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TREÎZE ETOILES
16e année, N ° 11 Novem bre 1966
rait le 20 d e c h a q u e m o i s - O r g a n e o f f i c i e l d e l ' A s s o c i a t i o n h ô t e l i è r e d u V a la is adateur : M e E d m o n d G a y - R é d a c t e u r e n c h e f : B o j e n O l s o m m e r , 1950 S i o n , . 0 2 7 / 2 54 54 - A d m i n i s t r a t i o n e t i m p r e s s i o n : I m p r i m e r i e P i l l e t , 1920 M a r t i g n y , .026 / 2 20 52 - S e r v i c e d e s a n n o n c e s : P u b l i c i t a s S. A . , S i o n , t é l . 027 / 2 44 22 on n e m e nt : Su is se 18.— ; é t r a n g e r 2 2. — ; le n u m é r o 1 f r . 60 - C e p . 1 9 - 4 3 2 0 , S i o n . Nos collaborateurs P ie rr e D cguin S . C o r i n n a B ille R e n ê - P ie r r e B ille E m il e B i o ll a y F é l ix C a r r u z z o M a u r i c e C h a p p a z M a r c e l C l i v a z J e a n F o llo n ie r A d o l f F u x D r I g n a c e M a r i é ta n P a u l M a r t i n e t P i e r r e t te M i c h e l o u d E d o u a r d M o r a n d R o g e r N o r d m a n n G e o r g e s P e i ll e x J e a n Q u i n o d o z A l o y s T h e y t a z P a s c a l T h u r r e M a u r i c e Z e r m a t t e n G a b y Z r y d ç u T e / ÿ
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V IL L E N E U V E le f o u r n i s s e u r s p é c i a l i s é e n v i a n d e s s é l e c t i o n n é e s , c h a r c u t e r i e e t c o n s e r v e s d e v i a n d e , p o u r l ' h ô t e l l e r i e , les r e s t a u r a n t s e t l es b o n s m a g a s i n s d ' a l i m e n t a t i o n . P h o t o s A n d r e e t t o , C a r r u z z o , C r e u x , D e s l a r z e s , N o u v e l l i s t e d u R h ô n e , R u p p e n , T h u r r eRelais du M a n o ir
Villa / S i e r r e J. Z i m m e r m a n n , g é r a n t C e n tr e d e d é g u s t a t i o n d e s v i n s d u V a l a i s R a c le tte - S p é c ia lit é s Sommaire Devis p o u r u n e am itié D ’u n e fo n tain e et d ’u n e tr ib u en m arc h e O n t o u r n e à Saillon: C h ris tin e à l’écran Le no u v el org u e de l’église de Steg Die C h r o n i k v o n P ie rre Im hasly : Die A re n en sind überall D e Jacques d ’A nniviers à Ja cques Barras Le mage p h o to r a m iq u e R o lan d M ullerS arreyer P o tin s valaisans Billet d u Lém an Bridge « Le D é se rteu r » de G io n o En famille avec M m e Z ry d : R efaire l’E u ro p e
O b je ctif 4000 Adieu à M. Jules Pillet E cra n valaisan A m is de La Sage, amis d ’en bas ! Le livre du mois : « La vigne m o r te » O berw alliser Bergbahnen Ivresse m élancolique p a r une soirée d ’h iv er
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Sierre 65 ans d e qu alité au se rvice d e l'hôfelleAMANDE
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C o n f e c t i o n C h e m i s e r i e - C h a p e l l e r i e La m a i s o n d e c o n f i a n c e é t a b l i e à S io n d e p u i s p l u s d e c e n t a nsinnonnj-Devis pour une amitié
Pour fixer le souvenir d 'u n e charmante fête à La Sage, M au rice Chappaz et O sw ald R uppen ont uni leurs talents. Vous assistez, sur la place du v illa g e , à l'ina u gu ra tion de la fontaine offe rte par le professeur Am sler à cette com m unauté à laq ue lle il est lié depuis soixante ans. Soixante ans d e fid é lité . Une fontaine, quel cadeau b ienvenu, q uel s ym bo le ! Mais vous suivrez le d on ate ur jusqu'à sa dem eu re locale, un a dm ira ble chalet de La Sage d o n t il a conservé l'authenticité avec un soin jaloux. Dans une mesure étonnam m ent juste et délicate, cet hom me ém inent manifeste ainsi l'affection q u 'il p o rte à notre contrée. C om m ent la lui rendre, à lui et à fous ceux qui ont choisi le Valais, qui l'e xalte nt et qui l'h o n o re n t ; qui en d e v ie n n e n t souvent de meilleurs avocats, de m eilleurs ambassa deurs que les Valaisans eux-mêmes ? Une te lle amitié est, de part et d'autre, exigeante. Elle ne se suffit pas de la p o ig n é e de main échangée avec l'é tran ge r de passage. Elle se fo n d e sur un instinct p ro fo n d , le temps la cimente, il lui faut la continuité, la maturité, la durée. A u d octe ur Am sler un g rand merci partant du cœur. M ais que p e u t ici le v o cab ulaire ? S'il a fallu soixante années au professeur p o u r é ta b lir une am itié d o n t cette fo ntaine est le té m o ign ag e, que le ciel nous en laisse au moins que lq ue s- unes p o u r lui m ontrer à notre fo ur notre p ro fo n d attachement. ,
D ’une fontaine
et d’une tribu en marche
U ne fontaine a été donnée à La Sage par le professeur Marc Amsler. M. le d o cteur A msler est né à Vevey en 1891. Il a été appelé à Lausanne et à Zurich. Mais il a choisi le Valais.
E t l’eau qui a soudain jailli du goulot et fu t bue avec un b rin d ’hésitation par u n brave m u let tiré u n dim anche de son coin d ’om bre, tandis q u ’u n ch a n t au Valais et au Sei gneur éclatait, était un tr a it d ’unio n qui m a rq u a it soixante ans d’amitié, soixante ans de présence de la famille Amsler à La Sage.
M. A msler rappela cette amitié et il devait la redire encore en égrenant ses malicieux souvenirs au cours de l’agape qui suivit (viande sèche, savoureuse raclette arrosée de Johan nisberg) au très accueillant Café des Collines. M mc Vogt remercia au nom de La Sage. Elle le fit avec sa diction parfaite et une clarté d ’expression que l’on admire.
M. le conseiller d ’E ta t L orétan et m adam e assistaient à la cérémonie. N o tr e chef du D ép a rte m e n t des finances avait été, au temps de la mobilisation, u n jeune capitaine instruc te u r aux yeux blessés p a r une grenade mais prestem ent gué ris p a r la rapidité de la science de M. Amsler. Il le rappela avec ém otion. M. le président Maistre, qui dirige en sou plesse la grande barque d ’Evolène, s’exprim a avec bonhom ie et une cordialité très chaleureuse.
Les orateurs étaient to u r à t o u r in tro d u its p a r M c Jean Q uinodoz, le très c o m p éte n t juriste (qui doit parfois rajuster ou rectifier la couronne). Il eu t p o u r chacun un m o t d ’esprit et un m o t du cœur.
Il p ara ît que dans le diocèse on ne bénit pas les fontaines. N o u s eûmes la bénédiction tacite de M. l’abbé Guillaume, aimé et respecté par ses fidèles d ’au-dessus les rocs. M. le recteur G uillaume a besoin du soleil de La Sage. A cause de la malice des temps, p o u r s’exprim er com m e les anciens Suis ses, ou selon le caprice des circonstances, M. le recteur avait été u n erm ite malgré lui mais très obéissant dans une cha pelle désaffectée...
BF
N ous avons eu le plaisir de le re tr o u v e r là-haut.
L ’eau vive coule p o u r nous tous, cette eau vive qui dans nos verres se tran sfo rm e en fendant, rh in ou cet ermitage encore auquel nous eûmes droit, délicatem ent servi par M mc Amsler devant le grand chalet de famille, en présence à ces réjouissances.
N ous p o rto n s des toasts.
C o m m e l’a d it une fois u n finaud d ’E volénard : je vous souhaite à ce jo u r la santé, les affaires, enfin des années heureuses et bissextiles.
M on papier officiel est term iné.
Je voudrais dire sans précautions m o n adm iration à Marc Amsler, à la famille Amsler.
J ’ai ren c o n tré une famille biblique et selon l’Ancien, et selon le N o u v ea u Testam ent. Il fau t à m o n sens allier la grande réussite professionnelle à la grande réussite privée- Evidem m ent « to u t est d o n n é », et cela aussi nous le tirons de l’apôtre Paul, et M. A msler s’en souvient.
J ’ai d ’abord devant moi un gran d chalet de mélèze, une dem eure patriarcale et m o n tag n ard e aux meubles d ’arole sculpté par les artisans de La Sage, et je m ’émerveille de leur exécution assez récente. Parbleu, l’art de la paysannerie
a subsisté à Evolène. Mais cette haute demeure, les treize familles issues des deux frères M arc et Jean Amsler se la p a rta g en t en to u te paix et régularité. N ’est-ce pas fantasti que ? U n conseil du chalet se ré u n it parfois, l’un des m e m bres p eu t survenir d ’A m érique, to u t le m onde est à la joie de se retro u v er. Ceux qui connaissent les hoiries... j’ai l’expé rience d ’un chalet chandolinard d ’où l’on ne peu t même voir la couleur de la clef...
Il y a donc ce chalet aux treize familles géré par cette sagesse peu t-ê tre encore plus évangélique que biblique.
E t devant le chalet il y a M. et M n,c M arc Amsler, leurs six enfants et quinze petits-enfants et leurs neveux et nièces. Voilà c o m m en t naissent les tribus en m arche vers la Terre promise. Mais il ne s’agit plus de bergers, de tro u p ea u x et de tentes. M. M arc Amsler, selon la bible d ’au jo u rd ’hui, a été u n grand p atro n , u n professeur à Zurich, à Lausanne, un m a ître connu dans le m onde entier et qui a dû soigner le roi d ’Arabie to u t com m e la chèvre de La Sage que des paysans lui am enèrent un jo u r (et la chèvre a mangé le chè que du cheik, dirait Max Jacob). M"1' et M. A msler nous lèguent un ingénieur, une virtuose du violon, un don théâ tral et trois professeurs d ’université en chirurgie, en th é o logie et en m athém atiques qui, eux-mêmes, m ultiplient leurs
talents par les conjoints q u ’ils choisissent et qui recroissent, b o urgeonne nt, rem ultiplient dans les nouvelles pousses.
Provignage intelligent, inspiré. Je supprim e les citations.
N ’im p o rte quel passant re n d ra it grâce.
Voilà, t o u t est p a rti d ’u n relieur argovien qui fit son to u r d ’Allemagne et d ’une petite vendeuse de m yrtilles du lac de T houne, devenus hôteliers à Vevey, l’u n et l’autre à la piété intransigeante, et je salue m a in te n a n t la petite A nne de Samuel de Marc, calée en m aths et ingénue et fine en charm e avec qui j’ai bavardé plaisamment.
Je n ’ai rien dit, en pensant à M arc Amsler, de l’am ateur de p ein tu re et du musicien. Alice Bailly a décoré sa villa de Pully. H erm a ngea t, le Cézanne d ’A ubonne, a été son ami. Les Bocion, les A uberjonois, les Barraud, les C havaz, les V allotton, les A n d en m a tte n , je puis les aimer chez lui : ce so n t les meilleurs.
Ma plum e c o u rt t r o p rapidem ent.
M arc Amsler a fondé la Société des concerts de la C a th é drale de Lausanne avec Charles Faller, Georges C a rt et Pierre Pidoux. Il a p o rté le Q u a tu o r de R ibaupierre p endant to u te la période difficile de la dernière guerre. Clara Haskil d o n n ait chez lui des récitals et lui-même joue de l’orgue.
S’il n ’y a pas d’art il n ’y a pas de réussite. Elle reste te rr ib le m e n t incomplète. Q ue la beauté corresponde à n o tre pensée, nos actions, n o tre vocation !
Q ue nous apportent-elles ces vies d o n t quelques-unes ap p a rtie n n e n t à des curés, des politiciens, des entrepreneurs qui refusent de co m p re n d re ? Des dégâts en tous genres.
Mais term inons sur une no te d ’optim ism e biblique. La merveille est d ’en tre p re n d re et de m ener à chef une oeuvre difficile dans sa vieillesse.
C ’est le dernier fruit.
C haque m atin, le D r M arc Amsler travaille à la rédac tio n d ’u n grand ouvrage, u n traité d ’ophtalm ologie qui requiert une dizaine de collaborateurs qualifiés. Il habite « La Colline », une très belle dem eure dans un très beau site, dem eure et site créés p a r cet architecte du paysage q u ’est François de Preux.
M arc A msler travaille, voyage. E t où va-t-il q u an d il voyage ? A Jérusalem !
N o u s sommes h eu reu x de publier, en page 44, le tex te de l’allocution que M. le professeur A m sler a p ro n o n c ée à La Sage. Red.
On tourne à Saillon
Christine a Vécran
Ils sont arrivés en pleines vendanges, au départ des hirondelles. Les cars bleus de la TV tran c h aien t sur la grisaille des rem parts. Saillon était leur prem ière escale.
Depuis des années, M me A ndrée Béart- Arosa mûrissait le p ro jet d ’adapter pour le p etit écran le ro m an de M aurice Z erm at- te n « Christine », qui va c o n n a ître ainsi une seconde jeunesse puisqu’il date de plus de vingt ans.
« C hristine », c’est l’é to n n a n te histoire d’une vocation sacerdotale dépeinte à tr a vers l ’âme d ’une Valaisanne, d ’une sainte. Le film sera projeté à la télévision le soir de Noël.
Il a été to u r n é à Saillon et à Sion sous la conduite de M. A n d ré Béart, entouré d ’artistes de renom , d o n t la ravissante M a r tine Sarcey, vedette de Paris, dans le rôle de C hristine ; Jean Claudio, O rs Kisfaludy, Isabelle Villars, Paul Ichac, sans oublier l’équipe valaisanne des C om pagnons des A rts, W alter Schöchli en tête.
Puisse « C hristine » nous p ro c u re r a u ta n t de plaisir que la « F ontaine d ’A réthuse », cette œ u v re de M aurice Z e rm a tte n d o n t M mc Béart a déjà fait une ada pta tion si réussie. th
-Honneur à la Reinette du Canada
L a bonne fée du pâtissier
François-Pierre de la Varenne, le pre
mier réform ateur de la cuisine fra n
çaise, ne consacre à ce fruit, dans son
livre « Le Cuisinier français » paru
en 1651, qu'une seule recette, savoir
celle des beignets aux pom m es, d'ail
leurs encore en haute estime aujour
d ’hui. Depuis lors, l'art culinaire a
progressé à pas de géant et le nombre
des recettes s'est multiplié. Chaque
pays, ou presque, a ses préparations
propres. Ainsi l'A utriche, avec son
« Strudel » aux pommes, l'A llem agne,
avec sa tarte aux pom m es, la France,
avec cette fameuse « C harlotte »,
l'Am érique, avec son « A ppie-pie ».
L'hôtellerie si réputée de notre pays
se fa it une règle d'assimiler les recet
tes du m onde entier, bien que les
cantons suisses aient pour la plupart
des spécialités régionales qui ne sont
pas à dédaigner. Mais il est incon
testable que la Reinette du Canada
valaisanne se prête tout particulière
m ent aux plus riches, aux plus fines
préparations culinaires. L'arôm e de
ce fru it m ûri au soleil m ontagnard
est sans pareil, et com me il persiste
intégralement après la cuisson, com
me la pom m e elle-même conserve sa
form e et sa robe si plaisantes, la Rei
nette répond à toutes les exigences de
l'art de la table et de la bonne chère.
Reinette Mont-Cervin
C hoisir des p om m es p lu tô t petites, les peler, les étuver dans du beurre, du sucre et du v in blanc. D isp oser un rond de pâte feu il letée sur l’assiette à dessert, y dresser une pom m e par assiette et l ’entourer de crème fouettée piquée de pointes d ’amandes. C o if fe r la p o m m e d ’une m ince rouelle d ’orange surmontée d ’une demi-cerise ou d ’une torche de crème fouettée.
-Remette à la Saxon
Cuire des pom m es de m oyen n e grosseur, pelées entières, dans un f o n d de citron concentré. Foncer un p lat de cristal avec un biscuit p lat préparé pour la circonstance, que l’on recouvre d ’un m élange de crème à la v a n ille et de purée de pom m es caramélisée. Arranger dessus les pom m es concentriquem ent, et garnir le reste du p lat de grains de raisin rouge et de raisin blanc alternés. C om p lé te r le décor de dem i-lunes de chocolat. C o if fe r les pom m es d ’un p etit bonnet de crème fouettée avec un cimier en chocolat.
Reinette à la Vigne rotine
Peler des pom m es de m o y en n e grandeur, en enlever le cœ u r et les pépins. Les étuver dans du beurre, du sucre et de la dôle, ou autre v in rouge bien fruité. Laisser les p om m es refroidir dans ce fon d , puis les égoutter. Cuire les pelures des pom m es dans de l’eau bien sucrée, les ajouter au fo n d et passer le tout au travers d ’un linge fin. R eprendre le fo n d passé, le lier légè rement et le laisser réduire encore un peu sur le feu. D a n s un p lat approprié, m onter une glace à la v a n ille de belle présen tation, en form e d ’une petite bombe, disposer tou t autour les pom m es nappées de la réduction. Les co iffer de crème fouettée et y piquer un p o m p o n de raisin. O n peut encore rehausser l’e f f e t de couleurs par une petite décoration de losanges d ’angé- lique confite.
Croustade de Reinette
Faire sauter de petits cubes de R einettes du C an ad a dans du beurre, du sucre, du v in blanc, a vec des raisins secs et de l’écorce de citron râpée. Garnir de cette préparation des fonds en feuilleté. D ép o ser là-dessus une épaisse rouelle de pom m e étu vée dans la m êm e préparation. Arroser d ’une sauce claire au citron, décorer le dessus de fragm ents de fruits con fits et arranger tou t autour des cerneaux.
Reinette meringuée
Cuire à l’étuvée, dans du beurre et du sucre des R einettes du C an ad a coupées en deux, pelées et creusées au milieu. Foncer un p lat à gratiner d ’un riz sucré au lait, disposer artistiquement dessus les m oitiés de pom m es, com bler les interstices a vec de la crème à meringues. Faire rapidem ent prendre couleur au four-salam andre. P lacer en fin sur chaque d em i-p om m e une m oitié d ’abricot cuit et napper d ’une sauce au citron très fine.
Le nouvel orgue
de l’église de Steg
A propos d ’orgues modernes, G uido Bartsch de Bale écrivait, il y a quelques années, q u ’il ne connaissait en Suisse que trois étoiles d ont les heureux bénéficiaires seraient : le G rossm ünster à Zurich, Schaffhouse, et l’église de Glis. D epuis ce printem ps, une nouvelle étoile brille et sonne en Valais. Il s’agit de l’orgue de l’église de Steg, instrum ent nouvellem ent construit p ar H a n s Füglister installé en Valais depuis quelque temps déjà, et d o n t la m an u factu re d ’orgues se trouve à Grim isuat.
H a n s Füglister est un organiste devenu organier, ce qui est asse? rare. Il a fait son apprentissage chez M etzler à Zurich. Puis il alla se p erfectionner à H a m b o u rg chez B cckerat, organier célèbre dans les pays du N o r d et jusqu’en A m érique ; ensuite chez K ro h n de H illerod au D anem ark.
L’orgue de Steg, avec ses vin g t jeux distribués sur trois cla viers, est le prem ier de cette im portance construit en Valais, p ar la Maison Füglister.
Voici la liste et l’o rdonnance de ces jeux :
Rückpositiv ;
Pédalier :
10. B ourdon 8’ 17. Soubasse 16’ 11. P re sta n t 4’ 18. P rin cip al 8’ 12. Flûte à cheminée 4’ 19. C horalbass 4 ’ 13. Sesquialter (cornet) 2r 20. Basson 16’ 14. Flûte conique 2 ’ 15. Larigot Va’ 16. C ym bale 3r
Grand orgue :
1. Quintadena 16’ 2. Principal 8’ 3. F lûte à fuseau 8 4. O c tav e 4’ 5. Flûte 4’ 6. Q uinte 2 2/a’ 7. Doubllette 2’ 8. F o u rn itu re 4r 9. Trompette 8’La trac tio n de l’instrum ent de Steg est entièrem ent m écani que et à suspension, c’est-à-dire qu ’elle se règle autom atiquem ent suivant les changements de tem pérature. Ce procédé perm et un contrôle absolu sur le caractère e t la précision de l’a tta q u e et de l’a rrê t de chaque son, de chaque note. Le tirage, c’est-à-dire le système de registration, est électro-pneum atique, avec deux com binaisons libres.
L’architecture de la façade est élégante et simple, elle laisse v o ir clairem ent l’em placem ent des jeux sur les différents claviers. Le b u ffe t d ’orgue, en bois de mélèze, met une touche v iv an te et agréable, dans cette église d ’un néo-gothique assez m orne. Au milieu se dresse le g ran d orgue, flanqué des deux tourelles du pédalier, tandis que le p etit b u ffet encastré -dans la balustrade de la tribune, derrière l’organiste, contient les jeux -du Rückpositiv.
P o u r la construction de cet orgue, H a n s Füglister s’est inspiré de l’école des organiers espagnols du X V I e siècle, en p laçan t sous les tu y au x du g ra n d orgue des tu y au x « en cham ade ». L ’orgue de Steg est ainsi, le prem ier en Vallais, à posséder des trom pettes espagnoles en façade, d o n t le son dirigé en axe horizo n tal se m ani feste avec la netteté la plus parfaite. D e plus, l ’organier a pu obtenir ainsi, une meilleure sonorité des grands jeux, avec peu de jeux d ’anches. Lors du concert d ’inauguration nous avons pu nous faire une idée de l’effet curieux et particulièrem ent re m a r quable d e ces trom pettes. Ainsi devait raisonner ces instruments au temps du grand Jean-Sébastien Bach et peut-être, plus loin encore, les trom pettes d ’argent des deux cents prêtres du Temple de Jé ru sallem.
H a n s Füglister qui a réussi le bel instrum ent de Setg est connu également comme spécialiste d ’orgues historiques. La restauration des orgues d e Saint-T héodule et d ’E rnen lui a été confiée. Ainsi le souvenir affligeant d ’orgues historiques de grande valeur démolis ou mal restaurés p a r ignorance, nous a p p a ra îtra un peu moins cuisant et moins redoutable aussi la présence du représentant de
D ie Arenen sind überall
F ü r E z ra Pou n d , gegen Roosevelt,
gegen L y n d o n Johnson, den R ancher.
Moi, j ’ai été un tueur, un dur, ein Killer, ein T öter. Ich k äm p fte fü r alile H e im a t län d er der Erde, ich sah sie sterben, die h a rten M änner. D re i von unserer K om panie sind zurückgekom m en, es gab d a keine Details. Ich w a r an der M itrailleuse. M anchm al k onnte ich nich t mehr, aber ich musste schiessen, ein O ffiz ie r stan d d a h in ter. L eu ten an t M üller, ein ganz H a rte r, Schweizer O ffizier, neben m ir legte es ihn um, drei Schüsse u n d ein Bauch. E r w a r gut, zu gut. Die ganze N a c h t h atte er uns ausgeha'lten m it dem Schnaps : am ändern T ag w ü rd en w ir angreifen, da müssten w ir w arm sein ; ach, er k onnte nicht wissen, wie die uns zuvorkäm en.
E r h a tte nicht lange d a ra n gemacht, M u tter und so und letzte W orte, w o zu ?
N achschub fehlte, so m achten w ir nie G efangene, w ir b rach ten sie um.
O ja, ich bin ein V ersoffener, doch sieh mich an, B ruder, ehe D u urteilst.
U n d ich zäh lte drei Einschüsse über seinen athletischen Leib. Angeschossen, durchlöchert, versiebt : w ä r er ein Tier, seine H a u t w ä re nichts w e rt ! U n d h atte er sie nich t a u f den M a rk t getragen ? A u f die ehrliche Weise ? F ü r w en ?
W ir h a tte n m it dem Messer gekäm pft, da die M unition aus w ar, m it krum m en, m it geraden Säbeln, ich habe das Blut gesehen, gerochen, geschmeckt. Ich habe keine Angst v o r dem T od, Bruder. Meine M u tter haben sie in A uschw itz ver- schaufelt, und ich w äre gerne fü r sie gegangen, weisst D u, ich fürchte den Tod nicht.
D e r herrliche R o b ert C a p a m it seinem sechsten Sinn fü r die Mine ; er, der ihnen allein h ä tte beibringen können, dass M o r den nichts ta u g t ; er, in dessen Schatten die Soldaten sich bewegten, w enn sie den T od aufschieben w ollten — ich w a r dabei, als er in die L u ft ging.
O Dien Bien P h u !
La guerre, c’est une saloperie — qui ne l’a pas faite, ne peut pas com prendre !
D och diese Vietnamesen sind M änner, sind ganze Kenle, und sie käm pfen fü r ihr Land. Ich habe da nichts verloren ; ils sont à glorifier.
Ich heisse D a rio M akelovich, schreiben Sie d as in Ihrem R a p p o rt !
G e tro ffen h a tte ich ihn in Arles, zur Stunde, als die From m en u n d die T rin k er längst im Bett w aren. Es w a r die exhibi tionist! sehe Stunde, u n d er b rauchte die zw an zig F ranken, die er m ir ablauste, um sich bis nach M ontpellier durchzuschlagen. E r w a r von U n g a rn gekommen, nach Stes- M aries-de4a-M er, w o sie sich treffen, die Zigeuner, die Ausgestossenen, die n u r das B lut verbindet.
Deutsche Touristen, die den W eg nach der A rena wissen w ollten, h a tte er etw a am K ragen gepackt : les arènes sont à Berlin.
D och ist das historisch. D o r t w aren sie, d o rt sind sie. A ber : die A renen sind überall.
D u rch ein kleines Loch, hier in Arles u nd andersw o, h a t m an sie hineingeschickt, die m orituri, h in ausgepufft in die A rena ; sie k an n te n ihr Los. In einen grossen K a u gummi p a ck t m an sie d o rt unten in Saigon, die arm en G I ’s — und sie wissen nicht, was sie tun. E in nach unten gerichteter D aum en, eine in die L u ft gereckte Faust : das täuscht über die M assengräber hinweg. U n d darü b er, dass die A renen sich er strecken von Saigon bis nach Bonn und nach Bern.
M an sollte sie aufstellen, die I n te r nationale der G la d ia to ren ; sie machte sich klein aus neben der d e r E ntschw undenen, fü r die m an imm er ein V a terlan d fand, gut genug, d a f ü r zu sterben, m erde !
D a sind sie im m er zu r Stelle ; a u f den Kreuzen, den G rabsteinen sind sie immer da : die Hinterbliebenen Frauen, M ütter, Schwestern und Bräute. W aru m steht ihr nich t auf, Frauen, und legt diesen Spielern das H a n d w e r k ?
D a rio M akelovich, einer fü r alle : E rst lehrten sie ihn schiessen, d a n n betteln. E rst schmeckte er das Blut und dan n den Schnaps. Erst Stechschritt, dann K rücke ; so sind sie alle ! M an machte aus ihm einen M ann, d ann ein T ier — jetzt ist er ein K in d im V ollbesitz seiner K rä fte. Bald w ird m an ihn beten lehren. Eines n u r lernte er nie : leben. E r lernte verachten, eh er zu lieben gelernt, leben d u rfte er nicht. M an w ollte ihn in dem Sack haben, der zugeschnitten ist fü r sie alle, die Sansculotten, die R eisläufer, die A rm ensünder und die A rm enneger. U nd dass er herausgefallen w a r aus dem Sack, ist das Schlimmste daran.
PS 1 : D a gibt es doch in der Schweiz so eine Armee.
P S 2 : A rm ee — m it ein bisschen M rerde und Schreisse m acht m an noch keinen Krieg. G uten T ag ! H eil ! Fröhliche U rstä n d im T arn a n zu g ! P S 3 : Ich appelliere nich t an die M änner, die nie geschmeckt haben, wie das ist. D ie tragen den Feldweibel in sich, die kleine Raketenbasis — seit ihrem N ietzsche, seit sie das höl zerne P fe rd geritten und früher. Euch aber, Frauen, rufe ich an, im ■ N am en von D a rio M akelovich : h ö rt a u f m it d er Beterei und tut etw as dagegen —
PS 4 : U n d euch, Priester, rufe ich an : segnet dagegen — dass es unsem brav en G em eindepräsidenten, Gross räten, Schullehrern, D ichtern, Büro angestellten, A erzten und U n te r offizieren die Brust schw ellt und H o rm o n e in den K o p f jagt, wenn sie d en Fahnenm arsch hören ; dass Leute bei uns eigenm ächtig einen K in d erg arten m it W im peln und F ahnen ausrüsten, um an m ilitäri schen Défilés zu paradieren. PS 5 : D a gab es doch so einen Mussolini. PS 6 : T u t etwas, ihr Frauen, tu t um
G ottes willen etwas, dass er nicht m itten un ter uns sei,
denn d er K rieg ist eine zu dreckige Sache — n u r w er überlebt, weiss.
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ALOYS T H E Y T A Z
D e Jacques d’Anniviers
à Jacques Barras
Jacques d ’A n n iv ie rs fut le premier curé de la paroisse de V issoie, du m oins selon les archives, en 1231.
D e p u is 1964, M. l ’abbé Jacques Barras en est le quarante-troisièm e titulaire, toujours d ’après un état n o m in a tif sujet à rectification.
C e que fit le premier, je l ’ignore.
C e que v ie n t d ’accom plir le second eût mérité m ention sur parchem in, dans le tube de bronze que l’on scelle dans le mur d ’un n ouveau m onum ent.
La ch ap elle de N o t r e - D a m e de C om p assion , dite « du château », v ie n t d ’être rendue au culte le 9 octobre 1966, après une rénovation d ont lui sau ront gré des générations de fidèles et d ’esthètes. Elle a v a it été désaffectée il y a une d iza in e d ’années pour deven ir une salle de patronage.
En 1688, la collin e portait encore les vestiges d ’un castel éd ifié au X I I e siècle par les premiers sei gneurs d ’A nniviers. Passé aux de R arogne, il subit p robablem ent le sort des châteaux de Guischard, cap itain e abhorré de tout le com té du Valais, en
1416.
Le curé E gide M assy rasa ces murs et construisit la chapelle de N o t r e - D a m e de C om passion.
J ’ai lon gtem p s tenu ce bâtisseur pour un a v e n turier de la pioche, d ém olissant avec ardeur un m onu m ent du passé pour lui substituer une chapelle de plus, à deux pas de l’église paroissiale.
En fait, cette église exigeait une reconstruction en 1617 déjà. L ’évêque H ild e b r a n d Jost, n ’obtenant pas satisfaction, jeta l’in terd it sur ce lieu de culte.
D e là, probablem ent, la nécessité d ’en élever un autre avec des m atériaux à p ortée de la m ain, en attend ant la restauration de l’é d ific e principal.
M . le curé Barras ex c a v a une salle souterraine que son lointain prédécesseur a v a it com blée de m atériaux en excédent, lui fit un accès de plein pied, au le v a n t ; retapa les f o n d a tio n s et les murs, restaura d eu x autels baroques, étab lit un baptistère, releva le cloch eton de fer forgé, restituant à l ’en semble son cachet d ’autrefois.
D e s artisans et des volon taires lui prêtèrent m ain- forte durant des mois.
O n le v it lu i-m êm e transporter des matériaux, creuser, remblayer, pousser le diable com m e un aide-m açon.
T o u t fu t en place pour ce 9 octobre mémorable où M gr A d a m v in t p our la consécration et la messe du soir.
C érém onie ém o u v a n te p our beaucoup de fidèles qui retrouvaient leur en fance et leur jeunesse.
La liturgie ne sacrifia que ce qu’il fa llait aux exi gences de V atican II.
A in si, tou t restait dans l ’am biance d ’antan, faite aussi bien de m éd itation silencieuse que d ’élan com munautaire.
C lergé et magistrats répondaient ensuite à l’in vi tation de la bourgeoisie de Saint-Jean, qui ouvrit
sa cave des Frasses. Le c h ef du diocèse ne dédaigna pas d ’honorer de sa présence cet autre lieu séculaire et de humer le « vin de l’évê q u e ».
La cure revit enfin tout ce m on d e pour l’agape vespérale.
En passant, j ’aperçus, dans le sapin du presbytère, deux mésanges huppées qui poussaient leurs petits chants im muables, fixés depuis la création jusqu’à la fin des temps.
Le magephotoramique
ROLAND MÜLLER
ENTRE
C et hom m e excellent, d o n t l’agilité singulière de corps et d ’esprit nous a toujours frappé, est u n infatigable chercheur. N o n c o n te n t d ’avoir réalisé to u te une série de films : « Le Pays du Soleil », « Terre Valaisanne », « H o rizo n s Blancs » et « Barrage », qui o n t o b te n u les plus hautes distinctions en Suisse et en France, il s’est lancé dans une technique p h o to g ra p hique nouvelle d o n t nous com m ençons seulem ent à m esurer l’intérêt.
R oland Muller est p arti d ’une idée juste. P o u r conc urre nce r la télévision et son p etit écran, il fallait voir grand. Il a donc imaginé u n système de projections sur de vastes dimensions.
Son « p h o to r a m a » utilise trois écrans d o n t le to tal attein t neuf mètres de long sur deux mètres cinquante de haut. C ette superficie de plus de vingt m ètres carrés englobe to u t le c h a m p visuel. L’impression est prodigieuse.
Ainsi étalé, le paysage valaisan, immense, p ro fo n d , nous en chante. Les vues panoram iques des vergers du centre, les perspec tives de la plaine valaisanne vue de R avoire, la fo re t de Finges contem plée du h a u t des rem parts de Loèche, sont un spectacle féerique.
Le résultat a dépassé les prévisions. Au C o m p to ir suisse de Lausanne, la foule se pressait en perm anence à l’entrée du p h o t o rama. Avec un texte de M aurice Z erm a tte n récité par les C o m pagnons des Arts, une musique de Jean D æ tw yler jouée par l’orchestre de R adio-Lausanne et chantée par la C hanson d u R hône, la projection, qui dure vingt minutes, tra n sp o rte le public.
Les images sont d ’ailleurs d ’une qualité exceptionnelle. Les couleurs sont admirables, justes et soutenues, cependant point forcées. F ru it d ’une recherche d o n t nous connaissons bien la difficulté, les cadrages sont impeccables. En co m b in an t les trois volets de la projection, R oland M uller o b tie n t des effets d ’h arm o n ie ou de contraste saisissants.
Le p h o to ra m a de R oland Muller est une grande réussite.
Avec une patience d ’abeille, avec un ta len t d ’inventeur, ce magicien de l’image a c o n s tru it une œ uvre d o n t le Valais est fier.
D e s fu m ée s paresseuses tra în e n t sur les toits. Le village est vide. C ’est l’h eu re du dîner et les fam illes so n t dans les m aison s en train de m anger. O n en te n d des bruits d ’assiettes, des v o ix de fe m m e s g r o n d a n t les enfants.
P er so n n e dans les ruelles en tre les granges ! P er so n n e sur ce q u ’o n a baptisé place, qui est le plus grand espace v id e en tre les m aisons et le p o in t de re n c o n tr e de plusieurs ruelles. N a g u è r e u n e ch ap elle s’y élevait q u ’o n a d é m o lie p o u r en co n stru ire u n e plus grande en b ord u re de la rou te, près d e la laiterie. Mais o n a gardé le c l o c h e t o n de l’ancienne. Il est c u r ie u se m e n t p lan té sur la n o u v e lle , en sou ven ir. Les gens d ’ici o n t e n co r e des souvenirs. Ils so r te n t juste du v ie u x tem ps, sans gran d e hâte, sans grand plaisir.
La place est aussi p e n tu e q u ’un t o it de m a z o t. En h iv er les fe m m e s d o iv e n t se passer de v ie u x bas sur leurs souliers p o u r ne pas glisser ju q u ’au café qui f o r m e d igu e dans le fon d .
T o u t le p ays est en p e n te raide. C h a q u e plat d o it être co n stru it. O n édifie un m u r et o n re m p lit de terre la c u v e t t e q u ’il f o r m e avec l’o b liq u e du pré. Là-dessus o n fait passer le c h e m in , o n b âtit la m aison, on in stalle le c h a m p de fraises.
C ’est ainsi q ue le flanc de la m o n t a g n e est d e v e n u h ab i table. Mais qui a eu l’idée de c o m m e n c e r ? U n pauvre b ou gre q ui ne t r o u v a it pas de place sur les replats t r o p chers ? U n original a m o u r e u x de so litu d e ? A lle z savoir. Le village est v ie u x c o m m e le Valais. Il a la c o u le u r q ue d o n n e n t les siècles d ’e x p o sitio n au soleil, à la pluie, au gel.
Gens de bien, et à l’aise, les anciens Sarreyens. O n racon te que ce so n t des Besse d ’ici q ui o n t o f fe r t l’é n o r m e c l o c h e de l’église paroissiale, la plus grande d u c a n to n . Elle f u t baptisée M ad elein e et le n o m des d on ateu rs f u t gravé dans l’airain. Mais u n cu ré jalou x fit lim er l’in scr ip tio n . C ’est du m o in s ce q u ’o n dit à Sarreyer.
Gaillards décidés, les anciens Sarreyens ! Q u a n d les radi caux p la n tèr en t l’arbre de la liberté sur la gran d -p lace du C hâble, un c o m m a n d o de co n servateu rs sarreyens f o n d it de son p erc h o ir et l’abattit sans cé ré m o n ie .
S A R R E Y E R
Village vieux comme le Valais,
sorti de la longue trempe
des siècles, du soleil, de la pluie,
du gel
Gaillards décidés, les anciens Sarreyens ! Q u a n d les radi cau x p lan tèr en t l’arbre de la liberté sur la grand-place du C hâble, un c o m m a n d o de co n servateu rs sarreyens f o n d it de son p erc h o ir et l’abattit sans cé rém on ie.
C e m o n d e solide de pierre et de b o is; c e t te é c o n o m ie c o n str u ite a u tou r de la v a ch e et du lait, c e t te civ ili sation basée sur la foi, la résign ation, l’exa lta tio n des vertus d o m e stiq u es et la p r é d o m in a n c e de l’h o m m e ; ce m ic r o c o s m e q u ’o n eû t p u croire figé p o u r to u s les tem p s ; t o u t cela qui paraissait im m u a b le craque à to u tes les jointures. Pas b esoin de d é m o n str a tio n statis tiq u e ! Le c h a n g e m e n t se v o i t p a r to u t dans les choses et les gens.
La lim ite des q uarante ans est c o m m e u ne fr o n tiè r e en tre d eu x m o n d es. A u -d e là c ’est le paysan de m o n tagne, o c c a s io n n e lle m e n t o u v r ie r de ch antier. E n deçà c ’est l’ou vrier, l’e m p lo y é , le m a ço n , o cc a sio n n e lle m e n t
paysan. La d iffér en ce se lit dans le p h y siq u e de la p o p u la tio n . Les anciens so n t osseux, le visage creusé p ro fo n d , le corps so u v e n t d é fo r m é alors q ue les m o in s de q uarante o n t les joues pleines, l’allure dégagée, b ea u co u p d ’assurance dans le geste et dans le verbe q u ’ils o n t h aut et s o u v e n t faraud. L’h ab illem en t aussi d iffère : les m o in s de quarante so n t mis au g o û t du jour, au diapason de la m o d e citadine. Les plus de qua rante s o n t en salopettes, en p an talon s m ilitaires ou en c o m p le t s lo n g te m p s portés. D u c ô t é des fe m m e s le co n tra ste est v io le n t : les m am an s en fich u s et sarraux foncés, les jeunes dames et les dem oiselles en costu m e s de ville, blouses claires, pulls bariolés. O n v o i t des c o if fures de catalogu e, visages fardés, on gles vernis. Elles so n t d ’au jou rd ’h ui, n ’en d o u t e z pas. Le d é ta c h e m e n t du passé est v r a im e n t a cc o m p li : la plup art ne save n t plus traire.
Les jeunes o n t jugé. Ils o n t déclaré : l ’agriculture, c ’est fini. L ’avenir est dans le tourism e. O n a des pâturages dans les h auts q ui p ou r raie n t se tran sfor m e r en station d ’h iv er c o m m e V erbier t o u t près.
S eu lem en t les anciens so n t to u jo u r s là. T o u rism e ? P eu t-ê tr e bien. Mais v o u s ferez ça q uan d o n aura passé, q uan d o n sera au c im e tièr e du C hâble. En atte n d a n t o n a b esoin des alpages p o u r les vaches. O n n ’est pas d ’accord de ven d re. P a tien te z un peu, ça ne durera plus b ien lo n g te m p s.
Les jeunes p iaffen t. Les anciens se cr a m p o n n e n t. C ’est l’étern el c h e m in e m e n t de l’h u m a n ité , le clas sique c o n f lit de générations.
P a r to u t dans n os m o n ta g n e s la ligne de clivage entre l ’ancien et le m o d e r n e traverse les c o m m u n a u t é s villa geoises. P a r to u t se r e n c o n tr e le m ê m e désarroi.
O n sait d éfinir les faiblesses, én u m é re r les défauts de l’ancien ord re é c o n o m iq u e et social. O n est t o u t em p r u n té , sans v o ix p o u r la d ir e c tiv e ou la sim ple p révision . Il faut risquer, cou rir l ’a v en tu r e d u n o u v eau t o u t en sachan t q u ’o n ne su pprim era jamais les servitud es de la m o n t a g n e . M ê m e en n o tr e é p o q u e de t o u te-p u issa n ce te c h n iq u e le m o n ta g n a r d d o it être plus h o m m e q u e l ’h a b ita n t des plaines. Il en sera toujours ainsi. La m o n t a g n e d em eu re la r é co m p en se des forts.
Les anciens o n t co n sc ie n c e de v iv r e la fin d ’u n e é p o que. Ils so n t résignés m ais l’a m e r tu m e grisaille leurs p rop os. La sensation d ’ap partenir à u n e p rofession d éclin a n te et à u n m o n d e r é v o lu ne les pousse pas à rech erch er u ne im possible a d ap tation m ais les c o n d u it à un r e p liem e n t sur e u x - m ê m e s q ui ne va pas sans tristesse.
Ils o n t p o u r ta n t, ancrée en eux, la c o n v ic t i o n q u ’il faudra tou jou rs des paysans et q u e la terre ne m ourra pas. Mais c o m m e n t m a in te n ir l’agricu lture dans ce haut pays ? Ils ne save n t pas. E t qui le sait ? U n rem an ie m e n t des terres va s’effectu er. Les parcelles se ron t ras sem blées p o u r faire de plus grands prés, des ch am ps m o in s étriqu és ; des ch e m in s allég er o n t la terrible fa ti gue du p ortage à dos.
Mais ça ne su pprim era pas la raideur de la p ente. T o u t ob jet q u ’on laisse t o m b e r se m e t à dévaler. O n d o it s’agripper aux m o tt e s c o m m e à u n e échelle. Le m o in d r e pas est u n e ascension. L’eau in dispensable ne p e u t se d istribuer q u e par t o u t p etits filets, sin on la ravine se creuse et décape t o u t jusqu’au rocher.
E n fin rien, ni la te c h n iq u e n i la p o litiq u e , n e pourra raccourcir les tro p lon gs hivers.