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13 étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild = Treize étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild

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Academic year: 2021

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Texte intégral

(1)

Décem bre 19.Ï5 N" 12 - 5*' année

(2)

Photo 0. Darbellay, Mart'rçjny

Au-dessus de la brum e

et du brouillard

LA CREUSAZ

s / Les Marécottes-Salvan (1800 m.)

par le

Panorama sans égal du M ont-Blanc

à l’Eggishorn

chemin de fer M artigiiy- ( M e la r t i - Chamonix

ou par la

pittoresque route à autos Martigny-Salvan-Les Marécottes, qui aboutit à la station inférieure du

<rX , é L é s i è t ] e ? e L a ( Z z c u s a n ( 1100-1300 m.)

Des billets spéciaux à prix réduit, pour la gare des Marécottes, sont délivrés par les gares C .F .F . de Genève, Lausanne, Vevey, Montreux, Martigny.

Les magnifiques champs de ski de la Creusaz sont accessibles par le

<rX , é L é s k i ? e ( s j c l c l l a z ( I 800-2300 m.)

qui prolonge le télésiège et ouvre aux skieurs des pistes idéales dans le vaste am phithéâtre dominé par le Luisin (2788 m.), le Perron (2636 m.) et le Tsarvo (2635 m.).

Deux pistes de descente relient la Creusaz aux Marécottes et à Salvan. Ecole suisse de ski.

( A n g z a n ? z c s t a u z a n t

est ouvert à la Creusaz depuis le 1er janvier 1954. Le touriste, comme le gourmet, y trouvent à des prix très modérés, au bar et à la salle, un choix de spécialités.

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*

ZERMATT

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18 ans. S ectio n s c l a s siq u e , s c ie n tif iq u e , c o m m e r c ia le . C o u rs d e v a c a n c e s . D ir. J.-P . M a lc o tti- M a r s ily . E c o le N o u v e ll e d e la Suisse r o m a n d e ( C h a illy s / L a u ­ s a n n e ) . S éjo u rs d ’é t é e t d ’h iv e r. E n s e i g n e m e n t c o m ­ p le t. S p o rts. H o m e - E c o le E d e n . P e n s io n p o u r f ille tte s e t g a rç o n s dès 3 ans. S é jo u r d e v a c a n c e s e t d ’é t u d e . C u re s p o u r e n f a n ts d é lic a ts . D ir . M lles L . H e im g a r t n e r e t M. H u g u e n i n , in s titu tr ic e s d ip lô m é e s . H o m e - E c o le J a c c a r d . C h a l e t d e la F o r ê t, p o u r e n fa n ts ju s q u ’à 10 an s. T o u s les sp o rts. V ie d e f a m ill e et ré f é r e n c e s d e p a r e n ts .

H o m e d ’en f a n ts J o li- N id . A c c u e ille d es e n f a n ts j u s q u ’à 12 an s. A tm o s p h è r e d e f a m ille . V ie a u g r a n d air. D ir. M m e M e y e r, in f i r m iè r e d ’en f a n ts d ip i. I n s t i t u t M o n n iv e r t ( S a in t- P r e x - L a c L é m a n ) . C o llè g e in t e r n a t i o n a l d e g a rç o n s d e 9 à 19 ans. - H i v e r : à C h a m p é r y . M . R iv ie r, d ir. P e n s io n n a t J u a t (N y o n ). C o u r s d e v a c a n c e s d ’h iv e r à C h a m p é r y , p o u r je u n e s filles d e 12 à 2 0 an s. C o u rts e t lo n g s séjo u rs. E t u d e s e t s p o rts . M . C h .- P . J u a t.

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La station au soleil

v

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2

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D écem bre 1955 - N° 12 P a r a î t le 10 d e c h a q u e m ois R E D A C T E U R E N C H E F M ° E d m o n d G ay , L a u s a n n e Av. J u s t e - O liv i e r 9 A D M I N I S T R A T I O N E T I M P R E S S I O N I m p r i m e r i e P ille t, M a r ti g n y R E G I E D E S A N N O N C E S I m p r i m e r i e P ill e t, M a r ti g n y té l. 0 2 6 / 6 10 5 2 A R O N N E M E N T S Suisse : F r . 1 0 ,— ; é t r a n g e r : F r. 1 5 , - L e n u m é r o : F r . 1,— C o m p t e d e c h è q u e s I I c 4 3 2 0 , Sion S O M M A I R E In terra aliena Universalité de Noël M aître Renard Ovronnaz au jeu des quatre saisons

Cathrine L e dernier homme

Treize Etoiles au ciel de novembre

f M. le directeur Max Herold Le violoneux des Marécottes

La Société d ’histoire a quarante ans Tous ceux que nous sommes

Moulins de chez nous Treize Etoiles en famille

Faites-moi des histoires U n mois de sports La péréquation financière

Un bel anniversaire Alpinisme et lectures d ’enfants Les Valaisans de Berne en fête

il

mm mm

O terre cle mon haut Pays,

Je ne veux plus voir tes images ;

Elles ne sont que des mirages

Blessant mes regards éblouis.

E t toi pourtant, tu me poursuis

Sur les pas errants de m on âme.

Je vais respirant une flam m e

Qui dévore mes yeux enfuis.

Je porte tranché ce chaînon

Qui me reliait par mes pères

A tous ceux qui firent la terre.

La poutre est brisée au tenon.

Je rêve à de chaudes maisons

Où jamais ne pénètre le doute

E t sans cesse mon cœ ur écoute

L e geste éternel des saisons.

Aujourd’hui, tout comme demain,

Absent des rumeurs de la rue,

Je marche au pas d’une charrue,

Palpant la terre à pleine main.

Et quand je cherche dans les d e u x

Une route vers le grand large,

Je suis quelque énorme nuage

Qui m’em m ène silencieux.

O mon Pays, ton souvenir

Hante mon visage sans âme.

Voici qu’une pointe de lame

Saigne mon cœ ur pour te bénir.

C o u v e r t u r e :

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E t d ix it illis A n g e lu s : N o lite lin ie r e : q u i a n a tu s es t v o b is h o d ie S a lv a to r...

S a in t L u e

Dans les solitudes absolues de Terre-Adélie, des explorateurs fêtent Noël. Ils allum ent une bougie, boivent du cognac ; il fait froid. E n temps de guerre, des soldats ennemis s’envoient, la nuit de Noël, l’universel « Douce nuit... » de Gruber et Moor d’une tranchée à l’autre. E t dans une ville que cette guerre a com plètement ravagée, des correspondants de grands journaux boivent du whisky dans une baraque : c’est Noël. Dans l’austérité glacée des cloitres carmélitains des dispenses sont accordées « natalis dies » à la règle sévère de l’ordre. Jusqu'au fond des prisons le rayon de Noël attise l’espoir.

E n Valais, des douaniers célèbrent Noël à deux pas des glaciers — parfois avec un contrebandier invité de force ! La plus modeste de nos églises veut avoir sa messe de m inuit et l’a. Partout on a dressé les crèches qui ont ravi notre enfance. On se réunit autour du sapin dans les fermes isolées de la plaine aussi bien que dans le dernier des hameaux.

Il me souvient d’avoir passé Noël dans une ferme esseulée de la plaine. On devinait le chant blasé du Rhône tout près et le froid dehors. Nous étions réunis autour de l’arbre, nous buvions du vin chaud. A minuit, des carillons em plirent la vallée. Nous fîmes silence un instant. Noël passait. Noël passait sur les visages frustes. Noël dans l’espace...

D ans le temps ? D ’abord, et c’est assez surprenant, on a fêté des noëls avant la naissance de Jésus. E n effet, avant notre ère et dans de nombreux pays d ’Asie et de l’Europe d ’alors, voire de l’Amérique, on célébrait, aux der­ niers jours de décem bre, une manière de noël. Ces réjouissances, qui rappellent un peu celles qui accom pagnent nos fêtes de fin décem bre, se donnaient en l’honneur du soleil, mais avaient néanmoins un caractère religieux. Ces noëls n’avaient évidemm ent pas la profonde signification des nôtres ; ils ne semblent pas avoir beaucoup inspiré l’art du temps. Ils n’ont d ’intérêt que pour les érudits.

Ensuite, la date de naissance du Christ. Même saint Luc, dont on lit l’évangile aux messes de minuit, et qui est le mieux renseigné des évangélistes, ne donne pas grandes précisions sur la date de naissance du Sauveur. A vrai dire, il n’est pas fixé. E t parce qu’il n’est pas fixé, il faudra attendre plus de trois siècles avant que Noël, commémoration de la naissance du Christ, ne devienne la fête cardinale de la chrétienté.

Les costumes enfin. Si la messe de m inuit a commencé à être célébrée environ deux siècles après l’instauration de' Noël comme fête chrétienne, d ’a u ­ tres usages, tels que celui du sapin par exemple, sont d origine infiniment plus récente. La messe de minuit est aujourd’hui universelle dans le monde catho­ lique ; elle a son origine dans une messe dite « ad galli cantum » (à l’heure où le coq chante) dans la Rome du Ve siècle. Q uant au sapin, il faudra attendre plus de dix siècles avant q u ’on en fasse pour la prem ière fois mention, en France semble-t-il. On trouve en effet, sous la plum e d ’un chroniqueur de 1605 : « Il est d ’usage, écrit-il, de dresser dans les maisons des sapins ornés de roses multicolores en papier, de pommes, de sucre. » E n Allemagne, le peu chrétien G œ the s’est enthousiasmé devant un sapin de Noël, en 1765. E n Valais, il est vraisemblable que la coutum e nous soit venue de France ou qu elle ait été apportée par des mercenaires en service chez des rois étrangers.

Les am ateurs d’art savent bien les chefs-d’œuvre que la Nativité a inspi­ rés aux artistes de toutes les époques et de toutes les écoles. Des tableaux

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célè-( P h o to K in e tte H u r n i, L a u s a n n e )

bres de Georges de La Tour et de l’Angelico aux modestes vitraux ornent nos cathédrales et chapelles. Q ue de ferveur pour Noël ! Que de grâce ! Que de beauté ! Pâques seul peut rivaliser avec Noël dans ce domaine.

Universalité, ferveur de Noël dans le temps !

Ces explorateurs perdus dans les solitudes arctiques ; ces soldats ; ces correspondants de guerre ; ces monials et ces prisonniers ; ces chrétiens d ’autre­ fois ; ces douaniers dans la neige ; ces artistes passés et présents ; ces fermiers frustes de la plaine ; et vous-même ; et moi-même ; ne communions-nous pas tous, a u jour merveilleux de Noël, dans la même ferveur ? N e sentons-nous pas que Noël ne peut être q u ’un symbole puéril ou une réjouissance un peu moins banale que d ’autres ? Le cœ ur le plus sec, le plus blasé, l’incroyant même, ne « sentent-ils » pas Noël, même s’ils n’en com prennent pas le sens profond, chrétien ?

On voit au temps de Noël, des ennemis acharnés se tendre la main après des années de séparation. On voit, la nuit de Noël, des athées chercher dans la neige le chemin d’une église pour assister à une messe de minuit. Miracle, envoûtement de Noël ! Quel dommage que les hommes ne transportent pas cette bonne volonté, unanim em ent montrée à Noël, dans l’annce qui suit...

Hélas ! toute vie est lutte, et cessât-elle d’être lutte, ne cesserait-elle pas d ’être vie ?

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O n e d e m y s tè re , d e p a tie n c e sous ta b elle fo u rru re fa u v e , d e ro n d e s s i le n ­ cieuses, d e ciel n o c tu rn e , d e ru s e , d e p ru d e n c e e t d 'é to ile d a n s to n r e g a r d , de m e rv e ille u se so u p lesse le lo n g d e to n co rp s m u sclé... e t q u elles su b tiles o d e u rs s e m b le n t é te rn e lle m e n t fla tte r tes p e tite s n a rin e s ? N 'e s -tu p as le m ie u x d o u é d es a n im a u x sa u v a g e s , le plus p e rs p ic a c e , le p lus a u d a c ie u x aussi, n ’a s-tu pas fr a p p é d e to u s te m p s l'im a g in a tio n des h o m m e s ? G o u p il, toi le h é ro s d e ta n t d e fab les, d e lé g e n d e s e t d 'h isto ires sav o u reu ses q u e les a n cien s p ris a ie n t d éjà si fo rt... C o m m e n t n e p as p ro n o n c e r to n n o m a v e c re s p e c t, alors q u e tu o ccu p es u n e p la c e si re m a r q u a b le d a n s la litté ra tu re , alors q u e n u l n 'ig n o re tes fa m e u x to u rs joués a u lo u p Y sengrin, à d a m e P in te , à T ie rc e lin le C o rb e a u , ni la c u i­ sa n te d é fa ite q u e t’in flig è re n t a u cours d e le u r c é lè b re v o y a g e à tra v e rs la S u è d e les oies d e Nils O lg e rs o n ? D 'a ille u rs n 'e s-tu p as d e nos jours en c o re h a u t e m e n t so u cieu x d e ta lé g e n d a ire re n o m m é e , to i q u i sans cesse m u ltip lie tes exploits a u v o isin ag e d e l'h o m m e ju s q u 'à fin ir p a r le c o n fo n d re ?

A to n poil la in eu x , à ta g o rg e claire, tes fines m o u s ta c h e s , to n p as fe u tré e t tes m œ u rs sournoises, ce rte s Von d e v in e to n âm e d e fo rb a n . M ais n ’é ta ie n t les restes d e tes v ictim es e t ta fo u lée ré g u liè r e d a n s la n e ig e , q u i v o u d ra it cro ire à ta fr é q u e n c e , q u i t'im a g in e ra it h a n t e r à la fois la m o n ta g n e e t la p la in e , les forêts p ro fo n d e s c o m m e les a b o rd s des villes, les clairières aussi b ie n q u e les p o u la illers e t faire b o n n e c h è re d e to u t ce q u e tu re n c o n tre s , d e to u t ce q u i to m b e sous ta d e n t, d e p u is le v er d e te rre e n p a s s a n t p a r le m u lo t e t le c a m p a ­ g n o l ju s q u 'a u lièv re, v o ire a u je u n e c h e v re u il, e t des b a ie s sa u v a g e s aux raisins e t aux p o ires fo n d a n te s ... I l est p erm is c e p e n d a n t d e se d e m a n d e r si la m a u v a ise

M a ît r e R e n a r d s u rp ris a v e c sa p ro ie ( u n m â le d e g e lin o tte ) p a r g ro sse n eig e

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M M M M M 23>

a

R e n a r d e a u d e v a n t le te r r ie r

r é p u ta tio n d u G o u p il n 'e s t p as u n p e u s u rfa ite , si elle n e tie n t p a s d a v a n ta g e à sa p h y sio n o m ie p lu tô t q u ’à l'a c u ité e x tra o rd in a ire de ses sens ? T o u t su r la face d u re n a r d ex p rim e a d m ira b le m e n t la m a lic e ! V oyez ses y eu x o b liq u e s, sa face ro n d e d e c h a t, le m u s e a u aigu ta n d is q u e la lig n e d e s c e n d a n te d e l’a rc a d e so u rcilière e t d eu x plis v e rtic a u x à la ra c in e d u n e z lu i d o n n e n t c e t a ir p le u ra rd sous le q u e l ta n t d h y p o c rite s d is sim u le n t le u rs réu ssites ! E t q u e d ire d e sa f o u r ru re , de sa b e lle fo u r ru re fa u v e , ro u sse ou m o rd o ré e ? O u e d ire d e c e tte belle p elisse à la fois c h a u d e e t lé g è re , fe u tré e e t b ie n v iv a n te q u e lu s tre n t sans cesse la p e tite la n g u e ro sée ou les caresses des h a u te s h e rb e s . A q u o i la c o m p a re r sinon à ce p o il des m élèzes se m o u r a n t sous la te n d r e lu m iè re a u to m ­ n a le , à ces b uissons a rd e n ts , à ces a lp a g e s d e b ro n z e e t à c e tte g lo rieu se m a n ­ d o rle q u i, d a n s l’arrière-saiso n , fa it à la m o n ta g n e co m m e u n e c e in tu re de feu. O u i ! c e rte s, on ne p e u t le v e r la fo u r ru re d e G o u p il a u sein d e l'a lp e sans so n g e r au ssitô t a u x aiguilles de m élèzes q u ’a u ré o le n t c e rta in s jours to u te s les lu m ières d u ciel... E t s il vous arriv e d e d é ra n g e r u n r e n a r d a u m ilie u d e ce d é co r, p e u t-ê tr e l'asso cierez-v o u s à la v e n u e de l'h iv er, p e u t-ê tr e vous sentirez- vous alors plu s p ro c h e des n eig es é tin c e la n te s, d u giv re d es h a u ts d é se rts, plu s p ro c h e d u frisson d o r d es d e rn iè re s h erb es. O u i ! c o m m e n t la fo u rru re d e G o u p il sans g o û te r en m ê m e te m p s u n p e u d e la sa u v a g e s p le n d e u r des bois m o n ­ ta g n a rd s , u n p e u d e l’im m u a b le b e a u té d es h a u te s p â tu re s , des vastes ro cailles éc a rte lé e s p a r le gel, là où p iè te n t les p e rd rix b la n c h e s , o ù p asse e t rep asse l’h e rm in e , o ù b o n d it sous la c la rté lu n a ire le p e tit lièv re d u N o rd e t o ù so u fflen t to u te s les te n d re sse s d u ciel.

(12)

OVRONNAZ

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saisons

Il va neiger sur Ovronnaz, comme sur toutes les pistes du monde.

Nous avons cru, quand l’été déclinait, que tout allait finir avec les cabrioles des enfants et des chèvres dans les prés, e t les fraises des sous-bois q u ’on est seul à connaître.

Puis vint l’autom ne, langoureux, changeant, l’automne qui rouvrit les portes des chalets aux reines des alpages, aux bergers, à leurs longues veillées dans la fum ée des pipes.

L ’autom ne à son tour s’est caché derrière la Pointe- d ’Aufallaz. T out va donc s’éteindre au dernier carillon des troupeaux qui s’en vont.

Mais voici que la neige surprend les feuilles hésitantes. D ’une nuit, elle couvrira nos souvenirs de juillet e t d ’octo­ bre. Ce ne seront plus alors que descentes effrénées, chris­ tianias et culbutes sur ces pentes sillonnées de plaisir.

Pourtant l’hiver si choyé s’en ira lui aussi, tout penaud sous son paletot percé, dès qu’il entendra les bruyantes sonnailles de l’alpée annonçant que tout doit recommencer.

Ce cycle uniforme, au jeu des quatre saisons, Ovronnaz le recommencera-t-il toujours ?

Conscient a u contraire de sa place de choix, de ses possibilités nombreuses, prendra-t-il, aux saisons à venir, des allures de « station » ? Le mot le surprend encore. Il surprend moins ceux qui, aux chaleurs d ’août, ont goûté sa fraîcheur dans ce cadre de mélèzes, de sapins et de frênes, qui ont longé ses torrents où l’écureuil vous dis­ pu te sa noisette, puis sont partis, p ar delà les alpages, à l’assaut de ce cirque adm irable (Muverans, Haut-de-Cry, Dent-de-Morcles) flanqué d ’une des plus belles cabanes de notre Club alpin.

L e m ot ne surprend plus les skieurs qui, aux matins de janvier, ont descendu ses pistes baignées de soleil jusqu’à Morthey où le téléski les reprend.

Macolin a vu là un centre idéal d ’entraînem ent physi­ que et de ski de printemps.

La commune de Leytron, grâce à M. Gaudard, n ’a point négligé ses chalets d ’Ovronnaz. Elle les a pourvus d ’eau potable, subsidié l’installation de la lum ière et se dispose à changer le dernier tronçon de sa route et à céder ses bois aux constructions nouvelles.

Ovronnaz se sent-il isolé de la plaine ? U ne demi- heure à peine pourtant le relie au trafic d’en-bas. P lu­ sieurs hôtels e t pensions restent ouverts presque l’année durant. Dans sa chapelle, vrai joyau des mayens, la messe est dite aux dimanches de saison.

L a D e n t - d e - C h a i n o z e n t z e v u e d ’O v r o n n a z

( P h o to G ir o u d , M a co lin )

Mais Ovronnaz hésite encore, comme ces coins qui craignent, en se livrant, de perdre ce qui justem ent faisait tout leur charme.

E n le rangeant, en effet, a u nombre de nos stations, saura-t-on lui laisser ce cachet de paix et de simplicité que nous y cherchons tous ?

Les uns se le dem andent.

Pourtant, qui sait si en ce début décembre, en atten ­ dant q u ’il neige sur Ovronnaz, les chalets neufs au toit d ’icopal, dans la fraîcheur de leur galerie pim pante, ne rêvent point de télésièges et de parties de golf !

Il s’en trouvera de bien vieux dont les murs lézardés - sifflent au vent de Saille, à regretter le temps où, sous leur toit de bardeaux, on se passait, à la lueur des chan­ delles, des histoires de revenants. Pascal Thurre.

L e s joies d u ski d a n s le c a d r e m e r v e ille u x d ’O v r o n n a z ( P h o to P. T h u r r e )

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Im m obile sur le seuil de son chalet, les traits tirés, Cathrine fixait au loin les ténèbres. On l’aurait, prise pour une statue si le ven t n’avait tordu sa longue jupe noire, soulevé le tablier et fait voler son fichu. La bourrasque était brusquem ent venue et le ven t chassait m ainte­ nant les gros nuages noirs, aspirait la neige poudreuse.

Tout, le village était accouru vers elle quand la nouvelle s’était répandue sur la p etite vallée. L es hom m es prirent leurs cordes et leurs lanternes et partirent. On a entendu des voix rudes qui disaient ; <f O n fera ce qu’on pourra ». Les souliers cloutés grinçaient sur la neige pour aller se perdre dans le silence. Les fe m m es se taisaient dans la grande chambre. Une vieille hasarda : « O n le trouvera bien. Ce n’est, pas la prem ière fois q u e nos hom m es feront cette besogne ». Ses doigt noueux com m ençaient à égre­ ner le chapelet. L es autres reprirent en chœ ur, dans un chuchotem ent : « Sainte Marie... > C ’était com m e un bour­ donnem ent m onotone et un peu chantant.

Cathrine était là, assise sur un tabouret, les mains posées à plat sur le tablier, la tê te levée, les lèvres serrées. Les heures passaient, le bourdonnem ent continuait mais elle était toujours dans la m êm e im m obilité. L es fem m es se dévisageaient, il y avait quelque chose d’effrayant d a m ce regard vide. L ’un e chuchota à Voreille de sa voisine : « Elle est dure, je l’ai toujours pensé, mais au m oins si elle priait ». « Bah ! ça se voit q u e lle n’est pas des nôtres. On a toujours su que celles de l’autre vallée étaient sans cœur et on le lui avait bien d it ». « Si le m alheur arrive,, c’est bien q u ’ils n'aient, pas de petits, reprit la prem ière. « Mais on m ’avait dit... », et la seconde jeta u n regard inquisiteur à la jeune fe m m e : « Oh ! » et le bourdonnem ent reprit.

Peu à peu, la cham bre com m ença à se vider. Les bon­ soirs jetés vers là jeune fe m m e restèrent sans réponse. M aintenant il n’y avait dans la cham bre que Cathrine et la vieille aux doigts crochus. Elle se leva avec peine, traî­ nant ses jambes, et posant la m ain sur l’épaule im m obile, elle d it :

E coute, m a fille, il fa u t se secouer. D ieu sait m ieux

que nous pourquoi il nous envoie des malheurs. Nous acceptons ses joies sans nous en dem ander les raisons, mais quand le m alheur survient, on se cabre, on se lamente, on désespère. Il ne fa u t pas, il fa u t avoir confiance en L u i ; e t puis, pense à ce bébé que tu portes ! C ’est toi la respon­ sable, D ieu te Va confié.

La jeune fem m e se secoua lentem ent, sortit com m e d ’un rêve. E lle regarda autour d’elle, v it la cham bre vide et un soupir de soulagem ent entrouvrit ses lèvres serrées. Son regard se posa sur la vieille et d ’une voix som nolente elle dit :

— Je suis contente q u e lle s soient parties et q u e toi seule sois restée. Vois-tu, je ne m e plains pas, j’accepte " pour le petit. Mais c’est dur, c’est tellem ent dur. Je n’ai

pas prié pour son retour, parce que je savais qu’il ne reviendrait pas. Mais en m oi-m êm e, j’ai prié pour son âme.

— N e dis pas cela, tu ne sais rien. E t puis ça porte m al­ heur. Peut-être que to u t à l’heure ils le ram èneront un peu fourbu, m êm e avec une jam be cassée, mais vivant.

— N on, il ne reviendra jamais, et personne ne le verra plus. C’est la m ontagne qui le gardera pour toujours. Je

'■ ■" • \ . ' : ■ X X

Cathrine

le sens, je l’ai toujours senti, et ce m atin quand il est parti, j’ai su qu’il partait à jamais.

La vieille écarquilla les yeux et se signa. Q uelque chose com m e un sourire passa sur le visage de la jeune fem m e. Elle prit la m ain aux doigts desséchés, la tint dans Tune, la caressant de Vautre :

— Ce n’est pas de la sorcellerie, n’ait pas peur. On a

raconté que je l’avais envoûté. Non, ce n’est, pas cela. C’est quelque chose en m oi qui m e fait sentir ce qui va se passer. Q uand je l’ai vu pour la prem ière fois à la ker­ messe de m on village, j’ai su tout d e suite que c ’était lui qui serait m on mari. E t sur le seuil de Véglise, m on bras sous le sien, lorsque je posai les yeux sur les som m ets neigeux,, je sus que c’était la m ontagne q u i m e le pren­ drait et le garderait. Ce m atin en voyant sa haute sil­ houette disparaître au tournant du chem in, j’ai su qu’il partait pour toujours. Je n’ai rien fait, parce que je savais que c’était écrit com m e cela.

Cathrine regarda autour d ’elle et dans ses yeux se refléta le vide de sa dem eure.

— C’est trop tard m aintenant pour partir, tu vas t ’éten-

dre sur m on lit et dormir.

La vieille voulut protester, mais la jeune fe m m e l’ins­ talla, éteignit la lam pe et ferm a doucem ent la porte der­ rière elle. L entem ent, elle descendit les escaliers, ouvrit la porte d’entrée et resta debout sur le seuil. C om bien de tem ps'? E lle ne saurait le dire. O n entendit le prem ier coq, un autre lui répondit et, au m êm e m om ent, dans le tournant de la rue, une lumière trem blante s’avança. Des ombres la précédaient, dessinant sur la blancheur de la neige des form es féériques. Ils avançaient lentem ent et le silence fu t troublé par le grincem ent des souliers clou- têtv. Quand, dans le cercle lum ineux de la lanterne, ils virent l’im m obile silhouette de la jeune fem m e, ils s’arrê­ tèrent. E nlevant leurs chapeaux, ils les froissèrent tim i­ dem ent dans leurs mains. Q uelqu’un toussa et éclaircissant la voix :

— On a cherché partout. Rien. La neige tom bée p en ­ dant une heure a effacé toutes traces. O n recommencera dem ain, on aura peut-être plus de chance.

Elle regarda ces hom m es de la m ontagne, aux visages halés com m e taillés dans la pierre mais qui, sous un aspect rude, cachait un vrai cœur. Sa poitrine se gonfla de tendresse. L e regard perdit son im m obilité, devint hum ide et. d'une voix chuchotante, elle d it :

— N i dem ain ni jamais vous ne le reverrez. Elle — et

sa m ain m ontra les som m ets qui com m ençaient à se des­ siner à l’horizon — est plus plus forte que nous tous. Elle ne le rendra jamais. Prions pour son âme.

Cathrine se signa en levant les yeux vers le ciel et, se retournant lentem ent, sa silhouette droite disparut der­

rière la porte.

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LE DERNIER HOMME

N ouvelle d ’A n d ré Closuit

Si exigu qu’il soit, un cimetière qui ne reçoit plus de visites, de morts ou de vivants, paraît toujours trop grand. Ainsi en était-il de ce cimetière m ontagnard qui prenait un aspect d ’abandon déchirant, avec cet accent de déses­ poir propre aux lieux où règne maîtresse l’idée de la mort. E t puisqu’on n’y attendait, n ’y enterrait plus personne, que les visites s’y faisaient rares, et les prières plus enco­ re, les tertres informes ne s’ornaient plus de bouquets, de couronnes, gerbes du souvenir, pieuses offrandes aux morts. Les petites croix de fer, de pierre ou de bois, mor­ dues de gel et de pluie, penchaient sur le côté.

Cim etière d’un village lui-m ême déserté, livré à sa désolation, avec ses maisons basses aux murs lézardés, aux volets de guingois, aux toits de bardeaux pourris ou d’ardoises rongées de lichens. Maisons sentant leur ruine proche parce que frustrées déjà de toute présence vivan­ te : ces voix, ces pas, tous ces gestes coordonnés, rythmés, commandés par la vie com mune a u long des heures, des jours, des mois et des saisons. D ans les étables froides, aux litières desséchées, ce n’étaient plus le bruit des sonnail­ les et des chaînes sur les crèches, ni l’odeur lourde et chaude des bêtes pacifiques alignées dans l’ombre. D e même s’étaient tus l’aboi du chien dans sa niche, le clai­ ron du coq à l’aube. Parfums de seigle cuit et de gros bois résineux ne s’évadaient plus du four banal. E t sur les toits, les cheminées, mornes sentinelles, m ontaient la garde sans l’échevelé et bleu panache des fumées d’aube ou de crépuscule. Les fenêtres des petites maisons, éteintes soir et matin, paraissaient des yeux morts, vitreux, larges ou­ verts sur la pente.

M uette, la cloche de la petite église, reniant sa mission d’annoncer fêtes, offices, morts, naissances et mariages, frissonnait sous les morsures d’hiver, les agaceries du vent, de la pluie ou de la neige, laissant reposer sur l’airain son b attant las, comme une larme glacée qui ne tom berait pas. D ans la petite nef flottait toujours quelque parfum d ’en­ cens, regret de Pâques et de Noël, des fêtes de la Vierge ou de la « patronale », fastes déchus aux guirlandes défai­ tes, aux bouquets fanés.

Ainsi de la maison d ’école, morte, elle aussi, d ’où sem­ blait sourdre l’indistinct balbutiem ent des voix enfantines épelant les éléments des connaissances premières, mais toujours neuves, bagage de ces simples leur vie durant... Prospectant dans sa mémoire, l’homme resté seul en ces lieux dénom brait ses souvenirs parm i toutes les choses à quoi il s’agrippait, lui, partie vivante, souffrante, de sa maison, de son village, décor qui avait m arqué ses origi­ nes, où s’était inscrite, circonscrite son existence d ’homme de la terre. Il y resterait donc, jusqu’à épuisement de ses ressources, de son courage, jusqu’à ce que sa mémoire, ses facultés, sa raison s’obscurcissent au sein de cet isolement qui resserrait ses mailles toujours plus denses autour de lui. Q uand le passé s’em brum erait, que le présent serait torpeur, l’avenir sans issue, lum ière ni promesse, que tous les horizons enfin se boucheraient.

« Il y en a encore u n là-haut », disait-on dans la vallée de celui qui, n ’ayant su concevoir seulement que sa vie pût se poursuivre ailleurs, s’opiniâtrait, malgré rem ontran­ ces et conseils de sagesse, toute raison et convenance, dans sa résolution. Sa fem me elle-même l’avait quitté. Etait-elle, de par cette trahison, m orte à ses sens d ’hom­ me, à son cœ ur, à ses pensées ? E t le serait-elle bientôt

m êm e à sa mémoire ? Ici donc il resterait, fidèle a u poste qu’il avait tenu avec ses instincts, ses élans de jeunesse, ses pensées, ses raisons d’homm e mûr, ses expériences, ses acquis sur la terre qui était sienne d ’où rien ne le chas­ sera, ne le transplantera jamais.

Alors des images rem ontaient du passé. Il revoyait une procession, et surtout un cortège, celui de ses noces, zig­ zaguant dans la cam pagne verte, le violoneux tout devant, guidant l’escorte m ouvante de parents, d’amis, de con­ naissances, en bordure des cham ps de seigle et de luzerne, une bannière à treize étoiles claquant et brochant sur le tout. Il évoquait la jeunesse de celle qui n’était plus, il entendait son rire, il retrouvait sa joie, ses abandons, ses acquiescements heureux, son attitude penchée devant l’autel pim pant, fleuri, la bénédiction du prêtre, puis l’aga­ pe, sous le griottier en fleurs, tout en rires, en souhaits, en apostrophes rudes, plaisantes, voire égrillardes, l’agape où l’on se serrait puis levait les coudes pour trinquer... Il revivait ces heures sans faiblir, vouant sa volonté, sa force entière à se composer, s’organiser une vie, ici, sur ce replat borné de terre dure que tant d ’autres, vivants ou morts, avaient trahi ou quitté, sans retour.

O n l’avait donc laissé là avec sa chèvre, vivre à sa guise, le sachant ferme, tenace, résistant de coffre et de tête. « Laissons-le toujours un temps. Il tiendra ce qu’il pourra. L a solitude a toujours raison de l’homme. Sauf des saints que rien ne rebute, et encore... » se persua­ daient sans trop d’inquiétude ses proches qui le pour­ voyaient en tabac, provisions de bouche, indispensable et superflu. Puis il avait sa chèvre... L e facteur apparaissait de loin en loin, le curé... Celui-ci, il est vrai, s’offusquant de l’obstination de l’homm e à suivre sa pente funeste où il disposait de son corps, certes, mais aussi, hélas, de son âm e, et ne m enant plus guère vie de chrétien. C ar était-il arm é pour la solitude, comme Nicolas de Fliie et autres ermites se sanctifiant par le jeûne, la pénitence, mérites garants de leur salut, cet homme, triste m aniaque, dont l’esprit s’enténébrait et l’âme peu à peu s’enfonçait dans sa nuit ?

Trait curieux de sa vie solitaire, il allait à l’église, m atin et soir, tirer sur la corde de la petite cloche dont les notes pures, espacées n’étaient autres que l’angelus de naguère. L u tte contre l’oubli, besoin de se retrouver, fai­ ble éclair dans son néant que cette perpétuation d’une coutume, d ’un rite simple sur sa te n e inhum aine ? Parfois il entrait dans un local sombre et bas qui avait été la pinte, s’asseyait sur un escabeau bancal devant une table branlante où l’on avait joué, discuté politique, trinqué, les longues après-midi de dimanches e t de fêtes. C ’étaient aux m urs des cartons-réclames en loques, des chromos verdis, scènes de guerre, de garde aux frontières, puis un calen­ drier, m arquant une date, la dernière, un dimanche en chiffres rouges, symbolique, fatidique, cette date, celle d ’u n départ, d ’une désertion. Car tout le m onde était parti.

Il visitait aussi la maison de com mune où il avait siégé comme conseiller, puis comme président. Ainsi le capitaine son vaisseau, il quitterait, président, son village le dernier.

Or, l’homme, dans la montagne, cerné de toutes parts d ’éléments hostiles, ne se sent-il pas plus fort dès que responsable, solidaire d ’une action ou d ’une œ uvre com­ m une entreprise pour durer ? Peut-il y vivre longtemps pour soi, uniquem ent pour soi ? Justifier sa raison d ’être,

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de vivre ici exclusivement pour soi, sans u n coude à cou­ de, celui de gens ligués par nécessité au tan t que par devoir ?

Tandis que lui parvenait de palier en palier, de sur­ plomb en surplomb l’éternel lamento du torrent, chant funèbre, l’homm e achèverait ici sa vie stérile, avec ses souvenirs, ses regrets dérisoires, bientôt enfouis, sans une lueur, dans les ténébreux replis de sa cervelle d ’homme.

Des bêtes sauvages, suceuses de sang, renards, fouines, martres, belettes longeaient, nuit venue, la ruelle noire, pour une inspection, et reprenaient, déçues, l’espace par l’autre bout, ne sentant plus de proie vivante à portée, là où ce n ’étaient que poulaillers et clapiers vides. Visites furtives de bêtes méfiantes, toujours sur le qui-vive, et qui, redoutant la présence de l’homme, ne pouvaient être de ses amis. D es chats fam éliques proliféraient encore, chasseurs, dénicheurs, en m al d’une pitance, piaillant l’am our et la faim sur les toits, dans les étables et les soupentes. Compagnons incertains, eux aussi, toujours fuyants, p eu sûrs.

Alors il avait sa chèvre, le seul être vivant qui parta­ geât, peuplât sa solitude. Il la tenait à bout de corde ou l’attachait à son piquet, et elle broutait à la ronde, gei­ gnarde, plaintive, jusqu’au soir, m om ent de la traire... Parfois elle s’évadait vers un coin de brousse et de ronces, et il courait sur ses pas, anxieux, craignant de la perdre... Le seul être au monde, quoique évasif, distrait, distant, qui lui fût resté fidèle, avec lequel p û t s’établir un échan­ ge, un accord m utuel, quotidien, vivant, une association, et pour lequel il fît les frais d’un langage, sommaire sans doute, composé de mots rudes, impératifs, ceux d ’une menace, d’une mise en garde, ou ceux d ’une affection bourrue en un patois rocailleux, barbare. Il lui fallait en­ tendre les coups hachés, précipités de sa sonnette cuivrée, cette musique crépitante, obsédante, ce refrain monocorde élémentaire qui l’accom pagnait partout, nuit et jour, gage d’une sécurité, m anifestation d ’un témoin, d’une présence. E t ce refrain non seulem ent le tenait en éveil, mais lui était aussi en perpétuelle alerte. Q ue deviendrait-il le jour où il ne l’entendrait plus et où se tairaient ces chevrote­ ments plaintifs, réitérés de bête fantasque, un peu sor- [ cière ? Il lui arrivait de passer, enfoui dans sa couverture, la nuit à côté d ’elle pour l’entendre s’ébrouer, rum iner paisible et pour se persuader, se pénétrer de sa chaleur de bête, présence familière.

E t le m alheur survint. U n frais m atin d’autom ne, il prêta l’oreille, n’entendit rien. Il se dressa sur sa couche, alarmé, p ar saccades, n’entendit rien encore. L a chèvre s’était tue, elle, sa sonnette, ses ébrouem ents et ses plain­ tes, tous les signes de son éveil, son appel a u jour. Alors, il se précipita, avec un dur, un singulier pincem ent au cœur, vers la soupente dont il poussa d u pied la porte... II vit sa chèvre couchée sur le côté, flanc plat comme une outre vide, l’œil vitreux, béant, barré de son mince trait noir. M orte sa chèvre, morte... Mais non point de vieil­ lesse, de langueur ou d’ennui. Car de son fin museau dégorgeait une épaisse déjection de sang noirâtre, un p aquet de tabac fort gisant éventré non loin d ’elle... D u coup lui vint à la mémoire le récit d’un vieux berger disant avoir un jour tué ainsi une de ses chèvres trop curieuses, gourm ande, avide.

Il sortit titubant, comme halluciné, erra un tem ps sans but, à l’aveuglette par les ruelles désertes où il n’était personne à qui il p û t dire, crier sa misère. II avait tué sa chèvre, sa com pagne de chèvre... M achinalem ent, l’allure d’un autom ate, il se dirigea vers l’église, il tira sur la corde tom bant du clocher, et la cloche égrena les quel­ ques notes lentes, rituelles d ’un glas. Alors, sans hâte, ram enant la corde à lui, il en examina l’extrémité

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née d’une boucle. E t cette boucle, assez large pour y pas­ ser la main jusqu’au poignet, il l’élargit encore afin d ’y passer la tête jusqu’au cou.

Ce matin-là, le président de Torguin se réveilla en sursaut, baigné de sueurs froides, car il venait de faire un mauvais rêve, un rêve horrifiant sur le destin de son vil­ lage et sur le sien propre à lui, président.

— H olà ! Rosine, cria-t-il, éveillant son épouse sans ménagem ent, holà ! dis-moi... T e souviens-tu q u ’on ait une fois seulement, dans notre vie, gardé une chèvre, hein ? — U ne chèvre, que oui, les prem iers tem ps de notre mariage, quand on n ’avait encore que deux vaches, donc... Mais pourquoi ?

H ésitant, il m archa vers la fenêtre, eut un regard sur son village, se retourna, et alors seulement répondit :

— Pourquoi ?... Pour rien.

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«TREIZE ETOILES»

au ciel 7)e ncocmbtc...

Le m ois d u so u v e n ir

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E n tête de la dernière édition de « Treize Etoiles », le fondateur-directeur de cette revue a évoqué avec émotion la Toussaint e t le souvenir des chers disparus q u ’elle apporte.

Mais il ajoutait aussitôt q u ’il fallait songer aussi à ceux qui restent, que les vicissitudes de la vie ont fait oublier.

Ah ! oui, l’oubli, ce m al hum ain de tous les temps, mais qui va s’accentuant à la cadence de la vie trépi­ dante, mécanisée, archi-pressée d’aujourd’hui.

Jamais, peut-être, les morts ne sont si vite oubliés : on n ’a plus le temps de se souvenir, de se recueillir un m o­ m ent auprès d ’une tombe. Il fa u t se dém ener, courir au plus pressé — e t tout presse I jusqu’à ce que nous-mêmes, sans avoir eu le tem ps de jouir un brin de la vie, nous roulions à notre tour au fond de la fosse. Pauvres de nous !

Les morts ne nous font pas de reproches autrem ent que le remords que nous éprouvons e n nous-mêmes, si nous savons encore le ressentir. Mais les vivants, eux, se souviennent de nos oublis, de nos lâchages, de nos aban­ dons, de nos trahisons, peut-être.

O h ! tâchons de porter ceux de nos parents, de nos amis, de nos connaissances dans le creux de notre souve­ nir. D e les y conserver comme un trésor précieux par quoi la vie vaut encore d’être vécue. E n dehors des affections sincères, des amitiés durables, ne reste-t-il pas que le vide affreux d ’une existence gâchée e t d ’u n effroyable néant ?

Un jubilé chez les v o y a g e u r s d e co m m erce

Sierre a reçu au milieu de novem bre la section valai- sanne de la Société suisse des voyageurs de commerce, qui fêtait la vingt-cinquièm e année de sa fondation.

Ce fut l’occasion d ’une rencontre fraternelle du meil­ leur aloi et où furent débattus des problèmes intéressant la profession. L e b anquet de fête fu t rehaussé p ar la p ré­ sence de MM. Marcel Gard, conseiller d ’Etat, et Elie Zwissig, président de la com mune de Sierre, qui portèrent des toasts à la prospérité de la section que préside avec beaucoup de dévouem ent et de savoir-faire M. Pierre Tschopp.

« Treize Etoiles » s’associe de tout cœ ur aux voeux qui ont été formulés à l’endroit de cette intéressante corpora­ tion.

B risolée v o u v r y e n n e

Fidèle à une coutum e qui est devenue u ne tradition, l’Association de la presse valaisanne a savouré sa brisolée au début de novembre, au m om ent où le « nouveau » chatouille agréablem ent les papilles et où le from age d ’al­ page conditionne agréablem ent u n e fraternelle agape.

Ayant dégusté u n vin d’honneur offert par la commune représentée p ar son sym pathique au tan t q u ’actif président, le capitaine Em ilien Pot, les ouvriers de la plum e s’en furent visiter la fabrique de carton que dirige M. Albert Schelling. C ette m anufacture, fondée en 1639, livrait a u ­ trefois un papier filigrané à la cuve, dont les archives de Vouvry conservent de nombreux exemplaires utilisés. Au­ jourd’hui, elle fabrique journellem ent quelque 5000 kilos de carton pour le commerce e t l’artisanat.

E n regardant les vieux journaux alim enter les broyeu- ses, un confrère fit cette reflexion désabusée : « Voilà où passent les chefs-d’œ uvre d e nos pensées et de nos Dei­

nes ! »

Sic gloria transit !

et an sezoice des azchioistes !

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-Les scrutins d 'o c to b r e e t d e n o v e m b r e

Les élections du 30 octobre n’ont pas modifié le carac- - tère politique de la députation de notre canton aux C ham ­ bres fédérales. Les partis représentés sous la Coupole res­ te n t sur leurs positions, selon l’expression consacrée. La députation conservatrice se compose de MM. Maurice Kaempfen et Leo Stoffel pour le Haut-Valais, de MM. René Jacquod, Joseph Moulin et Roger Ronvin (nouveau) pour la partie rom ande du canton. M. Francis Germa nier (radical), ancien conseiller national, succède à M. Camille Crittin démissionnaire, et M. Charles D ellberg (socialiste) succède à lui-même...

L ’élection au Conseil des Etats a donné lieu à un scru­ tin de ballottage qui s’est déroulé les 5 et 6 novembre. E n effet, est seul sorti au prem ier tour, avec la presque unanim ité des votants, M. Marius Lam pert, chef du D é­ partem ent de l’intérieur, qui succède à M. M aurice Troil- let. Son colistier, M. Antoine Imsand, préfet du district de Conches e t secrétaire allem and du G rand Conseil, n’est pas arrivé a u poteau et s’est retiré de la compétition pour le second tour.

C ’est alors que le parti conservateur présenta la candi­ dature de M. Joseph Moulin qui avait été élu conseiller national le dim anche précédent. L e parti radical lui oppo­ sa M. Jules Luisier, de Fully. M. Moulin l’em porta, de sorte q u ’il aura à choisir entre la Cham bre H aute et la Basse... Suivant le sort qui sera fait à u n recours contre son élection, c’est son colistier m alheureux au National, M. Paul de Courten, préfet du district de Monthey, qui occupera son siège ’ou récupérera le sien.

Quoi q u ’il en soit, saluons les élus, anciens e t nou­ veaux, et souhaitons-leur de travailler au bien du pays.

S ie rre v a co n stru ire u n e n o u v e lle ég lise

A l’instar de Sion, la cité d u soleil a décidé la cons­ truction d’une nouvelle église. Elle sera érigée au cou­ chant de la ville, soit a u quartier de Villa, sur un terrain déjà acquis depuis de nombreuses années par le Rd doyen Pont, m aintenant chanoine de la cathédrale de Sion.

L ’église paroissiale actuelle, dédiée à sainte Catherine, a déjà été agrandie. Deux tribunes s’y superposent, l’une pour l’orgue et les chantres, l’autre pour les fidèles. Mais elle se révèle de jour en jour trop étroite. C ’est q u e la population de Sierre s’accroît d ’année en année et qu’il faut songer à u n dédoublem ent du lieu de culte.

C ’est ce qui a incité le chef de la paroisse, M. le Rd doyen Mayor, à entreprendre dès le printem ps prochain la construction du nouveau sanctuaire sous le vocable de la sainte Croix. L e coût de l’œ uvre sera de l’ordre d ’un million environ ; ce m ontant devra être couvert p ar une souscription parm i les fidèles et une participation de la commune.

Session p a r l e m e n t a i r e

Réuni en session ordinaire de novembre, le G rand Con­ seil, présidé p ar M. Maxit, a voté le b udget pour 1956, lequel prévoit u n déficit de plus de deux millions et demi, im putable surtout aux travaux routiers, à l’améliora­ tion des traitem ents du personnel enseignant, à l’am énage­ m ent ou à la construction de nouvelles maisons d ’école et à des subventions touchant le D épartem ent de l’agricul­ ture.

L a nouvelle loi sur les successions a été votée en p re­ mière lecture. O n espère que son application et surtout celle de la loi sur les forces hydrauliques produira dans un avenir rapproché les sommes nécessaires à l’équilibre désirable du budget.

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t M.

le directeur

Max

H erold

M. M ax H erold, q u i avait succédé le I e'' janvier

1953 à M. le D r P ierre D u to it com m e d ire c te u r de l’usine de M o nthey de la CIBA, a été ravi à l’âge de cinquante-trois ans à l'affection des siens, de ses nom breux am is et du

personnel d e l’usine p o u r lequel il é tait u n ch ef com ­ préhensif e t bienveillant.

O riginaire d e Coire, il possédait les q u alités réalis­ tes des Grisons e t u n don inné d ’a d a p ta tio n q u i d e ­ vaient le servir g ra n d e m e n t et lu i p e rm e ttre e n tre a u ­ tres d ’a tte in d re les som m ets de la h iérarch ie dans la g ran d e in d u strie bâloise d e la C IBA en se v o y an t in ­ vesti de la d irectio n de l’usine d e M onthey.

Après avoir te rm in é ses études d ’ingénieur-chim iste à l’Ecole p o ly tech n iq u e fé ­ dérale d e Z urich, M. H e ­

rold avait fa it u n séjour en A n g leterre et é tait resté p e n d a n t trois ans au service d ’u n e m aison ita ­ lienne.

A la C IBA de Bâle, où il é ta it e n tré le 1er juil­ let 1927, on le d e stin a d ’a b o rd à l’usine polonaise de P an ian ice e n raison d e ses connaissances sp é­ ciales. Puis, des dispositions nouvelles a y an t été p r i­ ses, il f u t fin alem en t d irig é su r M o n th e y où il d é b a rq u a en n o v em b re 1928. Il s’y fit to u t de suite re m a rq u e r et ne ta r d a pas à être -noté com m e un des m eilleurs chim istes de la maison. Prom u fondé d e pouvoirs le 1 " avril 1949, il se voyait déjà investi du titre d e v ice-directeur le 1er janvier de l’an n ée suivante p o u r devenir, le 1er janvier

1953, le successeur d e M. le D r D u to it à la direction de l’usine. A ce titre il se d istingua im m éd iatem en t, s’im p o san t d ’em blée com m e u n chef com préhensif, d o n n a n t le plus bel exem ple du devoir q u i se puisse im aginer, s a c h a n t r e s t e r h u m ain b ien q u e ses fo n c­ tions de c h e f l’obligeassent à être sévère e t exigeant.

D ans le privé, c’é tait un hom m e ch arm ant, ennem i du pédantism e, et vers le ­ q u el a l l a i e n t instinctive­ m en t la sym pathie et la c o n s i d é r a t i o n g é n é r a le s . C onseiller général de M on­ they, il avait ac cep té d e sié­ g e r dans plusieurs com m is­ sions de l ’a d m i n i s t r a t i o n c o m m u n a le o ù ses av is é ta ie n t très écoutés et a p ­ préciés.

M. H e ro ld é ta it aussi un alpiniste fervent. Il avait p résid é le gro u p e de M onthey d u CAS e t il devint vice-président de la section M onte-R osa lorsque ce gro u p e fu t ap p elé à fo rm e r le com ité d ire c te u r d e la section.

Les industriels du Valais av aien t aussi ap p ris à l’estim er e t ils v e n a ie n t d e le choisir com m e p ré si­ d e n t après la dém ission de M. Joseph Giovanola. Les offices fun èb res célébrés ta n t à Bâle q u ’à M o nthey ont p ro cu ré l’occasion à la CIBA d e m an ifester sa sym pathie à M m e H e ro ld et à ses trois fils e t ont perm is à tous ceux q u i avaient connu le d isp aru de p ro u v e r com bien sa m o rt les affligeaient. U n g ra n d chef d ’in d u strie nous a q u it­ tés. Nous en conservons u n souvenir ému.

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oicLôncux des /H a zé co lte s

S o u v e n i r s <lu p e i n t r e A l b e r t G o s

Lorsqu’en juillet 1952, la commune de Salvan fit apposer sur un rocher des Marécottes une plaque commé­ morative en souvenir du peintre Albert Gos, elle voulait non seule­ ment rappeler un artiste qui peignit souvent cette pittoresque contrée, mais aussi évoquer le violoniste aimé de tous les Salvanins qui l’ont connu. Temps lointains, il est vrai, puisque c’est en 1874 qu’Emile Javelle l’exquis conteur des « Sou­ venirs des deux étés » et grand alpi­ niste, qui affectionnait particuliè­ rement Salvan, y conduisit son ami Albert Gos. Celui-ci, à part son attirail de peintre, emportait tou­ jours avec lui son inséparable vio­ lon ; et si, dans la journée, tableaux et dessins retenaient toute son atten­ tion, le soir, par contre, c’était le violoniste qui régalait de mélodies montagnardes les hôtes de l’au­ berge.

Or, comme à différentes reprises, le peintre était souvent revenu à Salvan, toujours avec son violon, cela ne faisait aucun doute qu’il était violoneux de profession et, de cc fait, parcourait le pays de village en village. C’est sans doute la rai­ son pour laquelle il reçut un beau jour, par une lettre ainsi conçue, une offre fort alléchante : « La com­ mune de Salvan vous informe que vous êtes demandé comme joueur de violon pour la fête du Carnaval, aux conditions de ... francs par jour, logé et nourri compris. Veuil­ lez nous dire si nous pouvons compter sur vous. »

Tout d’abord étonné, peut-être même un peu vexé de la méprise, mais enfin ravi, le peintre sans hési­ ter longtemps, fit son sac, prépara son violon et, le jour désigné, prit le train du Valais. A sa descente à Vernayaz, le violoneux Albert Gos fut plutôt drôlement interpellé par deux garçons de Salvan venus à sa rencontre : « Dites voir, lui dirent-ils, c’est bien le moment

d’arriver ! Y a beau temps qu’on vous attend, ils dansaient déjà quand on est descendu et Albert est tout seul pour mener le bal... »

Dans ce temps-là,, il n’y avait ni train ni autos pour monter à Salvan, et la longue route aux intermina­ bles lacets parut bien monotone, « route sans fin par ce crépuscule d’hiver » écrira Albert Gos dans ses souvenirs1, « mais tout à coup m’apparut l’église de Salvan et le village déjà piqué de quelques lu­ mières ». Après un bref arrêt chez ses amis Coquoz, le violoneux nou­ vellement promu reprit le chemin des Marécottes où déjà, avant même que d’arriver au café Lonfat, il « entend la musique et le bruit sourd de la danse ».

Mais vivons le récit de cette mé­ morable soirée dansante qui se dé-1 « S o u v en irs d ’u n p e i n t r e d e m o n t a g n e », J e h e b e r , é d i te u r , G e n è v e .

roula dans une salle éclairée par deux crésus et, perché sur une table, une chaise vide à côté de lui, il y avait un jeune Salvanin au vi­

sage ouvert et riant, il menait son violon avec un vrai talent, en fin musicien... Tout d’abord inquiet du renfort de ce second violon impro­ visé qui, sans répétition, lui tom­ bait du ciel, Albert Bochatay -- car c’était lui — est bientôt rassuré. Il rayonne d’entendre son violoneux m arquer les basses en doubles cor­ des, accentuant les rythmes au point que les danseurs et danseuses, quit­ tant en foule la salle à boire vin­ rent « chez nous » et, en peu de temps, un entrain formidable sem­ bla littéralement crépiter. »

On peut aisément se représen­ ter le tableau de cette jeunesse dé­ chaînée tourbillonnante, tandis que les deux Albert — déjà ainsi nom­ més — perchés sur leur table, jouent A l b e r t G os e n c o s tu m e d u V ie u x -S a lv a n

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