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(1)

W O R L D H E A L T H ORGANIZATION

C O N S E I L E X E C U T I F

Trente-septième s e s s i o n

Point 2,12 de 11 ordre d u jour provisoire

O R G A N I S A r ¡ Ü N M O N Ü i A L c

DE LA SANTÉ

E B 3 7 / 5 7

2 5 décembre 1965 O R I G I N A L : A N G L A I S

C O N F E R E N C E INTERNATIONALE P O U R LA Ш1ТШУЕ R E V I S I O N D E LA CLASSIFICATION INTERNATIONALE D E S M A L A D I E S

R a p p o r t d u D i r e c t e u r général

..._ . . . . . - - — —

1 , Introduction

L e s travaux p r é p a r a t o i r e s de la Huitième R e v i s i o n de la C l a s s i f i c a t i o n internationale des M a l a d i e s (CIM) avaient commencé e n 1961. Le S o u s - C o m i t é de la C l a s s i f i c a t i o n des Maladies (du Comité d'experts des Statistiques s a n i t a i r e s ) a tenu d e u x r é u n i o n s , l'une en 1961, 1'autre e n 1 9 6 3 , p o u r étudier la p r é p a r a t i o n de cette huitième r e v i s i o n . Les premier et deuxième rapports d u S o u s - C o m i t é

(WH0/hs/iCd/22 et 50) ont été distribués a u x E t a t s M e m b r e s , q u i étaienj: p r i é s de

. _ .; - . -

p r é s e n t e r leurs observations" et suggestions sur les p r o p o s i t i o n s faites au s u j e t d e s diverses sections de la C l a s s i f i c a t i o n internationale d e s M a l a d i e s . R é u n i en octobre-novembre 1 9 6 4 , le Comité d'experts des Statistiques sanitaires a examiné les observations reçues d e s différents pays e t de diverses autres soiirçes s u r les modifications proposées p a r l'OMS et il a formulé d o s recommandations p r é c i s e s en vue de la h u i t i è m e r e v i s i o n . Le neuvième rapport d u Comité d1e x p e r t s des Statistiques sanitaires (ШО/HS/ICD/7^.65) et les p r o p o s i t i o n s établies à p a r t i r de ses recom- mandations ont été distribués aux E t a t s M e m b r e s et ont servi de d o c u m e n t de b a s e à la Conférence internationale p o u r la H u i t i è m e R e v i s i o n de la C l a s s i f i c a t i o n inter- nationale d e s M a l a d i e s •

2 , La Conférence

L a Conférence a p a s s é en revue les p r o p o s i t i o n s qui l u i é t a i e n t soumises (VJHO/HS/ICD/74• 65 A d d . 1 - 1 7 ) et a suggéré p l u s i e u r s m o d i f i c a t i o n s . Outre la

Huitième R e v i s i o n et les questions a p p a r e n t é e s , telles que le R è g l e m e n t de N o m e n - clature de lf0 M 3 , elle a étudié les faits n o u v e a u x intervenus en matière de statis- tiques sanitaires à échelon n a t i o n a l et international•

(2)

E B 3 7 / 5 7 Page 2

E l l e a recommandé que la liste proposée p a r le s e c r é t a r i a t , telle qu'elle l'a m o d i f i é e , constitue la H u i t i è m e R e v i s i o n de la C l a s s i f i c a t i o n internationale des M a l a d i e s • E l l e a r e c o m m a n d é e n outre que le R è g l e m e n t de N o m e n c l a t u r e de l'OMS soit r é e x a m i n é compte tenu de la H u i t i è m e R e v i s i o n et des observations formulées ps.r la c o n f é r e n c e , p o u r que 1 A s s e m b l é e mondiale de la S a n t é puisse y a p p o r t e r les m o d i f i - c a t i o n s n é c e s s a i r e s •

Comme d a n s le cas des revisions p r é c é d e n t e s , il incombe à l'OMS d1 établir e t do p u b l i e r la v e r s i o n revisée d u M a n u e l de la C l a s s i f i c a t i o n internationale des M a l a d i e s , e n anglais., en f r a n ç a i s , e n e s p a g n o l , e t , si cette p r o p o s i t i o n est acceptée e n r u s s e . Il conviendrait que des exemplaires d u M a n u e l soient mis à la d i s p o s i t i o n d e s p a y s au d é b u t de 1967 p o u r leur permettre de p r é p a r e r les versions nationales q u i d o i v e n t p a r a î t r e dans d1 autres l a n g u e s .

Le r a p p o r t de la Conférence internationale p o u r la H u i t i è m e R e v i s i o n de la C l a s s i f i c a t i o n internationale d e s M a l a d i e s est joint a u p r é s e n t d o c u m e n t . Comme les m o d i f i c a t i o n s apportées lors de la H u i t i è m e R e v i s i o n figureront dans la v e r s i o n r e v i s é e d u M a n u e l de la C l a s s i f i c a t i o n internationale d e s M a l a d i e s , avec les p a r t i e s c o r r e s p o n d a n t e s d u t e x t e , le r a p p o r t ne sera pas p u b l i é , mais d i s t r i b u é aux E t a t s M e m b r e s comme d o c u m e n t de conférence sous forme m i m é o g r a p h i é e •

R e c o m m a n d a t i o n

C o n f o r m é m e n t au p r é c é d e n t établi lors de la Septième R e v i s i o n ,1 le C o n s e i l e x é c u t i f v o u d r a peut-être adopter une r é s o l u t i o n ainsi conçue :

"Le C o n s e i l e x é c u t i f ,

A y a n t examiné le rapport de la Conférence internationale p o u r la

H u i t i è m e R e v i s i o n de la C l a s s i f i c a t i o n internationale des M a l a d i e s , q u i s'est tenue à Genève e n juillet 1 9 6 5 , 、 2

1 R é s o l u t i o n EB17*R19* R e c u e i l des résolutions et d é c i s i o n s , huitième é d i t i o n , p a g e s 1 2 - 1 5 .

一 A n n e x e a u d o c u m e n t E B 3 7 / 5 7 .

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EB37/37 Page 3

IU P R E N D ACTS avec satisfaction d u t r a v a i l a c c o m p l i p a r la conférence;

2- T R A N S M E T le r a p p o r t à la D i x - N e u v i è m e A s s e m b l é e mondiale de la Santé;

A P P E L L E l ' a t t e n t i o n de l'Assemblée sur :

a ) la r e c o m m a n d a t i o n , formulée p a r la C o n f é r e n c e , de d o n n e r e f f e t à la H u i t i è m e R e v i s i o n de la C l a s s i f i c a t i o n internationale d e s Maladies à p a r t i r d u 1er janvier 1963;

b ) la n é c e s s i t é dfu n R è g l e m e n t a d d i t i o n n e l p o u r l a mise e n vigueur de la Huitième R e v i s i o n de la C l a s s i f i c a t i o n internationale d e s Maladies; et P R E N D ACTE des arrangements que 1G D i r e c t e u r g é n é r a l est en train de

p r e n d r e p o u r p r é s e n t e r le p r o j e t de R è g l e m e n t a d d i t i o n n e l à la Dix-Neuvième A s s e m - blée mondiale de la S a n t é , et p o u r p r é p a r e r des versions revisées d u M a n u e l de la Classification internationale des M a l a d i e s , "

(4)

EB37/37 ANNEXE

CONFERENCE INTERNATIONALE POUR LA V.JHo/hs/8 Rev.Conf./ll.65 HUITIEME REVISION DE LA CLASSIFICATION

INTERNATIONALE D E S MALADIES Genève, 6-12 juillet 1965

RAPPORT

Sommaire

‘ Page 1 . HUITIEME REVISION DE LA CLASSIFICATION INTERNATIONALE D E S

MALADIES (CIM)' 4 1.1 Structure générale de la Classification . . . . . • 4

1.1.1 Système de chiffrage de la CIM 4 1.1.2 Classification des symptômes . . . . 6

1.1.5 Notes accompagnant les rubriques de la CIM . . . 6 i •

1.1.4 Rubriques supplémentaires » , . 6

1.2 Rubriques et sous-rubriques de la C I M 7

> - *

1 - 5 Mise au point définitive d u Manuel • • • • • • • • • 7

2 . AUTRES QUESTIONS BELATIVES A LA CLASSÎKÈCATION 7 2,1 Modèle international de certificat médical de la cause

de décès • • • • » • • , . • • • • • • •,• • • •,. • • • 7 2#2 Listes pour la mise en tableaux des causes de morbidité et

de mortalité 8 2 . 3 Règlement de Nomenclature de 1‘OMS • • • • • • • • • • • • • • 9

2•斗 Adaptation de la Classification aux fins de 1cas hospitalisés selon le diagnostic 10 1 indc-xage des

(5)

W H O / H S/ 8 Rev.Conf./ll.,65 Page 2

Page

2.5 Mise en tableaux et analyse par causes multiples 11 2.6 Règles de sélection de la cause de décès • , , • 12 2.7 Définitions et autres q u e s t i o n s-r e l a t i v e s à la morbidité et

à la mortalité périnatales 12 2.7.1 Définition de la mort foetale 12

2.7.2 Définition de la période périnatale • • 1J 2,7•;5 Enregistrement des causes de décès périnatal • • • • • • 13 2.7-^ Enregistrement d'autres données concernant la période périnatale • • • • • •, •,• - • • « • • 14

2.8 Publication du Manuel revisé , • • 15

• . . • r . « - ? '

FAITS NOUVEAUX INTERVENUS E N MATIERE DE STATISTIQUES SANITAIRES A

L1 E C H E L O N . NATIONAL E T • INTERNATIONAL • • ^ 15 3 . 1 Rolé de dans le développement des statistiques

sanitaires — 15 5*2 Statistiques hospitalières 16

. . » • • ^ *

» Conséquences des progrès réalisés dans le traitement automatique

.de 11 information - 17

CoOTiissions -national-es- de -statistiques démographiques' et

sanitaires lB

(6)

WHO/fes/8 Rev.Conf./ll.65

Page 9

La Conférence internationale pour la Huitième Revision de la Classification internationale des M a l a d i e s , convoquée p a r 1fO r g a n i s a t i o n mondiale de la Santé, s'est tenue au—Palais des N a t i o n s , à G e n è v e , d u б au 12 juillet 1 9 6 5 , Y ont participé des délégués des Etats Membres et du Membre associé ci-après :

Mali ‘.

Norvège Pays一 B a s Pologne Portugal

République fédérale d'Allemagne Roumanie

Royaume-Uni de Grande-Bretagne et d1I r l a n d e du Nord

Suède Suisse

Tchécoslovaquie Thaïlande

Togo

Union des Républiques socialistes soviétiques

Venezuela Yougoslavie

Ile M a u r i c e , Membre associé Arabie Saoudite

Australie Autriche Bulgarie Canada Danemark Espagne

Etats-Unis àfA m é r i q u e Finlande

France Ghana Guatemala Hongrie Inde Iran Israël Italie Japon Koweït Madagascar

L1O r g a n i s a t i o n des Nations Unies et le B u r e a u international d u Travail, de même que trois organisations n o n gouvernementales : la Ligue internationale des Sociétés dermatologiques, la Société internationale de Cardiologie et 1'Union internationale contre le C a n c e r , ont envoyé des représentants à la Conférence»

L a liste des participants figure dans lf annexe 1 ao. présent r a p p o r t . .

. . „ : .一—•— — —

Le D r P . D . D o r o l l e , Directeur général adjoint de l'Organisation mondiale de la Santé, a ouvert la Conférence au nom du Directeur g é n é r a l . Il a été convenu que les séances seraient publiques et que l'on appliquerait, pour la conduite des d é b a t s , les dispositions du Règlement a p p l i c a b l e — ^ ^ JXomlIfciás—ciAexpepts)- à l1 exception de l'article 3 , ainsi que les articles 4,, et 45 d u Règlement intérieur d u

Conseil exécutif.

(7)

WHO/HS/8 ReV. Conf. /11.65 Page 4

L a C o n f é r e n c e a é l u P r e s i d e n t

V i c e - P r é s i d e n t s

M , M , R e e d , R e g i s t r a r G e n e r a l f o r E n g l a n d and W a l e s , G e n e r a l R e g i s t e r O f f i c e , R o y a u m e - U n i d e G r a n d e - B r e t a g n e e t d ' I r l a n d e d u N o r d

le D r F , E- b i n d e r , D i r e c t o rP N a t i o n a l C o n t e r f o r H e a l t h S t a t i s t i c s , E t a t s - U n i s d A m é r i q u e

le D r 4 • K . O v c a r o v , C h e f , D é p a r t e m e n t d e s S t a t i s t i q u e s s a n i t a i r e s d e l ' I n s t i t u t S e m a s h k o d A d m i n i s t r a t i o n s a n i t a i r e e t d ' H i s t o i r e de la Médecin。, U n i o n d e s R é p u b l i q u e s s o c i a l i s t e s s o v i é t i q u e s

le D r D , C u r i e l , a n c i e n m é d e c i n - c h e f , D i v i s i o n d e s S t a t i s t i q u e s é p i d é m i o l o g i q u e s e t d é m o g r a p h i q u e s , M i n i s t è r e d e la S a n t é , V e n e z u e l a

le D r A u b e n q u e ^ C h e f , D i v i s i o n d e s S t a t i s t i q u e s s a n i t a i r e s , I n s t i t u t n a t i o n a l d e la S t a t i s t i q u e et d e s E t u d e s économiques, P r a n c e

le D r R , H . C , W e l l s , F i r s t A s s i s t a n t D i r e c t o r - G e n e r a l , C o m m o n w e a l t h D e p a r t m e n t o f H e a l t h , A u s t r a l i e .

, ,

1

L a C o n f é r e n c e a a d o p t é l ' o r d r e d u j o u r q u i , e n p l u s d e la

H u i t i è m e R e v i s i o n d e la C l a s s i f i c a t i o n i n t e r n a t i o n a l e d e s M a l a d i e s et d e s q u e s t i o n s c o n n e x e s ^ c o m p r e n a i t dfa u t r e s p o i n t s d é c o u l a n t d e 11 é v o l u t i o n d e s s t a t i s t i q u e s s a n i t a i r e s s u r le p l a n n a t i o n a l e t i n t e r n a t i o n a l#

R a p p o r t e u r s

1 . H U I T I E M E R E V I S I O N D E L A C L A S S I F I C A T I O N I N T E R N A T I O N A L E D E S M A L A D I E S (CIM) 1 , 1 S t r u c t u r e g é n é r a l e de la C l a s s i f i c a t i o n

A v a n t do p a s s e r a u x p r o p o s i t i o n s d e r e v i s i o n r e l a t i v e s a u x d i v e r s c h a p i t r e s , la C o n f é r e n c e a e x a m i n é q u e l q u e s a s p e c t s g é n é r a u x d e l a C I M .

1 , 1 , 1 S y s t è m e de c h i f f r a g e de la C I M

L a C o n f é r e n c e a p r i s n o t e d e s o b s e r v a t i o n s f o r m u l é e s p a r le C o m i t é

、 2 、 d1e x p e r t s d e s S t a t i s t i q u e s s a n i t a i r e s d a n s son n e u v i è m e r a p p o r t t o u c h a n t le s y s t è m e

1 W H O / H S / 8 R e v , C o n f . / 7 . 6 5 .

2 W H O / H S / I C D / 7 4 , 6 5 .

(8)

ШО/HS/Q Rev.Conf./ll • 65 Page 5

de chiffrage et a souscrit à l'opinion selon laquelle les r u b r i q u e s à…trois chiffres doivent constituer ,fla structure fondamentale de la C I M dans ses. multiples applica- t i o n s " . E n ce qui concerne le quatrième chiffre, le Comité d1e x p e r t s avait précisé ce q u i suit :

"Le quatrr-.ème chiffre sert à o-Tteni;.1 \me nlus GTaiide spécificité à l^inté- rîeur des rubriques à trois chiffres. Le degré de spécificité nécessaire varie selon les applications de la C I M , Il est plus g r a n d , par exemple, p o u r

11i n d e x a g e des cas selon le diagnostic et p o u r les études spéciales que p o u r les usages statistiques courants» E n outre^ le degré de spécificité à obtenir dans les divers chapitres do la Classification varie suivant les pays et les r é g i o n s . Il faut donc n o n SGulomon'T QUE le. C I M сoniprenrÍG les subdivisions à quatre chiffres qui sont essentielles et d é s i r a b l e s , mais aussi que les pays aient toute latitude p o u r les utiliser ou n o n , voire p o u r établir eux-mêmes des subdivisions répondant à leurs besoins p a r t i c u l i e r s . Le Comité a cependant estimé que la structure à quatre chiffres recommandée p o u r l'usage interna- tional conviendrait dans la plupart des cas et que les pays n1a u r a i e n t que rarement h s'en écarter• Tous les écarts p a r rapport aux subdivisions à quatre chiffres de la CIM devront etre indiqués clairement; en aucun cas ils ne devront affecter le contenu des rubriques à trois chiffres correspondantes.t f

L a Conférence a reconnu .la nécessité d'une certaine souplesse dans lfe m p l o i du quatrième chiffre^ bien qu'il fût évident que pour quelques chapitres, par

exemple celui dos causes de morbidité et de mortalité périnatales, les statistiques n1a u r a i e n t de signification qu'avec u n système à quatre chiffres. T o u t e f o i s , le risque d‘abus a été pris en considération, La Conférence a estimé qu'il ne faudrait

recourir à la latitude de modifier les subdivisions à quatre chiffres que dans des

circonstances exceptionnelles, lorsque les quatrièmes chiffres recommandés p o u r 1'usage international seraient manifestement inadéquats et ne pourraient être

complétés par d'autres rubriques à quatre chiffres susceptibles de répondre aux fins v i s é e s . Sous réserve de cette observation, la Conférence a fait sienne l'opinion exprimée à ce sujet par le Comité d1e x p e r t s •

Il d1 autre part, été admis que l o r s q u!i l est approprié et possible d'utiliser des sous-rubriques distinctes pour "Autres" et "Sans précisions", ces rubriques doivent être numérotées uniformément .8 et .9.

(9)

W H O / K S / 8 R e v . C o n f ./11.65

Page 12

1。1.2 Classification des symptômes

L a Conférence a estimé q u!i l convient de maintenir dans la СШ u n chapitre spécial pour la classification des symptômes qui n! appellent pas définitivement tel ou tel diagnostic e t , en conséquence, n e peuvent être rattachés à aucune rubrique d^un chapitre traitant de maladies d o n n é e s . Il a été n o t é que la r e v i s i o n finale de ce chapitre spécial exigerait qu'on revoie systématiquement^ en se référant au cri- tère s u s m e n t i o n n é , tous les termes figurant actuellement dans 11 index alphabétique.

1 . 1 . 3 Notes accompagnant les rubriques de la СШ

L a Conférence a demandé que 1T0 M S revise les notes précisant le contenu des rubriques en vue de les rendre plus immédiatement intelligibles aux chiffreurs et aux personnes qui se servent de la Classification pour interpréter les statistiques

p u b l i é e s .

1 . 1 . 4 Rubriques supplémentaires

L a Conférence a examiné 1fu t i l i t é des rubriques supplémentaires (Y). Celles qui concernent les causes de mortinatalité nTo n t plus de raison dfe t r e puisque ce domaine est désormais couvert par le chapitre X V5 "Causes de m o r b i d i t é et de mortalité p é r i n a t a l e s " . Les rubriques Y 0 0 - Y 2 9 ont été considérées comme essentielles p o u r four- n i r u n dénombrement total des admissions dans les h ô p i t a u x , des visites aux consulta- t i o n s e x t e r n e s , e t c . , intéressant des sujets qui ne sont pas malades et n e sauraient donc être classés sous les rubriques ordinaires• La Conférence a , en conséquence^

estimé que cette classification supplémentaire doit, après revision adéquate^ être incluse dans le M a n u e l de la СШ,

Pour les infirmités, on a considéré que les rubriques pertinentes (Y40-Y88) constituent une classification parallèle, regroupant u n certain nombre d!é t a t s patho- logiques dispersés dans les chapitres de la Classification proprement d i t e . Quelques

«pays y ont eu recours pour des enquêtes sur la santé et la C o n f é r e n c e , notant que les enquêtes de ce genre se m u l t i p l i e r o n t vraisemblablement, a jugé utile dr inclure dans le M a n u e l u n e telle classification à usage facultatif.

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WHO/fes/8 Rev.Conf./ll.65 Page 7

1.2 Rubriques et sous «rubriques de la СШ

L a Conférence a examiné lés recommandations formulées dans le neuvième rapport du Comité d'experts des Statistiques sanitaires (WHO/HS/ICD/74)^ ainsi que les propositions de revis i on figurant dans les annexes à ce rapport (WHO/HS/ICD/74 .65 A d d . 1—17), qui avaient été mises au point à 11 occasion de deux réunions du. Sous-Comité de la Classification des Maladies et grâce aux observations présentées par des p a y s . U n groupe de travail a été chargé df étudier les projets d’ amendements présentés par des délégations pendant la Conférence.

Adoptant, avec quelques modifications, le rapport du Groupe de travail (WHO/ïîS/8 R e v . Conf •/10.65) qui amende les propositions de révision contenues dans les documents WH〇/HS/ICD/74. 65 A d d . 1 - 1 7 , la Conférence

RECOVIMANDE que la Liste détaillée re visée des Rubriques e t Sous-Rubriques qui figure à 1!a n n e x e 2 constitue la Huitième R e v i s i o n de la Classification internationale des M a l a d i e s .

1 . 3 Mise au point définitive du Manuel

L a Conférence nT ignore pas que certaines discordances pourront apparaître au cours des travaux de mise au point définitive du M a n u e l , notaniment en ce qui concerne les termes inclus; elle charge le Secrétariat de procéder aux corrections n é c e s s a i r e s .

2 . AUTRES QUESTIONS RELATIVES A LA CLASSIFICATION

2 • 1 Modèle international de certificat m é d i c a l de la cause de décès

L a Conférence a noté que le Comité d1 experts des Statistiques sanitaires et son sous-comité n1 avaient pas proposé de m o d i f i e r quant au fond le modèle international.

Tout en faisant sienne cette opinion, la Conférence a discuté de 1!i n t é r ê t que pour- r a i e n t présenter certains changements d'ordre rédactionnel que 1T expérience de quelques pays paraissait rendre souhaitables. On a aussi souligné que le M a n u e l de la СШ

devrait donner des définitions explicites des rubriques du certificat m é d i c a l . L1a t t e n - tion a été appelée sur le fait q ufi l faut poser des questions supplémentaires, en dehors

(11)

WHO/fes/8 Rev.Conf./ll.65 Page 8

du c e r t i f i c a t médicale p o u r obtenir sur le type et les circonstances des m o r t s vio- l e n t e s des r e n s e i g n e m e n t s p e r m e t t a n t u n e classification appropriée dans le chapitre r e l a t i f aux causes e x t é r i e u r e s .

L a C o n f é r e n c e , ayant e x a m i n é les opinions exprimées au sujet du certificat m é d i c a l de l a cause de d é c è s ,

R E C C M M N D E q u1 aucun changement de f o n d ne soit apporté au m o d è l e interna- t i o n a l de certificat m é d i c a l de la cause de d é c è s , que le m o d è l e international fasse 1!o b j e t d!u n e r e v i s i o n destinée à en a m é l i o r e r la f o r m e , et que des défi- n i t i o n s explicites des r u b r i q u e s du certificat m é d i c a l de la cause de décès

s o i e n t données dans le M a n u e l ;

R E C O M M A N D E en outre que les pays qui ne 1Jo n t pas encore fait p r e n n e n t des d i s p o s i t i o n s pour obtenir p a r le certificat de décès des r e n s e i g n e m e n t s s u r le type e t les circonstances des m o r t s v i o l e n t e s .

L a Conférence a également discuté des variations inévitables en ce q u i concerne l a complétude des déclarations de causes de d é c è s , leur exactitude e t les h a b i t u d e s en m a t i è r e d ' é t a b l i s s e m e n t des certificats• Elle a pris n o t e avec satis- f a c t i o n des études d é j à effectuées ou en cours à échelon n a t i o n a l ou international et a e s t i m é souhaitable que de telles études soient entreprises en vue d1a c c r o î t r e l a v a l i d i t é des données de base et df a m é l i o r e r les certificats m é d i c a u x de la cause de d é c è s .

2.2 L i s t e s p o u r l a m i s e e n tableaux des causes de m o r b i d i t é et de m o r t a l i t é L a Conférence a e x a m i n é les listes de 1 0 0 e t de 5 0 0 rubriques qui lui é t a i e n t soumises一 et a v a i e n t été établies conformément à une r e c o m m a n d a t i o n du Sous—

о

C o m i t é de la C l a s s i f i c a t i o n des M a l a d i e s。 On a exprime l a crainte que ces listes ne s o i e n t t r o p longues p o u r la publication pratique des s t a t i s t i q u e s , n o t a m m e n t lors- q u!i l y a classement secondaire selon le s e x e , l!â g e ou d!a u t r e s c a r a c t é r i s t i q u e s . C o n s i d é r a n t que des listes de 5〇 e t 15〇 rubriques comme celles qui existent actuelle- m e n t s o n t suffisantes aux fins prévues par le R è g l e m e n t de Nomenclature de 1T O M S , la C o n f é r e n c e

1 W H O / f e / l C D / 7 8 . 6 5 .

2 W H O / H S / l C D / 2 2 et 5〇.

(12)

WHO/HS/8 Rev.Conf./ll.65 Page 9

la Liste intermédiaire..de. 1 5 0 rubriques et la q uTe l l e les communique aux pays pour observa- définitive et de les inclure dans le M a n u e l . L a Conférence a été d!a v i s q u!o n pourrait inclure dans le M a n u e l u n e liste plus l o n g u e , de 2 5 0 à 5〇〇 rubriques^ dont 1 U t i l i s a t i o n serait facultative.

2 . 5 R è g l e m e n t de Nomenclature de 1 fQ M S

L a Conférence a examiné et appuyé une proposition"^" tendant à m o d i f i e r le R è g l e m e n t de Nomenclature de manière à permettre aux pays de revoir et de redéfinir leur position concernant ce R è g l e m e n t après chaque r e v i s i o n de la СШ. On a reconnu que 11 adoption de la Huitième R e v i s i o n de la Classification obligerait à apporter des amendements à quelques-uns des articles du R è g l e m e n t de Nomenclature et qu'en parti- culier le texte actuel des articles 1 et 2 0 nTi n s t i t u a i t pas u n e procédure simple pour les revisions périodiques de la СШ. Il a été suggéré de simplifier le R è g l e m e n t en éliminant des articles fondamentaux les détails techniques r e l a t i f s , par exemple, aux groupements d!a g e s et en énonçant les directives de ce genre en dehors du Règle- m e n t . L a Conférence a n o t é que quelques-uns des articles, tel 1!a r t i c l e 11 qui se réfère au caractère confidentiel des renseignements donnés dans les certificats de décès, imposent des obligations internationales sur des points qui relèvent exclusi- vement des compétences n a t i o n a l e s .

E n conséquence^ la Conférence

RECC3VIMANDE que 1TC M 3 réexamine le Règlement de Nomenclature ^ compte tenu des observations qui précèdent et des propositions que pourront encore soumettre les gouvernements intéressés et q u e l l e prépare u n projet de Règlement revisé à sou- mettre à 1rA s s e m b l é e mondiale de la S a n t é .

L a Conférence a été informée que les gouvernements intéressés auraient 1To c c a s i o n d! examiner et de commente^ u n avant-projet du Règlement revisé avant que ne soit établi le projet définitif à soumettre à Assemblée m o n d i a l e de la S a n t é .

R E C O M M A N D E que 1} CMS revise Liste abrégée de 5〇 rubriques et tions avant d1a r r ê t e r leur forme

1 W H O / H S / I C D/76.65.

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2 . 4 A d a p t a t i o n de la C l a s s i f i c a t i o n aux fins de 1 'indexage des cas h o s p i t a l i s é s s e l o n le diagnostic

L a Conférence a n o t é q ufu n certain n o m b r e de pays ont adapté la СШ aux fins de 11 indexage des cas selon le diagnostic et que ces adaptations ont été a c c u e i l l i e s avec faveur et largement utilisées dans les h ô p i t a u x . Il est h o r s de doute que cet e m p l o i de l a СШ suscite u n intérêt très vif et toujours c r o i s s a n t . C e p e n d a n t , pour l?u n e au m o i n s de ces a d a p t a t i o n s , on a jugé n é c e s s a i r e de sfé c a r t e r de l a structure des rubriques à trois chiffres de la СШ, ce qui a entraîné quelques c o n f u s i o n s dans le chiffrage•

Le Comité dfe x p e r t s des Statistiques sanitaires avait r e c o m m a n d é dans son n e u v i è m e r a p p o r t1 que 1!C M S élabore u n système d!a d a p t a t i o n fondé s u r l a H u i t i è m e R e v i s i on de la СШ et conçu dans le cadre des rubriques à trois c h i f f r e s . Il a été d i t à l a Conférence q u e , dans quelques p a y s , u n personnel u n i q u e m a n i p u l e des données d ' o r i g i n e s très diverses et q u1 il serait avantageux pour ces agents que les quatrièmes chiffres s e r v a n t à 11i n d e x a g e soient aussi proches que possible de ceux q u i servent au c o d a g e .

L a Conférence a n o t é que l a Huitième R e v i s i o n de la CIM a été établie compte tenu des b e s o i n s d!i n d e x a g e des cas h o s p i t a l i s é s . A son a v i s , la classification

r e v i s é e d e v r a i t suffire p o u r les u t i l i s a t i o n s de ce genre dans quelques p a y s . Dans d!a u t r e s 5 en r e v a n c h e5 les détails figurant dans le M a n u e l de base p o u r r o n t être insuffisants pour 1f indexage s e l o n le diagnostic •

E n conséquence^ la C o n f é r e n c e

R E C C M M A N D E que p r e n a n t en considération l a s p é c i f i c i t é plus grande r e q u i s e , prépare une adaptation de la classification revisée qui s o i t plus lar- g e m e n t applicable à 11i n d e x a g e des cas h o s p i t a l i s é s .

U n code des actes m é d i c a u x et chirurgicaux constitue le complément indis- pensable de tout système d1 indexage selon le d i a g n o s t i c . Plusieurs pays ont des codes de ce genre et le S o u s - C o m i t é de la Classification des M a l a d i e s avait r e c o m m a n d é , dans

1 WHO/ffiS/lCD/74.65.

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WHO/fes/8 Rev.Conf./ll.65 Page 11

son premier r a p p o r t5 que lfC M S prenne des dispositions pour en rédiger u n à 1Tu s a g e international. L a Conférence a suggéré que lfC M S communique aux pays le texte de lTu n des codes nationaux existants et se fonde sur les observations q uTe l l e recevra pour m e t t r e au point u n code international.

2 . 5 M i s e en tableaux et analyse par causes m u l t i p l e s

Des documents ont été présentés à la Conférence touchant5 d/une p a r t , le besoin dfa n a l y s e s détaillées par causes multiples et les problèmes connexes ets dfa u t r e p a r t , la possibilité d!e n t r e p r i s e s de portée plus m o d e s t e . , T o u t e n reconnaissant 11 importance de la cause initiale du décès pour la présentation de

- - -—_ — - • —

series chronologiques, la Conference a admis la nécessité de d i s p o s e r , pour compléter les statistiques établies par cause u n i q u e , de dénombrements de toutes les affections mentionnées dans les certificats de décès ainsi q u e , ce qui importe encore p l u s ,

d1i n d i c a t i o n s relatives aux syndromes d1a f f e c t i o n s concomitantes entraînant la m o r t . Notant que plusieurs pays ont déjà entrepris ou sont sur le point dTe n t r e - prendre des mises en tableaux par causes m u l t i p l e s , la Conférence

RECOMMANDE que les pays qui ont 11 intention df entreprendre 1f analyse par causes multiples en informent l'CMS et que celle-ci coordonne une action inter- nationale visant à élaborer des règles et procédures uniformes pour le chiffrage et la mise en tableaux.

L a Conférence a estimé q u!i l ne faillait pas négliger lfi n t é r ê t possible d!o p é r a t i o n s de portée plus limitée. Il pourrait s!a g i r soit d'analyser à fond chaque année une ou deux maladies différentes, soit dri d e n t i f i e r courarament et de façon

^ t. .. —. * ..

continue u n petit nombre d'associations. • л

1 W H O / H S / l C D / 2 2 .

2 W H O / H S / I C D/75.65.

5 WHO/HS/lCD/77•65.

WHO/tiS/lCD/79.65.

(15)

WHO/HS/8 ReV• C〇nf • /il • 65 Page 12

L a Conference a souligné que l a valeur des analyses par causes m u l t i p l e s d e p e n d de l a complétude des indications portées sur le certificat de décès en ce qui c o n c e r n e t a n t le syndrome de l a cause de décès que les causes qui ont contribué à 1r issue f a t a l e . P o u r que ces analyses d o n n e n t t o u t ce q u1o n peut en e s c o m p t e r , les p e r s o n n e s qui r é d i g e n t les certificats doivent être instruites d!a v a n c e de l a façon de p r o c é d e r .

L a mise en tableaux: des décès par causes m u l t i p l e s devrait être complétée p a r 11 étude des associations de m a l a d i e s , laquelle r e p o s e r a i t sur une m i s e en tableaux des s t a t i s t i q u e s de m o r b i d i t é p a r causes m u l t i p l e s .

2.6 R è g l e s de s é l e c t i o n de la cause de décès

Comme l'a fait r e m a r q u e r le Sous-Comité de la C l a s s i f i c a t i o n des M a l a d i e s il r e s s o r t de 11 expérience acquise en m a t i è r e d!a p p l i c a t i o n des r è g l e s de s é l e c t i o n e t notainmerit de comparaisons entre les pratiques de divers services de c h i f f r a g e , q uf il est n é c e s s a i r e dfa p p o r t e r quelques éclaircissements e t , si p o s s i b l e , quelques s i m p l i f i c a t i o n s pour réduire le risque de divergences d1 i n t e r p r é t a t i o n s . Prenant note de 11 expérience acquise à 11 occasion des chiffrages comparés effectués par les Centres de C l a s s i f i c a t i o n des M a l a d i e s et les bureaux régionaux de 1 1C M Sy l a C o n f é r e n c e

R E C C M M A N D E que 1T0 M S revise les règles de s é l e c t i o n de la cause de d é c è s , en d e m a n d a n t des avis au Centre CMS et au Centre l a t i n o - a m é r i c a i n de Classifi- cation des M a l a d i e s , aux bureaux régionaux de 11 OMS qui se sont occupés de l a q u e s t i o n et à dfa u t r e s organes ou personnes c o m p é t e n t s .

2 . 7 Définitions et autres questions relatives à la m o r b i d i t é et à la m o r t a l i t é périnatales

2 . 7 - 1 D é f i n i t i o n de la m o r t foetale

Comme 1!a v a i t d é j à signalé le S o u s - C o m i t é de l a C l a s s i f i c a t i o n des Maladies,1

l a C o n f é r e n c e a pris note des difficultés rencontrées par beaucoup de pays dans 11 a p p l i c a t i o n pratique des critères du "signe de vie" m e n t i o n n é s dans l a d é f i n i t i o n

1 W H O / H S / l C D / 2 2 .

(16)

WHO/HS/8 Rev.Conf./il, Page 15

de l a m o r t foetale donnée par 1!O M S . H est impossible de faire en sorte que tous les accoucheurs s1 en tiennent strictement à l a d é f i n i t i o n en c a u s e , m a i s ces critères devraient les aider à décider si u n enfant e s t n é m o r t ou v i v a n t . C o n s i d é r a n t , p a r a i l l e u r s , que les pays o n t m a n i f e s t é fort peu d! intérêt en faveur d ' u n changement^ l a C o n f é r e n c e n!a pas jugé utile de m o d i f i e r l a d é f i n i t i o n .

2 . 7 . 2 D é f i n i t i o n de la période périnatale

L a Conférence a n o t é q u e , dans son deuxième r a p p o r t , ^ le S o u s - C o m i t é de l a C l a s s i f i c a t i o n des M a l a d i e s avait proposé de définir la période périnatale comme s1 étendant de l a 28ème semaine de gestation -m septième jour de vie du n o u v e a u - n é . T o u t en r e c o n n a i s s a n t que ce sont l à des limites pratiques - pour lTu s a g e international l a Conférence a r e m a r q u é que certains pays r a s s e m b l e n t des données concernant le t e m p s écoulé entre l a 20ème semaine de gestation et le 28ème jour de vie et p u b l i e n t des tableaux tant p o u r cette période élargie que pour l a période r e s t r e i n t e . L a Confé- rence a estimé que de telles extensions doivent être, encouragées puisqu'elles o n t p o u r e f f e t d ' a m é l i o r e r l a couverture de 1’enregistrement r e l a t i f à l a période res-

treinte en supprimant l a tentation de sous-estimer la durée de la. g e s t a t i o n aux environs de l a 28ème semaine afin d! éviter 1fi n c o n v é n i e n t que représente l a d é c l a r a t i o n d'une n a i s s a n c e .

Pour les tableaux concernant l a période p é r i n a t a l e , la Conférence a instam- m e n t r e c o m m a n d é des classements secondaires des causes de décès selon le m o m e n t de l a g e s t a t i o n,l e poids à la n a i s s a n c e , l a parité e t d1 autres caractéristiques pertinentes•

2 . 7 - 5 E n r e g i s t r e m e n t des causes de décès périnatal

L a Conférence a s o u s c r i t à 1T opinion q u1 avait exprimée le S o u s - C o m i t é de l a C l a s s i f i c a t i o n des Maladie5 dans son deuxième rapport,"'" selon laquelle le certi- ficat m é d i c a l de la cause de m o r t foetale d e v r a i t avoir la même ordonnance que le certificat n o r m a l de d é c è s . De cette façon, le certificateur pourrait indiquer les

1 WHO/ECS/lCD/50.

(17)

W H O / K S / 8 Rev.Conf . / 1 1 . 6 5

Page 14

c o r r é l a t i o n s entre les causes e x i s t a n t r e s p e c t i v e m e n t chez le foetus et chez la mère e t , p o u r cette r a i s o n , une telle présentation est préférable à 1'enregistrement d i s t i n c t de l ' é t a t d u f o e t u s et de c e l u i de la m è r e .

D e s renseignements sur l'état de la mère sont également nécessaires a u sujet d e s m o r t s n é o n a t a l e s comprises dans la période p é r i n a t a l e . La Conférence a instamment r e c o m m a n d é que les pays q u i n ' u t i l i s e n t pas de certificat couvrant toute la période p é r i n a t a l e prennent des d i s p o s i t i o n s pour que d e s d é t a i l s sur les causes e x i s t a n t c h e z la mère soient consignés sur le c e r t i f i c a t , quelle que soit sa f o r m e , q u i sert à e n r e g i s t r e r les morts n é o n a t a l e s .

2.7.4 E n r e g i s t r e m e n t d ' a u t r e s d o n n é e s c o n c e r n a n t la période périnatale

La C o n f é r e n c e a approuvé la liste d e s renseignements que le S o u s - C o m i t é de la C l a s s i f i c a t i o n d e s M a l a d i e s , dans son premier rapport1 a v a i t considérés comme le m i n i m u m requis pour une analyse convenable de la mortalité périnatale : cause d u d é c è s , m o m e n t de la m o r t (avant, pendant o u après la p a r t u r i t i o n ) , sexe de l ' e n f a n t , âge de la m è r e , grossesse simple ou multipleл rang de naissance ou p a r i t é , accoucheur,

l i e u de n a i s s a n c e , durée de la g e s t a t i o n e n s e m a i n e s , poids à la n a i s s a n c e .

L e s renseignements de ce genre sont plus faciles à se procurer pour les m o r t s foetales m a i s ils sont é g a l e m e n t requis pour les morts néonatales comprises dans la mortalité p é r i n a t a l e . La Conférence a noté que quelques pays u t i l i s e n t u n s e u l certificat pour toute la période p é r i n a t a l e . T o u t en considérant q u ' i l s'agit là d ' u n m o y e n utile d ' a s s u r e r la comparability des renseignements sur les m o r t s foetales e t n é o n a t a l e s , la Conférence ne s fe s t pas d i s s i m u l é les d i f f i c u l t é s que présenterait l ' a d o p t i o n de ce système d a n s dfa u t r e s p a y s . D a n s certains c a s , des renseignements a d é q u a t s figurent sur les b u l l e t i n s de naissance et l'on pourrait s'y r e p o r t e r à l ' o c c a s i o n des d é c è s . La C o n f é r e n c e nfa recommandé aucune s o l u t i o n en p a r t i c u l i e r , m a i s elle a souligné q u ' i l importe d'obtenir les d o n n é e s d'une f a ç o n ou d'une a u t r e .

1 W H O / K E / I C D / 2 2 .

(18)

W H O / K S / 8 Rev.Conf . / 1 1 . 6 5

Page 15

2.8 Publication d u M a n u e l revise

La Conférence a n o t é que la Huitième R e v i s i o n de la СШ doit entrer en application le 1er janvier I968. Elle a reconnu que 11 introduction dans le texte des modifications pertinentes/ l'édition et la publication d u M a n u e l en plusieurs langues représentent un t r a v a i l c o n s i d é r a b l e . Néanmoins, elle a estimé essentiel que le M a n u e l revisé soit publié en I967 de façon que les pays puissent prendre toutes les mesures nécessaires pour mettre en application la Huitième R e v i s i o n a u début de 1968 et notam- ment établir des adaptations nationales dans les langues autres que celles des versions officielles.

E n conséquence, la Conférence

КЕСОММАШЖ que l'OMS publie le Manuel revisé le plus tôt. possible a u cours de l'année I967.

La Conférence a suggéré q ufo n envisage la possibilité d'inclure dans le Manuel de la СШ la "Classification des accidents du travail d'après 11a g e n t matériel^

établie par le Bureau international d u T r a v a i l , que pourraient utiliser les pays désireux de compléter la classification des causes extérieures figurant dans la C I M .

La Conférence a été informée q ufo n envisage actuellement de publier une édition officielle du M a n u e l en langue russe, qui viendra donc s'ajouter aux éditions a n g l a i s e , espagnole et française•

FAITS NOUVEAUX INTERVENUS EN MATIERE DE STATISTIQUES SANITAIRES A V ECHELON NATIONAL ET INTERNATIONAL

3-Х Rôle de l'OMS dans le développement des statistiques sanitaires 2

Le document présenté à la Conférence contenait une étude critique des statis- tiques sanitaires dont disposent actuellement les administrations de la s a n t é . Leur champ demande à etre étendu au-delà d u domaine traditionnel de la mortalité de façon à

Annexe В à la résolution concernant les statistiques des lésions professionnelles adoptée par la Dixième Conférence internationale dès Statisticiens d u T r a v a i l , Bureau international du T r a v a i l , Bulletin officiel^ v o l . X L V I , N0 1, janvier 1 9 6 3 ,

2 WHO/KS/8 Hev.Conf . / 5 . 6 5 .

(19)

W H O / K S / 8 Rev.Conf ./11.65

Page 22

inclure des données sur la morbidité, la démographie^ les problèmes anthropologiques et les aspects opérationnels des services de s a n t é . T r o p souvent, les mêmes statistiques sont établies systématiquement^ année après année, même si elles nfo n t guère de rapport avec les problèmes de 11h e u r e • Dans les pays en voie de développement, il faut que l ' o n trouve d'urgence le moyen de préparer des statistiques sanitaires qui soient utiles a u x administrateurs, alors même qu'il n'existe pas un réseau perfectionné de services de statistique.

La Conférence a reconnu le rôle directeur qui revient à l'OMS dans le domaine des statistiques de mortalité. A l'avenir, 11O r g a n i s a t i o n devrait chercher à s'assurer une position analogue pour l'ensemble des statistiques sanitaires énumérées plus h a u t . La conférence sur l'adaptation des activités statistiques aux besoins des consommateurs q u i a été récemment organisée par le Bureau régional de 1'Europe montre que l'OMS a conscience de ce problème• On devrait encourager la mise a u point de méthodes souples et expérimentales : enquêtes spéciales ou techniques de sondage par exemple, pour é t u d i e r des questions particulières et compléter les tableaux d'ensemble fournis par les statistiques ordinaires • Lf01VE devrait donner la priorité aux besoins des pays e n voie de développement; un de ces besoins prioritaires serait la fourniture de manuels pour la formation du personnel. L'accent devrait être mis sur les moyens d1 obtenir de b o n n e s statistiques nationales, compte tenu de l'utilité d!a s s u r e r une meilleure compa- rabilité internationale à mesure que les statistiques se développeront.

La Conférence a dit combien elle appréciait la valeur des activités de l'OMS dans le domaine des statistiques sanitaires et elle a encouragé l'Organisation à déve- lopper ces activités dans les directions qui ont été indiquées au cours des d é b a t s .

5 . 2 Statistiques hospitalières

La Conférence a pris acte de lr expans ion croissante des programmes de statis- tiques hospitalières et a noté avec satisfaction l'attention prêtée à ce d o m a i n e , dans le cadre de projets de l'OIVS, dans les pays en voie de développement• Des documents

,, ,

、 2

ont été présentés concernant les systèmes en vigueur dans deux pays o ù l'on se sert

1 ШО/НБ/8 Rev.Conf./4»65.

2 W H O / H S / 8 Rev.Conf ./l et 8 . 6 5 .

(20)

W H O / H S/ 8 R e v . C o n f . / l l . 6 5 Page 17 ,

de c a l c u l a t r i c e s é l e c t r o n i q u e s p o u r d é g a g e r d e s c o r r é l a t i o n s e n t r e les d o n n é e s p u b l i é e s a u s u j e t d e s i n s t a l l a t i o n s e t s e r v i c e s h o s p i t a l i e r s e t p o u r o b t e n i r d e s s é r i e s d ' i n d i c e s d é t a i l l é s et p r é c i e u x sur l1u t i l i s a t i o n de l ' é q u i p e m e n t h o s p i t a l i e r . D e s t e c h n i q u e s a n a l o g u e s s o n t a p p l i q u é e s a u t r a i t e m e n t d e s d o n n é e s r e l a t i v e s à la m o r b i d i t é et des a u t r e s r e n s e i g n e m e n t s c o m m u n i q u é s sur les p e r s o n n e s s o r t a n t d e s h ô p i t a u x , ce q u i p e r m e t d e s c l a s s e m e n t s d é t a i l l é s d e s m a l a d e s s e l o n le d i a g n o s t i c ^ la d u r é e de l ' h o s p i t a l i s a - tion,, le type de soins r e ç u s e t d1a u t r e s c a r a c t é r i s t i q u e s i n t é r e s s a n t e s .

E t a n t d o n n é le d é v e l o p p e m e n t r a p i d e d e s p r o g r a m m e s de s t a t i s t i q u e s h o s p i t a - l i è r e s ^ la C o n f é r e n c e a a p p u y é la r e c o m m a n d a t i o n f o r m u l é e par le C o m i t é d ' e x p e r t s d e s

1 、

S t a t i s t i q u e s s a n i t a i r e s d a n s s o n H u i t i è m e R a p p o r t e t t e n d a n t à ce que l'OMS p r é p a r e d e s m a n u e l s d1 o r i e n t a t i o n p o u r les pays q u i é t a b l i s s e n t des s t a t i s t i q u e s h o s p i t a l i è r e s . L ' a t t e n t i o n a été a p p e l é e s u r la n é c e s s i t é de d é f i n i r u n c e r t a i n n o m b r e de termes, t e l s que l i t d ' h ô p i t a l , m a l a d e h o s p i t a l i s éд a d m i s s i o n , d i a g n o s t i c pour la mise e n t a b l e a u x

••‘11*' - » —.... ¿ . » ... ..-:.... + -..-•:. ...•.、., ‘ "_ ‘ ‘• ,

initiale, et d ' é t a b l i r d e s c r i t è r e s q u a n t i t a t i f s p o u r m e s u r e r 1 * u t i l i s a t i o n des instal- l a t i o n s h o s p i t a l i è r e s . I l a é t é reconnu que la n o r m a l i s â t ion d e s m é t h o d e s e t d e s f i c h e s de r e l e v é s s t a t i s t i q u e s d e m a n d e r a i t q u e l q u e t e m p s . T o u t e f o i s , l ' O M S d e v r a i t s ' e f f o r c e r de p r o g r e s s e r vers cet o b j e c t i f e n c o n t i n u a n t à r e c u e i l l i r des r e n s e i g n e m e n t s sur les d i v e r s e s p r a t i q u e s n a t i o n a l e s et e n s u g g é r a n t d e s n o r m e s i n s p i r é e s d e l ' e x p é r i e n c e d e s d i f f é r e n t s p a y s .

C o n s é q u e n c e s des p r o g r è s r é a l i s é s d a n s le t r a i t e m e n t a u t o m a t i q u e de 11 i n f o r m a t i o n

2

D a n s le d o c u m e n t p r é s e n t é à la C o n f é r e n c e ) i l é t a i t d i t que 1 ' a u t o m a t i o n a u r a i t p o u r p r i n c i p a l e c o n s é q u e n c e ^ d u point de v u e de la СШ, d ' é l a r g i r c o n s i d é r a b l e — m e n t le d o m a i n e d ' u t i l i s a t i o n des s t a t i s t i q u e s h o s p i t a l i è r e s . De ce fait, l ' a p p l i c a t i o n p r i n c i p a l e de l a C I M p o u r r a i t f o r t b i e n p a s s e r d u domaine de la m o r t a l i t é à c e l u i d e la m o r b i d i t é . D ' a u t r e p a r t , l ' e m p l o i d e s c a l c u l a t r i c e s élee t r o n i q u e s f a c i l i t e grande- m e n t les a n a l y s e s par c a u s e s m u l t i p l e s e t d e v r a i t , é v e n t u e l l e m e n t , p e r m e t t r e le chif- f r a g e a u t o m a t i q u e d e s d o n n é e s sur les f i c h e s de r e l e v é s • S i cette d e r n i è r e p r a t i q u e

O r g , mond* S a n t é Sér. Rapp> t e c h n ” 1 9 6),2 6 1 . W H O / H S / 8 R e v . C o n f . / 5 . 6 5 .

(21)

WHO/HS/8 Rev.Confyil,65 Page 18

é t a i t adoptée, i l f a u d r a i t s i m p l i f i e r c o n s i d é r a b l e m e n t les r è g l e s d e chiffrage- m a i s , e n r e v a n c h e , l ' a n a l y s e d e s c a u s e s c o n t r i b u t i v e s s e r a i t p l u s c o m p l è t e .

L a C o n f é r e n c e a n o t é 11 i n t é r ê t que 1!01У£В a v a i t d é j à m a n i f e s t é p o u r c e t t e q u e s t i o n e n o r g a n i s a n t d e s c o n f é r e n c e s e t d e s s y m p o s i u m s , n o t a m m e n t d a n s la R é g i o n e u r o p é e n n e , et elle a r e c o n n u la n é c e s s i t é d ' é c h a n g e s r é g u l i e r s de r e n s e i g n e m e n t s d a n s u n d o m a i n e o ù les p r o g r è s t e c h n i q u e s s o n t r a p i d e s . E n c o n s é q u e n c eд la C o n f é r e n c e

R E C O M M A N D E que l ' O M S joue le r6le de c e n t r e p o u r l ' é c h a n g e de r e n s e i g n e m e n t s s u r l ' e m p l o i d e s c a l c u l a t r i c e s é l e c t r o n i q u e s e n m a t i è r e d e s t a t i s t i q u e s s a n i t a i r e s , d e m a n d e d e s d é t a i l s s u r ce q u i s ' a c c o m p l i t d a n s les d i v e r s p a y s , d i f f u s e ces

i n f o r m a t i o n s d a n s d e s d o c u m e n t s d ' u n e n o u v e l l e série c o n s a c r é e à c e t t e q u e s t i o n e t s t i m u l e la d i s c u s s i o n de s u j e t s se r a p p o r t a n t a u x c a l c u l a t r i c e s lors d e s r é u n i o n s df o r g a n e s a p p r o p r i é s .

3 . 4 C o m m i s s i o n s n a t i o n a l e s d e s t a t i s t i q u e s d é m o g r a p h i q u e s e t s a n i t a i r e s

La C o n f é r e n c e a é t é saisie d e d e u x d o c u m e n t s s u r cette q u e s t i o n1 e t p l u s i e u r s d é l é g u é s o n t f a i t p a r t de l ' e x p é r i e n c e a c q u i s e p a r l e u r s p a y s r e s p e c t i f s d a n s le f o n c - t i o n n e m e n t d e s c o m m i s s i o n s n a t i o n a l e s de s t a t i s t i q u e s d é m o g r a p h i q u e s et s a n i t a i r e s . C o m m e o n l ' a v a i t d é j à s i g n a l é a n t é r i e u r e m e n t e n d e s c i r c o n s t a n c e s s e m b l a b l e s , les c o m m i s s i o n s n a t i o n a l e s o u les o r g a n e s é q u i v a l e n t s se s o n t r é v é l é s d / u n e grande e f f i c a - c i t é p o u r la c o o r d i n a t i o n d e s a c t i v i t é s e n m a t i è r e de s t a t i s t i q u e s d é m o g r a p h i q u e s e t s a n i t a i r e s , p o u r la s o l u t i o n de p r o b l è m e s c o m m u n s à d i v e r s e s i n s t i t u t i o n s e t p o u r la p a r t i c i p a t i o n à d e s é t u d e s de v a l e u r i n t e r n a t i o n a l e • La C o n f é r e n c e s ' e s t f é l i c i t é e de l ' a c t i v i t é que d é p l o i e ГОШ p o u r f a v o r i s e r la c r é a t i o n de c o m m i s s i o n s nationales,

s t i m u l e r l e u r s e f f o r t s , l e u r c o m m u n i q u e r d e s r e n s e i g n e m e n t s d é t a i l l é s sur les a c t i v i t é s m e n é e s d a n s d ' a u t r e s p a y s e t l e u r d i s t r i b u e r de la d o c u m e n t a t i o n t e c h n i q u e .

1 WHO/ks/8 R e v . C o n f ./2 e t 6. 6 5 .

(22)

W H O / K S / 8 R e v . C o n f ./11.65 Page 19

APPENDICE

REPUBLIQUE FEDERALE D'ALLEMAGNE

LISTE D E S PARTICIPANTS D r H . E . E h r h a r d t

P r o f e s s e u r de Psychiatrie légale et de Psychiatrie sociale

Université de Marburg D r J . H a l l e r

Chargé d e Cours et Assistant de D é p a r t e m e n t d!O b s t é t r i q u e et de Université de Goettingen

Recherche Gynécologie D r И. R . Immich

Service de Statistique

Centre allemand de la Recherche sur le C a n c e r Heidelberg.

D r S . Koller P r o f e s s e u r

Institut cle Statistique et de D o c u m e n t a t i o n médicales

Université de Mayence D r R , Léutner

Médecin statisticien

Section de la Santé publique B u r e a u fédéral de Statistique W i e s b a d e n

ARABIE S A O U D I Œ D r M , k , M u k i m

D i r e c t e u r des Services de Santé La Mecque

AUSTRALIE M r L . G , H o p k i n s Director

Demographic and S o c i a l Statistics Section Commonwealth B u r e a u of Census and Statistics Canberra

D r R . И. C . Wells (Rapporteur) First Assistant Director-General Commonwealth Department of H e a l t h Canberra 、

(23)

WHO/HS/8 Rev.Conf./11.65 Page 20 •

Appendice

A U T R I C H E D r H . H a n s l u w k a

Chef de la D i v i s i o n des Statistiques démographique s et sanitaires

B u r e a u central de Statistique V i e n n e

P r o f e s s e u r L . P o p p e r

Chef d u Cinquième D é p a r t e m e n t de M é d e c i n e interne W i ï h e l m i n e n s p i t a l

V i e n n e

B U L G A R I E D r T . Pascalev

P r o f e s s e u r à 1*Institut de Spécialisation et d'Etudes supérieures de Médecine

S o f i a

CANADA M . F . H a r r i s

D i r e c t e u r de la D i v i s i o n de la S a n t é e t d u B i e n - E t r e

B u r e a u fédéral de la Statistique Ot tav/a

Dr B . D . В/ L a y t o n

P r i n c i p a l M e d i c a l O f f i c e r

Section de la S a n t é internationale Ministère de la Santé nationale et d u

B i e n - E t r e social Ottawa

D r P . P a r r o t D é m o g r a p h e

Ministère de la S a n t é d u Québec Québec., P . Q .

D r A. H . S e l l e r s D i r e c t o r

Medical Statistics B r a n c h Ontario D e p a r t m e n t of H e a l t h Toronto^ O n t .

D A N E M A R K Mlle I , A l s i n g

Chef de la S e c t i o n des Statistiques médicales

… . . 一 Service n a t i o n a l de la S a n t é Copenhague

D r J . M o s b e c h C o n s e i l l e r m é d i c a l

S e c t i o n des Statistiques médicales Service n a t i o n a l de la S a n t é

Copenhague

(24)

WHO/HS/8 Rev.Conf./11.65 Page 21 •

Appendice

E S P A G N E

E T A T S - U N I S D1A M E R I Q U E

D r J , P . Ç o r t a z a r

C h e f de la S e c t i o n d u M o u v e m e n t de la P o p u l a t i o n I n s t i t u t n a t i o n a l de S t a t i s t i q u e

M a d r i d

D r T . G o n z a l e z G o n z a l e z

C h e f d u S e r v i c e d e s S t a t i s t i q u e s d é m o g r a p h i q u e s I n s t i t u t n a t i o n a l de S t a t i s t i q u e

iMadrid

D r P . J . Y . G r i j a l b a S e c t i o n d e s E t u d e s

D i r e c t i o n g é n é r a l e de la S a n t é M a d r i d

D r F . E . b i n d e r (Vice一Président) D i r e c t o r

N a t i o n a l C e n t e r f o r H e a l t h S t a t i s t i c s P u b l i c H e a l t h S e r v i c e

D e p a r t m e n t of H e a l t h , E d u c a t i o n and W e l f a r e V/ashington-, D . C .

D r L , N . D a k i l

P h y s i c i a n and S u r g e o n Me A l i s t e r , O k l ahorna D r P . М/ D e n s e n

D e p u t y C o m m i s s i o n e r of H e a l t h Nevj Y o r k C i t y , N . Y .

D r H . D y a r C h i e f : D i v i s i o n of R e s e a r c h

C a l i f o r n i a S t a t e H e a l t h D e p a r t m e n t B e r k e l e y , C a l i f o r n i e

M r E , L . H a m i l t o n D i r e c t o r

M e d i c a l S t a t i s t i c s A g e n c y O f f i c e of the S u r g e o n - G e n e r a l US A r m y

W a s h i n g t o n ^ D . C . D r В, M a c M a h o n

P r o f e s s o r and C h a i r m a n D e p a r t m e n t of E p i d e m i o l o g y H a r v a r d S c h o o l of P u b l i c H e a l t h C a m b r i d g es M a s s a c h u s e t t s

(25)

WHO/HS/8 Rev.Conf./11.65 Page 22 •

Appendice

E T A T S - U N I S D ' A M E R I Q U E (suite)

F I N L A N D E

F R A N C E

D r I . M . M o r i y a m a Chief

Office of H e a l t h S t a t i s t i c s A n a l y s i s N a t i o n a l Center for H e a l t h Statistics Public H e a l t h Service

D e p a r t m e n t of H e a l t h , E d u c a t i o n and W e l f a r e W a s h i n g t o n , D . C .

D r W , H . S t e w a r t

A s s i s t a n t to S p e c i a l A s s i s t a n t to the S e c r e t a r y (Health*and M e d i c a l A f f a i r s )

Office of the S e c r e t a r y

D e p a r t m e n t of H e a l t h , E d u c a t i o n and W e l f a r e W a s h i n g t o n , D . C .

D r F . D . Yodeг

D i r e c t o r of Public H e a l t h

Illinois State H e a l t h D e p a r t m e n t S p r i n g f i e l d , Illinois

D.r 工sotalo

C h e f des Services m é d i c a u x Service' n a t i o n a l de la S a n t é H e l s i n k i

Mlle A . K o r p e l a S t a t i s t i c i e n n e

B u r e a u central de Statistique H e l s i n k i

D r M . J . A u b e n q u e (Rapporteur)

C h e f de la D i v i s i o n des S t a t i s t i q u e s sanitaires Institut n a t i o n a l de la Statistique et des

E t u d e s économiques P a r i s

D r J . Ponroget

D i r e c t e u r général adjoint Ministère de la Santé publique P a r i s

D r X . Gellé

M é d e c i n statisticien B u r e a u des S t a t i s t i q u e s

Institut n a t i o n a l de la S a n t é et de la Recherche médicale

Paris

(26)

WHO/HS/8 Rev.Conf./ll•65 Page 23

Appendice

F R A N C E (suite)

GHANA

GUATEMALA

H O N G R I E

INDE

IRAN

D r M . G u i d e v a u x Ma.ître de R e c h e r c h e Institut n a t i o n a l de

Recherche médicale Paris

la S a n t é e t de la

D r J^ P . J a r d e l M é d e c i n - A s s i s t a n t

S e c t i o n des S t a t i s t i q u e s de Ecole nationale de la S a n t é Rennes

Santé p u b l i q u e publique

D r H , S a d o u n

Chef de la S e c t i o n de S a n t é mentale Institut n a t i o n a l de la S a n t é et de

R e c h e r c h e médicale Paris

et Psychiatrie la

D r K* Saakwa-Mante Chief

B i o s t a t i s t i c s U n i t M i n i s t r y of H e a l t h A c c r a

P r o f e s s e u r F . J . A g u i l a r

D i r e c t e u r g é n é r a l de la S a n t é p u b l i q u e G u a t e m a l a

D r Z. C a r t o n

Chef d u Service d e s Statistiques sanitaires B u r e a u central de Statistique

B u d a p e s t

D r К. C . P a t n a i k D i r e c t o r

C e n t r a l B u r e a u of H e a l t h Intelligence Nevf D e l h i

D r A# D i b a

C o n s e i l l e r technique p o u r les A f f a i r e s de l'OMS D é l é g a t i o n p e r m a n e n t e de l'Iran auprès d e s

organisations internationales Genève

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