aconteceu em dois momentos: no final do 2º Período e no final do 3º Período. Esta situação deveu- se ao facto desta modalidade ser transversal a todo o ano letivo. Assim sendo decidi que no final do 2º Período, no qual já havia lecionado um considerável número de aulas (11) poderia já avaliar os alunos nos conteúdos até este momento abordados. Neste momento decidi em situação de jogo 1x1 avaliar os diversos gestos técnicos de relação com bola e os primeiros princípios de jogo abordados (Penetração e Contenção). Já no final do 3º Período com a totalidade da matéria prevista lecionada incidi a minha avaliação na restante matéria que faltava avaliar, nomeadamente nos princípios de jogo de Cobertura Ofensiva e Cobertura Defensiva. Nesta fase da avaliação utilizei situações de jogo 4x4 e 5x5, isto porque apenas nas aulas lecionadas no 3º Período consegui executar jogo formal 5x5, pois o nível que estes alunos possuíam não me permitiu antes fazer este tipo de jogo. Estes tinham muitas debilidades ao nível técnico nesta modalidade o que levou a que a minha principal preocupação fosse inicialmente corrigir estas mesmas dificuldades e a pouco e pouco fosse aumentando a complexidade das tarefas por mim elaboradas.
Além deste momento mais formal de avaliação, ao longo das aulas foi desenvolvida uma avaliação formativa. Estes registos foram feitos através das pontuações dos mini torneios intra turma, das reflexões que fui fazendo das aulas e nos registos que fiz nas fichas de assiduidade, que funcionavam como um instrumento que permitia que fizesse um balanço dos resultados dos alunos em relação aos conteúdos lecionados. Com a ficha de assiduidade por mim criada conseguia facilmente controlar tal como o seu nome indica, a assiduidade dos alunos na UT em questão, o espaço em que a aula decorre e em caso de um aluno não efetuar a aula poderia colocar o motivo da mesma, sendo que podia variar entre Falta, Atestado Médico, Atraso ou Dispensa.
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Estas eram todas as áreas em que eu centrava as minhas atenções para que reunisse todas as condições essenciais para realizar a avaliação final em cada um dos períodos em que estagiei na ESV. Todos os parâmetros acima indicados por mim eram avaliados e registados numa grelha final de avaliação do Período, que contemplava todos os campos que eram precisos ter em conta e o seu respetivo peso em forma de percentagem o que posteriormente resultavam na nota final de cada aluno.
Na ESV a aposta nas novas tecnologias é grande e mais uma das provas desta afirmação é a forma como são registados os sumários, as classificações e as faltas dos alunos, na plataforma Moodle existe a opção do infoponto. Este método era totalmente desconhecido por mim e como tal tive de aprender a realizar esta tarefa, algo que rapidamente aprendi e que todas as semanas fui utilizando. Sem sombra de dúvida que esta é uma funcionalidade muito útil, pois facilita a tarefa do professor aquando destes registos, que acontecem de forma rápida e que pode ser realizada em qualquer local. Esta funcionalidade faz com que não exista qualquer tipo de conflitos quanto ao “livro de ponto” que é utilizado na maioria das escolas, pois com este programa todos os professores podem aceder à plataforma quando desejarem.
Uma situação nova com que tive contacto foi a lecionação de uma aula teórica. Este momento aconteceu devido às más condições climatéricas registadas num dia em que estava destinada uma aula no campo de jogos exterior da ESV. Neste momento sentia um pouco de receio pois era a primeira vez que me via naquela função, no entanto incuti um sentimento de segurança em mim mesmo e consciencializei-me que teria de estar seguro e confiante para que tudo corresse pelo melhor. É um momento que ficará registado nas minhas memórias deste ano de estágio como uma recordação positiva, pois apesar das dificuldades e inexperiência neste capítulo, consegui triunfar. Para esta aula o auxílio da apresentação teórica com conteúdos que na minha ótica poderiam ser atrativos e ao mesmo tempo importantes para a avaliação dos alunos foram uma ajuda preciosa, no qual me socorri de muitos vídeos para captar a atenção dos alunos. Neste campo tive a sensibilidade de pensar em
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como eu reagiria na posição de aluno e isto permitiu que esta atividade fosse um sucesso.
Ao longo deste ano tive também a oportunidade de lecionar uma aula a uma turma que não pertencia aos quadros do nosso núcleo de estágio. Este momento aconteceu já no 3º Período quando um professor do grupo de EF inesperadamente teve um problema familiar e pediu auxílio ao nosso PC para que disponibilizasse algum estagiário para lecionar a sua aula. Neste momento disponibilizei me prontamente para que pudesse lecionar a aula. Após ficar definido que daria uma das duas aulas que teriam de ser lecionadas, senti a confiança necessária para desempenhar um bom trabalho. Os alunos desta turma receberam me de uma forma que me sensibilizou, tratando me com todo o respeito e aceitando sem oposições a minha “estranha” autoridade naquele momento. Foi esta uma experiência que muito valorizei apesar da turma que lecionei ser também da mesma faixa etária da que habitualmente lecionava, possuía uma disponibilidade motora completamente diferente. Estes alunos eram bastante mais evoluídos ao nível motor, o que me mostrou que um dia que venha a ser docente numa escola, mesmo tendo mais do que uma turma do mesmo ano letivo deverei ter sempre estratégias e planos diferentes para cada uma, pois cada turma me apresentará dificuldades e capacidades divergentes. Esta foi mais uma das experiências que me enriqueceram enquanto docente na qual me senti bastante grato por aproveitar. Por um lado demonstrei ter confiança nas minhas capacidades e por outro fiquei valorizado por tudo o que esta experiência me proporcionou aprender.
Tal como já expliquei anteriormente a UT de Futebol foi transversal a todo o ano letivo, o que levou a que esta fosse demasiado extensa, sendo que estavam previstas 27 aulas, o que no meu entender era absolutamente exagerado.
Inicialmente pensei em propor ao PC a inclusão de uma nova modalidade, no entanto devido às dificuldades apresentadas pelos alunos ao longo de todo o ano letivo na modalidade de Futebol, nomeadamente na falta de domínio técnico (no meu entender pela falta de gosto pela modalidade e pela turma ser constituída maioritariamente por raparigas), acabei por desistir da ideia e prolongar a modalidade.
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No entanto, no 3º Período visto que esta era a única modalidade a lecionar, senti que os alunos não estavam motivados para a prática da mesma. Então solicitei ao PC permissão para lecionar 4 aulas de 2 modalidades alternativas. Após a concordância do PC optei por lecionar 2 aulas de Basquetebol e 2 aulas de Judo. Primeiramente lecionei as aulas de Basquetebol, modalidade esta escolhida por mim, visto que a turma não tinha qualquer experiência com a modalidade há mais de 3 anos e porque esta fará parte do plano de estudo destes para o próximo ano letivo. Estas aulas foram uma nova experiência para mim, pois apresentou novos desafios. Seria muito mais comodo para mim cumprir o que estava planeado pelo grupo de EF da ESV e simplesmente continuar a lecionar aulas de Futebol, porém a desmotivação que era patente na turma não me foi indiferente e senti que tinha de incutir novos estímulos nas aulas, tendo com estas 2 aulas atingido o objetivo a que me propus. Foram aulas muito divertidas onde os alunos aprenderam bastante sobre esta modalidade, algo que me deixou muito satisfeito. Alunos que mal conheciam simples regras como o número de passos que podiam dar nesta modalidade, concluíram estas duas aulas já a fazer passe e corta com bastante percentagem de sucesso. O empenho dos alunos demonstrado durante estas aulas foi um fator muito importante e que permitiu o sucesso desta minha opção.
Já no final do 3º Período tive a oportunidade de lecionar 2 aulas de Judo. A minha escolha incidiu nesta modalidade após as duas experiências enquanto aluno que tive ao longo da minha formação (na Licenciatura e no Mestrado). Esta modalidade era para mim completamente desconhecida até estas aprendizagens que tive e enquanto aluno foi uma experiência fantástica que surpreendentemente me cativou quer pela dinâmica da aula quer pela forma divertida com que os Professores desta modalidade me transmitiram os conhecimentos. A interação que esta modalidade proporciona aos praticantes é um fator inerente à aprendizagem desta modalidade, por estes fatores acreditei que poderia ser uma opção proveitosa da minha parte.
Tal como venho enunciando ao longo deste relatório, tentei ao longo deste ano letivo que este não fosse um ano marcante apenas para mim. Foi sempre minha preocupação deixar a minha “marca” também nestes alunos.
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Assim visto que estes nunca tinham tido qualquer experiência nesta modalidade e eu próprio nunca tinha tido oportunidade de lecionar uma aula da mesma, decidi que esta era uma boa conjugação para optar por esta modalidade. Ao longo destas duas aulas optei inicialmente por instruir os alunos acerca das terminologias, regras e história do Judo, pois era meu objetivo que estas aulas fossem o mais próximo da realidade desta modalidade possível. Visto que apenas tinha disponível duas aulas, optei por transmitir aos alunos alguma da matéria que considero fundamental para a compreensão da modalidade. Inicialmente os alunos aprenderam as quedas, visto que a segurança é algo para mim fundamental nas aulas de EF. Posteriormente os alunos aprenderam algumas imobilizações e projeções. Visto que a minha expetativa sobre o agrado dos alunos com estas aulas era grande, decidi criar uma ficha de averiguação de satisfação (Anexo XIII). As respostas dos alunos a estas fichas não deixaram qualquer tipo de dúvida, estes ficaram bastante agradados com estas aulas. Assim, com os dados recolhidos verifiquei que em 16 alunos 9 afirmaram ter adorado, 5 gostaram muito e 2 apenas gostaram. Retiro também desta ficha que os principais motivos para que os alunos tenham gostado destas aulas foram a oportunidade que tiveram de aprender uma nova modalidade, o convívio que esta proporciona entre os alunos e principalmente a competição que estas aulas geraram. Outros motivos apontados para este agrado foi a diversão que sentiram ao longo destas aulas e o melhoramento que sentiram das suas capacidades em apenas duas aulas.
Perante estes resultados fiquei muito satisfeito com esta opção que tomei, senti que mostrei aos alunos uma modalidade que estes desconhecem, proporcionando lhes momentos inesquecíveis e comprovei a mim mesmo que no futuro, sempre que acreditar que certa modalidade possa ser incluída no planeamento anual da escola onde estiver inserido, devo sugerir, argumentar e demonstrar, sem qualquer receio, das vantagens da inclusão da mesma.
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