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L'ORIENT. Livr. 28. i 0 (2.2) Octobre, 1854 ALBANAIS.

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(1)

tC'tltt

DE

L ' O R I E N T .

Livr. 28. — i 0 (2.2) Octobre, 1854

LES ALBANAIS.

0 0 0 0

 L B A N E S I S C T I E Studien, von Dr. jur. Johann Georg von Hahn, K. K . Con- sul fur das oslliclie Griechcnland. W i c n , 1 8 5 3 (Etudes albanaises, par M.

J. G. de Hahn, consul d'Autriche dans la Grèce orientale, ancien consul à Januina.)

O O O O

Dernière partie (*).

oooo

invasion ottomane produisit un bouleversement géné- ral en Albanie, L'œuvre de ia civilisation grecque, ruinée une première fois par la conquête romaine, restaurée plus tard à force de labeur et d'habileté, allait y succomber pour la seconde fois. Une portion considérable de la popu- lation se convertit à l'islamisme. Ceux qui ne le firent pas

(*) Voir les livraisons 1 D et 2 4 .

(2)

M O I E SPECTATEUR

p a r c o n t r a i n t e y étaient e n t r a î n é s p a r mille séduction;? : o n t r o u v a i t dans l'apostasie la f o r t u n e , la p u i s s a n c e , ou a u m o i n s u n abri c o n t r e l'oppression. B e a u c o u p c e p e n - d a n t r e s t è r e n t fidèles à l a foi de l e u r s pères ; et ce d é v o u e m e n t à la religion n a t i o n a l e ne fut pas t o u - j o u r s acbeté a u p r i x de la liberté : dans les m o n t a g n e s

s u r t o u t , p l u s d'un district c h r é t i e n c o n s e r v a sou i n d é - p e n d a n c e , en faisant le c o u p de fusil c o n t r e les d o - m i n a t e u r s du p l a t p a y s . L a p o p u l a t i o n , décimée par cette g u e r r e i n c e s s a n t e , se vit d i m i n u e r aussi p a r l'émigration : p l u s i e u r s milliers d ' h a b i t a n s , a b a n d o n n a n t le sol n a t a l , c h e r c h è r e n t un refuge d a n s l'Italie m é r i d i o n a l e et en Sici- le (*). T o u t e o r g a n i s a t i o n sociale et p o l i t i q u e , t o u t e c u l - t u r e m o r a l e et m a t é r i e l l e d u t s'effacer p o u r des siècles d e - v a n t u n e d o m i n a t i o n qui c o m b i n a i t les fléaux d un d e s p o - t i s m e o d i e u x avec les c o n v u l s i o n s éternelles de l ' a n a r c h i e .

« On a d m e t en g é n é r a l q u e la p o p u l a t i o n m a h o m é l a n e

» de l'Albanie est s u p é r i e u r e à la p o p u l a t i o n c h r é t i e n n e », dit M. de H a h n , t o u t en a j o u t a n t q u e p o u r lui il ne s a u - r a i t i n d i q u e r , m ê m e a p p r o x i m a t i v e m e n t , le n o m b r e des h a b i t a n t s a t t a c h é s à c h a c u n e des d e u x r e l i g i o n s . Cette g r a n d e apostasie ne se fit pas du p r e m i e r c o u p . E n 1G1 S, Macédonio (**) ne c o m p t a i t e n c o r e en A l b a n i e q u ' u n T u r c s u r cent h a b i t a n s ; la p r o p o r t i o n actuelle s e r a i t , c o m m e on l'a v u , de p l u s de 5 0 p o u r cent ; il ne t r o u v a i t q u e p e u de m u s u l m a n s en H e r z é g o v i n e et b e a u c o u p m o i n s de

O D'après Bundelli, la population actuelle des colonies Grcco-Albanaisej du royaume de Naples, non encore italianisées, monterait à 86,000 âmes (Études alb. p. 14 et 31.)

( " ) Documens recueillis par M. Ranke dans le Vol. II de sa p o l i l i se h c

•Ze i t s c h r i f t , que je n'ai pas sous les j e u x et nue je cite d'après M. lîouë, Vol. 3 p. 40C.

DE L O R I E N T . 1 1 1

m u s u l m a n s q u e de c h r é t i e n s en Bosnie; a u j o u r d ' h u i il y a dans ces d e u x pays 7 à 8 0 0 , 0 0 0 m u s u l m a n s s u r e n v i r o n 1 , 0 0 0 , 0 0 0 d h a b i t a n s . L'apostasie fut d o n c c o n s o m m é e l e n t e m e n t , successivement, s u i v a n t le p l u s o u m o i n s de r é - sistance des p o p u l a t i o n s o p p r i m é e s , le p l u s o u m o i n s d e zèle déployé p a r le g o u v e r n e m e n t t u r c . Celui-ci en effet n o n s e u l e m e n t r e n c o n t r a i t s o u v e n t s u r son c h e m i n d e s m a r t y r s obstinés de l a foi c h r é t i e n n e , mais l u i - m ê m e é t a i t e m b a r r a s s é d a n s sa m a r c h e p a r des exigences r e l i g i e u s e s c o n t r a d i c t o i r e s et p a r des c o n s i d é r a t i o n s p o l i t i q u e s d i v e r - g e n t e s . T a n d i s q u e des d o c t e u r s fanatiques l u i faisaient u n d e v o i r d a u g m e n t e r p a r t o u s les m o y e n s l e n o m b r e d e s c r o y a n t s , u n verset d u C o r a n lui i m p o s a i t l'obligation d e ne point m o l e s t e r ses sujets d a n s l e u r c o n s c i e n c e r e l i - g i e u s e . D ' u n e p a r t o n s e n t a i t le besoin de r e c r u t e r , d e t e m p s à a u t r e , p a r m i les c h r é t i e n s , de n o u v e a u x é l é m e n s de force et de vitalité p o u r l'empire o t t o m a n ; de l ' a u t r e il était à c r a i n d r e q u e la c o n v e r s i o n , p r e n a n t des d i m e n - sions e x t r a o r d i n a i r e s , n'en v i n t à a b s o r b e r t o u t e l a p o p u - lation des r a y a s et n ' e n l e v â t ainsi à l'industrie ses b r a s , a u m a î t r e ses esclaves, a u trésor ses.recettes : c a r le r a y a seul t r a v a i l l a i t , la vocation d u c r o y a n t é t a i t de j o u i r . D e là des hésitations et des r e t a r d s q u i e x p l i q u e n t ces p r o g r è s peu r a p i d e s de l'islamisme.

T o u t e f o i s , et m a l g r é les r a i s o n s q u i e n t r a v a i e n t le déve-»

l o p p e m e n t du prosélytisme t u r c , c o m m e il y en a v a i t d ' a u - tres q u i le poussaient sans cesse en a v a n t , il g a g n a i t t o u j o u r s du t e r r a i n et obtenait en définitive des r é s u l t a t s c o n s i d é - r a b l e s . Dès la fin du X V Ie siècle J o s . G e r h a r d de M e i e r n s'alarmait de la d i m i n u t i o n des chrétiens de l a T u r q u i e . (*)

(*) Documens recueillis par M. Rankc.

(3)

112 L E S P E C T A T E U R

On peut même dire que celte lente agonie du christiani- sme, ces alternatives de tolérance et de rigueur, avaient quelque chose de plus pernicieux que n'en aurait eu une persécution franche et une apostasie générale. Comment décrire l'anarchie morale et les déchirements domestiques que suscitèrent ces conversions intermittentes, qui firent prendre au prosélytisme musulman le caractère d'une e x - ploitation périodique, et semblaient avoir mis les généra- tions chrétiennes en coupe réglée? Les liens les plus chers furent brisés, ou transformés en des accouplements monstrueux. « Chi ha il fratello, chi il figlivolo, chi il padre et il parente Turco, » disait en 1G25 le voyageur italien Montealbano. « Tel porte le nom de Hassan dont le père s appelle Nicolas » disait en 1815 l'auteur grec d'un traité des guerres de Souli et de Parga contre Ali- pacha. Un ébranlement général des convictions religieu- ses marcha de pair avec cette désorganisation des famil- les. Il y eut des chrétiens professant en apparence la loi du Prophète, et des musulmans qui ne lui étaient que bien faiblement attachés. Prêtant l'oreille tantôt à ses inté- rêts, tantôt aux derniers échos de sa conscience, on flot- tait entre les deux religions et on finissait souvent par n en avoir aucune.

L'histoire ne s'est pas toujours arrêtée aux détails de ces obscurs malheurs. Il y a là pourtant, dans la seule Albanie, neuf cent mille âmes environ, arrachées de la sorte à la foi chrétienne ; rapt colossal, dont on pourrait suivre les traces au moyen de quelques faits, et à leur dé- faut par des inductions et des analogies. N'y aurait-il pas quelque intérêt à le faire ?

Tout porte d'abord à croire que, par suite des invasions

D E L O R I E X T * 113

réitérées du X V

e

siècle et du XVI% l'Albanie vit se re- produire chez elle les scènes de désolation dont la Bosnie fut le théâtre en 14G3, lorsque 3 0 , 0 0 0 hommes y furent enrôlés d'un seul coup par Mahomet II pour le service du corps des janissaires. (*) Il est ensuite à présumer que la dime des enfants chrétiens perçue pour le recrutement régulier de ce corps d'élite, pesa sur l'Albanie tout aussi cruellement que sur les autres provinces de l'empire* (**) Mais l'apostasie était alimentée surtout par les persécu- tions locales; et il s'est conservé à ce sujet certaines parti- cularités qui peuvent donner une idée des violences dont l'Albanie fut de tout temps la victime. Ainsi, la ville de Jannira n'avait capitulé, en 1 4 3 1 , qu'en stipulant la con- servation de ses franchises, mais le traité était à peine juré que les Turcs firent enlever toutes les filles des prin- cipales maisons du pays pour en parer leurs harems, (***)

( ' ) I l a m m c r roi. 2 , p. ? S .

'(*·) L'effectif d e s j a n i s s a i r e » , lors de leur i n s t i t u t i o n , fut fixé à 1000>

h o m m e s , et il fut d é c i d e qu'on prélèverait un millier d ' c n f a n s c h r é t i e n s par an pour le recrutement de c e corps. Cette c o n s c r i p t i o n , m ê m e a i n s i r e s - t r e i n t e , d e v a i t d o n n e r , après 3 0 0 a n s de durée," un total de 3 0 0 , 0 0 0 enfans»

Déjà c e p e n d a n t sous Mahomet II l'effectif était de 1 2 , 0 0 0 h o m m e s , s o u s S o l i m a n il fut é l e v é à 2 0 , 0 0 0 , et il a atteint le double de ce d e r n i e r n o m b r e au t e m p s de Mahomet IV. Aussi M. de H a m m e r (vol. 1 , p. 9 4 ) p r é s u m ë - t - i l q u ' u n d e m i million d ' e n f a n s c h r é t i e n s est le m o i n s de ce q u i a dû ê t r e e n l e v é pour le s e r v i c e du corps d e s j a n i s s a i r e s . S a n s prétendre donner d e s n o m b r e s p r é c i s , je m e permettrai d e faire remarquer q u e , s u i v a n t ses1 propres d o n n é e s , le chiffre de l'illustre orientaliste paraît e n c o r e trop au d e s s o u s de la vérité pour pouvoir s e r v i r m ê m e d e m i n i m u m . Il ne faut p a s non plus perdre de v u e qu'il y a v a i t q u e l q u e f o i s d e s e n r ô l e m e n s extraordi- n a i r e s montant à plusieurs milliers d ' h o m m e s , c o m m e on l'a vu par l ' e - xemple de la B o s n i e , cité dans le t e x t e .

Iïaramer, vol. 1, p. 4 4 2 , 4 4 3 .

(4)

LE S P E C T A T E U R

En 1610, BizzI, archevêque d'Antiwari, se plaignait de ce que les chrétiens embrassaient en masse l'islamisme, pour éviter le paiement vexatoire des impôts; et il ajoutait, que si cela continue ainsi, dans dix ans peut-être les Alba- nais seront tous musulmans. (*}

La réforme entreprise par Moustapha Kôprili vers la fin du XVII

e

siècle, n'apporta aucun soulagement à la condition des rayas en Albanie. Si l'impôt des enfants fut supprimé, ce ne fut ni un témoignage de faveur pour les chrétiens, ni une conséquence de cette réforme. La sup- pression lui était antérieure, et elle eut lieu dans un inté- rêt mesquin des Turcs eux-mêmes. (**) La population chrétienne continua d ailleurs à être entamée par tous les autres moyens du prosélytisme. Zmaïewitsch, archevêque d'Antiwari, cite 200 catholiques forcés de devenir mu- sulmans au commencement du XVIII

3

siècle. (***) Ce n'é- tait qu'une bagatelle à côté d'un fait dont j'emprunterai les détails navrans au récit de Pouqueville.

Il existe dans la vallée delà moyenne Voïoussa, à lest de Prcmeti, un district connu sous le nom de Caramou- ratadès, qui compte trente six villages albanais. Il faisait autrefois partie du ressort spirituel de levêque grec de Pogoniani, un des suffragans de l'archevêque de Bérat.

Malgré les souffrances qu'ils avaient à endurer de la part de leurs voisins mahométans de Premeti, de Lexicovo et de Coîonia,ces malheureux chrétiens tinrent ferme jusqu'en

(*") Documens recueillis par M. R a n k e .

(**) D' e serb. Revolut. par M. R a n k e , pag. 2 4 0 . Les Turcs n'ont aboli l'impôt du sang chrétien que pour faire profiler leurs propres eofans des ftTanlagcs attachés au corps des janissaires.

C**) Documens recueillis par M. Roitke.

Ï > E L ' O R I E X T . I 1 5

1760. Là patience leur manqua au commencement <ie cette année; d'un commun accord, ils décidèrent alors « d e-

« puiser la rigueur des jeûnes et des mortifications, pour s se rendre le ciel favorable, avec 1» résolution, s'il n e-

» xauçait pas leurs vœux, de renoncer à son culte. En

» vain le prélat qui veillait sur le troupeau de Jésus-

» Christ, représenta qu'il ne fallait pas

tenter

le seigneur,

» le peuple fut sourd à sa voix. On observa avec plus de

» sévérité que jamais le long et rigoureux carême qui

» précède la fête de Pâques ; et le jour solennel de la ré-

» surrection ayant paru sans apporter de terme ni d'espé-

» rance aux malheurs publics, l'abjuration générale fut

» prononcée. L'évèque et les papas (les prêtres) reçurent

» ordre de s'éloigner; et le peuple, après avoir reproché

» aux simulacres des saints, leur indifférence, déclara à

» la face du ciel, qu'il embrassait la religion de Maho-

» met. Après cette révolte religieuse qui eut lieu le même

*> jour dans tous les villages, on appela un cadi et des i-

* mans, on récita la profession de foi, et l'on se fit eircon-

» cire, par récrimination contre la providence. Le petit

» nombre de ceux qui refusèreut d'apostasier durent se f> retirer du pays, comme lavaient fait les ministres des

» autels. » (*)

Ces tristes événemens ne discontinuaient pas, ils étaient même encore tellement fréquens au commencement de ce siècle, que Leake et Pouqueville exprimèrent de nouveau des craintes sérieuses sur l'avenir réservé à l'élément chrétien de ces contrées. 11 leur paraissait en effet impos- sible qu'à la longue il put résister aux tortures qu'on lui

(*) Pouqueville, voyage dans la Grèce. T o m . 1 , p- 2 0 6 , 2 0 T .

(5)

1 1 6 t E S P E C T A T E U R

faisait é p r o u v e r , et ils p e n s a i e n t q u e l ' A l b a n i e , cet a n t i - q u e f o y e r d u c h r i s t i a n i s m e , finirait p a r d e v e n i r u n p a y s p u r e m e n t m a h o m é t a n .

E n d é p i t d e ces s i n i s t r e s p r o n o s t i c s , l ' a u t e u r d e s Étu- des albanaises a s s u r e q u e le m a l s'est a r r ê t é d e p u i s q u e l - q u e t e m p s . Il y v o i t u n effet d e s d e r n i è r e s r é f o r m e s d e l a T u r q u i e : l ' o p p r e s s i o n a y a n t , s e l o n l u i , d i m i n u é d e v i o l e n - c e , les c h r é t i e n s s e r a i e n t a u j o u r d ' h u i d ' a u t a n t m o i n s t e n - t é s d e c h a n g e r d e r e l i g i o n q u e l a p o p u l a t i o n m u s u l m a n e a é t é s o u m i s e à la c o n s c r i p t i o n m i l i t a i r e . Mais l a c o n s c r i - p t i o n a - t - e l l e j a m a i s été assez s é r i e u s e m e n t a p p l i q u é e à l ' A l b a n i e , p o u r q u ' o n soit a u t o r i s é à a d m e t t r e q u e l l e a p u d é j à c o n t r e b a l a n c e r t o u s les a u t r e s a v a n t a g e s d e l a p o s i - t i o n faite a u x m u s u l m a n s p a r la l é g i s l a t i o n e t l ' a d m i n i - s t r a t i o n t u r q u e s ? M. d e I l a h n c o n v i e n t l u i - m ê m e d e l ' i n - s u c c è s des essais t e n t é s p a r l a P o r t e p o u r i n t r o d u i r e s e s r é f o r m e s d a n s la h a u t e A l b a n i e , en a y a n t soin d ' a j o u t e r q u e c e t t e p r o v i n c e est r é g i e t o u t - à - f a i t à l ' a n c i e n n e m a - n i è r e , et q u e n o t a m m e n t elle n ' a j a m a i s f o u r n i d e r e c r u e s p o u r l ' a r m é e r é g u l i è r e (*). Il laisse e n t e n d r e , il est v r a i , , q u ' i l n ' e n est p a s d e m ê m e d a n s le r e s t e d e l ' A l b a n i e ; m a i s v o i c i M. B o u é q u i , a p r è s a v o i r a s s u r é q u e les T o s k e s ( l e * A l b a n a i s d u sud) o n t d é c l a r é a u s s i e n g r a n d e p a r t i e n e v o u l o i r s e r v i r q u ' e n c o r p s i r r é g u l i e r , r é s u m e en ces t e r - m e s son o p i n i o n s u r l a s i t u a t i o n faite a u p a y s t o u t e n t i e r p a r s u i t e d e ces f a m e u s e s r é f o r m e s . « D ' u n c o t é le p a c h a y> d e S c u t a r i d é p e n d d u b o n o u m a u v a i s v o u l o i r des M a l -

» s o r e s et d e s M y r d i t e s , tandis que son collègue deJannina

» na su se donner la paix qu'en gorgeant d ' o r et de pla-

{") P- 1 0 3 .

ï ) E L Ô I U E X T » 1 1 7

» ces les chefs de bandes et les hommes audacieux qui pou-

» vaient lui être redoutables. P r e s q u e p a r t o u t les p a c h a *

» e t les a y a n s o n t été o b l i g é s d e m o d i f i e r les o r d r e s de

» l a P o r t e p o u r p o u v o i r r e s t e r à l e u r p o s t e o u p r é v e -

» n i r des r é v o l t e s . . . Enfin p o u r a c h e v e r le t a b l e a u de-

» l a p r é t e n d u e t r a n q u i l l i t é d e l ' i n t é r i e u r , d e l a T u r q u i e , ,

» il faut r a p p e l e r q u ' u n c a m p p e r m a n e n t e s t é t a b l i à M o -

» n a s t i r p o u r effrayer les A l b a n a i s , c o m m e u n a u t r e à

» S o p h i e o u à N i s c h p o u r t e n i r en r e s p e c t les B u l g a r e s *

» C e s e x p o s é s suffisent p o u r d o n n e r u n e idiée d u g e n r e

» d e g o u v e r n e m e n t q u i e x i s t e e n A l b a n i e , et d e s a v a n t a -

» g e s q u ' o n en p e u t a t t e n d r e p o u r c e p a y s » (*). E t si ces.

e x p o s é s p o u v a i e n t e n c o r e l a i s s e r q u e l q u e s d o u t e s s u r l'i- nefficacité d e l a r é f o r m e , les r a p p o r t s p u b l i é s d e r n i è r e - m e n t p a r les Blue-books n ' o n t - i l s p a s p r o u v é s u r a b o n d a - m e n t q u e les c r u a u t é s r é v o l t a n t e s a u x q u e l l e s les c h r é t i e n s s o n t en b u t t e à l ' h e u r e q u ' i l est e n A l b a n i e , n e l e c è d e n t e n r i e n à l e u r s m i s è r e s d a v a n t le Tanzimat ?

C e p e n d a n t l ' a u t e u r des Études albanaises a c r u p o u v o i r a p p o r t e r u n fait à l ' a p p u i d e son a s s e r t i o n . L e s h a b i t a n s d u d i s t r i c t d e S c h p a t , s i t u é a u n o r d - e s t d e B é r a t , q u o i q u e p r o f e s s a n t l a r e l i g i o n g r e c q u e , a v a i e n t p r i s , d e t e m p s i m m é - m o r i a l , des n o m s t u r c s p o u r s e s o u s t r a i r e a u x v e x a t i o n s d u r é g i m e m u s u l m a n . Ils p a s s a i e n t e n effet p o u r des c o r e l i g i - o n n a i r e s a u x y e u x d e s a u t o r i t é s d u p a y s , d a u t a n t p l u s q u e l e s T u r c s o s a i e n t r a r e m e n t s ' a v e n t u r e r a u m i l i e u d e c e t t e p e u - p l a d e g u e r r i è r e , l o r s q u e t o u t - à - c o u p , il y a q u e l q u e s a n n é e s , ce d i s t r i c t d é c l a r a v o u l o i r r e t o u r n e r o s t e n s i b l e m e n t à s a v r a i e r e l i g i o n , en s a s t r e i g n a n t a u p a i e m e n t d e l a c a p i t a t i o n .

( · ) Tom. 4 , p. 1 2 2 — 1 2 5 . Voir aussi le travail sur les Albanais publié par M Cyprieu Robert divus la ReYuç des deux M o n d e s ; tome 3 1 , p . '*01.

(6)

Ï1*J L E S P E C T A T E t ï t

Mais ce fait pourrait difficilement constituer un argu- ment concluant dans la question. Prétendre que les apo- stasies ont cessé par le changement en mieux survenu dans la condition des rayas d'un côté, et de l'autre par la charge du recrutement imposée à la population musulmane, c'est se servir d'une raison plausible, si- non solide. Mais il est impossible d'admettre que des musulmans, ou des gens passant pour tels, s'exposeraient au châtiment certain infligé atout Turc qui embrasse une religion étrangère, rienque dans l'espoir d'échapper à l'o- bligation fort problématique du recrutement. Il ne faut pas non plus oublier qu'en Albanie, il y eut beaucoup de ces retours à la foi chrétienne dans des temps bien antérieurs à la réforme ou dans des circonstances qui ne permettent guère de douter quelle y fut absolument étrangère. Ainsi Pouqueville assure qu'à la fin du siècle passé on avait vu se rétablir quelques villages chrétiens dans la vallée des Ga- ra m ou rata dès (*) ; et le martyr raconté par le même au- teur, de ce Hassan de Castorie, qui, régénéré par le baptê- me sous le nom de Georges, périt, du temps d Ali-pacha, victime des plus cruels supplices, prouve également que les rigueurs du code mahométan n'ont pas toujours em- pêché les musulmans de revenir à la foi chrétienne (**).

31. de Hahn ne raconte-t-il pas Lui-même les tragiques aventures des habitans du village de Gilani, dont le seul crime fut d'avoir voulu se convertir à la religion de leurs pères? Je ne sais si ce fait eut lieu avant ou après la pro- mulgation du Tanzimat ; mais quand même il lui serait postérieur, la réforme n'y pouvait avoir contribué, le vil-

(*) Voyage, tome T, p. 20T.

( " ) Histoire, tome V, p. 2'JT.

DE l / O l U E X T .

IIS

htge de Gilani étant situé dans la haute Albanie, où, de l'aveu de M. de Hahn, le nouveau système d'administra- tion n'a jamais été appliqué.

Non certainement; des raisons de conscience, des insi- nuations politiques ou religieuses ont pu motiver ces con- versions, la réforme n'y a été pour rien. D'ailleurs, pour les chrétiens d'Orient en général, et pour ceux de l'Al- banie en particulier, la réforme nest pas une expérience aussi moderne qu'on semble le croire , ni une illu- sion dont ils n'aient pas en tout le temps de con- naître les déceptions. A lire les firmans expédiés dans les provinces par Moustapha Kòprili (*), on ne voit pas qu'il y ait uns grande différence entre son Nisami djedid et le Tanzimat; mêmes promesses, mêmes espérances. Or Ton sait si elles n'avaient pas été démenties, et si, depuis

150 ans, les chrétiens n'ont pas du continuer de se pré- server par l'apostasie, contre les abus de la tyrannie mu- sulmane. C'est que le Nisami djedid n'a pas plus été exé- cuté alors que le Tanzimat ne Fa été de nos jours.

Comment pouvait-il en être autrement? Toute réforme essayée en faveur des chrétiens est un coup porté à l'e- xistence même du régime turc; réalisée, elle en déter- minerait infailliblement la chute. Voici pourquoi la con- dition des rayas fut de tout tems le contre-pied de la con- dition du gouvernement turc (**). Quand celui-ci était au comble de sa puissance, ceux-là étaient au comble de leur

(*) «Spediti decreti imperiali per tutta la Grecia, Armenia, Macedonia, Bulgaria et Albania, di levar ogni aggravio dalli saditi Christiani, e che non siano obbligati di pagar altro che l'ordinario tributo. » Hammcr, note de la p. 551 du 6. vol. Voir aussi le texte de celte page et suivante, ainsi que la fin du Y O I . 6, cl le commencement d;j vol. 7.

( " ) Die serb Re vol. p. 1 2 — 1 3 ,

(7)

1 2 0 L E S P E C T A T E U R

détresse; leur octroyait-il quelques concessions? preuve

qu'il faiblissait; mais précisément parcequil élait faible, au dedans comme au dehors, il ne pouvait faire respecter ses intentions par la masse de ses coreligionnaires. Que si par hasard il reprenait un peu de vigueur, il s'empressait de retirer ses concessions ou de les laisser tomber en dé- suétude. Tel est le cercle vicieux où l'on voit tourbillon- ner «sans cesse la malheureuse destinée des chrétiens de l'orient.

La véritable cause de l'extinction des apostasies, si tant est qu'elles aient définitivement cessé, doit être cherchée dans ce fait, que l'islamisme avait fini par absorber toute la population purement albanaise du pays ; le feu se se- rait éteint faute d'alimens à dévorer. Restent, il est vrai, les Grecs, les Vlaques et les Albanais grécisés (*) ; mais ceux-ci ont été de tout temps très difficiles à entamer par le prosélytisme turc. A fort peu d'exceptions près, l'isla- misme dut se borner à ne faire des acquisitions que parmi la race purement albanaise. M. de Hahn en convient à plusieurs reprises. (**) Une remarque de l'auteur de la Turquie d'Europe vient à l'appui de ce fait. « Dans la

»Thrace, la Bulgarie et la Macédoine, dit M.Boué, les fa-

» milles distinguées du pays ayant été extirpées ou chassées,

»ou ayant préféré rentrer dans lobscurité plutôt que d ab-

»jurer le christianisme, il n'y a pas eu autant de conversions

»que dans l'ouest de 1 empire, où l'exemple en a été donné

»par la noblesse toute puissante dans ces temps reculés

(*) Je ne parle pas des Mvrdiles catholiques, car ceux-ci constituent, à l'instar des Monténégrins, une petite principauté à peu prés indépendante de la domination turque. M. Boué, Tome ï. p . 419.

( " ) P . 1 7 , 3 5 note 7 2 , 3 2 2 .

D E L O R Î E X T . 121

v> Dans la Turquie occidentale, la noblesse bosnia-

»que a donné la première l'exemple de mettre ses avan- t a g e s temporels au-dessus de la croyance religieuse, et

»une partie des Albanais ont suivi cette impulsion par les

»mèmes mobiles. »(*) Ainsi donc dans les provinces orienta- les où prévaut l'élément grec ou grécisé, il y eut beaucoup moins de conversions que dans la partie occidentale, qui é- tait principalement occupée par les races slaves et albanai- ses. Cependant parmi les provinces occidentales, l'Albanie présente une population entremêlée de Grecs ou de races grécisées, tandis que l'Herzégovine et la Bosnie ont entiè- rement échappé à l'influence grecque ; et c'est justement dans ces deux derniers pays que, toute proportion gardée, 1 islamisme a fait ses plus nombreuses conquêtes. Enfin dans l'Albanie même, c'est parmi la race purement alba- naise que l'apostasie a exercé les plus grands ravages.

En général tout ce qui était grec, ou du moins a eu le temps de se façonner un peu à 1 esprit grec, fut d'une fermeté admirable dans cette lutte contre l'islamisme. Les Albanais et les Slaves non grécisés y firent au contraire preuve d une extrême faiblesse (**). Les Albanais ont érigé

en axiome le droit du plus fort en matière de religion.

« La où est l'épée, là est la croyance » est un dicton qui se rencontre souvent dans leur bouche. « Il faut obéir

(*) Vol. 3, p . '105. C'est ce qui explique comment, malgré les nombseuses apostasies de l'Albanie, de f i l ;rzegovinc et de lu Bosnie, les chrétiens de la Turquie d'Europe sont encore en * immense majorité, par rapport aux musulmans. Laproposlion eut été en raison inverse, si l'islamisme avait fait le même chemin dans les provinces orientales.

(*') A l'exception pourtant des Serbes de la Servie, qui surent se préser- ver des atteintes de l'islamisme tout aussi bien que les Grecs.

(8)

1 2 2 LE S P E C T A T E U R

a u m a i l r e » d i s a i e n t - i l s p a r e i l l e m e n t d u t e m p s d e Bizzi.

C e s h o m m e s si m a g n i f i q u e s s u r l e c h a m p d e b a t a i l l e , q u i se j e t t e r a i e n t t ê t e b a i s s é e s u r u n e b a t t e r i e e t e n e s s u i e - r a i e n t l e feu s a n s s o u r c i l l e r , s e n t e n t le c œ u r l e u r m a n q u e r à l ' i d é e d ' u n e p e r s é c u t i o n q u ' i l s a u r a i e n t à e n d u r e r p o u r l a c o n s e r v a t i o n d e l e u r foi; i l s r a p p e l l e n t c e t enfant chéri de la victoire q u i p e r d a i t c o n t e n a n c e à l a v u e d ' u n g e n - d a r m e . Ce m a n q u e d e v i g u e u r m o r a l e i m p l i q u a n t l ' a b s e n c e d e t o u t e c o n v i c t i o n s é r i e u s e , il y e u t p a r m i l e s A l b a n a i s n o n g r é c i s é s , d e s faits i n o u i s d ' i n d i f f é r e n c e r e l i g i e u s e , d e s a c t e s d e l é g è r e t é i n c o n c e v a b l e . N e c i t e - t - o n p a s d u c ô t é d e S c o - d r a u n v i l l a g e q u i , a u s i è c l e p a s s é , a p o s t a s i a t o u t e n t i e r , r i e n q u e p a r c e q u e , le c u r é v o u l a n tf to f f i c i e r u n p e u p l u s t ô t q u e c e l a n e c o n v e n a i t à s e s p a r o i s s i e n s , c e u x - c i p e n s è - s c n t n e p o u v o i r m i e u x v i d e r c e différend q u ' e n d e v e n a n t T u r c s ? ( · )

Q u ' i l y a l o i n d e c e s m i s è r e s à l ' a b n é g a t i o n s o u v e n t h é - r o ï q u e , t o u j o u r s d i g n e q u ' o n t d é p l o y é e les G r e c s e n A l b a - n i e , c o m m e p a r t o u t a i l l e u r s , d a n s l e u r c a m p a g n e s é c u - l a i r e c o n t r e l ' i s l a m i s m e ! E u x a u s s i , s a n s d o u t e , p a y è r e n t l e u r t r i b u t à l a f a i b l e s s e h u m a i n e . L e s t r a d i t i o n s a l b a n a i - s e s f o n t r e m o n t e r j u s q u ' à G e o r g e K a s t r i o t i , l ' o r i g i n e d e l a g r a n d e f a m i l l e d e s B o u s c h a t l i q u i a g o u v e r n é h é r é d i - t a i r e m e n t l e p a s c h a l i k d e S c o d r a j u s q u ' e n 1 8 3 1 ; les p a - c h a s h é r é d i t a i r e s d e B é r a t , d o n t le d e r n i e r , I b r a h i m , p é - r i t p a r les m a i n s d ' A l i - p a c h a , e n 1 8 2 0 , se g l o r i f i a i e n t a u s - si d ' ê t r e d e s r e j e t o n s r e n é g a t s d u h é r o s d e C r o j a (**). L e f a m e u x O r n e r V r i o n i é t a i t é g a l e m e n t , d i t - o n , u n d e s c e n -

(*) É l u d e s alb. p. 36.

(*") ï'r s Albanais par M. Cypricu R o b e r t , R e t u e des deux m o n d e s , tome 3 1 , p. 3 8 0 , 3 9 3 .

DE L ' O R I E N T . 1 2 3

d a n t d e s P a l é o l o g u e s , d e r n i e r s p r i n c e s d e M o u s a k i , q u i a p o s l a s i è r e n t a u c o m m e n c e m e n t d u X V Ie s i è c l e (*). F o n - d é e s o u n o n , c e s g é n é a l o g i e s p r o u v e n t q u e , d a n s l ' o p i n i o n d u p a y s , q u e l q u e s f a m i l l e s g r e c q u e s a v a i e n t a b j u r é l a r e - l i g i o n c h r é t i e n n e . O n s a i t d ' a i l l e u r s q u e p l u s i e u r s G r e c s d e l ' A l b a n i e s ' é t a i e n t é l e v é s , p a r le m o y e n d e l ' a p o s t a s i e , a u x p l u s h a u t e s d i g n i t é s d e l ' e m p i r e (*); m a i s c ' é t a i e n t d e s é c a r t s i n d i v i d u e l s . P r i s e e n m a s s e , l a p o p u l a t i o n g r e c q u e o u g r é c i s é e , s u t o p p o s e r a u x t e n t a t i o n s c o m - m e a u x p e r s é c u t i o n s d u p r o s é l y t i s m e t u r c , u n e r é s i - s t a n c e i n é b r a n l a b l e . M i e u x e n c o r e , e l l e s u t é c h a p p e r , e n p a r t i e d u m o i n s , à l a d o m i n a t i o n o t t o m a n e , s o i t e n l a r e p o u s s a n t f r a n c h e m e n t , s o i t e n l u i f a i s a n t s e s c o n d i t i o n s . T o u t e s les v i l l e s à i m m u n i t é s , t o u s les c a n - t o n s l i b r e s , à l ' e x c e p t i o n d e s M y r d i t e s , a p p a r t e n a i e n t à l a r a c e g r e c q u e o u g r é c i s é e d u p a y s . L a g r a n d e v i l l e d e J a n n i n a m a i n t i n t ses p r i v i l è g e s e t c o n t i n u a à s ' a d m i - n i s t r e r à l ' i n t é r i e u r c o m m e u n e r é p u b l i q u e j u s q u ' e n 1 7 1 6 , o ù e l l e se vit p o u r l a p r e m i è r e fois s o u m i s e a u h a r a t s c h . U n e c o n f é d é r a t i o n d e c o m m u n e s i n d é p e n d a n t e s s "étant f o r - m é e t o u t a u t o u r d e l a p o p u l a t i o n si i n d u s t r i e u s e d e P h l i a - t e s , b r a v a , p e n d a n t d e s s i è c l e s , l a t y r a n n i e m u s u l m a n e ; c ' é t a i e n t G o m e n i z z a , S a j a d è s , M a r g a r i t i , P a r a m i t h i a , L o u - r o , p e t i t e s r é p u b l i q u e s q u i se r a t t a c h a i e n t d e p l u s à c e l l e d e P a r g a , o ù l e u r s c i t o y e n s t r o u v a i e n t , e n c a s d e r e v e r s , u n a s y l e à l ' a b r i d e l a p r o t e c t i o n v é n i t i e n n e . L e s C h i i n a - r i o t e s a u s s i p u r e n t c o n s e r v e r , j u s q u a u x t e m p s d ' A l i - p a - c h a , l e u r l i b e r t é , m a l g r é les a t t a q u e s d o n t ils f u r e n t l'objet d e l a p a r t d e B a j a z e t l l , e n 1 4 9 2 , et d e S o l i m a n l e g r a n d ,

Ç) Pouqueville, Histoire de la Grèce, Vol, ï , p. 3 1 1 . (**) Spectateur, tome T, p. 10U et suiv.

(9)

L E S P E C T A T E C R

e n 1 5 3 7 ; ils avaient obtenu des firmans qui r e c o n n a i s - saient leur indépendance, les déchargeaient du paiement d e tout impôt, et ne les astreignaient qu'à fournir un con- tingent p o u r les expéditions militaires. Parlerai-je enfin d e la célèbre confédération de Souli, des cantons libres d e la population vlaque du P i u d e , de tant d'autres dis- tricts chrétiens de l'Albanie, qui n'étaient soumis que de nom à la suzeraineté Ottomane ?

Ceux qui avaient changé de religion ne Tétaient pas plus q u e les chrétiens. Ils avaient livré leurs âmes p o u r g a r - d e r leurs mousquets, et n'avaient subi la loi du Prophète q u e p o u r échapper à celle du sultan. Peu à peu il se for- m a parmi la population m u s u l m a n e du pays une aristocra- tie militaire q u i ne vécut que de pillage et ne respecta d'autre droit que celui du plus fort. L a situation qu'elle fit à l'Albanie rappelle les plus mauvais j o u r s du m o r e a âge européen. Chaque canton, souvent chaque ville, c o n - stituait un petit état subdivisé l u i - m ê m e en plusieurs p a r - tis (phares) qui, rangés sous des chefs à peu près indépen- d a n t s , se faisaient une g u e r r e continuelle et ne s unissaient parfois, que p o u r la faire en c o m m u n , soit contre les chrétiens, soit contre les pachas envoyés p a r la Porte ot- t o m a n e . Celle-ci avait fini m ê m e p a r n'en pas envoyer d:i t o u t ; depuis deux cents ans les pachaliks de l'Albanie étaient abondonnés à des grands feudalaires du pays. Cinq membres de la famille des Bouschatli régnèrent successi- vement jusqu'en 1831 à Scodra, le chef-lieu de la h a u t e Albanie; a v a n t e u x , ce pachalik fut souvent donné a u x Tschaousch, chefs de l'un des deux grands partis qui divi- saient la ville de Scodra. L a moyenne Albanie était de m ê m e gouvernée héréditairement par une famille indigène,

D E L ' O R I E N T . 1 2 5

ayant son principal siège à Bérat. E n û n à J a n n i n a on voit surgir tantôt u n Soliman-pacha d'Argyrokastro, tantôt u n C o u r d - p a c h a de Bérat, ou u n Ali de Tébelin, ou m ê m e u n Janiote q u e la chronique épirote appelle en grec C a l o - pacha. Tout cela ne tournait pas a u plus g r a n d a v a n t a g e de la Porte ; mais q u a n d il lui arrivait d envoyer sur les lieux des g o u v e r n e u r s à elle, ils y étaient exposés à t a n t de déboires, q u e , bon g r é , m a l g r é , on était forcé de r e - noncer à t o u t e idée de centralisation. Un j o u r , c'était dans la seconde moitié du X V I Ie siècle, arrivent à Sco- d r a d e u x frères originaires d'Ipek ; l'un était n o m m é p a - c h a , l'autre kehaja. Aussitôt les chefs des d e u x partis de la ville, faisant provisoirement taire leurs querelles d o - mestiques, se concertent p o u r s'attaquer a u x intrus. L e p a c h a et le kehaja sont assassinés avec toute l e u r s u i t e . L a P o r t e expédie u n commissaire e x t r a o r d i n a i r e c h a r g é de procéder à une enquête sur les lieux ; mais il dut se borner à faire tomber quelques têtes de m a l h e u r e u x c h r é - tiens, qui servirent de boucs émissaires dans cette o c c a - sion comme dans b e a u c o u p d'autres. Environ à la m ê m e é p o q u e , on apprend à Scodra q u ' u n n o u v e a u pacha a r r i v a i t de Constantinople. Mehmet bey, le premier des Bouschatli, se trouvait alors à la tête du parti le plus puissant de la ville; il s'empressa d'aller avec tous les notables a u devant du n o u v e a u dignitaire, et se fit accompagner de quelque d e u x cents m o n t a g n a r d s dans le plus simple appareil de l a n a t u r e . L e pacha a y a n t exprimé son étonnement sur cette singulière toilette, notre bey répondit, en h a u s s a n t les épaules, qu'en effet l'Albanie était u n pays s a u v a g e et q u e S. A. p o u r r a i t avoir plus d'une occasion de s'en apercevoir.

Le pacha parvint ainsi j u s q u ' à la maison qui avait été

a

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12G LE SPECTATEUR

p r é p a r é e p o u r lui p a r Mehmet bey; mais il ne s'était pas e n c o r e reposé, qu il entendit une pluie de pierres en a s - saillir le toit. Mehmet bey, mandé aussitôt p o u r s'expli- q u e r sur ce n o u v e a u phénomène, déclara que c'était la m a n i è r e en usage p a r m i les sauvages de la m o n t a g n e , de faire savoir qu'ils désiraient être rétribués p o u r avoir a c - c o m p a g n é le cortège de S. A. Le pacha lui fit donc r e m e t - tre une somme à distribuer p a r m i les sauvages. Mehmet bey était cependant à peine de r e t o u r de cette commis- s i o n , qu'une nouvelle grêle de pierres retentit sur le toit, l a rétribution accordée n'ayant pas répondu à l'attente du cortège, qui d e m a n d a une s o m m e q u a t r e fois plus forte.

Après ces préliminaires, on ne sera pas étonné d a p p r e n - d r e q u e l'envoyé de la P o r t e fut traité comme un prison- nier à Scodra, et que sa suite dut v e n d r e tous ses effets p o u r ne pas m o u r i r de faim. 11 finit p a r d e m a n d e r son r a p p e l , qui ne se fit pas a t t e n d r e ; mais alors, nouvelle déception. Mechmet bey déclara que le démissionnaire ne partirait pas a v a n t de lui avoir fait obtenir de la Porte, a lui Mechmet, le pachalik de Scodra ; en sorte que le m a l h e u r e u x prisonnier fut obligé de r e m u e r ciel et t e r r e à Constantinople p o u r faire n o m m e r son geôlier à sa place (*).

Telle était la situation du pays sous la domination o t t o m a n e , situation bien fatale q u a n d on pense que l'Al- banie et la Bosnie, les deux contrées où lislamisme avait fait le plus de prosélytes, étaient aussi celles qui é c h a p - paient le plus à Faction de son pouvoir. L a Poçte do minait plus ou moins, elle gouvernait tant bien que mal

(') Eludes alb. p. S7, U8 et S U I T .

D E L ' O R I E N T . 127

<en T h r a c e , en Bulgarie, en Macédoine, en Thessalie, d a n s l a Grèce proprement dite; q u a n t à l'Albanie et à la B o s n i e , elle n'y conservait que les apparences de l'autorité. Rien ne prouverait m i e u x , a u besoin, l'incapacité radicale d e l'islamisme à établir dans ses états u n o r d r e de choses légal et régulier. Séparé des chrétiens p a r son dédain et p a r leur aversion, il ne se réunissait à quelques u n s d ' e n - t r e e u x dans l'ordre spirituel, que p o u r s'en éloigner e n - core dans l'ordre temporel p a r l'indiscipline qu'il semblait l e u r inoculer et p a r son impuissance à la d o m p t e r . I l était haï ou méprisé, affectionné il ne le fut j a m a i s ; i l faisait des esclaves o u des prosélytes, nullement de v é r i t a - bles sujets. Marqué du sceau de la destruction, c h a q n e pas que sa religion faisait en a v a n t , était u n c o u p porté à son gouvernement. Plus il gagnait de sectateurs à l a foi, plus il créait d'embarras à l'administration. D u temps o ù ils professaient le culte chrétien, les C a r a m o u - ratadès étaient des gens paisibles, i n d u s t r i e u x , subissant a v e c résignation les vexations des m u s u l m a n s ; ils n ' e u - r e n t pas plus tôt apostasie, qu'on les vit c o u r i r a u x a r m e s c o n t r e leurs anciens Spoliateurs devenus leurs coreligion-

n a i r e s , et se transformer en brigands r e d o u t a b l e s ; p e n - dant plus de 50 a n s , ils remplirent l'Albanie de la t e r r e u r de leur nom, et il a fallu toute l'habileté et toute la puis- sance d'Ali-pacha p o u r les r a n g e r sous son autorité. (*) Décrets mystérieux de la providence ! La religion m u s u l - m a n e était chargée de tirer raison des méfaits du g o u v e r - nement m u s u l m a n , tandis que celui-ci à son t o u r était réduit à réparer les cruautés de sa propre religion. Ainsi

(*) Pouquerill», Teyage, tome 1, p. 2 0 T — 2 C $ .

8*

(11)

128 LE SPECTATEUR

se détruisaient mutuellement sur les ruines qu'ils avaient entassées, les deux éléments de l'islamisme.

Ce n'est pas qu'ils n'eussent la conscience du d a n g e r q u e l e u r faisaient courir ces convulsions ; mais tous les efforts qu'ils firent p o u r le conjurer avortèrent complè- tement. P o u r q u o i ? — P a r c e q u e , c o m m e disait C r o m - w e l , il y a des arbres qui ne poussent jamais à l'ombre d'autres arbres ; parce que l'ordre et la légalité ne pou- vaient pousser à l'ombre d'une religion qui changeait ses adeptes en instrumens de désordre et d'iniquité, ni être garantis p a r u n gouvernement condamné à s'appuyer sur u n e telle religion.

(La fin prochainement.) P.

Un maître d'école à Athènes au XVIP siècle.

0 0 0 0

A ceux qui désirent se faire une idée quelque peu exacte de la Grèce actuelle, nous conseillerons de lire les v i e u x voyageurs plutôt q u e les touristes modernes. Les premiers visitaient l'orient p o u r en faire u n e étude c o n - sciencieuse, tandis q u e les autres n'y viennent, en t r è s g r a n d e partie, q u e p o u r s'y p r o c u r e r des distractions ou p o u r y servir des intérêts politiques ; puis, si p a r hasard il leur arrive de ne pas t r o u v e r ce qu'ils ont cherché, ils se vengent de leurs déceptions en médisant du pays. Les

DE L'ORIENT.

livres qu'ils publient peuvent être des r o m a n s plus ou moins amusants, des aventures personnelles plus ou moins vraies, ce ne sont pas des œuvres sérieuses. Aussi y a-t-il dans les bouquins p o u d r e u x des X V I P et XVIII*

siècles, telle page qui peint les sentimens, les dispositions et le caractère du peuple g r e c , beaucoup m i e u x que n e le font tous ces volumes pimpans à couvertures j a u n e sr bleues ou rouges ;qui encombrent le marché littéraire de nos j o u r s .

Mais, d i r a - t - o n , la Grèce n'aurait donc pas changé d e - puis bientôt d e u x cents a n s ? — I l y a dans l'histoire d'un peuple des choses qui changent et d'autres qui restent à tout j a m a i s inaltérables. C'est m ê m e s u r ces t r a i t s invariables de l'esprit national que ni le temps, ni la d o - mination é t r a n g è r e , ni les influences e x t é r i e u r e s , ne sont parvenus à effacer ou à modifier, q u e nous voudrions surtout attirer l'attention du public e u r o p é e n ; c a r d a n s ce cachet immuable dont a été empreint le caractère d'un peuple, se t r o u v e t o u t le mystère de son passé et de son avenir. Lisez, p a r exemple, dans La Guilletière la descri- ption si naïve de la visite q u e lui et ses compagnons de voyage ont faite à un didascalos d Athènes a u milieu du X V I P siècle, des conversations qu ils ont eues avec lui, des révélations qu'ils en ont reçues, et dites si ce n'est pas là une scène bien plus instructive que tous les caquelagcs de M. About et toutes les fables de M. T e x i e r ; nous ajou- terons que le tableau semble tracé d'hier, tant la couleur en est fraîche, et tellement la pensée qu il e x p r i m e c o r - respond a u x sentimens qui animent encore à l'heure qu il est la société grecque. Il va sans dire que c'est de l'esprit général de ce récit que nous voulons parler, et qu'il y a

(12)

1*8 SPECTATEUR

eertains détails dont nous sommes les premiers à recon- naître la singulière exagération. Mais citons plutôt que de commenter.

Après avoir parlé de la réception amicale que leur avait fait le didascaîos, de la méthode ingénieuse qu'il suivait dans ses leçons et des quelques modestes rafraichissemens qu'il s'était empressé d'offrir à nos voyageurs, La Guille- tière poursuit son récit ainsi qu'il suit :

«c Au midy de la maison où nous estions, et presque au pied des fenestres^

î t y avoit un petit clos de vignes, tres-mal cultivé, quoy que les seps fussent s i gros, et si bien nourris, qu'ils sembloicnt inviter le Didascaîos à le mieux entretenir. Aussi quand il nous eut dit que le vin que nous beuvions, venoit d ' u n plant semblable à celuy de ce clos, j e ne me pus pas empescher de luy faire des reproches de sa nonchalance à faire valoir celuy-là. L ' u n des calo- gers, et mesme celuy qu'on nous faisoit passer pour le plus spirituel, prit alors la parole, et me répondit en Italien, q u ' i l parloit assez bien, que v é r i - tablement ce terroir estoit bon, et qu'on y pourroit encore faire venir de plus Belle v i g n e ; mais nous n ' e n sommes pas plus avancez pour cela, ajoûta-t-il;

le raisin seroit bien là pendu dix mille a n s , que le vin n'y viendroit jamais tout prest à boire. A cette réponse, nous nous regardâmes l'un l'auttre. Des aeps de vigne, qui ne rapportoient pas le vin tout cuvé, estoit quelque chose d'extraordinaire, et de ridicule. Nous ne pouvions pas nous imaginer qu'un Athénien pust jamais dire uno pkis grande fadaise, et sur tout un Athénien q u ' o n HOUS avoit tant vanté. Nous parlâmes en suite de leur pain, dont la farine ne nous sembloit pas bien pestrie. Le Didascaîos nous dit que c'estoit la faute des moulins, et que la rivière d'Illissus estoit présentement couppée e n tant de canaux, qu'elle ne pouvoit fournir assez d'eau pour bien moudre*

le bled. Et pourqaoy ne vous servez-vous pas de moulin à vent, luy dit Drelingston ? Bon, répliqua froidement le caloger, nous fismes faire une fois quatre moulins à vent dans un valon, pas un seul ne nous put servir. Ce fut là que je perdis la bonne opinion que j ' a v o i s des Grecs; nous ne pûmes nous empescher de r i r e , et nous prismes occasion de faire entre nous en lan- gue latine, de grandes exagérations contre l'ignorance des Athéniens mo- dernes. Eux, de leur costé, gardoient le silence, et se composoient le visa- g e . Nous croyions qu'ils faisoient ainsi les fiers, comme s'applaudissant d ' a - Toir dit quelque chose de bon> et cette gravité redoubla nos railleries. Le

DE L O RI E X T ,

1 31

Didascaîos soflrioit, et ne disoit mot ; mais Bertaldi qui n'avoit pas encore parlé, s'avisa de nous dire qu'il ne vouloit pas juger de ces gens-là comme nous faisions, et soutint que les Grecs se mocquoient de nous, e t que par des réponses, qui apparemment estoient tres-badines, ils vouloient confondre le caquet de non babillars, et se défaire de nos importunes questions, ajou- slanl qu'il n'y a point de raillerie plus agréable qu'une certaine niaiserie spirituelle comme la leur, qui se mocque de sang froid de ceux qui font les fins. Mais il eut beau dire ; nous ne laissâmes pas de croire qu'il les faisoit plus spirituels, qu'ils n'estoient : et aussi ils nous écoutoient avec un certain visage si niais, et une gravité si sotte que cela ne servoit guère à nous e n donner une meilleure impression. Bien plus, quand j e me mis à leur con- ter qu'il y avoit eu autrefois un homme illustre de leur ville appelle Alcibia- d e , qui avoit saccagé Constantinople, connue en ce temps-là sous le nom d e Bizance, ils me regardoient avec estonnement. Quand je leur nommois le»

plus illustres de leurs anciens habilans, Olympiodore, Thrasibule, H a r m o - dius, et Aristogiton, ils m'arrestoient tout court, et me demandoient si ce»

gens là esloint bons Chrestiens, s'ils estoient sortis du sang de Constantin, et si en leur temps ils avoient bien valu Dimilrios Beninzellos, Stamatis P a - leologuos, ou Polimenos Zarlis, m'opposant quelqu'un de leurs Vecchiados à chaque homme illustre que je leur nommois.

A la fin nostre caloger levant tout-a-fait le masque, et justifiant le p r é - jugé qu'en avoit fait Bertaldi. Je me mocque de vos Alcibiades et de vos

Olvmpiodores, dit-il avec v é h é m e n c e ; qui s'attendroit à leur bravoure, et à la sagesse de Phocion pour nostre subsistance, seroit plus îol que Socrates n'a esté sage. Il ne vient pas un seul Franc à Athènes, qui voyant Testât du pays si dilTerent de ce q u ' i l estoit, ne déplore nostre condition, qui ne témoigne de la douleur de voir une ville si célèbre usurpée par deg barbares, et qui par un zele pieux, ne crie contre l'ambition qui a n i m e vos princes à se déchirer l'un l'autre, au lieu de se liguer en nostre faveur, autant que pour leur propre interest, contre les armes des infidelles. C'est le sentiment et le discours ordinaire, de tous les voyageurs que nous voyons.

Que gagnent-ils? Ce n'est qu'un vain babil, et d'icy à cinq cens ans on parlera inutilement chez vous du mauvais usage de la liberté, et de la puissan- ce de vos chrestiens. Le remède n'en sera pas plûtost prest. Les demy-sca- vans de vos quartiers se mocquent de nostre ignorance ; mais ont-ils r a i - son ? Nous ne nous sommes pas contentez de vous communiquer dans le vieux temps, les lumières des plus belles sciences. Quand il vous est arrivé d'oublier ce que vous teniez de Platon, d'Aristote, d'Epicure, et du reste

•de nos anciens^ nous avons eu la bonté de vous envoyer pour la seconde

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1 3 2 I B S P E C T A T E U R

f o i s , sur le milieu du quatorzième s i è c l e , le scavant Argyropole, Théodore Gaza, George de Trapezunte, George Gemisto, et Ântonicus. Vous parois- s e z surpris maintenant ; et pour qui preuez-yous les A t h é n i e n s ? Pour a- c h c v e r de vous confondre, je garde pour le dernier le pauvre, mais illus- tre ealoger Bessarion, qu'un de vos papes fit cardinal, et qu'il envoya l e - g a l e n France pour pacifier íes differens du roy Louys XI. et de Charles, d e r n i e r duc de Bourgogne. Vous croyez donc estre les uniques dépositaires d e l'histoire ? Et cependant vous ne sçavcz peut-estre pas que le pape fit a u x funérailles du Grec Bessarion ce qu'on n'avoit jamais fait à celles d ' a u - c u n cardinal ; car ce pontife y assista, contre l'usage de la cour de R o m e . J e ne voüdrois pas jurer qu'avec tout yostre caquet latin, vous eussiez j a - jnais oüy parler de cette circonstance. Apprenez donc encore ce détail. Geor- g e Gemisto estoit philosophe Platonicien, et Georges Trapezuntin, philoso- p h e Peripateticien. Ces deux sectes subsistent encore parmy nous, et ne s o n t pas a m i e s non plus qu'autrefois. Aussi Georges Trapezuntin écrivit contre la doctine de Platon, et je ne doute pas que son merveilleux ouvrage n e soit tombé entre v o s m a i n s , et qu'il ne soit la principale cause qui vous a fait recevoir depuis peu Aristote dans v o s escoles. Venez à Constantino- p l e , v e n e z à Sinopi, fameux port de la Mer N o i r e ; vous y verrez d e s pro- f e s s e u r s de Philosophie, qui feroient leçon aux vostres d i x . a n s durant. Par m o d e s t i e , je ne vous parleray point de ceux qui sont à Athènes ; vous pren- d r e z langue. Mais on tient des escoles ouvertes dans les trois villes que je vous

s o m m e . Pour les* autres villes de la G r è c e , on n'y veut plus d'autre science q u e celle qui e n s e i g n e à mépriser les choses de la terre et à poursuivre cel- l e s du ciel. Toute nostre philosophie ne doit s'attacher qu'à la conuoissance e t à la detestation de nos v i c e s , et nostre théologie, qu'à l'Oraison. Le grand apostre à qui nostre ville doit sa conversion, n'insinué autre chose d a n s n o s cours, et c'est l'esprit et l'objet d e s sçavantes çpistres qu'il addresse aux Grecs. Pour vous autres, quel est le fruit de vostre éloquence artificieuse, e t de ce tumulte confus de vos écoles, de c e s v a i n e s et opiniastres c o n t e - stations de vos docteurs, de c e s chimériques disserations .sur des m a t i è r e s , q u e v o u s appeliez c u r i e u s e s , et que nous traitions de ridicules? La pluspart d e s questions de phisique sont plûtost d e s contes.ations pour la curiosité q u e pour l'usage ; e n un mot d e s reflexions metaphisiques contraires aux e x p é r i e n c e s . Elles ne servent qu'à envelopper la vérité de m i l b n u a g e s , au l i e u de l'eclaircir ; et les subtilitez du collège sont toujours ou la source, ou Tappuy d e s hérésies nouvelles, d e s s e c t e s bizarres, d e s opinions monstrueu- s e s , d e s ligues et guerres c i v i l e s , et des injustices du barreau. Depuis que vous avez chassé Platon de vos écoles, pour y établir Aristote, c o m b i e n

D E L'OHIENIV 1 3 5

y a-t-il eu rie vos docteurs s c h o l a s t i q u e s , qui ont voulu faire de la philoso- phie de ce Peripateticien, le fondement de la doctrine chrestienne, en l a i s - sant l'Ecriture, et révoquant t o u t e s choses en doute, jusqu'à mettre e n q u e - stion s'il y a un D i e u , et à le disputer pour et contre ? Encore n'avons-nous pas cet entestement pour ces philosophes. Quoy q u ' i l s soient de nostre p a y s , et qu'ils ayent e n s e i g n é icy, nous s o m m e s les premiers à prendre party contr'eux, quand la raison l ' o r d o n n e . Mais après avoir parlé de nos e x e r c i - c e s de paix, voyons si nos exercices de guerre ont prévalu sur les vostres*

N e remontons pas jusqu'aux vieux s i è c l e s . De ce costé-là vous ne nous d i s - putez rien ; mais il n'y a que quatre cens soixante et quatre ans que n o u s défîmes la plus belle de vos armées navales vers la bouche du fleuve Stry- mofi en Macédoine. Vos armes n'ont j a m a i s eu qu'un avantage sur les Grecs, à lafprise de Constantinople, encore fut-ce par u n attentat plein d'impiété : car l'armée que vostre ligue assembla quinze ans après vostre déroute du S t r y m o n , et qu'elle a voit mise sur pied pour le recouvrement de la Ter-

re s a i n t e , estant arrivée à Zara en Dalmatie, entreprit d'aller surprendre Constanliuopl', au lieu d'aller en la Palestine, comme elle l'a-

voit publié. Ainsi trahissant les vœux de la c r o i s a d e , et abusant d e s aumônes que la chrestienté avoit destinées à la guerre s a i n t e , vous t i - rastes inopinément à Constantinople, qui fut surprise contre la foy publi- q u e et la pieulse espérance des hounestes gens de vostre nation. Vous y forgeasles deux ou trois Empereurs, dont il y en eut un qui expia de sa teste le crime de l'usurpation. Quand notre Empire commença à sentir la fu- reur des armes Othomanes, si vous eussiez écouté la politique et la religion, vous eussiez joint vos forces aux nostres et arresté dans sa source un mal qui ne peut avoir pour v o u s - q u e des suittes tres-funestes. S'il arrive j a - m a i s , c e que le ciel veuille divertir, que l'isle de Sicile soit aux mesmes ab- bois où se trouve présentement celle de Candie, que deviendra la triste Italie, elle qui n'a pas une bonne place de guerre, et où l'on voit peu de bras di- g n e s de s e s a n c i e n s héros ? Vous ne vous avisez point de luy reprocher qu'elle est aussi peu fournie de Césars et de S c i p i o n s , que nous d'Alexan- dres et d*01ympk»dores. Voyez ce que vous avez fait pour nous. Les G e n n o i s , par une tache éternelle au nom Chresticn, fournirent à Amural I. il y a trois cens et huit a n n é e s , les vaisseaux qui passèrent en Europe les troupj e s turques qui y ont porté la guerre. Vos cabales et vos factions ne nous ont

pas mesme laissé le secours de nos propres héros ; et quand nous crûmes avoir trouvé nostre unique libérateur en la personne de Scanderbeg, le pa- pe Pie II. qui luy voyoit tenir en balance la fortune des Olhomans, ne laissa pas d'interrompre ses progrés, et n'eut point de rëlascbe qu'il ne l'eust di-

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134

t e sPECTATErrr

v c r t y de celte guerre s a i n t e , pour le faire venir en I t a l i e , s ' i n t é r e s s e r a-nx querelles des Chrcsliens ; et c'este-il p o u r c h a s s e r les F r a n ç o i s de Naptes~

Quelque t e m p s a p r è s , q u e l indigne accueil, et q u e l lâche t r a i t e m e n t f i s t e s - v o u s a u prince Zizim, fil» aisne de Mahomet I I . le protecteur de nostxe vil- le? Ce malheureux Zizim se voyant reculé de l'Empire pa* quelque milice s é d i t i e u s e , courut j n s q u e s chez vous, pour ouvrir à vos a r m e s le sein de la T u r q u i e . Coupables envers la C h r é t i e n t é , d'avoir méprisé celte heureuse o c - casion, vous ajoûtastes la perfidie à la négligence, et fiste» périr ce m i s é r a - ble prince par le poison. Pour vostre h o n n e u r , j e n'en, noinmeray pas les a u - t h e u r s . Ainsi vous t r o m p a s t e s tous nos Grecs, qui n ' a i t e n d o i e n t que sa p r é - s e n c e , et qui le regardoient comme l ' u n i q u e ressource de nostre rétablisse- m e n t . Vous trompastes aussi les T u r c s qui estoint de sou party. Les prin- c e s Othomans s'en s o u v i e n d r o n t , et a p r è s le malheur de Zizim, il n'y a u r a pas presse e n t r ' e u x à se réfugier chez vous, quelque preseculion qui leur a r r i v e . Car à nostre é g a r d , ce n'est que l'occasion qui nous m a n q u e , ce n ' e s t pas le courage. La valeur de notre nation n'a point d é g é n é r é y ne s o n l - cc pas desoldats Grecs qrai battent encure a u j o u n l ' h u y vos trouppes, et qui assujettissent vos p r o v i n c e s ? Car vous ne niez pas que les a r m é e s Olhoma- n e s ne soînt composées d'enfans de tribut q u ' o n levé ehez n o u s , et à qui le nom de J a n n i s s a i r o n'oste pas les droits de la naissance g r e c q u e , et n«*

d é t r u i t point la force de l'air natal. . . .

Comme le caloger eut fini, le Didascalos p r e n a n t la parole, et s ' a d d r e s s a n t à nous , on a oublié, nous d i t - i l , de vous m a r q u e r une c h o s e , en vous p a r - lant de la valeur des J a n n i s s a i r e s Grecs. Si nous voulons faire fracas d ' u n e valeur grecque toute p u r e , il ne faut que vous n o m m e r trots braves de n o s - tre t e m p s , dont l'intrépidité a paru dans la C a n d i e , à sj: avoir Zyrahi, Bal- zama, et Calamo. Les deux premiers y ont commandé chacun un r é g i m e n t , et l'autre s'e*t contente du titre de c a p i t a i n e . Mais enfin tous trois ont servy les Vénitiens avec tant de courage et de p r u d e n c e , qu'ils ont esté é - g i l e m e n t admirez des Turcs et d e s Chrestiens. Informez-vous d ' e u x , si j a - mais vous passez en C a n d i e .

Figurt*z-vouc, si von* le pouvez, Tétonnement q u e nous donna cette apo- logie des Grecs, et combien nous fus mes surpris d ' e n t e n d r e dire de si b o n - nes choses à un homme que nous avions pris pour une s t a t u e . 11 humilia n o s - t r e trouppe de s ; a v a n s , qui luy d e m a n d è r e n t pardon de l'injustice qu'ils a - voieiil faite au nu rite de la nouvelle Gri.ce. Je vous ay nommé ey-devaul cet excellent homme. C'est llvero* Monaehos Damaskinos. Bcrtaldi se sceul bon gré d'avoir jugé de luy si s a i n e m e n t . Damaskinos nous avoiia q u ' a v e c d e semblables di cours ilavoit <0UYent confondu la vanité de beaucoup de voya-

PE L ORIENT.

geurs. S'il luy en tomboit souvent e n t r e les m a i n s , l'honneur de la Grèce s e - roit bien-tost reparé ; et comme il est tres-sociable, la chose ne seioit pas difficile. Mais la pluspart des F r a n c s ne veulent faire a u c u n e d é m a r c h e ; e t si dans la conversation il leur eonteste quelque chose, aussi-tost c'est un i- gnorant ; et voilà l'injustice

Ce n'est donc pas d'hier, ni sous l'influença factice du philhellénisme moderne, comme on se plaît à le faire a c - croire depuis quelque temps, que la Grèce a pris confiance en son avenir; il y a deux cents ans, à une époque où per- sonne ne songeait encore à elle, elle avait sur ce chapi- tre des convictions aussi inébranlables que celles dont on lui fait aujourd'hui un crime. Un mot cependant sur l'ouvrage de la La Guilletière. Dans sa topographie d'A- thènes, Leake prétend que La Guilletière n'a jamais été dans cette ville et qu'il n'a écrit son livre que sur des notes qui lui auraient été transmises par des missionnaires catholiques établis en Grèce. Cette opinion, en admettant qu'elle soit fondée, diminuerait peut-être la valeur de la partie topographique de l'ouvrage, mais elle ne ferait évi-

demment qu'ajouter au mérite de ses appréciations politi- ques et morales; car des missionnaires habitant depuis l o n - gtems le pays, se trouvaient dans l e ' c a s de le connaître m i e u x qu'un voyageur qui n'y aurait fait que passer quel- ques jours ou même quelques mois.

P .

(·) P, 7 3 5 et s u i v . Voir! le t i t r e e n t i e r d e l ' o u v r a g e d e La G u i l l e t i è r e , d u m o i n s d e la s e c o n d e édition d e cet o u v r a g e , s u r laquelle n o u s a v o n s fait ces c i t a t i o n s : A t h è n e s a n c i e n n e et nouvelle, et Testât p r é s e n t d e l ' e m p i r e des T u r c s , c o n t e n a n t la vie d u S u l t a n M a h o m e t I V , le m i n i -

s t è r e de C o p r o g l i A c h m e t Pacha, G. V i z i r , et son c a m p e m e n t d e v a n t C a n - d i e Avec le p l a n de la ville d'Athènes. P a r le Sr. d e La Guilletière. Se- c o n d e é d i t i o n , a u g m e n t é e en p l u s i e u r s e n d r o i t s , s u r les m c m o i i c s d e T a u t h e u r . A l'aris, 1G7 5.

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126 LE SPECTATEUR

Quinzaine politique du Spectateur.

L a l u t t e qui se poursuit aujourd'hui en Orient et dont 1 expédition de Crimée est le principal épisode, absorbe 1 attention de tout le monde. Mais, quelle q u e soit l'issue de cette g u e r r e , un remaniement de l'Empire Ottoman en sera nécessairement la conséquence. Les chrétiens de l ' O - rient ont un intérêt majeur à cet événement. L e u r désir, leur vœu est de sortir d'une position d é g r a d a n t e , d e v e - n u e désormais intolérable, position qui est une tache p o u r toute la chrétienté. Mais en E u r o p e , s'est-on nettement posé cette question du r e m a n i e m e n t futur de l'Orient ? Car, il ne s'agit pas de savoir quelle sera la politique qui d e v r a prévaloir en T u r q u i e . Ce n'est pas p o u r que la voix de telle puissancesoit plus écoutée q u e celle de telle a u t r e , que se poursuit a p p a r e m m e n t la g u e r r e actuelle. C'est, a u dire de l'Occident, pour assurer le repos et J a liberté de 1 Europe. O r , avouons-le franchement, nous ne compre- nons pas comment la liberté de l'Europe serait garantie q u a n d on parviendrait à imposer à la Russie les q u a t r e conditions posées p a r M. Drouin de Lhuis. Nous n'y voyons q u ' u n déplacement précaire de p r é p o n d é r a n c e , voilà tout.

Ce q u i , à toute époqne, et lorsque les passions n'étaient p a s en j e u , que la raison froide et calme dirigeait la p o - litique des cabinets, ce qui, disons n o u s , était leur p r é o c - cupation constante à l'endroit de ce qu'on est convenu

D E L O R I E X T . 137

d'appeler l'Orient, «'était le maintien de l'intégrité de l'Empire Ottoman, nécessaire à la pondération des divers pouvoirs sur les quels s'étaie l'équilibre e u r o p é e n . N'est- ce pas la décadence, l'affaiblissement progressif de l'Em- pire Ottoman qui a donné naissance à la question d'Orient?

A quoi donc a u r a abouti cette g u e r r e formidable q u ' o n fait à la Russie, quand on sera p a r v e n u à lui faire a c c e p - t e r les conditions qu'on cherche à lui imposer ? Tout sim- plement à g a r a n t i r , pour quelque t e m s , l'empire turc contre les attaques de son puissant et redoutable voisin. Mais, s é - rieusement, tout le danger que court la T u r q u i e ne vient il q u e de l à ? Ne vient-il pas p r i n c i p a l e m e n t de sa décom- position intérieure ? N'a-t-elle pas à c r a i n d r e les velléités d'indépendance de son puissant vassal, l e vice-roi d'Egy- p t e ? Ses frontières, pour être garanties du côté de la Russie, ne seront elles pas toujours exposées à l'envahis- sement d'une a u t r e grande puissance également voisine, pour peu qu'un prince ambitieux et d'humeur belliqueuse occupe le trône de la maison d ' H a b s b o u r g ? Vouloir g a - r a n t i r la T u r q u i e , dont on tient! à conserver l'intégrité, contre toute a t t a q u e , non seulement de la Russie, mais de toute a u t r e puissance encore, voilà ce que nous c o m - p r e n o n s , certes : mais quand même on y p a r v i e n d r a i t , la question intérieure, la question de r e m a n i e m e n t , de r e - construction, restera intacte; c'est là une question que l'on se pose sans doute, mais sur laquelle on ne parait pas avoir encore des idées bien arrêtées.

A en j u g e r par ce qui se dit et par ce qui s'écrit en ce moment, il semblerait p o u r t a n t qu'on est fort d'avis, à part quelques mesures qu'on recommanderait au Sultan en faveur des chrétiens, de ne faire entrer que l'élément

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