W O R L D H E A L T H ORGANIZATION
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ORGANISATION MONDIALE DE LA SANTE
C O N S E J O E J E C U T I V O 3 1a r e m l o n
E B 3 1 / ^ i n / l 6 R e v . l 15 de marzo de 1963 O R I G I N A L : INGLES
ACTA R E S U M I D A D E LA 1 6a SESION.
Palais des N a t i o n s , G i n e b r a
V i e r n e s , 25 de enero de 1 9 6 3 , a las h o r a s
P R E S I D E N T E : D r M . K . A F R I D I
Indice • P á g i n a
E s t u d i o o r g á n i c o sobre los m e d i o s de c o n t r i b u i r eficazmente a la e n s e ñ a n z a y la f o r m a c i ó n p r o f e s i o n a l de p e r s o n a l m é d i c o , con objeto de a t e n d e r las n e c e s i d a d e s más a p r e m i a n t e s de los n u e v o s E s t a d o s independientes y los p a í s e s de p r ó x i m a
independencia ••••••• • • • • 5)〇
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l6 sesión
V i e r n e s , 25 de enero de 1 9 6 3 , a las 9,斗0 horas
P r e s e n t e s
D r M . K . A F R I D I , Presidente D r R . V A N N U G L I (suplente d e l
P r o f e s o r G . A. C a n a p e r i a ) , V i c e p r e s i d e n t e D r J . A d j e i S C H A N D O R F , V i c e p r e s i d e n t e
D r S . S Y M A N , R e l a t o r D r A , R . F A R A H , R e l a t o r D r A . C . A N D R I A M A S Y P r o f e s o r E . J . A U J A L E U
P r o f e s o r G . C L A V E R O D E L C A M P O (suplente d e l P r o f e s o r J . G a r c í a O r c o y e n )
D r L . D I A L L O D r L . F A U C H E R Sir G e o r g e • G O D B E R
D r W . A . K A R U N A R A T N E D r B . D , B . L A Y T O N D r Y o n g Seung LEE D r A . N A B U L S I D r V . V . O L G U I N D r T . OMURA
D r a M a r i a R U S I N O W A (suplente d e l P r o f e s o r M . K a c p r z a k )
País que ha d e s i g n a d o al m i e m b r o d e l C o n s e j o P a k i s t á n
Italia G h a n a I s r a e l T ú n e z M a d a g a s c a r F r a n c i a
E s p a ñ a S e n e g a l H a i t í
R e i n o U n i d o de G r a n B r e t a ñ a e Irlanda d e l N o r t e
C e i l á n C a n a d á C o r e a J o r d a n i a A r g e n t i n a J a p ó n
Polonia
D r J . S H A H E E N I r a k
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Presentes
Dr S / S I G U R D S S O N D r К. S U V A R N A K I C H Dr J . W A T T
P r o f e s o r V . M . Z D A N O V
S e c r e t a r i o : D r M . G . C A N D A U D i r e c t o r Genera:
R e p r e s e n t a n t e s de organizaciones i n t e r g u b e r n a m e n t a l e s P o n d o de las N a c i o n e s U n i d a s para la Infancia
O r g a n i s m o de O b r a s Públicas y‘ Socorro a los R e f u g i a d o s de Palestina
C o m i t é I n t e r g u b e r n a m e n t a l para las M i g r a c i o n e s E u r o p e a s
L i g a de los E s t a d o s A r a b e s
País que ha designado al m i e m b r o d e l C o n s e j o Islandia
T a i l a n d i a
E s t a d o s U n i d o s de A m é r i c a U n i ó n de R e p ú b l i c a s
S o c i a l i s t a s S o v i é t i c a s
Sir H e r b e r t B R O A D L E Y
D r S . F L A C H E
D r С, SCHOU D r M . E L W A K I L
R e p r e s e n t a n t e s de o r g a n i z a c i o n e s n o g u b e r n a m e n t a l e s A s o c i a c i ó n I n t e r n a c i o n a l de S o c i e d a d e s
de M i c r o b i o l o g í a
A s o c i a c i ó n M e d i c a M u n d i a l
F é d é r a t i o n dentaire internationale L i g a de Sociedades de la C r u z R o j a Sociedad I n t e r n a c i o n a l de C a r d i o l o g í a S o c i e d a d I n t e r n a c i o n a l para las
T r a n s f u s i o n e s de Sangre
P r o f e s o r R . H . R E G A M E Y Dr J . M A Y S T R E
Dr C . L . B O U V I E R D r Z . S . H A N T C H E F
Profesor P . W . D U C H O S A L
Profesor R . FISCHER
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1 . ESTUDIO ORGANICO SOBRE LOS MEDIOS DE CONTRIBUIR EFICAZMENTE A LA ENSEÑANZA Y LA FORMACION PROFESIONAb D E PERSONAL M E D I C O , CON OBJETO DE ATENDER LAS NECESIDADES MAS APREMIANTES DE LOS NUEVOS ESTADOS INDEPENDIENTES Y LOS PAISES DE PROXIMA INDEPENDENCIA: Punto 2.8.1 d e l orden del día (resolu- ciones WbíA15.59 У EB30.R18; documento E B ^ l / ^ O )
A petición d e l PRESIDENTE, el Dr GRUNDY, Subdirector G e n e r a l , presenta el inf orme del Director General relativo al estudio orgánico sobre los medios de contribuir eficazmente a la enseñanza y la formación profesional de personal médico con objeto de atender las necesidades más apremiantes de los nuevos Esta- dos independientes y les países de próxima independencia (documento E B ^ l / 2 0 ) . E s posible que el Consejo desee tener en cuenta además algunas partes d e l infor- me d e l Director General sobre la continuación de la ayuda a los nuevos Estados independientes (documento E B ^ l / 4 2 )1 y, en particular, el párrafo 4 de la Sec- ción I I I de dicho documento, donde se hace referencia a la ayuda prestada a Túnez para el establecimiento de una nueva escuela de m e d i c i n a , toda vez que dicha ayuda constituye u n ejemplo aleccionador de este género de asistencia.
E l Consejo Ejecutivo examinó en su 3 0a reunión una propuesta prelimi- nar acerca del presente estudio orgánico (documento EB)〇/20) y pidió al Direc-
a
tor General que informase sobre e l asunto e n la 5 1 r e u n i ó n , teniendo en cuenta las observaciones y las indicaciones formuladas a partir de aquel momento por los miembros del Consejo• E n e l informe que se examina se h a n tenido en cuenta dichas observaciones e indicaciones,, además de las opiniones de los miembros d e l Comité R e g i o n a l para Africa y los resultados de las encuestas efectuadas en 18 países de ese continente•
1 Se reproduce en el A n e x o i8 de A c t , o f , 0 r go m u n d . Salud 12^>
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La expresión "enseñanza y formación profesional de personal médico" se h a empleado en un sentido muy amplio a fin de que abarque no sólo la enseñanza de
la medicina en las universidades sino también la formación de auxiliares y la en- señanza teórica y práctica de personal paramédico, tanto profesional como a u x i l i a r .
E l problema de la relación que debe existir entre la enseñanza y la for- m a c i ó n profesional del personal m é d i c o , por una p a r t e , y la planificación general de los servicios sanitarios nacionales por otra, es asunto de la mayor importan- cia y ha sido objeto de considerable a t e n c i ó n . E n la introducción que acompaña a l documento EB3l/20 se subraya la importancia que tiene para la ampliación de los servicios sanitarios e l disponer de personal capacitado e n número s u f i c i e n t e . L a s secciones restantes d e l informe tratan de la magnitud y la naturaleza de las nece- sidades, de la manera en que se las podría atender y de los problemas t é c n i c o s , financieros y de organización que plantean la planificación y la ejecución de las medidas propuestas.. Por lo que respecta a l aspecto financiero, el orador señala a la atención del Consejo la Parte 4 d e l Anexo 4 de Actas Oficiales № 118,. cuyo párrafo 7*8 contiene una previsión de los gastos que supondría la fase inicial del programa ampliado y acelerado de enseñanza y formación profesional en los nuevos E s t a d o s independientes de Africa; los gastos previstos son d e l orden de dos millo- nes de d ó l a r e s , cifra e n la que se incluyen las asignaciones de fondos para sufra- gar becas durante toda la duración de é s t a s . Los gastos necesarios para continuar ese p r o g r a m a , por ejemplo, de dos en dos años, una vez transcurrido e l bienio ini- cial serían algo m e n o r e s . E n estas previsiones no se han tenido en cuenta los gastos que supondría e l establecimiento de nuevas instituciones d o c e n t e s , A ese respecto conviene hacer, referencia a l inciso (c) del párrafo d e l documen- to E B 5 1 / 2 0 , donde, en términos muy generales y puramente aproximados, se indica.
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-
谈
-que la construcción y la dotación de una escuela de medicina con capacidad para 5 0 a 100 alumnos al año costaría $10 millones aproximadamente y que e l coste a n u a l por alumno sería de $1500 a $3000• Por e l l o , como se indica en el párrafo 4 . 3 . 2 , parece prudente buscar nuevas fuentes de fondos, ya que es poco probable que bas- ten para ese fin los procedentes d e l presupuesto ordinario de la OMS y de la Cuen- ta E s p e c i a l para la Ayuda Intensiva a los Nuevos E s t a d o s Independientes y a los Países de Próxima Independencia. Sobre la magnitud d e l problema no puede caber n i n g u n a duda» E n e l cuadro 工工I d e l Anexo 1 que acompaña a l documento EB3l/20 fi- gura u n cálculo aproximado d e l personal sanitario que se necesitará para A f r i c a en e l decenio 1960-1970 teniendo en cuenta el aumento previsto de la población. E n el cuadro IV se indica e l número de graduados de diversas categorías que se necesi- t a r á n para cubrir los distintos puestos en 1970• Conviene señalar a la atención del C o n s e j o e l párrafo donde se subraya la necesidad de distinguir entre la formación de médicos de categoría inferior o "de segunda clase", que e n general no se estima conveniente, y la de auxiliares médicos de categorías perfectamente d e t e r m i n a d a s , los cuales, por su instrucción general menos amplia y por su forma- ción esencialmente técnica- no se pueden confundir con los médicos propiamente di- chos; estos auxiliares sólo podrán trabajar bajo supervisión y dentro de u n sis- tema organizado de servicios sanitarios•
Aparte las posibilidades de formación en e l extranjero, el Consejo de- seará sin duda examinar e n primer lugar las de ampliar las escuelas existentes, labor que se lleva a cabo gracias a ciertas formas b i e n definidas de asistencia de la O M S . U n problema mucho más arduo, pero respecto al cual ya se tiene alguna e x p e r i e n c i a , es e l que plantea la creación de escuelas de medicina en países donde no existen tales instituciones. E n e l párrafo se señalan al Consejo ciertas
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observaciones a ese r e s p e c t o , de las que quizá la más importante sea la sugeren- cia de buscar en las mejores condiciones posibles grupos de profesores extranje- ros que se encarguen de organizar y dirigir la enseñanza hasta que puedan ser sus- tituidos por sus homólogos n a c i o n a l e s . La Escuela de. Medicina Hadassah de la Universidad Hebrea de Jerusalén (Israel) ha indicado que e n ciertos casos podría ser eficaz esçoger un grupo de estudiantes, de u n país africano por e j e m p l o , y enviarlos a l extranjero a cursar todos los estudios premédicos y preclínicos.
Mientras t a n t o , podría establecerse en e l país n a t a l de esos alumnos una escuela donde a su regreso cursarían los estudios clínicos propiamente dichos• La escue- la nacional podría convertirse ulteriormente en una escuela de medicina dotada de los medios precisos para dispensar una enseñanza c o m p l e t a . Ese procedimiento es radicalmente opuesto al que muchos preconizan para resolver el p r o b l e m a . Otra posibilidad es constituir u n equipo únicc de personal profesional y docente con- tratado por largo plazo a l que se enviaría a una serie de países con e l fin de establecer escuelas .de m e d i c i n a . Este sistema, aunque facilita e l reclutamiento d e l profesorado, tiene el inconveniente de que no permite organizar la enseñanza e n varias escuelas a la v e z y , e n consecuencia, resulta excesivamente l e n t o . E l sistema de asociar, la nueva institución a otra que ya posea una vieja tradición d o c e n t e , con lo que la primera queda bajo e l patrocinio de la segunda,, parece una de las formas más eficaces de prestar a s i s t e n c i a . Hay que estudiar con el máximo cuidado, sin embargo, e n qué medida la OMS debe tomar la iniciativa de promover ese tipo de a s o c i a c i ó n .
La sección 4.2 del informe trata de los problemas de organización, de los cuales el más grave es el referente al método de abordar la situación en u n grupo de páíses a fin de conseguir una buena distribución de funciones entre todos los
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miembros del grupo y precisar las responsabilidades de cada uno respecto a 1a. asis- tencia prestad? por la OMS o por otras organizaciones,
E n el aspecto financiero parece que el principal problema es determinar si se podría establecer un fondo único, aceptado por todos los organismos que pres- tan asistencia y administrado por una sola autoridad. Aunque este procedimiento resulta bastante sugestivo, no parece factible a causa de las disposiciones cons- titucionales de las organizaciones• Es posible, sin embargo, que el Consejo desee estudiar la cuestión con más detenimiento.
Las.cuestiones más importantes que ha de examinar el Consejo parecen ser por tanto: primei-o, si debe haber una o dos categorías de médicos, aunque a este respecto parece haberse llegado ya a una decisión; segundo, dónde ha de efectuarse la formación y, sobre todo, si conviene formar al personal auxiliar y pararnédico en el país de origen exclusivamente o en un país vecino que reúna las condiciones debidas; tercero, qué relación debe haber entre los planes de enseñanza y forma- ción de•personal médico y los planes generales de desarrollo nacional; cuarto, si es posible y conveniente preparar planes coordinados que abarquen una región entera o un grupo de países; por último, qué método de financiación debe elegirse teniendo especialmente en cuenta los problemas que se plantean cuando el origen de los fon- dos es diverso.
E l PRESIDENTE señala a la atención del Consejo la nota final de la pági-
. ‘ • ». . ‘
n a 17 d e l documento E B 3 l / 2 0 e n la que se definen los tres elementos principales que han de tenerse en cuenta para atender eficazmente las necesidades más apremiantes de los nuevos países independientes en materia de enseñanza y formación profesio- nal de personal médico, a saber, la magnitud y la naturaleza de esas necesidades,
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la elección-de las medidas susceptibles de satisfacerlas y los problemas de orga- nización y ejecución que ello supone. El Consejo debe decidir si conviene añadir algo o formular recomendaciones precisas sobre alguno de esos puntos.
El Profesor CLAVERO DEL CAMPO dice que el informe del Director General sobre el estudio orgánico es muy completo y aporta una serie de ideas nuevas e in- teresantes , El Consejo debe tener en cuenta, sin embargo, la necesidad de formar personal veterinario que colabore con los demás profesionales de la sanidad, par- ticularmente en los nuevos Estados independientes y los países de próxima indepen- dencia, Si el Consejo considerara que es la Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación quien debe ocuparse de la formación de dicho personal, convendría en ese caso pedir a esa Organización que hiciera un estudio análogo sobre el particular.
E l PRESIDENTE:indica que el documento presentado al Consejo no es más que un esbozo preliminar del estudio orgánico que el Consejo tendrá que presentar a la Asamblea de la Salud. Naturalmente, la sugestión del Profesor Clavero se tendrá en cuenta,
El Dr ANDRIAMASY expresa su satisfacción por el informe del Director General y por la presentación del mismo que ha hecho el Dr Grundy. Se ha elegi- do a Africa como ejemplo para estudiar a fondo la magnitud y la naturaleza de las necesidades existentes en materia de enseñanza y formación profesional de perso- nal médico. Según el informe, esas necesidades están representadas por la dife- rencia entre las actuales disponibilidades de personal e instituciones docentes y las que normalmente podrían fijarse como objetivo que se alcanzaría, por ejemplo,
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5,б
e n etapas en un plazo de cinco o diez años» Según las cifras que figuran en e l i n f o r m e , la R e g i ó n de Africa de la OMS (con exclusión de la República de Sudáfrica), cuya población total es de unos 15〇 millones de h a b i t a n t e s , sólo cuenta con algo más de 7〇〇〇 médicos capacitados• Para lograr que la proporción de médicos lle- gue a 1 por 10 000 habitantes sería necesario que en los próximos veinte años se g r a d u a s e n por lo menos 1200 médicos por a ñ o . Ahora b i e n , la cifra máxima de mé- dicos que podrán formar las escuelas de medicina existentes en la R e g i ó n será de unos 450 a l año para 1 9 7 0 . La situación se ve complicada por e l hecho de que el número de individuos que terminan sus estudios secundarios es limitado y , como es lógico, no todDS ellos eligen la carrera de medicina• La proporción de 450 graduados al año e s , por t a n t o , lo más que se puede aspirar para 1970 y preciso es reconocer que esa cifra
resulte bastante
^'esaTentador a .E l problema, sin e m b a r g o , es hallar la manera de hacer frente a las ne- cesidades más urgentes de los nuevos países independientes; a este r e s p e c t o , con- vendría dar la máxima prioridad a la formación de auxiliares, empresa que además parece realizable en lo i n m e d i a t o . Los gobiernos de casi todos los países inte- resados se han esforzado de modo especial en conseguir u n rápido desarrollo econó- mico y social, y han dado en general gran importancia a la medicina preventiva•
E s en las zonas rurales, que albergan a l 80多 de la población^ donde la acción medicosocial resulta más necesaria_ Por consiguiente, aunque es urgente dotar de personal competente a los hospitales de las zonas u r b a n a s , lo que se necesita sobre todo es personal que pueda asumir funciones diversas en los centros de hi- giene r u r a l . Hay que impulsar los programas rurales por todos los medios posibles si se quiere atender las necesidades más apremiantes.
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U n p l a n como e l indicado r e q u e r i r í a u n a c a n t i d a d m u c h o menor de m é d i c o s q u e de p e r s o n a l a u x i l i a r y se p o d r í a l l e v a r a la p r á c t i c a i n m e d i a t a m e n t e c o n los r e c u r s o s l o c a l e s • E l cuadro IV que figura en e l A n e x o 工 d e l d o c u m e n t o E B 3 l / 2 0 d e m u e s t r a q u e la p r o p o r c i ó n de a u x i l i a r e s de e n f e r m e r í a por n ú m e r o de h a b i t a n t e s h a b í a p a s a d o y a d e l m í n i m o n e c e s a r i o e n i 9 6 0 . E l m é t o d o p r o p u e s t o d e j a r í a a d e m á s t i e m p o libre p a r a h a c e r u n d e t e n i d o e s t u d i o de la f o r m a c i ó n m é d i c a u n i v e r s i t a r i a , q u e h a b r á de a l c a n z a r e l n i v e l m í n i m o i n t e r n a c i o n a l m e n t e a c e p t a b l e a f i n de q u e
los t í t u l o s n a c i o n a l e s s e a n r e c o n o c i d o s en e l e x t r a n j e r o .
E l p r o b l e m a e x i g e u n e s t u d i o m u y d e t e n i d o , pues se t r a t a de l o g r a r q u e las e s c u e l a s de m e d i c i n a de los p a í s e s e n d e s a r r o l l o s e a n d i g n a s de su n o m b r e .
a v
S e r í a mejor a b s t e n e r s e de toda i n i c i a t i v a que e m p r e n d e r u n p r o g r a m a m a l c o n c e b i d o . M e r e c e n citarse a ese r e s p e c t o las s i g u i e n t e s p a l a b r a s d e l D i r e c t o r G e n e r a l ) que
f i g u r a n e n la i n t r o d u c c i ó n de su informe; "las c o m u n i c a c i o n e s i n t e r n a c i o n a l e s h a n h e c h o conocer a los p u e b l o s la c a l i d a d de los s e r v i c i o s de o t r o s p a í s e s y los h a n h e c h o m á s e x i g e n t e s " •
E l D r S Y M A N d i c e que e l d o c u m e n t o p r e s e n t a d o a l C o n s e j o es de g r a n inte- r é s e i m p o r t a n c i a y p r o b a b l e m e n t e i n f l u i r á e n la e v o l u c i ó n futura de la e n s e ñ a n z a de la m e d i c i n a y e n la f u n c i ó n que h a de d e s e m p e ñ a r la O M S e n e s e c a m p o • E l h e c h o de que el p r o b l e m a sea a b r u m a d o r no debe ser m o t i v o de d e s á n i m o ; c o n v i e n e , e s o s í , p r o c e d e r por e t a p a s p a r a conseguir u n a m e j o r a p a u l a t i n a de la s i t u a c i ó n . C o m o se i n d i c a en la página 6 d e l documento E B 3 l / 2 C , todo p r o g r a m a de e n s e ñ a n z a de la me- d i c i n a d e b e , a d e m á s de a t e n d e r las n e c e s i d a d e s i n m e d i a t a s , p r e v e r las f u t u r a s . E n cuanto a là f o r m a c i ó n de los f u t u r o s m é d i c o s , la s o l u c i ó n i d e a l sería o r g a n i z a r - la e n sus p a í s e s de o r i g e n . C i e r t o es que e n la a c t u a l i d a d h a y p e n u r i a de e s c u e l a s de m e d i c i n a y de c a n d i d a t o s p r e p a r a d o s , y por e s a r a z ó n conviene o r g a n i z a r esas
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enseñanzas como párte del sistema docente general• Merece recordarse a este res- pecto el interesante informe de la UNESCO sobre la enseñanza superior en los paí- ses africanos. Es de esperar que en esos países se conceda a las necesidades sa- nitarias toda la atención que reclaman y que ello haga aumentar el número de los candidatos para cursar estudios de medicina.
La formación de auxiliares en el extranjero no ofrece ventaja alguna.
La OMS ha prestado ya asistencia en este terreno y debe continuar haciéndolo.
E n particular, la Organización podría establecer programas de estudios uniformes para auxiliares y facilitar, por ejemplo, material de enseñanza, libros, medios audiovisuales y minuales para instructores. Como se señala en el párrafo 3 . del informe, no cesa la demanda de médicos, enfermeras, parteras y técnicos de sa- neamiento con sus auxiliares correspondientes• A esos grupos profesionales se pue- de también añadir el personal veterinario a que ha aludido el Profesor Clavero.
Además, es imprescindible formar personal médico de categoría superior, por ejemplo, profesores universitarios, administradores de hospitales y administradores de es- cuelas: de medicina. Cuanto antes se forme ese personal superior más fácil será establecer nuevas escuelas de medieina.
No es enteramente satisfactoria la definición de normas de enseñanza que se da en el párrafo W 2 del informe• En efecto, se afirma allí que los establecimientos docentes en general y los de medicina en particular deben atener- se a objetivos y funciones que se ajusten a la realidad, y no tratar de abarcar demasiado, sobre todo en las primeras etapas y mientras el nivel de instrucción general de los alumnos no haya mejorado sensiblemente. Por otra parte, se afirma que no conviene rebajar la calidad de la enseñanza so pretexto de urgencia. Hay que elegir pues entre.los requisitos mínimos y la formación, acelerada de personal
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profesional competente en gran cantidad. A su juicio, la calidad importa, más que la cantidad, por lo que en ningún caso conviene rebajar las normas de enseñanza.
Los nuevos servicios deben estar organizados sobre una base muy firme, y aunque la idea de un plan de estudios de dos años pueda parecer atractiva、 es imposible, en su opinión, acelerar la formación de médicos sin que ello vaya en detrimento de su calidad. Si la formación básica es adecuada, los nuevos médicos poseerán la preparación científica necesaria para en su día desempeñar cargos docentes o
ampliar estudios en el extranjero» . . No es cierto que los estudiantes de los países en vías de desarrollo ten-
gan menor capacidad que otros para aprender. La experiencia adquirida en la Escue- la de Medicina de Hadassah, donde estudian alumnos de esos países, demuestra que su aprovechamiento no es inferior al de los estudiantes del país. Sin embargo, es necesario ofrecer a esos alumnos me Loaos pedagógicos adecuados, más profesores, clases menos numerosas y medios audiovisuales.
La formación de médicos-"de segunda clase" no parece una medida recomen- dable^ pues condenaría a los servicios médicos de los países en cuestión a mante- nerse en un bajo nivel durante muchas generaciones. A menudo se mencionan como ejemplo de las ventajas de utilizar personal de segunda categoría los "feldschers"
de la Unión de Repúblicas Socialistas Soviéticas. Ahora bien, las ccndiciones im- perantes en un país tan organizado como la Unión Soviética no se pueden comparar con las de los nuevos países independientes o de los que están en vías de serlo.
La decisión del Director General de elevar de categoría a los "assistants.médicaux"
prueba que ésa es también su opinión.
De momento, la única solución es enviar el mayor número posible de'es- tudiantes a las universidades ya existentes, para lo cual se necesita que todos
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los Estados Miembros colaboren y se esfuercen en acoger cuantos estudiantes de países en vías de desarrollo puedan albergar sus centros de enseñanza• • La expe- riencia personal del orador le demuestra que los resultados de esta solución son muy alentadores。
E l Ifr Grundy ha expuesto algunas ideas muy interesantes; por ejemplo, la de enviar a los estudiantes al extranjero para que hagan sus estudios preclínicos y aprovechar esos años para establecer una escuela de medicina en sus países de origen« Hay países que sin disponer de escuela de medicina tienen un excelente hospital• Una vez establecidas las enseñanzas clínicas podrán organizarse gradual- mente las de carácter preclínico, que de momento se ven obstaculizadas por la gran escasez de profesores de disciplinas fundamentales. Otra propuesta acertada es la de enviar a los estudiantes a sus propios países para efectuar los periodos de in- ternado, como Israel se propone hacer con los alumnos de países en vías de des- arrollo que allí reciben formación. También conviene desarrollar el sistema de la asociación entre escuelas de medicina. En Israel se ha experimentado ese mé- todo y se ha visto que el intercambio de profesores y alumnos ayuda a vencer las dificultades с
Para la Organización sería imposible llevar sola la carga que tal empresa supone en el orden financiero, lo que significa que el esfuerzo habrá de hacerse en común. Los Estados Miembros pueden colaborar no sólo admitiendo estudiantes sino también costeando parte de los considerables gastos que esas actividades entrañan* Es de lamentar que, según se dice en el informe, sea imposible esta- blecer un fondo único; en su opinión, convendría tratar de establecer una cuenta especial para impulsar la enseñanza de la medicina en los países en vías de des-
arrollo, a la que podrían contribuir los Estados, las instituciones y los particulares.
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Convendría asimismo examinar de nuevo las posibilidades de finaneiamiento que ofrecen los fondos internacionales y analizar en especial las actividades y la actitud del Fondo Especial de las Naciones Unidas• Es preciso multiplicar los
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esfuerzos dirigidos a aumentar la ayuda prestada a los nuevos países en materia de enseñanza de.la medicina; a este respecto agradecería al Director General que dijese algo sobre la situación financiera.aetual•
È 1 Dr VANNUGLI dice que el informe del Director General constituye una valiosa contribución al estudio de este problema. El tema del estudio orgánico ha estado bien elegido. El problema de la formación profesional de personal mé- dico no consiste simplemente en dar la formación precisa a un estudiante que ya ha terminado la enseñanza secundaria» Lo principal en los países interesados es precisamente ampliar y mejorar las enseñanzas secundarias. La UNESCO ha desple- gado una gran actividad tanto por lo que se refiere a la enseñanza primaria como a la secundaria, y se ha ocupado también de los estudios universitarios, en espe- cial de los de medicina• Sería útil que la Organización colaborase íntimamente con la UNESCO y con cuantos organismos y países se interesen en el problema. La selección de los estudiantes constituye un aspecto muy importante de la cuestión;
cuando el estudiante termina sus estudios secundarios y se dispone a ingresar en la universidad encuentra ante sí una serie amplísima de posibilidades en todos los campos del saber relacionados con el desarrollo económico y social de su país.
Ha de tenerse muy en cuenta la conveniencia de mantener un buen equilibrio entre las diferentes categorías de estudiantes universitarios, con miras a lograr una distribución equilibrada de l o s profesionales formados en l a universidad.
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La única solución aceptable para la formación de personal médico es el establecimiento de escuelas de medicina en los países interesados. Cabe pregun- tarse a este respecto si conviene concentrar esta labor de formación en ciertas universidades, existentes o en proyecto, a las que acudirían alumnos de los dis- tintos países de la región de que se trate, o si es preferible en ciertos casos promover la creación de pequeñas escuelas de medicina. Sería muy interesante sa- ber lo que opinan los representantes de los países en vías de desarrollo• Se in- dica en el informe que una nueva escuela de medicina no está en condiciones de ad- mitir alumnos hasta que pasan cuatro o cinco años y es evidente que ese plazo no puede reducirse. Sin embargo, es imprescindible entretanto q.ue se formen .médicos- para el país interesado. A ese respecto se ha mencionado la posibilidad de. formar estudiantes en el extranjero, sistema que ha resultado muy satisfactorio en Italia, tanto desde el punto de vista científico como desde el técnico e incluso desde el psicológico, que es donde pueden plantearse ciertas dificultades. La asistencia que la OMS ha prestado a las universidades que admiten esos estudiantes ha sido • útilísima y debe ser aumentada para lograr que los planes de estudios sean adap- tados a las condiciones de los alumnos.
Está de acuerdo con el Dr Syman en que no sería .conveniente formar] тщ- dicos de "segunda clase"• La formación de base debe ser uniforme sin perjuicio de que haya personal médico especialmente preparado para la- .enseñanza o para ocupar puestos técnicos o administrativos de gran responsabilidad. Aunque la necesidad de personal medico es apremiante^ la urgencia de; la situación no justifica en modo alguno la adopción de medidas que rebajen la calidad de los estudios fundamentales•
En su opinión, conviene fomentar las asociaciones de establecimientos docentes, y la OMS debería estudiar con más detenimiento esa posibilidad. E l
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intercambio de profesores, de conocimientos y de alumnos puede producir muy bue- nos resultados.
En el aspecto financiero comparte las dudas del Director General sobre la posibilidad de establecer fcn.io único. La Organización debe atenerse a la realidad y basar su programa en los recursos disponibles, procurando fomentar ai mismo tiempo la cooperación financiera y técnica de tedas las organizaciones :'.r.- teriiacionalés interesadas y el establecimiento de acuerdos bilaterales o de cual- quier otra medida relacionada con la financiación de programas.
E l Dr DOROLLE, Director General Adjunto, dice que el hecho de que los representantes de la UIÍESCO no esten presentes en la sesión no significa que les
•丄;surrtos que se examinan carezcan de interés para ellos. Han tenido que partir de Ginebra por razones ineludibles, pero se mant丄er上en al tanto áe los debates.
Atendiendo a su petición^ la Secretaría ha .distribuéio el interesante documento sobre la enseñanza oUpericr en Africa, que viene a completar la información con- tenida en las dos publicaciones de la UNESCO qve se. mencionan en las notas de la pagina 6 del documento E333./20• Sus colegas de la ТЛЗЕЗСО le han pedido que ponga de relieve el interés que les inspira el asunto que se estudia y su esperanza de que las dos organizaciones continúen su intensa y fructífera colaboración^ Han expresado asimismo el deseo de que зе les envíen las actas de los debates del C o n s e j o y el texoo de las conclusiones a que éste l l e g u e . La (ЖЗ confía e n la labor de la UNE3CC para aumentar el número de. graduados de los centros de enseñan- za secundaria, y la UNESCO, por su parte, necesita información sobre las necesi- dades existentes en materia de enseñanza de la medicina y materias afines. Ademas, ruchas de las сjnclusicnes del Consejo relativas a la forjación profesional del
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personal médico serán también aplicables a la enseñanza superior de otras disci- plinas y viceversa, por lo que es imprescindible que ambas organizaciones cola- boren estrechamente•
E l Profesor ¿DANOV, aludiendo a la referencia que se ha hecho a la forma- ción intensiva del personal medico en la URSS, dice que ese sistema se introdujo en efecto en su país como consecuencia de la situación creada por la guerra y pa- ra atender apremiantes necesidades, habiendo funcionado desde 1918 hasta 1923 y desde 19^-1 hasta 19^-5• La selección de los alumnos se hizo principalmente entre el personal médico auxiliar, es decir entre personas que ya poseían algunos cono- cimientos, y los estudios eran sobre todo de carácter preclínico. Estos cursos, conviene advertirlo, se organizaron exclusivamente a título provisional. Actual- mente , l a URSS no necesita organizar cursos intensivos, y la enseñanza normal dura cuatro años para el personal auxiliar y seis para los médicos. Por termino medio, cada año cursan estudios 450 000 aspirantes a auxiliares y l80 000 futuros médicos. El orador no es partidario de los cursos intensivos, a no ser en cir- cunstancias excepcionales, pues considera que tanto los médicos como los auxilia- res deben recibir una formación completa. Considera asimismo que debe haber una sola categoría de médicos. Elogia el excelente informe presentado por el Direc- tor General y celebra que se haya elegido a Africa para el estudio orgánico, pues no hay duda de que en. ese continente existe una necesidad urgente de asis- tencia en materia de formación profesional. Es partidario de que el personal auxiliar curse sus estudios en las instituciones de sus propios países• La ex- periencia demuestra además que los grandes hospitales constituyen excelentes cen- tros para la enseñanza de ese personal; a ese respecto, convendría examinar la
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posibilidad de contratar a algunos expertos a fin de que colaborasen con los mé- dicos en la labor d o c e n t e . E n cuanto a la formación profesional de personal mé- d i c o , debe hacerse todo lo posible para fomentar e l establecimiento de centros de enseñanza superior e n los países que están e n vías de d e s a r r o l l o . E x i s t e n ya importantes establecimientos docentes en A f r i c a , por ejemplo, en la R e p ú b l i c a Arabe U n i d a , Sudán, Brazzaville y D a k a r , y la OMS debe procurar que los países vecinos hagan un mayor uso de e l l o s .
E n una reunión organizada por la Oficina R e g i o n a l para E u r o p a , y cele- brada hace unos tres a ñ o s , se estudiaron las posibilidades de formar estudiantes africanos en centros e u r o p e o s . E l orador considera que ese sistema abre amplias perspectivas en materia de enseñanza, toda vez que la barrera del idioma dista mucho de ser insuperable como la experiencia ha d e m o s t r a d o . Cierto es que h a n de tenerse en cuenta ciertas consideraciones de orden psicológico, pero ninguna de ellas representa una autentica d i f i c u l t a d . Sería relativamente fácil intro- ducir en los planes de estudios las ligeras modificaciones que exige su adaptación a las condiciones de esos a l u m n o s . E n vista de las necesidades e x i s t e n t e s , es indispensable aprovechar al máximo todas las posibilidades que se ofrecen, que por otra parte son inmensas•
E l inconveniente principal de esos planes es probablemente la penuria.
de estudiantes que sufren los países en vías de d e s a r r o l l o . E s t á de acuerdo con el Subdirector G e n e r a l en cuanto a los beneficios que reporta la cooperación con la U N E S C O . A la 01УК le incumbe también la importante función de organizar un sis- tema adecuado de consulta con los gobiernos interesados, puesto que la interven- ción de estos es d e c i s i v a . A su juicio, sería ú t i l preparar y distribuir entre los gobiernos un documento más completo, e n e l que podrían figurar las direcciones
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de las instituciones docentes de Africa, así como otros datos interesantes desti- nados a facilitar el.estudio de los medios y los procedimientos para acelerar-la formación de personal。
La formación profesional'- constituye, particularmente en Africa, un pro- blema que merece una atención preferente; tcdo progreso realizado en esta materia facilitaría además las actividades de la Organización en la lucha contra las en- fermedades transmisibles y en favor de la salud de las poblaciones» Por consi- guiente, es de esperar que los programas de enseñanza y formación profesional de personal médico no se consideren como una actividad a corto plazo, sino que sigan constituyendo una de las principales tareas de la OMS、
El Profesor AUJALEU desea hacer en primer lugar algunas consideracio- nes de carácter general• Si bien es cierto que en los países en vías de des- arrollo escasean los medicos, lo? que existen poseen sin excepción un alto nivel
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profesional y, en cualquier caso, son las personas más indicadas para informar sobre las necesidades planteadas. En consecuencia, insta a la Organización a recabar la opinión de esos profesionales como primera medida,
E l prcblema de la formación dtl personal médico no es más que un aspee-.
to particular de un problema más amplio, el de la formación profesional en gene- ral; este hecho no se ha puesto suficientemente de relieve en el informe• Por otra parte, la organización de una enseñanza preclínica eficaz exigirá sin duda algvna unos diez años como mínimo.
No se puede estudiar aisladamente el problema de la formación de per- sonal médico y auxiliar. Hay que tener también presentes algunos factores de carácter económico. Es importante que, incluso en las zonas rurales, ese personal
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pueda ganar lo suficiente y disfrutar de u n n i v e l de vida a d e c u a d o . Gomo es de suponer que las poblaciones rurales no estarán e n condiciones de hacer frente a los gastos de asistencia m e d i c a , el Estado tendrá que facilitar los recursos financieros necesarios; de lo contrario, los médicos no tardarán en abandonar sus puestos o en manifestar su d e s c o n t e n t o .
Refiriéndose a ciertas cuestiones que suscita e l informe, documento que por otra parte constituye u n trabajo excelente y merecedor de toda aprobación, el orador destaca la necesidad de enfocar e l problema con r e a l i s m o . No h a de olvidarse que las universidades europeas no se hicieron e n u n d í a , A ése respec- t o , hay que- salir a l paso de los que recomiendan establecer una escuela de medici- n a tan pronto como se disponga de 50 alumnos a l año; lo más probable es qüe una veintena de ellos abandonen sus estudios- antes de acabar la carrera y ello obli- ga a adoptar u n criterio más flexible•
N o es posible suscribir la afirmación que se hace en e l párrafo Ц 2 (página 11 del informe), dedicado a los niveles de la formación, de que en la preparación de futuros profesores y especialistas h a de tenerse en cuenta la ne- cesidad de que los diplomas nacionales de cada país sean aceptables por los es- tablecimientos extranjeros de enseñanza superior a fin de que sus titulares pue- d a n ampliar en dichos e s-table с imient o s su formación u n i v e r s i t a r i a . E l orador e s t i m a , por e l contrario, que no conviene imponer a l principio u n nivel dema- siado a l t o , toda vez que la mayor parte del personal formado habrá de quedarse e n su propio p a í s . Está de acuerdo con los oradores que le h a n precedido en que debe haber una sola categoría de m é d i c o s . N o obstante, sería conveniente estu- diar la posibilidad de conceder e l diploma de auxiliar a los que sólo h a n com- pletado dos o tres años de e s t u d i o s , a fin de aprovechar los conocimientos que
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h a n a d q u i r i d o . Quizá fuera útil también que las enfermeras de los nuevos países independientes recibiesen una formación superior a la de las enfermeras de los países más desarrollados, puesto que de ese modo se resolvería en parte el proble- ma que plantea la escasez de m é d i c o s .
E s t á de acuerdo con e l Dr Syman en'que quizá convenga estudiar la posi- b i l i d a d de q u e , durante e l periodo de transición, los estudiantes cursen los pri- meros años de su carrera en el extranjero; es e v i d e n t e , e n efecto, que resulta más fácil conseguir personal docente para las disciplinas clínicas de los últimos años que profesores de* ciencias fundamentales. Los alumnos podrían e n ese caso regre- sar a sus países respectivos para cursar la segunda parte de su carrera• A su dé- bido tiempo se podría organizar"la formación completa en e l país m i s m o .
Por lo que respecta a l párrafo Importación de personal docente (página 12 del informe), n o cree e l orador que pueda afirmarse que son pocos los profesores competentes dispuestos a aceptar puestos en el extranjero por periodos c o r t o s . E s t i m a , por el contrario, que e l sistema de contratos por corto plazo per- mite utilizar los servicios de los mejores profesores y catedráticos de cada p a í s . N a t u r a l m e n t e , los contratos por corto plazo se podrían renovar si fuera convenien- te y si e l profesor interesado estuviese dispuesto a h a c e r l o .
E n cuanto a lo que se indica en el párrafo J.2.2.8 (página 10), respecto a una asistencia directa en forma de pago de sueldos o de suplementos de sueldo a los profesores nacionales que ocupan puestos importantes en instituciones docen- t e s , la OMS deberá proceder con mucha cautela antes de formular rëcomendaciones sobre asunto tan d e l i c a d o . ‘ ‘
N o es probable que la propuesta de asociación de instituciones docentes que se hace en e l párrafo 4.2,2.1 (página 16) pueda dar resultados muy ú t i l e s . E n
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cualquier caso, tales asociaciones no deben nunca limitar la importación d e l per- s o n a l docente n e c e s a r i o .
La parte d e l informe relativa a los métodos de finanoiamiento, por la flexibilidad de que hace g a l a , es digna de todo e l o g i oe Habrá que tener e n cuenta, sin e m b a r g o , las reaccione's de los países donantes y de los beneficiarios, y por ello conviene limitarse de momento a indicar las posibilidades dignas de estudio»
R e s p e c t o a la coordinación' del finaneiamiënto, sorprende que no se haya hecho refe- rencia alguna a la posibilidad de que sea e l propio país beneficiario quien se en-
cargue de esa tarea。 *
Otro punto que desea señalar a la atención de los miembros d e l Consejo es la necesidad de formar médicos no sólo para las ciudades, sino también para las zonas r u r a l e s . Quizá se pudiera estipular
para completar su formación habrá de pasar
E l Dr R O B E R T S O N , suplente d e l Dr
que todo medico qué haya recibido ayuda u n periodo de prácticas en zonas r u r a l e se
Schandorf, dice que el fructífero deba- te que se está celebrando demuestra la importancia que concede el Consejo a este p r o b l e m a , sin duda decisivo para los nuevos Estados independientes• E l problema es muy amplio y , por los múltiples aspectos que p r e s e n t a , exige un estudio muy d e t e n i d o .
E l orador alude a las deliberaciones de la Asamblea M u n d i a l de la Salud sobre la manera de contribuir eficazmente a la enseñanza y la formación del perso- n a l médico en los nuevos Estados independiente s y países de próxima independencia, cuyo resultado ha sido e l informe que ahora presenta e l Director General•
A l tratar de la ejecución d e l programa de la Organización, el Director General señaló al Consejo que son muchos los posibles estudiantes que se malogran en los nuevos países independiente s y que esa pérdida de futuros profesionales
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c o n s t i t u y e , n a t u r a l m e n t e , u n m o t i v o de grave p r e o c u p a c i ó n t a n t o p a r a los s e r v i c i o s s a n i t a r i o s n a c i o n a l e s como p a r a la O M S , E l C o n s e j o d e b e r í a t e n e r e n c u e n t a ese f a c t o r a s í como la p r o p u e s t a de c o n v o c a r u n c o m i t é de e x p e r t o s que se e n c a r g a r á de a s e s o r a r sobre la o r g a n i z a c i ó n de c u r s o s de p e r f e c c i o n a m i e n t o e n a d m i n i s t r a c i ó n sa- n i t a r i a p a r a e l a l t o p e r s o n a l de los s e r v i c i o s n a c i o n a l e s •
E n los p a í s e s e n v í a s de d e s a r r o l l o es g r a n d e e l p r o b l e m a que p l a n t e a n las e n f e r m e d a d e s t r a n s m i t i d a s p o r v e c t o r e s ; por esa r a z ó n , t o d o a u m e n t o d e l per- s o n a l m é d i c o y a u x i l i a r n o s ó l o s e r v i r í a p a r a a y u d a r a los s e r v i c i o s s a n i t a r i o s de d i c h o s p a í s e s a c o m b a t i r e s o s p r o c e s o s sino q u e , a l c o n t r i b u i r a e l i m i n a r e l p e l i - g r o de p r o p a g a c i ó n de e n f e r m e d a d e s transmisibles, s e r í a e x t r e m a d a m e n t e ú t i l tam- b i é n p a r a los p a í s e s m á s a d e l a n t a d o s . E s a l e n t a d o r c o m p r o b a r la a t e n c i ó n que la O M S d e d i c a a l p r o b l e m a , cuya i m p o r t a n c i a se r e f l e j a b i e n e n las cifras e x p u e s t a s a l t r a t a r de la m a g n i t u d y la n a t u r a l e z a de las n e c e s i d a d e s# E n la a c t u a l i d a d , l o s j e f e s de los s e r v i c i o s m é d i c o s de los n u e v o s E s t a d o s i n d e p e n d i e n t e s h a n de h a c e r f r e n t e a la i n m e n s a t a r e a de s u s t i t u i r a los m é d i c o s que a b a n d o n a r o n e l p a í s a c o n s e c u e n c i a d e l c a m b i o de c i r c u n s t a n c i a s y de o r g a n i z a r los s e r v i c i o s s a n i t a r i o s a f i n de a t e n d e r las n e c e s i d a d e s r e a l e s de sus t e r r i t o r i o s .
E l e s t a b l e c i m i e n t o g r a d u a l de i n s t i t u c i o n e s de e n s e ñ a n z a m é d i c a e n e s o s p a í s e s es, n a t u r a l m e n t e , u n a e m p r e s a de g r a n e n v e r g a d u r a que exige g a s t o s c o n s i d e - r a b l e s , A ese r e s p e c t o , sólo m e r e c e e l o g i o s la l a b o r r e a l i z a d a por la U N E S C O e n m a t e r i a de e n s e ñ a n z a general» P u e s t o q u e , s e g ú n p a r e c e , es poco p r o b a b l e que se p u e d a d i s p o n e r e n u n f u t u r o p r ó x i m o de las g r a n d e s s u m a s que se n e c e s i t a n , lo más p r u d e n t e s e r á f o m e n t a r p o r t o d o s los m e d i o s e l e n v í o de e s t u d i a n t e s a f r i c a n o s a las u n i v e r s i d a d e s de ios p a í s e s c o n u n a t r a d i c i ó n ya e s t a b l e c i d a . C o n v e n d r í a que e s t o s ú l t i m o s , s i f u e r a p o s i b l e , r e s e r v a s e n a este e f e c t o u n p o r c e n t a j e d e t e r m i n a d o de
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plazas en sus instituciones docentes. A pesar de la carga que ya tienen que sopor- tar las escuelas de medicina de Europa, ese procedimiento sería ventajoso para todos, puesto que haría disminuir el peligro que representan las enfermedades transmisibles.
Sería de desear que la OMS estudiara la cuestión y qüe las instituciones docentes examinasen la posibilidad de acoger estudiantes cuidadosamente seleccio- nados en espera de que se disponga de los fondos necesarios para establecer cen- tros de enseñanza en los países en vías de desarrollo. E l orador estima que es ése el único medio de atender las necesidades más apremiantes, toda vez que la creación de instituciones en los nuevos países es empresa forzosamente lenta y ,sus resultados rio se dejarán sentir hasta pasado bastante tiempo, Las•instituciones que hoy existen en Africa pueden dividirse en dos grandes categorías: las de habla inglesa y las de habla francesa. Sus planes de estudios deberán ser modificados de acuerdo con las recomendaciones de la OMS sobre las normas mínimas de enseñanza夕 a fin de que los estudiantes puedan adaptarse a las exigencias de los cèntros eu- ropeos de enseñanza superior. Hubiera sido muy útil incluir en el informe más de- talles sobre las instituciones de Africa, ya que ello podría servir para orientar a los estudiantes. Por otra parte, la OMS debería prestar asistencia con carác- ter provisional a una o dos escuelas de medicina de cada categoría.
La asistencia en materia de enseñanza y formación profesional de perso- nal médico forma parte de las actividades del Decenio de las Naciones Unidas para el Desarrollo; además, la intensificación dé las medidas destinadas a formar perso- nal médico y auxiliar en Africa sería una prueba evidente del interés que la Orga- nización concede a la enseñanza y la formación profesional en general• Por último, el orador se declara de acuerdo en que se debe estudiar con mayor detenimiento la manera de conseguir un número suficiente de estudiantes de medicina.
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Sir George GODBER considera que el informe, presentado es útilísimo y que ha dado lugar a ün interesante debate•
Uno de los métodos más rápidos para resolver la situación sería, como el Profesor Zdanov ha señalado, organizar la formacion de personal auxiliar en sus propios países de origen; quizá conviniera insistir sobre este punto•
A su juicio, no hay que ser demasiado pesimista respecto al tiempo que se necesita para establecer nuevas escuelas de medicina. Por ejemplo, la Facultad de Lagos se construyó y empezó a funcionar en 1962, si bien hay que reconocer que en cierto modo este establecimiento se apoyaba en otras instituciones ya existen- t e s . Es evidente que algunas de las nuevas instituciones tendrán que depender al principio de otras facultades; en ese sentido, la propuesta de asociación de ins- tituciones docentes puede ofrecer interés.
Convendría enjuiciar con un criterio amplio la cuestión de los dos ni- veles de enseñanza。 Si bien es cierto que es preferible disponer de médicos con una formación completa, no lo es menos que otras categorías de personal, como las enfermeras de salud pública, pueden ser de gran utilidad para algunos países en vías de desarrollo. Como ha indicado acertadamente el Profesor Aujaleu, los es- tudiantes de medicina que no terminen sus estudios podrían convertirse en perso- nal auxiliar de gran utilidad.
Ha de tenerse en cuenta que las propuestas contenidas en el informe sobre enseñanza y formación profesional de personal médico, incluso si se lleva- ran a la práctica, no serían más que un primer paso hacia la solución de los pro- blemas sanitarios de los nuevos países independientes; Ello demuestra aún más la necesidad de establecer escuelas de medicina lo antes posible. Los demás paí- ses pueden colaborar en esta empresa acogiendo estudiantes extranjeros e A ese
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respecto, no hay que olvidar que esos alumnos deberán poseer una buena preparación en ciencias naturales y en disciplinas preclínicas; la sugestión del Dr Syman respecto a los estudios preparatorios en el extranjero merece pues un estudio más detenido.
El Sr SAITO, suplente del Dr Omura, expone en nombre de éste lo acaeci- do en su país hace cien años, cuando el Japón iniciaba su desarrollo y disponía de escasos recursos• En aquella época se creó un pequeño número de universidades de alto nivel científico en las que los estudios preparatorios duraban tres años y los de medicina propiamente dichos cuatro años. Al mismo tiempo, se estable- cieron algunas instituciones de inferior categoría con un plan de estudios pre- paratorios y de medicina de cuatro años en total• Como es lógico, este.sistema, impuesto por las necesidades, no se ha considerado satisfactorio• Desde 19^6 el Japón dispone de universidades organizadas según el sistema de los Estados Unidos de Ашег1за. Desde hace algunos años se ha venido intensificando la ense- ñanza de base y se ha dado gran importancia a la formación de futuros profesores, en muchos casos enviando estudiantes al extranjero, por ejemplo a Alemania.
E l informe presentado, que constituye un documento digno de todo elogio, trata de un tema de la mayor importancia: la protección de la salud de los pue- blos africanos. Al Dr Omura le ha impresionado vivamente la magnitud de la tarea y las enormes sumas que su ejecución exige. De momento, sin embargo, es impres- cindible que la OMS se atenga estrictamente a las condiciones actuales y que siga desarrollando su programa en favor del envío de estudiantes a las instituciones docentes que puedan admitirlos• Es posible que, para hacer frente a las necesi- dades más apremiantes, sea preciso rebajar durante algún tiempo el nivel de la
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enseñanza médica• En cualquier caso, lo importante es que los alumnos enviados al extranjero regresen a sus países de origen para ejercer su profesión,
El Dr OLGUIN estima que el Consejo ha examinado a fondo el problema, que por su magnitud exige medidas generales y a largo plazo•
La clave del problema está en conocer la opinión de los países direc- tamente interesados, que son los que pueden tener una idea más clara de sus ne- cesidades e incluso de la forma más eficaz de resolverlas, por lo menos en los aspectos inmediatos y más apremiantesл
Es muy importante a este respecto la íntima colaboración entre los países interesados, los que pueden prestar asistencia, y las organizaciones in- ternacionales, en particular la UNESCO. Algunos de los oradores que le han pre- cedido han puesto acertadamente de relieve la conveniencia de formar el personal auxiliar en el país de origen de los alumnos. Ahora bien, los estudios en el extranjero son útiles para completar la formación técnica y para acelerar los estudios de medicina. Las enseñanzas clínicas son del mayor interés, y a ese respecto los hospitales pueden desempeñar un papel muy importante.
A su juicio, hay que mantener ciertos niveles mínimos en los estudios de medicina, por lo que sería conveniente que el Consejo tuviese en cuenta las conclusiones alcanzadas sobre ese particular en sesiones anteriores. Sería muy de desear que se observasen estrictamente esos niveles mínimos, salvo en casos de verdadera urgencia.
El sistema que sigue la Organización para ayudar a los nuevos países independientes en materia de enseñanza y formación profesional continúa basán-
dose en la participación activa de los países directamente interesados• Naturalmente.
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t o d a contribución p r o c e d e n t e de otras fuentes c o n s t i t u i r í a u n a a y u d a económica i m p o r t a n t í s i m a para la s o l u c i ó n d e l p r o b l e m a .
E l D r W A T T c o n s i d e r a que e l C o n s e j o h a celebrado u n debate m u y inte- r e s a n t e sobre u n problema de g r a n complejidad*
C o n v e n d r í a que el p l a n d e t a l l a d o de asistencia a los n u e v o s países en m a t e r i a de e n s e ñ a n z a y f o r m a c i ó n p r o f e s i o n a l de p e r s o n a l médico se establecie- r a e n función de las n e c e s i d a d e s r e a l e s más a p r e m i a n t e s , cosa que en e l informe n o se haoe con suficiente r i g o r . C i e r t o es que la m a g n i t u d de la labor a que e n é l se h a c e r e f e r e n c i a r e s u l t a en cierto modo d e s a l e n t a d o r a .
T o d o e l mundo sabe por e x p e r i e n c i a que el n i v e l científico d e l perso- n a l médico varía de unos lugares y de u n o s países a o t r o s , por lo que sólo pue- d e n establecerse comparaciones entre e l p e r s o n a l de una misma z o n a . E n conse- c u e n c i a , e l p r o b l e m a que se p l a n t e a parece ser e l de d e t e r m i n a r c o n la mayor c l a r i d a d posible cuáles son las n e c e s i d a d e s actuales e n los países i n t e r e s a d o s , a f i n de decidir por dónde h a y que e m p e z a r • Para determinar e l tipo de servi- cios cuya creación r e p r e s e n t a r í a u n a m e j o r a sensible de la a s i s t e n c i a m é d i c a a los ojos de las p o b l a c i o n e s interesadas^ es evidente que h a b r á que conocer la o p i n i ó n de é s t a s . Este c o n o c i m i e n t o introducirá probablemente n u e v a s perspec- t i v a s e n lo que la OMS considera actualmente como u n a situación i d e a l .
E l G e n e r a l H A Q U E , suplente d e l Dr A f r i d i , se pregunta si ese objeti- vo de u n medico por cada 10 000 h a b i t a n t e s , a l que se alude en e l i n f o r m e , no será en cierto modo i l u s o r i o , toda v e z que t a n t o las n e c e s i d a d e s como los re- cursos v a r í a n s e g ú n se trate de zonas u r b a n a s o zonas r u r a l e s . Por otra p a r t e .
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e s imprescindible determinar si los nuevos países están en condiciones de absor- ber u n a gran cantidad de médicos perfectamente capacitados y de ofrecerles una situación profesional digna de su categoría y un n i v e l de vida adecuado• Habría que tener en cuenta además el grado de desarrollo económico de los países inte- r e s a d o s , a cuyo efecto sería conveniente que cada país estableciese un plan quin- q u e n a l o decenal para sus servicios sanitarios•
Pese a las dificultades actuales, el orador no se siente pesimista res- pecto a la situación de los nuevos países independientes• Las escuelas de medi- cina de A s i a y de Europa h a n a c o g i d o , y siguen a c o g i e n d o , a muchos estudiantes afri- canos cuyos progresos son absolutamente equiparables a los de sus compañeros del país h u é s p e d .
De ningún modo se debe rebajar el n i v e l de los estudios m é d i c o s . E s p r e c i s o , por el contrario, establecer normas uniformes para la formación de los m é d i c o s , toda vez que estos profesionales h a b r á n de desempeñar e n su día una fun- ción de extrema importancia; a d e m á s , si no se mantiene ese n i v e l , se cerrará a dicho personal la posibilidad de ampliar ulteriormente sus estudios en otros paí- ses e Conviene también intensificar la formación de auxiliares que constituyen, sin duda a l g u n a , una ayuda útilísima para los médicos ya existentes*
Aunque quizá sea demasiado pronto para formular sugerencias, opina e l orador que para mantener e l n i v e l de la enseñanza en los nuevos p a í s e s , quizá fue- ra conveniente instituir una junta de médicos - con jurisdicción e n varios países si fuera necesario - que se ocuparía de asuntos tales como la convalidación de
los títulos universitarios, la admisión en los centros de enseñanza postuniversitaria, e t c ” así corno otra junta análoga para el personal a u x i l i a r .
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E l PRESIDENTE anuncia que el Consejo reanudará el debate sobre este pun- to del orden del día en su próxima sesión.
Se levanta la sesión a las 12,35 horas,