TREIZE ETOILES
t e / ù z û j /u C / œ / œ à } Décembre 1958
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ZERMATT
~öacances zabicuscs an pied du (Zezoin
Zerm att est paré pour l’hiver. Ce centre de sports, le plus im portant du Valais, est situé au fond de la vallée, mais à l’altitude de 1620 m., sous un ciel d ’un bleu intense. Il dispose du plus grand cham p de ski de la Suisse, accessible de plusieurs côtés grâce à de nombreux moyens de transport : les trains du G ornergrat (m ontent à 3089 m.), le téléphérique G ornergrat-H ohtälli-Stockhom (3407 m.), le téléphérique Z erm att-Furi-L ac N oir (2584 m.) le télésiège et le skilift de Blauherd (2602 m.) et le télésiège Findeln- Sunnegga (2280 m.). — Ecole suisse d e ski. 6000 m 2 d e patinoires. Curling.
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s /L e s M arécottes-Salvan (1800 m.) par lePanorama sans égal du M ont-Blanc
à l’Eggishorn
chemin de ter Martigny- ( M e l a r t i - Chamonix
ou par la
pittoresque route à autos Martigny-Salvan-Les M arécottes, qui aboutit à la station inférieure du
t é l é s i è g e L a ( Z i e u s a z (îio o - is o o m.)
Des billets spéciaux à prix réduit, pour la gare des Marécottes, sont délivrés p ar les gares C. F. F. de Genève, Lausanne, Vevey, Montreux, Martigny.
Les magnifiques champs de ski de la Creusaz sont accessibles p ar le
t é l é s k i 7>e û j c l c t t a z ( I 800-2300 m.)
qui prolonge le télésiège et ouvre aux skieurs des pistes idéales dans le vaste am phithéâtre dom iné par le Luisin (2788 m.), le Perron (2636 m.) et le Tsarvo (2635 m.).
Deux pistes de descente relient la Creusaz aux Marécottes et à Salvan. Ecole suisse de ski.
(An qzani) zestau zan t
est ouvert à la Creusaz. Le touriste, comme le gourm et, y trouvent à des prix très modérés, au b ar et à la salle, un choix de spécialités.
H O T E L S E T PE N SIO N S D A N S LES ST A T IO N S D E LA V A L L É E :
S a lv a n
H ô t e l B e l le v u e — d e s G o r g e s d u T r i è g e — d e l ’U n i o n P e n s i o n d u L u i s i n P e n s i o n d ’e n f . G a i - M a t i n — — L e s H i r o n d e l l e s — — L e M o u lin — — M o n P la i s i rLes M a r é c o tte s
H ô t e l B e l m o n t — J o l i m o n t — d e s M a r é c o t te s P e n s i o n d e l ’A v e n ir — d u M o n t - B l a n c — d e s 1000 E t o ile sLes G r a n g e s
H ô t e l G a y - B a l m a z P e n s i o n M o n S é jo u r B I O L E Y P e n s i o n L e C h a l e t D a n s le s s ta t i o n s : n o m b r e u x c h a le t s lo c a ti f s , p a t i n o i r e e t té lé s k i d ’e x e r c ic e R e n s e i g n e m e n t s e t p r o s p e c t u s p a r les S o c ié té s d e d é v e l o p p e m e n t d e S a lv a n e t d e s M a r é c o t te s .Le Valais
de demain
Industriels, commerçants, agriculteurs, l'E urop e m utante vous guette. Vous aurez affaire à forte partie. Vous connaissez la règ le du jeu : ne plus faire q u e ce p o u r q u o i l'on est spécialem ent doué. Q u a lité ou prix imbattables, services de pre m ie r ordre, re n de m e nt o p tim um , bref p o rte r to ut l’e ffo rt à l'e n d ro it où l'on a le plus de chances. Le Valais ne m anque pas d'atouts.Vins, fruits, industrie, il n'a qu'à en mettre un coup.
Mais surtout, le Valais de d em ain sera toujours le même, avec sa p r o d i gieuse musculature de montagnes, son soleil, son climat. Le tourisme est sa vocation. C'est sa carte maîtresse, et s'il la jo u e bien, son avenir est garanti. Ce sera une des maisons de vacances de la n o u v e lle Europe automatisée. Le tourisme est notre sésame. C'est notre avenir. Préparons-nous vite ! Routes et tunnels, rail, câble, urbanisme, hôtels, é q u ip e m e n t des stations... Et aussi la p ro p a g a n d e . « Treize Etoiles », bie n m odestem ent, fo urnit sa part. Renou v e le z -lu i v o tre confiance !
ß ijiÜ Y U M u u
TREIZE ETO IL E S
P a r a î t le 10 d e c h a q u e m o is S O M M A I R E N" 12, décembre 1958: Le Valais de demain. — Les
cloches de Noël. — A travers le canton. — Rendez-vous
R É D A C T E U R E N C H E F à Saas-Fee. - Philosophie. — Potins valaisans. — Con
B o je n O l s o m m e r , S io n , a v e n u e d e la G a r e 10 fidentiel.
— E n famille avec M me Zryd. — L a page éco
A D M I N I S T R A T I O N E T I M P R E S S I O N nomique. — Le coin du lecteur. — Jean P eitrequin nous
I m p r i m e r i e P i l l e t , M a r ti g n y convie aux joies de l’hiver. — Noël, cette lumière.
R É G I E D E S A N N O N C E S I m p r i m e r i e P ill e t, M a r t i g n y , té l. 026 / 6 10 52 A B O N N E M E N T S S u is se : F r . 12.— ; é t r a n g e r : F r . 18.— L e n u m é r o : F r . 1.20 C o u v e r t u r e : C o m p t e d e c h è q u e s II c 4230, S io n R a v o i r e , s u r M a r t i g n y , e n h i v e r ( P h o to D a r b e l l a y , M a r ti g n y ) 5 N o t r e c a p i t a l le p lu s sûr. (P h o to G e ig e r )
Les cloches de Noël
Silence dans le m onde ! L a nuit précoce est m ontée d e la rivière p a r grandes bouffées d e bise, bleue et noire, sous le ciel bouché. La bise ne dissipera donc jam ais ces ténèbres qui pèsent sur le m onde depuis le jour où l’A nge fouailla les hum ains d e sa cravache de feu ?
Basses nuées où chem inent des rafales d e neige. On n e voit pas les flocons mais, soudain, ils vous em plissent les yeux, les oreilles, la bouche, ils coulent dans votre cou. Qui vit la terre b la n ch e ? Des for mes sombres se dessinent sur un horizon sans lueur. Se peut-il que cette n u it soit la n u it du m iracle ? N u it d ’hiver com m e les autres nuits.
Non, po in t com m e les autres nuits. Ces petites lum ières qui se m e tte n t en m arche dans les che mins obstrués d e l’hiver, ces feux m ouvants qu i criblent les ombres, vers quels rendez-vous se h âten t- ils avec p atien c e sur les pentes devinées ? Les uns descen d en t des m ayens où les troupeaux épuisent
les meules d e foin ; les autres m o n te n t des ham eaux inférieurs vers le p etit chef-lieu.
Flam m es passagères de bergers, lanternes, falo ts-tem p êtes, qui les appelle, ce soir, q u a n d le vent rôde sur les pistes ouvertes ? Q ui les pousse hors des solitudes des cha lets noirs ? Non personne n e reste sourd à cette voix secrète de l’es pérance. D e quelle espérance ? L a nu it d em eure silencieuse com me les autres nuits.
Les autres nuits, toutes les la m pes s’éteignent et le village n ’est plus q u ’u n e om bre o p aq u e dans l’om bre moins opaque. L ’hiver est fait pour le repos. Les anim aux nous d o n n en t l’exemple de la sa gesse, qui ne sortent plus des éta- bles e t d em eu ren t couchés to u t le tem ps q u ’ils n ’em ploient pas à m a n ger. Nous faisons u n p e u com me eux.
Dès q u e les écoliers on t achevé leurs devoirs, ces « exercices », ces « problèm es », q u ’ils calligraphient
ch a q u e soir sur leurs cahiers à cou verture bleue, nous soufflons sur la lam pe. A quoi bon regarder l’heure ? Il n ’y a plus d ’heure ju sq u ’au p rin tem ps. Nous vivons un b o u t de notre éternité, com m e si déjà nous étions entrés dans ce repos q u e rien ne vient plus interrom pre. C e soir, en revanche, nous pouvons d étach er nos yeux d e l’horloge, parce que l’horloge, de nouveau, m esure notre temps.
Bientôt, à la maison d ’école, les enfants réciteront des poésies, de belles poésies q u ’ils ont apprises p ar cœ ur et, parfois, bru sq u em en t, ils s’arrête n t parce q u e le m ot n e vient pas... On les voit qui roulent et d éroulent le coin d e leur veste et, soudain, fo n d en t en larm es devant le public qui rit.
C e n ’est d ’ailleurs q u ’un prélude aux grandes joies qui nous a tte n dent.
Au fur et à m esure que s’épuise cette soirée, on sent croître dans le m onde est-ce d e l’angoisse ? est-ce d e la joie ? Les deux, peut-être... Dehors, le v en t aiguise ses rafales, com m e les autres nuits. Si nous nous étions trom pés ! S’il allait ne pas venir ! Si la crèche, dans notre église trem b lan te de feux, dem eu rait vide, cette année ! Ecoutons, prêtons l’oreille...
D e l’auberge m o n ten t des chants trop hum ains. L ’aubergiste verse à qu i se présente du vin chaud, p a r fum é de cannelle. Il se présente b ea u co u p de m onde. Tous ceux qui v iennent des ham eaux perdus, des chalets éloignés et qui grelottent. Ils clignent des yeux dans la lum iè re retrouvée, secouent sur le seuil des chapeaux couverts d e neige, et soufflent b ruyam m ent. Noël, c’est d ’abord cette lam pée chaude, m e r veilleuse, qui vous réchauffe la po i trin e et vous fait m onter le rire sur les lèvres. C ar c’est Noël, mes amis, écoutez !
Non, rien, toujours, q u e ces souf flets d e forge aux angles des to itu res. Il n ’y a pas d e place pour les anges dans le ciel dém onté, dans cet orage d ’hiver qu i siffle le long des cimes et lèche les arêtes d e sa langue rêche. Alors, buvons le vin chaud d e l’aubergiste. Nous n ’a u rons pas fait le voyage p our rien.
A la fam ille de ses livres, Maurice Z er
m atten a ajouté la Fontaine d ’Aréthuse, et à la liste aussi très im posante de ses titres, celui de docteur honoris causa de l’Université de Fribourg. Prestige cher à nous tous, en particulier à la revue, à laquelle le grand écrivain parti cipe. Scrupuleusem ent exact, il appor te sa pierre avec tant de gentillesse et de simplicité q u ’on ne trouve plus de langage pour l’en remercier. E t jamais nous n’oserions lui consacrer ici u n long éloge. Lui qui possède à un si juste de gré l’art d ’en élire ni trop ni trop peu, l’art de la mesure, souriant avec indul gence de notre maladresse, en aurait cependant de la gêne ; aussi, ferm ons la parenthèse. Mais q u ’il sache bien le prix que « T reize Etoiles » attache à son amitié, et notre bonheur de publier le message q u ’il a signé dans ces jours de l’avent. (Réd.).
C e p en d a n t, le sonneur m onte au clocher. C h a q u e fois q u ’il passe d e v an t u n e m eurtrière d e la tour, il baisse un p e u la tê te et rem onte le col d e son paletot, parce que, du dehors, lui est soufflé contre cette pincée d e neige sèche, plus glacée q u e des glaçons. Les parois in té rieures m êm e d e la h a u te maison des cloches sont tapissées d e vent et d e frimas. Il fera b o n tire r les cordes... D ’ailleurs, qui m ’e n te n d ra ? L e déc o u rag e m en t n ’est q u ’u n souffle d u Mauvais, glissé p a r la m ince fenêtre, au passage d e l’hom me. Non, il n ’y a pas à écouter ces voix d u m ensonge.
Ce soir, m ieux q u e jamais, il fau t faire ch a n te r ces filles à la robe de bronze q u i doivent an noncer la Nouvelle. Non, jamais, elles n e se ront plus légères n i plus gaies que dans le v en t d e Noël. L e froid, le vent, est-ce q u e ces misères com p te n t en cette nu it d u M iracle ? T a i sez-vous, voix de la terre et d u mal. F aites silence, échos discordants. Les cloches seules ont la parole car elles sont innocentes et bénies. E coutez :
Ceux d ’en bas, soudain, lèvent la tête. C e prem ier coup les a trav e r sés com m e u n e flèche. Ils lèvent la tête, ils font silence. L e m iracle est en ro u te sur les pistes du ciel. L ’E n fa n t glisse sur des rayons d ’or et d e feu. Il s’incarne dans nos p a u vres églises. U n deuxièm e coup de cloche, un troisième, e t m aintenant, dans la neige qui continue de tom ber, le carillon. Non, les cloches n ’ont plus la voix fam ilière des dim anches. Elles sont plus douces, elles sont ém ues ju sq u ’aux larmes. C om m e elles sont lointaines e t p r é venantes !
E coutez mieux encore. E n tre les coups mesurés, on en ten d m onter du désert vers la ville la caravane des rois Mages, tandis q u e les clo chettes des troupeaux tin te n t dans les vallons d e Palestine. L ’Ange para ît au milieux d ’eux. Ecoutez le pas des bergers dans l’h e rb e des cam pagnes et le balan c em e n t des drom adaires sous les étoiles. Juste m ent, le ciel se découvre, e t les étoiles paraissent toutes neuves, redorées, argentées, époussetées de ce m atin. D es voix d ’enfants s’élè v en t des maisons. L a cloche de Noël appelle tous les enfants d u m onde auprès d e la crèche. Venez, p a u vres et riches, vous incliner d evant Jésus. Mais où sont les riches en ces villages de la pau v re té ?
L ’E n fa n t sourit à tous dans la paille d e la crèche. C ’est ce q u ’on voit to u t d ’abord q u a n d on en tre à l’église, escorté d u carillon qui je tte dans l’om bre des poignées de m usique, si douces q u ’on dirait des flocons. Puis on lève la tê te : l’égli se n ’est q u e guirlandes d e cierges et de bougies, suspendues d ’une paroi à l ’autre. Des festons de flam mes courent le long d e l’autel. E t sur l’étab le rustique, une étoile à cinq pointes rayonne com me un soleil.
L e carillon s’éparpille toujours dans l’espace. Des anges m o n ten t et d escendent sur les ondes m usi cales. Ceux qui sont à l’église s’ap e r çoivent, p a r mom ents, que la voûte s’entrouvre pour laisser passer de blanches présences qui secouent sur les fidèles des robes saupoudrées de chansons. On en ten d les c h a n tres annoncer à tue-tête :
Il est né le divin Enfant...
Sonnez clairons, résonnez musettes...
V ie r g e d ’A l b i n e n (X V e siè c le ) (P h o to C h a p u i s , L a u s a n n e )
7A Izœoezs Le canton
S p o rts d ili ver
P artout en Valais, la grande saison du hockey a commencé. Grâce aux quatre patinoires artificielles, on n ’a même pas attendu que le froid soit là. Prélu d ant au cham pionnat suisse, voici un match animé de coupe valaisanne opposant Sierre à Martigny.
(P h o to S c h m i d , Sion)
L a foire a u lard
une tradition bien
«borclillonne »
Dès l’autorisation donnée, en 1392, p ar la comtesse Bonne de Bourbon de tenir deux foires à Martigny- Bourg, à la Saint-Barnabé et à la Saint-Luc, celles-ci devinrent des jours de fête où marchands et ménes trels accouraient de tout le pays et m êm e d ’ailleurs. Mais le développem ent des voies de communication et des moyens de locomotion firent q u ’on les aban donna peu à peu pour finalem ent les laisser tom ber dans l’oubli. Seule a encore une certaine im portance la fam euse foire au lard — introduite au déb u t du XIXe siècle et seule manifestation de ce genre en Suisse — qui se tient le prem ier lundi de décembre. Elle a rem porté beaucoup de succès, malgré le froid et le brouillard persistant recouvrant la vallée du Rhône.(P h o to « T r e i z e E t o ile s »)
A u x S. I. d e S io n
M. Maurice D ucrey (à gauche) pren d sa retraite après une brillante carrière qui connaîtra d ’ailleurs de nouveaux rebon dissements, car notre expert de l’écono mie hydro-électrique a encore beaucoup à faire ! M. Etienne D uval (à droite) lui succède. Brillant ingénieur lui aussi, il retrouve la capitale après son passage au Mauvoisin.
L ’a n c i e n n e g a r e d i s p a r a ît. . . L a n o u v e l l e p o s te (P h o to s P. V a il e tt e )
Il y a p a r to u t d u n e u f clans la c a p ita le ...
. la n o u v e l l e se c o n s t r u i t . V oici to u j o u r s l’a ile « B u f f e t ».
Ça y est, la vieille gare de Sion est démolie ! Mieux vaut tard que jamais, car ce bâtiment vétuste ne faisait guère honneur au chef-lieu du canton.
Et pourtant, ce n’est pas sans une certaine mélancolie que l’on a vu les démolisseurs se mettre à l’œuvre... Pour les hommes ayant passé le cap de la cinquantaine, ces murs évoquaient tant de souvenirs, bons et tristes aussi.
Déjà le Buffet est sous toit, première étape de la cons truction de la future gare. Provisoirement, les Services administratifs se sont installés dans des baraquements, presque aussi confortables que les anciens bureaux ! Les travaux d ’aménagement des nouvelles voies sont avancés, et le passage souterrain est en service. Il se révèle, hélas ! trop étroit aux heures de pointe.
La ligne sobre des nouveaux bâtiments ressemble à celle de la Poste principale, toute proche. E t l’ensemble sera d’un heureux effet.
Souhaitons que les travaux soient rondement menés et que, dans un avenir pas trop éloigné, les voyageurs dispo sent d ’installations confortables et... pratiques ! P. Va.
La C h a în e d u B o n h e u r à A r b a z e t S io n
E l l e a f a i t e f f e c t i v e m e n t le b o n h e u r d ’u n e f a m ill e d ’A r b a z . M . F r a n c e y , p è r e d e s e p t e n f a n t s q u i o n t p e r d u l e u r m a m a n , c o n f i e ses im p r e s s i o n s a u m ic r o .
R o g e r N o r d m a n n o r c h e s t r e l’é m is s i o n à l ’H ô t e l d e V ille. L e p r é s i d e n t s o u r it. (P h o to s S c h m i d , Sio n)
Jean Peitrequin nous convie
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a u x joies de
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D ir e q u ’il y a d e s g e n s q u i n ’a i m e n t p a s l ’h iv e r !... E n te n d o n s - n o u s . Q u a n d il s’a g i t d e p a u v r e s vie u x , d e m a la d e s , d e g e n s m a l lo g é s, on c o m p r e n d q u e l ’h iv e r so it p o u r eux u n s u je t d e c r a in te . C h a q u e a n n é e , ils le v o ie n t r e v e n ir a v e c triste sse .M a is je p a r le d u g ro s ta s, d e s c ito y e n s m o y e n s e t d e s f u tu r e s (?!) c ito y e n n e s m o y e n n e s , q u i o n t
Et quel plaisir pour « Treize Etoiles »
d’ouvrir ses colonnes à notre éminent
ami et voisin vaudois (autre signe d’inté
gration P), à ce talent que les lettres
disputent à la politique, que la fantaisie
dispute à Vadministration
•—mais tout
est conciliable, n’est-ce pas, sous notre
ciel rhodanien.
d e q u o i fa ir e b o u illir la m a r m ite e t s ’h a b i lle r c o n v e n a b le m e n t . Je p a r le a u ssi d e n o tr e p e t i t p a y s où t o u t e s t e n p la c e e t e n o r d r e , o u à p e u p r è s ! L ’h iv e r e s t u n e sa iso n s p le n d id e , r e p o s a n te p o u r le c o rp s e t l ’e s p rit, m ê m e q u a n d o n a b e a u c o u p à fa ire . L e s c ita d in s , e n h iv e r, tr a v a ill e n t e n g é n é r a l p lu s q u ’e n été. Ils s o n t en t o u t cas p lu s o c c u p é s . (Il y a d e s g e n s te lle m e n t o c c u p é s q u ’ils n ’o n t p lu s le te m p s d e tr a v a ill e r !) L es sé a n c e s, les fa m e u s e s s é a n c e s d e s so c ié té s d e to u t c a lib r e q u i f le u r is s e n t su r n o t r e sol r o m a n d , se m u l tip li e n t e t r a ll o n g e n t les jo u r n é e s d e s com i- ta r d s . O r q u e l c ito y e n , c h e z n o u s, n e f a it p a s au m o in s p a r t i e d ’u n o u d e u x c o m ité s ?...
A la c a m p a g n e , c ’e s t d if f é r e n t. O n s u it b e a u c o u p m ie u x le r y th m e d e s saisons. Q u a n d la n a t u r e f a it re lâ c h e , o n se r a l e n t i t aussi. O h ! o n
n e r e s te p a s les b r a s b a lla n ts . O n r é p a r e d e s ou tils, on v a a u bois. I l y a le b é t a il , q u i n e c h ô m e ja m ais. M a is e n f in , e n g ro s e t e n m o y e n n e , o n se r e p o s e d e s g r a n d e s f a tig u e s d e l ’été. O n c o n s a c re p lu s d e te m p s à la le c tu r e , à la r a d io , à la fam ille . E n h iv e r, on d o r t m ie u x . O n d o r t b ie n . L e lit d o n t o n a l ’h a b i t u d e , o ù l’o n se c o u c h e a v e c t o u te s so rte s d e m a n ie s e t d e g u ise s p e r s o n n e lle s , se f a it p lu s a c c u e illa n t. Il n ’y a p a s d e m o u c h e s p o u r v o u s e x a s p é re r. O n n ’a p a s e n v ie d e s o r tir les p ie d s p o u r les r a f ra îc h ir. O n e s t d o u il le t te m e n t a u c h a u d . O n s a it q u e , d e h o r s , m ê m e les c h a ts n e se p la is e n t p a s . O n g lisse d a n s le so m m e il a v e c le s o u r ir e d e l ’in n o c e n c e e t le r o n r o n c â lin d e s c o n s c ie n c e s p u r e s !... L e m a tin , c ’e s t to u t e u n e h is to ir e p o u r se t i r e r d e s d r a p s !... E t p u is , e n h iv e r, o n p e u t s a v o u r e r to u te s les a u b e s sa n s ê t r e m a tin e u x . O r, s ’il e s t d e s a u b e s d é p lo r a b le s , d u g e n r e d e c e lle s d o n t p a r l a i t le p o è t e :
On dirait que le jour trem ble et doute, incertain, E t q u ’ainsi que l’enfant l’aube pleure de naître !
il e s t a u ssi d e s le v e rs d u jo u r d ’u n e p u r e t é e t d ’u n e s p l e n d e u r in é g a lé e s , o ù le m o n d e d o n n e l’im p re s s io n d ’ê t r e t o u t n e u f . L ’a ir e s t g la c é c o m m e u n so r b e t. O n se n t, e n r e s p ir a n t, le p la is ir d ’ê t r e u n h o m m e e t d ’y v o ir clair.
... O n a a u ssi m e ille u r a p p é tit . O r il n e f a u t ja m a is c o m p lè t e m e n t s é p a r e r les joies lé g itim e s d u c o rp s d e c e lle s d e l ’e s p r it e t d u c œ u r . M o liè re a v a it b i e n r a is o n q u a n d il f a is a it d ir e à so n b o n h o m m e C h r y s a le :
Guenille si l’on veut, ma guenille m ’est chère !
H é ! oui. I n u tile d e f a ir e la f in e b o u c h e : elle n o u s e s t c h è r e , n o tr e f id è le c o m p a g n e , n o tr e g u e nille, n o tr e d é f r o q u e c h a r n e lle !...
... L ’h iv e r, c ’e s t la n e ig e ... q u e lq u e f o is . D a n s les c a m p a g n e s , o ù elle o u a t in e e t c a lf e u t r e to u t, elle r e s te i n t a c t e e t ju s tif ie to u s les q u a lif ic a tif s , d e b la n c à im m a c u lé ! L e s to its o n t d e s p è le r in e s , les c h e m in é e s d e s b o n n e ts , les c h a m p s d e s m a n te a u x e t les fils é l e c tr iq u e s d e s g u ir la n d e s f e s to n n a n te s . D a n s les villes, la n e ig e se tr a n s f o r m e r a p i d e m e n t e n u n e b o u e n o i r â t r e e t s a lé e o ù les c h ie n s p a t a u g e n t e n p le u r a n t. T o u t d e m ê m e , c o m m e la n e ig e e n n o b l it les p a r c s , id é a lis e les h a ie s e t les ja rd in s , r e n d a c c e p ta b le s au ssi, p o u r u n m o m e n t, les p lu s d is c u ta b le s a r c h ite c tu r e s !...
... L ’h iv e r, c ’e s t le p a y s a g e e n e a u - fo r te , o ù les r a m u r e s d e s a r b r e s d é p o u illé s la is s e n t p a s s e r p a r to u t la lu m iè r e e t le ciel. C ’e s t le s ile n c e d e s c h e m in s c re u x q u e tr o u b l e p a rfo is le c o r b e a u i n d e
( P h o t o R u p p e n , Sion) tr u c t ib le . C ’e s t le p a r f u m t é n u e t to n i q u e d e l ’air v if q u i m e t u n e la r m e d a n s les y e u x d e s p r o m e n e u r s les p lu s h e u r e u x . C ’e s t le so ir c i ta d i n q u i d e s c e n d d e tr è s b o n n e h e u r e s u r les a v e n u e s e t le s b o u le v a r d s o ù f l a m b e n t les a p p e ls d e s r é c l a m e s, le so ir d e s villes p le in e s d e v ie d o n t les a r t è res b r i l l e n t a in si q u e d ’im m o b ile s r iv iè re s , le soir p le in d e p o s s ib ilité s d e rê v e s o u d ’a c tio n s : le c t u res a u c o in d u f e u o u d u r a d i a t e u r , les p ie d s d a n s les p a n to u f le s , les y e u x tr a n q u i lle s ; c o n v e r sa tio n s a m ic a le s q u i se p r o l o n g e n t j u s q u ’a u x « p e t i te s h e u r e s » a v e c a c c o m p a g n e m e n ts d e p ip e s ; th é â tr e s , é t r a n g e s c o rb e ille s p le in e s d ’h u m a n ité o ffe rte s à l ’illu sio n d e s je u x d e l ’e s p r it e t d u c œ u r ; c in é m a s o ù d a n s l ’o m b r e d e s rê v e s s ’é c h a f a u d e n t d e v a n t les b a is e r s d e l ’é c r a n , à d e u x d im e n s io n s s e u le m e n t ; c o n f é re n c e s , ca fés, d a n cin g s, etc. E n fin , ég lise s a u ssi q u i s’o u v r e n t p lu s
s o u v e n t p o u r a c c u e illir c e u x q u e n ’a p a is e n t p a s les g e s te s d e la T e r r e !...
... L ’h iv e r, c ’e s t e n c o r e l’a p p e l d e s c im es e t d e s p e n t e ; la g é o m é tr ie p a r f a i t e m e n t c o r r e c te d u ski ; la f a n ta is ie e n a r a b e s q u e s d u p a t i n ; les r e p a s d e c h a s s e u rs d a n s les c la iriè re s, a u t o u r d ’u n f e u d e c a m p ( q u ’ils d is e n t !) ; la jo ie d e s g osses su r le u r « lu g e » ; les b o u le s d e n e ig e q u ’o n a la c r u a u t é d ’in te r d ir e , c o m m e s’il n ’é t a i t p a s d a n s la n a t u r e d e s m io c h e s e t d e la n e i g e d e s’e n t e n d r e c o m m e fé e e t lu tin s !... C ’e s t to u t ce la , l ’h iv e r au x b e a u x b r a s b la n c s . M a is c ’e s t b ie n p lu s e n c o r e : C h a c u n d ’e n t r e n o u s r e c u e ille d a n s sa m é m o ir e le s o u v e n ir d e s h iv e rs d ’a u tre fo is , e t d e s v isa g e s se lè v e n t, q u i n o u s o n t q u it té s d e p u is lo n g te m p s m a is q u i r e v ie n n e n t p e u p le r n o s s o n g e rie s q u a n d le v e n t g é m it ses c h a n sons...
R e n d e z vous cì Sacis Fee
U n slogan touristique, à l’honneur aujourd’hui, dit : « Le Valais, pays des vacances ! »
C ’est bien vrai, et Saas-Fee en apporte une preuve éclatante.
Cette avenante station d u Haut-Valais offre aux visi teurs qui la choisissent comme lieu de séjour une grande variété d ’agréments.
S’ils désirent goûter au repos com plet, rien ne viendra troubler leur quiétude. L a sage défense, qui interdit aux automobilistes de p én étrer dans la station, est un gage de tranquillité. Les voitures sont garées dans des parcs et boxes habilem ent dissimulés, et leurs longues files ne cho qu en t pas la vue des touristes.
Sans avoir à se déplacer, l’hôte de Saas-Fee, conforta blem ent étendu sur une chaise longue, p eu t respirer à pleins poum ons l’air vivifiant descendu des glaciers tout proches.
Celui qui, sans se fatiguer, aime cependant faire de jolies prom enades, n ’a que l’em barras du choix. D e ravis sants chemins sillonnent la riante contrée, à travers champs ou à l’om bre légère des mélèzes et des arolles.
Enfin, l’am ateur de grandes courses et de varappes est comblé. Quatorze « 4000 », masses gigantesques de roc et de glace, sont là à proximité. Les énum érer serait chose fastidieuse... Citons au hasard le Strahlhom , l’Allalin, l ’Alp- hubel, etc. P our escalader ces géants, des guides sym pathi ques, et dont la réputation n ’est plus à faire, m éritent la confiance absolue que l’on m et en eux.
Parler de Saas-Fee sans s’attard er un instant à l’arti sanat des habitants d u village pittoresque serait une grande lacune. E n effet, p e n d a n t l ’hiver, les gens de Saas sculp te n t des meubles et des objets en bois, très appréciés des connaisseurs. L e style Saas-Fee est connu bien au-delà des frontières du Valais.
Saas-Fee, jadis, n ’était q u ’une station estivale dont la flatteuse réputation rem onte loin en arrière. Mais aujour d ’hui, elle a pris un rang honorable dans la liste des sta tions valaisannes d ’hiver. Son épanouissem ent dans ce dom aine va grandissant d ’année en année. Le ski de prin temps est florissant là-haut. Les régions de M attm
ark-C a b a n e B r i t a n n i a e t A l l a l i n h o r n (P h o to K l o p f e n s te in , A d e l b o d e n )
M onte Moro, de Britannia et d e Langefluh offrent un champ inépuisable de merveilleuses randonnées. Une Ecole suisse de ski, très vivante, placée sous la direction du vainqueur et chef de patrouille olym pique Robert Zurbriggen, accueille chaque hiver de nombreux élèves.
Bien entendu, Saas-Fee est dotée d ’un téléphérique au parcours im pressionnant qui, été comme hiver, transporte d ’innom brables clients vers les neiges étemelles.
Nous ne voudrions pas q uitter ce rendez-vous au village des glaciers, qui a su garder son cachet malgré ses am éna gements modernes, sans m entionner le vieux chemin m ule tier, aujourd’hui réservé aux piétons, qui conduit de Saas- G rund à la station réputée. Jalonné p ar les stations d ’un Chemin de croix, abritant des sculptures naïves et précieu ses, et p a r une chapelle aux lignes élégantes, il est un paradis terrestre pour les am ateurs de poésie. Ceux-ci le gravissent à pas lents, s’arrêtant à chaque instant afin de mieux se p én étrer de la paix de ces lieux, où le silence n ’est troublé que p ar la rum eur lointaine du torrent.
Les prospectus touristiques accolent au nom de Saas- F ee celui de « perle des Alpes »... Perle discrète, com me il se doit, mais de valeur assurément ! P. Vailette.
H
H par G. Gay-Crosier P a u v r e s h o m m e s , c o u r b é s sous la lo i d u p lu s fo rt, N e r ê v e z - v o u s la p a i x q u ’a u - d e l à d e la m o r t ? N ’e s t- e lle p o i n t ici, d a n s ces clairs p a y s a g e s , S u r les m o n t s , d a n s les b o is e t s u r ces d o u x r iv a g e s ? P o u r q u o i v o u s l a m e n t e r e t d é t o u r n e r le s y eu x P o u r les l e v e r to u j o u r s v ers la v o û t e d e s c ieu x ? E l l e r é p a n d , c ’es t v r a i, c e t t e l u m i è r e a t t i q u e ,M ais , p o u r q u o i n ’e n t r e v o i r q u ’u n p a r a d i s m y s t i q u e ? D a n s les tr i b u l a t i o n s d e t o u t e u n e e x i s t e n c e , A c h a c u n c ’e s t D i e u s e u l q u i p è s e l ’i m p o r t a n c e ; P o u r q u o i d o n c p e r s i s t e r d e v o u s i m a g i n e r Q u ’u n s o r t p lu s h e u r e u x v o u s e u s s ie z m é r i t é ? V o u s ê t e s la s, j e s a is , d e l u t t e r e t s o u f f r ir , A c c a b l é s p a r vos m a u x , n e s o n g e a n t q u ’à m o u r i r , C r o y a n t t r o u v e r a i lle u r s la d o u c e u r i n f i n ie , A lo rs q u e , p r è s d e v o u s , c h a n t e s o u v e n t la v ie ! V o u s n e v o y e z p a r t o u t q u e c a r n a g e s , h o r r e u r s , C o m b a t s d é s e s p é r é s , r u i n e s e t m a l h e u r s ; C es d é v a s t a t i o n s a u x e f fets e f f r o y a b l e s , T o u t e n v o u s i n d i g n a n t , v o u s f o n t m o i n s p it o y a b l e s ! Si, d u m o n d e , vos p r o c h e s s o n t les p l u s d é c e v a n t s , E l o i g n e z - v o u s d o n c d ’eu x , f u y e z , d o r é n a v a n t , L e p h a r i s i e n , l ’h y p o c r i t e , le p a r j u r e , E t r é f u g i e z - v o u s d a n s la V é r it é p u r e ! M ais p o u r q u o i la c h e r c h e r lo i n d es r é a lité s , N e la v o ir q u ’e n u n c iel a u x s p l e n d i d e s c l a r té s ; O ù , d a n s s o n v r a i c l i m a t , v o tr e â m e li b é r é e , R e v i v r a d a n s la j o i e a r d e m m e n t d é s ir é e ? C e t e s p o ir b i e n f a i s a n t n e d o i t v o u s i n s p ir e r N u l m é p r is d es tr é so r s q u ’il e s t d o u x d ’a d m i r e r ; C a r ce s é j o u r n ’e s t p a s q u ’u n e « V a ll é e d e la r m e s »> ; L e c œ u r d u v r ai c r o y a n t y d o i t t r o u v e r d es c h a r m e s ! S o n g e z à B e e t h o v e n , le c h a n t r e d e la jo ie , A lo rs q u e la d o u l e u r f a i s a it d e lui sa p r o i e ; A V e r la in e , à S c h u m a n n , à to u s ces m a l h e u r e u x Q u i c h a n t è r e n t p o u r t a n t e n a c c o r d s m e r v e il le u x L es m i d is t r i o m p h a n t s , a u b e s e t c r é p u s c u l e s , L e p a r f u m d e l ’œ i l l e t , le b l e u d e s c a m p a n u l e s , E t q u i s u r e n t f o r g e r , c r é e r d e la b e a u t é , T o u t e n s o u f f r a n t d u s o r t l ’i n j u s t e c r u a u t é . L a s, t o u r n e z vos r e g a r d s d es v a i n e s m u l t i t u d e s , V ers le s s o m m e ts n e i g e u x , les p u r e s a l t i t u d e s , O ù t o u t e s p r it se m e u t a v e c a g i lit é D a n s le j o u r r a d i e u x e t la s e u le b e a u t é ! L ’h o r i z o n s u r la m e r v o u s a p p e l l e , v o u s t e n t e , L a b a r q u e e s t là , p a r é e , e t la v o il e e n a t t e n t e , C o m m e u n g r a n d o is e a u b l a n c , s u r les f lo ts e t l’a z u r ; G lis s e z d a n s ce d o u x r ê v e e t v o g u e z ! t o u t es t p u r ! L a n a t u r e , t o u j o u r s , f o r t i f i e r a v o t r e â m e , D e v a n t t a n t d e s p l e n d e u r s , t o u t v o t r e ê t r e s e p â m e Il r e t r o u v e d ès lors p a i x e t f é lic ité ,
E t s e r e p o s e e n f i n d a n s la s é r é n i té . L a B o n té , la P iti é , ces v e r t u s a g i s s a n t e s ,
V o u s f e r o n t t e n d r e alors d e s m a i n s c o m p a t i s s a n t e s , L o r s q u e v o u s r e v e r r e z a u p a y s d u m a l h e u r L e s v is a g e s h u m a i n s s c u l p t é s p a r la D o u l e u r . D a n s le u rs y e u x a s s o m b r is p a r les p l e u r s e t les v e ille s, Vo u s s a u r e z v o ir au s s i les b e a u t é s , les m e r v e il le s , L a l u m i è r e d u c œ u r j a ill ir d a n s les b a s - f o n d s , O ù s o u r d e n t f r é q u e m m e n t d e s s e n t i m e n t s p r o f o n d s . C a r le m a l e t le b i e n v o n t d e p a i r d a n s la v ie , L a h a i n e e t la p a s s io n . — D u d é s ir n a î t l ’e n v i e ; N u l n e p e u t s e f l a t t e r d ’ê t r e u n i q u e m e n t b o n , M ais c h a c u n p e u t d o n n e r l ’A m o u r e t le P a r d o n !
'~ j)ô tîn S O fil& iS rtn S
Lettre à mon ami Fabien, Valaisan émigré
Mon cher,
Mes derniers propos sur l’armée et la politique, tels que je te les ai com mùniqués le mois dernier, ont eu pour résultat de m e classer définitivem ent dans la catégorie des gens peu sérieux. Je vais tout à loisir pouvoir m e ra t traper au jourd’hui puisque nous approchons de la grande fête de Noël.
Le Valais, tu peux en douter, n ’échappe pas plus que d autres pays à la mystique des étrennes qui remplace peu à peu le mystère lui-même.
Le coup est classique. Ç a commence à la Saint-Nicolas, heureux précurseur du père Noël, qui tous les deux d ’ail leurs se confondent dans l’esprit des enfants. Ils apparais sent sous les traits d ’u n vieux barb u à la m ine égrillarde portant capuchon, hotte à jouets, verges et bâton de pèle rin. C’est tout juste s’il ne sent pas l’alcool 1
Personnage mystérieux, qui em prunte m êm e parfois l’hélicoptère, il représente en fait l ’ensem ble des détenteurs de porte-m onnaie vers lesquels une offensive de grand style est lancée p a r nos braves commerçants.
Je lis depuis un mois les propositions q u ’ils nous font, car — dois-je le préciser ? — je suis le m ouvem ent et m ’a p prête aussi à offrir des cadeaux. La suggestion la plus ori ginale que j’aie trouvée consiste en un livre de comptes q u ’un mari p o urrait do n n er à sa fem me pour lui perm ettre de mieux tenir ceux du ménage. Je n ’ai, depuis lors, plus eu beaucoup de peine à arrêter m on choix.
Mais décem bre nous réserve d ’autres agréments. Ainsi a com mencé la saison du hockey qui p ren d des proportions appréciables depuis que le Valais s’offre q ua tre patinoires artificielles et un nom bre im portant d ’équi pes cotées.
E n fait, le C anada joue un rôle déterm inant dans cette affaire. E h oui ! ce pays qui s ’était borné jusqu’ici à nous procurer des greffes de pommiers produisant des fruits de qualité, nous envoie aujourd’hui ses « meilleures cannes », pour rester dans le style sportif.
E t ces talentueux personnages, payés à prix d ’or, n ’hési te n t pas à se b attre les uns contre les autres, en s ’entou rant de joueurs satellites valaisans qui gardent l’impression de défendre des couleurs locales, to u t en donnant à leurs congénères américains l’occasion de faire, au profit de leur pays, de l’exportation invisible.
POUR VOS CADEAUX
Notre standing sportif s’accroît dès lors de rem arquable m anière et cela a pour effet de dispenser les milliers de spectateurs qui accourent aux matches de pratiquer le sport eux-mêmes.
Prends un instant pour assimiler ce bref exposé sur le hockey et suis-moi dans un autre domaine.
Ce mois béni est égalem ent celui des boucheries. C ’est l ’époque où de nombreux Valaisans tu e n t le cochon. Cela se passe selon des rites qui ne varient guère, dans une atmosphère d e graisse fondue, de sang frais et aussi de fendant q u ’absorbent les acteurs pour lutter contre l’écœ ure ment.
Mais tout s’efface devant la perspective de jambons, de « bedanes » et de saucisses pendues au galetas, le tout p ré paré selon des recettes transmises depuis des générations et que les professionnels les plus astucieux n ’ont jamais pu reconstituer.
Il existe même, pour ceux que l’élevage d ’un cochon répugne, une foire au lard à Martigny-Bourg où l’on peut, à un jour fixé de temps immémorial, trouver déjà du tout tué. C ’est d ’ailleurs égalem ent jour de liesse en cette loca lité où tout est motif à joie carnavalesque.
E t m aintenant, si un dîner de salé ne s’impose pas à tes papilles raffinées, c’est q ue tu ne comprends plus rien aux choses de ce pays.
J ’ai peur d e continuer avec mes potins, car je crains d ’aboutir à de cruelles associations d ’idées. Mais je me dois p o u rtan t de t’informer de tout ce qui traduit l’ém an cipation de ton canton d ’origine.
Ainsi, récemment, la presse annonçait un défilé de mode destiné à présenter de la lingerie fine pour dames. L a tru culence d ’une pareille initiative ne t’échappe point.
Il en est d ’autres qui, pour être moins troublantes, sont plus hardies. E t pour preuve l ’idée lancée à Sion d'installer un ascenseur perm ettant de se rendre à Valére sans effort. Il faut bien m archer avec notre génération qui, elle, ne marche plus !
A part cela, pas grandes nouvelles. Je te signale simple m ent au passage que le hula-hoop a fait aussi son appa rition chez nous et que pour rétablir l’équilibre intellec tuel les universités populaires ont recommencé leur activité. Ainsi le Valais se cultive dans toutes les acceptions du terme. La culture des champs, qui nous a conduit cette année à des récoltes de pommes jugées excédentaires p ar ceux-là même qui s’apprêtent à faire ample provision d ’oranges à l’occasion des fêtes, n ’est donc plus seule à nous préoccuper.
Deux mots, pour terminer, sur le brouillard. Nous en avons été doté cette année d ’une manière exceptionnelle durant plus de deux semaines, en plaine du moins. Quelle gifle pour le pays du beau fixe 1 On se perd en conjectures sur les causes de ce phénom ène rare. On a néanmoins trouvé deux accusés : les grands barrages (mais il paraît que c ’est m étéorologiquem ent faux) et les essais nucléaires qui, depuis quelques années, expliquent à peu près tout.
Mais à Sion, si je m ’en réfère à des avis autorisés, on s’en est réjoui : la ville a été épargnée dans le même temps du bruit des avions. E t ceci console de cela.
Bien à toi et joyeux Noël !
1 DIVA"
* r toute une gamme de
liqueurs surfines
! dans d’élégants flacons.
/
AVEC LE SOURIRE
D epuis q u e la m achine à écrire a rem placé la plum e, on envoie moins de lettres d ’am our q u e de circulaires.
E t puis, il y a le téléphone.
D e nos jours, u n e fem m e com m e M me d e Sévigné serait p e n d u e à l’appareil, d u m atin au soir, p o u r raconter à sa fille e t à ses amis les potins d e la ville, e t l’adm inistration des P TT , qui a installé p a rto u t l’autom atique, n e pourrait m êm e pas s’enchanterv d u ta le n t d e son abonnée !
Com m e disent les bons chroniqueurs, « on frém it à la pensée » de tous les propos galants, m inaudages, aperçus p iq u a n ts q u ’éc h an g e n t ta n t d ’interlocuteurs e t d o n t aucun n e p e u t plus enrichir les lettres.
Je vous l’accorde :
Sur ces milliers d e com m unications, un nom bre im p o rta n t n e revêt guère d e caractère artistique, e t si beau co u p de fem m es o n t l’esprit v raim en t prim esautier elles m a n q u e p t d e style, mais...
E t c ’est là q u e j’en voulais: venir :
Q u ’u n e seule à E challens, à G rim isuat ou à M orges ait a u ta n t de génie inventif, d e feu dans l’im provisation, d ’ingéniosité dans le to u r de ph rase q u e M mc de Sévigné, e t l’on devrait dépldrer q u e ta n t de dons fussent perdus p our la postérité.
Voilà qu i justifierait les tables d ’écoute.
Si parfois vous m e voyez triste e t désem paré, c’est q u e je suis con vaincu, q u a n d le réseau sem ble em bouteillé, q u e des m ots définitifs n ’o n t q u ’u n e audience restreinte alors q u ’ils m é riteraien t d ’inspirer des générations d ’étudiants.
L e siècle actuel a certain em en t sa Sévigné q u elq u e p art, dans une cabine téléphonique, en tre Saint-M aurice e t Brigue, qu i se fait m audire p a r des béotiens p arc e q u ’elle s’a tta rd e à b a v a rd e r et q u ’ils ont, eux, u n e com m ande d e v iande à passer !
E t ce sont des inform ateurs sans ta le n t qu i rac o n ten t les accidents d e véhicules...
N avrant. ° ° 0
Les grands journaux, fort heureusem ent, font ce q u ’ils p e u v e n t pour divulguer les confidences q u e M mc d e Sévigné naguère, et plus ta rd les C oncourt, transform aient en joyaux littéraires.
L a fam ille royale d ’Angleterre, le prince d e M onaco, les artistes de ciném a diffusent leurs peines d e cœ u r ou leurs joies à des millions d ’exem plaires.
Bel e t louable effort.
P ar m alheur, ils n e fournissent q u e la m atière prem ière e t les p lum i tifs appelés à en tirer p a rti n e se révèlent, en général, q u e d e médiocres écrivains.
E t p o u rta n t !
Quelle m erveille n ’aurait-on pas p u ciseler, en p a rta n t d ’u n chagrin com m e celui de la Soraya !
C ’est dom m age, en vérité, q u e les Sévigné d ’au jo u rd ’hu i — fem m es ou hom m es — au lieu d ’engager le dialogue avec des gens d e qualité, n e s’adressent q u ’à des concierges.
Supposez q u ’on ait connu, au siècle dernier, les grands moyens de diffusion d o n t nous pâtissons au jo u rd ’hui, la presse à grand éclat aurait titré sur cin q colonnes l’aventure d e G eorge Sand e t d ’Alfred d e Musset.
E t nous n ’aurions pas eu les « N uits ».
Oui, croyez-moi, la m achine à écrire, le journal à puissant tirage, le téléphone et le télégraphe on t coupé pas m al d ’élans, e t je crains q u e le d ernier m o t d u siècle où nous vivons n e soit « Stop... » ou « Allô ! ».
L es gens q u i sont si pressés d ’annoncer au m onde entier leurs m a ria ges, leurs ru p tu re s, leurs divorces e t leurs réconciliations n e p eu v e n t tous être poètes et s’ils choisissent p our confident u n journaliste, au moins devraient-ils s’assurer d e ses dons personnels.
O u alors, leurs m ésaventures q u i pou rra ien t être si précieuses pour la cu ltu re classique risq u en t d e som brer dans le style des com ptes rendus d u T o u r d e F ra n c e !
E t ce serait dom m age, à la fois, et p o u r ces grands sensibles d o n t la notoriété n e dépasserait pas notre époque, e t p our les lettres.
C ’est bie n p o u r cela, d ’ailleurs, q u e j’attends pour vous narrer mon douloureux calvaire en 1941 avec N inette, d e tenir la grande form e e t q u e je fais mes gam m es !
c l
EN FA M ILLE AVEC M ADAM E ZRYD
Explorer la forêt en décembre, c ’est courir la chance de rencontrer des touffes d’ellébore qui dressent leur feuillage vigoureux au-dessus des herbes pourries et des squelettes de graminées. Seules vivantes dans le sous-bois grisâtre, elles sem blent claironner : « Espoir pas mort ! »
A ceux qui les croient, elles offri ront bientôt leurs roses de N oël couleur de houblon. Aux autres, ces pessim istes, ces inquiets, elles rap p ellen t par leurs graines qu’il est des cures m entales salutaires.
C om m e on voudrait en adm inis trer, de ces grains d ’ellébore, à ces semeurs de panique qui sévissent autour d e nos enfants !
Trois grammes à ceux qui les ter rorisent en leur parlant du diable, sans leur inspirer confiance dans leur an ge gardien ; trois grammes à ceux qui détaillent avec sadisme l’A pocalypse, sans leur lire les B éa titudes ; trois grammes à ces obsé dés qui décrivent com plaisam m ent les horreurs d’une guerre éven tuel le, dans l’espoir naïf d ’élever une génération pacifique.
Trois grammes, ce n’est pas as sez ; il faudrait une dose supplé
mentaire pour leur permettre de découvrir ce principe élém entaire : toute crainte est négative et gén é ratrice d’agressivité.
On dirait parfois que ces adultes se déchargent de leur propre far deau d’angoisses informulées sur nos pauvres enfants. D an s ce cas, nous n’aurions guère fait de progrès depuis les Gaulois qui ne crai g naient que la chute du ciel, et se déclaraient au m oins prêts à l’ac cueillir sur leurs lances.
Les siècles qui nous séparent de ces fiers païens nous ont pourtant apporté des raisons d’espérer, et je ne vois pas com m ent le m essage de B ethléem favoriserait la peur et le doute.
Il n’est pas question ici d e ron ronner un élo g e au confort moral, de chanter un hym ne béat à l’indo len ce spirituelle. Mais la lucidité aussi d evien t stérile si elle aboutit sur le désespoir.
D e grands mots ? Je ne serais peut-être pas si véhém en te si nous n ’avions pas surpris, à une réunion d ’enfants, ce m ot navrant prononcé par un luron, connu pourtant pour
son solide bon sens : « Si la guerre vient chez nous, je m e tue ! »
Pas un seul des petits camarades n ’a protesté.
N ou s en sommes là : devant l’an goisse dont on les charge, sans sou ligner les très réelles raisons d’esp é rer, ces petits n e voien t qu’une solu tion : la fuite, la démission.
Il fallait qu’on l’écrive, qu’on plaide auprès d es responsables la cause de la confiance et de la sécu rité.
Jusqu’à démonstration du con traire, je persisterai à croire, quels que soient les temps dans lesquels nous vivrons, qu’ils nous offrent suf fisamment d e chances pour sortir victorieux de notre aventure de chrétien, et q u e c’est là l’essentiel.
Si nous insistions sur ce point, au lieu d’effrayer jusqu’au décourage ment ?
L a crainte n ’est que le com m en cem ent de la sagesse. Pourquoi v ou loir l’ériger en vertu théologale et lui faire éclipser l’espérance ?
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La page économique de «Treize Etoiles :
L ' A N N É E F R U I T I È R I
Statistique d es expéditionsAsperges . .
Fraises . . .
Abricots . . .
Tomates . .
Choux-fleurs
Poires . . . .
Pommes . . .
T o n n e s302
5.295
5.077
7.278
3.012
15.000°
22
.
000
“
Total 1958 . 57.964
0 C h if f r e s p r o v is o ir e s. Com paraisons T o n n e s 1934 . 8.842 1949 . . 24.492 1950 . . 21.393 1951 . . 26.731 1952 . . 26.670 1953 . . 31.200 1954 . . 26.901 1955 . . 30.943 1956 . . 43.054 1957 . . 19.946 Ìteurs, qui en prennent quelque 2 % millions de
kilos à un très bon prix. La Louise-Bonne, en
revanche, dont on récolte 5 millions de kilos, est
logée à la même enseigne que la grande majorité
des poires et des pommes ; le marché est en panne
et les prix sont en baisse partout. Arrivent 16 mil
lions de kilos de Reinettes du Canada — notre
grande spécialité — dont la plus grande partie reste
à négocier. Un mot encore sur la tomàte, dont la
forte production connaît des hauts et des bas et
qui, cette année, s’est soldée par un échec partiel
— prix rognés à l’extrême, 200-300 tonnes d ’inven
dus. L’année se termine de façon pessimiste sur
les dernières cotations des pommes et des poires :
\
L ’asperge est sans histoire, si ce n’est que cette
culture continue à rétrograder. Les producteurs
ont touché Fr. 2.30, puis 2.10 pour le 1er choix.
Les fraises se sont également bien vendues, valant
aux maraîchers Fr. 1.30 et 1.35, et de même la
bonne récolte d ’abricots, payés Fr. 1.13 à la pro
duction, tous ces prix s’entendant pour le 1er choix.
Les difficultés commencent avec les pommes et
poires d ’été, qui encombrent les dépôts. C’est que
toute l’Europe va se trouver submergée par les
fruits à pépins. La Suisse, pour sa part, récoltera
20 à 23.000 wagons de pommes de table, le dou
ble de ce qu’elle consomme. En Valais, pommes
et poires remplissent 3700 wagons de 10 tonnes,
chiffre qui dépasse toutes les prévisions. Malgré
cela, 8 millions de kilos de poires Williams, cotées
50 et. à la production (1er choix), s’enlèvent sans
trop de mal, en particulier grâce à nos
distilla-Bourse des fruits
Prix valables dès le début de la récolte POIRES p r o d u c t i o nP r ix à la
Louise-Bonne Cl. I —.25
Cl. II libre Passe-Crassane, Beurré Bosc, Cl. I —.40 Doyenné d ’Hiver, du Comice Cl. II libre POM M ES Gravenstein Cl. I —.33 à —.40 Cl. II libre Remette du Canada Cl. I —.28 Cl. II —.17 Franc-Roseau CI. I —.42 , ,
o /
Cl. II libre Remette Champagne Cl. I —.34 Cl. II libre Saxon, le 26 novembre 1958.y
N u it é e s e n r e g i s t r é e s en V a la is
d a n s les h ô te ls e t p e n s io n s
Saison d'hiver
Saison d'été
1956/57 1957/58 1957 1958
Décembre
Janvier
F évrier
Mars
Avril
80.517
90.817
117.076
115.060
73.500
81.675
101.348
131.632
84.396
108.437
+
1.158
+ 10.531
+ 14.156
— 30.664
+ 34.937
Juin
Juillet
Août
Septembre
117.777
320.922
390.116
106.457
105.818
299.990
370.537
123.304
— 11.959
— 20.932
— 19.579
+ 16.847
476.970
507.488
+ 30.518
935.272
899.649
— 35.623
16V ;"
c
:
t/
V
. \
'
z VET V I N I C O L E
1 9 5 8
Statistique officielle des vendanges
Rouge .
Blanc .
Récolte totale
6.619.898
25.174.274
31.794.172
4.964.923
20.139.419
25.104.342
Détail de la production en kilos
et degrés moyens
kg. ° O c c h s léPinot noir .
3.866.848
89,0
Camay . . . .
1.961.622
82,2
D o le ...
688.658
88,3
Rouge du pays .
42.083
79,2
Hybrides
27.318
80,1
Autres rouges
33.369
80,4
Johannisberg .
5.419.332
81,3
Fendant
18.854.305
78,2
Ermitage
364.833
86,0
Malvoisie .
313.592
98,5
Arvine . . . .
70.809
81,0
Amigne . . . .
49.658
93,6
Muscat . . . .
15.031
85,6
R è z e ...
10.764
74,0
Riesling
40.848
81.5
Humagne .
2.925
90,9
Heida
. . . .
1.493
82,2
Pinot blanc
560
104,5
Autres blancs .
30.124
64,6
Total en kg. .
31.794.172
Encavages em egistrés depuis 1952
A n n ée R o u g e B la n c T o t a l e n litr es 1952 2.021.325 17.512 541 19.533.866 1953 1.776.262 19.390 711 21.166.973 1954 2.736.476 21.674 525 24.411.001 1955 3.111.245 23.496 197 26.607.442 1956 3.215.045 15.661 939 18.876.984 1957 2.533.968 14.786 264 17.320.232
Degrés moyens depuis 1952
A n n é e P i n o t n o ir C a m a y F e n d a n t J o h a n n i s b e r g 1952 99,2 91,4 87,9 89,8 1953 98,1 94,1 84,8 87,4 1954 89,4 83,5 79,5 80,4 1955 92,3 84,1 79,6 83,1 1956 89,1 83,7 79,6 83,9 1957 92,7 86,7 79,8 88,7 1958 89,0 82,2 78,2 81,3 1952-1958 92,83 86,53 81,34 84,94 ( P h o to D a r b e l l a y , M a r ti g n y )
Le coin clu lecteur
La v in g t -c in q u iè m e p h o to g ra p h ie
M mc N o ëlle Berrà, 26, avenue Beaulieu, à Lausanne, nous rappelle qu’elle est depuis sept ans abonnée à « Treize Etoiles ». Sa charmante lettre fait allusion à un concours de photographies organisé l’année dernière par des com merçants lausannois à la rue de la M adeleine : il s’agissait de reconnaître les sujets de vingt-cin q photographies de l’U nion valaisanne du tourisme. Sur ces vingt-cinq photo graphies, et grâce en particulier à sa fidélité à « Treize Etoiles », M mo Berrà en a reconnu vingt-quatre et elle a obtenu un prix. E lle écrit : « Il y avait une très belle photo de Surfrête (Chemin) Martigny, avec un groupe de bou leaux et le fond des m ontagnes de Verbier ; je ne l’ai pas reconnue. Je suis m ontée dernièrement à Surfrête. C ’est un site m agnifique et peu connu. Je vous serais infiniment reconnaissante si vous pouviez, une fois, faire paraître dans « Treize E toiles » cette belle photo, qui m ’a donné tant de mal au concours ! »Eh bien, chère Madame Berrà, voici la photographie en question. M erci de tout cœur pour votre attachement à « Treize E toiles », et ne m anquez pas de reprendre de temps à autre la plu m e pour nous donner des nouvelles.