1.2 Principes de la réforme – comparaisons avant-après
2.2.2 Les barèmes tarifaires applicables aux zones de moyenne et longue durée
A segunda parte da pesquisa trata do nível em conhecimento e saúde financeira dos respondentes, afim de comparar com o resultado da educação financeira apresentado pela ANBIMA.
A contabilidade auxilia na capacidade da tomada de decisões, o contador gera as informações necessárias para que o gestor tome as decisões a fim de gerar maior lucro aos negócios, logo se espera que o contador saiba também fazer com que seu capital trabalhe por ele e gere maiores ganhos. O contador não pode ser apenas um gerador de informação, ele deve saber ler as informações e interpretá- las, pois, o mesmo também é um usuário da informação contábil.
A questão 6, representada pelo gráfico 7, apresenta os resultados onde cerca de 75% dos respondentes afirmam ter como habito economizar. Em contrapartida 25% responderam não possuir este mesmo hábito.
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Fonte: criado pelo próprio autor;
A pergunta 7 refere-se à intensidade que os respondentes têm em registrar as receitas, gastos e despesas.
Aproximadamente 31% afirmam sempre registrar os gastos e receitas, 33% dizem frequentemente fazer o registro, 18% responderam que as vezes registram, 14% responderam que raramente fazem os registros e 4% afirmam nunca registrar ou anotar os valores de suas movimentações.
O total de 36% dos respondentes afirmam não realizar seus registros de maneira frequente, vale ressaltar que os registros servem para gerar informações para tomada de decisão.
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Fonte: criado pelo próprio autor;
A pergunta 8 refere-se à pretensão de investir no próximo ano, do total de pessoas que responderam à pergunta, 73,5% afirmam que tem sim a pretensão e o
desejo de investir no ano seguinte e 26,5% afirmam que não tem esse desejo ou interesse.
Esta questão foi incluída no questionário pelo motivo de ser uma das perguntas questionadas no raio-X da ANBIMA. Sendo que a presente pesquisa inclui a comparação direta com os resultados apresentados pela instituição, torna-se necessário tal questionamento.
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Fonte: criado pelo próprio autor;
Questionados sobre a frequência de atualização sobre economia, na questão 9, o gráfico 10 apresenta que 18,8% informam estar em constante atualização em economia, 21,9% afirmam quase sempre se atualizar sobre o assunto.
A maior parte dos respondentes afirma se atualizar às vezes sobre o assunto, seguido de 18,8% que afirmam quase nunca buscam atualizar-se.
Apenas 5,2% dos respondentes afirmam nunca se atualizar no assunto.
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Fazendo uma conexão à questão anterior, a questão 10 faz menção à quais os meios de comunicação os respondentes utilizam para se atualizarem.
Cerca de 63,2% dos respondentes afirmam que buscam informações para se atualizar em sites de economia ou de notícias, seguidos de 42,1% que afirmam utilizar televisão e rádio para se atualizarem.
Na terceira posição como maior meio de atualização econômica, com 33,7% dos votos, o contato com amigos se fez muito presente. Seguidos com 21,1% o uso de blogs e fóruns, e 17,9% dos respondentes afirmam utilizar os gerentes ou corretoras para aplicativos sobre economia.
O uso dos aplicativos de investimentos que proporcionam notícias atualizadas e relatórios diários somou 14,7% dos votos daqueles que responderam à pesquisa. O percentual de votantes que afirmam utilizar consultoria foi de 7,4%, a opção de outros métodos de meios de atualização recebeu 2,1% dos votos e 9,5% dos participantes que responderam à pesquisa informando que não costumam se atualizar.
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te: criado pelo próprio autor;
Quando questionados pela 11ª pergunta sobre o possível destino das economias as quais os mesmos teriam planejado, as respostas se mostraram muito parecidas com o raio x apresentado como base deste trabalho.
Dos respondentes, 44,2% afirmam guardar suas economias para viagens, 41,1% afirmou que o acumulo de finanças se dá mediante o desejo de um imóvel ou
terreno e 30,5% responderam que guardam suas economias para situações de emergência, inclui-se questões como saúde.
Empatados com 21,1% as opções veículos ou moto, estudos e aposentadoria, haja visto que a aposentadoria muita das vezes não é levada em consideração pela população que conta com a aposentadoria pela previdência social como apresenta o raio x da ANBIMA.
Enquanto 15,8% dos votos foram na opção manter o valor do dinheiro, seguido de 12,6% na escolha de manter as economias para abrir um negócio próprio, na sequência aparece com 11,6% das escolhas o destino dos recursos sendo a reforma ou construção da moradia.
Com apenas 6,3% das escolhas a opção de guardar os recursos para os filhos. Apenas 2,1% dos respondentes optaram pela opção outros, porém os motivos citados pelos mesmos já estavam inclusos em opções anteriores.
Fonte: criado pelo próprio autor;
Questão número 12, sobre quais aplicações os respondentes têm experiência.
Comprovando o estudo de raio x da ANBIMA, tanto a população quanto os respondentes investem largamente mais em poupança, cerca de 60% afirmam investir na poupança, seguido de 17,9% de resposta dos respondentes para CDB.
O terceiro mais votado foi a escolha de não economizar, com 14,7% das respostas, seguido de um empate entre investir em previdência e fundos de renda fixa com 10,5% dos votos. Cerca de 9,5% dos respondentes afirmam economizar, porém não aplicar.
Apenas 6,3% responderam que investem em NTN-B, 5,3% afirmam aplicar seus investimentos no mercado de ações, 4,2% afirmam utilizar as aplicações de LCI, Multimercados toma parte de apenas 2,1% da preferência por investimento dos respondentes e por último, um empate, 1,1% das escolhas para COE e para LCA.
Analisando rapidamente as respostas da questão 12, o fato de 9,5% das respostas serem afirmativa sobre não aplicar mostra o desconhecimento ou falta de incentivo, a falta de conhecimento é visível pelo fato de a população entrevistada afirmar aplicar na poupança. Sendo que 14,7% não economiza o que é preocupante, pois a questão da educação financeira se mostra muito pobre.
No referencial teórico há explicação de alguns dos modelos de aplicação citados abaixo.
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te: criado pelo próprio autor;
A pergunta número 13, questiona sobre a opinião dos respondentes, quais as vantagens os mesmos veem nas aplicações financeiras.
Podendo escolher mais de uma opção como resposta, 57,9% dos respondentes afirmam que veem a opção de economizar como maior das vantagens oferecida pelas aplicações, 52,6% afirmam que a segurança financeira ou reserva é a opção que lhes traz maior peso na escolha pelo investimento em aplicações.
Com 37,9% dos votos ficou a rentabilidade, seguidos da opção “possibilidade de retirada” com 33,7%. Cerca de 17,9% dos respondentes afirmam que investir em bens é uma das vantagens para aplicar. Apenas 1,1% dos respondentes responderam não ver vantagem em aplicar seu dinheiro, e 2,1% diz não saber opinar.
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nte: criado pelo próprio autor;